segunda-feira, 16 de junho de 2014

Um jantar com grandes vinhos

                                        Sem dúvida, um grande vinho de Louis Jadot
                                         D/JN

Agora que o Olyr Corrêa convidou-me para ir visitá-lo na Estância da Alegria, lá na legendária região do Caty (RS), para onde ele levou algumas garrafas de Château de Morinart, Château de Peiraguey, Cave de Landac, Zillertal e Canarinha de Salinas, quero registrar um excelente jantar, com grandes vinhos, que tive com o Geofredano Bocca e sua mulher Melisande, que vieram de Corinto para assistir alguns jogos da Copa do Mundo de Futebol, especialmente os da França, em Porto Alegre. Comemos um excelente bacalhau, daqueles cujas postas tem 10 centímetros de altura, e começamos bebendo um Batard Montrachet Jadot 2005, escolhido pela Melisande, e completamos a cota com um Chateau Haut-Brion Pessac Leognan 1998, escolhido pelo Geofredano. O vinho do Louis Jadot é daqueles que o Gordo gosta, enche a boca, untuoso, saboroso e suculento, com acidez muito equilibrada.
Foi um jantar fantástico, tanto pelo bacalhau com legumes, quanto pelos dois vinhos, Quanto ao convite do Gordo, vou esperar um pouco, até que os vinhos descansem da longa viagem entre Rio de Janeiro e Santana do Livramento.




  

Quatro boas notícias para a Aurora

01 - Aurora é a brasileira que mais exporta para a Bélgica. Vinícola triplica suas vendas para o mercado belga

A Vinícola Aurora é a campeã em vendas de vinhos brasileiros para a Bélgica, responsável por 45% das exportações de vinhos brasileiros destinados ao país. A Bélgica é o segundo país no ranking das exportações do Wines of Brasil. As vendas da Aurora para o mercado belga triplicaram no primeiro quadrimestre deste ano. O país absorveu 22% das vendas externas da Vinícola no período, e gerou uma receita de US$ 460 mil, referentes ao embarque de 130 mil garrafas. 
Em 2013, as exportações para lá somaram US$ 150 mil; portanto, o resultado dos primeiros quatro meses de 2014 apresenta crescimento de 206% em comparação com o ano passado inteiro. 
A Aurora está presente no mercado belga com sua linha de exportação Brazilian Soul no off trade e com a linha Aurora no on trade.Os espumantes Brazilian Soul Moscato Branco e Brazilian Soul Moscato Rosé estão nas lojas da Delhaize, rede de supermercados top da Bélgica.
A imprensa do país tem dado destaque aos vinhos da Aurora. Het Laatste Nieuws resenha o Brazilian Soul Moscato Branco, enquanto a Weekend (La Vif/LÉxpress) elogia o Brazilian Soul Moscato Rosé. Partners News faz elogios ao Aurora Reserva Cabernet Sauvignon. Brazilian Soul Premium Selection Cabernet Sauvignon, Brazilian Soul Chardonnay e o espumante Aurora Brut Rosé são indicados na seleção Le Vin des Femmes e o mais famoso colunista do país, o especialista Frank Vander Auwera destaca o Aurora Reserva Chardonnay, Brazilian Soul Premium Selection Tannat e o Aurora Reserva Merlot como grandes vinhos do Brasil no seu país. 
A Bélgica é o terceiro maior mercado das exportações da Aurora, atrás do Reino Unido e Alemanha, que, respectivamente, receberam 33% e 24% das vendas externas da Vinícola.


02 - Vinho Aurora Varietal Chardonnay é premiado em concurso internacional em Bordeaux


O vinho Aurora Varietal Chardonnay 2013 recebeu medalha de prata no concurso internacional Les Citadelles du Vin, realizado em Bordeaux, na França, e cujos resultados foram divulgados em Hong Kong (China), durante a Vinexpo.  O concurso contou com 50 especialistas internacionais, que analisaram os mais de 1.200 vinhos inscritos, de várias regiões do mundo. Les Citadelles du Vin tem a patronagem da Organização Internacional da Uva e do Vinho (OIV) e da Federação dos Grandes Concursos (FIGEV). 
A medalha para o Aurora Varietal Chardonnay chega poucos dias após o vinho ter sido escolhido entre as 3 melhores opções de vinhos brancos em recém-lançado Guia de Compras Primavera & Verão na Holanda.
A cada edição, o concurso conta com uma conferência paralela sobre uma região vinícola do mundo e, nesta edição, foi a vez do Brasil. O diretor da Associação Brasileira de Enologia (ABE), João Carlos Taffarel, falou sobre as regiões brasileiras de produção de vinhos e as características dos vinhos brasileiros. O sommelier Danio Braga, do Rio de Janeiro, falou sobre o cenário do mercado brasileiro de vinhos. Depois das apresentações, cerca de 100 pessoas degustaram 15 rótulos do Brasil, entre vinhos tranquilos e espumantes, em evento com apoio da ABE e do Ibravin.

03 - Espumante Brazilian Soul representa
o Espumante Brasileiro na rede Monoprix, na França

Vendas da Vinícola Aurora ao país do Champagne representam 39% do total de vinhos exportados pelo Brasil para o consumidor francês. O espumante Moscatel Brazilian Soul, marca criada pela Vinícola Aurora para exportação, está à venda na tradicional cadeia de varejo Monoprix, com 280 lojas na França. O produto foi selecionado para representar o espumante brasileiro na rede francesa pela diretora de alimentos da Monoprix, em visita ao Brasil, no ano passado, em evento promovido pela Apex-Brasil em São Paulo, com vários produtos do Brasil. 
De janeiro a abril deste ano, a Aurora exportou 6 mil garrafas de seu espumante Moscatel para a França, o que representa quase um terço do total das exportações da Vinícola para aquele mercado no período. Para lá a Vinícola também enviou outras 12,6 mil garrafas, de vinhos tintos e brancos. A Aurora, que estreou no mercado francês em 2007, incluiu a linha Brazilian Soul na sua pauta de exportações a partir de 2013. 
Segundo Rosana Pasini, gerente de exportação da Vinícola Aurora, outras grandes redes da Europa vendem a linha Brazilian Soul, como na Alemanha, onde as lojas Real, Edeka, Kaufland, Rewe, Kauthof, Metro e Markant somam 700 estabelecimentos com essa marca exposta. Na Holanda estão presentes na Spar, cadeia internacional de varejo com mais de 12 mil lojas espalhadas em 35 países e na rede de varejo Dirk van Der Broek (Grupo Superunie) uma das maiores empresas familiares do país, com supermercados e lojas de bebidas, além de outros empreendimentos . No mercado da Bélgica, os espumantes Brazilian Soul estão disponíveis na Delhaize, que é uma das maiores empresa varejista do país.


04 - Aurora Moscatel é sucesso de público e crítica
  
A Vinícola Aurora é líder absoluta em vendas para o Reino Unido, o maior mercado importador de vinhos brasileiros.  O embarque de 240 mil garrafas nos primeiros quatro meses do ano, volume responsável pelo faturamento de US$ 690 mil, lhe garantiu uma fatia de 56% do total de vinhos exportados pelo Brasil para o mercado britânico – que, segundo dados do Ibravin, somou US$ 1,225 milhão no quadrimestre. 
O carro chefe é o Aurora Moscatel, com 85 mil garrafas enviadas para o Reino Unido, entre janeiro e abril de 2014, o que consolida um crescimento de 700% em relação ao volume exportado para lá durante o ano passado inteiro (foram 10.560 garrafas desse espumante em 2013). 
O sucesso de público vem com endosso da crítica especializada britânica. Na London Wine Fair, realizada na semana passada em Londres, o crítico Steven Spurrier (famoso pelo Julgamento de Paris, realizado em 1976, em que vinhos californianos venceram tops franceses) selecionou este rótulo da Aurora em sua apresentação de vinhos brasileiros na feira. A especialista Suzi Atkins elogiou o Aurora Moscato na seção Telegraph Wines, do conceituado The Telegraph, e também no Top 10 da revista Drink Business (que elege as 10 melhores opções de vinhos no mercado britânico), destacando o frescor e o equilíbrio desse espumante. O mesmo Aurora Moscato foi destaque na revista inglesa Decanter (editada por Spurrier) em duas oportunidades no final do ano passado, conquistando almejados 90 pontos entre vinhos do mundo à venda na Inglaterra.

Segundo dados divulgados pelo Ibravin, o Reino Unido é o principal mercado do vinho brasileiro, que gerou US$ 1,225 milhão nos primeiros quatro meses deste ano. Isso representa 21,3% das exportações do programa Wines of Brazil, que totalizaram US$ 5,75 milhões no quadrimestre. Em segundo lugar, no ranking dos importadores de vinhos brasileiros vem a Bélgica, com US$ 1 milhão de receita no mesmo período.

Espumante Campos de Cima Brut é ouro no Concurso Nacional de Vinhos Finos do Brasil

  
O espumante Campos de Cima Brut foi uma das grandes estrelas do 11º Concurso Nacional de Vinhos Finos do Brasil. Tradicional rótulo elaborado na Campanha Gaúcha pela Vinícola Campos de Cima foi agraciado com a Medalha de Ouro, em uma disputa que elegeu somente 45 vitoriosos, concorrendo com mais de 250 amostras de vinhos de todo o Brasil. “Nosso espumante multipremiado mais uma vez impressionou os juízes de um concurso com o alto nível de qualidade que o transformou em um produto para a exportação”, descreve o diretor comercial da Campos de Cima, Pedro Candelária. 
Os resultados do concurso foram apresentados no último final de semana, no Costão do Santinho, em Florianópolis, Santa Catarina. O rótulo passou pela avaliação de especialistas nacionais e internacionais – França, Alemanha, Peru, Chile e Taiwan. Os jurados fizeram a degustação às cegas, seguindo os critérios internacionais adotados pelo Concurso Mundial de Bruxelas, considerado o maior do mundo. 
A nova medalha se soma às distinções que o rótulo já recebeu desde 2010. Só em 2013, o espumante conquistou a Grande Medalha de Ouro no 8º Concurso do Espumante Brasileiro, a Medalha de Ouro no Concurso Nacional de Vinhos Finos, além de Medalha de Prata no International Wine Challenge. “São muitos prêmios. Um reflexo do incomparável nível técnico e da grande qualidade das uvas, os principais ingredientes usados na elaboração de um grande vinho”, resume Pedro Candelária. 
O rótulo também foi escolhido pela Campos de Cima para estrear no mercado internacional. Em parceria com a Go Brazil Wines, empresa  que leva vinhos brasileiros para a Europa, a boutique de vinhos da Campanha Gaúcha ingressou neste ano no mercado europeu com o espumante Campos de Cima Brut. O primeiro país a receber o rótulo foi o Reino Unido. “Nosso espumante já tem uma marca própria no mercado nacional: a originalidade e a sofisticação. É resultado de um terroir com grande potencial para a elaboração de grandes vinhos, a Campanha Gaúcha”, observa o executivo.
Os vinhedos da Campos de Cima foram implantados de 2002 a 2004. A primeira safra ocorreu em 2006, da uva Tannat, que gerou 5 mil garrafas de um vinho colocado no mercado em 2009. A vinícola cultiva ainda outras 10 uvas (Ruby Cabernet, Chardonnay, Viognier, Pinot Noir, Merlot, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Shiraz, Malbec e Tempranillo). A venda é feita, quase que totalmente, direto ao consumidor pelo site www.camposdecima.com.br e os principais compradores estão em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília.





Vinhos brasileiros são atrações em eventos no Reino Unido


Os vinhos brasileiros estiveram entre as principais atrações de dois eventos em Londres, no Reino Unido, na última semana. Entre os dias 7 e 8, o projeto Wines of Brasil, do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) promoveu a degustação de vinhos de sete vinícolas nacionais durante o The Three Wine Men.  A capital inglesa também foi palco da Master Class (aula temática) sobre produtos brasileiros ministrada pelo renomado crítico de vinhos Steven Spurrier e promovida pela empresa de Relações Públicas JK Marketing, ocorrida na última semana, na London Wine Fair, maior feira do setor no Reino Unido. 
O The Three Wine Men é voltado a consumidores finais, organizado pela JK Marketing e capitaneado pelo Three Wine Men´s - Oz Clarke, Tim Atkin, Olly Smith - principais críticos de vinho do Reino Unido.  A edição deste mês, em Londres, contou com a participação de sete vinícolas brasileiras: Pizzato, Aurora, Lidio Carraro, Miolo, Salton, Casa Valduga e Basso. Os consumidores degustaram vinhos dos países expositores e tiveram contato direto com os críticos, aprendendo mais sobre as regiões produtoras. Além disso, também puderam comprar os produtos degustados. Como atrativo para os consumidores e participantes do evento, o Wines of Brasil, em parceria com o sitewww.southamericanwinesonline.co.uk, disponibilizou cupons de descontos de 10 libras na compra de uma caixa de vinho brasileiro adquiridas por e-commerce. O desconto é válido para compras realizadas até o fim do ano de 2014. 
As próximas etapas do The Three Wine Men ocorrem nos meses de novembro e dezembro nas cidades de Manchester e, novamente, em Londres. A previsão é que mais de 10 mil pessoas participem das degustações até o final do ano.





Destaque ao espumante brasileiro

 A participação brasileira durante a London Wine Fair contou com a chancela do jornalista e editor da Decanter Magazine e imortalizado pelo Julgamento de Paris, na década de 1970. Steven Spurrier escolheu o vinho oficial da Copa do Mundo, o Faces Branco, da Lidio Carraro, o Arte Brut 2012, da Casa Valduga, e o Rosé Sparkling, da Aurora, na sua aula que teve como objetivo reforçar a presença do vinho brasileiro no Reino Unido. Enquanto o setor se empenha em mostrar o valor do produto brasileiro no Exterior, o reconhecimento sobre o vinho nacional ganha força com as considerações deste importante crítico estrangeiro. "Vocês não precisam de Champagne, o Brasil tem seus próprios espumantes para beber". A frase foi dita por Spurrier durante o Panorama dos Espumantes do Hemisfério Sul, realizado no mês de abril, em São Paulo. 
Durante a degustação, Spurrier disse que ficou impressionado com a qualidade do espumante brasileiro. "O Brasil produz os melhores espumantes do Hemisfério Sul. O painel provou que os espumantes brasileiros têm qualidade, são competitivos em preço e tem potencial de conquistar novos consumidores tanto no país como no exterior". No resultado da degustação, mais da metade dos preferidos eram brasileiros. 
Segundo ele, apenas no Reino Unido, o consumo de espumantes cresceu 25% nos últimos cinco anos, o que significa uma oportunidade de expansão do produto nacional, sobretudo na linha Premium, já que os consumidores estão priorizando a qualidade das bebidas. "O céu é o limite para os espumantes brasileiros. O espumante é o canto da sereia para o setor vinícola brasileiro", afirmou à época.  


A Dunamis já está com o Ouro!

O Mundial de Futebol ainda está no começo, mas a Dunamis já comemora os três “ouros” conquistados na 11ª edição doConcours Mondial de Bruxelles - Brasil - Concurso Nacional de Vinhos Finos do Brasil.
Duas medalhas foram para os festejados Dunamis Brut e Extra Brut. Elaborados pelo método tradicional – champenoise – estes espumantes conquistam cada vez mais reconhecimentos da crítica especializada, e dos consumidores, por sua elegância e presença.
O terceiro ouro foi para o vinho tinto COR, um corte 50% Merlot, 40% Cabernet Franc e 10% Cabernet Sauvignon, contemporâneo e descomplicado, que traduz o estilo da vinícola e surpreende quem degusta por sua expressividade na taça.
Entre os mais de 250 vinhos inscritos na 11ª edição do Concurso Nacional de Vinhos Finos do Brasil, apenas 45 delesreceberam medalhas. Os jurados, especialistas brasileiros e estrangeiros, degustaram as amostras às cegas e dentro doscritérios internacionais adotados pelo Concurso Mundial de Bruxelas, que é o maior concurso do gênero no mundo.
“As medalhas são um reconhecimento do trabalho que começamos em 2002, com um estudo para a produção de uvas viníferas de qualidade em Dom Pedrito e Cotiporã. Desse projeto nascem os vinhos Dunamis, desenvolvidos para um público de espírito jovem e descontraído, que confia no conceito da vinícola: usar a criatividade para descomplicar o consumo do vinho, sem abrir mão da qualidade. Estamos no caminho certo”, comemora Thiago Salvadori Peterle, enólogo da Dunamis.



Gastronomia, vinho e cerveja em Nova Petrópolis





Não é só de chope que vivem os habitantes de Nova Petrópolis. Embora a cultura de origem alemã privilegie a cerveja, os bares e restaurantes da cidade oferecem bons vinhos gaúchos, como se verá na nova atração criada pela secretaria de Turismo, Indústria e Comércio, dirigida por Daniel Sampaio Camargo, para os dias entre 19 e 29 de junho, o Festival Sabores da Colônia, com arquitetura, artesanato, comidas típicas e muito chope e vinhos. O objetivo da festa é resgatar a cultura dos imigrantes alemães dentro do Parque Aldei do Imigrante, que fica no centro da cidade. Haverá bandinhas, canto coral, grupos de danças e excelente gastronomia, com participação do Hotel Berghaus e dos restaurantes Unser Haus e Colina Verde.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Mensagens

Ovinos
Onde encontro dados atualizados de rebanho de ovelha no Brasil com a divisão de criação por Estado?
Um abração,
Marcos Graciani
Secretário de redação | Grupo AMANHÃ
Resposta – Tenho usado o IBGE, mas a secretaria da Agricultura e Pecuária-RS tem um departamento específico para ovinocultura e eles talvez tenham também números nacionais. Como tudo no Brasil, em matéria de estatística, há muita divergência.
...................

Normandia

Danilo aquele abraço , felicidades ! Te aguardamos na normandia com o delicioso cordeiro do près salée !! 
A Bjs
 Flavia e José Manuel de Mello
.......................
A caminho do Cati

Se estás falando de vinhos, prefiro os europeus, com certeza. Portugal, França e Itália. Aqui no Brasil e em especial Argentina e Chile (com honrosas exceções), as pessoas bebem madeira (carvalho) e enxofre (INS 220) e pensam que é o sabor do vinho.
Se estás falando da seleção do gringão, esta não passa das oitavas.
Um abraço
Olyr Corrêa - Rio
PS -  Estou me dirigindo amanhã para a Alegria, passo pelo Pelão, se os metroviários permitirem e devo chegar no domingo.
Na mala vai um Château de Morinart, um Château de Peiraguey, um Cave de Landac, uma Zillertal e uma Canarinha de Salinas.
Não chegarão vivos. Espero chegar vivo eu.
Passa por lá neste inverno. Vinhos à bolapé e cordeiros broutard do Pedregal.
Fico até setembro.
Un broutard est un jeune ovin élevé par sa mère qu'il accompagne au pâturage. Seul un apport journalier de sel sera nécessaire pour ces broutards de l'Aveyron sud
Il se nourrit principalement du lait maternel, mais aussi d'herbe qu'il broute et peut parfois recevoir une ration complémentaire si l'éleveur ou l'éleveuse le juge nécessaire. Le broutard est abattu vers 9 à 12 mois et fournit une viande rosée. Ce type d'élevage extensif fait partie du pastoralisme et est décisif quant à la biodiversité des milieux naturels.
Resposta – Estou mesmo pensando em ir até o Cati, neste inverno. Não sou O Louco do Cati, mas gosto muito daquela região e ela me traz boas lembranças históricas, apesar da má fama do João Francisco. Aliás, o Louco foi do Rio ao Cati a pé. Quem sabe não tentas?

...............










O presidente do Uruguai decretou o vinho como bebida nacional

O presidente José Mujica, do Uruguai, assinou decreto declarando o vinho bebida nacional. O projeto de lei foi apresentado pelo deputado Daniel Peña, do Partido Blanco, e cria mecanismos para o Instituto Nacional do Vinho realizar medidas de divulgação e promoção do vinho.






Copa Vinhos do Brasil registra mais de dois mil jogadores

Na semana da abertura do mundial, o Instituto Brasileiro do Vinho divulgou alguns números da Copa Vinhos do Brasil que comprovam que é possível unir os universos do futebol e da bebida de Baco. Desde setembro do ano passado até o mês de maio, mais de duas mil pessoas bancaram o técnico de futebol e montaram escalações com seus vinhos e espumantes favoritos. No concurso cultural, os internautas são convidados a montar uma seleção de rótulos brasileiros, definindo as melhores variedades para diferentes momentos de consumo. Os técnicos mais bem sucedidos conhecerão a Serra Gaúcha e, ainda, serão representantes dos rótulos brasileiros em sua região.   
Já foram selecionados participantes de seis capitais brasileiras. Em julho, eles decidirão quem será o embaixador nacional dos vinhos brasileiros em uma divertida prova de conhecimentos em Bento Gonçalves. O grande vencedor será presenteado com uma viagem por todas as principais regiões produtoras de vinho do país.     
O aplicativo, desenvolvido pela agência porto-alegrense de marketing digital Negalize, também atende o público internacional. Sua versão em inglês, batizada de Wines’ Cup, é um dos instrumentos de divulgação dos vinhos brasileiros utilizados pelo projeto Wines of Brasil na época do mundial.

Além de divertir os internautas, a Copa Vinhos do Brasil movimenta as redes sociais dos projetos setoriais do Ibravin. As páginas dos projetos Vinhos do Brasil e Wines of Brasil no Facebook já somaram quase 30 mil novos fãs por conta do engajamento criado pela Copa Vinhos do Brasil.

Inscrições abertas para Seleção dos Melhores Vinhos e Espumantes

A Associação dos Vinicultores de Garibaldi - Aviga realizará neste ano a 12ª edição da Seleção dos Melhores Vinhos, Espumantes e Sucos, para as empresas vinícolas de Garibaldi. Os interessados podem inscrever-se até o dia  20 de junho, pelo telefone 3462 7228 ou pelo e-mail aviga@aviga.com.br.Este evento tem por característica destacar os produtos elaborados em nossa cidade, premiando com medalhas de Ouro, Prata e Bronze conforme norma internacional da OIV - Organização Internacional do Vinho. 
“Acreditamos que, após a idealização deste concurso, Garibaldi e as vinícolas aqui estabelecidas ganharam mais destaque e visibilidade, além de a cada edição presenciarmos o lançamento de novos produtos, demonstrando qualidade e diversidade que agrade o consumidor”, resume o presidente Diego Vaccaro. 
A avaliação das amostras irá acontecer no período de 14 a 19 de julho, na sede da AABB em Garibaldi. O tradicional jantar de premiação será no dia 22 de agosto, na Associação dos Motoristas de Garibaldi. 
Neste ano os produtos serão divididos em dezesseis categorias:
a) Vinho Tinto de Mesa Seco 2014
b) Vinho Branco de Mesa Seco 2014
c) Vinho Rosado de Mesa Seco 2014
d) Vinho Branco Fino Seco 2014
e) Vinho Branco Fino Seco engarrafado
f) Vinho Tinto Fino Seco 2014
g) Vinho Tinto Fino Seco engarrafado
h) Espumante Branco fino extra brut/Nature
i) Espumante Branco Fino Brut Charmat
j) Espumante Branco Fino Brut Champenoise
k) Espumante Rose Fino Brut
l) Espumante Branco Fino Prosecco
m) Espumante Branco Fino Demi-Sec
n) Espumante Branco Moscatel
o) Espumante Rose Moscatel
p) Suco Integral



É hora de renovar a adega

 Com a proximidade do inverno, a Vinícola Larentis sugere seus vinhos tintos, uma excelente opção para degustar a dois ou reunir familiares e amigos. A fumaça das chaminés nas residências do Sul do Brasil comprova que o inverno se aproxima. Na região mais fria do país a paisagem começa a ser alterada com a queda das folhas das árvores e dias nublados. As baixas temperaturas combinam perfeitamente com um bom vinho tinto, acompanhado por pratos como carnes vermelhas assadas, molhos fortes, queijos maduros, risotos e sopas.  É o momento ideal para renovar a adega e reunir familiares e amigos. 
A Vinícola Larentis, localizada em uma área nobre do Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha,com 20 hectares, conta com uma linha especial de vinhos tintos para o inverno. Os vinhos reserva são os mais indicados, como as variedades Cabernet Sauvignon, Ancelotta, Marselan, e o Merlot na opção bag in box . 
Para o enólogo André Larentis, da Vinícola Larentis, o tipo de vinho tinto a ser degustado é pessoal, porém ele explica que há diferenças entre vinhos jovens e mais velhos. “Vinhos jovens têm aromas frutados de forma geral, enquanto vinhos mais velhos apresentam notas  terciárias provenientes da maturação em barricas e na garrafa, o que lembra especiarias”, ressalta. 
Conheça um pouco mais de cada variedade e harmonização com pratos:  
Reserva Cabernet Sauvignon 2009 – de cor rubi intenso, apresenta intensos aromas de cassis, especiarias como noz moscada e pimenta preta, passas e ameixa seca. É um vinho encorpado, com bom equilíbrio e persistência na boca. Perfeito para harmonizar com carnes vermelhas assadas e grelhadas, caças, molhos fortes, queijos maduros. 
Reserva LarentisAncellotta 2009 – de cor rubi intenso profundo, aroma de frutas vermelhas maduras, como ameixa, mirtilo e morango apresenta também notas de especiarias, no palato boa estrutura com taninos marcantes. Combina com carnes vermelhas, caças, pratos com molhos condimentados, queijos tipo Brie, Camembert e Provolone. 
Reserva LarentisMaselan 2009 – vermelho rubi, com reflexos violáceos, intenso aroma de frutas vermelhas e carvalho integrado, no palato macio e média estrutura. A dica é degustar acompanhado de massas e risotos com molhos pouco condimentados. 
Bag in Box Merlot 2012 - aroma fino e elegante, com notas de frutas vermelhas e leves especiarias. No paladar é generoso e muito harmonioso. A embalagem proporciona excelente custo-benefício e indicado para pessoas que consomem vinho diariamente durante o inverno. Também uma excelente opção para acompanhar.
O que André Larentis está nos devendo é o corte que fizemos – eu, o Gustavo, o Hostch, a Luciana, o Artur e a Mariana – em 2012 e denominamos Gran Reserva Ucha 2012. É 20% Marselan, 25% Ancellota e 55% Merlot.


Vinícola Don Giovanni lançou Chardonnay 2013


           Edith Auler manda a dica do Chardonnay 2013 da Don Giovanni
           Arquivo/JN
 

A vinícola Don Giovanni está lançando no mercado, neste mês de junho, seu novo Chardonnay safra 2013. O produto foi elaborado com uvas provenientes de vinhedos próprios. "Tivemos uma safra excelente e o vinho produzido está de altíssima qualidade. Acreditamos que pode ser uma grande opção para degustar e presentear, inclusive para o dia dos namorados", adianta o diretor comercial da Don Giovanni, Daniel Panizzi.
De coloração amarelo palha, o vinho apresenta aromas finos e persistentes, com notas florais delicadas. Em boca é equilibrado e volumoso. A maturação acontece em barricas de carvalho. "O Chardonnay Don Giovanni é um vinho jovem, com aroma refrescante, harmônico, excelente combinação do carvalho com a fruta", avalia o enólogo da vinícola, Luciano Vian.
Harmoniza bem com massas medianamente temperadas, risotos, frutos do mar, pizza de atum, saladas, carne suína e queijos em geral. Combina ainda, com pratos mais fortes, como moqueca capixaba, vatapá, massa à romanesca, bacalhoada e pratos da cozinha mexicana e japonesa. 
A Don Giovanni é um complexo que reúne vinhedos, vinícola, varejo de vinhos, pousada e restaurante. Mantém uma produção média de 120 mil garrafas ano. Está localizada em Pinto Bandeira (RS), a 12 km do centro de Bento Gonçalves na rodovia VRS 805, num dos pontos mais altos do município (720m). É cercada por montanhas, onde prevalecem plantações e florestas nativas. A família Giovannini, proprietários da vinícola, é uma das poucas no RS, cuja quarta geração continua a produzir vinhos e espumantes, unindo tradição e qualidade.

Possui também, uma pousada junto à vinícola, com sete apartamentos, num casarão construído em 1930, mantendo na decoração as características originais da colonização italiana. Aqueles que optarem por maior privacidade, podem contar com uma charmosa cabana localizada em meio aos vinhedos. O restaurante possui capacidade para 50 pessoas, atendendo a hóspedes e grupos, mediante a reservas. Grande parte do que é oferecido no cardápio, como temperos, legumes e hortaliças é produzidos na propriedade. A Edith Auler (tel.9513-9969), que me dá as dicas, diz que há mais informações em www.dongiovanni.com.br.

Oliveiras, azeitonas e azeites no Rio Grande do Sul


O leitor Carlos Daniel Abreu Lima da Rosa, lá do Rio de Janeiro, manda uma excelente contribuição sobre o novo momento econômico que o Rio Grande do Sul vive com o desenvolvimento do plantio de oliveiras e a produção de azeitonas e de azeites. Vale a pena ler:
Bom dia, Sr. Ucha,
Tenho acompanhado seu blog há algum tempo. Dentre outros assuntos que tenho lido, tenho especial atenção sobre a produção de azeite de oliva, visto que já há algum tempo acredito que esta seja outra excelente alternativa econômica para a região da Campanha. Assim, gostaria de aproveitar este canal para trocar ideias a respeito com o Sr., com sua permissão e caso seja de seu interesse.
Confesso que fiquei particularmente surpreso quando, há dois anos atrás, vi as garrafas do Olivas do Sul à venda no Mercado Público de Porto Alegre. Não tive dúvidas em comprar duas garrafas, e fiquei encantado com o frescor e a leveza do monovarietal Arbequina, totalmente distinto dos pronunciados aroma e sabor dos espanhóis e portugueses encontrados no mercado.
Explico melhor: há aproximadamente dez anos atrás, em passagem pela Andaluzia/Espanha, entre Almeria e Málaga, reconheci a topografia e o solo daquela região como semelhantes àqueles da nossa Campanha Gaúcha, mesmo sem o menor conhecimento técnico. Então, tive a intuição de que se poderia pensar nesta cultura como uma alternativa econômica viável para cidades como Pinheiro Machado, Piratini, Caçapava do Sul, Santana da Boa Vista, etc. Ou seja, as ”coxilhas da Campanha”, por onde viajei muito quando atuava no comércio, na segunda metade da década de 90.
É sabido que, nesta região, há municípios hoje em situação de pobreza que lembra o nordeste brasileiro. Situação esta que, para alguém que está longe do Pampa mas não esquece jamais a terra, não é possível aceitar passivamente. Assim, o Sr. pode imaginar a minha reação quando vi naquele azeite a materialização de um sonho. Uma ideia que tive a esmo foi levada adiante por outros arrojados empreendedores, e começa a se tornar realidade.
Porém, na minha concepção, a ideia vai mais além. A fim de ampliar a oferta e dotar de maior visibilidade não só a produção de azeite de oliva no sul, bem como de outros produtos a ele associados e já existentes na região, como os vinhos da Campanha Gaúcha e a carne de cordeiro, entendo que deveriam ser criados roteiros turísticos para o projeto “Olivais do Pampa“, a exemplo do existente no Vale dos Vinhedos. Desta forma, se poderiam aproximar produtor de turistas, ou seja, virtuais consumidores.
Prossigo com minha visão. Em um primeiro momento, acredito que o circuito turístico a ser inicialmente criado integraria as cidades de Cachoeira do Sul, Encruzilhada do Sul, Pantano Grande, Rio Pardo e Triunfo. Isto porque o centro desta região está a cerca de 100km de Porto Alegre.
Estas cidades têm pontos em comum:  
·         Produção de carne de gado e de ovelha;
  • Fazendas, as quais podem abrigar hotéis-fazenda;
  • Produção de lã, a qual eu acredito que vá recuperar terreno frente à lã sintética e crescer muito, por conta da escassez de petróleo - é um produto renovável...
E, também, cada cidade tem um ponto em particular:
  • Rio Pardo: arquitetura colonial;
  • Encruzilhada do Sul: produção de vinhos;
  • Triunfo: centro histórico;
  • Cachoeira do Sul: produção de azeite de oliva;
  • Pantano Grande: localização central entre as cidades, potencial hoteleiro.

Alguns atrativos turísticos por desenvolver:

  • Entre Cachoeira, Rio Pardo e Triunfo, poderia ser organizado um passeio de maria-fumaça, o qual pode ser escalonado conforme as distâncias entre as cidades;
  • Encruzilhada deveria ter o seu próprio "Vale dos Vinhedos";
  • Rio Pardo necessita de uma mudança no seu plano diretor, a fim de que a região central da cidade seja remodelado e tome (a exemplo do patrimônio histórico já tombado) a aparência de uma Paraty, Ouro Preto ou Olinda "artificial", assim como é Gramado com a arquitetura estilo Enxaimel - isso demanda um investimento relativamente alto, a ser rateado entre os stakeholders ou buscados recursos com outros parceiros, como IPHAN ou Petrobras, por exemplo;
  • Por toda a região, é preciso difundir e desenvolver tanto a hotelaria - pousadas locais ou até redes hoteleiras - quanto a gastronomia, com apelo desde popular - churrascarias - até mais refinado - restaurantes com chefs famosos;
  • Em princípio, a lã proveniente da ovinocultura pode ser um fator de alavancagem para a produção artesanal de roupas, atividade esta que pode ser atrativa para pequenos produtores.
Uma vez que já há empresários vitivinicultores e pecuaristas envolvidos, assim como a Miolo Wine Group e a Chalet Agropecuária, esta última do Sr. Luiz Eduardo Batalha, creio que outros empresários destes setores ou de atividades afins poderiam ser envolvidos na criação deste(s) roteiro(s). Assim, os possíveis stakeholders para este projeto seriam:

Hotelaria: Dall Onder, redes hoteleiras locais e/ou internacionais, como Accor;
  • Vinhos: vinícolas do Vale dos Vinhedos já instaladas ou por instalar em Encruzilhada;
  • Passeio de trem: ALL Logistica;
  • Azeite de oliva: Olivas do Sul, Olisul, Olivopampa, Chalet Agropecuária, Miolo, Randon e vinícolas do Vale dos Vinhedos;
  • Artesanato: ovinocultores e artesãos já existentes e/ou possíveis candidatos entrantes;
  • Prefeituras municipais, governo estadual/federal, população dos municípios, etc...
 Com o tempo, outros circuitos deverão ser criados, em cidades como Pinheiro Machado, Caçapava do Sul, Bagé, etc., sendo os atuais produtores destes representados por “show-rooms” ou pequenos pontos de venda localizados nesta primeira região. Atrativos turísticos destes municípios podem ser potencializados nestes novos circuitos, como por exemplo o castelo de Pedras Altas e as guaritas de Minas do Camaquã.
Evidentemente, este plano demanda um bom tempo - tanto de planejamento quanto de realização - e muitos recursos. Por exemplo, é preciso preparar mão de obra para atender às demandas de hotéis, restaurantes, etc. De qualquer forma, achei interessante dividir estas ideias com o Sr.
Enfim, fico no aguardo de seus comentários, caso assim o Sr. o desejar. Agradeço desde já a atenção dispensada e o canal para contato.”





Semana dos produtores em Évora


                                          Maria Teresa Chicau na Rota dos Vinhos do Alentejo 

Mais uma interessante degustação de vinhos em Évora, no Alentejo, sob o comando da Maria Teresa Chicau. Desta vez, estão à disposição vinhos de Elvas, Borba e Cuba. Quem for até a sede da Rota dos Vinhos do Alentejo, junto ao Teatro Garcia de Resende, poderá começar provando um Alabastro Branco, 2013, VRA, elaborado com 50% Roupeiro, 30% Fernão Pires e 20% Antão Vaz, e um Alabastro Tinto Reserva 2001, VRA, com Cabernet Sauvignon, Aragonez e Trincadeira Preta, ambos da ALIANÇA, VINHOS DE PORTUGAL, AS; e seguir com um  Borba Branco DOC 2013, com Roupeiro e Rabo de Ovelha, e um Borba Tinto DOC 2011, com Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet, da ANA VIEIRA PINTO; e concluir com um 100 Marias Branco 2010, VRA, com  Antão Vaz e Arinto, e um Quinta da Pigarça Branco 2013, VR, 100% Anta Vaz, ambos de  JOÃO H. A. CANENA.
As provas são à  Praça Joaquim António de Aguiar, nº 20-21 (Junto ao Teatro Garcia de Resende)  - 
Tel..- 266 746 498 / Fax – 266 746 602  /  Email - rota@vinhosdoalentejo.pt , de segunda-feira a sábado.


Em Caruaru (PE), criador comemora derrubada de barreiras sanitárias em todo Nordeste


Uma assembleia da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) nunca foi tão comemorada pelos ovinocultores nordestinos, em especial pelos pernambucanos. Foi de lá que veio o anúncio oficial de que agora toda a região foi classificada como área livre de febre aftosa com vacinação, mérito conquistado antes apenas pela Bahia e por Sergipe. “Temos um acervo genético fantástico, só que tínhamos muita dificuldade em divulgá-lo para o restante do Brasil, pelos custos com quarentena, sorologia, comunicações entre estados e outras burocracias”, conta o criador Roberto Teixeira, proprietário da cabanha Dorper Constelação, no município de Caruaru, no Agreste Pernambucano.
Há três anos, ele visitou uma exposição em São Paulo (SP) e se apaixonou por duas raças de origem sul-africana, a Dorper e a White Dorper. Comprou um animal e, de lá pra cá, passou a figurar no circuito nacional, adquirindo animais consagrados, de cabanhas tradicionais, especialmente do Nordeste e Sudeste, onde estão os grandes bancos genéticos dessas raças.
Contando entre doadoras, reprodutores, matrizes, receptoras e time de pista seu plantel gira, atualmente, em torno de 400 animais, incluindo o rebanho comercial, de onde saem alguns cordeiros para abate. Mesmo em meio a tantas dificuldades decorrentes da barreira sanitária, Teixeira conseguiu divulgar seu trabalho. “Sofríamos demais por estarmos numa região classificada como de risco para aftosa. Poucos queriam ou tinham condições de transitar animais para fora de Pernambuco. Para que isso acontecesse, eu costumava mobilizar os colegas e até assumir responsabilidades para representar Pernambuco em outros estados”, diz o criador.
Em 2011, por exemplo, quando ocorreu em Salvador (BA), a Exposição Nacional das Raças Dorper e White Dorper, a mostra suprema dessas raças, houve pouca representação de criadores dos demais estados nordestinos. Até mesmo os colegas com mais prestigio de Alagoas, Piauí, Rio Grande do Norte deixaram de participar com animais. “Essas raças estão crescendo muito e nossa presença era mais que obrigatória. Juntei animais de meus colegas, fizemos a quarentena, botei tudo no caminhão da Constelação e partimos para o evento. O mesmo aconteceu na Exposição Nacional de 2012, realizada no Espírito Santo, quando conseguimos, inclusive, levar um número ainda maior de animais e criadores. Sempre fui muito otimista, mas a lei de mercado é soberana: custo deve se pagar com a venda dos animais. Antes, era quase impossível girar esse mercado. Focávamos nas demandas da região”, afirma.
Agora que Pernambuco encontra-se numa situação equivalente à da maioria dos estados brasileiros, o trânsito animal será livre e sem custos adicionais. A felicidade de Roberto é tamanha que ele e outros criadores participarão em peso da 8ª Exposição Nacional das Raças Dorper e White Dorper, que regressa para a Bahia neste ano. A ABCDorper, em parceria com a Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos da Bahia (ACCOBA), decidiu promover essa mostra junto com a 27ª Feira Nacional da Agropecuária (Fenagro’2014), entre os dias 29 de novembro e 7 de dezembro.
Certamente, será uma das maiores exposições na história da raça, com mais de 1.000 animais em julgamento, agora com a presença maciça de quem antes podia comprar, mas não vender.
Relação entre genética e produção de carne – Pernambuco, assim como outras Unidades Federativas, absorve toda a carne ovina que produz, seja ela de cordeiro (proveniente de animais jovens) ou carneiro (aqueles abatidos com idade mais avançada). Segundo Roberto Teixeira, aos poucos, a qualidade desse produto é aperfeiçoada e num futuro próximo chegará ao padrão desejado pelos consumidores dos grandes centros urbanos. “Com a queda das barreiras sanitárias, o produtor se movimentará mais nesse sentido e a atividade vai se organizar”, diz.
 Em relação a preço, diz que os produtores já recebem entre R$ 14,00 e R$ 18,00 pelo quilo do ovino, o que o criador acredita ser reflexo do anúncio feito pela OIE. “Por estes dias, tentei comprar um lote de receptora, mas não consegui negociar. Tinha gente cobrando até R$ 20/quilo”, informa, explicando que a cotação do quilo/animal é balizador de preço na região da propriedade.

Para fornecer a carne desejada pelo mercado, é preciso investir em melhoramento genético, ou seja, comprar reprodutores que, comprovadamente, resultem em cordeiros precoces, com alto rendimento de carcaça e qualidade de carne. As raças sul-africanas Dorper e White Dorper apresentam tal qualidade, tanto que, hoje, são as raças que mais crescem no Brasil. Os machos são férteis e cobrem um bom volume de ovelhas a campo.

Lidio Carraro promoveu jantar harmonizado na NB Steak, em São Paulo, para celebrar o início da Copa do Mundo FIFA 2014™





  

Família Carraro com Steven Spurrier, da revista inglesa Decanter

 Os rótulos do Faces, Vinho Oficial Licenciado da Copa do Mundo FIFA 2014™, harmonizaram com um rodízio completo de carnes de padrão internacional no Jantar dos Campeões. O evento teve a presença da família Carraro e da enóloga Monica Rossetti, que apresentaram o inovador projeto enológico já comercializado nos continentes americano, europeu e asiático.  Os participantes também conheceram o Vinho Ícone Lidio Carraro World Champion World Cup 2014 Brazil, um exclusivo lote de 2.014 garrafas, produzido na Grande Vindima 2008. O jantar aconteceu, quinta-feira, 12 de junho, às 21h, na NB Steak - Churrascaria (Av. Brigadeiro Faria Lima, 240, Pinheiros – São Paulo/SP).
O brinde da noite foi feito com o Vinho Oficial da Copa do Mundo FIFA 2014™. Os rótulos tinto, branco e rosé da linha Faces harmonizaram com um rodízio completo de carnes de padrão internacional. A família Carraro e a enóloga Monica Rossetti, do Vale dos Vinhedos, de Bento Gonçalves/RS, berço da produção de vinhos do país, apresentaram o inovador projeto enológico, que já está sendo vendido nas qualificadas redes Monoprix, da França, e nas lojas de alto padrão da rede britânica Harvey Nichols.
Durante o evento, foi conhecido o Vinho Ícone da Copa do Mundo, exclusivo lote de 2.014 garrafas em embalagem diferenciada com medalha banhada à ouro, produzido na Grande Vindima 2008. O exemplar foi lançado em comemoração aos 10 anos de atividades da vinícola e é dedicado “aos grandes campeões”, uma homenagem da família Carraro às pessoas que construíram uma história diferenciada de vida. Recentemente, a diretora de marketing, Patricia Carraro, representou a vinícola no MidAtlantic Wine & Food Festival, evento mundial da indústria vitivinícola,  realizado no estado de Delaware, nos Estados Unidos. No Brasil, está disponível na Rede Zaffari, no Rio Grande do Sul, e na Rede Pão de Açúcar, além de lojas especializadas do país.    
Das uvas ao vinho, a Lidio Carraro está voltada a expressar a essência e integridade do vinho, comprometida a elaborar somente vinhos de Primeira Linha. Todo o processo da Lidio Carraro é conduzido com a mínima interferência e o máximo respeito à expressão natural da uva e do Terroir de origem.
A Lidio Carraro é pioneira no país a implantar uma gestão vitícola e enológica integradas e sustentáveis, que inicia com um meticuloso estudo de clones, mapeamento de solos, rigoroso controle de produção, até o recebimento da uva por gravidade e vinificação de grandes vinhos sem o uso tradicional da madeira. A atenção em cada detalhe do processo de elaboração permite originar vinhos particulares, ricos em complexidade, estrutura e equilíbrio.
O Faces foi desenvolvido pela enóloga gaúcha Mônica Rossetti. Jovem e ousada, com apenas 30 anos e 13 de experiência, algumas de suas criações Premium e TOP Premium já conquistaram  muitos títulos internacionais e alcançaram posições históricas no disputado mercado brasileiro. Os vinhos da Lidio Carraro  foram os primeiros rótulos brasileiros escolhidos para representar o país no Duty Free dos aeroportos internacionais. O conceito purista, de preservar a expressão e a qualidade da uva no preparo da bebida, trouxe o privilégio de ser a vinícola  oficial dos Jogos Pan-americanos Rio 2007 e a escolhida para criar o vinho e a espumante oficial dos 30 anos da Stock Car, maior evento automobilístico do Brasil.
A vivência da enóloga no mundo do Baco não veio somente da sua dedicação à Lidio Carraro desde as suas primeiras colheitas em 2002. Também atua como consultora em renomadas empresas italianas como o grupo Ferrari Spumanti e outras vinícolas das tradicionais regiões da Toscana, Piemonte, Veneto, Trentino Alto Adige, Friuli e Umbria e aprimora conhecimentos em visitas a produtores da França, Espanha, Alemanha, Argentina e Chile.
A Lidio Carraro, que eu conheço desde seu início moderno, é uma vinícola de propriedade familiar guiada por uma filosofia purista de total respeito à terra e à mão-de-obra. No ramo da viticultura há mais de cinco gerações, eles acreditam que os grandes vinhos não são obtidos na vinícola, mas nos vinhedos que, neste caso, estão localizados em dois excepcionais locais no sul do Brasil: Vale dos Vinhedos e Encruzilhada do Sul. A família detém mais de 200 hectares, dos quais cerca de 42 estão em produção e devem ser ampliados ano a ano até atingir 150 hectares.
O portifólio de vinhos, elaborados integralmente com uvas próprias, está dividido em segmento Lidio Carraro Top Premium (linhas Grande Vindima, Singular, Elos e Coletânea) e segmento Lidio Carraro Premium (linhas Agnus, Dádivas e Faces). Chama atenção o grande rol de variedades produzidas: além de Merlot, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Tannat, Pinot Noir, Chardonnay e Moscatel, são cultivadas uvas pouco comuns no Brasil como Malbec, Tempranillo, Touriga Nacional, Teroldego e Nebbiolo.
O conceito de vinícola boutique subentende uma produção controlada, pequena e de altíssima qualidade. Esse padrão é mantido pela união da tradição com a busca constante por conhecimento atualizado, um esforço compartilhado por todos os membros da família. Enquanto Lidio Carraro se envolve completamente com a viticultura, seus filhos, os enólogos Juliano e Giovanni e a arquiteta Patrícia, especializada em marketing, são responsáveis pela produção e comercialização dos vinhos. Eles contam também com a enóloga Mônica Rossetti, responsável pelo projeto e gestão técnica da vinícola. A atuação frequente de Mônica na Europa aliada às visitas técnicas dos irmãos Carraro às regiões produtoras de vinhos do novo e velho mundo se reflete no padrão internacional de qualidade da marca.
Lidio Carraro, o patriarca, é descendente direto dos imigrantes italianos vindos de Breganze, no Vêneto, em 1875. Enquanto muitos colonos estabeleceram-se no Rio Grande do Sul para plantar uvas e produzir vinhos, a família Carraro optou apenas pelo cultivo, tornando-se extremamente especializada nisso. Quando assumiu o controle dos negócios da família, Lidio se destacou como um dos líderes da modernização do cultivo da uva no Rio Grande do Sul, mais de 40 anos atrás. Ele iniciou uma busca obsessiva por encontrar e desenvolver os melhores vinhedos motivado pelo interesse no resgate do que há de mais essencial em um vinho: a expressão do terroir, ou seja, a revelação das qualidades do solo, do clima, e do relevo de um local aliadas às decisões tomadas pelo homem.
Na década de 90, quando Juliano Carraro ingressa na faculdade de enologia, seu sonho de elaborar vinhos contagia toda a família. Em 1998, após vários estudos, Lidio converte sete hectares no Vale dos Vinhedos para uvas da melhor qualidade e investe na criação de sua adega.
Em 2001, a família adquire 200 hectares em Encruzilhada do Sul, na Serra do Sudeste do Rio Grande do Sul. A região mais tarde se tornaria um pólo vinícola brasileiro. Os vinhedos reconvertidos iniciam as primeiras produções em 2002 e a safra dá origem aos primeiros vinhos com a marca Lidio Carraro que chegam ao mercado em 2004. Pouco tempo depois, a vinícola vence uma seleção para representar o vinho nacional nas prateleiras do Duty Free de aeroportos internacionais, tornando-se o primeiro produtor brasileiro a fazê-lo. Com esta porta aberta para o mundo, a Lidio Carraro começa a receber pedidos internacionais e dá início às exportações ainda em 2005. Desde então, os reconhecimentos chegam de todas as partes do mundo.


Casa Venturini recebe três medalhas no 11º Concurso Nacional de Vinhos

O 11º Concurso Nacional de Vinhos – CMB Brasil 2014 - foi promovido pela Revista Vinho Magazine, em Florianópolis, Santa Catarina, nos dias 03 e 04 de junho. Os jurados degustaram os vinhos às cegas, dentro dos critérios internacionais estabelecidos pelo Concurso Mundial de Bruxelas, maior concurso de vinhos do mundo. A Casa Venturini, vinícola localizada em Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, foi premiada em três categorias e ganhou medalhas em diferentes amostras. 
O Chardonnay Reserva Safra de 2012 recebeu papel de destaque durante o evento, garantindo medalha de Grande Ouro, para Casa Venturini, a maior premiação do concurso. Já o Casa Venturini Cabernet Sauvignon Reserva 2012 foi coroado com medalha de ouro e o Vívere Brut Champenoise garantiu a medalha de prata para a vinícola.
Para o enólogo e diretor da vinícola, José Venturini, satisfação é a palavra que define a premiação. “Sinto-me realizado por receber premiações em todas as categorias no 11º Concurso Nacional de Vinhos. Isso comprova que temos qualidade, valorizando ainda mais nosso produto no mercado. As premiações representam todo o esforço e dedicação empregados na vinícola,” brinda Venturini.

A Casa Venturini está localizada na cidade de Flores da Cunha, RS e possui uma linha completa de vinhos finos e espumantes. Tem infraestrutura para produzir e armazenar seis milhões de litros por ano e parcerias nos melhores terroir do país. Com o objetivo de potencializar a marca, a vinícola é uma das associadas à APROMONTES – Associação de Produtores dos Vinhos dos Altos Montes e recebe turistas de todas as partes do País, com um atendimento personalizado.

Texel - Leilão das cabanhas Dona Rosa e dos Pinheiros

O 5º Leilão Texel das Cabanhas Dona Rosa, de José Luiz Pereira Dias, e dos Pinheiros, de Paulo Afonso e Luiz Alberto Schwab, aconteceu no dia 7 de junho. A frente dos negócios esteve Eduardo Knorr, da Knorr Remates. Os lances foram multiplicados pelas 24 parcelas sendo 2 mais 2 mais 20 mensais e consecutivas. Pagamentos a vista tiveram 10% de desconto.
Neste 5º Leilão foram negociados 23 ovinos da raça Texel pelo total de R$ 98.400,00 e média geral de R$ 4.278,26. O mapa aponta as seguintes médias:
22 fêmeas PO, R$ 4.287,27 e total de R$ 94.320,00
Uma fêmea RGB, R$ 4.080,00 e total de R$ 4.080,00
O preço mais alto ficou com Dona Rosa, 220, prenhe de gêmeos do Knock Talisker. A borrega nascida em 28.07.2010 foi adquirida pela cifra de R$ 12.480,00, por Paulo Schwab Já Dona Rosa 266, borrega nascida em 22.07.2011, prenhe do São Dionisio 749 saiu  por R$ 12.000,00, para João Augusto Botelho Nasci mento.
José Luiz Pereira Dias, titular da Dona Rosa, salientou o fato de que 40% das vendas foram fechadas para criadores de Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Segundo ele, as médias estão melhorando ano a ano resultado do trabalho que se reflete na qualidade dos rebanhos dos promotores. No ano passado a média geral foi de R$ 3.850,00.

Apesar do frio e da chuva o local contabilizou um bom público. A 6º edição do Leilão já está confirmada para a primeira semana de junho de 2015, novamente em Cachoeira do Sul, município sede das cabanhas.

Casa do Vinho no Acampamento Farroupilha

 De 12 a 26 de junho, no acampamento montado no Parque da Harmonia, em Porto Alegre, para o Campeonato Mundial de Futebol, vinícolas do Rio Grande do Sul vão estar promovendo o vinho.    A realização de grandes eventos culturais e esportivos em Porto Alegre inspira parcerias inéditas em nome da cultura, das tradições e dos produtos tipicamente gaúchos.
Exemplo disso é a Casa do Vinho no Acampamento Farroupilha.  A Casa do Vinho é um projeto idealizado pela Phoenix Produções e Marketing, agência que mais promove o vinho brasileiro. O Apoio é do Ibravin – Instituto Brasileiro do Vinho. A execução do projeto tem a parceria da Associação Riograndense de Imprensa (ARI), Associação dos Cronistas Esportivos (ACEG) e Sindicato dos Jornalistas do RS.        
O espaço estará aberto entre os dias 12 (quinta) e 26 de junho, no Acampamento Farroupilha, no Parque da Harmonia, e atenderá turistas e profissionais da imprensa internacional que estarão no estado para cobrir o maior evento esportivo mundial, além do público local. As atividades serão realizadas no DTG 12 de Outubro, com a com a participação de oito vinícolas exportadoras do estado. O objetivo é divulgar e promover os vinhos gaúchos e as tradições nativistas. No dia 13 de junho (sexta) às 19h30min, será oferecido um jantar típico gaúcho exclusivo para os jornalistas brasileiros e estrangeiros com presença de oito empresas do setor vitivinícola.                
Na programação, também estão previstas atividades de degustação dos produtos e encontros sobre a cultura dos vinhos, espumantes, sucos de uva e a típica culinária gaúcha, além da apresentação de shows musicais. O espaço cultural fica próximo ao Centro Histórico da capital.     As entidades organizadoras da Casa do Vinho, em parceria com as vinícolas, disponibilizam transporte para jornalistas estrangeiros interessados em conhecer a região da Serra Gaúcha. O tour inclui passeio com degustações e atividades gastronômicas.
 No DTG 12 de Outubro – Lote 141 do Acampamento Farroupilha, os visitantes poderão degustar os vinhos gaúchos. A Casa do Vinho é uma parceria do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) com a Associação Riograndense de Imprensa (ARI), Associação dos Cronistas Esportivos (ACEG), Sindicato dos Jornalistas do RS e Phoenix Produções e Marketing. Funcionamento: das 16h às 22h.

Vinícolas participantes da Casa do Vinho na Copa: Casa Valduga, Coop. Vinícola Garibaldi, Coop. Vinícola Nova Aliança, Miolo Wine Group, Vinícola Aurora, Vinícola Perini, Vinícola Salton e Pizzato Vinhas e Vinhos.

Vinícola triplica suas vendas para o mercado belga



A Vinícola Aurora é a campeã em vendas de vinhos brasileiros para a Bélgica, responsável por 45% das exportações de vinhos brasileiros destinados ao país. A Bélgica é o segundo país no ranking das exportações do Wines of Brasil. As vendas da Aurora para o mercado belga triplicaram no primeiro quadrimestre deste ano. O país absorveu 22% das vendas externas da Vinícola no período, e gerou uma receita de US$ 460 mil, referentes ao embarque de 130 mil garrafas. 
Em 2013, as exportações para lá somaram US$ 150 mil; portanto, o resultado dos primeiros quatro meses de 2014 apresenta crescimento de 206% em comparação com o ano passado inteiro. A Aurora está presente no mercado belga com sua linha de exportação Brazilian Soul no off trade e com a linha Aurora no on trade. Os espumantes Brazilian Soul Moscato Branco e Brazilian Soul Moscato Rosé estão nas lojas da Delhaize, rede de supermercados top da Bélgica.

 A imprensa do país tem dado destaque aos vinhos da Aurora. Het Laatste Nieuws resenha o Brazilian Soul Moscato Branco, enquanto a Weekend (La Vif/LÉxpress) elogia o Brazilian Soul Moscato Rosé. Partners News faz elogios ao Aurora Reserva Cabernet Sauvignon. Brazilian Soul Premium Selection Cabernet Sauvignon, Brazilian Soul Chardonnay e o espumante Aurora Brut Rosé são indicados na seleção Le Vin des Femmes e o mais famoso colunista do país, o especialista Frank Vander Auwera destaca o Aurora Reserva Chardonnay, Brazilian Soul Premium Selection Tannat e o Aurora Reserva Merlot como grandes vinhos do Brasil no seu país. A Bélgica é o terceiro maior mercado das exportações da Aurora, atrás do Reino Unido e Alemanha, que, respectivamente, receberam 33% e 24% das vendas externas da Vinícola.

Vinhos e espumantes brasileiros ampliam premiações na França

O Brasil segue conquistando premiações em concursos internacionais. Agora na França, o país acaba de arrematar dois prêmios especiais, três Medalhas de Ouro e cinco de Prata. Foi no Les Citadelles du Vin, realizado de 17 a 19 de maio em Burdeaux. As mais de 1.200 amostras inscritas foram degustadas por 50 especialistas. O resultado foi anunciado na Vinexpo, em Hong Kong, onde ocorreu a premiação. O diretor da Associação Brasileira de Enologia (ABE), João Carlos Taffarel, foi um dos representantes do Brasil no concurso, além do sommelier Danio Braga.
Conforme Taffarel, este evento tem uma particularidade que é a realização de uma conferência paralela ao concurso. "Todo ano este encontro foca uma região produtora do mundo e desta vez o Brasil foi o destaque. Tive a oportunidade de falar sobre as regiões de produção, suas particularidades e características dos vinhos brasileiros", comenta. O cenário do mercado brasileiro de vinhos foi abordado por Braga.
Após as conferências, foi realizada a degustação de 15 rótulos de vinhos e espumantes de diferentes regiões do Brasil. "O público ficou impressionado pela qualidade e diversidade dos vinhos das diferentes regiões. Foi uma oportunidade para o público dos diferentes países conhecer o que o Brasil produz", salienta Taffarel. O evento, que contou com o apoio da ABE e do Ibravin, reuniu cerca de 100 pessoas.
O Les Citadelles du vin é um concurso rigoroso de vinhos realizado no coração da região de Bordeaux -  França. O júri reuniu diversas personalidades do mundo do vinho, pesquisadores, professores, jornalistas e enólogos experts da França e de outros países. O concurso tem a patronagem da Organização Internacional da Uva e do Vinho (OIV) e da Federação dos Grandes Concursos (FIGEV).
PREMIAÇÕES
Premio Especial FIJEV Brasil
Casa Valduga Naturelle Espumante Moscatel 2013 - Casa Valduga Vinhos Finos
Premio Especial Brasil
Milantino Gran Reserva 2005 - Milantino Vinhos Finos
Medalha de Ouro
Casa Valduga Naturelle Espumante Moscatel 2013 - Casa Valduga Vinhos Finos
Milantino Gran Reserva 2005 - Milantino Vinhos Finos
Gran Legado Champenoise Brut - Natural Products
Medalha de Prata
Ponto Nero Espumante Brut - Domno do Brasil
Garibaldi Espumante Moscatel - Cooperativa Vinícola Garibaldi
Aurora Varietal Chardonnay 2013 Cooperativa Vinícola Aurora
Matiz Alvarinho 2011 - Hermann Vinhos e Vinhas
Matiz Cabernet Sauvignon 2011 - Hermann Vinhos e Vinhas


Guatambu Estância do Vinho integra carta de bebidas do restaurante Kaá em São Paulo

 Os premiados vinhos Rastros do Pampa Tannat e Cabernet Sauvignon da Guatambu Estância do Vinho, de Dom Pedrito, RS, podem ser agora harmonizados com as iguarias do restaurante Kaá, em Sâo Paulo. Em 2010, o local destacou-se como melhor restaurante do Novo Mundo, eleito pela revista Wallpaper, de Londres. Também é reconhecido por sua arquitetura deslumbrante, destacada em 2009 pelo Instituto Americano de Arquitetos (American Institute of Architects) como um dos melhores projetos arquitetônicos. 
Um oásis verde no meio da agitada avenida Juscelino Kubistchek, o restaurante Kaá firmou-se como um endereço que reúne tranquilamente tanto reuniões de negócios como encontros familiares. O cardápio ganha um toque contemporâneo pelas mãos do chef João Leme, que comanda a cozinha sob os olhos do chef e proprietário Paulo Barros. 
O rótulo Rastros do Pampa Tannat 2012 foi escolhido como o melhor vinho tinto nacional no TopTen da Expovinis 2014, realizada no mês de abril. Em fevereiro, rótulos da vinícola começaram a ser vendidos no Mee, restaurante do Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.

A Guatambu tem dministração familiar, em pequena escala, somente com uvas próprias, lotes limitados e garrafas numeradas desde 2003. Mais informações, acesse o site:http://www.guatambuvinhos.com.br/

domingo, 8 de junho de 2014

Carnes de Devon no Pobre Juan


Vou escrever o óbvio: há três carnes que eu destaco como as melhores do mundo, a Hereford, a Devon e a Angus. Por isso, achei muito bacana a iniciativada Associação Brasileira de Criadores de Devon de fazer um acordo com a rede de restaurante Pobre Juan para realizar uma semana da carne Devon nos restaurantes da rede em várias capitais brasileiras. Os novilhos, criados na região de Camaquã (RS), foram levado do Rio Grande do Sul e terminados, em São Paulo, pela JBS. Os cortes foram servidos em restaurantes de São Paulo, Campinas, Brasilia, Rio de Janeiro, Recife e Salvador. Foram os cortes especiais master rib (conhecido como ojo del bife ancho com osso), strip steak (bife de chorizo com osso) e a especialidade argentina entraña fina. A parceria foi acertada pela Associação Brasileira de Criadores de Devon e os animais, propriedade de Cláudio Ribeiro.
Não sei se na adega do Pobre Juan tem os grandes vinhos que Valter José Pötter está produzindo na Vinicola Guatambu, em Dom Pedrito, mas, se tiver, esta é uma carne perfeita para ser acompanhada por um Tannat Rastros do Pampa. O Valter, certamente, vai gostar de eu ter dado a dica, mas, como criador, ele é da raça Hereford e Braford.