Os vinhos brasileiros faturaram US$ 240 mil (dólares) - cerca de R$ 500 mil (reais) - nos cinco dias do Salão Internacional da Alimentação (Sial 2008), realizado no Parque de Exposições de Paris, capital da França. O levantamento da comercialização (incluindo exclusivamente pedidos feitos no evento) foi realizado pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), dia 23 de outubro, último dia da feira, que começou no domingo (19). Segundo a gerente de exportação do Ibravin, Andreia Gentilini Milan, se forem considerados os negócios prospectados para os próximos 12 meses, as vendas das quatro vinícolas brasileiras presentes na Sial 2008 - Miolo, Don Laurindo, Lidio Carraro e Courmayer - chegam a US$ 820 mil (dólares) ou R$ 1,7 milhão (reais). "A nossa expectativa foi totalmente superada", afirma Andreia Gentilini Milan.
A gerente de exportação do Ibravin destaca a estréia com o pé-direito da vinícola Lidio Carraro. A empresa familiar de Bento e Encruzilhada do Sul alcançou o mesmo resultado que a Miolo Wine Group, uma veterana e experiente vinícola com forte presença internacional. Tanto a Lidio Carraro como a Miolo comercializaram, cada uma, US$ 120 mil (dólares) na Sial 2008. "Isso comprova que o projeto do Ibravin de trazer para o mesmo espaço tanto pequenas como grandes vinícolas traz resultados efetivos", observa Andreia Gentilini Milan. "Sozinhas, sem apoio, a Don Laurindo, a Lidio Carraro e a Courmayer não teriam condições de estar numa feira internacional múltipla como a Sial". Estas três empresas contaram com a parceria do Sebrae-RS, da Apex-Brasil e da Secretaria Estadual de Desenvolvimento e Assuntos Internacionais (Sedai) para virem até Paris.
A Lidio Carraro fechou um pedido de U$ 100 mil para a Índia, o quinto maior importador de vinhos do mundo. "Foi uma agradável surpresa. Um dos últimos países que pensávamos em vender nossos vinhos era para a índia", confessa Patricia Carraro. Ela conta que os produtos da vinícola serão distribuídos em restaurantes e também para o consumidor final. Outro pedido recebido pela empresa veio da Eslováquia, no montante de U$ 20 mil, que será destinado a restaurantes e lojas especializadas de vinho. Vale salientar que só foram vendidos os vinhos das linhas top e premium da Lidio Carraro, com valorres que vão de US$ 9 a US$ 28 a garrafa. "Os clientes perceberam a relação entre qualidade e preço", diz Patricia Carraro. Ela calcula que, em 12 meses, os 80 contatos realizados com países da Europa, Ásia, América do Sul e América do Norte cheguem a U$ 200 mil em pedidos. "Depois da Sial, a exportação de nossos vinhos deve passar dos 15% atuais para 25%", revela.
A experiente Miolo Wine Group fechou um grande contrato de US$ 120 mil para os Estados Unidos e projeta atingir a soma de US$ 500 mil no próximo ano com os 150 contatos estabelecidos com distribuidores e revendedores da França, Bélgica, África, Finlândia, Portugal, Canadá, Chile, Libano, Suécia, Itália, Irlanda, Guiana Francesa e Ucrânia. "Nossa participação na Sial confirmou a excelência e a diversidade desta feira, que congrega países do mundo todo e de áreas afins, o que possibilita, além da venda direta, o marketing integrado com outros setores da aliemntação e do agronegócio", comenta o diretor de Relações Internacionais da empresa, Carlos Eduardo Nogueira. "Só encontramos clientes de países como a Africa em feiras de alimentação. Eles não vão a feiras específicas e especializadas em vinhos", exemplifica. Nogueira também destaca a abertura do Espaço Gourmet, que oportunizou o contato dos vinhos da Miolo com dois dos mais prestigiados chefs de cuisine do mundo, os franceses Alain Ducasse e Philippe Gonet. "Isso dificilmente teria ocorrido sem este espaço".
O diretor-presidente e enólogo, Ademir Brandelli, da Don Laurindo, realizou 50 contatos com distribuidores da Holanda, Alemanha, Suiça, Portugal e Estados Unidos. Mesmo sem fechar nenhum pedido durante a Sial, Brandeli saiu bastante satisfeito do evento. "As conversas e negociações aqui iniciadas devem gerar vendas de pelo menos U$ 50 mil nos próximos meses", garante. Os vinhos Don Laurindo foram muito elogiados pelas centenas de convidados do Espaço Gourmet. No local, foram consumidas aproximadamente 20 garrafas/dia de vinho, acompanhando 100 refeições diárias. "A qualidade dos nossos produtos foram muito apreciadas no espaço. O Reserva Don Laurindo foi o mais pedido e o mais aplaudido", comemora.
A Courmayer também espera colher frutos das dezenas de contatos realizados na Sial 2008. A expectativa é faturar US$ 70 mil em vendas nos próximos meses. Conforme Gilian Verzeletti, a participação na feira também foi importante por identificar a necessidade de alguma adequação nos produtos da vinícola voltados à exportação. "Foi um aprendizado muito grande", relata.
sábado, 25 de outubro de 2008
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Obrigado, meus amigos
Quero comemorar com meus amigos e leitores, erguendo um brinde do excelente espumante que está sendo produzido na serra gaúcha, a boa receptividade ao livro “As melhores receitas da Confraria do Cordeiro”, que publiquei no final de agosto e sobre o qual já fiz dois lançamentos, um na Expointer, em Esteio, outro no Shopping Total, em Porto Alegre. Ambos sucesso de público e de vendas. Na Expointer, sem muita divulgação, esperava 30/40 pessoas para nosso carreteiro e vinho Dal Pizzol e apareceram 120; no Total, esperava 150 pessoas, apareceram 300, felizmente, havia bastante vinho Dal Pizzol e espumante Casa Valduga, com a presença dos dois vinhateiros, o que muito me honrou, Antônio Dal Pizzol e João Valduga; e o chef Gustavo Ibarra Martins caprichou na “salada de cabeça de ovelha”, um sucesso, e na “paella de cordeiro”.
Além disso, graças ao apoio de todos os amigos que, felizmente, tenho na imprensa o livro continua sendo divulgado e está vendendo muito pelo correio. A Editora Palomas já mandou exemplares para São Paulo, Goiás, Paraná, Minas Gerais e até Maranhão, além de muitas cidades aqui do Rio Grande do Sul. Quem quiser adquirir, é um livro capa dura, fartamente ilustrado, com a história da Confraria do Cordeiro, a história da chegada da ovelha no Brasil e no Rio Grande do Sul e receitas com carne de cordeiro preparadas pelos membros da Confraria do Cordeiro. Custa R$ 50,00 mais despesas do correio. Entre em contato com Ario Roberto Fontoura Mazzei pelo telefone (51) 3228-2900 ou arioroberto@terra.com.br
Além disso, graças ao apoio de todos os amigos que, felizmente, tenho na imprensa o livro continua sendo divulgado e está vendendo muito pelo correio. A Editora Palomas já mandou exemplares para São Paulo, Goiás, Paraná, Minas Gerais e até Maranhão, além de muitas cidades aqui do Rio Grande do Sul. Quem quiser adquirir, é um livro capa dura, fartamente ilustrado, com a história da Confraria do Cordeiro, a história da chegada da ovelha no Brasil e no Rio Grande do Sul e receitas com carne de cordeiro preparadas pelos membros da Confraria do Cordeiro. Custa R$ 50,00 mais despesas do correio. Entre em contato com Ario Roberto Fontoura Mazzei pelo telefone (51) 3228-2900 ou arioroberto@terra.com.br
Os melhores vinhos de Farroupilha
A 3ª Seleção de Vinhos de Farroupilha chega ao seu ponto máximo. Nesta sexta-feira, 17 de outubro, serão revelados quais são os melhores vinhos, espumantes e sucos de uva do município, que é o terceiro maior produtor vitivinícola do país.
Os 136 produtos, inscritos por 17 vinícolas, passaram por Análise Sensorial feita por um grupo de 26 degustadores, composto por representantes de instituições de ensino e pesquisa, profissionais da indústria vinícola e enófilos. As onze categorias avaliadas compreendem: vinhos de mesa tintos e brancos secos e suaves; vinhos finos secos tinto, branco e rosado; vinho branco fino seco moscatel tranqüilo (engarrafado ou a granel); espumantes moscatel e brut; e suco de uva integral/natural ou adoçado.
Serão premiadas até 30% das amostras inscritas em cada categoria, que poderão receber medalhas de bronze, prata e ouro. Há ainda uma premiação diferenciada, a Distinção Especial Moscatel Premium, conferida ao vinho fino seco tranqüilo e ao espumante moscatéis com maior pontuação no concurso, com o intuito de destacar a condição do município de maior produtor de uvas moscatéis do país.
O jantar-baile de revelação e premiação dos produtos premiados irá marcar a consolidação do trabalho de valorização e promoção da produção vitivinícola de Farroupilha, conforme assinala essa terceira edição do evento. A cerimônia de premiação terá inicio às 20 horas, no Clube Santa Rita, em Farroupilha. Após, será servido jantar, acompanhado de vinhos, sucos e espumantes, e na seqüência haverá baile animado pela Família Paganini, de Santa Catarina. O valor do ingresso, que pode ser adquirido junto à Secretaria de Agricultura de Farroupilha, é de R$ 45,00. Mais informações sobre o jantar-baile podem ser obtidas pelo telefone (54) 3261.6931.
A Promoção é Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos Espumantes, Sucos e Derivados (AFAVIN) e da Prefeitura Municipal de Farroupilha, através da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Patrocinam o evento Agrimar/Unyterra, Programa Juntos para Competir (Farsul, Senar e Sebrae), Banrisul, Cartório Kunzler, Copase, Lojas Colombo, Sicredi, Tramontina, Trombini, Charles Pontalti (VCR-Agromillora), Biamar Magliaria, Calçados L’Hombre, Dow Agrosciences/Dithuva Agrícola. Também colaboram, como apoiadores institucionais, Associação dos Engenheiros Agrônomos da Encosta Superior do Nordeste, Cefet Bento Gonçalves, Confraria Feminina do Vinho e do Espumante de Farroupilha, Embrapa Uva e Vinho, Escritório Municipal da Emater/RS – Ascar, Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Laren/Seapa/Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Farroupilha e UCS Farroupilha.
Os 136 produtos, inscritos por 17 vinícolas, passaram por Análise Sensorial feita por um grupo de 26 degustadores, composto por representantes de instituições de ensino e pesquisa, profissionais da indústria vinícola e enófilos. As onze categorias avaliadas compreendem: vinhos de mesa tintos e brancos secos e suaves; vinhos finos secos tinto, branco e rosado; vinho branco fino seco moscatel tranqüilo (engarrafado ou a granel); espumantes moscatel e brut; e suco de uva integral/natural ou adoçado.
Serão premiadas até 30% das amostras inscritas em cada categoria, que poderão receber medalhas de bronze, prata e ouro. Há ainda uma premiação diferenciada, a Distinção Especial Moscatel Premium, conferida ao vinho fino seco tranqüilo e ao espumante moscatéis com maior pontuação no concurso, com o intuito de destacar a condição do município de maior produtor de uvas moscatéis do país.
O jantar-baile de revelação e premiação dos produtos premiados irá marcar a consolidação do trabalho de valorização e promoção da produção vitivinícola de Farroupilha, conforme assinala essa terceira edição do evento. A cerimônia de premiação terá inicio às 20 horas, no Clube Santa Rita, em Farroupilha. Após, será servido jantar, acompanhado de vinhos, sucos e espumantes, e na seqüência haverá baile animado pela Família Paganini, de Santa Catarina. O valor do ingresso, que pode ser adquirido junto à Secretaria de Agricultura de Farroupilha, é de R$ 45,00. Mais informações sobre o jantar-baile podem ser obtidas pelo telefone (54) 3261.6931.
A Promoção é Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos Espumantes, Sucos e Derivados (AFAVIN) e da Prefeitura Municipal de Farroupilha, através da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Patrocinam o evento Agrimar/Unyterra, Programa Juntos para Competir (Farsul, Senar e Sebrae), Banrisul, Cartório Kunzler, Copase, Lojas Colombo, Sicredi, Tramontina, Trombini, Charles Pontalti (VCR-Agromillora), Biamar Magliaria, Calçados L’Hombre, Dow Agrosciences/Dithuva Agrícola. Também colaboram, como apoiadores institucionais, Associação dos Engenheiros Agrônomos da Encosta Superior do Nordeste, Cefet Bento Gonçalves, Confraria Feminina do Vinho e do Espumante de Farroupilha, Embrapa Uva e Vinho, Escritório Municipal da Emater/RS – Ascar, Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Laren/Seapa/Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Farroupilha e UCS Farroupilha.
Ouro e Prata para Casa Valduga
Depois do sucesso na Hungria e Argentina, o Cabernet Sauvignon Premium 2005 da Casa Valduga brilhou também na Alemanha, onde conquistou Medalha de Ouro na 8ª edição do “Mundus Vini”. Realizado em Neustadt, o concurso ainda premiou outro rótulo da vinícola, o Merlot Premium 2005, com Medalha de Prata. Reunindo 5.343 amostras de 41 países, degustadas por 280 jurados de 44 federações, o “Mundus Vini” é hoje o maior e um dos mais importantes concursos do mundo, devido ao grande número de rótulos e países participantes.
Elaborado com uvas da safra 2005, considerada a melhor de todos os tempos no Brasil, o Cabernet Sauvignon Premium é um vinho complexo e vigoroso. Exalta aromas de frutas vermelhas, como ameixa preta e cerejas, equilibradas com notas de baunilha, café e chocolate cedidas pelo período de contato com as barricas de carvalho francês.
Com coloração púrpura, o Merlot Premium 2005 é um vinho encorpado e de excelente persistência gustativa, apresentando equilíbrio entre acidez e álcool. Com aromas de chocolate, amêndoas, baunilha e intensas notas de frutas escuras, harmoniza bem com suflês, massas, fondue, anchova e carnes.
A Casa Valduga está localizada ao Vale dos Vinhedos, Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul. Informações no tel. (54) 453.3122 ou no site www.casavalduga.com.br.
O sucesso na Avaliação
João Valduga, Juarez Valduga e o restante da família, bem como Juciane Casagrande, a Diretora Comercial, ainda comemoram os bons resultados da Casa Valduga na Avaliação Nacional de Vinhos. A Casa Valduga foi um dos grandes destaques na “XVI Avaliação Nacional de Vinhos”, evento que tem como objetivo avaliar as safras produzidas em território nacional, promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), no último dia 27 de setembro, em Bento Gonçalves (RS) e Curitiba (PR), simultaneamente.
Participaram 62 vinícolas com 318 amostras da safra 2008, avaliadas às cegas por 78 enólogos brasileiros convidados pela ABE e deste total foram selecionadas 30% mais representativas, das quais apenas 16 foram apreciadas por um público de mais de 900 pessoas.
Figurando entre os destaques da Avaliação, a Casa Valduga foi uma das vinícolas que mais classificaram vinhos entre os 30% mais representativos, com mais seis varietais selecionados – Chardonnay, Gewürztraminer, Merlot (2 amostras), Castelão e Prosecco -, além da amostra do Chardonnay entre os 16 escolhidos, que recebeu do enófilo e advogado brasileiro Guilherme Rodrigues nota 88, sendo a melhor pontuação entre os brancos.
Elaborado com uvas da safra 2005, considerada a melhor de todos os tempos no Brasil, o Cabernet Sauvignon Premium é um vinho complexo e vigoroso. Exalta aromas de frutas vermelhas, como ameixa preta e cerejas, equilibradas com notas de baunilha, café e chocolate cedidas pelo período de contato com as barricas de carvalho francês.
Com coloração púrpura, o Merlot Premium 2005 é um vinho encorpado e de excelente persistência gustativa, apresentando equilíbrio entre acidez e álcool. Com aromas de chocolate, amêndoas, baunilha e intensas notas de frutas escuras, harmoniza bem com suflês, massas, fondue, anchova e carnes.
A Casa Valduga está localizada ao Vale dos Vinhedos, Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul. Informações no tel. (54) 453.3122 ou no site www.casavalduga.com.br.
O sucesso na Avaliação
João Valduga, Juarez Valduga e o restante da família, bem como Juciane Casagrande, a Diretora Comercial, ainda comemoram os bons resultados da Casa Valduga na Avaliação Nacional de Vinhos. A Casa Valduga foi um dos grandes destaques na “XVI Avaliação Nacional de Vinhos”, evento que tem como objetivo avaliar as safras produzidas em território nacional, promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), no último dia 27 de setembro, em Bento Gonçalves (RS) e Curitiba (PR), simultaneamente.
Participaram 62 vinícolas com 318 amostras da safra 2008, avaliadas às cegas por 78 enólogos brasileiros convidados pela ABE e deste total foram selecionadas 30% mais representativas, das quais apenas 16 foram apreciadas por um público de mais de 900 pessoas.
Figurando entre os destaques da Avaliação, a Casa Valduga foi uma das vinícolas que mais classificaram vinhos entre os 30% mais representativos, com mais seis varietais selecionados – Chardonnay, Gewürztraminer, Merlot (2 amostras), Castelão e Prosecco -, além da amostra do Chardonnay entre os 16 escolhidos, que recebeu do enófilo e advogado brasileiro Guilherme Rodrigues nota 88, sendo a melhor pontuação entre os brancos.
Miolo inaugurou cantina na Fazenda Ouro Verde
Mais de 500 pessoas prestigiaram no último sábado, dia 11, a inauguração da Fazenda Ouro Verde, projeto da Miolo Wine Group, em pleno sertão nordestino, em Casa Nova, na Bahia. Entre as diversas autoridades presentes, o governador da Bahia, Jacques Wagner, a presidente da Bahiatursa, Emília Silva, o prefeito de Bento Gonçalves (RS), Alcindo Gabrielli, representantes do Sebrae, CEFET, além de toda a diretoria da Miolo Wine Group.
O complexo integra um investimento de R$ 30 milhões iniciado em 2001 que prevê a ampliação da capacidade da vinícola para 10 milhões de litros/ano entre vinhos, espumantes e brandies. “Decidimos expandir nossa produção para atender à crescente demanda pelos vinhos da linha Terranova, que desde que chegou ao mercado vem conquistando um público fiel progressivamente, e do brandy Osborne, classificado entre os líderes de seu segmento de atuação”, afirma o diretor-superintendente da Miolo Wine Group, Adriano Miolo.
As vinícolas Miolo e Lovara decidiram investir na ampliação da capacidade produtiva da Fazenda Ouro Verde em 2005, quatro anos após terem feito a aquisição da área. Naquele tempo, apostaram numa região que já se destacava pela produção de frutas como a uva, mas inédita para o cultivo de uvas viníferas para vinho. Em pouco tempo, constataram que a aposta foi acertada. “A maior parte da população brasileira concentra-se na orla atlântica e em regiões de clima predominantemente tropical. Nesses locais, os vinhos leves e jovens e os espumantes são os preferidos”, afirma Benedetti. Os vinhos e espumantes da linha Terranova são sucesso de vendas no Brasil e no exterior.
Os recursos foram aplicados na construção de uma nova cantina com projeto e equipamentos classificados entre os mais modernos do mundo, ampliação da área plantada de 50 hectares em 2005 para 150 hectares este ano, em pesquisa das variedades que mais se adaptam ao local e importação de mudas certificadas.
A Vinícola produzirá 10 milhões de litros/ano entre vinhos finos, espumantes e brandies até 2012, com área total plantada que chegará a 400 hectares.
Os vinhos finos são elaborados com processos de alta tecnologia, em que a recepção das uvas ocorre por gravidade, com processo de maceração cuidadosa que preserva ao máximo a integridade das uvas e com controle de temperatura durante todo o processo. O envelhecimento ocorre em tanques de inox e alguns produtos envelhecem em barricas de carvalho. A empresa produzirá 3 milhões de litros/ano de vinhos finos até 2012. Atualmente, produz os vinhos: Reserve Cabernet Sauvignon/ Shiraz, Shiraz, Dry Muscat e Late Harvest e os espumantes Moscatel, Brut e Demi-Sec.
Os espumantes Brut e Demi-sec são elaborados pelo processo charmat em auto-claves com temperatura controlada. Já o Moscatel é elaborado em auto-claves, porém pelo processo Asti. São espumantes jovens, produzidos e engarrafados imediatamente para poder preservar as características naturais do produto. Ao final de 2012, serão produzidos 2 milhões de litros/ano.
O Brandy Osborne elaborado na Ouro Verde é feito pelo método de solera, tradicionalmente usado na Espanha. A bebida é elaborada com vinho de uvas viníferas – um dos diferenciais do produto. Após se obter o vinho seco pelo método de fermentação alcoólica, a bebida vai para a destilaria, quando passa por dois tipos diferentes de destilação. Na contínua, o líquido passa por destiladores em colunas. Na descontínua, feita de forma mais artesanal, a bebida passa por estruturas de cobre, que acabam deixando o líquido mais aromático. Após, os resultantes dos dois processos de destilação são misturados e envelhecidos em barris de carvalho por um período de no mínimo um ano. A empresa produzirá até 2012 total de 5 milhões de litros/ano de vinhos finos para elaborar 1.200.000 litros de Brandy.
Exportação
Da produção total da Fazenda Ouro Verde, cerca de 40% será destinada ao mercado internacional. Hoje, os vinhos do Vale do São Francisco respondem por aproximadamente 10% das vendas externas da empresa. Os carros-chefe são o Shiraz, enviado para os Estados Unidos e França, e o Late Harvest, bastante consumido na República Tcheca.
Complexo Enoturístico
Ao chegar à Fazenda Ouro Verde, os visitantes irão se deparar com uma paisagem combinando as características únicas dos vinhedos em meio ao semi-árido com uma estrutura composta de uma cantina, cave subterrânea, engarrafamento, destilaria, sala de degustação e varejo com todos os produtos da Miolo Wine Group. Os turistas poderão circular por todos estes locais em visitas guiadas. O público aguardado é formado por profissionais e simpatizantes do vinho, assim como o que visita a cantina no Vale dos Vinhedos. O fato de o complexo estar localizado no Nordeste brasileiro atrairá moradores dessa região além do Norte e do Centro Oeste que teriam mais dificuldade de viajar ao Rio Grande do Sul.
Sobre a Fazenda Ouro Verde
Quando trocou o cultivo de batatas no Paraná pela produção de uvas em pleno Nordeste, o nissei Mamoru Yamamoto não imaginava que 26 anos depois o projeto que ele iniciou estaria produzindo os melhores vinhos do Vale do São Francisco.
A Fazenda Ouro Verde foi adquirida pela Vinícola Miolo e Lovara em 10 de Abril de 2001. Sua origem está ligada a duas empresas do setor vinícola de Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul. A busca constante de mercado para o vinho e para os espumantes incentivou muitas conversas entre os sócios das duas empresas. Com o tempo, uma constatação foi ficando cada vez mais clara para todos: o Brasil é um grande país, com a maior parte da população concentrada na orla atlântica e em regiões de clima predominantemente tropical. Nestes locais, os vinhos leves e jovens são mais aceitos, bem como os espumantes.
No segundo semestre de 1999, João Benedetti (sócio da Fazenda Ouro Verde.) estava numa viagem ao nordeste, justamente na companhia de Adriano Miolo. Ao provarem uvas do tipo Moscatel produzidas no nordeste às margens do Rio São Francisco, Benedetti comentou que essas uvas seriam ideais para a produção de Moscatel. Na viagem de volta a conversa evoluiu de forma que os dois fizeram contato com a Embrapa de Bento Gonçalves. A Embrapa possuía todos os equipamentos e tecnologia para a produção de Moscatel, concordando em contribuir com os primeiros ensaios.
Depois de inúmeros testes, são elaboradas as primeiras garrafas de Moscatel com uvas produzidas no Nordeste Brasileiro. A Vinícola Miolo cria uma nova marca para identificar os produtos elaborados com as uvas da região: Terranova.
A idéia de um produto para um imenso país tropical está definitivamente aprovada. As uvas se mostraram ideais. Outros produtos foram elaborados e testados. O que estava se configurando numa dificuldade era a logística. Mais de 4.000 km separavam as videiras das vinícolas. As uvas deveriam ser transportadas em câmaras frias, o que onerava demais os produtos.
Todos estes fatores fizeram convergir para a decisão de produzir os espumantes e vinhos no próprio nordeste. A partir desta decisão, as empresas passam a buscar áreas de terras disponíveis. Ao encontrarem a área que julgaram ideal para este inusitado projeto, surge esta nova empresa, fruto da paixão pelo vinho e do empreendedorismo típico dos italianos.
Em 2005, as condições da Fazenda Ouro Verde despertaram o interesse da espanhola Osborne. A empresa estava atenta ao desenvolvimento dos mercados mundiais e visualizaram no Brasil muitas oportunidades. Maior produtora de brandy da Espanha e uma das mais respeitadas vinícolas do País, a Osborne firmou parceria com Miolo e Lovara para produzir brandy no Brasil na Ouro Verde.
O projeto exigiu investimento de US$ 5 milhões na destilaria, plantio de novos vinhedos, infra-estrutura e desenvolvimento do produto. O processo de produção do brandy na Fazenda Ouro Verde é igual ao da Osborne na Espanha.
A Fazenda Ouro Verde integra a Miolo Wine Group, criada em 2006 para reunir uma linha de mais de 70 produtos elaborados a partir de parcerias nacionais e internacionais. Tem por objetivo atuar no mercado mundial com uma variedade de vinhos de qualidade que atenda a todos os segmentos. O Grupo possui sete projetos: Vinícola Miolo (Vale dos Vinhedos, RS), Fortaleza do Seival Vineyards (Campanha, RS), RAR (Campos de Cima da Serra, RS), Lovara Vinhos Finos (Serra Gaúcha, RS), Fazenda Ouro Verde (Vale do São Francisco, BA), Viasul (Chile) e Osborne (Espanha e Portugal).
O complexo integra um investimento de R$ 30 milhões iniciado em 2001 que prevê a ampliação da capacidade da vinícola para 10 milhões de litros/ano entre vinhos, espumantes e brandies. “Decidimos expandir nossa produção para atender à crescente demanda pelos vinhos da linha Terranova, que desde que chegou ao mercado vem conquistando um público fiel progressivamente, e do brandy Osborne, classificado entre os líderes de seu segmento de atuação”, afirma o diretor-superintendente da Miolo Wine Group, Adriano Miolo.
As vinícolas Miolo e Lovara decidiram investir na ampliação da capacidade produtiva da Fazenda Ouro Verde em 2005, quatro anos após terem feito a aquisição da área. Naquele tempo, apostaram numa região que já se destacava pela produção de frutas como a uva, mas inédita para o cultivo de uvas viníferas para vinho. Em pouco tempo, constataram que a aposta foi acertada. “A maior parte da população brasileira concentra-se na orla atlântica e em regiões de clima predominantemente tropical. Nesses locais, os vinhos leves e jovens e os espumantes são os preferidos”, afirma Benedetti. Os vinhos e espumantes da linha Terranova são sucesso de vendas no Brasil e no exterior.
Os recursos foram aplicados na construção de uma nova cantina com projeto e equipamentos classificados entre os mais modernos do mundo, ampliação da área plantada de 50 hectares em 2005 para 150 hectares este ano, em pesquisa das variedades que mais se adaptam ao local e importação de mudas certificadas.
A Vinícola produzirá 10 milhões de litros/ano entre vinhos finos, espumantes e brandies até 2012, com área total plantada que chegará a 400 hectares.
Os vinhos finos são elaborados com processos de alta tecnologia, em que a recepção das uvas ocorre por gravidade, com processo de maceração cuidadosa que preserva ao máximo a integridade das uvas e com controle de temperatura durante todo o processo. O envelhecimento ocorre em tanques de inox e alguns produtos envelhecem em barricas de carvalho. A empresa produzirá 3 milhões de litros/ano de vinhos finos até 2012. Atualmente, produz os vinhos: Reserve Cabernet Sauvignon/ Shiraz, Shiraz, Dry Muscat e Late Harvest e os espumantes Moscatel, Brut e Demi-Sec.
Os espumantes Brut e Demi-sec são elaborados pelo processo charmat em auto-claves com temperatura controlada. Já o Moscatel é elaborado em auto-claves, porém pelo processo Asti. São espumantes jovens, produzidos e engarrafados imediatamente para poder preservar as características naturais do produto. Ao final de 2012, serão produzidos 2 milhões de litros/ano.
O Brandy Osborne elaborado na Ouro Verde é feito pelo método de solera, tradicionalmente usado na Espanha. A bebida é elaborada com vinho de uvas viníferas – um dos diferenciais do produto. Após se obter o vinho seco pelo método de fermentação alcoólica, a bebida vai para a destilaria, quando passa por dois tipos diferentes de destilação. Na contínua, o líquido passa por destiladores em colunas. Na descontínua, feita de forma mais artesanal, a bebida passa por estruturas de cobre, que acabam deixando o líquido mais aromático. Após, os resultantes dos dois processos de destilação são misturados e envelhecidos em barris de carvalho por um período de no mínimo um ano. A empresa produzirá até 2012 total de 5 milhões de litros/ano de vinhos finos para elaborar 1.200.000 litros de Brandy.
Exportação
Da produção total da Fazenda Ouro Verde, cerca de 40% será destinada ao mercado internacional. Hoje, os vinhos do Vale do São Francisco respondem por aproximadamente 10% das vendas externas da empresa. Os carros-chefe são o Shiraz, enviado para os Estados Unidos e França, e o Late Harvest, bastante consumido na República Tcheca.
Complexo Enoturístico
Ao chegar à Fazenda Ouro Verde, os visitantes irão se deparar com uma paisagem combinando as características únicas dos vinhedos em meio ao semi-árido com uma estrutura composta de uma cantina, cave subterrânea, engarrafamento, destilaria, sala de degustação e varejo com todos os produtos da Miolo Wine Group. Os turistas poderão circular por todos estes locais em visitas guiadas. O público aguardado é formado por profissionais e simpatizantes do vinho, assim como o que visita a cantina no Vale dos Vinhedos. O fato de o complexo estar localizado no Nordeste brasileiro atrairá moradores dessa região além do Norte e do Centro Oeste que teriam mais dificuldade de viajar ao Rio Grande do Sul.
Sobre a Fazenda Ouro Verde
Quando trocou o cultivo de batatas no Paraná pela produção de uvas em pleno Nordeste, o nissei Mamoru Yamamoto não imaginava que 26 anos depois o projeto que ele iniciou estaria produzindo os melhores vinhos do Vale do São Francisco.
A Fazenda Ouro Verde foi adquirida pela Vinícola Miolo e Lovara em 10 de Abril de 2001. Sua origem está ligada a duas empresas do setor vinícola de Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul. A busca constante de mercado para o vinho e para os espumantes incentivou muitas conversas entre os sócios das duas empresas. Com o tempo, uma constatação foi ficando cada vez mais clara para todos: o Brasil é um grande país, com a maior parte da população concentrada na orla atlântica e em regiões de clima predominantemente tropical. Nestes locais, os vinhos leves e jovens são mais aceitos, bem como os espumantes.
No segundo semestre de 1999, João Benedetti (sócio da Fazenda Ouro Verde.) estava numa viagem ao nordeste, justamente na companhia de Adriano Miolo. Ao provarem uvas do tipo Moscatel produzidas no nordeste às margens do Rio São Francisco, Benedetti comentou que essas uvas seriam ideais para a produção de Moscatel. Na viagem de volta a conversa evoluiu de forma que os dois fizeram contato com a Embrapa de Bento Gonçalves. A Embrapa possuía todos os equipamentos e tecnologia para a produção de Moscatel, concordando em contribuir com os primeiros ensaios.
Depois de inúmeros testes, são elaboradas as primeiras garrafas de Moscatel com uvas produzidas no Nordeste Brasileiro. A Vinícola Miolo cria uma nova marca para identificar os produtos elaborados com as uvas da região: Terranova.
A idéia de um produto para um imenso país tropical está definitivamente aprovada. As uvas se mostraram ideais. Outros produtos foram elaborados e testados. O que estava se configurando numa dificuldade era a logística. Mais de 4.000 km separavam as videiras das vinícolas. As uvas deveriam ser transportadas em câmaras frias, o que onerava demais os produtos.
Todos estes fatores fizeram convergir para a decisão de produzir os espumantes e vinhos no próprio nordeste. A partir desta decisão, as empresas passam a buscar áreas de terras disponíveis. Ao encontrarem a área que julgaram ideal para este inusitado projeto, surge esta nova empresa, fruto da paixão pelo vinho e do empreendedorismo típico dos italianos.
Em 2005, as condições da Fazenda Ouro Verde despertaram o interesse da espanhola Osborne. A empresa estava atenta ao desenvolvimento dos mercados mundiais e visualizaram no Brasil muitas oportunidades. Maior produtora de brandy da Espanha e uma das mais respeitadas vinícolas do País, a Osborne firmou parceria com Miolo e Lovara para produzir brandy no Brasil na Ouro Verde.
O projeto exigiu investimento de US$ 5 milhões na destilaria, plantio de novos vinhedos, infra-estrutura e desenvolvimento do produto. O processo de produção do brandy na Fazenda Ouro Verde é igual ao da Osborne na Espanha.
A Fazenda Ouro Verde integra a Miolo Wine Group, criada em 2006 para reunir uma linha de mais de 70 produtos elaborados a partir de parcerias nacionais e internacionais. Tem por objetivo atuar no mercado mundial com uma variedade de vinhos de qualidade que atenda a todos os segmentos. O Grupo possui sete projetos: Vinícola Miolo (Vale dos Vinhedos, RS), Fortaleza do Seival Vineyards (Campanha, RS), RAR (Campos de Cima da Serra, RS), Lovara Vinhos Finos (Serra Gaúcha, RS), Fazenda Ouro Verde (Vale do São Francisco, BA), Viasul (Chile) e Osborne (Espanha e Portugal).
Salton quer vender 3,4 milhões de litros de espumante
Com o objetivo de implantar novas tecnologias e atualizar ainda mais sua produção, a Vinícola Salton investiu, neste ano, um total de R$ 2 milhões em quatro novas autoclaves e numa supercentrífuga. Com as novas aquisições, a vinícola atinge uma capacidade total de elaboração de 800 mil litros de espumantes, um incremento de 240 mil litros em relação a 2007. Maior produtora e líder na comercialização de espumantes há quatro anos consecutivos, a Salton projeta a venda de 3,4 milhões de litros para este ano, 20% a mais que no ano passado.
O aumento na demanda de espumantes é o grande responsável pela compra de novos equipamentos pela Vinícola Salton, que começou 2008 com a responsabilidade de ampliar a oferta do produto para atender à demanda, já que em 2007, rótulos como o Salton Brut Poética e o Salton Moscatel tiverem os estoques zerados ainda no início de dezembro, lembra o diretor-comercial da Vinícola, Daniel Salton.
Para esse ano, a empresa trabalha com um acréscimo de 800 mil garrafas de espumantes finos em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2007, quando foram comercializados 3,6 milhões de garrafas de espumantes, o incremento foi de 500 mil garrafas. Do Salton Brut Poética, que superou todas as expectativas com a comercialização de 63 mil garrafas em 2007, serão colocadas no mercado 144 mil garrafas. O Salton Moscatel terá seu volume quase duplicado, passando das 378 mil garrafas no ano passado para 600 mil garrafas.
Da Suécia, a Vinícola Salton fez também um novo investimento com o objetivo de qualificar ainda mais os seus produtos: trouxe a mais nova tecnologia em relação a centrífugas – equipamento utilizando para retirar as leveduras do vinho antes do engarrafamento. Denominada ‘supercentrífuga’ por sua elevada tecnologia, juntamente com o filtro tangencial – adquirido pela vinícola no primeiro semestre – irá possibilitar a clarificação do espumante, além da melhora de qualidade.
Além disso, a centrífuga trabalha numa velocidade maior que as convencionais, possibilitando uma filtragem mais rápida e, com isso, diminui o tempo do vinho fora da garrafa. O equipamento utiliza métodos físicos para a retirada das leveduras, não necessitando acréscimo de qualquer substância - um exemplo da preocupação da Salton com o produto que leva ao consumidor e com a preservação do meio ambiente.
Além dos investimentos, a Salton tem vários motivos para comemorar neste segundo semestre de 2008: a soma de várias premiações e medalhas em diversos países cada vez mais a consagra no mercado.
No mês de agosto, o elogiado Salton Volpi Pinot Noir trouxe da Suíça a medalha de prata no Concurso Mundial de Pinot Noir, que contabilizou um total de 1.072 amostras originárias de 22 países. O rótulo da safra 2007 da vinícola de Tuiuty, em Bento Gonçalves, foi o único produto brasileiro a trazer uma distinção para o país.
Ainda em agosto, a Salton foi destaque da 5ª edição do Concurso Nacional de Vinhos Finos, organizado pelo Concurso Mundial de Bruxelas, e o top Salton Talento 2004 foi a estrela da noite de premiação, com a conquista da Grande Medalha de Ouro, maior distinção do concurso. Com um total de nove medalhas, a Salton foi a vinícola mais premiada do concurso e se destacou ainda com as medalhas de ouro para o Salton Séries Cabernet Franc, Salton Desejo Merlot e Salton Volpi Pinot Noir 2007.
No 5º Vinus 2008 - Concurso Internacional de Vinos, Licores Y Destilados, realizado no mesmo mês em San Rafael, província de Mendoza (Argentina), a Salton contabilizou cinco distinções, com destaque para o top Salton Desejo Merlot 2005, que recebeu a medalha Duplo Ouro. O aromático Salton Flowers, o lançamento frisante Salton Lunae e duas safras (2006 e 2007) do Salton Volpi Pinot Noir conquistaram as medalhas de Prata.
Neste mês, todos os vinhos enviados pela vinícola gaúcha para o Concurso Mundus Vini, realizado na Alemanha, foram premiados com uma medalha. O Salton Talento 2004 e o Salton Desejo 2005 conquistaram a medalha de Ouro, e o Salton Volpi Pinot Noir 2007 ficou com a medalha de Prata. Além disso, foi a única vinícola a classificar dois vinhos para a degustação na XVI Avaliação Nacional de Vinhos, que reúne os 16 com maior pontuação.
O aumento na demanda de espumantes é o grande responsável pela compra de novos equipamentos pela Vinícola Salton, que começou 2008 com a responsabilidade de ampliar a oferta do produto para atender à demanda, já que em 2007, rótulos como o Salton Brut Poética e o Salton Moscatel tiverem os estoques zerados ainda no início de dezembro, lembra o diretor-comercial da Vinícola, Daniel Salton.
Para esse ano, a empresa trabalha com um acréscimo de 800 mil garrafas de espumantes finos em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2007, quando foram comercializados 3,6 milhões de garrafas de espumantes, o incremento foi de 500 mil garrafas. Do Salton Brut Poética, que superou todas as expectativas com a comercialização de 63 mil garrafas em 2007, serão colocadas no mercado 144 mil garrafas. O Salton Moscatel terá seu volume quase duplicado, passando das 378 mil garrafas no ano passado para 600 mil garrafas.
Da Suécia, a Vinícola Salton fez também um novo investimento com o objetivo de qualificar ainda mais os seus produtos: trouxe a mais nova tecnologia em relação a centrífugas – equipamento utilizando para retirar as leveduras do vinho antes do engarrafamento. Denominada ‘supercentrífuga’ por sua elevada tecnologia, juntamente com o filtro tangencial – adquirido pela vinícola no primeiro semestre – irá possibilitar a clarificação do espumante, além da melhora de qualidade.
Além disso, a centrífuga trabalha numa velocidade maior que as convencionais, possibilitando uma filtragem mais rápida e, com isso, diminui o tempo do vinho fora da garrafa. O equipamento utiliza métodos físicos para a retirada das leveduras, não necessitando acréscimo de qualquer substância - um exemplo da preocupação da Salton com o produto que leva ao consumidor e com a preservação do meio ambiente.
Além dos investimentos, a Salton tem vários motivos para comemorar neste segundo semestre de 2008: a soma de várias premiações e medalhas em diversos países cada vez mais a consagra no mercado.
No mês de agosto, o elogiado Salton Volpi Pinot Noir trouxe da Suíça a medalha de prata no Concurso Mundial de Pinot Noir, que contabilizou um total de 1.072 amostras originárias de 22 países. O rótulo da safra 2007 da vinícola de Tuiuty, em Bento Gonçalves, foi o único produto brasileiro a trazer uma distinção para o país.
Ainda em agosto, a Salton foi destaque da 5ª edição do Concurso Nacional de Vinhos Finos, organizado pelo Concurso Mundial de Bruxelas, e o top Salton Talento 2004 foi a estrela da noite de premiação, com a conquista da Grande Medalha de Ouro, maior distinção do concurso. Com um total de nove medalhas, a Salton foi a vinícola mais premiada do concurso e se destacou ainda com as medalhas de ouro para o Salton Séries Cabernet Franc, Salton Desejo Merlot e Salton Volpi Pinot Noir 2007.
No 5º Vinus 2008 - Concurso Internacional de Vinos, Licores Y Destilados, realizado no mesmo mês em San Rafael, província de Mendoza (Argentina), a Salton contabilizou cinco distinções, com destaque para o top Salton Desejo Merlot 2005, que recebeu a medalha Duplo Ouro. O aromático Salton Flowers, o lançamento frisante Salton Lunae e duas safras (2006 e 2007) do Salton Volpi Pinot Noir conquistaram as medalhas de Prata.
Neste mês, todos os vinhos enviados pela vinícola gaúcha para o Concurso Mundus Vini, realizado na Alemanha, foram premiados com uma medalha. O Salton Talento 2004 e o Salton Desejo 2005 conquistaram a medalha de Ouro, e o Salton Volpi Pinot Noir 2007 ficou com a medalha de Prata. Além disso, foi a única vinícola a classificar dois vinhos para a degustação na XVI Avaliação Nacional de Vinhos, que reúne os 16 com maior pontuação.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Um sucesso o lançamento do Livro da Confraria
É com imensa satisfação que comunico aos meus leitores que o lançamento do livro “As melhores receitas da Confraria do Cordeiro”, dia 6 deste mês, na Alameda dos Escritores, no Shopping Total, em Porto Alegre, foi um sucesso que superou o que eu esperava. Cerca de 300 pessoas compareceram, provaram e aprovaram a salada de cabeça de ovelha – usamos 15 cabeças de ovelhas – e a “paella” de carne de cordeiro, ambos os pratos preparados, enquanto eu autografava o livro, pelo chefe de cozinha Gustavo Ibarra Martins e sua Brigada do Sabor. As carnes vieram das Cabanhas Novo São João e Santa Orfila, de Livramento, e o arroz e o óleo foi da Blue Ville.
Bebemos o excelente espumante comemorativo 130 Anos, da Casa Valduga, e bons tintos merlot e cabernet sauvignon, também da Valduga e da Vinícola Dall Pizzol. Os vinhateiros Antônio Dal Pizzol e João Valduga nos deram a satisfação de comparecer e beber conosco.
Um dos motivos do sucesso foi o bom serviço oferecido pelo restaurante Marco´s, que colocou seu espaço, panelas, pratos, talheres, taças e cálices e garçons à disposição. O atendimento foi de primeira.
Não vou cansá-los citando todos os que lá estavam, mas havia jornalistas, empresários e profissionais liberais como o presidente do BRDE, Mário Bernd, os empresários Paulo Vellinho, Geraldo Fonseca, Renato Ritter, Newton Quites e muitos outros. Os jornalistas eram desde Paulo Raymundo Gasparotto e Tatata Pimentel até Isnard Ruas, Valter Todt, Julio Cesar Magalhães e muitos mais. Muitos empresários que não puderam ir, como Luiz Carlos Mandeli e João Satt, mandaram mensagens. O ex-governador Germano Rigotto, que estava de viagem marcada para Lisboa, telefonou dizendo porque não podia ir.
Quem estiver interessado pelo livro pode solicitar à Editora Palomas – (51) 3228-2900 ou arioroberto@terra.com.br -, pois ainda não foi colocado nas livrarias. Custa R$ 50,00 mais despesas de correio.
Bebemos o excelente espumante comemorativo 130 Anos, da Casa Valduga, e bons tintos merlot e cabernet sauvignon, também da Valduga e da Vinícola Dall Pizzol. Os vinhateiros Antônio Dal Pizzol e João Valduga nos deram a satisfação de comparecer e beber conosco.
Um dos motivos do sucesso foi o bom serviço oferecido pelo restaurante Marco´s, que colocou seu espaço, panelas, pratos, talheres, taças e cálices e garçons à disposição. O atendimento foi de primeira.
Não vou cansá-los citando todos os que lá estavam, mas havia jornalistas, empresários e profissionais liberais como o presidente do BRDE, Mário Bernd, os empresários Paulo Vellinho, Geraldo Fonseca, Renato Ritter, Newton Quites e muitos outros. Os jornalistas eram desde Paulo Raymundo Gasparotto e Tatata Pimentel até Isnard Ruas, Valter Todt, Julio Cesar Magalhães e muitos mais. Muitos empresários que não puderam ir, como Luiz Carlos Mandeli e João Satt, mandaram mensagens. O ex-governador Germano Rigotto, que estava de viagem marcada para Lisboa, telefonou dizendo porque não podia ir.
Quem estiver interessado pelo livro pode solicitar à Editora Palomas – (51) 3228-2900 ou arioroberto@terra.com.br -, pois ainda não foi colocado nas livrarias. Custa R$ 50,00 mais despesas de correio.
Estrangeiros gostaram do nosso vinho
Jornalistas da Alemanha, Estados Unidos, Canadá e Cingapura, que participaram do Projeto Imagem a convite do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), deixaram o Brasil com uma ótima impressão dos vinhos e espumantes brasileiros. A maior surpresa foi para os vinhos brancos e espumantes, além dos tintos Cabernet Franc e dos exóticos Teroldego e Tannat. A iniciativa integrou as ações do Projeto Setorial Integrado Wines from Brazil (WFB), numa promoção do Ibravin e da Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos. O grupo, formado por 10 jornalistas, cumpriu uma agenda de degustações, seminário, bate-papo e visitas às vinícolas que integram o projeto entre os dias 23 e 27 de setembro.
Depois de conhecer a Serra Gaúcha e o mercado de vinhos brasileiros, os jornalistas participaram de um bate-papo com as vinícolas participantes do WFB, além da imprensa nacional no dia 26 de setembro, no Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC/BG). Durante o encontro, eles apresentarem o mercado de vinhos da Alemanha, Canadá, Estados Unidos e Cingapura e comentaram as oportunidades percebidas para os vinhos do Brasil no mercado externo. De acordo com a Gerente de Promoção Comercial do WFB, Andreia Gentilini Milan, estes países estão entre os mercados-alvo do Brasil. “Ao trazer esses jornalistas intensificamos ações para promover a imagem do vinho brasileiro nesses mercados”, observou.
Na visão do jornalista alemão Werner Engelhard, os brasileiros elaboram seus vinhos com paixão e uma dinâmica atraente. Para ele, os vinhos brancos apresentam uma tipicidade até melhor que a dos italianos. Entretanto, assegurou que para os vinhos brasileiros conquistarem espaço na Alemanha ainda precisam ser mais competitivos, apresentando algo novo, exótico e surpreendente. “O Brasil precisa definir sua identidade”, avaliou.
O jornalista David Stuart Scholefield, do Canadá, advertiu que o Brasil deve valorizar sua cultura. “Antes da variedade, deve aparecer a marca Brasil”, ressaltou. Impressionado com os tintos Teroldego e Tannat, sugeriu aos empresários trabalhar com os vinhos Premium no mercado canadense, além do espumante. David destacou, ainda, o frescor dos vinhos brancos que combinam com a gastronomia do Canadá. Encantado com o Brasil, disse que é impossível não se apaixonar pelos vinhos aqui elaborados. No entanto, lembrou que nem sempre o consumidor tem a mesma oportunidade. Sheila Puritt, também do Canadá, completa dizendo que Toronto é o maior importador do mundo, com uma população de 15 milhões de pessoas. “Lá, tudo é controlado pelo monopólio. Para entrar no mercado canadense é fundamental ter um agente”, garantiu a jornalista.
“Para competir no mercado americano o Brasil deve investir em vinhos leves, fáceis de beber”. A afirmação foi do jornalista Edward Vincent Mccarthy, dos Estados Unidos, que apontou, também, a importância da aparência. “As vinícolas brasileiras precisam melhorar seus rótulos, apresentando embalagens mais atrativas”, recomendou. Apesar da surpresa com os vinhos brancos e de ter ficado impressionado com os tintos Teroldego e Tannat, sua aposta é para o Cabernet Franc, que segundo ele é conhecido e apreciado pelos americanos, além de ser muito bem elaborado pelos brasileiros. Já a jornalista Julianne Marie Will, também dos Estados Unidos, que reforçou a necessidade de surpreender com as diferenças e apostar em roupagens mais atrativas, lembrou que a comida em seu país combina bem com o vinho brasileiro e que isso precisa ser trabalhado com mais intensidade.
O chinês Tommy Lam Chi Fan, de Cingapura, admitiu não saber que o Brasil produz grande volume de espumantes de qualidade. De acordo com Tommy, a Ásia é um mercado potencial para os espumantes moscatéis e os tintos Cabernet Sauvignon e Merlot. Contudo, o jornalista fez um apelo para o Brasil trabalhar o Tannat, vinho que mais apreciou, além de continuar apostando em degustações e feiras no exterior. Tommy Lam Chi Fan deverá retornar ao Brasil em fevereiro de 2009 com um grupo de sommeliers, quando participará do Projeto Imagem da Fenavinho Brasil 2009.
O programa, que iniciou com o Seminário & Degustação de Vinhos no dia 23 de setembro no Villa Europa Hotel & Spa do Vinho Caudalie Vinothérapie, no Vale dos Vinhedos, encerrou com a participação dos jornalistas na XVI Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2008, promovida pela Associação Brasileira de Enologia (ABE).
Exportações estão crescendo
Atualmente, 18 vinícolas integrantes do Wines from Brazil exportam. O volume exportado nos primeiros seis meses de 2008 foi de US$ 2,1 milhões, um aumento de 126,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Se este crescimento for mantido no segundo semestre, a meta de US$ 5 milhões, prevista para ser atingida até o final de 2009, será alcançada ainda em 2008. Cabe salientar que as exportações em 2007 atingiram US$ 2,3 milhões. A Apex-Brasil e o Ibravin, estão investindo US$ 4,7 milhões em 2008 e 2009 para a promoção de exportações de vinhos finos brasileiros.
As vinícolas que integram o projeto são: Boscato Indústria Vinícola, Casa Valduga, Cave Marson, Champagne Georges Aubert, Cooperativa Vinícola Aurora, Cooperativa Vinícola Aliança, Cooperativa Vinícola Garibaldi, Fante Indústria de Bebidas, Irmãos Molon, Lovara Vinhos Finos, Luiz Argenta Vinhos Finos, Miolo Wine Group, Panizzon, Pizzato Vinhas & Vinhos, Sociedade de Bebidas Mioranza, Sulvin Indústria e Comércio de Vinhos, União de Vinhos do Rio Grande, Vallontano Vinhos Nobres, Velha Cantina, Vinhos Don Laurindo, Vinhos Salton, Vinibrasil, Vinícola Boutique Lídio Carraro, Vinícola Campestre, Vinícola Cordelier, Vinícola Courmayer, Vinícola Dal Pizzol, Vinícola Dom Cândido, Vinícola Galiotto, Vinícola Panceri, Vinícola Perini, Vinhos Monte Reale, Vinícola Mena-Kaho e Vitivinícola Cordilheira de Sant’ana.
Os jornalistas internacionais que participaram:
1- WERNER ENGELHARD - ALEMANHA – Editor chefe e co-fundador da revista Wein Markt desde 2002. Está planejando em publicar um compacto em setembro de 2008.
2- DARREL WAYNE PULLIAM – USA – Editor da revista Grape Anticipation, está planejando em publicar na edição de inverno de 2009 (janeiro de 2009) da revista Grape Anticipation.
3- RALF-CARL LANGHALS – ALEMANHA – Colunista que freqüentemente escreve para a Manheimer Morgen. Ele domina os assuntos de vinhos, gastronomia e turismo.
4- GERNOT KARL MAERZHAEUSER - ALEMANHA – Jornalista independente, Administrador parceiro desde 1990 da Future Taste e da Leading Wineries of the World desde 2002. Freqüentemente escreve para as revistas Weinmagazin, Vinum Leading and Gulf Connoiser.
5- SHEILA ARLEEN PURITT – CANADA – Colunista e jornalista independente. Frequentemente escreve para Tidings, para o site de Tony Aspler e Vins & Vignobles. Ela escreve sobre vinhos e comida a mais de 25 anos e atualmente é o presidente do Círculo de escritores de vinho do Canadá.
6- EDWARD VINCENT MCCARTHY – USA – Jornalista independente, jornalista de revistas, editor, colunista e autor de 9 livros de vinhos.
7- TOMMY LAM CHI FAN – CINGAPURA - Jornalista independente e radialista, especialista em vinhos, gastronomia, turismo e sommelier profissional por 8 anos. Está planejando publicar um artigo em Novembro em Cingapura. Ele é dono do Café de Amigo, Loja de vinho, clube de vinho e comerciante de vinhos, presidente da Associação de Sommeliers de Cingapura, jurado internacional de vinhos desde 1998 e Organizador da creditação de Master of Sommelier, Organizador do Wine Master Class.
8- MARGARET SHAKESPEARE – USA - Jornalista independete que freqüentemente escreve para Preservation, Wildlife Conservation, Traveler Overseas, Wine & Spirits, Town & Country, ForbesLife, Daily News, Restaurant Business e livros.
9- JULIANNE MARIE WILL – USA – Jornalista independente que freqüentemente escreve para a Sommelier Journal, Chicago Sun-Times, Fort Wayne Magazine e Just Grapes Wien Blog. Está planejando publicar um artigo no Sommelier Journal.
10- DAVID START SCHOLEFIELD – CANADÁ – Jornalista independente da Vancouver Magazine, Wine Access, City Food. Foi comprador senior da British Columbia Liquor Monopoly (1985-2003), Jurado Chefe da Competição Internacional Vancouver Magazine.
Depois de conhecer a Serra Gaúcha e o mercado de vinhos brasileiros, os jornalistas participaram de um bate-papo com as vinícolas participantes do WFB, além da imprensa nacional no dia 26 de setembro, no Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC/BG). Durante o encontro, eles apresentarem o mercado de vinhos da Alemanha, Canadá, Estados Unidos e Cingapura e comentaram as oportunidades percebidas para os vinhos do Brasil no mercado externo. De acordo com a Gerente de Promoção Comercial do WFB, Andreia Gentilini Milan, estes países estão entre os mercados-alvo do Brasil. “Ao trazer esses jornalistas intensificamos ações para promover a imagem do vinho brasileiro nesses mercados”, observou.
Na visão do jornalista alemão Werner Engelhard, os brasileiros elaboram seus vinhos com paixão e uma dinâmica atraente. Para ele, os vinhos brancos apresentam uma tipicidade até melhor que a dos italianos. Entretanto, assegurou que para os vinhos brasileiros conquistarem espaço na Alemanha ainda precisam ser mais competitivos, apresentando algo novo, exótico e surpreendente. “O Brasil precisa definir sua identidade”, avaliou.
O jornalista David Stuart Scholefield, do Canadá, advertiu que o Brasil deve valorizar sua cultura. “Antes da variedade, deve aparecer a marca Brasil”, ressaltou. Impressionado com os tintos Teroldego e Tannat, sugeriu aos empresários trabalhar com os vinhos Premium no mercado canadense, além do espumante. David destacou, ainda, o frescor dos vinhos brancos que combinam com a gastronomia do Canadá. Encantado com o Brasil, disse que é impossível não se apaixonar pelos vinhos aqui elaborados. No entanto, lembrou que nem sempre o consumidor tem a mesma oportunidade. Sheila Puritt, também do Canadá, completa dizendo que Toronto é o maior importador do mundo, com uma população de 15 milhões de pessoas. “Lá, tudo é controlado pelo monopólio. Para entrar no mercado canadense é fundamental ter um agente”, garantiu a jornalista.
“Para competir no mercado americano o Brasil deve investir em vinhos leves, fáceis de beber”. A afirmação foi do jornalista Edward Vincent Mccarthy, dos Estados Unidos, que apontou, também, a importância da aparência. “As vinícolas brasileiras precisam melhorar seus rótulos, apresentando embalagens mais atrativas”, recomendou. Apesar da surpresa com os vinhos brancos e de ter ficado impressionado com os tintos Teroldego e Tannat, sua aposta é para o Cabernet Franc, que segundo ele é conhecido e apreciado pelos americanos, além de ser muito bem elaborado pelos brasileiros. Já a jornalista Julianne Marie Will, também dos Estados Unidos, que reforçou a necessidade de surpreender com as diferenças e apostar em roupagens mais atrativas, lembrou que a comida em seu país combina bem com o vinho brasileiro e que isso precisa ser trabalhado com mais intensidade.
O chinês Tommy Lam Chi Fan, de Cingapura, admitiu não saber que o Brasil produz grande volume de espumantes de qualidade. De acordo com Tommy, a Ásia é um mercado potencial para os espumantes moscatéis e os tintos Cabernet Sauvignon e Merlot. Contudo, o jornalista fez um apelo para o Brasil trabalhar o Tannat, vinho que mais apreciou, além de continuar apostando em degustações e feiras no exterior. Tommy Lam Chi Fan deverá retornar ao Brasil em fevereiro de 2009 com um grupo de sommeliers, quando participará do Projeto Imagem da Fenavinho Brasil 2009.
O programa, que iniciou com o Seminário & Degustação de Vinhos no dia 23 de setembro no Villa Europa Hotel & Spa do Vinho Caudalie Vinothérapie, no Vale dos Vinhedos, encerrou com a participação dos jornalistas na XVI Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2008, promovida pela Associação Brasileira de Enologia (ABE).
Exportações estão crescendo
Atualmente, 18 vinícolas integrantes do Wines from Brazil exportam. O volume exportado nos primeiros seis meses de 2008 foi de US$ 2,1 milhões, um aumento de 126,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Se este crescimento for mantido no segundo semestre, a meta de US$ 5 milhões, prevista para ser atingida até o final de 2009, será alcançada ainda em 2008. Cabe salientar que as exportações em 2007 atingiram US$ 2,3 milhões. A Apex-Brasil e o Ibravin, estão investindo US$ 4,7 milhões em 2008 e 2009 para a promoção de exportações de vinhos finos brasileiros.
As vinícolas que integram o projeto são: Boscato Indústria Vinícola, Casa Valduga, Cave Marson, Champagne Georges Aubert, Cooperativa Vinícola Aurora, Cooperativa Vinícola Aliança, Cooperativa Vinícola Garibaldi, Fante Indústria de Bebidas, Irmãos Molon, Lovara Vinhos Finos, Luiz Argenta Vinhos Finos, Miolo Wine Group, Panizzon, Pizzato Vinhas & Vinhos, Sociedade de Bebidas Mioranza, Sulvin Indústria e Comércio de Vinhos, União de Vinhos do Rio Grande, Vallontano Vinhos Nobres, Velha Cantina, Vinhos Don Laurindo, Vinhos Salton, Vinibrasil, Vinícola Boutique Lídio Carraro, Vinícola Campestre, Vinícola Cordelier, Vinícola Courmayer, Vinícola Dal Pizzol, Vinícola Dom Cândido, Vinícola Galiotto, Vinícola Panceri, Vinícola Perini, Vinhos Monte Reale, Vinícola Mena-Kaho e Vitivinícola Cordilheira de Sant’ana.
Os jornalistas internacionais que participaram:
1- WERNER ENGELHARD - ALEMANHA – Editor chefe e co-fundador da revista Wein Markt desde 2002. Está planejando em publicar um compacto em setembro de 2008.
2- DARREL WAYNE PULLIAM – USA – Editor da revista Grape Anticipation, está planejando em publicar na edição de inverno de 2009 (janeiro de 2009) da revista Grape Anticipation.
3- RALF-CARL LANGHALS – ALEMANHA – Colunista que freqüentemente escreve para a Manheimer Morgen. Ele domina os assuntos de vinhos, gastronomia e turismo.
4- GERNOT KARL MAERZHAEUSER - ALEMANHA – Jornalista independente, Administrador parceiro desde 1990 da Future Taste e da Leading Wineries of the World desde 2002. Freqüentemente escreve para as revistas Weinmagazin, Vinum Leading and Gulf Connoiser.
5- SHEILA ARLEEN PURITT – CANADA – Colunista e jornalista independente. Frequentemente escreve para Tidings, para o site de Tony Aspler e Vins & Vignobles. Ela escreve sobre vinhos e comida a mais de 25 anos e atualmente é o presidente do Círculo de escritores de vinho do Canadá.
6- EDWARD VINCENT MCCARTHY – USA – Jornalista independente, jornalista de revistas, editor, colunista e autor de 9 livros de vinhos.
7- TOMMY LAM CHI FAN – CINGAPURA - Jornalista independente e radialista, especialista em vinhos, gastronomia, turismo e sommelier profissional por 8 anos. Está planejando publicar um artigo em Novembro em Cingapura. Ele é dono do Café de Amigo, Loja de vinho, clube de vinho e comerciante de vinhos, presidente da Associação de Sommeliers de Cingapura, jurado internacional de vinhos desde 1998 e Organizador da creditação de Master of Sommelier, Organizador do Wine Master Class.
8- MARGARET SHAKESPEARE – USA - Jornalista independete que freqüentemente escreve para Preservation, Wildlife Conservation, Traveler Overseas, Wine & Spirits, Town & Country, ForbesLife, Daily News, Restaurant Business e livros.
9- JULIANNE MARIE WILL – USA – Jornalista independente que freqüentemente escreve para a Sommelier Journal, Chicago Sun-Times, Fort Wayne Magazine e Just Grapes Wien Blog. Está planejando publicar um artigo no Sommelier Journal.
10- DAVID START SCHOLEFIELD – CANADÁ – Jornalista independente da Vancouver Magazine, Wine Access, City Food. Foi comprador senior da British Columbia Liquor Monopoly (1985-2003), Jurado Chefe da Competição Internacional Vancouver Magazine.
Cordilheira de Sant´Ana
Rosana Wagner, enóloga, diretora e proprietáia da Vinícola Cordilheira de Sant´Ana, na minha terra Sant´Ana do Livramento, manda mensagem contando novidades:
“Estou entrando em contato porque estamos cheios de novidade e achamos que vocë gostaria de saber. Nesta semana estamos participando da Equipotel, aqui em Säo Paulo, que começou na segunda-feira, dia 15 e termina hoje. Está muito interessante e o nosso estande está sendo bem procurado. Nossos vinhos já começam a ficar conhecidos no mercado! Em anexo, um release sobre a nossa participação.
Também estamos muito orgulhosos porque nosso Chardonnay, que recebeu o prëmio TOP Ten de melhor Chardonnay da Expovinis neste ano, será degustado pelos jornalistas do Projeto Imagem, juntamente com outros 9 vinhos brasileiros. O projeto Imagem é desenvolvido pelo Wines From Brazil para fortalecer a imagem do vinho brasileiro lá fora e acontecerá no próximo dia 23.09 para jornalistas estrangeiros e no dia 26.09 para jornalistas brasileiros. Se vocë for, será muito bem-vindo. Infelizmente, eu e Gladistão, estamos na correria e não será possível irmos até a Serra. No próximo e.mail, lhe enviaremos a programação e convite.
Também queremos informá-lo que começamos as nossas exportações, enviando um pequeno lote de vinhos para a Alemanha. Os vinhos já estão viajando. Estamos exportando o Gewurztraminer e também o Cabernet Sauvignon. Imagine o nosso orgulho: enviar Gewurztraminer para a Alemanha, o grande país produtor destes vinhos!
Bem, é isso! Vamos nos falando...
Um abração meu e do Gladistão.”
Rosana
Fui na degustação para jornalistas estrangeiros, dia 23 de setembro, e na dos jornalistas brasileiros, dia 26. Também participei da 16ª Avaliação Nacional de Vinhos, como vocês já leram.
“Estou entrando em contato porque estamos cheios de novidade e achamos que vocë gostaria de saber. Nesta semana estamos participando da Equipotel, aqui em Säo Paulo, que começou na segunda-feira, dia 15 e termina hoje. Está muito interessante e o nosso estande está sendo bem procurado. Nossos vinhos já começam a ficar conhecidos no mercado! Em anexo, um release sobre a nossa participação.
Também estamos muito orgulhosos porque nosso Chardonnay, que recebeu o prëmio TOP Ten de melhor Chardonnay da Expovinis neste ano, será degustado pelos jornalistas do Projeto Imagem, juntamente com outros 9 vinhos brasileiros. O projeto Imagem é desenvolvido pelo Wines From Brazil para fortalecer a imagem do vinho brasileiro lá fora e acontecerá no próximo dia 23.09 para jornalistas estrangeiros e no dia 26.09 para jornalistas brasileiros. Se vocë for, será muito bem-vindo. Infelizmente, eu e Gladistão, estamos na correria e não será possível irmos até a Serra. No próximo e.mail, lhe enviaremos a programação e convite.
Também queremos informá-lo que começamos as nossas exportações, enviando um pequeno lote de vinhos para a Alemanha. Os vinhos já estão viajando. Estamos exportando o Gewurztraminer e também o Cabernet Sauvignon. Imagine o nosso orgulho: enviar Gewurztraminer para a Alemanha, o grande país produtor destes vinhos!
Bem, é isso! Vamos nos falando...
Um abração meu e do Gladistão.”
Rosana
Fui na degustação para jornalistas estrangeiros, dia 23 de setembro, e na dos jornalistas brasileiros, dia 26. Também participei da 16ª Avaliação Nacional de Vinhos, como vocês já leram.
Prêmio para a Miolo
O espumante Brut Millésime da Miolo Wine Group, elaborado no Vale dos Vinhedos/RS, foi premiada no dia 1º de outubro na 2ª edição do Prêmio EmbalagemMarca – Grandes Cases de Embalagem. Outros 33 produtos foram escolhidos por júri especializado. A premiação ocorreu no Centro Fecomércio de Eventos, em São Paulo. A embalagem foi desenvolvida pela gaúcha Zorzo Design Estratégico, coordenada pela designer Luciane Zorzo.
O design da Miolo Brut Millésime também foi destaque no IF Product Design Award 2008, considerado o “Oscar” do design mundial. A Zorzo Design já desenvolveu diversos rótulos e embalagens da Miolo, como as do Brandy Osborne, Miolo Seleção Rose, Merlot Terroir, entre outros.
O público poderá conferir as 34 vencedoras do Prêmio EmbalagemMarca – Grandes Cases de Embalagem no Centro Universitário Belas Artes a partir do dia 14 de outubro, em São Paulo. A entrada é gratuita.
O design da Miolo Brut Millésime também foi destaque no IF Product Design Award 2008, considerado o “Oscar” do design mundial. A Zorzo Design já desenvolveu diversos rótulos e embalagens da Miolo, como as do Brandy Osborne, Miolo Seleção Rose, Merlot Terroir, entre outros.
O público poderá conferir as 34 vencedoras do Prêmio EmbalagemMarca – Grandes Cases de Embalagem no Centro Universitário Belas Artes a partir do dia 14 de outubro, em São Paulo. A entrada é gratuita.
Enólogo do ano
Iniciou, dia 6 de outubro, o processo de escolha do Enólogo do Ano 2008, concurso promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE). A quinta edição do concurso ocorrerá em três etapas no período de 6 a 24 de outubro.
Na primeira etapa – de 06 a 20 de outubro -, os associados da ABE poderão votar através do site www.enologia.org.br, por fax, pelo correio ou pessoalmente na sede da entidade (Rua Matheus Valduga, 143 – Bento Gonçalves/RS). Os nomes indicados na primeira etapa serão analisados por uma comissão entre os dias 21 e 23 de outubro. Este grupo será formado por um representante das seguintes instituições: Associação Brasileira de Enologia (ABE), Centro Federal de Educação Tecnológica de Bento Gonçalves (CEFET-BG), Embrapa Uva e Vinho e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), além dos patrocinadores Ibrac Indústria e Comércio e Amazon Group. Nesta segunda fase, serão indicados três finalistas a partir da análise de critérios pré-estabelecidos. Para concorrer ao título, é necessário que o enólogo seja associado da ABE no mínimo há dois anos, além de estar em dia com a tesouraria. Deve ter formação técnica em Enologia e Viticultura, três anos de experiência na profissão, estar exercendo a atividade, trabalhar em prol do profissional de Enologia, ter atuação setorial e inovação tecnológica. O presidente da ABE não pode concorrer à distinção.
A etapa final será no dia 24 de outubro, durante o Jantar do Dia do Enólogo que acontecerá no Dall Onder Grande Hotel (Rua Erny Hugo Dreher, 197, em Bento Gonçalves). Na ocasião, os participantes receberão uma cédula com o nome dos três finalistas indicados ao prêmio de Enólogo do Ano 2008, onde poderão votar em uma cabine que será instalada no local. O resultado da eleição será anunciado na mesma noite, bem como a premiação do vencedor.
O objetivo do concurso é valorizar o enólogo, em reconhecimento a este profissional que busca diariamente o aperfeiçoamento e a qualificação para garantir a qualidade dos vinhos brasileiros. O Dia do Enólogo é comemorado no dia 22 de outubro.
O enólogo mais votado será premiado com uma viagem para a Europa, a fim de visitar uma feira do setor vitivinícola. A passagem aérea será em classe econômica, incluindo seis diárias em hotel categoria turística, além de seguro da viagem. O Enólogo do Ano 2008, deverá, em data a ser definida, apresentar relatório e palestra aberta a todos os associados a fim de apresentar suas experiências durante a viagem técnica com a finalidade de multiplicar conhecimentos.
Retrospectiva
Enólogo do Ano 2004 – Antônio Czarnobay
Enólogo do Ano 2005 – Gilberto Pedrucci
Enólogo do Ano 2006 – Firmino Splendor
Enólogo do Ano 2007 – Adriano Miolo
Na primeira etapa – de 06 a 20 de outubro -, os associados da ABE poderão votar através do site www.enologia.org.br, por fax, pelo correio ou pessoalmente na sede da entidade (Rua Matheus Valduga, 143 – Bento Gonçalves/RS). Os nomes indicados na primeira etapa serão analisados por uma comissão entre os dias 21 e 23 de outubro. Este grupo será formado por um representante das seguintes instituições: Associação Brasileira de Enologia (ABE), Centro Federal de Educação Tecnológica de Bento Gonçalves (CEFET-BG), Embrapa Uva e Vinho e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), além dos patrocinadores Ibrac Indústria e Comércio e Amazon Group. Nesta segunda fase, serão indicados três finalistas a partir da análise de critérios pré-estabelecidos. Para concorrer ao título, é necessário que o enólogo seja associado da ABE no mínimo há dois anos, além de estar em dia com a tesouraria. Deve ter formação técnica em Enologia e Viticultura, três anos de experiência na profissão, estar exercendo a atividade, trabalhar em prol do profissional de Enologia, ter atuação setorial e inovação tecnológica. O presidente da ABE não pode concorrer à distinção.
A etapa final será no dia 24 de outubro, durante o Jantar do Dia do Enólogo que acontecerá no Dall Onder Grande Hotel (Rua Erny Hugo Dreher, 197, em Bento Gonçalves). Na ocasião, os participantes receberão uma cédula com o nome dos três finalistas indicados ao prêmio de Enólogo do Ano 2008, onde poderão votar em uma cabine que será instalada no local. O resultado da eleição será anunciado na mesma noite, bem como a premiação do vencedor.
O objetivo do concurso é valorizar o enólogo, em reconhecimento a este profissional que busca diariamente o aperfeiçoamento e a qualificação para garantir a qualidade dos vinhos brasileiros. O Dia do Enólogo é comemorado no dia 22 de outubro.
O enólogo mais votado será premiado com uma viagem para a Europa, a fim de visitar uma feira do setor vitivinícola. A passagem aérea será em classe econômica, incluindo seis diárias em hotel categoria turística, além de seguro da viagem. O Enólogo do Ano 2008, deverá, em data a ser definida, apresentar relatório e palestra aberta a todos os associados a fim de apresentar suas experiências durante a viagem técnica com a finalidade de multiplicar conhecimentos.
Retrospectiva
Enólogo do Ano 2004 – Antônio Czarnobay
Enólogo do Ano 2005 – Gilberto Pedrucci
Enólogo do Ano 2006 – Firmino Splendor
Enólogo do Ano 2007 – Adriano Miolo
Pizzato apresenta seus novos vinhos
A Pizzato Vinhas & Vinhos apresenta o inédito Alicante Bouschet Reserva 2004, o 1º vinho brasileiro dessa casta, originária da França e muito utilizada nos vinhos portugueses. É um vinho potente, de bom corpo e estrutura, com muito bom potencial de guarda.
As uvas Alicante Bouschet foram colhidas em 12 de março de 2004, no Vale dos Vinhedos, e passaram quatro meses em barril de carvalho americano (70% do vinho) e período de 32 meses em garrafa. São 7.000 garrafas, todas numeradas e engarrafadas em lote único. Sugere-se harmonizar com alimentos mais condimentados, incluindo algumas receitas típicas da cozinha brasileira. Preço médio ao consumidor: R$ 35,00.
A Pizzato também apresenta o Egiodola Reserva 2005, que chega a sua terceira safra. A primeira foi de 2003 e, lançada em maio de 2004, esgotou-se em apenas quatro meses. Também foi o primeiro vinho brasileiro produzido com essa casta. “A proposta para a utilização dessas duas varietais incomuns é buscar extrair de uvas não convencionais novas expressões do terroir”, explica o enólogo Flávio Pizzato.
O Egiodola Reserva é um vinho de cor pronunciada, tânico, de pouca acidez, agradável e generoso. Harmoniza com pratos à base de tomate fresco, aves grelhadas, molhos com funghi, rosbife e carne suína, porém nada muito gorduroso. Também vai bem com queijos meia-cura.
Desta nova safra foram produzidas apenas 2.300 garrafas, numeradas, em lote único, com Indicação de Procedência Vale dos Vinhedos (selo de certificação), e que estão sendo comercializadas principalmente na PIZZATO, ao preço de R$ 33,00.
Sobre as uvas - A Alicante Bouschet é originária do cruzamento entre Petit Bouschet e Grenache. A Petit Bouschet por sua vez é fruto do cruzamento entre Teinturier du Cher com Aramon. Muito utilizada em Portugal, gera vinhos de corte e alguns varietais. A região da Califórnia também conta com alguns exemplares de vinhos elaborados com essa casta. É uma uva que tende a gerar grandes produções. Segundo Flávio Pizzato, para o clone utilizado na vinícola a maturação é bem tardia, após a Cabernet Sauvignon. A condução dos vinhedos é em espaldeira simples, com raleio de cachos e com rendimento aproximado de 6.500 litros / hectare.
Já a Egiodola, originária do cruzamento entre Fer Servadou e Abouriu, gera vinhos tânicos, mas resolvidos, de cor pronunciada, e aromas bem particulares. Utilizada para vinhos varietais (tintos e rosados) e / ou cortes com Tannat e Cabernet Franc no Sudoeste Francês, na região de Aude, Héralt e Landes. Tem produção mediana. Para este vinho da Pizzato, a condução do vinhedo é em Lira, com rendimento aproximado de 5.500 litros / hectare, segundo informações do enólogo.
Novos rótulos - Esses dois lançamentos, Alicante Bouschet Reserva 2004 e o Egiodola Reserva 2005, também estréiam novos rótulos que fazem parte do novo conceito de identidade dos vinhos reserva da Pizzato.
As uvas Alicante Bouschet foram colhidas em 12 de março de 2004, no Vale dos Vinhedos, e passaram quatro meses em barril de carvalho americano (70% do vinho) e período de 32 meses em garrafa. São 7.000 garrafas, todas numeradas e engarrafadas em lote único. Sugere-se harmonizar com alimentos mais condimentados, incluindo algumas receitas típicas da cozinha brasileira. Preço médio ao consumidor: R$ 35,00.
A Pizzato também apresenta o Egiodola Reserva 2005, que chega a sua terceira safra. A primeira foi de 2003 e, lançada em maio de 2004, esgotou-se em apenas quatro meses. Também foi o primeiro vinho brasileiro produzido com essa casta. “A proposta para a utilização dessas duas varietais incomuns é buscar extrair de uvas não convencionais novas expressões do terroir”, explica o enólogo Flávio Pizzato.
O Egiodola Reserva é um vinho de cor pronunciada, tânico, de pouca acidez, agradável e generoso. Harmoniza com pratos à base de tomate fresco, aves grelhadas, molhos com funghi, rosbife e carne suína, porém nada muito gorduroso. Também vai bem com queijos meia-cura.
Desta nova safra foram produzidas apenas 2.300 garrafas, numeradas, em lote único, com Indicação de Procedência Vale dos Vinhedos (selo de certificação), e que estão sendo comercializadas principalmente na PIZZATO, ao preço de R$ 33,00.
Sobre as uvas - A Alicante Bouschet é originária do cruzamento entre Petit Bouschet e Grenache. A Petit Bouschet por sua vez é fruto do cruzamento entre Teinturier du Cher com Aramon. Muito utilizada em Portugal, gera vinhos de corte e alguns varietais. A região da Califórnia também conta com alguns exemplares de vinhos elaborados com essa casta. É uma uva que tende a gerar grandes produções. Segundo Flávio Pizzato, para o clone utilizado na vinícola a maturação é bem tardia, após a Cabernet Sauvignon. A condução dos vinhedos é em espaldeira simples, com raleio de cachos e com rendimento aproximado de 6.500 litros / hectare.
Já a Egiodola, originária do cruzamento entre Fer Servadou e Abouriu, gera vinhos tânicos, mas resolvidos, de cor pronunciada, e aromas bem particulares. Utilizada para vinhos varietais (tintos e rosados) e / ou cortes com Tannat e Cabernet Franc no Sudoeste Francês, na região de Aude, Héralt e Landes. Tem produção mediana. Para este vinho da Pizzato, a condução do vinhedo é em Lira, com rendimento aproximado de 5.500 litros / hectare, segundo informações do enólogo.
Novos rótulos - Esses dois lançamentos, Alicante Bouschet Reserva 2004 e o Egiodola Reserva 2005, também estréiam novos rótulos que fazem parte do novo conceito de identidade dos vinhos reserva da Pizzato.
O renascer dos vinhos autênticos
“Desde o começo, há quase oito safras, sempre procurei elaborar vinhos que fossem antes de tudo uma homenagem à natureza. Se os resultados agradam a crítica tanto melhor, mas este nunca foi e nem será um objetivo final , e sim uma conseqüência de buscar as melhores matérias-primas e vinificá-las da forma mais natural possível.”
As palavras são de Marco Danielle, produtor de vinhos de autor em Encruzilhada do Sul, que agora está fazendo novo investimento nos Campos de Cima da Terra. Ele fala aqui sobre seu novo vinho.
“Diz um famoso produtor biodinâmico francês que é errônea a idéia de que podemos "fazer vinho". O bom vinho nasce no vinhedo, e só nos cabe acompanhar o processo com a menor interferência possível. Eis o princípio do vinho autêntico. Claro que os paladares educados por vinhos tecnológicos podem estranhar os vinhos naturais, assim como o consumidor de iogurte aromatizado quimicamente rejeita o iogurte caseiro. Mas o movimento em prol de um consumo mais saudável e refinado ganha adeptos ao redor do mundo, e como reflexo propomos um resgate das vinificações naturais.
Prelúdio 2007: vendas abertas; lançamento en primeur
“A primeira campanha de vendas en primeur (compra antecipada) de Tormentas e Minimus Anima foi animadora, permitindo divulgar a qualidade de nossos vinhos a um preço mais competitivo e para um público mais amplo. Temos o prazer de anunciar mais uma oportunidade de bons negócios para quem já conhece a originalidade de nossa vinicultura, ou para quem deseja conhecê-la. O Prelúdio, primeiríssimo vinho do novo projeto "Vinha Solo", está sendo lançado en primeur com até 40% de desconto. Durante a campanha de lançamento, preços de atacado sob quantidades mínimas, com descontos progressivos.
Prelúdio 2007, um vinho autêntico a preço competitivo
“A comunidade do vinho reivindicou, e aceitamos o desafio. Sem abrir mão da pureza e da autenticidade que garantem o prestígio dos vinhos do Projeto Tormentas, ampliamos os investimentos para colocar ao alcance do apreciador um vinho muito natural a preço mais acessível. Elaborado sem aditivos químicos, sob os rigorosos princípios de Tormentas para a menor intervenção possível na natureza; próprio para a harmonização à mesa, a oferta en primeur do Prelúdio 2007 incentiva, além do consumo de um vinho mais saudável e prazeroso para as refeições diárias, a complementação de adegas particulares com lotes de um tinto clássico de guarda, permitindo apreciar ao longo dos anos a evolução de um vinho franco e telúrico, de forte vocação gastronômica.
Quantidades mínimas e descontos durante a campanha de vendas en primeur:
2 a 4 caixas (12 a 24 garrafas)
Preço normal a partir de dezembro de 2008 = R$ 37 por garrafa
Preço para vendas en primeur = R$ 29,60 por garrafa
Desconto = 20%
5 a 9 caixas (30 a 54 garrafas)
Preço normal a partir de dezembro de 2008 = R$ 37 por garrafa
Preço para vendas en primeur = R$ 25,90 por garrafa
Desconto = 30%
10 ou mais caixas (60 garrafas ou mais)
Preço normal a partir de dezembro de 2008 = R$ 37 por garrafa
Preço para vendas en primeur = R$ 22,20 por garrafa
Desconto = 40%
Palavra do produtor sobre o novo lançamento:
Composição: Cabernet-Franc (10%); Cabernet-Sauvignon (20%) e Merlot (70%)
Recomendação: Elaborado com baixíssima dose de conservante, é um vinho ideal para pessoas sensíveis ao SO2 (conservante INS 220). Quanto aos enófilos mais assíduos, a vantagem de consumir vinhos com baixo SO2 se confirma numa degustação mais prazerosa, no bem-estar do dia seguinte e numa melhor evolução do vinho em adega. Devido à nossa opção por uma vinificação mais natural, recomendamos transporte cuidadoso e guarda climatizada.
Descrição: Concentrado em polifenóis, de cor profunda e caráter de guarda, o Prelúdio 2007 é um corte bordalês de inspiração clássica, fruto de vinhedos próprios em espaldeiras, com produtividade reduzida a menos de dois quilos por planta em busca de uma maior expressividade e concentração de qualidades. Livre de aditivos químicos ou qualquer contato com madeira, concebido dentro de nossa filosofia de mínima intervenção na natureza, o Prelúdio 2007 valoriza a expressão da terra e da fruta, contemplando a harmonização gastronômica e comprovando o potencial do terroir riograndense quando o assunto é elaborar vinhos de perfil europeu. É preciso aclamar com mais energia a afinidade climática entre Rio Grande do Sul e Europa quanto à vocação para produzir vinhos de acidez natural refrescante, de maior complexidade e riqueza fenólica que os vinhos do Novo Mundo em geral, cujos climas frequentemente semidesérticos conduzem, sob irrigação, a vinhos bastante alcoólicos tendendo aos aromas "cozidos", com fortes perdas fenólicas e necessidade de correção artificial de acidez. Defendemos a tese de que os vinhos mais requintados do mundo vêm de latitudes temperadas, de regiões não irrigadas que convivem com ciclos naturais de chuvas, condição que evoca a singularidade de nosso terroir vitivinícola no contexto sul-americano.
Prelúdio 2007 é mais um fruto destas sete safras de esforços obstinados para comprovar tal tese.
As palavras são de Marco Danielle, produtor de vinhos de autor em Encruzilhada do Sul, que agora está fazendo novo investimento nos Campos de Cima da Terra. Ele fala aqui sobre seu novo vinho.
“Diz um famoso produtor biodinâmico francês que é errônea a idéia de que podemos "fazer vinho". O bom vinho nasce no vinhedo, e só nos cabe acompanhar o processo com a menor interferência possível. Eis o princípio do vinho autêntico. Claro que os paladares educados por vinhos tecnológicos podem estranhar os vinhos naturais, assim como o consumidor de iogurte aromatizado quimicamente rejeita o iogurte caseiro. Mas o movimento em prol de um consumo mais saudável e refinado ganha adeptos ao redor do mundo, e como reflexo propomos um resgate das vinificações naturais.
Prelúdio 2007: vendas abertas; lançamento en primeur
“A primeira campanha de vendas en primeur (compra antecipada) de Tormentas e Minimus Anima foi animadora, permitindo divulgar a qualidade de nossos vinhos a um preço mais competitivo e para um público mais amplo. Temos o prazer de anunciar mais uma oportunidade de bons negócios para quem já conhece a originalidade de nossa vinicultura, ou para quem deseja conhecê-la. O Prelúdio, primeiríssimo vinho do novo projeto "Vinha Solo", está sendo lançado en primeur com até 40% de desconto. Durante a campanha de lançamento, preços de atacado sob quantidades mínimas, com descontos progressivos.
Prelúdio 2007, um vinho autêntico a preço competitivo
“A comunidade do vinho reivindicou, e aceitamos o desafio. Sem abrir mão da pureza e da autenticidade que garantem o prestígio dos vinhos do Projeto Tormentas, ampliamos os investimentos para colocar ao alcance do apreciador um vinho muito natural a preço mais acessível. Elaborado sem aditivos químicos, sob os rigorosos princípios de Tormentas para a menor intervenção possível na natureza; próprio para a harmonização à mesa, a oferta en primeur do Prelúdio 2007 incentiva, além do consumo de um vinho mais saudável e prazeroso para as refeições diárias, a complementação de adegas particulares com lotes de um tinto clássico de guarda, permitindo apreciar ao longo dos anos a evolução de um vinho franco e telúrico, de forte vocação gastronômica.
Quantidades mínimas e descontos durante a campanha de vendas en primeur:
2 a 4 caixas (12 a 24 garrafas)
Preço normal a partir de dezembro de 2008 = R$ 37 por garrafa
Preço para vendas en primeur = R$ 29,60 por garrafa
Desconto = 20%
5 a 9 caixas (30 a 54 garrafas)
Preço normal a partir de dezembro de 2008 = R$ 37 por garrafa
Preço para vendas en primeur = R$ 25,90 por garrafa
Desconto = 30%
10 ou mais caixas (60 garrafas ou mais)
Preço normal a partir de dezembro de 2008 = R$ 37 por garrafa
Preço para vendas en primeur = R$ 22,20 por garrafa
Desconto = 40%
Palavra do produtor sobre o novo lançamento:
Composição: Cabernet-Franc (10%); Cabernet-Sauvignon (20%) e Merlot (70%)
Recomendação: Elaborado com baixíssima dose de conservante, é um vinho ideal para pessoas sensíveis ao SO2 (conservante INS 220). Quanto aos enófilos mais assíduos, a vantagem de consumir vinhos com baixo SO2 se confirma numa degustação mais prazerosa, no bem-estar do dia seguinte e numa melhor evolução do vinho em adega. Devido à nossa opção por uma vinificação mais natural, recomendamos transporte cuidadoso e guarda climatizada.
Descrição: Concentrado em polifenóis, de cor profunda e caráter de guarda, o Prelúdio 2007 é um corte bordalês de inspiração clássica, fruto de vinhedos próprios em espaldeiras, com produtividade reduzida a menos de dois quilos por planta em busca de uma maior expressividade e concentração de qualidades. Livre de aditivos químicos ou qualquer contato com madeira, concebido dentro de nossa filosofia de mínima intervenção na natureza, o Prelúdio 2007 valoriza a expressão da terra e da fruta, contemplando a harmonização gastronômica e comprovando o potencial do terroir riograndense quando o assunto é elaborar vinhos de perfil europeu. É preciso aclamar com mais energia a afinidade climática entre Rio Grande do Sul e Europa quanto à vocação para produzir vinhos de acidez natural refrescante, de maior complexidade e riqueza fenólica que os vinhos do Novo Mundo em geral, cujos climas frequentemente semidesérticos conduzem, sob irrigação, a vinhos bastante alcoólicos tendendo aos aromas "cozidos", com fortes perdas fenólicas e necessidade de correção artificial de acidez. Defendemos a tese de que os vinhos mais requintados do mundo vêm de latitudes temperadas, de regiões não irrigadas que convivem com ciclos naturais de chuvas, condição que evoca a singularidade de nosso terroir vitivinícola no contexto sul-americano.
Prelúdio 2007 é mais um fruto destas sete safras de esforços obstinados para comprovar tal tese.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Livro da Confraria e Avaliação de Vinhos
Estava devendo aos meus amigos os resultados da XVI Avaliação Nacional de Vinhos, da qual participei, sábado, dia 27 de setembro. Acontece que estava cheio de trabalho e preparando o lançamento do livro As melhores receitas da Confraria do Cordeiro para segunda-feira, dia 6, às 19h, lá na Alameda dos Escritores, no Shopping Total. Haverá petiscos com carne de cordeiro, inclusive, uma iguaria típica da fronteira: salada de cabeça de ovelha. Os vinhos e espumantes serão Dal Pizzol e Casa Valduga. Não percam.
Eis, então, a reportagem sobre os vinhos:
Selecionados os vinhos mais
representativos da safra 2008
Os 16 vinhos brasileiros mais representativos da safra 2008 foram apresentados e degustados, sábado, dia 27, em Bento Gonçalves e em Curitiba, neste caso através de tele-conferência. Participaram 11 degustadores-comentaristas, em Bento, e 5, em Curitiba, entre os quais alguns especialistas estrangeiros, e 900 degustadores convidados, sendo 700 na serra gaúcha e 200 na capital paranaense. Promoção da Associação Brasileira de Enólogos (ABE), o evento foi aberto pela governadora Yeda Crusius, que chegou no horário, às 9h30min, num dos enormes pavilhões do Centro de Eventos da cidade e fez um discurso técnicamente correto, quanto ao vinho, o que agradou aos vitivinicultores. A governadora foi muito aplaudida quando garantiu todo o apoio do governo à promoção do vinho nacional, dentro do país e no exterior. “Não pode haver barreiras tributárias e precisamos garantir mais autonomia ao vinho brasileiro”, disse ela, antes de fazer um brinde com o presidente da ABE, Carlos Abarzua, e com os dirigentes do Instituto Brasileiro do Vinho, Denis Debiasi e Carlos Paviani.
Foram inscritos 318
Os 16 vinhos que melhor representam a safra de 2008 foram, inicialmente, selecionados por 78 enólogos da ABE entre 318 amostras inscritas por 62 vinícolas de todo o País. Na apresentação de sábado, foram usadas 900 taças de vinho e 900 de espumante. Setenta alunos do Cefet, em Bento Gonçalves, serviram os vinhos. Em Curitiba, foram 11 garçons.
Homenagens
Durante a degustação, foram entregues os prêmios do Troféu Vitis 2008. O Vitis Enológico foi para o professor universitário Carlos E. Daudt, com 43 anos de dedicação ao ensino de enologia; e o Vitis Amigo do Vinho para Hermes Zanetti, presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Vitivinicultura, Vinhos e Derivados. Ambos fizeram veemente condenação da atual “lei seca”, garantindo que a lei anterior teria os mesmos resultados sem criar problemas econômico-financeiros para os produtores. Vários dos degustadores profissionais também criticaram a lei.
Hermes Zanetti, em seu pronunciamento, falou sobre a “concorrência desleal” dos vinhos estrangeiros no Brasil. “Não somos contra a presença de vinhos estrangeiros de qualidade no País”, afirmou Zanetti, “mas temos que lutar para que haja espaço para o vinho brasileiro no Brasil.” Zanetti sugeriu que a Avaliação Nacional de 2009 tenha uma parte em Brasilia, “dentro do Itamarati, para que os embaixadores conheçam nosso vinho e o levem pelo mundo”.
Os vinhos e suas notas
Cada um dos degustadores oficiais analisou um dos 16 vinhos, deu sua opinião e sua nota.. Depois, foram divulgadas a média das notas da mesa e dos degustadores da primeira fase e recolhidas as notas do público, para posterior divulgação. Os 16 vinhos selecionados receberam as seguintes notas, pela ordem seleção, mesa e degustador: Base Espumante 1 - Vinícola Perini (88, 87, 84); Base Espumante 2 - Möet Hennessy do Brasi/Chandon (87,5, 88, 92); Branco Fino Seco não Aromático – Viognier da Cia. Piagentini (86, 86, 87); Riesling Itálico da Salton (86, 87, 89); Chardonnay da Don Guerino (87,5, 87, 89); Chardonnay da Casa Valduga (88,5, 88, 88); Branco Fino Aromático – Moscato Itália da Fazenda Ouro Verde - Bahia (86, 87, 90); Moscato Giallo, da Salton (87, 88, 90); Rose Seco –Rosé (merlot/cabernet sauvignon) da Vinícola Monte Lemos (86, 86, 87); Tinto Fino Seco Jovem – Pinot Noir Fortaleza do Seival (86, 89, 92); Tinto Fino Seco – Cabernet Franc da Cooperativa Aurora (81, 89, 93); Cabernet Franc da Vinícola Valmarino (88,5, 89, 89): Merlot da Rasip-Raul Randon (88, 89, 89); Merlot da Vinícola Miolo (89, 89, 89); Ancellotta da Catafesta Indústria de Vinhos (88,5, 89, 89); Tannat da Vinícola Gheller (88,5, 90,5, 91).
Os degustadores-comentaristas
Os degustadores-comentaristas foram: Tommy Lam, Cingapura, jornalista; Sheila Arleen Puritt, Canadá, jornalista; Alexandra Corvo, Brasil, sommelier; Deise Novakoski, Brasil, sommelier; Dominique Foulon, França, enólogo; Leonardo Montemiglio, Itália, instrutor da ONAV; Jairo Monson de Souza Filho, Brasil, médico; Silvia Mascella Rosa, Brasil, jornalista; Julio Anselmo de Souza Neto, Brasil, médico; Vincenzo Solfrizzi, Itália, médico. Em Curitiba, Jean-Lucien Cabirol, França, Doutor em Enologia; Raúl Castellani, Argentina, promotor de Concursos Internacionais; Sergio Inglez de Sousa, Brasil, jornalista; Guilherme Rodrigues, Brasil, advogado; Rogério Marcondes, Brasil, vice-presidente da ABS-PR.
Uniformidade dos vinhos
é uma tendência positiva
Chamou a atenção de todos os participantes, inclusive dos estrangeiros, a quase uniformidade das notas dadas pelos diferentes degustadores. O próprio diretor de Degustação, enólogo Mauro Zanus, chamou a atenção para uma maior uniformidade dos vinhos, o que contribui, segundo ele, para a construção da identidade do vinho brasileiro. “A elevação do padrão e uma maior uniformidade reflete também na unidade tecnológica das vinícolas”, disse. Outra importante constatação é que o número de amostras de vinho base para espumante aumentou 50% em relação a edição passada.
Os jornalistas estrangeiros trazidos ao País pelo Projeto Wines from Brazil e pelo Ibravin para aumentar a divulgação do vinho brasileiro no exterior e que passaram uma semana visitando vinícolas e degustando vinhos enfatizaram que este é o caminho certo. Segundo eles, o País precisa aumentar a qualidade dos vinhos e “manter o padrão” de maneira uniforme. “Quanto mais vinhos de qualidade houver, mis fácil será conquistar o mercado internacional”, disse o alemão Werner Engelhard, editor chefe da revista Wein Markt desde 2002.
Eis, então, a reportagem sobre os vinhos:
Selecionados os vinhos mais
representativos da safra 2008
Os 16 vinhos brasileiros mais representativos da safra 2008 foram apresentados e degustados, sábado, dia 27, em Bento Gonçalves e em Curitiba, neste caso através de tele-conferência. Participaram 11 degustadores-comentaristas, em Bento, e 5, em Curitiba, entre os quais alguns especialistas estrangeiros, e 900 degustadores convidados, sendo 700 na serra gaúcha e 200 na capital paranaense. Promoção da Associação Brasileira de Enólogos (ABE), o evento foi aberto pela governadora Yeda Crusius, que chegou no horário, às 9h30min, num dos enormes pavilhões do Centro de Eventos da cidade e fez um discurso técnicamente correto, quanto ao vinho, o que agradou aos vitivinicultores. A governadora foi muito aplaudida quando garantiu todo o apoio do governo à promoção do vinho nacional, dentro do país e no exterior. “Não pode haver barreiras tributárias e precisamos garantir mais autonomia ao vinho brasileiro”, disse ela, antes de fazer um brinde com o presidente da ABE, Carlos Abarzua, e com os dirigentes do Instituto Brasileiro do Vinho, Denis Debiasi e Carlos Paviani.
Foram inscritos 318
Os 16 vinhos que melhor representam a safra de 2008 foram, inicialmente, selecionados por 78 enólogos da ABE entre 318 amostras inscritas por 62 vinícolas de todo o País. Na apresentação de sábado, foram usadas 900 taças de vinho e 900 de espumante. Setenta alunos do Cefet, em Bento Gonçalves, serviram os vinhos. Em Curitiba, foram 11 garçons.
Homenagens
Durante a degustação, foram entregues os prêmios do Troféu Vitis 2008. O Vitis Enológico foi para o professor universitário Carlos E. Daudt, com 43 anos de dedicação ao ensino de enologia; e o Vitis Amigo do Vinho para Hermes Zanetti, presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Vitivinicultura, Vinhos e Derivados. Ambos fizeram veemente condenação da atual “lei seca”, garantindo que a lei anterior teria os mesmos resultados sem criar problemas econômico-financeiros para os produtores. Vários dos degustadores profissionais também criticaram a lei.
Hermes Zanetti, em seu pronunciamento, falou sobre a “concorrência desleal” dos vinhos estrangeiros no Brasil. “Não somos contra a presença de vinhos estrangeiros de qualidade no País”, afirmou Zanetti, “mas temos que lutar para que haja espaço para o vinho brasileiro no Brasil.” Zanetti sugeriu que a Avaliação Nacional de 2009 tenha uma parte em Brasilia, “dentro do Itamarati, para que os embaixadores conheçam nosso vinho e o levem pelo mundo”.
Os vinhos e suas notas
Cada um dos degustadores oficiais analisou um dos 16 vinhos, deu sua opinião e sua nota.. Depois, foram divulgadas a média das notas da mesa e dos degustadores da primeira fase e recolhidas as notas do público, para posterior divulgação. Os 16 vinhos selecionados receberam as seguintes notas, pela ordem seleção, mesa e degustador: Base Espumante 1 - Vinícola Perini (88, 87, 84); Base Espumante 2 - Möet Hennessy do Brasi/Chandon (87,5, 88, 92); Branco Fino Seco não Aromático – Viognier da Cia. Piagentini (86, 86, 87); Riesling Itálico da Salton (86, 87, 89); Chardonnay da Don Guerino (87,5, 87, 89); Chardonnay da Casa Valduga (88,5, 88, 88); Branco Fino Aromático – Moscato Itália da Fazenda Ouro Verde - Bahia (86, 87, 90); Moscato Giallo, da Salton (87, 88, 90); Rose Seco –Rosé (merlot/cabernet sauvignon) da Vinícola Monte Lemos (86, 86, 87); Tinto Fino Seco Jovem – Pinot Noir Fortaleza do Seival (86, 89, 92); Tinto Fino Seco – Cabernet Franc da Cooperativa Aurora (81, 89, 93); Cabernet Franc da Vinícola Valmarino (88,5, 89, 89): Merlot da Rasip-Raul Randon (88, 89, 89); Merlot da Vinícola Miolo (89, 89, 89); Ancellotta da Catafesta Indústria de Vinhos (88,5, 89, 89); Tannat da Vinícola Gheller (88,5, 90,5, 91).
Os degustadores-comentaristas
Os degustadores-comentaristas foram: Tommy Lam, Cingapura, jornalista; Sheila Arleen Puritt, Canadá, jornalista; Alexandra Corvo, Brasil, sommelier; Deise Novakoski, Brasil, sommelier; Dominique Foulon, França, enólogo; Leonardo Montemiglio, Itália, instrutor da ONAV; Jairo Monson de Souza Filho, Brasil, médico; Silvia Mascella Rosa, Brasil, jornalista; Julio Anselmo de Souza Neto, Brasil, médico; Vincenzo Solfrizzi, Itália, médico. Em Curitiba, Jean-Lucien Cabirol, França, Doutor em Enologia; Raúl Castellani, Argentina, promotor de Concursos Internacionais; Sergio Inglez de Sousa, Brasil, jornalista; Guilherme Rodrigues, Brasil, advogado; Rogério Marcondes, Brasil, vice-presidente da ABS-PR.
Uniformidade dos vinhos
é uma tendência positiva
Chamou a atenção de todos os participantes, inclusive dos estrangeiros, a quase uniformidade das notas dadas pelos diferentes degustadores. O próprio diretor de Degustação, enólogo Mauro Zanus, chamou a atenção para uma maior uniformidade dos vinhos, o que contribui, segundo ele, para a construção da identidade do vinho brasileiro. “A elevação do padrão e uma maior uniformidade reflete também na unidade tecnológica das vinícolas”, disse. Outra importante constatação é que o número de amostras de vinho base para espumante aumentou 50% em relação a edição passada.
Os jornalistas estrangeiros trazidos ao País pelo Projeto Wines from Brazil e pelo Ibravin para aumentar a divulgação do vinho brasileiro no exterior e que passaram uma semana visitando vinícolas e degustando vinhos enfatizaram que este é o caminho certo. Segundo eles, o País precisa aumentar a qualidade dos vinhos e “manter o padrão” de maneira uniforme. “Quanto mais vinhos de qualidade houver, mis fácil será conquistar o mercado internacional”, disse o alemão Werner Engelhard, editor chefe da revista Wein Markt desde 2002.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Leia até o final a Semana do Vinho em Bento Gonçalves
Atenção:
As notas de hoje ocupam duas páginas do Blog.
As notas de hoje ocupam duas páginas do Blog.
Livro da Confraria do Cordeiro
Todos os leitores do Blog Cordeiro e Vinho, mesmo os que não moram em Porto Alegre e não poderão participar, receberão o convite para o lançamento do livro “As melhores receitas da Confraria do Cordeiro”, dia 06 de outubro, às 19h, na Alameda dos Escritores, no Shopping Total. O fazendeiro David Fontoura Martins já está preparando os cordeiros, na Fazenda Novo São João, em Livramento, e o chef Gustavo Ibarra Martins afia as facas e limpa as panelas para preparar os quitutes com carne ovina. Haverá, também bom vinho. Todo mundo está convidado.
Semana do Vinho
Jornalistas da Alemanha, Estados Unidos, Canadá e Cingapura estão na serra gaúcha, degustando os melhores vinhos locais e conhecendo vinhedos e cantinas, a convite do Projeto Setorial Integrado Wines from Brazil (WFB), em mais uma edição do Projeto Imagem. Nesta edição do Blog Cordeiro e Vinho, vou dividir a cobertura em várias notas para não ficar muito pesado para os leitores. Esta semana está sendo uma verdadeira Semana do Vinho em Bento Gonçalves, pois, desde segunda-feira, até domingo ocorrerão eventos relacionados com o vinho naquela cidade.
Semana do Vinho I
Segunda no ano – a primeira trouxe 12 jornalistas internacionais em março -, a vinda de jornalistas estrangeiros tem a finalidade de promover a imagem do vinho brasileiro de modo a estimular as exportações da bebida para diferentes mercados. O grupo, formado por 10 jornalistas especializados no assunto, está tendo a oportunidade de conhecer o mercado de vinhos brasileiros, suas potencialidades, características e oportunidades no mercado externo.
Além de uma degustação especial, participam de seminários, visitam vinícolas e, sábado, participarão da Avaliação Nacional de Vinhos, promoção da Associação Brasileira de Enologia. Dezesseis vinhos selecionados durante várias etapas anteriores serão apreciados em público por centenas de degustadores.
A programação dos estrangeiros iniciou com a realização do Seminário & Degustação de Vinhos do Wines from Brazil com a imprensa nacional e internacional no dia 23 de setembro (terça-feira), no Villa Europa Hotel & Spa do Vinho Caudalie Vinothérapie, no Vale dos Vinhedos. A ação iníciou às 9 horas na Sala Giuseppe com a saudação do diretor do Ibravin, Carlos Paviani, seguida pela apresentação de um áudiovisual do projeto WFB e de palestra de Paviani com o tema “Caracterização da Vitivinicultura Gaúcha e Brasileira”. Após, a Gerente de Promoção Comercial do Wines from Brazil, Andreia Gentilini Milan, apresentou as “Estratégias de promoção do vinho brasileiro no mercado externo”.
Depois, houve a degustação dos 10 vinhos representativos das empresas do WFB, coordenada pelo pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, João Carlos Taffarel. Foram degustados, Chardonnay Reserva 2005, da Cordilheira de Sant´Ana, da Campanha gaúcha; e, depois, só vinhos da serra: Luiz Argenta Couvée 2005, um merlot-cabernet sauvignon, de Luiz Argenta; Cave Antiga Marselan 2006, da Velha Cantina, marselan; Boscato Gran Reserva 2002, cabernet-sauvignon da Boscato; Aurora Millèsime 2004, da Aurora; Casa Galiotto Cabernet Sauvignon 2005, da Vinícola Galiotto; Prosecco Perini, da Vinícola Peini; Miolo Millésime 2005, da Miolo; Moscatel Garibaldi, da Cooperativa Garibaldi; e Moscatel Panizzo, da Panizzon.
Os jornalistas estrangeiros que participam são:
1. WERNER ENGELHARD - ALEMANHA
2. DARREL WAYNE PULLIAM - EUA
3. RALF-CARL LANGHALS - ALEMANHA
4. GERNOT KARL MAERZHAEUSER - ALEMANHA
5. SHEILA STERLING- PURITT - CANADÁ
6. EDWARD VINCENT MCCARTHY
7. TOMMY LAM CHI FAN - CINGAPURA
8. MARGARET SHAKESPEARE - EUA
9. JULIANNE MARIE WILL - EUA
10. DAVID E. STUART SCHOLEFIELD - CANADÁ
Além de uma degustação especial, participam de seminários, visitam vinícolas e, sábado, participarão da Avaliação Nacional de Vinhos, promoção da Associação Brasileira de Enologia. Dezesseis vinhos selecionados durante várias etapas anteriores serão apreciados em público por centenas de degustadores.
A programação dos estrangeiros iniciou com a realização do Seminário & Degustação de Vinhos do Wines from Brazil com a imprensa nacional e internacional no dia 23 de setembro (terça-feira), no Villa Europa Hotel & Spa do Vinho Caudalie Vinothérapie, no Vale dos Vinhedos. A ação iníciou às 9 horas na Sala Giuseppe com a saudação do diretor do Ibravin, Carlos Paviani, seguida pela apresentação de um áudiovisual do projeto WFB e de palestra de Paviani com o tema “Caracterização da Vitivinicultura Gaúcha e Brasileira”. Após, a Gerente de Promoção Comercial do Wines from Brazil, Andreia Gentilini Milan, apresentou as “Estratégias de promoção do vinho brasileiro no mercado externo”.
Depois, houve a degustação dos 10 vinhos representativos das empresas do WFB, coordenada pelo pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, João Carlos Taffarel. Foram degustados, Chardonnay Reserva 2005, da Cordilheira de Sant´Ana, da Campanha gaúcha; e, depois, só vinhos da serra: Luiz Argenta Couvée 2005, um merlot-cabernet sauvignon, de Luiz Argenta; Cave Antiga Marselan 2006, da Velha Cantina, marselan; Boscato Gran Reserva 2002, cabernet-sauvignon da Boscato; Aurora Millèsime 2004, da Aurora; Casa Galiotto Cabernet Sauvignon 2005, da Vinícola Galiotto; Prosecco Perini, da Vinícola Peini; Miolo Millésime 2005, da Miolo; Moscatel Garibaldi, da Cooperativa Garibaldi; e Moscatel Panizzo, da Panizzon.
Os jornalistas estrangeiros que participam são:
1. WERNER ENGELHARD - ALEMANHA
2. DARREL WAYNE PULLIAM - EUA
3. RALF-CARL LANGHALS - ALEMANHA
4. GERNOT KARL MAERZHAEUSER - ALEMANHA
5. SHEILA STERLING- PURITT - CANADÁ
6. EDWARD VINCENT MCCARTHY
7. TOMMY LAM CHI FAN - CINGAPURA
8. MARGARET SHAKESPEARE - EUA
9. JULIANNE MARIE WILL - EUA
10. DAVID E. STUART SCHOLEFIELD - CANADÁ
Semana do Vinho II
Durante a semana, os jornalistas também estão visitando vinícolas em diversos municípios da Serra Gaúcha que integram o projeto. Haverá um bate-papo com a imprensa nacional no dia 26 (sexta-feira), no Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC/BG), a partir das 17h30min. Durante este encontro, além de apresentarem o mercado de vinhos da Alemanha, Canadá, EUA e Cingapura, os jornalistas também estarão comentando as oportunidades percebidas para os vinhos do Brasil no mercado externo. Eles permanecem na região até o dia 27 de setembro, quando participam da XVI Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2008, promovida pela Associação Brasileira de Enologia (ABE).
De acordo com a Gerente de Promoção Comercial do WFB, Andreia Gentilini Milan, o sucesso do projeto pode ser medido pela adesão das vinícolas brasileiras. “Nossa intenção era encerrar 2008 com 30 vinícolas, mas já somos um grupo de 34 empresas”, comemora. Em 2002, quando o projeto foi lançado, eram seis vinícolas. A estimativa é alcançar 40 vinícolas até o final de 2009.
De acordo com a Gerente de Promoção Comercial do WFB, Andreia Gentilini Milan, o sucesso do projeto pode ser medido pela adesão das vinícolas brasileiras. “Nossa intenção era encerrar 2008 com 30 vinícolas, mas já somos um grupo de 34 empresas”, comemora. Em 2002, quando o projeto foi lançado, eram seis vinícolas. A estimativa é alcançar 40 vinícolas até o final de 2009.
Semana do vinho III - Exportações
Atualmente, 18 vinícolas integrantes do Wines from Brazil exportam. A evolução da venda de vinhos para o exterior por parte dessas vinícolas é evidente, tanto que o volume exportado nos primeiros seis meses de 2008 foi de US$ 2,1 milhões, um aumento de 126,8% em relação ao mesmo período do ano passado. “Se este crescimento for mantido no segundo semestre, a meta de US$ 5 milhões, prevista para ser atingida até o final de 2009, será alcançada ainda em 2008”, adianta Andreia Gentilini Milan. Cabe salientar que as exportações em 2007 atingiram US$ 2,3 milhões. O projeto também atua para ampliar o número de países de destino dos vinhos do Brasil passando de 22 para 30 nos próximos dois anos. Segundo a gerente, Alemanha, Estados Unidos, Canadá e Cingapura estão entre os mercados alvo. “Não é à toa que estamos trazendo jornalistas desses países”, explica Andreia.
O Wines From Brazil é um projeto desenvolvido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin). Juntos, a Apex-Brasil e o Ibravin, estão investindo US$ 4,7 milhões em 2008 para a promoção de exportações de vinhos finos brasileiros.
O Wines From Brazil é um projeto desenvolvido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin). Juntos, a Apex-Brasil e o Ibravin, estão investindo US$ 4,7 milhões em 2008 para a promoção de exportações de vinhos finos brasileiros.
Semana do Vinho IV - Vinícolas que integram o projeto
Já fazem parte do Projeto Wines from Brazil: Boscato Indústria Vinícola, Casa Valduga, Cave Marson, Champagne Georges Aubert, Cooperativa Vinícola Aurora, Cooperativa Vinícola Aliança, Cooperativa Vinícola Garibaldi, Dom Cândido Vinhos Finos, Fante Indústria de Bebidas, Irmãos Molon, Lovara Vinhos Finos, Luiz Argenta Vinhos Finos, Miolo Wine Group, Panizzon, Pizzato Vinhas & Vinhos, Sociedade de Bebidas Mioranza, Sulvin Indústria e Comércio de Vinhos, União de Vinhos do Rio Grande, Vallontano Vinhos Nobres, Velha Cantina, Vinhos Don Laurindo, Vinhos Salton, Vinibrasil, Vinícola Boutique Lídio Carraro, Vinícola Campestre, Vinícola Cordelier, Vinícola Courmayer, Vinícola Dal Pizzol, Vinícola Galiotto, Vinícola Panceri, Vinícola Perini, Vinhos Monte Reale, Vinícola Mena-Kaho e Vitivinícola Cordilheira de Sant’ana.
Semana do Vinho V - Almoço na Casa Valduga
Nos primeiros contatos que tive com os colegas estrangeiros não deu para sentir a opinião deles sobre os nossos vinhos. Isso talvez acontecerá sexta-feira. Mas deu para sentir que eles ficaram entusiasmados com os vinhedos, que estão em fase de brotação, e com as modernas instalações das cantinas. Algumas também os surpreenderam pelo tamanho, como o caso da Casa Valduga, que possui a maior adega da América Latina. João Valduga disse-lhes que tem 1,4 milhão de garrafas de espumante estocadas e pretende, nos próximos anos, chegar a um estoque de 5 milhões de garrafas.
O almoço na Casa Valduga, dia 23, foi elogiadíssimo. Alguns não conheciam as comidas típicas da imigração italiana que foram servidas. Lá na adega, João Valduga, Juarez Valduga e Juciane Casagrande (diretora comercial) fizeram um brinde com um excelente espumante rosado que já estava a 48 meses na garrafa. A aprovação foi geral. O almoço começou com um espumante 130 Anos, comemorativa dos 130 anos do Valduga na região, comemorados em 2007. O antipasto teve sopa de capeletti, pien e fortaia, acompanhados por Gewursztraminer Premium 2007, seguido por salada de radicci com pancetta, salada Leopoldina e polenta brustolada, harmonizado com Cabernet Franc Premium 2004. Depois, uma bateria de massas: Dona Maria Macheroni, Bigoli com molho de tomate, aos quatro queijos, com funghi e pesto, tortéi, mistura de Bigolis e ao óleo, acompanhados por frango e porco assados, tudo harmonizado com o fantástico Merlot Storia 2005. Antes da sobremesa, entusiasmado com o clima e com os elogios de Tommy Lam Chi Fan, jornalista, importador de vinhos e dono do restaurante Os Amigos, na capital Cingapura, aos vinhos que bebia, Juarez Valduga mandou buscar um cabernet sauvignon de qualidade internacional, o Mundos 2005, que a empresa produz em seus vinhedos na Argentina. “Só para vocês provarem como é bom – explicou Juarez – porque neste evento o que queremos é vender o vinho brasileiro que produzimos, tão bons ou melhores do que este.”
A sobremesa foi sagu com creme, acompanhado por um Moscatel Premium 2007. Depois, cafezinho com Grappa Casa Valduga.
O almoço na Casa Valduga, dia 23, foi elogiadíssimo. Alguns não conheciam as comidas típicas da imigração italiana que foram servidas. Lá na adega, João Valduga, Juarez Valduga e Juciane Casagrande (diretora comercial) fizeram um brinde com um excelente espumante rosado que já estava a 48 meses na garrafa. A aprovação foi geral. O almoço começou com um espumante 130 Anos, comemorativa dos 130 anos do Valduga na região, comemorados em 2007. O antipasto teve sopa de capeletti, pien e fortaia, acompanhados por Gewursztraminer Premium 2007, seguido por salada de radicci com pancetta, salada Leopoldina e polenta brustolada, harmonizado com Cabernet Franc Premium 2004. Depois, uma bateria de massas: Dona Maria Macheroni, Bigoli com molho de tomate, aos quatro queijos, com funghi e pesto, tortéi, mistura de Bigolis e ao óleo, acompanhados por frango e porco assados, tudo harmonizado com o fantástico Merlot Storia 2005. Antes da sobremesa, entusiasmado com o clima e com os elogios de Tommy Lam Chi Fan, jornalista, importador de vinhos e dono do restaurante Os Amigos, na capital Cingapura, aos vinhos que bebia, Juarez Valduga mandou buscar um cabernet sauvignon de qualidade internacional, o Mundos 2005, que a empresa produz em seus vinhedos na Argentina. “Só para vocês provarem como é bom – explicou Juarez – porque neste evento o que queremos é vender o vinho brasileiro que produzimos, tão bons ou melhores do que este.”
A sobremesa foi sagu com creme, acompanhado por um Moscatel Premium 2007. Depois, cafezinho com Grappa Casa Valduga.
Semana do vinho VI – O chapéu do Juarez
Antes do almoço, ainda na adega, bebendo o espumante de quatro anos, entusiasmado, Juarez Valduga até contou a história porque anda sempre com um chapéu de palha, usado pelos colonos, garantindo que só o tira da cabeça na missa e para saudar pessoas. Anualmente, ele faz uma homenagem ao chapéu e distribui milhares de exemplares aos visitantes.
Disse que quando jovem, pobre colono, aos 24 anos, foi mandado pela mãe à cidade de Bento Gonçalves, a seis quilômetros, fazer compras. O sol estava muito forte e ele foi de chapéu. Quando chegou no banco, para sacar o dinheiro para as compras, obrigaram-no a tirar o chapéu para poder entrar. Ele relutou e o guarda do banco chamou-o de “colono” e disse que só entraria sem chapéu. Ele tirou o chapéu e pegou o dinheiro.
No supermercado, a mesma história. Primeiro, olharam-no de lado e perguntaram se tinha dinheiro para fazer compras. Ele até mostrou as notas. Mas só deixaram-no entrar se tirasse o chapéu. Ele voltou para casa com as compras, mas cabisbaixo, pensando naquela implicância com seu chapéu. Aí, jurou que iriaa ganhar dinheiro e nunca mais ser obrigado a tirar o chapéu. É o que faz até hoje.
A história vai até aí. A lenda vai mais longe. Dizem que, depois do sucesso com a vitivinicultura e com o enoturismo, do qual é um dos pioneiros na serra gaúcha, comprou o banco e o supermerecado...
Disse que quando jovem, pobre colono, aos 24 anos, foi mandado pela mãe à cidade de Bento Gonçalves, a seis quilômetros, fazer compras. O sol estava muito forte e ele foi de chapéu. Quando chegou no banco, para sacar o dinheiro para as compras, obrigaram-no a tirar o chapéu para poder entrar. Ele relutou e o guarda do banco chamou-o de “colono” e disse que só entraria sem chapéu. Ele tirou o chapéu e pegou o dinheiro.
No supermercado, a mesma história. Primeiro, olharam-no de lado e perguntaram se tinha dinheiro para fazer compras. Ele até mostrou as notas. Mas só deixaram-no entrar se tirasse o chapéu. Ele voltou para casa com as compras, mas cabisbaixo, pensando naquela implicância com seu chapéu. Aí, jurou que iriaa ganhar dinheiro e nunca mais ser obrigado a tirar o chapéu. É o que faz até hoje.
A história vai até aí. A lenda vai mais longe. Dizem que, depois do sucesso com a vitivinicultura e com o enoturismo, do qual é um dos pioneiros na serra gaúcha, comprou o banco e o supermerecado...
Semana do Vinho VII – Vinho e Saúde
No dia 24, hoje, começou o 2º Simpósio Vinho e Saúde, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves, iniciativa da Associação Brasileira de Enologia (ABE), com o apoio da Embrapa Uva e Vinho. Vai até sexta-feira. Dirigido a profissionais da área médica e afins e também ao público em geral, o evento reune um elenco de especialistas do tema com o objetivo de estabelecer um fórum para discussão de estudos e pesquisas relacionadas aos efeitos do vinho e do suco de uva à saúde.
Estudiosos e pesquisadores de sete países se revezarão em palestras, painéis e conferências que abordarão assuntos como: ‘Coração e Pulmão X Suco e Vinho’, ‘Os Efeitos Positivos do Vinho contra a Progressão da Demência’, ‘Vinho e Doenças de Alzheimer e Parkinson’, entre outros. Além disso, temas como a vinoterapia e a relação do consumo moderado da bebida com hábitos saudáveis de vida também integram a programação do evento. Está confirmada a participação de palestrantes do Brasil, Alemanha, Chile, França, Itália, Espanha e Estados Unidos.
As últimas pesquisas envolvendo a temática do Simpósio também estarão em evidência no evento. Expostos em painéis e apresentados em forma de pôsteres, estudos realizados por universidades e instituições públicas e privadas chamam a atenção para os efeitos benéficos à saúde do consumo moderado de vinho e suco de uva.
Interessados em prestigiar o II Simpósio Internacional Vinho e Saúde podem inscrever-se diretamente no local do evento. Encerrando a semana vitivinícola, será realizado no sábado, 27, a XVI Avaliação Nacional de Vinhos que, neste ano, ocorrerá de forma simultânea no Parque de Eventos de Bento Gonçalves e, através de vídeo-conferência, no Hotel Deville Rayon em Curitiba. Os 16 vinhos selecionados por uma comissão de enólogos entre mais de 300 inscritos na ABE serão degustados por um grupo de especialistas e pelo público. Haverá mais de mil degustadores.
Também estarei entre os degustados, em Bento Gonçalves, e prometo trazer as informações na próxima edição do blog.
Estudiosos e pesquisadores de sete países se revezarão em palestras, painéis e conferências que abordarão assuntos como: ‘Coração e Pulmão X Suco e Vinho’, ‘Os Efeitos Positivos do Vinho contra a Progressão da Demência’, ‘Vinho e Doenças de Alzheimer e Parkinson’, entre outros. Além disso, temas como a vinoterapia e a relação do consumo moderado da bebida com hábitos saudáveis de vida também integram a programação do evento. Está confirmada a participação de palestrantes do Brasil, Alemanha, Chile, França, Itália, Espanha e Estados Unidos.
As últimas pesquisas envolvendo a temática do Simpósio também estarão em evidência no evento. Expostos em painéis e apresentados em forma de pôsteres, estudos realizados por universidades e instituições públicas e privadas chamam a atenção para os efeitos benéficos à saúde do consumo moderado de vinho e suco de uva.
Interessados em prestigiar o II Simpósio Internacional Vinho e Saúde podem inscrever-se diretamente no local do evento. Encerrando a semana vitivinícola, será realizado no sábado, 27, a XVI Avaliação Nacional de Vinhos que, neste ano, ocorrerá de forma simultânea no Parque de Eventos de Bento Gonçalves e, através de vídeo-conferência, no Hotel Deville Rayon em Curitiba. Os 16 vinhos selecionados por uma comissão de enólogos entre mais de 300 inscritos na ABE serão degustados por um grupo de especialistas e pelo público. Haverá mais de mil degustadores.
Também estarei entre os degustados, em Bento Gonçalves, e prometo trazer as informações na próxima edição do blog.
Cordeiro no América
Já inserido na cultura gastronômica gaúcha que não dispensa uma boa carne, o restaurante America oferece o Festival de Grelhados. Até novembro, será possível escolher entre uma das cinco opções de carnes, incluindo a picanha de cordeiro. Os pratos são servidos com um acompanhamento, salada, milho grelhado e chimichurri, o tradicional molho argentino à base de ervas frescas e com leve toque de pimenta calabresa. O restaurante fica no Shopping Iguatemi e abre das 10h às 23h.
Chandon três litros
Chandon, grife de referência dos espumantes naturais, inovou mais uma vez e lança, este mês, a Jeroboam: versão exclusiva de 3 litros, nas variedades Réserve Brut e Brut Rosé. Presença obrigatória nas melhores festas, elas são ótimas opções para comemorações de final de ano, para presentear amigos e se destacam como majestosas peças decorativas.
As Jeroboam são famosas no mundo todo e dão um show à parte, impressionando pelo tamanho. "Sempre namorei este tipo de conteúdo: além de sua forma muito bonita e elegante, gosto desta façanha que é poder compartilhar com até vinte amigos a mesma garrafa. É o que faltava na linha Chandon para deixar a festa com ainda mais glamour", celebra Philippe Mével.
A Chandon é a marca brasileira pioneira na elaboração de uma versão tão especial para sua linha. A novidade estará disponível, em edição limitada, nos mais exclusivos bares, restaurantes e delicatessens do país.
Harmonização - O Chandon Brut Rosé harmoniza muito bem com saladas com tomate ou frutas vermelhas, carpaccio, comida japonesa, pratos à base de cogumelos, peixes e carnes magras de sabor leve, queijos leves e sobremesas não muito doces à base de frutas vermelhas.
O Chandon Réserve Brut é muito apropriado como aperitivo e para acompanhar toda a refeição. Destaca-se com peixes grelhados, frutos do mar, saladas de verão e tem uma harmonização toda especial com sushis e sashimis.
Preço sugerido: R$240,00.
Chandon, a grife de referência dos espumantes naturais, pertence ao grupo de luxo francês LVMH - Moët Hennessy Louis Vuitton. Foi introduzida no Brasil em 1973, quando a maison Moët & Chandon, de Epernay, procurando os melhores terroirs para implementar seus vinhedos e adega, escolheu Garibaldi, na Serra Gaúcha, para hospedar uma das quatro unidades no mundo onde é elaborado o requintado produto. As outras unidades se encontram em Mendoza, na Argentina, em Napa Valley, na Califórnia (EUA), e em Melbourne, na Austrália.
Graças à sua filosofia de elaboração, baseada há mais de 260 anos em aprimorar a produção de uvas e estimular a dedicação, paixão e criatividade de seus enólogos, a Maison Moët & Chandon, com o Chandon de Garibaldi, colocou a Serra Gaúcha e o Brasil no mapa dos lugares do mundo onde se elabora um produto de qualidade superior. www.chandon.com.br
Mais informações com Tânia Otranto / Balia Lebeis / Roberto Ethel, da MKTMIX Press - (11) 3060-3640 , e Juliana Vieira – Juliana.v@mktmix.com.br e Thaís Vallim - thais@mktmix.com.br
As Jeroboam são famosas no mundo todo e dão um show à parte, impressionando pelo tamanho. "Sempre namorei este tipo de conteúdo: além de sua forma muito bonita e elegante, gosto desta façanha que é poder compartilhar com até vinte amigos a mesma garrafa. É o que faltava na linha Chandon para deixar a festa com ainda mais glamour", celebra Philippe Mével.
A Chandon é a marca brasileira pioneira na elaboração de uma versão tão especial para sua linha. A novidade estará disponível, em edição limitada, nos mais exclusivos bares, restaurantes e delicatessens do país.
Harmonização - O Chandon Brut Rosé harmoniza muito bem com saladas com tomate ou frutas vermelhas, carpaccio, comida japonesa, pratos à base de cogumelos, peixes e carnes magras de sabor leve, queijos leves e sobremesas não muito doces à base de frutas vermelhas.
O Chandon Réserve Brut é muito apropriado como aperitivo e para acompanhar toda a refeição. Destaca-se com peixes grelhados, frutos do mar, saladas de verão e tem uma harmonização toda especial com sushis e sashimis.
Preço sugerido: R$240,00.
Chandon, a grife de referência dos espumantes naturais, pertence ao grupo de luxo francês LVMH - Moët Hennessy Louis Vuitton. Foi introduzida no Brasil em 1973, quando a maison Moët & Chandon, de Epernay, procurando os melhores terroirs para implementar seus vinhedos e adega, escolheu Garibaldi, na Serra Gaúcha, para hospedar uma das quatro unidades no mundo onde é elaborado o requintado produto. As outras unidades se encontram em Mendoza, na Argentina, em Napa Valley, na Califórnia (EUA), e em Melbourne, na Austrália.
Graças à sua filosofia de elaboração, baseada há mais de 260 anos em aprimorar a produção de uvas e estimular a dedicação, paixão e criatividade de seus enólogos, a Maison Moët & Chandon, com o Chandon de Garibaldi, colocou a Serra Gaúcha e o Brasil no mapa dos lugares do mundo onde se elabora um produto de qualidade superior. www.chandon.com.br
Mais informações com Tânia Otranto / Balia Lebeis / Roberto Ethel, da MKTMIX Press - (11) 3060-3640 , e Juliana Vieira – Juliana.v@mktmix.com.br e Thaís Vallim - thais@mktmix.com.br
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Carrau
Esqueci de dizer, na edição anterior que os ovinos Hampshire Down e Romney Marsh de Don Javier Carrau são criados na propriedade Cerro Chapéu, em Rivera, fonteita com Sant´Ana do Livramento, onde a Bodegas Carrau tem sua grande vinícola. Aliás, um dos primeiros bons vinhos que provei naquela vinícola se chamava Cerro Chapéu.
Treinamento para exportar
O Projeto Setorial Integrado Wines from Brazil (WFB) realizará, dia 18, na Embrapa, em Bento Gonçalves, o segundo módulo do treinamento de preparação das vinícolas para a exportação de vinhos. Focado em três mercados-alvo do Projeto - Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido – o treinamento será realizado no Auditório da ACN na EMBRAPA em Bento Gonçalves.
Durante todo o dia diretores, gerentes e supervisores de exportações de diversas vinícolas estarão enfocando temas relacionados ao mercado internacional de vinhos e suas características. Dirigido às empresas do Wines From Brazil que ainda não exportam ou estão iniciando suas atividades de exportação e demais empresas interessadas no processo de internacionalização, o evento inicia às 8h30min, sendo que a programação se estende até às 18 horas com período de almoço das 12h15min às 13h15min.
A programação do treinamento será dividida em dois painéis. No turno da manhã o enfoque será o mercado dos Estados Unidos e, no da tarde, os mercados da Alemanha e Reino Unido. Os painelistas Adriano Miolo, Superintendente da Miolo Wine Group, Carlos Eduardo Corrêa Nogueira, Diretor de Relações Internacionais da Miolo Wine Group, Andreia Gentilini Milan, Gerente de Promoção Comercial do Projeto Wines From Brazil e Joice Seindefus, Enóloga da Vinhos Salton se revezarão na tarefa de transmitir as informações sobre o mercado vitivinícola dos três países e as possibilidades para a comercialização dos vinhos brasileiros.
O Wines From Brazil é um projeto desenvolvido pela Agência para Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), sendo que esta ação conta também com o apoio do Sebrae. Inscrições e informações podem ser solicitadas através dos e-mails support@winesfrombrazil.com, com Ana Paula Kleinowski ou export@ibravin.org.br, com Júlio César Gobatto ou pelo telefone (54) 3455.1800. Associados pagam R$ 100,00 e não-associados R$ 350,00. O investimento inclui, além das palestras, coffee-break (manhã e tarde) e apostila com todo o conteúdo desenvolvido durante o treinamento. Além disso, quem se inscrever no Módulo II terá direito a participar do evento do Projeto Imagem que será realizado no dia 25 de setembro e que contará com a presença de diversos jornalistas estrangeiros. O encontro tem o objetivo de promover a troca de informações entre os jornalistas e as vinícolas participantes do Wines from Brazil, para um maior contato com a realidade de mercado dos países estrangeiros e avaliação das oportunidades de exportação dos vinhos brasileiros.
Fzem parte do projeto as vinícolas Boscato Indústria Vinícola, Casa Valduga, Cave Marson, Champagne Georges Aubert, Cooperativa Vinícola Aurora, Cooperativa Vinícola Aliança, Cooperativa Vinícola Garibaldi, Dom Cândido Vinhos Finos, Fante Indústria de Bebidas, Irmãos Molon, Lovara Vinhos Finos, Luiz Argenta Vinhos Finos, Miolo Wine Group, Panizzon, Pizzato Vinhas & Vinhos, Sociedade de Bebidas Mioranza, Sulvin Indústria e Comércio de Vinhos, União de Vinhos do Rio Grande, Velha Cantina, Vinhos Don Laurindo, Vinhos Salton, Vinícola Boutique Lídio Carraro, Vinícola Campestre, Vinícola Cordelier, Vitivinícola Cordilheira de Sant’ana, Vinibrasil, Vallontano Vinhos Nobres, Vinícola Courmayer, Vinícola Dal Pizzol, Vinícola Panceri, Vinícola Perini, Vinhos Monte Reale e Vinícola Mena-Kaho.
Durante todo o dia diretores, gerentes e supervisores de exportações de diversas vinícolas estarão enfocando temas relacionados ao mercado internacional de vinhos e suas características. Dirigido às empresas do Wines From Brazil que ainda não exportam ou estão iniciando suas atividades de exportação e demais empresas interessadas no processo de internacionalização, o evento inicia às 8h30min, sendo que a programação se estende até às 18 horas com período de almoço das 12h15min às 13h15min.
A programação do treinamento será dividida em dois painéis. No turno da manhã o enfoque será o mercado dos Estados Unidos e, no da tarde, os mercados da Alemanha e Reino Unido. Os painelistas Adriano Miolo, Superintendente da Miolo Wine Group, Carlos Eduardo Corrêa Nogueira, Diretor de Relações Internacionais da Miolo Wine Group, Andreia Gentilini Milan, Gerente de Promoção Comercial do Projeto Wines From Brazil e Joice Seindefus, Enóloga da Vinhos Salton se revezarão na tarefa de transmitir as informações sobre o mercado vitivinícola dos três países e as possibilidades para a comercialização dos vinhos brasileiros.
O Wines From Brazil é um projeto desenvolvido pela Agência para Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), sendo que esta ação conta também com o apoio do Sebrae. Inscrições e informações podem ser solicitadas através dos e-mails support@winesfrombrazil.com, com Ana Paula Kleinowski ou export@ibravin.org.br, com Júlio César Gobatto ou pelo telefone (54) 3455.1800. Associados pagam R$ 100,00 e não-associados R$ 350,00. O investimento inclui, além das palestras, coffee-break (manhã e tarde) e apostila com todo o conteúdo desenvolvido durante o treinamento. Além disso, quem se inscrever no Módulo II terá direito a participar do evento do Projeto Imagem que será realizado no dia 25 de setembro e que contará com a presença de diversos jornalistas estrangeiros. O encontro tem o objetivo de promover a troca de informações entre os jornalistas e as vinícolas participantes do Wines from Brazil, para um maior contato com a realidade de mercado dos países estrangeiros e avaliação das oportunidades de exportação dos vinhos brasileiros.
Fzem parte do projeto as vinícolas Boscato Indústria Vinícola, Casa Valduga, Cave Marson, Champagne Georges Aubert, Cooperativa Vinícola Aurora, Cooperativa Vinícola Aliança, Cooperativa Vinícola Garibaldi, Dom Cândido Vinhos Finos, Fante Indústria de Bebidas, Irmãos Molon, Lovara Vinhos Finos, Luiz Argenta Vinhos Finos, Miolo Wine Group, Panizzon, Pizzato Vinhas & Vinhos, Sociedade de Bebidas Mioranza, Sulvin Indústria e Comércio de Vinhos, União de Vinhos do Rio Grande, Velha Cantina, Vinhos Don Laurindo, Vinhos Salton, Vinícola Boutique Lídio Carraro, Vinícola Campestre, Vinícola Cordelier, Vitivinícola Cordilheira de Sant’ana, Vinibrasil, Vallontano Vinhos Nobres, Vinícola Courmayer, Vinícola Dal Pizzol, Vinícola Panceri, Vinícola Perini, Vinhos Monte Reale e Vinícola Mena-Kaho.
Boas vendas de ovelhas texel
As cabanhas Santa Orfila e Novo São João, de Sant´Ana do Livramento, que possuem um dos maiores rebanhos de ovinos texel do País, estão vendendo muitos animais para Santa Catarina, onde estão nascendo grandes projetos de ovinocultura, tanto de carne quanto de leite. O ex-secretário da Agricultura de Santa Catarina, deputado estadual Moacir Sopelsa, esteve no estado em busca de animais. Só um projeto quer ter 30 mil ovelhas destinadas à produção de leite. A intenção é fazer cruzamento de texel com lacaune.
Selecionados os vinhos para a degustação
Um time de enólogos participou da degustação de confirmação da XVI Avaliação Nacional de Vinhos na última quinta-feira (11), no Ristorante Don Ziero junto a Vinícola Cordelier, em Bento Gonçalves. Eles degustaram os 16 vinhos classificados entre os 30% mais representativos da Safra 2008 que serão apresentados a um público de cerca de mil pessoas em Bento Gonçalves e Curitiba no dia 27 de setembro. A degustação, novamente realizada às cegas, confirmou os vinhos que receberam maior pontuação conforme avaliação dos 75 enólogos que participaram da degustação de seleção.
Agora é esperar o dia 27 de setembro para conhecer os vinhos mais representativos, ocasião em que os resultados serão apresentados para o público. Promovida pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), a XVI Avaliação Nacional de Vinhos ocorrerá de forma simultânea, através de vídeo-conferência, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves e no Hotel Deville Rayon em Curitiba. O evento segue este formato desde 2006 quando foi realizado em São Paulo e no ano passado, no Rio de Janeiro. Em 16 edições, o evento soma mais de 9 mil apreciadores de vinhos e um verdadeiro batalhão de enólogos de todo o Brasil que já avaliaram 3.185 amostras.
Das 318 amostras inscritas por 62 vinícolas brasileiras (Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina), somente 95 vinhos serão divulgados, o que corresponde a 30%, conforme determinam as normas internacionais da Organização Internacional da Uva e do Vinho (OIV) e União Internacional dos Enólogos (UIOE). A Avaliação registra um aumento de 22% no número de amostras inscritas em relação a edição anterior que foi de 260 vinhos.
O sucesso do evento pode ser comprovado no rápido preenchimento das vagas pelos participantes. Nos últimos anos as inscrições se esgotam rapidamente. Este ano não poderia ser diferente. Diante disso, é necessário que os interessados fiquem atentos e antecipem sua inscrição, pois restam apenas algumas vagas.
Agora é esperar o dia 27 de setembro para conhecer os vinhos mais representativos, ocasião em que os resultados serão apresentados para o público. Promovida pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), a XVI Avaliação Nacional de Vinhos ocorrerá de forma simultânea, através de vídeo-conferência, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves e no Hotel Deville Rayon em Curitiba. O evento segue este formato desde 2006 quando foi realizado em São Paulo e no ano passado, no Rio de Janeiro. Em 16 edições, o evento soma mais de 9 mil apreciadores de vinhos e um verdadeiro batalhão de enólogos de todo o Brasil que já avaliaram 3.185 amostras.
Das 318 amostras inscritas por 62 vinícolas brasileiras (Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina), somente 95 vinhos serão divulgados, o que corresponde a 30%, conforme determinam as normas internacionais da Organização Internacional da Uva e do Vinho (OIV) e União Internacional dos Enólogos (UIOE). A Avaliação registra um aumento de 22% no número de amostras inscritas em relação a edição anterior que foi de 260 vinhos.
O sucesso do evento pode ser comprovado no rápido preenchimento das vagas pelos participantes. Nos últimos anos as inscrições se esgotam rapidamente. Este ano não poderia ser diferente. Diante disso, é necessário que os interessados fiquem atentos e antecipem sua inscrição, pois restam apenas algumas vagas.
Seleção de vinhos de Farroupilha
As 136 amostras inscritas na 3ª Seleção de Vinhos de Farroupilha superaram mais uma vez as expectativas. O objetivo era manter o número da edição anterior que havia ficado em 131 amostras. Para o presidente da Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos, Espumantes, Sucos e Derivados (Afavin), promotora do evento em conjunto com a Prefeitura de Farroupilha, esse número denota a aceitação do evento pelos produtores locais. “Essa participação demonstra que nosso objetivo de valorizar e promover a produção local está dando certo. Os produtores percebem esse resultado e participam cada vez com maior ênfase”, comemora.
A Análise Sensorial, para avaliação dos produtos inscritos, ocorre hoje, 17, amanhã, 18, e 19 de setembro, das 9h à 12h, na UCS Farroupilha. A avaliação será feita por um grupo de 30 experts convidados, seguindo-se padrões internacionais, com base em fichas de avaliação da Organização Internacional do Vinho (OIV). Para a avaliação dos sucos de uva é usada desde a 1ª edição uma ficha desenvolvida especialmente para o evento, ferramenta que já foi aderida em outros concursos de vinhos na região. Nesta edição, outra novidade será implementada. Os resultados serão informatizados, em trabalho conjunto ao Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), e disponibilizados às vinícolas participantes para que acompanhem o nível em que se encontram seus vinhos e sucos e busquem qualidade ainda maior.
As 17 vinícolas participantes desta terceira edição inscreveram produtos em onze categorias que compreendem: vinhos de mesa tintos e brancos secos e suaves; vinhos finos secos tinto, branco e rosado; vinho branco fino seco moscatel tranqüilo (engarrafado ou a granel); espumantes moscatel e brut; e suco de uva integral/natural ou adoçado. Recebem premiação até 30% das amostras inscritas por categoria. Além das medalhas de ouro, prata e bronze são entregues duas distinções Moscatel Premium - ao vinho fino seco tranqüilo e ao espumante moscatéis com maior pontuação. Trata-se de uma premiação inédita em concursos do gênero criada com o intuito de destacar a condição do município de maior produtor de uvas moscatéis do país.
A revelação dos produtos premiados pela 3ª Seleção de Vinhos de Farroupilha ocorrerá no dia 17 de outubro em jantar-baile que irá marcar a consolidação do trabalho de valorização e promoção da produção vitivinícola de Farroupilha, conforme assinala essa edição do evento.
A Promoção é da Afavin e da Prefeitura Municipal de Farroupilha, através da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Patrocinam o evento Agrimar/Unyterra, Programa Juntos para Competir (Farsul, Senar e Sebrae), Banrisul, Cartório Kunzler, Copase, Lojas Colombo, Sicredi, Tramontina, Trombini, Charles Pontalti (VCR-Agromillora), Biamar Magliaria, Calçados L’Hombre, Dow Agrosciences/Dithuva Agrícola. Também colaboram, como apoiadores institucionais, Associação dos Engenheiros Agrônomos da Encosta Superior do Nordeste, Cefet Bento Gonçalves, Confraria Feminina do Vinho e do Espumante de Farroupilha, Embrapa Uva e Vinho, Escritório Municipal da Emater/RS – Ascar, Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Laren/Seapa/Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Farroupilha e UCS Farroupilha.
A Análise Sensorial, para avaliação dos produtos inscritos, ocorre hoje, 17, amanhã, 18, e 19 de setembro, das 9h à 12h, na UCS Farroupilha. A avaliação será feita por um grupo de 30 experts convidados, seguindo-se padrões internacionais, com base em fichas de avaliação da Organização Internacional do Vinho (OIV). Para a avaliação dos sucos de uva é usada desde a 1ª edição uma ficha desenvolvida especialmente para o evento, ferramenta que já foi aderida em outros concursos de vinhos na região. Nesta edição, outra novidade será implementada. Os resultados serão informatizados, em trabalho conjunto ao Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), e disponibilizados às vinícolas participantes para que acompanhem o nível em que se encontram seus vinhos e sucos e busquem qualidade ainda maior.
As 17 vinícolas participantes desta terceira edição inscreveram produtos em onze categorias que compreendem: vinhos de mesa tintos e brancos secos e suaves; vinhos finos secos tinto, branco e rosado; vinho branco fino seco moscatel tranqüilo (engarrafado ou a granel); espumantes moscatel e brut; e suco de uva integral/natural ou adoçado. Recebem premiação até 30% das amostras inscritas por categoria. Além das medalhas de ouro, prata e bronze são entregues duas distinções Moscatel Premium - ao vinho fino seco tranqüilo e ao espumante moscatéis com maior pontuação. Trata-se de uma premiação inédita em concursos do gênero criada com o intuito de destacar a condição do município de maior produtor de uvas moscatéis do país.
A revelação dos produtos premiados pela 3ª Seleção de Vinhos de Farroupilha ocorrerá no dia 17 de outubro em jantar-baile que irá marcar a consolidação do trabalho de valorização e promoção da produção vitivinícola de Farroupilha, conforme assinala essa edição do evento.
A Promoção é da Afavin e da Prefeitura Municipal de Farroupilha, através da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Patrocinam o evento Agrimar/Unyterra, Programa Juntos para Competir (Farsul, Senar e Sebrae), Banrisul, Cartório Kunzler, Copase, Lojas Colombo, Sicredi, Tramontina, Trombini, Charles Pontalti (VCR-Agromillora), Biamar Magliaria, Calçados L’Hombre, Dow Agrosciences/Dithuva Agrícola. Também colaboram, como apoiadores institucionais, Associação dos Engenheiros Agrônomos da Encosta Superior do Nordeste, Cefet Bento Gonçalves, Confraria Feminina do Vinho e do Espumante de Farroupilha, Embrapa Uva e Vinho, Escritório Municipal da Emater/RS – Ascar, Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Laren/Seapa/Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Farroupilha e UCS Farroupilha.
XII Congresso Brasileiro de Viticultura e Enologia
Os impactos da mudança climática na produção de uvas e vinhos; cultura e patrimônio do vinho, produção orgânica de uvas para mesa e para a agroindústria; vitivinicultura tropical; as novas tecnologias de vinificação; viticultura de precisão; o cultivo protegido; as indicações geográficas; o melhoramento genético e o uso de novas ferramentas biotecnológicas são alguns dos temas que serão abordados durante o XII Congresso Brasileiro de Viticultura e Enologia (XII CBVE), que ocorre de 22 a 24 de setembro, no Parque de Eventos em Bento Gonçalves (RS).
O tradicional evento, que reunirá renomados profissionais nacionais e internacionais, é promovido pela Embrapa Uva e Vinho. Esta edição será seguida pelo II Simpósio de Vinho & Saúde, que ocorre de 24 a 26, e pela Avaliação Nacional de Vinhos, no dia 27, ambos promovido pela Associação Brasileira de Enologia com o apoio da Instituição de Pesquisa.
O Congresso tem como objetivo servir como instrumento de desenvolvimento científico e tecnológico da vitivinicultura brasileira (viticultura, enologia e economia), para discussão de novas perspectivas para a Cadeia Vitivinícola Brasileira e conseqüente projeção no cenário nacional e internacional.
Palestrantes Internacionais:
Adolfo Lona: Enólogo argentino, radicado no Brasil há mais de 30 anos, fabrica espumantes pelo método champenoise. Trabalhou no Departamento de Promoções do Instituto Nacional de Vitivinicultura da Argentina. No Brasil, participou de todas as etapas da evolução da produção de vinho nacional como diretor de unidade da empresa Bacardi-Martini. É o atual presidente do Consórcio de Produtores de Espumantes de Garibaldi (RS). Palestra: "Moscatel espumante”.
Bruno Tysseyre: Doutor em Ciências Agronômicas, é professor da Universidade de Montpellier, França. Atualmente desenvolve atividades de docência e pesquisa no Centro de Precisão Agrícola da Universidade de Sydney, na Austrália. Palestra: “Viticultura de Precisão: novas tecnologias para trabalhar a variabilidade espacial em viticultura”.
Gregory V. Jones: Professor e climatologista do departamento de geografia da Universidade do Sul de Oregon, EUA. Conferencista em eventos relacionados ao tema da viticultura e do vinho, sendo autor em inúmeras publicações sobre mundanças climáticas, fenologia da videra, métodos em viticultura e potencial climático vitícola. Palestra: “Mudanças Climáticas: observações, projeções e implicações na produção de uvas e vinhos”.
Jocelyne Pérard: Diretora titular da cátedra da Unesco “Cultura e Tradição do Vinho”, professora de Climatologia e ex-reitora da Universidade de Borgogne, em Dijon, França. Organizadora do Colóquio “Aquecimento Global: impactos prováveis para os vinhedos”, na França. Conferência Abertura: “Cultura e patrimônio do vinho”.
Patricio Hinrichsen: Bioquímico e Biólogo Molecular do Laboratório de Biotecnologia, Centro de Pesquisa La Platina do Instituto de Pesquisas Agropecuárias, INIA, em Santiago no Chile. Palestra: “Plataformas Biotecnológicas: ferramentas para o melhoramento genético de uvas de mesa”.
O tradicional evento, que reunirá renomados profissionais nacionais e internacionais, é promovido pela Embrapa Uva e Vinho. Esta edição será seguida pelo II Simpósio de Vinho & Saúde, que ocorre de 24 a 26, e pela Avaliação Nacional de Vinhos, no dia 27, ambos promovido pela Associação Brasileira de Enologia com o apoio da Instituição de Pesquisa.
O Congresso tem como objetivo servir como instrumento de desenvolvimento científico e tecnológico da vitivinicultura brasileira (viticultura, enologia e economia), para discussão de novas perspectivas para a Cadeia Vitivinícola Brasileira e conseqüente projeção no cenário nacional e internacional.
Palestrantes Internacionais:
Adolfo Lona: Enólogo argentino, radicado no Brasil há mais de 30 anos, fabrica espumantes pelo método champenoise. Trabalhou no Departamento de Promoções do Instituto Nacional de Vitivinicultura da Argentina. No Brasil, participou de todas as etapas da evolução da produção de vinho nacional como diretor de unidade da empresa Bacardi-Martini. É o atual presidente do Consórcio de Produtores de Espumantes de Garibaldi (RS). Palestra: "Moscatel espumante”.
Bruno Tysseyre: Doutor em Ciências Agronômicas, é professor da Universidade de Montpellier, França. Atualmente desenvolve atividades de docência e pesquisa no Centro de Precisão Agrícola da Universidade de Sydney, na Austrália. Palestra: “Viticultura de Precisão: novas tecnologias para trabalhar a variabilidade espacial em viticultura”.
Gregory V. Jones: Professor e climatologista do departamento de geografia da Universidade do Sul de Oregon, EUA. Conferencista em eventos relacionados ao tema da viticultura e do vinho, sendo autor em inúmeras publicações sobre mundanças climáticas, fenologia da videra, métodos em viticultura e potencial climático vitícola. Palestra: “Mudanças Climáticas: observações, projeções e implicações na produção de uvas e vinhos”.
Jocelyne Pérard: Diretora titular da cátedra da Unesco “Cultura e Tradição do Vinho”, professora de Climatologia e ex-reitora da Universidade de Borgogne, em Dijon, França. Organizadora do Colóquio “Aquecimento Global: impactos prováveis para os vinhedos”, na França. Conferência Abertura: “Cultura e patrimônio do vinho”.
Patricio Hinrichsen: Bioquímico e Biólogo Molecular do Laboratório de Biotecnologia, Centro de Pesquisa La Platina do Instituto de Pesquisas Agropecuárias, INIA, em Santiago no Chile. Palestra: “Plataformas Biotecnológicas: ferramentas para o melhoramento genético de uvas de mesa”.
Aurora continua investindo
As dificuldades que o vinho brasileiro vem enfrentando diuante da concorrência do vinho estrangeiro não assustam a Vinícola Aurora, de Bento Gonçalves. A Aurora adquiriu dois novos equipamentos para a cantina, apostando na alta demanda de espumantes para o final do ano. Da Itália, a vinícola importou um novo conjunto de túnel de resfriamento e uma rotuladora automática. As duas máquinas atuarão em conjunto, dando maior agilidade ao processo de secagem e rotulagem das garrafas de espumante.
Como as garrafas são envasadas a baixas temperaturas, o processo anterior exigia um tempo de espera para a secagem antes da rotulagem. Com os novos equipamentos, esta espera foi eliminada e a produção se torna muito mais rápida. A melhora também será notada pelo consumidor no aspecto visual das garrafas e na resistência dos rótulos ao contato com a água.
Como as garrafas são envasadas a baixas temperaturas, o processo anterior exigia um tempo de espera para a secagem antes da rotulagem. Com os novos equipamentos, esta espera foi eliminada e a produção se torna muito mais rápida. A melhora também será notada pelo consumidor no aspecto visual das garrafas e na resistência dos rótulos ao contato com a água.
Ovelhas coloridas
Quando pensa em ovelhas, você pensa em branco ou, no máximo, off - white? Está na hora de rever conceitos. A Danke Comunicação preparou uma campanha original para um produto mais original ainda: Naturale, a lã naturalmente colorida que está sendo usada pela Fiateci na produção de tecidos.
E não se trata de lã sem tingimento artificial. As ovelhas é que são naturalmente coloridas. O tecido é feito com o aproveitamento da lã das ovelhas de cor marrom, manchadas e/ou pretas, cuja lã costumava não ser aproveitada por não ser branca.
Essa é uma novidade que irá marcar as coleções outono/inverno 2009 – e mais um fruto da sustentabilidade que chega às passarelas.
Para lançar a Naturale junto aos estilistas do país, a Danke desenvolveu, para a Fiateci, uma campanha integrada. Um sample case com amostras do produto dá idéia da diversidade de cores e desenhos – quem pensou que ovelha colorida é tudo bege, esqueça. Foi criado um hotsite e mail marketing teaser, bem como uma mala direta com amostra do produto. Também se desenvolveram eco-tags, que acompanharão as peças desenvolvidas pelos estilistas.
Simultaneamente, ações de endomarketing fortaleceram o lançamento do produto junto aos colaboradores da Fiateci. Tudo dentro de um conceito ecológico, que privilegia a utilização de materiais renováveis.
Os resultados do trabalho já começam a aparecer. A Fiateci está desenvolvendo padronagens exclusivas para alguns dos nomes mais relevantes da moda brasileira. Está em negociação uma parceria com uma importante grife nacional. Caso se concretize, o resultado dessa parceira subirá nas passarelas da próxima São Paulo Fashion Week.
E não se trata de lã sem tingimento artificial. As ovelhas é que são naturalmente coloridas. O tecido é feito com o aproveitamento da lã das ovelhas de cor marrom, manchadas e/ou pretas, cuja lã costumava não ser aproveitada por não ser branca.
Essa é uma novidade que irá marcar as coleções outono/inverno 2009 – e mais um fruto da sustentabilidade que chega às passarelas.
Para lançar a Naturale junto aos estilistas do país, a Danke desenvolveu, para a Fiateci, uma campanha integrada. Um sample case com amostras do produto dá idéia da diversidade de cores e desenhos – quem pensou que ovelha colorida é tudo bege, esqueça. Foi criado um hotsite e mail marketing teaser, bem como uma mala direta com amostra do produto. Também se desenvolveram eco-tags, que acompanharão as peças desenvolvidas pelos estilistas.
Simultaneamente, ações de endomarketing fortaleceram o lançamento do produto junto aos colaboradores da Fiateci. Tudo dentro de um conceito ecológico, que privilegia a utilização de materiais renováveis.
Os resultados do trabalho já começam a aparecer. A Fiateci está desenvolvendo padronagens exclusivas para alguns dos nomes mais relevantes da moda brasileira. Está em negociação uma parceria com uma importante grife nacional. Caso se concretize, o resultado dessa parceira subirá nas passarelas da próxima São Paulo Fashion Week.
domingo, 14 de setembro de 2008
Receitas de cordeiro - lançamento
Já estão definidos o dia e o local do lançamento do livro “As melhores receitas da Confraria do Cordeiro” em Porto Alegre. Será dia 6 de outubro, às 19h, na Alameda dos Escritores do Shopping Total. A sugestão de fazer no Total foi do deputado Frederico Antunes em função do estacionamento. E, para maior satisfação, o Total ofereceu o estacionamento de graça.
Como em todos os nossos lançamentos, haverá comidinhas com carne de cordeiro. O restaurante Marco`s já colocou sua estrutura à disposição. Estamos conversando com o chef Gustavo Ibarra Martins para que ele e sua Comparsa do Sabor se encarregue dos comes. Os bebes serão por conta do Antônio Dal Pizzol – com espumantes e tintos de qualidade Dal Pizzol – e da Vonpar. Teremos cordeiros de Claudino Loro, da cabanha Santa Orfila, lá de Livramento, arroz e outras “munições de boca” da Blue Ville.
O livro já está sendo colocado na livraria Palmarinca, em Porto Alegre, na rua Jerônimo Coelho. Também pode ser solicitado à Editora Palomas – arioroberto@terra.com.br ou (51) 3228-2900 – e custa R$ 50,00 mais despesas de correio.
Como em todos os nossos lançamentos, haverá comidinhas com carne de cordeiro. O restaurante Marco`s já colocou sua estrutura à disposição. Estamos conversando com o chef Gustavo Ibarra Martins para que ele e sua Comparsa do Sabor se encarregue dos comes. Os bebes serão por conta do Antônio Dal Pizzol – com espumantes e tintos de qualidade Dal Pizzol – e da Vonpar. Teremos cordeiros de Claudino Loro, da cabanha Santa Orfila, lá de Livramento, arroz e outras “munições de boca” da Blue Ville.
O livro já está sendo colocado na livraria Palmarinca, em Porto Alegre, na rua Jerônimo Coelho. Também pode ser solicitado à Editora Palomas – arioroberto@terra.com.br ou (51) 3228-2900 – e custa R$ 50,00 mais despesas de correio.
Carrau
Don Javier Carrau, das Bodegas Carrau, manda informar que cria ovinos das raças Hampsshire Down e Romney Marsh..
Por falar em Carrau, um dos vinhos mais procurados na Vinhos do Mundo instalado na Expointer foi o Ararenguá, exatamente das Bodegas Carrau .
Por falar em Carrau, um dos vinhos mais procurados na Vinhos do Mundo instalado na Expointer foi o Ararenguá, exatamente das Bodegas Carrau .
Jantar da Confraria do Cordeiro
O próximo jantar da Confraria do Cordeiro, o de número 104, será no próximo dia 22, como sempre no restaurante da Farsul, às 20h30min, com os pratos sob a responsabilidade dos confrades Claúdio Carmo Hatje e Fernando Zíngano. Custo: R$ 50,00 por pessoa. Quem quiser ir deve confirmar com a Romilda, através do telefone (51) 3214-4406.
Antes do jantar, às 19h, no mesmo local, haverá uma reunião da Confraria para discussão de assuntos internos. Estão na pauta custo dos jantares e inclusão de novos confrades.
Antes do jantar, às 19h, no mesmo local, haverá uma reunião da Confraria para discussão de assuntos internos. Estão na pauta custo dos jantares e inclusão de novos confrades.
Seis medalhas para a Cordelier
A qualidade dos vinhos e espumantes elaborados pela Vinícola Cordelier continua arrematando prêmios em concursos internacionais de vinhos. Desta vez foi na Argentina, onde a vinícola conquistou seis Medalhas, sendo três de Ouro e três de Prata. A distinção foi conferida por 30 degustadores de diversos países durante o 5º Concurso Internacional de Vinhos e Licores “VINUS 2008”, que aconteceu de 26 a 30 de agosto na cidade de San Rafael.
MEDALHAS DE OURO:
Vin de Liqueur Cordelier
Cordelier Reserva Cabernet Sauvignon 2005
Espumante Brut Granja União
MEDALHAS DE PRATA:
Espumante Brut Cordelier
Cordelier Reserva Merlot 2005
Don Ziero Vintage Clássico 2002
MEDALHAS DE OURO:
Vin de Liqueur Cordelier
Cordelier Reserva Cabernet Sauvignon 2005
Espumante Brut Granja União
MEDALHAS DE PRATA:
Espumante Brut Cordelier
Cordelier Reserva Merlot 2005
Don Ziero Vintage Clássico 2002
Aurora aposta no orgânico
Atenta às tendências internacionais e a crescente demanda por produtos orgânicos, a Aurora elaborou o vinho Casa de Bento, com uvas originárias de vinhedos certificados. “O que caracteriza um vinho orgânico é a maneira como a uva é cultivada. Além dos componentes utilizados desde a pré-história do vinho, como o enxofre e o sulfato de cobre, não se pode utilizar nenhum tipo de controle de pestes e intempéries”, explica Antônio Czarnobay, enólogo-chefe da Vinícola Aurora.
As uvas, um corte de variedades americanas, foram certificadas pelo EcoCert, principal órgão certificador de orgânicos do Brasil. “A certificação é bem rigorosa. É preciso três anos livre de pesticidas para certificar um vinhedo como orgânico”.
O volume dessa primeira safra foi limitado (cerca de 13 mil garrafas), mas Czarnobay garante que nos próximos anos, o volume será maior, porque a cooperativa já tem outros associados trabalhando com vinhedos livres de agrotóxicos.
As uvas, um corte de variedades americanas, foram certificadas pelo EcoCert, principal órgão certificador de orgânicos do Brasil. “A certificação é bem rigorosa. É preciso três anos livre de pesticidas para certificar um vinhedo como orgânico”.
O volume dessa primeira safra foi limitado (cerca de 13 mil garrafas), mas Czarnobay garante que nos próximos anos, o volume será maior, porque a cooperativa já tem outros associados trabalhando com vinhedos livres de agrotóxicos.
Miolo Wine Group lança o Fortaleza do Seival Viognier
Chegará ao mercado na segunda quinzena de setembro o Fortaleza do Seival Viognier 2008, o novo vinho branco da Miolo Wine Group. A bebida é mais um produto elaborado com uvas do projeto Fortaleza do Seival Vineyards, localizado em Candiota, na Campanha Gaúcha.
As uvas viognier, originárias da região do rio Rhône, na França, foram cultivadas nos vinhedos próprios da família Miolo. Seu vinho é muito aromático, complexo e de qualidade. Seus descritores aromáticos são flores brancas e frutas de caroço.
Ideal para o consumo com queijos e frutos do mar, é um vinho leve com consumo indicado para temperatura de 8ºC. A produção inicial da bebida será de aproximadamente 12 mil garrafas de 750 ml.
O Miolo Wine Group foi criado em 2006 para reunir uma linha de mais de 70 produtos elaborados a partir de parcerias nacionais e internacionais. Tem por objetivo atuar no mercado mundial com uma variedade de vinhos de qualidade que atenda a todos os segmentos. O grupo possui sete projetos: Vinícola Miolo (Vale dos Vinhedos, RS), Fortaleza do Seival Vineyards (Campanha, RS), RAR (Campos de Cima da Serra, RS), Lovara Vinhos Finos (Serra Gaúcha, RS), Fazenda Ouro Verde (Vale do São Francisco, BA), Viasul (Chile) e Osborne (Espanha e Portugal).
As uvas viognier, originárias da região do rio Rhône, na França, foram cultivadas nos vinhedos próprios da família Miolo. Seu vinho é muito aromático, complexo e de qualidade. Seus descritores aromáticos são flores brancas e frutas de caroço.
Ideal para o consumo com queijos e frutos do mar, é um vinho leve com consumo indicado para temperatura de 8ºC. A produção inicial da bebida será de aproximadamente 12 mil garrafas de 750 ml.
O Miolo Wine Group foi criado em 2006 para reunir uma linha de mais de 70 produtos elaborados a partir de parcerias nacionais e internacionais. Tem por objetivo atuar no mercado mundial com uma variedade de vinhos de qualidade que atenda a todos os segmentos. O grupo possui sete projetos: Vinícola Miolo (Vale dos Vinhedos, RS), Fortaleza do Seival Vineyards (Campanha, RS), RAR (Campos de Cima da Serra, RS), Lovara Vinhos Finos (Serra Gaúcha, RS), Fazenda Ouro Verde (Vale do São Francisco, BA), Viasul (Chile) e Osborne (Espanha e Portugal).
32 medalhas para o Brasil
O Brasil acaba de conquistar seu maior número de medalhas em um único concurso internacional de vinhos este ano: 32 prêmios. Foi na Argentina, no 5º Concurso Internacional de Vinhos e Licores “VINUS 2008”, que aconteceu de 26 a 30 de agosto na cidade de San Rafael.
O evento registrou a participação de 721 amostras de vinhos de 28 países. Além disso, também foi realizado paralelamente o 2º Concurso Internacional de Azeite de Oliva Extra Virgen “OLI VINUS 2008”, onde cerca de 200 amostras foram avaliadas.
Participaram da avaliação dos vinhos e espumantes 30 degustadores de diversos países. Os enólogos Daniel Dalla Valle, Raul Ben e Vitor Manfroi estiveram representando o Brasil no evento. Para Vitor Manfroi, este concurso comprova a excelência dos vinhos e espumantes brasileiros. “Este concurso é o que mais conferiu medalhas para o Brasil este ano”, destaca. Segundo ele, isso mostra que o vinho brasileiro consolida-se no mercado externo.
Premio Melhor Vinho Espumante
Casa Pedrucci Brut Millésime 2004 - Vinícola Casa Pedrucci
Medalha de Ouro Duplo
Casa Pedrucci Brut Millésime 2004 - Vinícola Casa Pedrucci
Casa Pedrucci Espumante Moscatel 2007- Vinícola Casa Pedrucci
Salton Desejo 2005 - Vinhos Salton – Vinhos Salton
Medalha de Ouro
Cordelier Reserva Cabernet Sauvignon 2005 - Vinícola Cordelier
Cordelier Vin de Liqueur - Vinícola Cordelier
Granja União Espumante Brut - Vinícola Cordelier
Medalha de Prata
Casa Pedrucci Espumante Brut Rosé 1997 - Vinícola Casa Pedrucci
Casa Valduga Cabernet Sauvignon Premium 2005 - Casa Valduga Vinhos Finos
Casa Valduga Mundvs Malbec 2006 - Casa Valduga Vinhos Finos
Cave d' Castro Espumante Moscatel 2007 - Vinhos Finos Casa García
Cordelier Equilibrium 2005 - Vinícola Cordelier
Cordelier Espumante Brut - Vinícola Cordelier
Cordelier Reserva Merlot 2005 - Vinícola Cordelier
Don Ziero Vintage Clássico 2002 - Vinícola Cordelier
Fino Peterlongo Demi-Sec 2007 - Bebidas da Serra
Garibaldi Espumante Brut Premium 2007- Cooperativa Vinícola Garibaldi
Garibaldi Espumante Moscatel 2007 - Cooperativa Vinícola Garibaldi
Mistela Reggio di Castela 2002 - Irmãos Molon
Panizzon Espumante Moscatel 2008 - Sociedade de Bebidas Panizzon
Panizzon Espumante Prosecco Brut 2007 - Sociedade de Bebidas Panizzon
Peterlongo Champenoise Brut 2006 - Bebidas da Serra
Peterlongo Espumante Moscatel 2007 – Bebidas da Serra
Pietro Felice Espumante Moscatel 2007 - Irmãos Molon
Salton Flowers - Vinhos Salton
Salton Frisante Lunae Demi-Sec - Vinhos Salton
Salton Pinot Noir 2006 - Vinhos Salton
Salton Pinot Noir 2007 - Vinhos Salton
Terranova Espumante Moscatel 2007 - Vinícola Miolo Ltda.
Zanotto Chardonnay 2007 - Vinícola Campestre
Zanotto Merlot 2005 - Vinícola Campestre
Zanotto Riesling 2007 - Vinícola Campestre
O evento registrou a participação de 721 amostras de vinhos de 28 países. Além disso, também foi realizado paralelamente o 2º Concurso Internacional de Azeite de Oliva Extra Virgen “OLI VINUS 2008”, onde cerca de 200 amostras foram avaliadas.
Participaram da avaliação dos vinhos e espumantes 30 degustadores de diversos países. Os enólogos Daniel Dalla Valle, Raul Ben e Vitor Manfroi estiveram representando o Brasil no evento. Para Vitor Manfroi, este concurso comprova a excelência dos vinhos e espumantes brasileiros. “Este concurso é o que mais conferiu medalhas para o Brasil este ano”, destaca. Segundo ele, isso mostra que o vinho brasileiro consolida-se no mercado externo.
Premio Melhor Vinho Espumante
Casa Pedrucci Brut Millésime 2004 - Vinícola Casa Pedrucci
Medalha de Ouro Duplo
Casa Pedrucci Brut Millésime 2004 - Vinícola Casa Pedrucci
Casa Pedrucci Espumante Moscatel 2007- Vinícola Casa Pedrucci
Salton Desejo 2005 - Vinhos Salton – Vinhos Salton
Medalha de Ouro
Cordelier Reserva Cabernet Sauvignon 2005 - Vinícola Cordelier
Cordelier Vin de Liqueur - Vinícola Cordelier
Granja União Espumante Brut - Vinícola Cordelier
Medalha de Prata
Casa Pedrucci Espumante Brut Rosé 1997 - Vinícola Casa Pedrucci
Casa Valduga Cabernet Sauvignon Premium 2005 - Casa Valduga Vinhos Finos
Casa Valduga Mundvs Malbec 2006 - Casa Valduga Vinhos Finos
Cave d' Castro Espumante Moscatel 2007 - Vinhos Finos Casa García
Cordelier Equilibrium 2005 - Vinícola Cordelier
Cordelier Espumante Brut - Vinícola Cordelier
Cordelier Reserva Merlot 2005 - Vinícola Cordelier
Don Ziero Vintage Clássico 2002 - Vinícola Cordelier
Fino Peterlongo Demi-Sec 2007 - Bebidas da Serra
Garibaldi Espumante Brut Premium 2007- Cooperativa Vinícola Garibaldi
Garibaldi Espumante Moscatel 2007 - Cooperativa Vinícola Garibaldi
Mistela Reggio di Castela 2002 - Irmãos Molon
Panizzon Espumante Moscatel 2008 - Sociedade de Bebidas Panizzon
Panizzon Espumante Prosecco Brut 2007 - Sociedade de Bebidas Panizzon
Peterlongo Champenoise Brut 2006 - Bebidas da Serra
Peterlongo Espumante Moscatel 2007 – Bebidas da Serra
Pietro Felice Espumante Moscatel 2007 - Irmãos Molon
Salton Flowers - Vinhos Salton
Salton Frisante Lunae Demi-Sec - Vinhos Salton
Salton Pinot Noir 2006 - Vinhos Salton
Salton Pinot Noir 2007 - Vinhos Salton
Terranova Espumante Moscatel 2007 - Vinícola Miolo Ltda.
Zanotto Chardonnay 2007 - Vinícola Campestre
Zanotto Merlot 2005 - Vinícola Campestre
Zanotto Riesling 2007 - Vinícola Campestre
A Salton trouxe 5 medalhas da Argentina
A Vinícola Salton, de Tuiuty, trouxe do 5º Vinus 2008 - Concurso Internacional de Vinos, Licores Y Destilados, nada menos que cinco distinções, com destaque para o top Salton Desejo Merlot 2005, que recebeu 91,5 pontos e ficou com a medalha Duplo Ouro. O aromático Salton Flowers, o lançamento frisante Salton Lunae e duas safras (2006 e 2007) do Salton Volpi Pinot Noir somaram entre 88.33 pontos e 86, conquistando medalhas de Prata.
Realizado no mês de agosto, na cidade de San Rafael, província de Mendoza (Argentina), o concurso contou com a participação de 340 vinícolas de 28 países. Os jurados, especialistas do Chile, Espanha, Uruguai, Brasil, Colômbia, Israel e da Argentina avaliaram um total de 721 amostras de vinhos. O evento apresenta uma dinâmica diferenciada: cada amostra recebe até 100 pontos dos degustadores e, ao final, é estabelecida a média, e a definição dos prêmios.
Medalha Duplo Ouro
Salton Desejo Merlot 2005
Medalhas de Prata
Salton Flowers
Salton Lunae Demi-Sec
Salton Volpi Pinot Noir 2006
Salton Volpi Pinot Noir 2007
Realizado no mês de agosto, na cidade de San Rafael, província de Mendoza (Argentina), o concurso contou com a participação de 340 vinícolas de 28 países. Os jurados, especialistas do Chile, Espanha, Uruguai, Brasil, Colômbia, Israel e da Argentina avaliaram um total de 721 amostras de vinhos. O evento apresenta uma dinâmica diferenciada: cada amostra recebe até 100 pontos dos degustadores e, ao final, é estabelecida a média, e a definição dos prêmios.
Medalha Duplo Ouro
Salton Desejo Merlot 2005
Medalhas de Prata
Salton Flowers
Salton Lunae Demi-Sec
Salton Volpi Pinot Noir 2006
Salton Volpi Pinot Noir 2007
Vinho e Arte
A enóloga Maria Amélia Duarte Flores realizará mais uma edição de sua promoção Vinho e Arte. Começará, dia 18, no SPA do Vinho, em Bento Gonçalves.
Durante todo o evento - Exposição de Arte com os artistas Mai Bavoso e Ariadne Decker, que estarão pintando ao vivo e expondo suas telas.
18h30 - Abertura
19h – In vino Veritas – O mundo do Vinho em (R) evolução”, com Sommelier Ariel Pérez, Chile – Degustação de vinhos de diferentes países, com dados das últimas safras, alteração nas características originais do terroir de cada um e perspectivas. Vinhos confirmados: Prosecco Faé, Itália, Domus Aurea 2004, EQ Matetic Syrah 2005, Chateau de Rougerie 2004, Clos de la Bergerie, biodinâmico de Nicolas Joly 2005, Ancient Pinot Noir 2003 (EUA)
21h – “Vinhos de Terroir”, com Mário Geisse (Chile) – Jantar e Degustação dos vinhos de autor que Mário Geisse tem desenvolvido em diversas partes do mundo, como seus projetos pessoais “El Sueño”. Degustação de Cave Geisse, El Sueño e Viña Casa Silva. Menu assinado pelo chef Fábio Lima, Spa do Vinho.
19 de setembro – sexta-feira
10h – Workshop de Gastronomia – Chef Osvaldo Gorski trabalha o tema "Bacalhau" - Formado na Academia D'Art Culinaire de Paris ( Le Cordon Bleu), Trabalhou no "1887" do conhecido Brown's Hotel em Londres, Lecionou na Laping Cooking School em Tóquio onde tambem prestava assessoria culinária a Embaixada do Brasil. Atualmente chefe do Bistrô da Rua, Porto Alegre e professor convidado na Escola de Gastronomia Aires Scavone.
11h – Degustação Paralela Vertical de Almaviva, enóloga Maria Amélia Duarte Flores. Safras 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004*. poderão ocorrer alterações.
13h – Piquenique pelo Vale – Vinícola Miolo, com Degustação Vertical Exclusiva de Lote 43, conduzida pelo enólogo Adriano Miolo
17h – Workshop Vinotherapia - Caudalie
18h – “Patagônia, seus vinhos, sua beleza e magia”, Lucas Nemesio, propretário da Bodega NQN, Neuquén, Argentina – apresentação dos vinhos elaborados nesta inóspita região, onde a natureza é a rainha absoluta. Vinhos: Espumante Malma Extra Brut, Sauvignon Blanc Reserva Malma, Pinot Noir Reserva Malma, Malbec Reserva Malma, Merlot Gran Reserva Malma e NQN Colección
19h30 – “Vinhos Biodinâmicos, um estilo de vida”, Marketing Manager da Avondale, Krige Visser, África do Sul. uma nova forma de elaborar vinhos, respeitando o meio ambiente, as energias do universo e o terroir. Os biodinâmicos são elaborados em sintonia com as forças naturais, vinhos únicos e instigantes. Vinhos: Rose Avondale, Pinotage Avondale, Cabernet Sauvignon Gran Reserva Avondale, Shiraz Gran Reserva Avondale, Graham Reserva Avondale, Muscat Blanc Avondale
21h – “Piccolo Mondo – sabores daqui e de lá, uma divertida combinação”, jantar em uma pequena osteria em Monte Belo do Sul, com os vinhos Malma e Avondale. Vinhos: Chardonnay Avondale, Merlot Reserva Malma, Julia Avondale e Blend Branco Picada 15 Patagônia.
20 de setembro – sábado
10h30 – “A arte dos grandes vinhos de sobremesa” . Sommelier Flavio Bim, (Curitiba). Importadora Porto a Porto . Flavio contará detalhes da elaboração e curiosidades sobre os clássicos vinhos de sobremesa. Degustação exclusiva dos vinhos Porto Messias 10 anos, Douro, Portugal, Justino's Madeira 10 anos, Santa Carolina Late Harvest (Chile), Chateau Cantegrill AOC Sauternes, Bordeaux, Jeréz Fino Rey Fernando de Castilla Doce (Espanha).
12h – “Vinho e Guerra – A França e a Segunda Guerra Mundial”, com Juliano Ferreira, consultor de vinhos e história, Porto Alegre, Brasil. Comentários sobre a influência da segunda guerra mundial na história do vinho Francês; curiosidades e aspectos que marcaram este momento da humanidade. Degustação dos vinhos: Champagne Veuve Clicquot, Domaine Paul Blanck Gewurztraminer (Alsace) e Chateau Mouton Rothschild 1999 AOC Pauillac.
14h – Almoço harmonizado de encerramento – o Melhor do Brasil – Degustação dos vinhos Don Laurindo, Salton, Marson, Pizzato e Miolo, além do VE – Villa Europa. A apresentação será feita pelos enólogos das vinícolas presentes. Cardápio do Chef Fabio Lima
Valor individual, com hospedagem em apartamento duplo, participação completa no evento, degustações e jantares (exceto degustação paralela) – R$ 1200,00
Acompanhantes – hospedagem e pensão completa – R$ 870,00
Degustação Paralela Almaviva – R$ 450,00
Formas de pagamento:
Até 3x – cheque ou à vista em depósito bancário. Haverá uma van saindo de Porto Alegre / Bento Gonçalves, em horário determinado pela organização do evento, informe-se.
Maiores informações e inscrições – mariaamelia@vinhoearte.com ou lucianazotz@terra.com.br
51 9331 6098 ou 93156469
Apoio:
SPA do Vinho . SCA Mobiliário Contemporâneo . Glass . Flow Comunicação . Miolo Wine Group . Don Laurindo . Vinhos Salton . Vinhos Marson . Pizzato Vinhas e Vinhos . Cantu . Adega Uniagro . Reloco . Decanter . Vinhos do Mundo . Casa Flora / Porto a Porto . Cave de Amadeu . Strauss . LVMH . Empório Santa Terezinha . Casa do Porto . Stellium
Durante todo o evento - Exposição de Arte com os artistas Mai Bavoso e Ariadne Decker, que estarão pintando ao vivo e expondo suas telas.
18h30 - Abertura
19h – In vino Veritas – O mundo do Vinho em (R) evolução”, com Sommelier Ariel Pérez, Chile – Degustação de vinhos de diferentes países, com dados das últimas safras, alteração nas características originais do terroir de cada um e perspectivas. Vinhos confirmados: Prosecco Faé, Itália, Domus Aurea 2004, EQ Matetic Syrah 2005, Chateau de Rougerie 2004, Clos de la Bergerie, biodinâmico de Nicolas Joly 2005, Ancient Pinot Noir 2003 (EUA)
21h – “Vinhos de Terroir”, com Mário Geisse (Chile) – Jantar e Degustação dos vinhos de autor que Mário Geisse tem desenvolvido em diversas partes do mundo, como seus projetos pessoais “El Sueño”. Degustação de Cave Geisse, El Sueño e Viña Casa Silva. Menu assinado pelo chef Fábio Lima, Spa do Vinho.
19 de setembro – sexta-feira
10h – Workshop de Gastronomia – Chef Osvaldo Gorski trabalha o tema "Bacalhau" - Formado na Academia D'Art Culinaire de Paris ( Le Cordon Bleu), Trabalhou no "1887" do conhecido Brown's Hotel em Londres, Lecionou na Laping Cooking School em Tóquio onde tambem prestava assessoria culinária a Embaixada do Brasil. Atualmente chefe do Bistrô da Rua, Porto Alegre e professor convidado na Escola de Gastronomia Aires Scavone.
11h – Degustação Paralela Vertical de Almaviva, enóloga Maria Amélia Duarte Flores. Safras 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004*. poderão ocorrer alterações.
13h – Piquenique pelo Vale – Vinícola Miolo, com Degustação Vertical Exclusiva de Lote 43, conduzida pelo enólogo Adriano Miolo
17h – Workshop Vinotherapia - Caudalie
18h – “Patagônia, seus vinhos, sua beleza e magia”, Lucas Nemesio, propretário da Bodega NQN, Neuquén, Argentina – apresentação dos vinhos elaborados nesta inóspita região, onde a natureza é a rainha absoluta. Vinhos: Espumante Malma Extra Brut, Sauvignon Blanc Reserva Malma, Pinot Noir Reserva Malma, Malbec Reserva Malma, Merlot Gran Reserva Malma e NQN Colección
19h30 – “Vinhos Biodinâmicos, um estilo de vida”, Marketing Manager da Avondale, Krige Visser, África do Sul. uma nova forma de elaborar vinhos, respeitando o meio ambiente, as energias do universo e o terroir. Os biodinâmicos são elaborados em sintonia com as forças naturais, vinhos únicos e instigantes. Vinhos: Rose Avondale, Pinotage Avondale, Cabernet Sauvignon Gran Reserva Avondale, Shiraz Gran Reserva Avondale, Graham Reserva Avondale, Muscat Blanc Avondale
21h – “Piccolo Mondo – sabores daqui e de lá, uma divertida combinação”, jantar em uma pequena osteria em Monte Belo do Sul, com os vinhos Malma e Avondale. Vinhos: Chardonnay Avondale, Merlot Reserva Malma, Julia Avondale e Blend Branco Picada 15 Patagônia.
20 de setembro – sábado
10h30 – “A arte dos grandes vinhos de sobremesa” . Sommelier Flavio Bim, (Curitiba). Importadora Porto a Porto . Flavio contará detalhes da elaboração e curiosidades sobre os clássicos vinhos de sobremesa. Degustação exclusiva dos vinhos Porto Messias 10 anos, Douro, Portugal, Justino's Madeira 10 anos, Santa Carolina Late Harvest (Chile), Chateau Cantegrill AOC Sauternes, Bordeaux, Jeréz Fino Rey Fernando de Castilla Doce (Espanha).
12h – “Vinho e Guerra – A França e a Segunda Guerra Mundial”, com Juliano Ferreira, consultor de vinhos e história, Porto Alegre, Brasil. Comentários sobre a influência da segunda guerra mundial na história do vinho Francês; curiosidades e aspectos que marcaram este momento da humanidade. Degustação dos vinhos: Champagne Veuve Clicquot, Domaine Paul Blanck Gewurztraminer (Alsace) e Chateau Mouton Rothschild 1999 AOC Pauillac.
14h – Almoço harmonizado de encerramento – o Melhor do Brasil – Degustação dos vinhos Don Laurindo, Salton, Marson, Pizzato e Miolo, além do VE – Villa Europa. A apresentação será feita pelos enólogos das vinícolas presentes. Cardápio do Chef Fabio Lima
Valor individual, com hospedagem em apartamento duplo, participação completa no evento, degustações e jantares (exceto degustação paralela) – R$ 1200,00
Acompanhantes – hospedagem e pensão completa – R$ 870,00
Degustação Paralela Almaviva – R$ 450,00
Formas de pagamento:
Até 3x – cheque ou à vista em depósito bancário. Haverá uma van saindo de Porto Alegre / Bento Gonçalves, em horário determinado pela organização do evento, informe-se.
Maiores informações e inscrições – mariaamelia@vinhoearte.com ou lucianazotz@terra.com.br
51 9331 6098 ou 93156469
Apoio:
SPA do Vinho . SCA Mobiliário Contemporâneo . Glass . Flow Comunicação . Miolo Wine Group . Don Laurindo . Vinhos Salton . Vinhos Marson . Pizzato Vinhas e Vinhos . Cantu . Adega Uniagro . Reloco . Decanter . Vinhos do Mundo . Casa Flora / Porto a Porto . Cave de Amadeu . Strauss . LVMH . Empório Santa Terezinha . Casa do Porto . Stellium
Lucas Nemésio apresentará seus vinhos
Não costumo escrever, no blog, sobre vinho estrangeiro, mas vou abrir uma exceção para o amigo Leocir Vanazzi, da Vinhos do Mundo, que lançará o Espumante e Pinot Noir da Bodega Malma NQN, dia 18, com a presença de Lucas Nemésio, proprietário da vinícola.
A uva Pinot Noir será a estrela da noite. A Vinhos do Mundo vai apresentar os novos rótulos da Bodega Malma NQN. O evento enogastronômico ocorrerá no Espaço Gourmet da Avenida Doutor Carlos Barbosa a partir das 20h30, com o lançamento do Espumante Malma Extra Brut e do Malma Reserva Pinot Noir. Na ocasião, estará presente Lucas Nemésio, proprietário da Bodega NQN.O Espumante Malma Extra Brut é composto 40% de Pinot Noir e 60% de Chardonnay. As uvas vem dos vinhedos de Picada 15, que ficam em San Patricio del Chañar, no Vale do Neuquén, na Patagônia, sul da Argentina. É um espumante amarelo-esverdeado brilhante, com borbulhas pequenas e persistentes. Seu aroma é de frutos tropicais e cítricos, e apresenta acidez equilibrada, com um suave final de boca. O espumante sofre a segunda fermentação pelo método Champenoise.
Já o vinho Malma Reserva Pinot Noir safra 2004 é vencedor da Medalha de Prata do Concurso Mundial de Bruxellas 2005, o que já diz muito de sua qualidade. É um exemplar de uma tonalidade vermelha brilhante, com aroma de frutas vermelhas, frutado, equilibrado e elegante. O Reserva Pinot Noir passou por seis meses em barricas de carvalho francês e americano, e depois de engarrafado ainda foi mantido na adega por quatro meses. Essas características são resultado do terroir da Patagônia, que possui clima árido e desértico, especial para o cultivo da Pinot Noir, e também Chardonnay, Malbec, Merlot, Cabernet Sauvignon, Sauvigono Blanc. A Patagônia é uma importante região vinícola e ajuda a traçar a história vinicultura da Argentina. Em 2007, a Bodega NQN foi selecionada como a melhor vinícola da Argentina no V Prêmio La Nación.
Lucas Nemésio começou no mundo dos vinhos trabalhando no projeto arquitetônico da Bodega NQN. Hoje, além de sócio e diretor da vinícola, é responsável pelo desenvolvimento dos negócios da empresa.
A uva Pinot Noir será a estrela da noite. A Vinhos do Mundo vai apresentar os novos rótulos da Bodega Malma NQN. O evento enogastronômico ocorrerá no Espaço Gourmet da Avenida Doutor Carlos Barbosa a partir das 20h30, com o lançamento do Espumante Malma Extra Brut e do Malma Reserva Pinot Noir. Na ocasião, estará presente Lucas Nemésio, proprietário da Bodega NQN.O Espumante Malma Extra Brut é composto 40% de Pinot Noir e 60% de Chardonnay. As uvas vem dos vinhedos de Picada 15, que ficam em San Patricio del Chañar, no Vale do Neuquén, na Patagônia, sul da Argentina. É um espumante amarelo-esverdeado brilhante, com borbulhas pequenas e persistentes. Seu aroma é de frutos tropicais e cítricos, e apresenta acidez equilibrada, com um suave final de boca. O espumante sofre a segunda fermentação pelo método Champenoise.
Já o vinho Malma Reserva Pinot Noir safra 2004 é vencedor da Medalha de Prata do Concurso Mundial de Bruxellas 2005, o que já diz muito de sua qualidade. É um exemplar de uma tonalidade vermelha brilhante, com aroma de frutas vermelhas, frutado, equilibrado e elegante. O Reserva Pinot Noir passou por seis meses em barricas de carvalho francês e americano, e depois de engarrafado ainda foi mantido na adega por quatro meses. Essas características são resultado do terroir da Patagônia, que possui clima árido e desértico, especial para o cultivo da Pinot Noir, e também Chardonnay, Malbec, Merlot, Cabernet Sauvignon, Sauvigono Blanc. A Patagônia é uma importante região vinícola e ajuda a traçar a história vinicultura da Argentina. Em 2007, a Bodega NQN foi selecionada como a melhor vinícola da Argentina no V Prêmio La Nación.
Lucas Nemésio começou no mundo dos vinhos trabalhando no projeto arquitetônico da Bodega NQN. Hoje, além de sócio e diretor da vinícola, é responsável pelo desenvolvimento dos negócios da empresa.
Assinar:
Postagens (Atom)
