sábado, 29 de março de 2014

Passarela do SPFW terá desfile de espumantes brasileiros

Pelo quarto ano e sétima edição consecutiva, os espumantes brasileiros desfilarão entre as maiores personalidades do universo da moda brasileiro. Isso porque, o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) renovou apoio para a edição de lançamentos Verão 2014/15 do São Paulo Fashion Week (SPFW), que ocorre entre os dias 31 de março a 4 de abril, no Parque Cândido Portinari, na capital paulista.Durante a mais importante semana de moda do país, cinco vinícolas (Domno do Brasil, Famiglia Zanlorenzi, Laurentia Vinhedos do Brasil, Peterlongo e Vinícola Aurora) estarão servindo seus produtos no lounge da Agência Luminosidade, no qual circulam estilistas, modelos e celebridades. Como no ano anterior, um sommelier fará treinamento para os garçons do espaço com o objetivo de envolvê-los no universo dos espumantes e fazer com que realcem para o público as peculiaridades dos produtos servidos, imprimindo conhecimento em cada taça servida.


Garibaldi terá o primeiro condomínio residencial vitivinícola do Brasil

                                                Maurênio Stortti
                                               Foto Valéria Loch

Muita gente sonha em produzir seu próprio vinho. O Brasil acaba de aderir à onda dos condomínios vitivinícolas. Em Garibaldi, o Terroir Vinhedos Exclusivos, é a primeira experiência no gênero e terá como produto o espumante. O lançamento conceitual foi realizado pela Lex Empreendimentos Imobiliários com assessoria do Grupo M. Stortti Consultoria, na quinta-feira, dia 27 de março, às 10h, nas dependências do Hotel Hilton Morumbi, em São Paulo. Depois,  houve lançamento em Porto Alegre.
O evento reuniu a grande mídia nacional e, sexta-feira, dia 28, o lançamento foi  realizado em Porto Alegre, para a mídia do Rio Grande do Sul. O empreendimento de luxo, estará localizado no coração do Vale dos Vinhedos, em território garibaldense, região reconhecida internacionalmente como importante área para o plantio de uvas e produção de espumantes. O investimento será de R$ 30 milhões. 
O Terroir Vinhedos Exclusivos ocupa um terreno de 284.029 metros quadrados, próximo ao loteamento Alto das Videiras. Na primeira fase, serão vendidos 58 lotes de cerca de mil metros quadrados cada um, por R$ 450 mil. Além das videiras, que começam a ser plantadas neste ano, e das caves e instalações ligadas ao espumante, haverá um hotel boutique com 26 lofts, cuja bandeira está em negociação. O espaço de lazer inclui sala de jogos, piscinas, quadras e uma área de preservação ambiental de mais de 42 mil metros quadrados. A taxa condominial, que contempla a produção das 600 garrafas anuais, será por volta de R$ 30 mil ao ano. 
Uma comitiva de Garibaldi, formada pelo prefeito, Antonio Cettolin, secretária de Turismo e Cultura, Ivane Fávero, presidente da Câmara de Vereadores, José Bortolini, presidente da Apeme, Luciano Frubbel, presidente da CIC, César Ongaratto acompanhou o lançamento do projeto.A secretária de Turismo e Cultura, Ivane Fávero, reforçou que essa proposta inovadora posicionará Garibaldi como um dos principais destinos do enoturismo no Brasil. “Essa experiência nova, já conhecida em outros países, onde fizemos pesquisas e percebemos que essa era uma tendência atual, tem muito mais que um valor no aspecto material, vai auxiliar a posicionar Garibaldi como a capital do Espumante, onde se fazem os melhores produtos e um dos principais destinos de enotutismo do Brasil” finaliza. 
O prefeito Antonio Cettolin, comemora o lançamento do empreendimento e lembra a preocupação do município, que sempre foi de fortalecer o espumante, que nasceu aqui há 100 anos. “Este empreendimento, vem fortalecer ainda mais o produto. Isso será um marco para Garibaldi, reforçará a imagem da nossa cidade, do nosso produto e será importante economicamente, uma vez que tratá compradores de todo o país que certamente movimentarão nosso comércio e empresas. Mais uma vez parabenizamos a família Siviero por proporcionar esse momento diferente à Garibaldi” explica o prefeito Cettolin.
A ideia surgiu para confirmar Garibaldi como berço do espumante. "Tentamos materializar essa busca de autoestima num projeto imobiliário", conta Maurenio Stortti, diretor da empresa de consultoria, que chama a região de "Toscana Brasileira", e conta atrair empresários do triângulo Rio/São Paulo/Minas. 
Como costuma acontecer nesses empreendimentos, não apenas o enólogo se torna um chamariz, a equipe de arquitetos também. No projeto brasileiro, toda a área ligada ao vinho foi entregue ao escritório de arquitetura Bórmida y Yanzón, de Mendoza, na Argentina. "Recorremos a estrangeiros, já que queríamos uma solidez técnica e ainda não havia um projeto destes aqui", explica Stortti. 
A dupla de arquitetos Mario Yanzón e Eliana Bórmida soma inúmeros projetos semelhantes nos últimos anos e é referência em matéria de vinícolas. Na Argentina, eles assinaram as Bodegas Salentein e Norton, e em Portugal, a Quinta do Seixo Sogrape. Em 2010, pela Bodega Diamandes, ganharam o Great Wine Capitals como melhor arquitetura e paisagismo do mundo.
A moda, que já pegou em Portugal, Espanha, Argentina e outros países do Novo Mundo, consiste em seduzir pessoas comuns a produzirem um produto para chamar de seu. Para dar consistência ao projeto, o empreendimento gaúcho traz um nome de peso: o engenheiro agrônomo e enólogo chileno Mario Geisse. Proprietário da Família Geisse, em Pinto Bandeira, e enólogo da Casa Silva, no Chile, ele é uma figura de destaque internacional. Para Mario Geisse, a experiência é instigante: "Nunca participei de um projeto assim. Tenho toda a estrutura da minha vinícola e 35 anos de conhecimento no assunto para compartilhar". 

O empreendimento brasileiro é um híbrido entre os que existem em outros países. Aqui, não haverá videiras no quintal de cada um. O espaço reservado para o plantio de uvas (das variedades chardonnay e pinot noir) é o mesmo para todos os proprietários. A fermentação e parte da elaboração do espumante serão feitas nas instalações da Família Geisse, de acordo com o método tradicional francês. A fase final acontecerá nas caves do condomínio. Os proprietários terão direito a 600 garrafas por ano e escolherão características fundamentais da bebida: porcentagem de uvas, tempo de maturação, estilo (nature, brut, extra brut) e rótulos. As primeiras garrafas devem estar prontas em cinco ou seis anos.

Spa do Vinho lança 1º condomínio vitivinícola 5 estrelas do Brasil

Adriano Miolo, enólogo, Deborach Villas-Boas Dadalat e Aldemir Dadalt, os sócios
                     Vinicola Miolo no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonaçlves
                        Fotos .Doc
  
A história de produzir o próprio vinho entrou mesmo na moda, no Rio Grande do Sul, assim como já acontece na Europa, nos Estados Unidos e em alguns países da América Latina, como Chile e Argentina. A Vinícola Miolo está propondo um sistema que prevê arecadar R$ 25 milhões em investimentos no Vale dos Vinhedos.
O primeiro condomínio vitivinícola com serviços cinco estrelas e Denominação de Origem do Brasil acaba de ser lançado no mercado. O Spa do Vinho, premiado complexo enoturístico do Vale dos Vinhedos, agora abre seus vinhedos para enófilos que desejam cultivar e produzir seu próprio vinho com a única Denominação de Origem do Brasil – a do Vale dos Vinhedos. A expansão do negócio prevê levar R$ 25 milhões em investimentos e uma nova atividade econômica ao Vale dos Vinhedos. 
Inaugurado em 2007 no coração da principal região produtora de vinhos finos do país, o Spa do Vinho ingressa em uma nova etapa – além de luxury-hotel, spa vinoterápico e centro de eventos enogastronômicos, o complexo acaba de fundar uma confraria dedicada à produção de vinhos em sistema de condomínio. “Esta ampliação do negócio específico do Spa do Vinho, de hotel para condomínio vitivinícola, já era uma meta desde quando assumimos o complexo, no entanto sabíamos que exigiria um longo período de maturação. Estamos na décima safra do nosso vinhedo, produzindo um vinho de comprovada qualidade, o hotel consolidou-se com um dos vinte melhores do país em seu segmento, o Spa Caudalie segue ganhando prêmios e temos uma bandeira internacional dentre os mais exclusivos luxury-hotels da Marriott. É o momento certo para a ampliação”, relata o sócio-diretor Aldemir Dadalt.
Agora sob o título de Spa do Vinho Hotel & Condomínio Vitivinícola, o empreendimento traz um novo modelo econômico ao Vale dos Vinhedos. Destaque no cenário turístico nacional, foi eleito “Melhor Spa do Brasil” (Prêmio Viagem & Turismo 2011/2012) e chancelado pela Marriott International como único representante do país do selo “Autograph Collection”, uma seleta rede de hotéis independentes escolhidos por sua excelência e exclusividade. Esta trajetória consistente permitiu à Harvest, sócia-operadora do Spa do Vinho, evoluir para um conceito ainda mais completo de enoturismo, no qual o enófilo não apenas visita o terroir, mas tem oportunidade de nele cultivar e produzir seu próprio vinho. 
O projeto foi desenvolvido pela sócia-diretora Deborah Villas-Bôas Dadalt a partir de condomínios vitivinícolas de sucesso em tradicionais regiões vinícolas como Napa Valley e Mendonza. “Podemos dizer que esta será a ultimate experience para os amantes do vinho, uma oportunidade real de acompanhar o cultivo, colher, vinificar, rotular e levar para casa seu próprio vinho premium, com denominação de origem”, explica Deborah. Uma reunião de investidores, realizada esta semana no próprio hotel (fotos anexas), instituiu oficialmente o condomínio. 
As principais diretrizes desta nova etapa do empreendimento são claras – a experiência de produzir o vinho pode ser tão elegante e prazerosa quanto a de degustá-lo. Assim, quem se torna membro desta exclusiva confraria adquire não apenas um lote de vinhedo, mas também um apartamento ou suíte no hotel, com direito a toda mordomia de um cinco estrelas world class, como a prestigiada revista americana Wine Enthusiast classificou o Spa do Vinho no ano passado.
Cada cota do Lote 41 custa R$ 350 mil por ano. Vinte já foram adquiridas, especialmente por empresários da região Sudeste do país. A expectativa é incorporar outros 40 confrades até o final do ano, finalizando a capacidade para os atuais 1,5 hectare de vinhedo da variedade Merlot, com 10 anos de cultivo. Nos próximos cinco anos, a ideia é chegar a 13 hectares, permitindo a entrada de novos sócios – limitados a 120 no total – e incluindo todas as uvas autorizadas pela D.O. Vale dos Vinhedos (Chadonnay, Pinot Noir e Cabernet Franc, além da Merlot). Nesta etapa, os sócios também poderão elaborar vinhos brancos e espumantes também. Hoje, só é possível vinho tinto.
Café da manhã à francesa, centro de eventos de última geração, galeria de arte, spa francês de vinoterapia, dois restaurantes gourmet e uma esplendorosa adega – a maior dentro de um hotel no país, com capacidade para 40 mil garrafas e acervo de mais de 600 rótulos – são alguns dos diferenciais que os novos vitivinicultores terão à sua disposição enquanto cuidam de seus vinhedos certificados. Cada proprietário tem pelo menos quatro semanas de cortesia no hotel para garantir sua presença em cada uma das etapas da vitivinicultura, nas diferentes estações do ano. Mas este período pode ser ampliado sempre que desejar, pois todas as áreas do complexo oferecem tarifas diferenciadas para os membros da Confraria Spa do Vinho, além de uma programação mensal de degustações, palestras técnicas e visitas à vinícolas.
Sócia fundadora do Spa do Vinho, a Vinícola Miolo será a principal parceira do empreendimento para o processo de cultivo e vinificação. Esta cooperação já é histórica, pois os enólogos Adriano Miolo e Michel Roland – consultor da vinícola durante anos – criaram com Aldemir Dadalt o VE, o tinto 100% Merlot premiado como um dos melhores do Vale dos Vinhedos e vendido unicamente no hotel.
Através do condomínio, os proprietários podem vinificar seu lote do parreiral em parceria com a vinícola de sua opção pessoal, recebendo anualmente a quantidade correspondente à fração ideal de sua unidade –com mínimo de 10 caixas (60 garrafas) por safra vinificada – e podendo escolher o estilo do vinho e fazer uma rotulagem própria. Os membros da Confraria Spa do Vinho também podem comercializar seus vinhos, o que é interessante para aqueles que possuem diversas unidades e consequentemente produzirão centenas de garrafas ao final de cada safra. O Merlot VE 2005, por exemplo, é comercializado a R$ 400,00 a garrafa. 
Além do valor do apartamento, o único gasto dos novos vitivinicultores é a taxa mensal de condomínio (no valor de R$ 4 mil) destinada à conservação e manutenção da unidade e do vinhedo (incluindo toda a vinificação, barricas de carvalho francês, garrafas, rolhas e trabalhos da vinícola parceira), que inclusive pode não ser cobrada. Isto porque durante as semanas em que o proprietário não o utiliza, o apartamento permanece à disposição do pool do hotel, destinado a hóspedes e participantes de eventos. Diferenças entre o resultado positivo e a taxa de condomínio são rateadas e distribuídas mensalmente em forma de rendimentos para os proprietários. “Cultivar um magnífico terroir, produzir um vinho de excelência e ainda ter a possibilidade de receber rendimentos mensais é uma equação atraente até para quem não é um enófilo inveterado”, comenta o CEO Adriano Miolo. Ele sabe muito bem do que fala, pois há anos coordena um projeto pioneiro da Miolo para vitivinicultores iniciantes chamado “Winemakers”, reunindo enófilos de vários estados brasileiros.
 Às vésperas da Copa 2014, o Spa do Vinho renovou-se completamente para honrar o contrato firmado com A FIFA, através da Match, para abrigar delegações e turistas estrangeiros. Com 12.500 m2 de área construída, no alto da colina do Lote 41 da Linha Leopoldina, seus vinhedos já têm capacidade para produzir mais de 10 mil garrafas de Merlot D.O. a cada safra.
A partir deste mês, com a ampliação de suas atividades, o Spa do Vinho torna-se pioneiro em oferecer ao mercado nacional um condomínio vitivinícola com serviços de luxo e produção rateada de vinho com denominação de origem. Com o novo modelo de negócio, o perfil enoturístico de sucesso – que alia marca valiosa, serviços de luxo e bandeira internacional – se mantém e ainda ganha valorização patrimonial, dada a alta demanda do mercado para a as propriedades em condomínios vitivinícolas. “Hoje contamos com duas dezenas de proprietários fundadores, que investiram no empreendimento desde 2007. Para tornar-se um novo confrade é preciso contar com a anuência do conselho, pois buscamos garantir a unidade de interesses e a longevidade do grupo”, informa Dadalt, que já tem em mãos uma lista de espera para a reservas das novas unidades. “Como o preço é convidativo, acredito que possamos rapidamente dobrar o número de vitivinicultores do Vale dos Vinhedos”. 

Esta é, aliás, a boa notícia capaz de dar um impulso extra ao desenvolvimento da principal região vinícola do país – ao invés de loteamentos residenciais ou fábricas, agora poderá ser mais lucrativo transformar as belas colinas do vale no paraíso de diversos pequenos vitivinicultores apaixonados pelo bom vinho brasileiro.

Lançamento do cadastro vitivinicola na Embrapa Uva e Vinho


Capa do CD com o cadastro vitivinicola















                 Enólogo Zanus, à direita, coordenou o lançamento
                 Fotos Martha Caus/D/JN

O resultado de um trabalho de quatro anos e que subsidiará o setor vitivinícola com dados e informações importantes foi apresentado na tarde desta sexta-feira (28), no auditório da Embrapa Uva e Vinho, em Bento Gonçalves (RS). Realizado em parceria pela entidade anfitriã e o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), com apoio da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa/RS) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), os dados coletados foram agrupados no CD Cadastro Vitícola o Rio Grande do Sul 2008 a 2012 e apresentado para dirigentes de entidades, viticultores e representantes políticos.
O material contém informações como o número e tamanho de propriedades, variedades americanas, híbridas e viníferas, idade dos vinhedos, áreas georreferenciadas e produtividade, entre outras categorias que contribuem para embasar estratégias de qualificação da produção. Os dados disponibilizados em um CD que será distribuído para as entidades do setor e órgãos governamentais ligados a atividade, também estão disponíveis para consulta e download gratuito no site da Embrapa Uva e Vinho (www.cnpuv.embrapa.br/pesquisa/cadastro/cds/2008-2012/dados/home.html).
A pesquisadora e coordenadora do Cadastro Vitícola, Loiva Maria Ribeiro de Mello, ao detalhar os itens que constam no CD, apontou algumas conclusões do levantamento como, por exemplo, a diminuição de área de variedades viníferas tintas e o aumento dos espaços destinados à produção de uvas para elaboração de sucos. Outra informação detalhada pela pesquisadora foi o aumento de área plantada em regiões como as de Vacaria, Guaporé, Serra do Sudeste e Campanha. “O cadastro dá subsídios para justificar políticas públicas e elaborar um mapa da produção de uvas no estado. A implantação do georreferenciamento confere maior precisão e confiabilidade ao levantamento”, afirmou.
Para o chefe-geral da Embrapa, Mauro Zanus, o cadastro é um instrumento importante tanto para suporte aos pedidos de IGs, para o conhecimento acerca da extensão de cada cultivar nos municípios e sobre a história da viticultura gaúcha. “O cadastro é um reflexo do que está sendo demandado pelo mercado e que pode servir como um alerta para que, tanto os produtores quanto a indústria, considerem os elementos da nossa vitivinicultura que nos diferenciam de outros países”, comentou.
O presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin, Moacir Mazzarollo, e o presidente da Comissão Interestadual da Uva, Olir Schiavenin, apontaram a necessidade de expandir o cadastro para os demais estados do país. Mazzarollo destacou que é preciso dar continuidade às atualizações anuais e aperfeiçoar os processos de levantamento de informações. “Para isso, é fundamental o apoio das instituições que representam os viticultores, sindicatos e associações, com o objetivo de qualificar o trabalho de campo realizado nas propriedades”, sugeriu.
A coordenação técnica do Cadastro Vitícola é realizada pela Embrapa Uva e Vinho, por delegação do Mapa. O projeto é financiado pelo Ibravin, com recursos do Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura (Fundovitis/RS). Os levantamentos contam com o apoio  dos sindicatos de trabalhadores rurais e Emater/RS. O estudo priorizou o cadastro de propriedades por georreferenciamento, principalmente das áreas em regiões que buscam ou já obtiveram uma Indicação Geográfica (IG).
Destaques da viticultura gaúcha
A viticultura do Rio Grande do Sul está presente em 28 das 35 microrregiões do estado e em 15.221 propriedades rurais. A área ocupada com vinhedos, em 2012, foi de 41.076 hectares (ha), sendo 2,60 ha a média por propriedade. As 10 microrregiões mais importantes são responsáveis por 97,43% da área de vinhedos do estado.
Variedades do grupo Americanas, usadas em larga escala na produção de vinho de mesa e suco, estão presentes em todas as microrregiões e somaram 18.189,59 ha, em 2012, representando 38,64% da área total de videiras. A produção foi de 320.016,33 toneladas, 42,26% da produção total do Estado. As Híbridas, com área de 16.096,66 ha produziram, em 2012, 356.239,27 toneladas e representam 39,19% e 47,04 % da área e da produção do estado, respectivamente. Tanto as americanas quanto as híbridas são usadas também para consumo in natura.
As variedades viníferas, usadas para elaboração de vinhos finos, ocuparam uma área de 6.606,03 ha, com produção de 81.031,89 ha, o que equivale a 16,08% da área e 10,70% da produção do estado.
O agrupamento viníferas apresenta o maior número de cultivares, totalizando 99. Entretanto, 95% da área refere-se a 29 cultivares. A cultivar Cabernet Sauvignon, de maior área, ocupou 1.341,69 ha, em 2012, com produção de 12.556,92 toneladas, ou seja, 20,31% da área e 15,50% da produção de uvas viníferas do Rio Grande do Sul. Essa cultivar é usada especialmente para produção de vinho tinto fino.
A cultivar Merlot, uma das tradicionais para elaboração de vinhos finos, ocupou 887,41 ha, em 2012, representando 13,43% da área.
A cultivar Chardonnay, usada para elaboração de vinhos finos brancos e espumantes, ocupou 822,91 ha e representa 12,46% da área.
A Moscato Branco ocupou 631,46 ha e representou 9,56% da área e 16,94% da produção, mostrando-se muito produtiva. Tem sido usada para elaboração de espumante moscatel, vinho frisante e vinho tranquilo.

A cultivar Tannat, usada para elaboração de vinhos tintos finos, ocupou uma área de 351,11 ha, representando 5,31% da área e 6,02% da produção do agrupamento das cultivares viníferas do estado do Rio Grande do Sul.

Miolo lançou Gamay 2014


 A qualidade da vindima deste ano poderá ser conferida em abril com o lançamento do Miolo Gamay, primeiro vinho tinto da safra 2014 a ser apresentado pela Miolo Wine Group. O resultado da safra, aliado a investimentos em tecnologia e manejo realizados nos últimos anos pela empresa, tem proporcionado a cada ano aumento da qualidade do varietal, que tem como marcas a leveza e a jovialidade e é elaborado na região da Campanha no projeto Seival Estate. 
A Miolo é uma das poucas vinícolas que elabora o Gamay na América do Sul seguindo o conceito francês “beaujolais nouveau”, que marca na França e em mais de 200 países a chegada da nova safra. O vinho é elaborado pelo processo tradicional de maceração carbônica, no qual as uvas fermentam inteiras (nos próprios cachos) nos tanques. 
A temperatura ideal para seu consumo é de 10ºC a 12ºC. “É um tinto que deve ser degustado gelado. É uma bebida de verão, aromática e alegre, ideal para ser consumida na praia, na piscina e em tantas localidades brasileiras caracterizadas pelo calor”, diz o diretor superintendente da Miolo, Adriano Miolo. O Gamay é um vinho de estrutura leve, com características para ser consumido jovem, no mesmo ano da elaboração. 
A Miolo tradicionalmente investe na criatividade dos rótulos que vestem a garrafa do Gamay, e desta vez não foi diferente. Seguindo a linha de telas assinadas por artistas brasileiros, retratando alegria, festividade e brasilidade, a Miolo elegeu a mais importante obra da artista Tarsila do Amaral para ilustrar seu rótulo: “Abaporu”, a arte mais importante já produzida no país, que simboliza o Movimento Modernista brasileiro. 
Uma novidade também está presente no contrarrótulo do Gamay 2014. Foi desenvolvido um QR Code que, quando escaneado, oferece a opção de leitura em português, espanhol e inglês. Em função do grande número de estrangeiros que estarão no país para a Copa do Mundo de 2014 e seguindo as tendências mundiais de comunicação, através de plataformas mobiles, a Miolo dará aos seus clientes acesso a informações sobre Tarsila do Amaral e sua obra. 

Através do QR Code será possível também comprar o produto diretamente da loja virtual da Miolo e compartilhar o conteúdo sobre a obra de Tarsila do Amaral nas redes sociais. O desenvolvimento do packaging e ação digital são assinados pela Zorzo Design Estratégico.

Miolo Cuvée Giuseppe Chardonnay foi premiado no Chardonnay du Monde


O vinho branco Miolo Cuvée Giuseppe Chardonnay 2012 recebeu Medalha de Prata na 21ª edição do tradicional concurso francês Chardonnay du Monde, realizado entre os dias 12 e 15 de março no Château des Ravatys, na região da Borgonha. Cerca de 300 degustadores de 40 nacionalidades elegeram o rótulo da Miolo Wine Group (MWG) em um universo de aproximadamente 800 amostras. 
Cuvée é um termo francês para “corte”, que representa a essência do Miolo Cuvée Giuseppe Chardonnay, um corte de diferentes parcelas de chardonnay, selecionadas nos vinhedos da família em Bento Gonçalves (RS). Parte do vinho é vinificada em barris de carvalho francês, o que confere à bebida aromas amanteigados e de baunilha. “É um branco potente, de grande volume de boca e complexidade”, afirma Miguel Ângelo Vicente Almeida, enólogo da MWG.


Dunamis apresentará seus vinhos criativos e descomplicados no Circuito Brasileiro de Degustação


A Dunamis, de Dom Pedrito,  reuniu seus principais rótulos para a etapa de Porto Alegre do Circuito Brasileiro de Degustação. A vinícola é reconhecida por seus vinhos criativos e descontraídos, elaborados pelos enólogos Thiago Peterle, 24 anos, e Vinícius Bortolini Cercato, 25 anos, jovens inquietos que trazem um novo estímulo à cultura do vinho, oferecendo o prazer da descoberta a novos consumidores.
“Nossos produtos refletem a proposta da marca em oferecer vinhos criados para um público de espírito jovem e descolado”, explica Celso Gromowski, gerente geral da Dunamis.
Entre os projetos da vinícola, está o primeiro e único Merlot Branco do Brasil, desenvolvido pelo processo Blanc de Noir, no qual o suco das uvas é separado imediatamente, evitando a extração da cor e do tanino nas cascas.
Na linha de espumantes, destaque para os novos Dunamis Brut e Dunamis Extra Brut, feitos pelo método champenoise – ou tradicional -, o mesmo utilizado na produção das famosas borbulhas da região francesa de Champagne.
O Circuito Brasileiro de Degustação é realizado pelo Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) e acontece dia 1º de abril, no Salão Nobre da Catedral, das 16 às 21 horas para profissionais do setor, e das 19 às 21 horas para o consumidor final.
1º de abril, terça-feira
Salão Nobre da Catedral | Rua Duque de Caxias, 1047 - Centro Histórico
16h às 21h – Profissionais do Setor
19h às 21h – Consumidor Final 
Fundada em 2010, a Dunamis está localizada nos municípios de Dom Pedrito, na Campanha, e de Cotiporã, na Serra Gaúcha. Descomplicados, seus vinhos são reunidos em coleções que facilitam a escolha:
Elementos Cor, Ser e Tom – um tinto, um branco e um rosé;
Elementos Ar – espumantes Brut e Moscatel;

Movimento – varietais Cabernet Franc, Merlot, Pinot Noir, Pinot Grigio, Merlot Branco, Sauvignon Blanc (em breve o lançamento de um Tannat) e os espumantes champenoise Dunamis Brut e Dunamis Extra Brut.

terça-feira, 25 de março de 2014

Galvão Bueno lançou um Brunello di Montalcino



                          Bueno-Cipresso Brunello di Montalcino 2007, 2005 e 2004


                             Galvão Bueno e Roberto Cipresso na Toscana

Em parceria com o enólogo italiano Roberto Cipresso, Galvão Bueno acaba de lançar o Bueno-Cipresso Brunello di Montalcino, produzido na vinícola Poggio al Sole, no coração da Toscana - um legítimo D.O.C.G. (Denominação de Origem Controlada e Garantida). A informação é de Cristina Bielecki - Cel.: 11 99111 8970 - crisbielecki@uol.com.br
Galvão Bueno teve o privilégio de rodar o mundo nos últimos 40 anos trabalhando com eventos esportivos. Foram essas viagens que lhe permitiram conhecer e se relacionar com diferentes culturas, costumes e sabores. Foi em países como Portugal, Espanha, França e Itália que Galvão teve contato mais intenso com a cultura dos vinhos europeus e desenvolveu uma relação que acabou se transformando em uma nova paixão. Com o tempo, foi apurando o paladar, experimentando diferentes rótulos, conhecendo produtores e estudando diferentes tipos de uvas para entender como as nuances, presentes em cada vinho, diferenciam uma garrafa da outra, uma safra da anterior.
A bagagem internacional levou Galvão a se interessar também pela indústria brasileira de vinhos. Entrou em contato com produtores locais e decidiu introduzir essa nova paixão na sua vida empresarial. “Procurando o perfeito terroir brasileiro, fundei a Bueno Bellavista Estate, na região do Seival, na Campanha Gaúcha, no paralelo 31, a mesma latitude dos vinhos produzidos na Argentina, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul”, conta. Sua primeira realização foi uma escolha pessoal, um vinho tinto, de corte bordalês: o Bueno Paralelo 31, lançado com o espumante Bueno Cuvée Prestige, em 2009. O sucesso foi imediato e, com ele, o incentivo para expandir os horizontes. Galvão criou, então, a Bueno Wines e lançou dois novos rótulos: o Bueno Bellavista Pinot Noir e o Bueno Bellavista Sauvignon Blanc.
Desde a Renascença, a Toscana é a região da Itália que mais atrai os olhares das pessoas ao redor do mundo. Rica na arte que se desenvolveu a partir de Florença, a região chama a atenção por suas belas paisagens e variada gastronomia, se transformando no destino de milhões de turistas em busca de prazer e romance. Além de todos esses atrativos, outro grande destaque é o seu terroir de terras perfeitas para o plantio de uvas selecionadas e com colinas que não passam de 550 metros de altitude, o que garante frescor e condições privilegiadas de cultivo, mesmo no verão. A melhor tradução dessas características se encontra na província de Siena, na comune de Montalcino, cidade com menos de seis mil habitantes que se tornou referência mundial por conta da produção de um dos mais conhecidos, renomados e conceituados vinhos D.O.C.G.: o Brunello di Montalcino.
Um legítimo D.O.C.G. (Denominação de Origem Controlada e Garantida) italiano, o Brunello di Montalcino é o mais importante vinho da Itália e um dos melhores do mundo, além de ser o tinto que melhor envelhece. A longevidade é uma das razões do seu enorme prestígio. Seu nome tem origem na uva utilizada em sua produção, a Sangiovese Grosso, que tem como uma de suas características mais marcantes a sua cor mais escura, o plantio desta cepa deve ser realizado em terrenos que vão de 250 metros a 400 metros de altitude evitando, assim, temperaturas muito baixas. Acondicionado em garrafas do tipo bordalesas, o Brunello possui graduação alcoólica de, no mínimo, 13% e, obedecendo a rígidas normas estabelecidas em Montalcino, só pode ser comercializado cinco anos após a colheita - com exceção do tipo Riserva, que entra no mercado apenas seis anos após a “vendemmia”. O tempo na madeira é responsável por sua cor, que vai de um enérgico rubi ao grená. Seu característico e intenso aroma é acompanhado de sabor robusto, harmônico e persistente, sendo também quente, seco e levemente tânico.
Nascido na região do Veneto, Roberto Cipresso dedicou-se, primeiramente, ao estudo das técnicas agrícolas. Quando se mudou para a Toscana, iniciou sua vitoriosa carreira de enólogo em Montalcino, trabalhando com os mais importantes produtores de vinhos da região. Em 1999, fundou a Winemaking, um grupo de consultoria agrônoma e enológica que atende vinícolas da Itália e do exterior. Seu conhecimento da terra e dos seus segredos o levou a iniciar a Winecircus, uma adega-laboratório experimental, dedicada à pesquisa da atividade vitivinícola, em parceria com as Universidades de Padova, Trento, Pisa e Udine. Entre suas principais criações estão o Cuvée feito especialmente para o Papa João Paulo II, em 2000, e o tinto desenvolvido para os 150 anos o “Melhor Enólogo Italiano”, durante o “Wine Oscar 2006”, e o “Homem do Ano”, pela revista Men’s Health, em 2008, na categoria “Comida”. Seu Brunello di Montalcino Riserva 2006 La Fiorita foi listado como um dos melhores vinhos italianos no “Best Italian Wines Awards 2012” e recebeu a medalha de ouro no “Merano Wine Festival 2012”.
O Bueno La Valletta, lançado em 2012, foi o primeiro resultado da união entre Roberto Cipresso e Galvão Bueno. O sucesso dessa parceria culminou na elaboração de mais um vinho, produzido na vinícola Poggio al Sole, no coração da Toscana, com o perfeito terroir da terra do sol e do romance, cheio de histórias e prazeres. Há documentos que atestam que, neste local, vinhos e azeites já eram produzidos com maestria desde o Século XII.
Bueno-Cipresso Brunello di Montalcino 2004
Elegante, autêntico e complexo, este legítimo Brunello di Montalcino Riserva é produzido apenas em anos nos quais a colheita é considerada uma safra excepcional. Uma obra-prima harmônica, vinificada e assinada, com maestria, pelo mestre e enólogo Roberto Cipresso. É um vinho com notas de frutas maduras, chocolate, estrutura fantástica e taninos elegantes. Excepcional.
Uvas: 100% Sangiovese Grosso | Região: Montalcino – Castelnuovo dell’Abate – Itália
Colheita: Manual | Produção: 6,3 ton/ha
Sistema de Produção: Espaldeira Simples em Cordão Esporonado
Vinificação
• Seleção de uvas na videira e na mesa selecionadora;
• Temperatura de fermentação controlada abaixo dos 30°C, em tanques de carvalho esloveno durante 12 dias com remontagens diárias;
• Leveduras selecionadas;
• Maturação durante 36 meses em barricas de carvalho francês de primeiro/segundo uso e de carvalho esloveno;
• Envelhecimento de 36 meses em garrafa antes da venda.
Degustação:
Análise visual: Vermelho rubi com tons granada.
Análise olfativa: Notas marcantes de ameixa, frutas do bosque, couro, nota mineral e baunilha.
Análise gustativa: Possui acidez e sabor equilibrados. Taninos pronunciados e maduros, com longa persistência.
Serviço e Harmonização:
Harmonização: Combina perfeitamente com as carnes suínas, vermelhas e selvagens, eventualmente acompanhadas com funghi e com o queijo pecorino toscano.
Temperatura de serviço: 18ºC a 20°C.
Taça recomendada: Grand Ballon “Borgogna”.
Bueno-Cipresso Brunello di Montalcino 2007
Maduro e redondo, este vinho, vinificado e assinado pelo mestre e enólogo Roberto Cipresso, exibe impressionante elegância e maturidade ao lado da escala formidável de aromas e palato característicos dos mais clássicos vinhos da Toscana. Um dos vinhos italianos com a maior longevidade, o Brunello di Montalcino foi o primeiro a receber (Denominação de Origem Controlada e Garantida).
Uvas: 100% Sangiovese Grosso | Região: Montalcino – Castelnuovo dell’Abate – Itália
Colheita: Manual | Produção: 4,9 ton/ha
Sistema de Produção: Espaldeira Simples em Cordão Esporonado
Vinificação
• Seleção de uvas na videira e na mesa selecionadora;
• Temperatura de fermentação controlada abaixo dos 28°C, em tanques de carvalho esloveno durante 10 dias com remontagens diárias;
• Leveduras selecionadas;
• Maturação durante 24 meses em barricas de carvalho francês de primeiro/segundo uso e de carvalho esloveno;
• Envelhecimento de 36 meses em garrafa antes da venda.
Degustação:
Análise visual: Vermelho rubi profundo.
Análise olfativa: Notas de ameixa, framboesa e rosas, com sensações balsâmicas e de tabaco.
Análise gustativa: Austero, taninos acentuados e acidez equilibrada.
Serviço e Harmonização:
Harmonização: Combina perfeitamente com as carnes vermelhas e selvagens, assadas ou grelhadas, eventualmente acompanhadas de funghi e tartufo. Muito interessante também com queijos, como o pecorino toscano.
Temperatura de serviço: 18ºC a 20°C.
Taça recomendada: Grand Ballon “Borgogna”.

Será distribuído pela Miolo Wine Group no Brasil inteiro a partir de março.

Sofisticação em 187ml

  Gran Legado Espumante Brut Charmat agora em mini garrafa, equivalente a uma taça. Vinho em taça já é uma prática conhecida. Agora também é possível degustar espumante na mesma medida. A Gran Legado acaba de lançar a mini garrafa do Espumante Brut Charmat com 187 ml, o equivalente a uma taça. Descontraída, a bebida harmoniza muito bem com o verão e passa a circular com maior versatilidade à beira da piscina, na praia ou nas baladas, caindo no gosto dos jovens.
A praticidade alia prazer ao consumo moderado, sendo uma excelente opção para quem deseja se refrescar na medida certa. Com a mesma sofisticação de uma garrafa de 750 ml, a mini traz uma diferença. Sua tampa é de rosca metálica (pilfer) que não interfere na qualidade do produto, sobretudo porque a oferta é ideal para consumo rápido. Além da segurança na vedação, a tampa também traz um design arrojado.
Quem provar o espumante, além de consumir design e um conceito moderno e consciente, também vai poder conferir os mesmos aromas e sabores do Gran Legado Espumante Brut Charmat da garrafa de 750 ml. O produto é leve, elaborado com uva base Chardonnay, apresentando com o corte das uvas Riesling e Viogner mais frescor e delicadeza. A bebida tem pouco tempo de envelhecimento para preservar as características da fruta.

A novidade entra para a linha de espumantes da Gran Legado, vinícola do Vale dos Vinhedos que coleciona prêmios internacionais pela qualidade de seus espumantes.

Châteauneuf-du-Pape Branco 2010



Bebi um Châteauneuf-du-Pape, da Domaine du Château de l’Hers Branco 2010 excelente. É  vinho Côtes Du Rhone predileto nas recepções da presidência da França. Foi o vinho do mês da Chez France por R$ 279,00. Um vinho elaborado com as uvas  Picardan, Roussanne, Clairette, Picpoul e Grenache Blanc, com toques de avelã e pão grelhado., 13,1% de álcool.

É uma raridade nessa denominação (apenas 6% de brancos). Apresenta uma aparência amarelo claro com reflexos verdes, o aroma é delicado com notas de frutas cítricas e de maçã, o sabor é amplo e harmonioso, levemente amadeirado. Bebi-o acompanhando um bom queijo e foi excepcional.

Seleção da Espanha inspirou primeiro jantar harmonizado da Salton



O ciclo de jantares harmonizados da Salton entra em campo, em 2014, trazendo a gastronomia de países campeões da Copa do Mundo como inspiração.  A primeira rodada foi dedicada à Espanha, com iguarias e harmonizações dignas de erguer a taça, todas elaboradas pela chef Idana Spassini e pela sommelière Mônica Coletti. A “Copa de Sabores” aconteceu, no sábado, 15 de março, na unidade da vinícola em Tuiuty, Bento Gonçalves.
No cardápio, servido na charmosa adega da vinícola, espaço intimista e sofisticado, torradas com creme de limão e camarões ao endro e croquetes de presunto cru, no couvert, harmonizado com Salton Poética. Como entrada, a chef irá preparou a esqueixada – salada de bacalhau com cebola e azeitonas – que combinou com o vinho tinto Salton Volpi Pinot Noir.
O primeiro prato foi fideo com lulas en su tinta, regado ao espumante Salton Reserva Ouro e, para encerrar, congrio negro ao molho de queijo cremoso e pera com figos grelhados e presunto cru e o branco Salton Virtude.
A Salton realiza a programação especial desde 2010 e vem ganhando mais adeptos à arte de combinar as refeições aos sabores e características de cada vinho e espumante. As reservas podem ser feitas pelo telefone (54) 2105-1000 ou pelo e-mail monica@salton.com.br, com Mônica Colletti.  
Programação dos Jantares Harmonizados 2014:
Dia 12 de abril – Argentina
Dia 17 de maio – Uruguai
Dia 07 de junho – Brasil
Dia 12 de julho – França
Dia 16 de agosto – Itália
Dia 13 de setembro – Inglaterra
Dia 18 de outubro – Alemanha

Dia 08 de novembro – o campeão da Copa 2014

Salton registrou faturamento de R$ 296 milhões em 2013


 A Vínicola Salton, com 103 anos de mercado, obteve no ano passado um acumulado de mais de R$ 296 milhões em seu faturamento, 5% a mais do que o registrado em 2012. Entre os fatores que contribuíram para o balanço positivo, estão a excelente safra, que atingiu 16 milhões de quilos de uvas, e a comercialização de cerca 9,5 milhões de garrafas dos espumantes e frisantes, mercado no qual é líder nacional.
Mesmo com a estabilidade no volume das últimas safras, com média de 15 milhões de quilos, a companhia obteve crescimento de 16%, nos últimos três anos. Para o presidente da vinícola, Daniel Salton esta conquista é resultado de um grande empenho na área de vendas e de enologia. “Chegamos bem próximo das projeções de 2013 e mesmo em um ano comercialmente desafiador conseguimos crescer”, destaca Daniel. “Mantemos rigorosos processos, desde a colheita ao amadurecimento dos tintos e espumantes, no qual buscamos sempre surpreender os apreciadores dos produtos da Vinícola. Com a bagagem de uma empresa centenária, a Salton investe e se preocupa com o crescimento nas próximas décadas”.
No balanço divulgado, o destaque é a consolidação e a evolução dos vinhos da Vinícola, responsáveis pela fatia de 24,7% dos resultados, praticamente equiparado com a linha de destilados, que chegou a 26,5%; já os espumantes e frisantes ficaram com 37,3% e 4,2%, respectivamente. Já os sucos de uva representam 3,5%. “Para atingirmos nossa expectativa de faturar R$ 330 milhões em 2014, estamos buscando aprimorar nossas embalagens, como a do espumante Reserva Ouro; lançar produtos Premium, como José “Bepi” Salton, espumante emblemático da Linha Gerações; e outras novidades, a partir de abril. Entendemos também que a Copa é uma excelente oportunidade para as pessoas brindarem com nossos espumantes”, pontua o executivo.
De acordo com Daniel, em 2014 a vinícola apresentará duas novidades importantes para consolidar a projeção de crescimento. “Estamos atentos às oportunidades que temos, como a qualidade ainda melhor das uvas da região de Santana do Livramento (RS) e também com a criação de uma planta-piloto para testes de novos produtos e inovações tecnológicas em nossas operações industriais, localizada no interior de São Paulo, o que deverá nos proporcionar ganhos de produtividade e competitividade ainda maiores”, ressalta o presidente.
Com uma área de 640 hectares no município de Santana do Livramento (RS), a companhia planeja investimento de R$ 45 milhões, dos quais R$ 18 milhões já foram destinados a nova unidade receptiva de uvas, responsável pela primeira etapa da vinificação. O novo processo deve reduzir os custos com transporte a partir de setembro, levando à unidade de Tuiuty, em Bento Gonçalves (RS), somente o mostro da uva para produção de rótulos de vinhos finos. 
Além disso, a demanda pelos espumantes e frisantes da companhia também impulsionou a construção da unidade piloto, em Jarinú (SP), a ser concluída neste primeiro semestre. A nova unidade receberá investimento inicial de R$ 15 milhões.

A Vinícola Salton também está avançando no mercado externo, com expectativa de exportar cerca de 40% a mais para China, atualmente principal consumidor de vinho tinto no mundo, para onde a empresa tem destinado safras de suas linhas Intenso, Talento e Desejo. Outro importante passo foi o acordo com a rede inglesa Marks & Spencer (M&S), com lote inicial de 35 mil garrafas do espumante Intenso Bubbles Moscato e do tinto Intenso Teroldego, para o Reino Unido. Atualmente, a empresa exporta para 14 países, incluindo os mercados norte-americano, holandês, canadense, entre outros.

Vinícola Don Giovanni comemora resultado na colheita das uvas destinadas para espumantes


A vinícola Don Giovanni, de Pinto Bandeira (RS), está comemorando a colheita das uvas produzidas no local, destinadas à elaboração de espumantes. A vindima das variedades Chardonnay e Pinot Noir começou em 22 de janeiro e foi finalizada em fevereiro de 2014. "Nesta primeira fase tivemos uma safra excelente. Uvas que apresentam bom equilíbrio entre açucares e acidez. Os espumantes serão de altíssima qualidade e isso vai ajudar a impulsionar ainda mais o crescimento desse tipo de produto ", avalia o enólogo da Don Giovanni, Luciano Vian. 
Ainda de acordo com ele, neste ano, ocorreu uma característica climática diferenciada, com dias e noites quentes, com temperaturas ultrapassando os 30ºC. "Isso provocou uma aceleração no processo de maturação das uvas, o que nos forçou a acelerar a colheita, pois para um bom espumante é importante que tenhamos presente, uma acidez natural", explica. 
Entre os produtos da linha Don Giovanni feitos pelo processo champenoise estão o Dona Bita Brut, Stravaganzza Brut, Don Giovanni Série Ouro, Don Giovanni Brut, Nature e Rosé Brut. Este último, é produzido junto com outra variedade, a Merlot.
A Don Giovanni é um complexo que reúne vinhedos, vinícola, varejo de vinhos, pousada e restaurante. Mantém uma produção média de 120 mil garrafas ano. Está localizada em Pinto Bandeira (RS), a 12 km do centro de Bento Gonçalves na rodovia VRS 805, em um dos pontos mais altos do município (720m). É cercado por montanhas, onde prevalecem plantações e florestas nativas. A família Giovannini, proprietários da vinícola, são uma das poucas no RS, cuja quarta geração continua a produzir vinhos e espumantes, unindo tradição e qualidade.
A pousada Don Giovanni credenciou-se entre os hotéis oficiais da Copa do Mundo de 2014. A confirmação foi dada pela FIFA Accommodation Office. Fica localizada junto à vinícola. Possui sete apartamentos num casarão construído em 1930, mantendo na decoração, características originais da colonização italiana. Os hóspedes também podem contar com uma charmosa cabana, carinhosamente apelidada de 'casota', localizada em meio aos vinhedos. O restaurante tem capacidade para 50 pessoas, atendendo a hóspedes e grupos, mediante a reservas. Grande parte do que é oferecido no cardápio, como temperos, legumes e hortaliças são produzidos na propriedade. Outras informações www.dongiovanni.com.br.





                                                                                                                                                                                                


Nova Semana dos Produtores em Évora


Maria Teresa Chicau manda-me, de Évora, mais uma infoamção sobre a Semana dos Produtores que acontecerá, até o dia 29, na Rota dos Vinhos do Alentejo. Quisera eu estar por lá, comendo castanhas assadas, na praça, e depois, bebendo os bons vinhos alentejanos. A semana terá degustação do Reguengos do Souzão Tinto 2009, IG Alentejano, elaborado com Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet, e Reguengos do Souza Tinto Reserva 2007, IG Alentejano, com Aragonez, Trincadeira e Alicante bouschet, ambos da Casa Agrícola Fernandes de Moura, de Monforte; Villa Romanu Branco 2013, IG Alentejano, com Antão Vaz, Arnto e Verdelho, e Villa Romanu Tinto 2010, IG Alentejano, com Trincadeira, Aragonez e Arignan, ambos da Herdade do Perdigão, também de Monforte; e, finalmente, Virgo Branco 2012, IG Alentejano, com Arinto e Viognier, e Virgo Tinto 2010, IG Alentejano, com Aragonez, Syrah, Trincadeira e Alicante Bouschet, ambos da Sociedade Agrícola da Torre de Curvo, também de Monforte.

As provas ocorrem na sede da entidade que promove os vinhos do Alentejo, à Praça Joaquim Antonio de Aguiar, 20-21, junto ao Teatro bGarcia de Resende, de segunda-feira a sábado. Maiores informações pelos telefones  266 746 498 / Fax – 266 746 602  /  Email - rota@vinhosdoalentejo.pt   - Apartado 2146   -   7001-901 Évora            

Lidando com ovinos nos campos de Unistalda


Ruy Gessinger, ex-magistrado, é um apaixonado pelo campo. De sua fazenda, em Unistalda, dispara mensagens que estão sempre enaltecendo as virtudes do campo e das atividades campeiras. É criador de bovinos e de ovinos, gado Angus e ovelhas Ile de France. Também aderiu ao cavalo crioulo. Tem uma neta da lendária La Invernada Hornero.
 Eis uma de suas mensagens, enviada dia 24 de março:
“Se você é urbano, deixa eu explicar que, no que tange a ovinos, quando um nasce chama-se cordeiro ou cordeira; mais tarde, borrego ou borrega e na fase adulta os machos castrados são capões e as fêmeas, ovelhas.
Isso no chamado " rebanho geral".
Para a Cabanha (nem todos os criadores de ovinos as tem) apenas vão os animais ditos puros. Esses têm cuidados especiais, com acompanhamento especializado, sendo que os machos ficam inteiros e, na fase adulta, chamam-se de carneiros.
Poucos machos, portanto, estão aptos à reprodução.
Aqui na estância nós passamos uma oleosidade com tinta vermelha ou preta no peito dos reprodutores. Recolhemos todas as fêmeas para a mangueira ao anoitecer e as deixamos com os carneiros. Quando ocorre a cópula a ovelha fica com seu lombo marcado pela tinta. Sinal que foi coberta e pode ser solta para o campo.
Ao amanhecer os machos voltam para seu merecido spa na cabanha e as fêmeas retornam para a pastagem ao ar livre.
Não é todo o peão que gosta de lidar com ovinos. Dá muito trabalho, é um animal sensível, abicha fácil e é " morredor" uma barbaridade.”
Como velho ovelheiro dos campos de São Diogo, onde passei parte de minha infância e juventude, nos tempos em que se levantava ovelha nos braços para jogar dentro do banho contra sarna, concordo totalmente com o dr. Ruy. Apenas acho que ele terminou seu texto meio pessimista. Ele tem razão quando escreve: “Dá muito trabalho, é um animal sensível, abicha fácil e é " morredor" uma barbaridade.” A “ovelha morre de susto”, como diziam os antigos, mas, hoje em dia, quando a ovelha passou a valer bom dinheiro, os cuidados são maiores e já não morre tanto à toa, quanto antigamente. Lá nos campos do Sarandi, gente da família, cuida de 3.800 ovelhas e a mortandade não é tão grande, a não ser no inverno, quando os cordeirinhos sofrem com a geada. Para isso também há solução, mas o pessoal não quer saber de recolher os animais para locais mais abrigados durante a noite. Dá trabalho! Talvez se a ovelha dobrar de preço novamente (já mais do que dobrou), eles começarão a sentir que cada cordeiro morto pelo frio ou pelo abandono da mãe é mais do que a tristeza de ver os campos branqueando de animaizinhos enregelados...

A Pecuária Gessinger acaba de ser filiada à Associação Brasileira de Brangus, gado resultante do cruzamento entre Angus e Zebu. É o antigo gado Ibagé, que levou este nome, inicialmente, porque desenvolvido pela Embrapa, em Bagé.

Olha o preço do cordeiro em São Paulo

Por falar em cordeiro, os preços praticados em várias praças de São Paulo mostram que a carne ovina continua valorizada. É o que mostra o Informativo Semanal de nº 142 do Indicador de Preço do Cordeiro do Estado de São Paulo, projeto em desenvolvimento pelo Centro de Inovação Tecnológica e Extensão Universitária (UNICETEX) da Faculdade de Engenharia de Alimentos e Zootecnia (FZEA) da USP, Campus de Pirassununga/SP, com a colaboração de docentes e pesquisadores da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ/USP), APTA - Escritório Regional da Alta Sorocabana, Unidade de Agronegócio do SEBRAE-SP e Aspaco.

Em Bauru, o quilo vivo está sendo comercializado a R$ 5,71, enquanto em Marilia está a R$ 6,08. O quilo carcaça está, respectivamente, em R$ 12,50 e R$ 13,50.. Em Sorocaba,, R$ 5,15 e R$ 12,26, respectivamente, enquanto em Campinas, R$ 4,35 e R$ 9,08. No Rio Grande do Sul, o quilo vivo está entre R$ 4,10 e R$ 5,00.

sábado, 22 de março de 2014

Mensagens



Azeites

Caro Ucha,
Muito boa as reportagens sobre os azeites gaúchos. Parabéns! Até hoje eu pensava que só exikstia o "Olivas do Sul" (que eu uso!). Vou procurar essas novs marcas.  Abraço
Alfredo Marcolin Peringer – Porto Alegre
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Azeites 2

oi Danilo,
muito bacana o que voce escreveu da Pieralisi.
E gostei da minha foto.
abraços,
Estela Testa – São Paulo
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Azeites
Caro Danilo
Obrigado pela presença  e pelo balde de chá que você me deu com estas matérias espetaculares Você é nosso padrinho neste empreendimento Muito obrigado
Luiz Eduardo Batalha – São Paulo
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Chilean Wine Amabassador 2014

Durante os dias 1º e 2 de abril, acontecerá em São Paulo o Seminário Chilean Wine Ambassador. Fruto da parceria da Terruares, importadora de vinhos de alto conceito e organizadora de feiras e seminários exclusivos, com a Top Winemakers, o evento dirige-se aos profissionais e apreciadores do vinho chileno, com palestras e degustações de vinhos top do Chile. Ao final do evento, será escolhido o embaixador do vinho chileno no Brasil!
O seminário oferece uma verdadeira oportunidade para saber mais sobre esse incrível país, sua diversidade de estilos, terroirs, sabores, climas e riquezas vitivinícolas, uma viagem para aprender, sentir e degustar o Chile. Seu conceito é apresentar um Chile unido, integrado, um país com novas propostas de vinhos; mostrar sua riqueza por meio da diversidade de vales e estilos enológicos.
Será apresentado no Seminário o vinho Top Winemakers 100 Barricas do Chile, um projeto audacioso e inovador, que reúne em uma única garrafa as 100 melhores vinícolas do país. O resultado é surpreendente: um vinho singular, que reflete toda a diversidade, riqueza e potencial de criatividade enológica do Chile. Uma produção exclusiva do Chile para o mundo, que começa a ser explorado com exclusividade pelo Brasil.
O Seminário possui 220 vagas para sommeliers, salesman, confrarias, alunos da Wine & Spirit Education Trust, Wine Hunters, associações de sommeliers e grandes apreciadores e conhecedores do mundo do vinho. Durante os dois dias, haverá apresentação de 13 Vales do Chile e degustação de 60 vinhos chilenos, representando cada zona vitivinícola. Entre os palestrantes estão: Rafael Prieto, diretor da Top Winemakers; Pablo Morandé, enólogo dos Vales Casablanca-Leyda-San Antonio, Valles Curicó e Maule; Felipe Uribe, enólogo dos Vales Cachapoal e Maipo; Renán Cancino,  viticultor dos Vales Elquí-Limarí e Bio-Bio – Itata; Mario Geisse, enólogo dos Vales Colchagua, Bio-Bio, Itata, Malleco e Lago Ranco; e  Marcelo Pino, sommelier Visão Sabores e Harmonização de todos os Vale.  O moderador de todas as palestras será o sommelier e consultor Ariel Perez Navarro, idealizador do projeto junto a RafaelPrieto.
Os participantes terão oportunidade de conhecer vinhos chilenos, além de prospectar  negócios com novas vinícolas e projetos para o Brasil. cada participante receberá um CD com o curso completo  e material impresso, 6 taças ISO, um diploma de participação e um PIN com logo do Chilean Wine Ambassador.
Ao final do segundo dia, os participantes farão uma prova que selecionará 2 ganhadores, um homem e uma mulher, que ganharão o título “The Best  Chilean Wine Ambassador”. O embaixador e a embaixatriz representarão o vinho do Chile no Brasil e viajarão para o Chile para conhecer todos os vales e seus vinhos in loco.
Uma oportunidade única aos amantes do vinho chileno!
Local do seminário: Clube Atlético São Paulo (SPAC) – Sede Higienópolis
Rua Visconde de Ouro Preto, 119 – Higienópolis
Horário: das 9h às 18h
Valor do investimento: R$ 1.200,00 (parcelado em até 6 vezes no cartão de crédito, depósito em conta ou boleto bancário). Informações e vendas: vendas@terruares.com com Cristóbal Pérez Navarro
(11 98799-1796)

A partir das 18h30, acontece no mesmo espaço uma Feira com degustação de mais de 100 vinhos chilenos brancos, tintos e espumantes, de 15 importadoras. Além disso, haverá degustação de Pisco e outros produtos de origem chilena.
Valor de investimento: R$ 120,00. Horário: das 18h30 às 22h.
* Os participantes do Seminário Chilean Wine Ambassador terão acesso liberado à feira.


Espumantes da Cooperativa Vinícola Garibaldi conquistam ouro no Vinalies Internationales


Garibaldi Prosecco e Giuseppe Garibaldi Brut foram destaque em concurso da Union des Enologues de France. O concurso Vinalies Internationales, realizado de 1º a 5 de março, na França, concedeu aos espumantes da Cooperativa Vinícola Garibaldi mais do que medalhas de ouro, mas direcionaram aos rótulos da Serra Gaúcha elogios que ressaltaram o alto nível desses vinhos. Comparado a um champagne, o Garibaldi Brut Prosecco foi apontado como “delicado”, e o Giuseppe Garibaldi Brut foi enaltecido como um espumante que “conquista o paladar”.
“Obtivemos a consagração de dois dos mais sofisticados rótulos que elaboramos e reforçamos nosso prestígio no mercado internacional. Uma conquista incrível”, observou o presidente da cooperativa, Oscar Ló.

Diante do desafio de realizar uma avaliação às cegas de quase 3,5 mil amostras de vinho, os mais de 100 juízes vindos do mundo todo e, principalmente, da França, decidiram ainda recomendar ao público o Espumante Garibaldi Brut Prosecco com a sentença: consumir. E reservaram ao Giuseppe Garibaldi Brut uma descrição detalhada e rica: “Ele tem uma doçura agradável, um bom equilíbrio entre o ácido e o açúcar. Especialmente um final longo que conquista o paladar”. “Captar a atenção de especialistas com paladar apurado é um grande desafio. Mas a alta qualidade de nossos espumantes foi identificada de forma incontestável”, comemorou o dirigente. 

Cooperativa reunirá associados para no dia 28

As 350 famílias associadas da Cooperativa Vinícola Garibaldi participam no dia 28 da Assembleia Geral Ordinária da cooperativa. Na oportunidade, serão apresentados os resultados do exercício e o balanço contábil de 2013, além da prestação de contas, investimentos, novidades e projeções para 2014. “Esse encontro permite aos cooperados influenciarem nas decisões da empresa, sendo o ponto de partida para a definição do nosso trabalho ao longo do ano”, afirma o presidente da cooperativa, Oscar Ló. A assembleia acontece a partir das 8h no Salão Comunitário do Bairro Cairu, localizado na rua Sete de Setembro, nº 36, em Garibaldi.
A Cooperativa Vinícola Garibaldi está presente há mais de 80 anos no cenário da vitivinicultura brasileira. Além de comercializar seus produtos em todo o território nacional, com destaque para os estados do Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco e Bahia, a empresa está inserida também no cenário internacional.
Ao todo, são 350 famílias associadas, de 12 municípios gaúchos, que cultivam 850 hectares de videiras. Outras informações sobre a vinícola podem ser obtidas no site http://www.vinicolagaribaldi.com.br