Pelo quarto ano e sétima edição consecutiva, os
espumantes brasileiros desfilarão entre as maiores personalidades do universo
da moda brasileiro. Isso porque, o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin)
renovou apoio para a edição de lançamentos Verão 2014/15 do São Paulo Fashion
Week (SPFW), que ocorre entre os dias 31 de março a 4 de abril, no Parque
Cândido Portinari, na capital paulista.Durante a mais importante semana de moda do país, cinco
vinícolas (Domno do Brasil, Famiglia Zanlorenzi, Laurentia Vinhedos do Brasil,
Peterlongo e Vinícola Aurora) estarão servindo seus produtos no lounge da
Agência Luminosidade, no qual circulam estilistas, modelos e celebridades. Como
no ano anterior, um sommelier fará treinamento para os garçons do espaço com o
objetivo de envolvê-los no universo dos espumantes e fazer com que realcem para
o público as peculiaridades dos produtos servidos, imprimindo conhecimento em
cada taça servida.
sábado, 29 de março de 2014
Garibaldi terá o primeiro condomínio residencial vitivinícola do Brasil
Maurênio Stortti
Foto Valéria Loch
Muita
gente sonha em produzir seu próprio vinho. O Brasil acaba de aderir à onda dos
condomínios vitivinícolas. Em Garibaldi, o Terroir Vinhedos Exclusivos, é a
primeira experiência no gênero e terá como produto o espumante. O lançamento
conceitual foi realizado pela Lex Empreendimentos Imobiliários com assessoria
do Grupo M. Stortti Consultoria, na quinta-feira, dia 27 de março, às 10h, nas
dependências do Hotel Hilton Morumbi, em São Paulo. Depois, houve lançamento em Porto Alegre.
O
evento reuniu a grande mídia nacional e, sexta-feira, dia 28, o lançamento
foi realizado em Porto Alegre, para a
mídia do Rio Grande do Sul. O empreendimento de luxo, estará localizado no
coração do Vale dos Vinhedos, em território garibaldense, região reconhecida
internacionalmente como importante área para o plantio de uvas e produção de
espumantes. O investimento será de R$ 30 milhões.
O
Terroir Vinhedos Exclusivos ocupa um terreno de 284.029 metros quadrados,
próximo ao loteamento Alto das Videiras. Na primeira fase, serão vendidos 58
lotes de cerca de mil metros quadrados cada um, por R$ 450 mil. Além das
videiras, que começam a ser plantadas neste ano, e das caves e instalações
ligadas ao espumante, haverá um hotel boutique com 26 lofts, cuja bandeira está
em negociação. O espaço de lazer inclui sala de jogos, piscinas, quadras e uma
área de preservação ambiental de mais de 42 mil metros quadrados. A taxa
condominial, que contempla a produção das 600 garrafas anuais, será por volta
de R$ 30 mil ao ano.
Uma
comitiva de Garibaldi, formada pelo prefeito, Antonio Cettolin, secretária de
Turismo e Cultura, Ivane Fávero, presidente da Câmara de Vereadores, José
Bortolini, presidente da Apeme, Luciano Frubbel, presidente da CIC, César
Ongaratto acompanhou o lançamento do projeto.A secretária de Turismo e Cultura,
Ivane Fávero, reforçou que essa proposta inovadora posicionará Garibaldi como
um dos principais destinos do enoturismo no Brasil. “Essa experiência nova, já
conhecida em outros países, onde fizemos pesquisas e percebemos que essa era
uma tendência atual, tem muito mais que um valor no aspecto material, vai
auxiliar a posicionar Garibaldi como a capital do Espumante, onde se fazem os
melhores produtos e um dos principais destinos de enotutismo do Brasil”
finaliza.
O
prefeito Antonio Cettolin, comemora o lançamento do empreendimento e lembra a
preocupação do município, que sempre foi de fortalecer o espumante, que nasceu
aqui há 100 anos. “Este empreendimento, vem fortalecer ainda mais o produto.
Isso será um marco para Garibaldi, reforçará a imagem da nossa cidade, do nosso
produto e será importante economicamente, uma vez que tratá compradores de todo
o país que certamente movimentarão nosso comércio e empresas. Mais uma vez
parabenizamos a família Siviero por proporcionar esse momento diferente à
Garibaldi” explica o prefeito Cettolin.
A ideia
surgiu para confirmar Garibaldi como berço do espumante. "Tentamos
materializar essa busca de autoestima num projeto imobiliário", conta
Maurenio Stortti, diretor da empresa de consultoria, que chama a região de
"Toscana Brasileira", e conta atrair empresários do triângulo Rio/São
Paulo/Minas.
Como
costuma acontecer nesses empreendimentos, não apenas o enólogo se torna um
chamariz, a equipe de arquitetos também. No projeto brasileiro, toda a área
ligada ao vinho foi entregue ao escritório de arquitetura Bórmida y Yanzón, de
Mendoza, na Argentina. "Recorremos a estrangeiros, já que queríamos uma
solidez técnica e ainda não havia um projeto destes aqui", explica
Stortti.
A dupla
de arquitetos Mario Yanzón e Eliana Bórmida soma inúmeros projetos semelhantes
nos últimos anos e é referência em matéria de vinícolas. Na Argentina, eles
assinaram as Bodegas Salentein e Norton, e em Portugal, a Quinta do Seixo
Sogrape. Em 2010, pela Bodega Diamandes, ganharam o Great Wine Capitals como
melhor arquitetura e paisagismo do mundo.
A moda,
que já pegou em Portugal, Espanha, Argentina e outros países do Novo Mundo,
consiste em seduzir pessoas comuns a produzirem um produto para chamar de seu.
Para dar consistência ao projeto, o empreendimento gaúcho traz um nome de peso:
o engenheiro agrônomo e enólogo chileno Mario Geisse. Proprietário da Família
Geisse, em Pinto Bandeira, e enólogo da Casa Silva, no Chile, ele é uma figura
de destaque internacional. Para Mario Geisse, a experiência é instigante:
"Nunca participei de um projeto assim. Tenho toda a estrutura da minha
vinícola e 35 anos de conhecimento no assunto para compartilhar".
O
empreendimento brasileiro é um híbrido entre os que existem em outros países.
Aqui, não haverá videiras no quintal de cada um. O espaço reservado para o
plantio de uvas (das variedades chardonnay e pinot noir) é o mesmo para todos
os proprietários. A fermentação e parte da elaboração do espumante serão feitas
nas instalações da Família Geisse, de acordo com o método tradicional francês.
A fase final acontecerá nas caves do condomínio. Os proprietários terão direito
a 600 garrafas por ano e escolherão características fundamentais da bebida:
porcentagem de uvas, tempo de maturação, estilo (nature, brut, extra brut) e
rótulos. As primeiras garrafas devem estar prontas em cinco ou seis anos.
Spa do Vinho lança 1º condomínio vitivinícola 5 estrelas do Brasil
Adriano Miolo,
enólogo, Deborach Villas-Boas Dadalat e Aldemir Dadalt, os sócios
Vinicola Miolo no
Vale dos Vinhedos, em Bento Gonaçlves
Fotos .Doc
A história de
produzir o próprio vinho entrou mesmo na moda, no Rio Grande do Sul, assim como
já acontece na Europa, nos Estados Unidos e em alguns países da América Latina,
como Chile e Argentina. A Vinícola Miolo está propondo um sistema que prevê
arecadar R$ 25 milhões em investimentos no Vale dos Vinhedos.
O primeiro condomínio vitivinícola com serviços cinco
estrelas e Denominação de Origem do Brasil acaba de ser lançado no mercado. O
Spa do Vinho, premiado complexo enoturístico do Vale dos Vinhedos, agora abre
seus vinhedos para enófilos que desejam cultivar e produzir seu próprio vinho
com a única Denominação de Origem do Brasil – a do Vale dos Vinhedos. A
expansão do negócio prevê levar R$ 25 milhões em investimentos e uma nova
atividade econômica ao Vale dos Vinhedos.
Inaugurado em 2007 no coração da principal região
produtora de vinhos finos do país, o Spa do Vinho ingressa em uma nova etapa –
além de luxury-hotel, spa vinoterápico e centro de eventos
enogastronômicos, o complexo acaba de fundar uma confraria dedicada à produção
de vinhos em sistema de condomínio. “Esta ampliação do negócio específico do
Spa do Vinho, de hotel para condomínio vitivinícola, já era uma meta desde
quando assumimos o complexo, no entanto sabíamos que exigiria um longo período
de maturação. Estamos na décima safra do nosso vinhedo, produzindo um vinho de
comprovada qualidade, o hotel consolidou-se com um dos vinte melhores do país
em seu segmento, o Spa Caudalie segue ganhando prêmios e temos uma bandeira
internacional dentre os mais exclusivos luxury-hotels da Marriott. É
o momento certo para a ampliação”, relata o sócio-diretor Aldemir Dadalt.
Agora sob o título de Spa do Vinho Hotel & Condomínio
Vitivinícola, o empreendimento traz um novo modelo econômico ao Vale dos
Vinhedos. Destaque no cenário turístico nacional, foi eleito “Melhor Spa do
Brasil” (Prêmio Viagem & Turismo 2011/2012) e chancelado pela Marriott
International como único representante do país do selo “Autograph Collection”,
uma seleta rede de hotéis independentes escolhidos por sua excelência e
exclusividade. Esta trajetória consistente permitiu à Harvest, sócia-operadora
do Spa do Vinho, evoluir para um conceito ainda mais completo de enoturismo, no
qual o enófilo não apenas visita o terroir, mas tem oportunidade de nele
cultivar e produzir seu próprio vinho.
O projeto foi desenvolvido pela sócia-diretora Deborah
Villas-Bôas Dadalt a partir de condomínios vitivinícolas de sucesso em
tradicionais regiões vinícolas como Napa Valley e Mendonza. “Podemos dizer que
esta será a ultimate experience para os amantes do vinho, uma
oportunidade real de acompanhar o cultivo, colher, vinificar, rotular e levar
para casa seu próprio vinho premium, com denominação de origem”, explica
Deborah. Uma reunião de investidores, realizada esta semana no próprio hotel
(fotos anexas), instituiu oficialmente o condomínio.
As principais diretrizes desta nova etapa do
empreendimento são claras – a experiência de produzir o vinho pode ser tão
elegante e prazerosa quanto a de degustá-lo. Assim, quem se torna membro desta
exclusiva confraria adquire não apenas um lote de vinhedo, mas também um
apartamento ou suíte no hotel, com direito a toda mordomia de um cinco estrelas world
class, como a prestigiada revista americana Wine Enthusiast classificou o
Spa do Vinho no ano passado.
Cada cota do Lote 41 custa R$ 350 mil por ano. Vinte já foram adquiridas, especialmente por empresários da região Sudeste do país. A expectativa é incorporar outros 40 confrades até o final do ano, finalizando a capacidade para os atuais 1,5 hectare de vinhedo da variedade Merlot, com 10 anos de cultivo. Nos próximos cinco anos, a ideia é chegar a 13 hectares, permitindo a entrada de novos sócios – limitados a 120 no total – e incluindo todas as uvas autorizadas pela D.O. Vale dos Vinhedos (Chadonnay, Pinot Noir e Cabernet Franc, além da Merlot). Nesta etapa, os sócios também poderão elaborar vinhos brancos e espumantes também. Hoje, só é possível vinho tinto.
Café da manhã à francesa, centro de eventos de última geração, galeria de arte, spa francês de vinoterapia, dois restaurantes gourmet e uma esplendorosa adega – a maior dentro de um hotel no país, com capacidade para 40 mil garrafas e acervo de mais de 600 rótulos – são alguns dos diferenciais que os novos vitivinicultores terão à sua disposição enquanto cuidam de seus vinhedos certificados. Cada proprietário tem pelo menos quatro semanas de cortesia no hotel para garantir sua presença em cada uma das etapas da vitivinicultura, nas diferentes estações do ano. Mas este período pode ser ampliado sempre que desejar, pois todas as áreas do complexo oferecem tarifas diferenciadas para os membros da Confraria Spa do Vinho, além de uma programação mensal de degustações, palestras técnicas e visitas à vinícolas.
Cada cota do Lote 41 custa R$ 350 mil por ano. Vinte já foram adquiridas, especialmente por empresários da região Sudeste do país. A expectativa é incorporar outros 40 confrades até o final do ano, finalizando a capacidade para os atuais 1,5 hectare de vinhedo da variedade Merlot, com 10 anos de cultivo. Nos próximos cinco anos, a ideia é chegar a 13 hectares, permitindo a entrada de novos sócios – limitados a 120 no total – e incluindo todas as uvas autorizadas pela D.O. Vale dos Vinhedos (Chadonnay, Pinot Noir e Cabernet Franc, além da Merlot). Nesta etapa, os sócios também poderão elaborar vinhos brancos e espumantes também. Hoje, só é possível vinho tinto.
Café da manhã à francesa, centro de eventos de última geração, galeria de arte, spa francês de vinoterapia, dois restaurantes gourmet e uma esplendorosa adega – a maior dentro de um hotel no país, com capacidade para 40 mil garrafas e acervo de mais de 600 rótulos – são alguns dos diferenciais que os novos vitivinicultores terão à sua disposição enquanto cuidam de seus vinhedos certificados. Cada proprietário tem pelo menos quatro semanas de cortesia no hotel para garantir sua presença em cada uma das etapas da vitivinicultura, nas diferentes estações do ano. Mas este período pode ser ampliado sempre que desejar, pois todas as áreas do complexo oferecem tarifas diferenciadas para os membros da Confraria Spa do Vinho, além de uma programação mensal de degustações, palestras técnicas e visitas à vinícolas.
Sócia fundadora do Spa do Vinho, a Vinícola Miolo será a
principal parceira do empreendimento para o processo de cultivo e vinificação.
Esta cooperação já é histórica, pois os enólogos Adriano Miolo e Michel Roland
– consultor da vinícola durante anos – criaram com Aldemir Dadalt o VE, o
tinto 100% Merlot premiado como um dos melhores do Vale dos Vinhedos e vendido
unicamente no hotel.
Através do condomínio, os proprietários podem vinificar seu lote do parreiral em parceria com a vinícola de sua opção pessoal, recebendo anualmente a quantidade correspondente à fração ideal de sua unidade –com mínimo de 10 caixas (60 garrafas) por safra vinificada – e podendo escolher o estilo do vinho e fazer uma rotulagem própria. Os membros da Confraria Spa do Vinho também podem comercializar seus vinhos, o que é interessante para aqueles que possuem diversas unidades e consequentemente produzirão centenas de garrafas ao final de cada safra. O Merlot VE 2005, por exemplo, é comercializado a R$ 400,00 a garrafa.
Através do condomínio, os proprietários podem vinificar seu lote do parreiral em parceria com a vinícola de sua opção pessoal, recebendo anualmente a quantidade correspondente à fração ideal de sua unidade –com mínimo de 10 caixas (60 garrafas) por safra vinificada – e podendo escolher o estilo do vinho e fazer uma rotulagem própria. Os membros da Confraria Spa do Vinho também podem comercializar seus vinhos, o que é interessante para aqueles que possuem diversas unidades e consequentemente produzirão centenas de garrafas ao final de cada safra. O Merlot VE 2005, por exemplo, é comercializado a R$ 400,00 a garrafa.
Além do valor do apartamento, o único gasto dos novos
vitivinicultores é a taxa mensal de condomínio (no valor de R$ 4 mil) destinada
à conservação e manutenção da unidade e do vinhedo (incluindo toda a
vinificação, barricas de carvalho francês, garrafas, rolhas e trabalhos da
vinícola parceira), que inclusive pode não ser cobrada. Isto porque durante as
semanas em que o proprietário não o utiliza, o apartamento permanece à
disposição do pool do hotel, destinado a hóspedes e participantes de eventos.
Diferenças entre o resultado positivo e a taxa de condomínio são rateadas e
distribuídas mensalmente em forma de rendimentos para os proprietários.
“Cultivar um magnífico terroir, produzir um vinho de excelência e ainda ter a
possibilidade de receber rendimentos mensais é uma equação atraente até para
quem não é um enófilo inveterado”, comenta o CEO Adriano Miolo. Ele sabe muito
bem do que fala, pois há anos coordena um projeto pioneiro da Miolo para
vitivinicultores iniciantes chamado “Winemakers”, reunindo enófilos de vários
estados brasileiros.
Às vésperas da Copa 2014, o Spa do Vinho renovou-se
completamente para honrar o contrato firmado com A FIFA, através da Match, para
abrigar delegações e turistas estrangeiros. Com 12.500 m2 de área construída,
no alto da colina do Lote 41 da Linha Leopoldina, seus vinhedos já têm
capacidade para produzir mais de 10 mil garrafas de Merlot D.O. a cada
safra.
A partir deste mês, com a ampliação de suas atividades, o Spa do Vinho torna-se pioneiro em oferecer ao mercado nacional um condomínio vitivinícola com serviços de luxo e produção rateada de vinho com denominação de origem. Com o novo modelo de negócio, o perfil enoturístico de sucesso – que alia marca valiosa, serviços de luxo e bandeira internacional – se mantém e ainda ganha valorização patrimonial, dada a alta demanda do mercado para a as propriedades em condomínios vitivinícolas. “Hoje contamos com duas dezenas de proprietários fundadores, que investiram no empreendimento desde 2007. Para tornar-se um novo confrade é preciso contar com a anuência do conselho, pois buscamos garantir a unidade de interesses e a longevidade do grupo”, informa Dadalt, que já tem em mãos uma lista de espera para a reservas das novas unidades. “Como o preço é convidativo, acredito que possamos rapidamente dobrar o número de vitivinicultores do Vale dos Vinhedos”.
A partir deste mês, com a ampliação de suas atividades, o Spa do Vinho torna-se pioneiro em oferecer ao mercado nacional um condomínio vitivinícola com serviços de luxo e produção rateada de vinho com denominação de origem. Com o novo modelo de negócio, o perfil enoturístico de sucesso – que alia marca valiosa, serviços de luxo e bandeira internacional – se mantém e ainda ganha valorização patrimonial, dada a alta demanda do mercado para a as propriedades em condomínios vitivinícolas. “Hoje contamos com duas dezenas de proprietários fundadores, que investiram no empreendimento desde 2007. Para tornar-se um novo confrade é preciso contar com a anuência do conselho, pois buscamos garantir a unidade de interesses e a longevidade do grupo”, informa Dadalt, que já tem em mãos uma lista de espera para a reservas das novas unidades. “Como o preço é convidativo, acredito que possamos rapidamente dobrar o número de vitivinicultores do Vale dos Vinhedos”.
Esta é, aliás, a boa notícia capaz de dar um impulso
extra ao desenvolvimento da principal região vinícola do país – ao invés de
loteamentos residenciais ou fábricas, agora poderá ser mais lucrativo
transformar as belas colinas do vale no paraíso de diversos pequenos
vitivinicultores apaixonados pelo bom vinho brasileiro.
Lançamento do cadastro vitivinicola na Embrapa Uva e Vinho
Capa do CD com o cadastro vitivinicola
Enólogo Zanus, à direita, coordenou o lançamento
Fotos Martha Caus/D/JN
O resultado de um trabalho de quatro anos e que
subsidiará o setor vitivinícola com dados e informações importantes foi
apresentado na tarde desta sexta-feira (28), no auditório da Embrapa Uva e
Vinho, em Bento Gonçalves (RS). Realizado em parceria pela entidade anfitriã e
o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), com apoio da Secretaria da
Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa/RS) e Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (Mapa), os dados coletados foram agrupados no CD
Cadastro Vitícola o Rio Grande do Sul 2008 a 2012 e apresentado para dirigentes
de entidades, viticultores e representantes políticos.
O material contém informações como o número e tamanho de
propriedades, variedades americanas, híbridas e viníferas, idade dos vinhedos,
áreas georreferenciadas e produtividade, entre outras categorias que contribuem
para embasar estratégias de qualificação da produção. Os dados disponibilizados
em um CD que será distribuído para as entidades do setor e órgãos
governamentais ligados a atividade, também estão disponíveis para consulta e
download gratuito no site da Embrapa Uva e Vinho (www.cnpuv.embrapa.br/pesquisa/cadastro/cds/2008-2012/dados/home.html).
A pesquisadora e coordenadora do Cadastro Vitícola, Loiva
Maria Ribeiro de Mello, ao detalhar os itens que constam no CD, apontou algumas
conclusões do levantamento como, por exemplo, a diminuição de área de
variedades viníferas tintas e o aumento dos espaços destinados à produção de
uvas para elaboração de sucos. Outra informação detalhada pela pesquisadora foi
o aumento de área plantada em regiões como as de Vacaria, Guaporé, Serra do
Sudeste e Campanha. “O cadastro dá subsídios para justificar políticas públicas
e elaborar um mapa da produção de uvas no estado. A implantação do georreferenciamento
confere maior precisão e confiabilidade ao levantamento”, afirmou.
Para o chefe-geral da Embrapa, Mauro Zanus, o cadastro é
um instrumento importante tanto para suporte aos pedidos de IGs, para o
conhecimento acerca da extensão de cada cultivar nos municípios e sobre a
história da viticultura gaúcha. “O cadastro é um reflexo do que está sendo
demandado pelo mercado e que pode servir como um alerta para que, tanto os
produtores quanto a indústria, considerem os elementos da nossa vitivinicultura
que nos diferenciam de outros países”, comentou.
O presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin, Moacir
Mazzarollo, e o presidente da Comissão Interestadual da Uva, Olir Schiavenin,
apontaram a necessidade de expandir o cadastro para os demais estados do país.
Mazzarollo destacou que é preciso dar continuidade às atualizações anuais e
aperfeiçoar os processos de levantamento de informações. “Para isso, é
fundamental o apoio das instituições que representam os viticultores,
sindicatos e associações, com o objetivo de qualificar o trabalho de campo
realizado nas propriedades”, sugeriu.
A coordenação técnica do Cadastro Vitícola é realizada
pela Embrapa Uva e Vinho, por delegação do Mapa. O projeto é financiado pelo
Ibravin, com recursos do Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura
(Fundovitis/RS). Os levantamentos contam com o apoio dos sindicatos de
trabalhadores rurais e Emater/RS. O estudo priorizou o cadastro de propriedades
por georreferenciamento, principalmente das áreas em regiões que buscam ou já
obtiveram uma Indicação Geográfica (IG).
Destaques da
viticultura gaúcha
A viticultura do Rio Grande do Sul está presente em 28
das 35 microrregiões do estado e em 15.221 propriedades rurais. A área ocupada
com vinhedos, em 2012, foi de 41.076 hectares (ha), sendo 2,60 ha a média por
propriedade. As 10 microrregiões mais importantes são responsáveis por 97,43%
da área de vinhedos do estado.
Variedades do grupo Americanas, usadas em larga escala na
produção de vinho de mesa e suco, estão presentes em todas as microrregiões e
somaram 18.189,59 ha, em 2012, representando 38,64% da área total de videiras.
A produção foi de 320.016,33 toneladas, 42,26% da produção total do Estado. As
Híbridas, com área de 16.096,66 ha produziram, em 2012, 356.239,27 toneladas e
representam 39,19% e 47,04 % da área e da produção do estado, respectivamente.
Tanto as americanas quanto as híbridas são usadas também para consumo in
natura.
As variedades viníferas, usadas para elaboração de vinhos
finos, ocuparam uma área de 6.606,03 ha, com produção de 81.031,89 ha, o que
equivale a 16,08% da área e 10,70% da produção do estado.
O agrupamento viníferas apresenta o maior número de
cultivares, totalizando 99. Entretanto, 95% da área refere-se a 29 cultivares.
A cultivar Cabernet Sauvignon, de maior área, ocupou 1.341,69 ha, em 2012, com
produção de 12.556,92 toneladas, ou seja, 20,31% da área e 15,50% da produção
de uvas viníferas do Rio Grande do Sul. Essa cultivar é usada especialmente
para produção de vinho tinto fino.
A cultivar Merlot, uma das tradicionais para elaboração
de vinhos finos, ocupou 887,41 ha, em 2012, representando 13,43% da área.
A cultivar Chardonnay, usada para elaboração de vinhos
finos brancos e espumantes, ocupou 822,91 ha e representa 12,46% da área.
A Moscato Branco ocupou 631,46 ha e representou 9,56% da
área e 16,94% da produção, mostrando-se muito produtiva. Tem sido usada para
elaboração de espumante moscatel, vinho frisante e vinho tranquilo.
A cultivar Tannat, usada para elaboração de vinhos tintos
finos, ocupou uma área de 351,11 ha, representando 5,31% da área e 6,02% da
produção do agrupamento das cultivares viníferas do estado do Rio Grande do
Sul.
Miolo lançou Gamay 2014
A Miolo é uma das poucas vinícolas que elabora o Gamay na
América do Sul seguindo o conceito francês “beaujolais nouveau”, que
marca na França e em mais de 200 países a chegada da nova safra. O vinho é
elaborado pelo processo tradicional de maceração carbônica, no qual as uvas
fermentam inteiras (nos próprios cachos) nos tanques.
A temperatura ideal para seu consumo é de 10ºC a 12ºC. “É
um tinto que deve ser degustado gelado. É uma bebida de verão, aromática e
alegre, ideal para ser consumida na praia, na piscina e em tantas localidades
brasileiras caracterizadas pelo calor”, diz o diretor superintendente da Miolo,
Adriano Miolo. O Gamay é um vinho de estrutura leve, com características para
ser consumido jovem, no mesmo ano da elaboração.
A Miolo tradicionalmente investe na criatividade dos
rótulos que vestem a garrafa do Gamay, e desta vez não foi diferente. Seguindo
a linha de telas assinadas por artistas brasileiros, retratando alegria,
festividade e brasilidade, a Miolo elegeu a mais importante obra da artista
Tarsila do Amaral para ilustrar seu rótulo: “Abaporu”, a arte mais importante
já produzida no país, que simboliza o Movimento Modernista brasileiro.
Uma novidade também está presente no contrarrótulo do
Gamay 2014. Foi desenvolvido um QR Code que, quando escaneado, oferece a
opção de leitura em português, espanhol e inglês. Em função do grande número de
estrangeiros que estarão no país para a Copa do Mundo de 2014 e seguindo as
tendências mundiais de comunicação, através de plataformas mobiles, a
Miolo dará aos seus clientes acesso a informações sobre Tarsila do Amaral e sua
obra.
Através do QR Code será possível também comprar o
produto diretamente da loja virtual da Miolo e compartilhar o conteúdo sobre a
obra de Tarsila do Amaral nas redes sociais. O desenvolvimento do packaging
e ação digital são assinados pela Zorzo Design Estratégico.
Miolo Cuvée Giuseppe Chardonnay foi premiado no Chardonnay du Monde
O vinho branco Miolo Cuvée Giuseppe Chardonnay 2012
recebeu Medalha de Prata na 21ª edição do tradicional concurso francês Chardonnay
du Monde, realizado entre os dias 12 e 15 de março no Château des Ravatys, na
região da Borgonha. Cerca de 300 degustadores
de 40 nacionalidades elegeram o rótulo da Miolo Wine Group (MWG) em um universo
de aproximadamente 800 amostras.
Cuvée é um termo francês para “corte”, que representa a essência
do Miolo Cuvée Giuseppe Chardonnay, um corte de diferentes parcelas de chardonnay,
selecionadas nos vinhedos da família em Bento Gonçalves (RS). Parte do vinho é
vinificada em barris de carvalho francês, o que confere à bebida aromas
amanteigados e de baunilha. “É um branco potente, de grande volume de boca e
complexidade”, afirma Miguel Ângelo Vicente Almeida, enólogo da MWG.
Dunamis apresentará seus vinhos criativos e descomplicados no Circuito Brasileiro de Degustação
“Nossos produtos refletem a proposta da marca em oferecer
vinhos criados para um público de espírito jovem e descolado”, explica Celso Gromowski, gerente geral
da Dunamis.
Entre os projetos da vinícola, está o primeiro e único Merlot Branco do Brasil,
desenvolvido pelo processo Blanc
de Noir, no qual o suco das uvas é separado imediatamente,
evitando a extração da cor e do tanino nas cascas.
Na linha de espumantes,
destaque para os novos Dunamis
Brut e Dunamis
Extra Brut, feitos pelo método champenoise – ou
tradicional -, o mesmo utilizado na produção das famosas borbulhas da região
francesa de Champagne.
O Circuito Brasileiro de Degustação é realizado pelo Ibravin (Instituto Brasileiro
do Vinho) e acontece dia
1º de abril, no Salão
Nobre da Catedral, das 16 às 21 horas para profissionais do setor, e das 19 às 21 horas para o consumidor final.
1º
de abril, terça-feira
Salão
Nobre da Catedral | Rua Duque de Caxias, 1047 - Centro Histórico
16h
às 21h – Profissionais do Setor
19h
às 21h – Consumidor Final
Fundada em 2010, a Dunamis está localizada nos municípios
de Dom Pedrito, na Campanha, e de Cotiporã, na Serra Gaúcha. Descomplicados,
seus vinhos são reunidos em coleções que facilitam a escolha:
Elementos
Cor, Ser
e Tom – um
tinto, um branco e um rosé;
Elementos
Ar – espumantes Brut e Moscatel;
Movimento
– varietais Cabernet Franc, Merlot, Pinot Noir, Pinot Grigio, Merlot Branco,
Sauvignon Blanc (em breve o lançamento de um Tannat) e os espumantes
champenoise Dunamis Brut e Dunamis Extra Brut.
terça-feira, 25 de março de 2014
Galvão Bueno lançou um Brunello di Montalcino
Bueno-Cipresso Brunello di Montalcino 2007, 2005 e 2004
Galvão Bueno e Roberto Cipresso na Toscana
Em parceria com o enólogo italiano Roberto Cipresso,
Galvão Bueno acaba de lançar o Bueno-Cipresso Brunello di Montalcino, produzido
na vinícola Poggio al Sole, no coração da Toscana - um legítimo D.O.C.G.
(Denominação de Origem Controlada e Garantida). A informação é de Cristina
Bielecki - Cel.: 11 99111 8970 - crisbielecki@uol.com.br
Galvão Bueno teve o privilégio de rodar o mundo nos
últimos 40 anos trabalhando com eventos esportivos. Foram essas viagens que lhe
permitiram conhecer e se relacionar com diferentes culturas, costumes e
sabores. Foi em países como Portugal, Espanha, França e Itália que Galvão teve
contato mais intenso com a cultura dos vinhos europeus e desenvolveu uma
relação que acabou se transformando em uma nova paixão. Com o tempo, foi
apurando o paladar, experimentando diferentes rótulos, conhecendo produtores e
estudando diferentes tipos de uvas para entender como as nuances, presentes em
cada vinho, diferenciam uma garrafa da outra, uma safra da anterior.
A bagagem internacional levou Galvão a se interessar
também pela indústria brasileira de vinhos. Entrou em contato com produtores
locais e decidiu introduzir essa nova paixão na sua vida empresarial.
“Procurando o perfeito terroir brasileiro, fundei a Bueno Bellavista Estate, na
região do Seival, na Campanha Gaúcha, no paralelo 31, a mesma latitude dos
vinhos produzidos na Argentina, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul”,
conta. Sua primeira realização foi uma escolha pessoal, um vinho tinto, de
corte bordalês: o Bueno Paralelo 31, lançado com o espumante Bueno Cuvée
Prestige, em 2009. O sucesso foi imediato e, com ele, o incentivo para expandir
os horizontes. Galvão criou, então, a Bueno Wines e lançou dois novos rótulos: o
Bueno Bellavista Pinot Noir e o Bueno Bellavista Sauvignon Blanc.
Desde a Renascença, a Toscana é a região da Itália que
mais atrai os olhares das pessoas ao redor do mundo. Rica na arte que se
desenvolveu a partir de Florença, a região chama a atenção por suas belas
paisagens e variada gastronomia, se transformando no destino de milhões de
turistas em busca de prazer e romance. Além de todos esses atrativos, outro
grande destaque é o seu terroir de terras perfeitas para o plantio de uvas
selecionadas e com colinas que não passam de 550 metros de altitude, o que
garante frescor e condições privilegiadas de cultivo, mesmo no verão. A melhor
tradução dessas características se encontra na província de Siena, na comune de
Montalcino, cidade com menos de seis mil habitantes que se tornou referência
mundial por conta da produção de um dos mais conhecidos, renomados e
conceituados vinhos D.O.C.G.: o Brunello di Montalcino.
Um legítimo D.O.C.G. (Denominação de Origem Controlada e
Garantida) italiano, o Brunello di Montalcino é o mais importante vinho da
Itália e um dos melhores do mundo, além de ser o tinto que melhor envelhece. A
longevidade é uma das razões do seu enorme prestígio. Seu nome tem origem na
uva utilizada em sua produção, a Sangiovese Grosso, que tem como uma de suas
características mais marcantes a sua cor mais escura, o plantio desta cepa deve
ser realizado em terrenos que vão de 250 metros a 400 metros de altitude
evitando, assim, temperaturas muito baixas. Acondicionado
em garrafas do tipo bordalesas, o Brunello possui graduação alcoólica de, no
mínimo, 13% e, obedecendo a rígidas normas estabelecidas em Montalcino, só pode
ser comercializado cinco anos após a colheita - com exceção do tipo Riserva,
que entra no mercado apenas seis anos após a “vendemmia”. O tempo na madeira é
responsável por sua cor, que vai de um enérgico rubi ao grená. Seu
característico e intenso aroma é acompanhado de sabor robusto, harmônico e
persistente, sendo também quente, seco e levemente tânico.
Nascido na região do Veneto, Roberto Cipresso dedicou-se,
primeiramente, ao estudo das técnicas agrícolas. Quando se mudou para a
Toscana, iniciou sua vitoriosa carreira de enólogo em Montalcino, trabalhando
com os mais importantes produtores de vinhos da região. Em 1999, fundou a Winemaking,
um grupo de consultoria agrônoma e enológica que atende vinícolas da Itália e
do exterior. Seu conhecimento da terra e dos seus segredos o levou a iniciar a
Winecircus, uma adega-laboratório experimental, dedicada à pesquisa da
atividade vitivinícola, em parceria com as Universidades de Padova, Trento,
Pisa e Udine. Entre suas principais criações estão o Cuvée feito especialmente
para o Papa João Paulo II, em 2000, e o tinto desenvolvido para os 150 anos o
“Melhor Enólogo Italiano”, durante o “Wine Oscar 2006”, e o “Homem do Ano”,
pela revista Men’s Health, em 2008, na categoria “Comida”. Seu Brunello di
Montalcino Riserva 2006 La Fiorita foi listado como um dos melhores vinhos
italianos no “Best Italian Wines Awards 2012” e recebeu a medalha de ouro no
“Merano Wine Festival 2012”.
O Bueno La Valletta, lançado em 2012, foi o primeiro
resultado da união entre Roberto Cipresso e Galvão Bueno. O sucesso dessa
parceria culminou na elaboração de mais um vinho, produzido na vinícola Poggio
al Sole, no coração da Toscana, com o perfeito terroir da terra do sol e do
romance, cheio de histórias e prazeres. Há documentos que atestam que, neste
local, vinhos e azeites já eram produzidos com maestria desde o Século XII.
Bueno-Cipresso Brunello di Montalcino 2004
Elegante, autêntico e complexo, este legítimo Brunello di
Montalcino Riserva é produzido apenas em anos nos quais a colheita é
considerada uma safra excepcional. Uma obra-prima harmônica, vinificada e
assinada, com maestria, pelo mestre e enólogo Roberto Cipresso. É um vinho com
notas de frutas maduras, chocolate, estrutura fantástica e taninos elegantes.
Excepcional.
Uvas: 100% Sangiovese Grosso | Região: Montalcino –
Castelnuovo dell’Abate – Itália
Colheita: Manual | Produção: 6,3 ton/ha
Sistema de Produção: Espaldeira Simples em Cordão
Esporonado
Vinificação
• Seleção de uvas na videira e na mesa selecionadora;
• Temperatura de fermentação controlada abaixo dos 30°C,
em tanques de carvalho esloveno durante 12 dias com remontagens diárias;
• Leveduras selecionadas;
• Maturação durante 36 meses em barricas de carvalho
francês de primeiro/segundo uso e de carvalho esloveno;
• Envelhecimento de 36 meses em garrafa antes da venda.
Degustação:
Análise visual: Vermelho rubi com tons granada.
Análise olfativa: Notas marcantes de ameixa, frutas do
bosque, couro, nota mineral e baunilha.
Análise gustativa: Possui acidez e sabor equilibrados.
Taninos pronunciados e maduros, com longa persistência.
Serviço e Harmonização:
Harmonização: Combina perfeitamente com as carnes suínas,
vermelhas e selvagens, eventualmente acompanhadas com funghi e com o queijo
pecorino toscano.
Temperatura de serviço: 18ºC a 20°C.
Taça recomendada: Grand Ballon “Borgogna”.
Bueno-Cipresso Brunello di Montalcino 2007
Maduro e redondo, este vinho, vinificado e assinado pelo
mestre e enólogo Roberto Cipresso, exibe impressionante elegância e maturidade
ao lado da escala formidável de aromas e palato característicos dos mais
clássicos vinhos da Toscana. Um dos vinhos italianos com a maior longevidade, o
Brunello di Montalcino foi o primeiro a receber (Denominação de Origem
Controlada e Garantida).
Uvas: 100% Sangiovese Grosso | Região: Montalcino –
Castelnuovo dell’Abate – Itália
Colheita: Manual | Produção: 4,9 ton/ha
Sistema de Produção: Espaldeira Simples em Cordão
Esporonado
Vinificação
• Seleção de uvas na videira e na mesa selecionadora;
• Temperatura de fermentação controlada abaixo dos 28°C,
em tanques de carvalho esloveno durante 10 dias com remontagens diárias;
• Leveduras selecionadas;
• Maturação durante 24 meses em barricas de carvalho
francês de primeiro/segundo uso e de carvalho esloveno;
• Envelhecimento de 36 meses em garrafa antes da venda.
Degustação:
Análise visual: Vermelho rubi profundo.
Análise olfativa: Notas de ameixa, framboesa e rosas, com
sensações balsâmicas e de tabaco.
Análise gustativa: Austero, taninos acentuados e acidez
equilibrada.
Serviço e Harmonização:
Harmonização: Combina perfeitamente com as carnes
vermelhas e selvagens, assadas ou grelhadas, eventualmente acompanhadas de
funghi e tartufo. Muito interessante também com queijos, como o pecorino
toscano.
Temperatura de serviço: 18ºC a 20°C.
Taça recomendada: Grand Ballon “Borgogna”.
Será distribuído pela Miolo Wine Group no Brasil inteiro
a partir de março.
Sofisticação em 187ml
A praticidade alia prazer ao consumo moderado, sendo uma
excelente opção para quem deseja se refrescar na medida certa. Com a mesma
sofisticação de uma garrafa de 750 ml, a mini traz uma diferença. Sua tampa é
de rosca metálica (pilfer) que não interfere na qualidade do produto, sobretudo
porque a oferta é ideal para consumo rápido. Além da segurança na vedação, a
tampa também traz um design
arrojado.
Quem provar o espumante, além de consumir design e um conceito moderno e
consciente, também vai poder conferir os mesmos aromas e sabores do Gran Legado
Espumante Brut Charmat da garrafa de 750 ml. O produto é leve, elaborado com
uva base Chardonnay, apresentando com o corte das uvas Riesling e Viogner mais frescor e delicadeza.
A bebida tem pouco tempo de envelhecimento para preservar as características da
fruta.
A novidade entra para a linha de espumantes da Gran
Legado, vinícola do Vale dos Vinhedos que coleciona prêmios internacionais pela
qualidade de seus espumantes.
Châteauneuf-du-Pape Branco 2010
Bebi um Châteauneuf-du-Pape, da
Domaine du Château de l’Hers Branco 2010 excelente. É vinho Côtes Du Rhone predileto nas recepções
da presidência da França. Foi o vinho do mês da Chez France por R$ 279,00. Um
vinho elaborado com as uvas Picardan,
Roussanne, Clairette, Picpoul e Grenache Blanc, com toques de avelã e pão
grelhado., 13,1% de álcool.
É uma raridade nessa denominação
(apenas 6% de brancos). Apresenta uma aparência amarelo claro com reflexos
verdes, o aroma é delicado com notas de frutas cítricas e de maçã, o sabor é
amplo e harmonioso, levemente amadeirado. Bebi-o acompanhando um bom queijo e
foi excepcional.
Seleção da Espanha inspirou primeiro jantar harmonizado da Salton
O ciclo de
jantares harmonizados da Salton entra em campo, em 2014, trazendo a gastronomia
de países campeões da Copa do Mundo como inspiração. A primeira rodada
foi dedicada à Espanha, com iguarias e harmonizações dignas de erguer a taça,
todas elaboradas pela chef Idana Spassini e pela sommelière Mônica Coletti. A
“Copa de Sabores” aconteceu, no sábado, 15 de março, na unidade da vinícola em
Tuiuty, Bento Gonçalves.
No cardápio,
servido na charmosa adega da vinícola, espaço intimista e sofisticado,
torradas com creme de limão e camarões ao endro e croquetes de presunto cru, no
couvert, harmonizado com Salton Poética. Como entrada, a chef irá preparou a
esqueixada – salada de bacalhau com cebola e azeitonas – que combinou com o
vinho tinto Salton Volpi Pinot Noir.
O primeiro prato foi fideo com lulas en su
tinta, regado ao espumante Salton Reserva Ouro e, para encerrar, congrio
negro ao molho de queijo cremoso e pera com figos grelhados e presunto cru e o
branco Salton Virtude.
A Salton realiza a programação especial desde 2010 e vem
ganhando mais adeptos à arte de combinar as refeições aos sabores e
características de cada vinho e espumante. As reservas podem ser feitas pelo
telefone (54) 2105-1000 ou pelo e-mail monica@salton.com.br, com Mônica Colletti.
Programação dos
Jantares Harmonizados 2014:
Dia 12 de abril
– Argentina
Dia 17 de maio –
Uruguai
Dia 07 de junho
– Brasil
Dia 12 de julho
– França
Dia 16 de agosto
– Itália
Dia 13 de
setembro – Inglaterra
Dia 18 de
outubro – Alemanha
Dia 08 de
novembro – o campeão da Copa 2014
Salton registrou faturamento de R$ 296 milhões em 2013
A Vínicola Salton, com 103 anos de mercado, obteve no ano
passado um acumulado de mais de R$ 296 milhões em seu faturamento, 5% a mais do
que o registrado em 2012. Entre os fatores que contribuíram para o balanço
positivo, estão a excelente safra, que atingiu 16 milhões de quilos de uvas, e
a comercialização de cerca 9,5 milhões de garrafas dos espumantes e
frisantes, mercado no qual é líder nacional.
Mesmo com a estabilidade no volume das últimas safras,
com média de 15 milhões de quilos, a companhia obteve crescimento de 16%, nos
últimos três anos. Para o presidente da vinícola, Daniel Salton esta conquista
é resultado de um grande empenho na área de vendas e de enologia. “Chegamos bem
próximo das projeções de 2013 e mesmo em um ano comercialmente desafiador
conseguimos crescer”, destaca Daniel. “Mantemos rigorosos processos, desde a
colheita ao amadurecimento dos tintos e espumantes, no qual buscamos sempre
surpreender os apreciadores dos produtos da Vinícola. Com a bagagem de uma
empresa centenária, a Salton investe e se preocupa com o crescimento nas
próximas décadas”.
No balanço divulgado, o destaque é a consolidação e a
evolução dos vinhos da Vinícola, responsáveis pela fatia de 24,7% dos
resultados, praticamente equiparado com a linha de destilados, que chegou a
26,5%; já os espumantes e frisantes ficaram com 37,3% e 4,2%, respectivamente.
Já os sucos de uva representam 3,5%. “Para atingirmos nossa expectativa de
faturar R$ 330 milhões em 2014, estamos buscando aprimorar nossas embalagens,
como a do espumante Reserva Ouro; lançar produtos Premium, como José “Bepi”
Salton, espumante emblemático da Linha Gerações; e outras novidades, a partir
de abril. Entendemos também que a Copa é uma excelente oportunidade para as
pessoas brindarem com nossos espumantes”, pontua o executivo.
De acordo com Daniel, em 2014 a vinícola apresentará duas
novidades importantes para consolidar a projeção de crescimento. “Estamos
atentos às oportunidades que temos, como a qualidade ainda melhor das uvas da
região de Santana do Livramento (RS) e também com a criação de uma
planta-piloto para testes de novos produtos e inovações tecnológicas em nossas
operações industriais, localizada no interior de São Paulo, o que deverá nos
proporcionar ganhos de produtividade e competitividade ainda maiores”, ressalta
o presidente.
Com uma área de 640 hectares no município de Santana do
Livramento (RS), a companhia planeja investimento de R$ 45 milhões, dos quais
R$ 18 milhões já foram destinados a nova unidade receptiva de uvas, responsável
pela primeira etapa da vinificação. O novo processo deve reduzir os custos com
transporte a partir de setembro, levando à unidade de Tuiuty, em Bento
Gonçalves (RS), somente o mostro da uva para produção de rótulos de vinhos
finos.
Além disso, a demanda pelos espumantes e frisantes da
companhia também impulsionou a construção da unidade piloto, em Jarinú (SP), a
ser concluída neste primeiro semestre. A nova
unidade receberá investimento inicial de R$ 15 milhões.
A Vinícola Salton também está avançando no mercado
externo, com expectativa de exportar cerca de 40% a mais para China, atualmente
principal consumidor de vinho tinto no mundo, para onde a empresa tem destinado
safras de suas linhas Intenso, Talento e Desejo. Outro importante passo foi o
acordo com a rede inglesa Marks & Spencer (M&S), com lote inicial de 35
mil garrafas do espumante Intenso Bubbles Moscato e do tinto Intenso Teroldego,
para o Reino Unido. Atualmente, a empresa exporta para 14 países, incluindo os
mercados norte-americano, holandês, canadense, entre outros.
Vinícola Don Giovanni comemora resultado na colheita das uvas destinadas para espumantes
|
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A vinícola Don Giovanni, de Pinto Bandeira (RS), está
comemorando a colheita das uvas produzidas no local, destinadas à elaboração
de espumantes. A vindima das variedades Chardonnay e Pinot Noir começou em 22
de janeiro e foi finalizada em fevereiro de 2014. "Nesta primeira fase
tivemos uma safra excelente. Uvas que apresentam bom equilíbrio entre
açucares e acidez. Os espumantes serão de altíssima qualidade e isso vai
ajudar a impulsionar ainda mais o crescimento desse tipo de produto ",
avalia o enólogo da Don Giovanni, Luciano Vian.
Ainda de acordo com ele, neste ano, ocorreu uma
característica climática diferenciada, com dias e noites quentes, com
temperaturas ultrapassando os 30ºC. "Isso provocou uma aceleração no
processo de maturação das uvas, o que nos forçou a acelerar a colheita, pois
para um bom espumante é importante que tenhamos presente, uma acidez
natural", explica.
Entre os produtos da linha Don Giovanni feitos pelo
processo champenoise estão o Dona Bita Brut, Stravaganzza Brut, Don Giovanni
Série Ouro, Don Giovanni Brut, Nature e Rosé Brut. Este último, é produzido
junto com outra variedade, a Merlot.
A Don Giovanni é um complexo que reúne vinhedos,
vinícola, varejo de vinhos, pousada e restaurante. Mantém uma produção média
de 120 mil garrafas ano. Está localizada em Pinto Bandeira (RS), a 12 km do
centro de Bento Gonçalves na rodovia VRS 805, em um dos pontos mais altos do
município (720m). É cercado por montanhas, onde prevalecem plantações e
florestas nativas. A família Giovannini, proprietários da vinícola, são uma
das poucas no RS, cuja quarta geração continua a produzir vinhos e
espumantes, unindo tradição e qualidade.
A pousada Don Giovanni credenciou-se entre os hotéis
oficiais da Copa do Mundo de 2014. A confirmação foi dada pela FIFA
Accommodation Office. Fica localizada junto à vinícola. Possui sete
apartamentos num casarão construído em 1930, mantendo na decoração,
características originais da colonização italiana. Os hóspedes também podem
contar com uma charmosa cabana, carinhosamente apelidada de 'casota',
localizada em meio aos vinhedos. O restaurante tem capacidade para 50
pessoas, atendendo a hóspedes e grupos, mediante a reservas. Grande parte do
que é oferecido no cardápio, como temperos, legumes e hortaliças são
produzidos na propriedade. Outras informações www.dongiovanni.com.br.
|
Nova Semana dos Produtores em Évora
Maria Teresa Chicau manda-me, de Évora, mais uma
infoamção sobre a Semana dos Produtores que acontecerá, até o dia 29, na Rota
dos Vinhos do Alentejo. Quisera eu estar por lá, comendo castanhas assadas, na
praça, e depois, bebendo os bons vinhos alentejanos. A semana terá degustação
do Reguengos do Souzão Tinto 2009, IG Alentejano, elaborado com Aragonez,
Trincadeira e Alicante Bouschet, e Reguengos do Souza Tinto Reserva 2007, IG
Alentejano, com Aragonez, Trincadeira e Alicante bouschet, ambos da Casa
Agrícola Fernandes de Moura, de Monforte; Villa Romanu Branco 2013, IG
Alentejano, com Antão Vaz, Arnto e Verdelho, e Villa Romanu Tinto 2010, IG
Alentejano, com Trincadeira, Aragonez e Arignan, ambos da Herdade do Perdigão,
também de Monforte; e, finalmente, Virgo Branco 2012, IG Alentejano, com Arinto
e Viognier, e Virgo Tinto 2010, IG Alentejano, com Aragonez, Syrah, Trincadeira
e Alicante Bouschet, ambos da Sociedade Agrícola da Torre de Curvo, também de
Monforte.
As provas ocorrem na sede da entidade que promove os
vinhos do Alentejo, à Praça Joaquim Antonio de Aguiar, 20-21, junto ao Teatro
bGarcia de Resende, de segunda-feira a sábado. Maiores informações pelos
telefones 266 746 498 / Fax – 266 746 602 /
Email - rota@vinhosdoalentejo.pt -
Apartado 2146 - 7001-901
Évora
Lidando com ovinos nos campos de Unistalda
Ruy Gessinger,
ex-magistrado, é um apaixonado pelo campo. De sua fazenda, em Unistalda,
dispara mensagens que estão sempre enaltecendo as virtudes do campo e das
atividades campeiras. É criador de bovinos e de ovinos, gado Angus e ovelhas
Ile de France. Também aderiu ao cavalo crioulo. Tem uma neta da lendária La
Invernada Hornero.
Eis uma de suas mensagens, enviada dia 24 de
março:
“Se você é urbano, deixa eu explicar que, no
que tange a ovinos, quando um nasce chama-se cordeiro ou cordeira; mais tarde,
borrego ou borrega e na fase adulta os machos castrados são capões e as fêmeas,
ovelhas.
Isso no chamado " rebanho geral".
Para a Cabanha (nem todos os criadores de ovinos as tem) apenas vão os animais ditos puros. Esses têm cuidados especiais, com acompanhamento especializado, sendo que os machos ficam inteiros e, na fase adulta, chamam-se de carneiros.
Poucos machos, portanto, estão aptos à reprodução.
Aqui na estância nós passamos uma oleosidade com tinta vermelha ou preta no peito dos reprodutores. Recolhemos todas as fêmeas para a mangueira ao anoitecer e as deixamos com os carneiros. Quando ocorre a cópula a ovelha fica com seu lombo marcado pela tinta. Sinal que foi coberta e pode ser solta para o campo.
Ao amanhecer os machos voltam para seu merecido spa na cabanha e as fêmeas retornam para a pastagem ao ar livre.
Não é todo o peão que gosta de lidar com ovinos. Dá muito trabalho, é um animal sensível, abicha fácil e é " morredor" uma barbaridade.”
Isso no chamado " rebanho geral".
Para a Cabanha (nem todos os criadores de ovinos as tem) apenas vão os animais ditos puros. Esses têm cuidados especiais, com acompanhamento especializado, sendo que os machos ficam inteiros e, na fase adulta, chamam-se de carneiros.
Poucos machos, portanto, estão aptos à reprodução.
Aqui na estância nós passamos uma oleosidade com tinta vermelha ou preta no peito dos reprodutores. Recolhemos todas as fêmeas para a mangueira ao anoitecer e as deixamos com os carneiros. Quando ocorre a cópula a ovelha fica com seu lombo marcado pela tinta. Sinal que foi coberta e pode ser solta para o campo.
Ao amanhecer os machos voltam para seu merecido spa na cabanha e as fêmeas retornam para a pastagem ao ar livre.
Não é todo o peão que gosta de lidar com ovinos. Dá muito trabalho, é um animal sensível, abicha fácil e é " morredor" uma barbaridade.”
Como velho
ovelheiro dos campos de São Diogo, onde passei parte de minha infância e
juventude, nos tempos em que se levantava ovelha nos braços para jogar dentro
do banho contra sarna, concordo totalmente com o dr. Ruy. Apenas acho que ele
terminou seu texto meio pessimista. Ele tem razão quando escreve: “Dá muito
trabalho, é um animal sensível, abicha fácil e é " morredor" uma
barbaridade.” A “ovelha morre de susto”, como diziam os antigos, mas, hoje em
dia, quando a ovelha passou a valer bom dinheiro, os cuidados são maiores e já
não morre tanto à toa, quanto antigamente. Lá nos campos do Sarandi, gente da
família, cuida de 3.800 ovelhas e a mortandade não é tão grande, a não ser no
inverno, quando os cordeirinhos sofrem com a geada. Para isso também há
solução, mas o pessoal não quer saber de recolher os animais para locais mais
abrigados durante a noite. Dá trabalho! Talvez se a ovelha dobrar de preço
novamente (já mais do que dobrou), eles começarão a sentir que cada cordeiro
morto pelo frio ou pelo abandono da mãe é mais do que a tristeza de ver os
campos branqueando de animaizinhos enregelados...
A Pecuária
Gessinger acaba de ser filiada à Associação Brasileira de Brangus, gado
resultante do cruzamento entre Angus e Zebu. É o antigo gado Ibagé, que levou
este nome, inicialmente, porque desenvolvido pela Embrapa, em Bagé.
Olha o preço do cordeiro em São Paulo
Por falar em
cordeiro, os preços praticados em várias praças de São Paulo mostram que a
carne ovina continua valorizada. É o que mostra o Informativo Semanal de nº 142 do Indicador de Preço do
Cordeiro do Estado de São Paulo, projeto
em desenvolvimento pelo Centro de Inovação Tecnológica e Extensão
Universitária (UNICETEX) da Faculdade de Engenharia de Alimentos e Zootecnia
(FZEA) da USP, Campus de Pirassununga/SP, com a colaboração de docentes e
pesquisadores da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ/USP), APTA
- Escritório Regional da Alta Sorocabana, Unidade de Agronegócio do SEBRAE-SP e
Aspaco.
Em Bauru, o quilo vivo está sendo comercializado a R$
5,71, enquanto em Marilia está a R$ 6,08. O quilo carcaça está,
respectivamente, em R$ 12,50 e R$ 13,50.. Em Sorocaba,, R$ 5,15 e R$ 12,26,
respectivamente, enquanto em Campinas, R$ 4,35 e R$ 9,08. No Rio Grande do Sul,
o quilo vivo está entre R$ 4,10 e R$ 5,00.
sábado, 22 de março de 2014
Mensagens
Azeites
Caro Ucha,
Muito boa as reportagens sobre os azeites gaúchos.
Parabéns! Até hoje eu pensava que só exikstia o "Olivas do Sul" (que
eu uso!). Vou procurar essas novs marcas. Abraço
Alfredo Marcolin Peringer – Porto Alegre
...............
Azeites 2
oi Danilo,
muito bacana o que voce escreveu da Pieralisi.
E gostei da minha foto.
abraços,
Estela Testa – São Paulo
..............
Azeites
Caro Danilo
Obrigado pela presença
e pelo balde de chá que você me deu com estas matérias espetaculares
Você é nosso padrinho neste empreendimento Muito obrigado
Luiz
Eduardo Batalha – São Paulo
...................
Chilean Wine Amabassador 2014
Durante os dias 1º e 2 de abril, acontecerá em São Paulo o Seminário Chilean Wine Ambassador. Fruto da
parceria da Terruares, importadora de vinhos de alto conceito e organizadora de
feiras e seminários exclusivos, com a Top Winemakers, o evento dirige-se aos
profissionais e apreciadores do vinho chileno, com palestras e degustações de
vinhos top do Chile. Ao final do evento, será
escolhido o embaixador do vinho chileno no Brasil!
O seminário oferece uma
verdadeira oportunidade para saber mais sobre esse incrível país, sua
diversidade de estilos, terroirs, sabores, climas e riquezas vitivinícolas, uma
viagem para aprender, sentir e degustar o Chile. Seu conceito é apresentar um Chile unido, integrado, um país com novas
propostas de vinhos; mostrar sua riqueza por meio da diversidade de vales e
estilos enológicos.
Será apresentado no Seminário o vinho Top Winemakers 100 Barricas do Chile, um projeto audacioso e inovador, que reúne em uma única garrafa as 100 melhores vinícolas do país. O resultado é surpreendente: um vinho singular, que reflete toda a diversidade, riqueza e potencial de criatividade enológica do Chile. Uma produção exclusiva do Chile para o mundo, que começa a ser explorado com exclusividade pelo Brasil.
Será apresentado no Seminário o vinho Top Winemakers 100 Barricas do Chile, um projeto audacioso e inovador, que reúne em uma única garrafa as 100 melhores vinícolas do país. O resultado é surpreendente: um vinho singular, que reflete toda a diversidade, riqueza e potencial de criatividade enológica do Chile. Uma produção exclusiva do Chile para o mundo, que começa a ser explorado com exclusividade pelo Brasil.
O Seminário possui 220 vagas para sommeliers,
salesman, confrarias, alunos da Wine & Spirit Education
Trust, Wine Hunters, associações de sommeliers e grandes
apreciadores e conhecedores do mundo do vinho. Durante os dois dias, haverá
apresentação de 13 Vales do Chile e degustação de 60 vinhos chilenos,
representando cada zona vitivinícola. Entre os palestrantes estão: Rafael Prieto, diretor da Top
Winemakers; Pablo Morandé, enólogo dos Vales Casablanca-Leyda-San Antonio,
Valles Curicó e Maule; Felipe Uribe, enólogo dos Vales Cachapoal e Maipo; Renán
Cancino, viticultor dos Vales
Elquí-Limarí e Bio-Bio – Itata; Mario Geisse, enólogo dos Vales Colchagua,
Bio-Bio, Itata, Malleco e Lago Ranco; e
Marcelo Pino, sommelier Visão Sabores e Harmonização de todos
os Vale. O moderador de todas as palestras será o sommelier
e consultor Ariel Perez Navarro, idealizador do projeto junto a RafaelPrieto.
Os participantes terão oportunidade de conhecer
vinhos chilenos, além de prospectar
negócios com novas vinícolas e projetos para o Brasil. cada participante
receberá um CD com o curso completo e
material impresso, 6 taças ISO, um diploma de participação e um PIN com logo do
Chilean Wine Ambassador.
Ao final do segundo
dia, os participantes farão uma prova que selecionará 2 ganhadores, um homem e
uma mulher, que ganharão o título “The
Best Chilean Wine Ambassador”. O
embaixador e a embaixatriz representarão o vinho do Chile no Brasil e viajarão
para o Chile para conhecer todos os vales e seus vinhos in loco.
Uma oportunidade única aos amantes do vinho chileno!
Uma oportunidade única aos amantes do vinho chileno!
Local do seminário: Clube Atlético São Paulo (SPAC)
– Sede Higienópolis
Rua Visconde de Ouro Preto, 119 – Higienópolis
Horário: das 9h às 18h
Valor do investimento: R$ 1.200,00 (parcelado em até 6 vezes no cartão de crédito, depósito em conta ou boleto bancário). Informações e vendas: vendas@terruares.com com Cristóbal Pérez Navarro
(11 98799-1796)
Rua Visconde de Ouro Preto, 119 – Higienópolis
Horário: das 9h às 18h
Valor do investimento: R$ 1.200,00 (parcelado em até 6 vezes no cartão de crédito, depósito em conta ou boleto bancário). Informações e vendas: vendas@terruares.com com Cristóbal Pérez Navarro
(11 98799-1796)
|
A partir das 18h30,
acontece no mesmo espaço uma Feira com degustação de mais de 100 vinhos
chilenos brancos, tintos e espumantes, de 15 importadoras. Além disso, haverá
degustação de Pisco e outros produtos de origem chilena.
Valor de investimento: R$ 120,00. Horário: das 18h30 às 22h. * Os participantes do Seminário Chilean Wine Ambassador terão acesso liberado à feira. |
Espumantes da Cooperativa Vinícola Garibaldi conquistam ouro no Vinalies Internationales
Garibaldi Prosecco
e Giuseppe Garibaldi Brut foram destaque em concurso da Union des Enologues de
France. O concurso Vinalies
Internationales, realizado de 1º a 5 de março, na França, concedeu aos
espumantes da Cooperativa Vinícola Garibaldi mais do que medalhas de ouro, mas
direcionaram aos rótulos da Serra Gaúcha elogios que ressaltaram o alto nível
desses vinhos. Comparado a um champagne, o Garibaldi Brut Prosecco foi apontado
como “delicado”, e o Giuseppe Garibaldi Brut foi enaltecido como um espumante
que “conquista o paladar”.
“Obtivemos a
consagração de dois dos mais sofisticados rótulos que elaboramos e reforçamos
nosso prestígio no mercado internacional. Uma conquista incrível”, observou o
presidente da cooperativa, Oscar Ló.
Diante do desafio
de realizar uma avaliação às cegas de quase 3,5 mil amostras de vinho, os mais
de 100 juízes vindos do mundo todo e, principalmente, da França, decidiram
ainda recomendar ao público o Espumante Garibaldi Brut Prosecco com a sentença:
consumir. E reservaram ao Giuseppe Garibaldi Brut uma descrição detalhada e
rica: “Ele tem uma doçura agradável, um bom equilíbrio entre o ácido e o
açúcar. Especialmente um final longo que conquista o paladar”. “Captar a
atenção de especialistas com paladar apurado é um grande desafio. Mas a alta
qualidade de nossos espumantes foi identificada de forma incontestável”,
comemorou o dirigente.
Cooperativa reunirá associados para no dia 28
As 350 famílias associadas da Cooperativa Vinícola
Garibaldi participam no dia 28 da Assembleia Geral Ordinária da cooperativa. Na
oportunidade, serão apresentados os resultados do exercício e o balanço
contábil de 2013, além da prestação de contas, investimentos, novidades e
projeções para 2014. “Esse encontro permite aos cooperados influenciarem nas
decisões da empresa, sendo o ponto de partida para a definição do nosso
trabalho ao longo do ano”, afirma o presidente da cooperativa, Oscar Ló. A
assembleia acontece a partir das 8h no Salão Comunitário do Bairro Cairu,
localizado na rua Sete de Setembro, nº 36, em Garibaldi.
A Cooperativa Vinícola Garibaldi está presente há mais de
80 anos no cenário da vitivinicultura brasileira. Além de comercializar seus
produtos em todo o território nacional, com destaque para os estados do Rio
Grande do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Rio de Janeiro,
Pernambuco e Bahia, a empresa está inserida também no cenário internacional.
Ao todo, são 350 famílias associadas, de 12 municípios
gaúchos, que cultivam 850 hectares de videiras. Outras informações sobre a
vinícola podem ser obtidas no site http://www.vinicolagaribaldi.com.br
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