quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

É hora de beber Moët Ice Imperial


 Com a chegada do verão a Moet & Chandon anunciou a lista de locais que irão disponibilizar, apenas durante o verão, Moët Ice Impérial, o champagne criado exclusivamente para ser desfrutado com gelo. Moët Ice Impérial é um champanhe inovador para celebrações durante o dia em chiques e ensolarados clubes de praia, terraços glamorosos, festas à beira da piscina ou passeios de lancha cheios de estilo.
Criado especialmente para ser apreciado durante o dia, Moët Ice Impérial é perfeito para encontros entre amigos em destinos exclusivos e badalados a exemplo de St. Barths, St. Tropez e Ibiza. Em São Paulo, estará disponível apenas durante o verão, nos locais mais quentes da estação – na piscina do Hotel Tivoli Mofarrej, no Bistrot Bagatelle, no DPNY beach hotel em Ilhabela e no Nau Royal, em Cambury - com seus acessórios glamorosos e indispensáveis: Ombrellones, baldes, taças de boca larga exclusivas, além de mimos para os consumidores.
São Paulo
- Hotel Tivoli São Paulo Mofarrej - www.tivolihotels.com
Nos finais de semana de 18 de janeiro a 3 de março, clientes e hóspedes poderão apreciar Moët Ice Impérial ao som de DJ, a beira da piscina laranja mais famosa de São Paulo.
- Bistrot Bagatelle – www.bistrotbagatelle.com.br/
Durante a temporada de verão, Moët Ice Impérial poderá ser apreciado todo domingo nos brunchs do Bagatelle, único Brunch da cidade com o champagne.
São Paulo Litoral
- Nau Royal – Praia de Cambury - www.nauroyal.com.br
- DPNY Beach Hotel – Ilhabela - www.dpny.com.br
Durante a temporada de verão, os clientes e hóspedes do DPNY poderão experimentar Moët Ice Impérial com gelo, lascas de casca de tangerina e stick de erva cidreira, criação exclusiva do DPNY. Além disso , quem estiver passeando de lancha perto do DPNY pode comprar Moët Ice no Hotel. As garrafas de Moët Ice Impérial serão levadas na lancha em um stand up do DPNY, acompanhadas das famosas taças brancas do champagne. O DPNY também organizará Sunsets com Moët Ice Impérial durante toda a temporada.
No Páis: 
Moët Ice Impérial está disponível apenas durante o verão, em hotspots selecionados, ao preço sugerido de R$ 350,00.
Rio de Janeiro
Hotel Fasano - Rio de Janeiro - www.fasano.com.br 
Casas Brancas – Búzios - www.casasbrancas.com.br
Chez Dominique – Angra dos Reis – www.facebook.com/ChezDominique.Angra 
Florianópolis - SC
Ponta dos Ganchos Exclusive Resort - www.pontadosganchos.com.br
Second Floor Lounge & Club- www.facebook.com/spazziojurere
The Roof lounge – www.theroof.com.br/theroof.html
Jay – Jurerê Internacional - www.jayluxuryhome.com.br
IL Campanario Villaggio Resort - www.ilcampanario.com.br/
Simple On The Beach - www.facebook.com/simpleonthebeach
Balneário Camboriú - SC
Ydra Beach Club - www.facebook.com/ydrabeachclub/info
Porto Alegre
Isla Parador - www.facebook.com/islaparador
Fortaleza
Guarderia Brasil - www.facebook.com/guarderiab 
Alagoas
TJ Tamo Junto - São Miguel dos Milagres - www.tjtamojunto.com.br 
Fernando de Noronha - PE:
Pousada Maravilha - www.pousadamaravilha.com.br 
Bahia
Estrela D´Agua – Trancoso - www.estreladagua.com.br 
Sauipe
Tivoli Ecoresort - Praia do Forte - www.tivolihotels.com 
Olinda
Oficina do Sabor - www.oficinadosabor.com  
Guarapari
Porto Beach Club - www.facebook.com/portobeachclubguarapari

O champagne Moët Ice Impérial é perfeito para a estação mais quente do ano. Mais que apenas um “drink”, Moët Ice Impérial oferece uma maneira elegante, livre e refrescante para celebrar com champagne. Sempre servido com gelo e preferencialmente em taças de boca larga, Moët Ice Impérial atende a todos os paladares, podendo também ser acompanhado de folhas de hortelã, lascas de casca de limão ou de grapefruit, de acordo com a preferência. 

Mais prazo para receitas com azeite ou azeitonas


As inscrições para o concurso cultural do Conselho Oleícola Internacional, COI, instituição intergovernamental responsável pela promoção da oliva no Brasil e no mundo foram estendidas até esta sexta-feira (10). Com o tema Receitas Salgadas, os participantes deverão preparar cardápios que tem o azeite de oliva como ingrediente principal.    
As quatro melhores receitas (que combinem sabor, criatividade e harmonização) serão selecionadas pelo COI e seus respectivos “chefs” deverão prepará-las para um júri de especialistas na cozinha demonstração da Universidade Anhembi Morumbi, no dia 20 de janeiro de 2014, em São Paulo.
Os autores dos dois melhores pratos serão premiados com uma viagem internacional para o destino escolhido (as opções são Argentina, Egito, Espanha, Itália, Grécia, Líbano, Marrocos, Portugal, Tunísia ou Turquia), onde visitarão fazendas e produtores de oliva.           
Além da experiência no mundo do azeite, os finalistas terão as suas criações incluídas no cardápio da Olive Week, evento gastronômico previsto para 2014 no qual restaurantes brasileiros de renome apresentarão cardápios com azeite de oliva e azeitonas de mesa.
As inscrições para o concurso vão até o dia 10 de janeiro e podem ser feitas no hotsite www.vaicomtudoqueebom.org/concursodereceitas.

Gestão ambiental na viticultura em pauta na Embrapa Uva e Vinho



A Embrapa Uva e Vinho realizou, dia 18 de dezembro, no auditório da sua sede, em Bento Gonçalves (RS), o seminário Gestão Ambiental na Viticultura. O tema principal do evento foi a exposição do próprio‘case’ representado pela unidade de pesquisa: localizada em cem hectares praticamente no centro do município, e apresentando muito em comum com empreendimentos vitivinícolas – tendo, como estes, vinhedos e instalações vinícolas –, a Embrapa Uva e Vinho prima pela preservação de suas áreas de reserva ambiental. Entre as ações de pesquisa desenvolvidas nessa temática, destaca-se o inventário florestal (que analisa qualitativa e quantitativamente uma zona em termos ecológicos) da sede da unidade feito no segundo semestre deste ano, como trabalho de graduação em engenharia florestal, pela estudante Suyane Lamari Cabral, da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). O levantamento terá continuidade na forma de projeto de mestrado.
“Também foram abordados no seminário assuntos como as ações de gestão ambiental na Embrapa Uva e Vinho e o georreferenciamento da unidade, além de serem apresentados os levantamentos do uso da terra e de áreas de preservação permanente (APPs) na região de Bento Gonçalves”, informou a pesquisadora Rosemary Hoff, uma das palestrantes. No evento, foram compartilhados conhecimentos gerados pela unidade de pesquisa no que diz respeito à gestão ambiental – tema que assume importância ainda maior considerando o novo código florestal. Assim, o público-alvo foiviticultores e todos aqueles interessados na preservação ambiental das áreas de Mata Atlântica que fazem parte do bioma da região.


Jantares harmonizados com vinhos Lidio Carraro no Saint Andrews


Em parceria com a vinícola boutique Lídio Carraro, escolhida pela Fifa para criar o vinho licenciado oficial da Copa do Mundo 2014, o Hotel Saint Andrews Gramado, primeiro exclusive house do País e membro da seleta cadeia Relais & Châteaux, oferece nos sábados do mês de janeiro (dias 11, 18 e 25) um jantar harmonizado com os rótulos Faces, nome dado pela empresa à bebida que vai representar o Brasil no maior evento esportivo do mundo.
Da entrada à sobremesa, hóspedes e apreciadores da enogastronomia poderão provar cinco opções de vinho, cada uma harmonizada com um prato diferente do menu, criado especialmente pelo chef do hotel. Durante a degustação, Patrícia Carraro, sócia proprietária da vinícola, vai falar sobre a nova linha, além de explicar o processo de produção e as especificidades de cada rótulo, como a do Faces tinto, com onze variedades de uvas de três regiões produtoras do Rio Grande do Sul.
O cardápio sugere, para iniciar, um turban de camarão e folhas ao molho de iogurte e dill, combinado com o Faces Branco FIFA World Cup; em seguida, uma truta ao molho de uvas e risoto de amêndoas, acompanhada do Faces Rose FIFA World Cup; como terceiro prato, um lombo de cordeiro grelhado, couscou marroquino e molho de alecrim, servido com o Faces Tinto FIFA World Cup Onze Uvas; além de um parmentier de pato e cogumelos ao molho de salvia, harmonizado com o Coletânea FIFA World Cup. Para finalizar, uma sopa de manga folhada servida com sorvete baunilha,com o Espumante Dadiva, eleita a bebida oficial da Stock Car e dos Jogos Olímpicos Pan-Americanos Rio 2007. O valor do jantar é de R$ 200 por pessoa e a reserva deve ser feita antecipadamente.
Mais informações podem ser obtidas com a equipe de concièrges do Saint Andrews pelos telefones (54) 3295-7700 / 0800 644 8088 ou pelo site http://www.saintandrews.com.br/
Localizado em Gramado, a 120 km de Porto Alegre, com vista privilegiada para o Vale do Quilombo, o primeiro exclusive house do País, é membro da seleta Cadeia Relais & Châteaux e sinônimo de conforto, sofisticação e privacidade. Com apenas onze suítes requintadamente decoradas e serviços personalizados, o hotel convida a experiências inesquecíveis nessa atmosfera europeia em que se destacam a arte de bem-receber e sua elaborada proposta gastronômica.
A Lidio Carraro é uma vinícola de propriedade familiar guiada por uma filosofia Purista de total respeito à terra e à mão de obra. No ramo da viticultura há mais de cinco gerações, eles acreditam que os grandes vinhos não são obtidos na vinícola, mas nos vinhedos que, neste caso, estão localizados em dois excepcionais locais no sul do Brasil: Vale dos Vinhedos e Encruzilhada do Sul. A família detém mais de 200 hectares, dos quais cerca de 42 estão em produção e devem ser ampliados ano a ano até atingir 150 hectares.

Nos últimos anos, o site da Jancis Robinson, uma das maiores autoridades de vinhos no mundo, concedeu à Lidio Carraro a melhor pontuação já dada a um vinho brasileiro, e, em 2012, o renomado site americano Snooth elegeu o Lidio Carraro Grande Vindima Tannat 2008 como o Vinho do Ano.

As atividades da Vinho e Arte em Porto Alegre


A enólogo Maria Amélia Duarte Flores, dona da Vinho & Arte, em Porto Alegre, manda avisar que para brindar 2014, começou o ano com duas notícias especiais: - A Liquida de Verão 2014 - com uma renovação ampla da linha de vinhos da loja; e o - Tour de Vinhos a Portugal com saída dia 23 de janeiro: últimas vagas. Estamos no prazo limite para inscrições. Há disponibilidade de compartilhar um apartamento duplo - solicite informações: vinhoearte@gmail.com . No link o roteiro completo:
http://www.portobrasil.com.br/tour-portugal-2014.pdf. A Vinho & Arte fica na rua Múscio Teixeira, 107.
Quarta-feira, dia 8, houve degustacao de Vinhos e Espumantes Rosés, às Cegas. Espumantes do Brasil, Portugal, Italia e Champagne Veuve Clicquot Rosé foram as estrelas! R$ 75,00. Apresentação da própria Maria Amélia Duarte Flores.
Terça-feira, dia 14, será a abertura do "Aromas e Sabores de Verão 2014", sequência de atividades gastronômicas realizadas desde 2006. Para começar, uma degustação de Pinot Noir às cegas, de diversos países, como França, Argentina, Chile, entre outras surpresas, acompanhada de queijos e frutas típicas da estação. O valor é de R$ 65,00. Apresentação da enóloga.
 Nos dias 15 e 16, ainda em janeiro, 1a edição do Curso Avançado em Serviço e Degustação de Vinhos (voltado a profissionais). Um curso, com duração de oito horas, tem foco em aprimorar os profissionais (garçons, maitres, proprietários de restaurantes, hotéis, aficcionados, sommeliers) na linguagem, serviço e degustação de vinhos. Serão abordados temas como a história do vinho, o surgimento de mitos e marcas, uvas, termos utilizados, definição de terroir, denominações de origem,  postura profissional, entre outros importantes aspectos. Serão duas tardes, das 14h às 18h, com degustação de 12 vinhos. O valor da inscrição é de R$ 150,00, podendo ser parcelado em ate 3x (cheque). Como o curso foca o intercâmbio profissional e troca de experiências, o número de vagas é limitado. 

A loja atende das 10h às 18h, sempre de porta fechada. Basta tocar a campainha. 

Salton apresenta espumante Salton Gerações José “Bepi” Salton




                                                       Espumante José Bebi Salton
                                                       D/JN

Dando continuidade ao projeto Salton Gerações, a vinícola acaba de lançar o espumante nature José “Bepi” Salton, feito com as variedades Pinot Noir (50%) e Chardonnay (50%).  Elaborado pelo método Champenoise, o produto permaneceu em contato com as leveduras por quatro anos e chega para dar sequência à linha que presta homenagem aos líderes dos primeiros 100 anos da vinícola. O premiado espumante Antonio Domenico Salton, que antecedeu o lançamento, teve as últimas unidades enviadas na primeira quinzena de dezembro para comercialização em algumas lojas especializadas do País.
O Projeto Gerações, que estreou em 2012, baseia-se no conceito ‘O melhor da vida é passado de geração para geração’, e tem como foco a qualidade final dos produtos. “A linha faz referência aos homens que tiveram pulso firme e deixaram uma marca pessoal na empresa, e que atuaram em áreas especificas, transmitindo experiências e ensinamentos, fundamentais na construção de uma companhia consolidada”, ressalta Daniel Salton, presidente da vinícola.
O terceiro produto da linha homenageia o visionário “Bepi”, integrante da família que viu em São Paulo o local ideal para implantação de uma unidade da empresa. Trabalhador engajado e preocupado em ajudar ao próximo, foi responsável pela expansão da marca no Brasil.
De coloração amarelo e perlage intenso, com finas borbulhas, o novo espumante possui aromas que lembram levedo de pão, cevada tostada, especiarias, frutos caramelizados e mel. Harmonizando bem com aperitivos, canapés, peixes e aves. No entanto, por se tratar de um espumante brut, pode ser consumido sozinho, em variados horários e situações do cotidiano.
Sobre o projeto Salton Gerações: Os vinhos e espumantes da linha Salton Gerações são produzidos com as melhores uvas, das safras de maior qualidade. Por este motivo, são produzidas garrafas limitadas – apenas 13 mil unidades de cada produto.
Antonio Domenico Salton – Primeiro produto da linha, lançado em 2012, o espumante elaborado com as variedades Pinot Noir (50%) e Chardonnay (50%), em contato com as leveduras durante três anos.  Possui uma coloração amarelo ouro, paladar cremoso, excelente acidez cítrica e grande desenvolvimento de finas borbulhas. Seus aromas complexos lembram a cevada tostada, pão torrado, mel, baunilha, avelã e café. O espumante homenageia o patriarca da Família Salton, uma das primeiras a chegar ao Rio Grande do Sul, em 1878. Antonio Domenico trouxe mudas de vinhas da Itália que tiveram uma adaptação muito boa ao clima brasileiro.

Paulo Salton – O vinho, lançado no início de 2013, é o segundo de edição limitada do Projeto Gerações. Conta com um bouquet complexo, aromas tostados de amêndoas, nozes, tabaco, chocolate, frutas em compota e frutas negras (amora, mirtilo e ameixa). Elaborado a partir de 40% de uvas Cabernet Sauvignon, 40% Merlot e 20% Cabernet Franc, permaneceu 18 meses em barricas francesas novas, as unidades ficaram engarrafadas durante um ano para aperfeiçoar o amadurecimento do vinho. O vinho homenageia o primogênito da família, responsável pela fundação da vinícola em 1910, quando Paulo herdou o empreendimento da família, que passou a chamar-se “Paulo Salton – Armazéns Gerais”. Com a entrada dos irmãos na sociedade, a empresa mudou sua denominação para “Paulo Salton & Irmãos”, passando a se dedicar exclusivamente à cultura de uvas e à elaboração de vinhos, espumantes e vermutes.

Vinícola Aurora é eleita a melhor fornecedora do varejo goiano



A Associação Goiana de Supermercados (AGOS) entregou o seu mais importante prêmio, o Carrinho de Ouro, à Vinícola Aurora como melhor fornecedora em bebidas alcoólicas no estado. A escolha é resultado de uma ampla pesquisa realizada pela agência EPRON, junto a todos os supermercadistas de Goiás e aos consumidores. A vinícola venceu na categoria bebidas alcoólicas, sendo selecionada entre as 10 maiores indústrias do setor que participaram da pesquisa. A entrega do Carrinho de Ouro ocorreu em um jantar festivo, com a presença de 500 pessoas entre autoridades, supermercadistas, fornecedores e convidados, por ocasião da inauguração da nova sede própria da AGOS. 

Esse importante reconhecimento do varejo goiano à Aurora foi um grande desfecho de 2013 para a Vinícola que, ao longo do ano, recebeu importantes premiações do varejo nacional, como o Carrinho Agas (da Associação Gaúcha de Supermercados) pelo nono ano, o troféu Gente Nossa concedido pela Associação Mineira de Supermercados (AMIS), o da Associação Gaúcha de Distribuidores (AGAD), o da Associação dos Supermercadistas do Rio de Janeiro, entre outros. A Vinícola Aurora, brasileira mais premiada nos concursos internacionais, está presente em todo o território nacional com seus produtos e marcas consagradas no varejo brasileiro.
Livro com participação da Embrapa Uva e Vinho reconhecido internacionalmente
Sotés Ruiz (terceiro, da esquerda para a direita) recebendo o diploma relativo à premiação conferida pela Organização Internacional da Uva e do Vinho, em Paris

Capa do livro premiado pela OIV
Fotos D/JN

A Embrapa Uva e Vinho, de Bento Gonçalves (RS),encerrou o ano com mais um reconhecimento internacional. Dia 16 de dezembro, em Paris, França, a Organização Internacional da Uva e do Vinho (OIV) concedeu o prêmio ‘Prix OIV 2013’ ao livro Clima, zoneamento e tipicidade do vinho em regiões vitivinícolas iberoamericanas, que tem entre seus editores-técnicos o pesquisador da Embrapa Jorge Tonietto. “A OIV é a mais importante instituição técnico-científica da vitivinicultura mundial: receber uma distinção dela, portanto, é um grande aval”, diz Tonietto. A honraria, entregue na sede da OIV, na presença de diplomatas e autoridades do mundo da uva e do vinho, foi recebida pelo editor-técnico do livro Vicente Sotés Ruiz (além de Tonietto e de Sotés Ruiz, coordenou a obra Vicente D. Gómez-Miguel, sendo estes dois últimos da Universidade Politécnica de Madrid, Espanha).
O Prix OIV, explica o pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, é concedido anualmente, para publicações de relevância internacional no setor da uva e do vinho. Os ganhadores da comenda são selecionados por júri composto por professores universitários, jornalistas, escritores, cientistas, historiadores e enólogos, entre outros profissionais, de diversos países. Os livros concorrem em dez categorias; Clima, zoneamento e tipicidade do vinho em regiões vitivinícolas iberoamericanas foi premiado na categoria Monografias e estudos especializados.
A obra conta com contribuições de 37 autores, de dez países iberoamericanos, apresentando a diversidade das regiões produtoras e seus vinhos, ampliando a visibilidade e mostrando a importância da vitivinicultura nessas nações. Versão digital está disponível, para download gratuito, emhttp://www.cnpuv.embrapa.br/publica/livro/zonificacion_viticola_cyted_2012.pdf. A elaboração do livro foi coordenada por Embrapa Uva e Vinho e Universidade Politécnica de Madrid, com apoio do Programa Iberoamericano Cyted (Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento). A partir de agora, tarja relativa ao Prix OIV será inserida na capa da publicação.


Toro Loco se destaca em vendas



O vinho Toro Loco, que entra na categoria dos internacionais baratos, foi o grande sucesso entre os vinhos estrangeiros vendidos no Brasil, em 2013. O sucesso foi tanto que a distribuidora Wine trouxe outros rótulos com o mesmo título.Ela aproveitou o destaque do Toro Loco Tempranillo, que ganhou o prêmio de segundo melhor vinho do mundo. E trouxe o Toro Loco Reserva 2009 e o espumante Toro Loco Cava Brut.
Assim como o Tempranillo, o Reserva 2009 também foi premiado no International Wine & Spirit Competition com medalha de bronze entre os espanhóis e está disponível por R$ 55,00.. Já o Cava Brut sai pelo valor de R$ 38,00s. De acordo com a importadora, foram trazidas 62 mil garrafas das bebidas (28 mil do primeiro e 34 mil o segundo). Na Europa, estes vinhos andam em torno de 3,59 libras (cerca de R$ 11,50).
Produzidos pela Bodega Coviñasem Utiel-Requena, na Espanha, os vinhos são feitos em altitude que vai de 600 a 900 metros acima do nível do mar e clima mediterrâneo. O Toro Loco Reserva 2009 tem um visual vermelho escuro, acidez marcante, notas de couro e madeira, gustativo redondo e equilibrado e taninos aveludados. Harmoniza com carne grelhada, pimentão recheado e penne ao molho de cogumelos.

O espumante Toro Loco Cava Brut é leve, com aromas de frutas frescas como pêssego e abacaxi, acidez agradável, borbulhas finas e consistentes e é ideal para acompanhar pratos leves, como caparão empanado, quiche, salada ou torta de frango.

Espumante Conde de Foucauld Brut ganhou 89 pontos na Revista Adega


O espumante Conde Foucauld, um dos mais antigos da Vinícola Aurora, e que esteve entre os que bebi no final de ano, na casa da praia, destacou-se na análise do pessoal da revista Adega, ganhando 89 pontos.  “Cor amarelo claro, com borbulhas miúdas, formando um belo colar”. Assim inicia a descrição do espumante Conde de Foucauld Branco Brut, da Vinícola Aurora, publicada na Revista Adega que está nas bancas. A publicação nacional especializada em vinhos deu 89 pontos a esse espumante, considerado uma das melhores relações qualidade-preço do mercado. Trata-se de uma nota excelente, igual à concedida a outros exemplares de alta qualidade e custo superior. “Aromas de frutas amarelas doces com ligeiro toque de floral de acácias muito interessante, além de notas de mel”, diz a descrição, que conclui: “A acidez tem um papel muito importante, com o paladar frutado intenso. Muito distinto e agradável”. 

 Os espumantes finos Conde de Foulcaud podem ser encontrados nas versões: Branco Brut, Branco Demi-séc, Rosé Brut e Rosé Demi-séc. Estão nas lojas das grandes redes de varejo do Brasil e no comércio especializado. Os espumantes Conde Branco Brut estão no mercado também em embalagens prontas para presentear, em estojos com uma garrafa e duas taças tipo flute, ideal para dar de presente neste fim de ano. O que bebi na praia – paralelamente com Cave Geisse, Estrelas do Brasil, Guatambu, Dunamis, Dal Pizzol e Gran Legado -  estava excelente.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Mensagens


Natal

Feliz Natal e um Próspero 2014 Danilo. Muita saúde.
Rogério Cassanta Rosado
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Carrau

Caro Ucha. 
Obrigado e muito Bom Ano para você e vossa Família. Lembrarei você nos múltiplas brindai do Natal e Fim do Ano.  Grande abraço
Javier Carrau e Flia
Uruguay-Brasil
Cerro Chapéu e Cerro Trindade
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Festival da ovelha

Obrigada e logo conversaremos...vamos te visitar para entregar o convite para o VI Festival Estadual da Ovelha, aqui de Encruzilhada do Sul. Também aguarde uma surpresa. Obrigada pela parceria e divulgação de nossos eventos.
Abs!

Lorena Monteiro - Mtb 4870
Assessora de Imprensa - PMES
(51) 99100074 / (51) 96963092
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Ruy Gessinger vai apostar na genética ovina Ile de France


                                          Gessinger em uma de suas invernadas
                    As Ile de France no pasto abundante de Unistalda
                     Fotos D/JN

Mestre do Direito que se destacou nas lides forenses, como juiz e desembargador, Ruy Gessinger, depois que abandonou as lides jurídicas, foi para as lides campeiras e, hoje, é um destacado fazendeiro em Unistalda, cidade que tem como prefeito meu sobrinho José Amélio Ucha Ribeiro. Pois, Gessinger manda contar algumas novidades, a principal delas é que vai apostar fortemente na genética da raça ovina Ile de France. Vamos ao que ele diz:
“Nossos campos são de afloramento basáltico. Não temos um rio caudaloso por perto. Nem Lagoa dos PaTos, que dizer dos marrecos. A seca é constante. Nos nossos campos não dá para plantar soja nem trigo.
Então não podemos competir engordando gado. Temos que ir para um nicho que pressuponha qualidade, obstinação pelo pós venda, garantias, dar prazo particular e sem embromação, facilitar o negócio, com foco nos pequenos e médios, que são os melhores pagadores.
Mas nosso negócio, conquanto comparativamente bem organizado, perde para as empresas urbanas em matéria de sistematização, velocidade de mudanças, formação de colaboradores.
Daí que, como já disse, vou me atirar na genética, fornecendo para os médios, com facilidade de logística, entregando o produto na casa deles e dando assistência. Já vínhamos operando assim, mas nos faltava volume. Até do Mato grosso querem nos comprar reprodutores.
Já tenho um novo colaborador pronto para nos ajudar a dar um up grade. É o Luciano, que vai se formar em poucos meses em Veterinária. Criou-se aqui na nossa fazenda e se formou por incentivo e força de todos nós. É campeiro, conhece muito da prática e fez um belo curso. Vai estagiar para dominar a técnica de transferência de embriões.
Me acertei com ele hoje. Vai ficar conosco. Seu pai, nosso capataz Luiz César vai continuar no seu posto. Mas tanto ele como eu já temos cabelos tordilhos. Vamos analisar o que ele tem para nos indicar de caminhos.
Rudolf, meu filho mais novo, tem 17 anos, mas D. Pedro II assumiu o Brasil com 16. Vai fazer sua faculdade em P. alegre, mas vai acompanhar o dia a dia da estância.
Maristela cuida dos ovinos da cabanha.
O Japão é uma ilha árida, Israel é um lugar que era desértico. E tiram leite de pedra.
Nós também vamos.
Amanhã baixo umas lindas fotos para vocês. O vento derrubou minha antena de internet.

Dedico esta post ao meu glorioso amigo Paulo Sérgio Pinto que sempre acreditou em mim. Em tudo.”

O melhor da raça Texel em Livramento


             Claudino Loro, Danilo Ucha e David Fontoura Martins no Mercotexel 2013
              Fotos Arquivo JN

E, por falar em ovinos, entre os dias 16 e 19 deste mês de janeiro, Santana do Livramento, na fronteira oeste do Rio Grande do Sul, junto à Rivera, no Uruguai, será palco da VI Exposição Nacional dos Ovinos Texel, dentro do XVI Mercotexel 2014, uma das maiores feiras da raça no País. A exposição é da Brastexel, cuja presidente, Maria Teresa Queirolo, informa que os destaques serão a primeira  mostra rankiada da raça, o Campeonato Ovinos do Futuro e o campeonato Progênie de Pai e Mãe. O Mercotexel é uma organização do Núcleo Santanense de Criadores de Texel, sob a responsabilidade de Cláudio Fontoura Arteche, Claudino Loro, David Fontoura Martins, Marcelo Fontoura Guerra e outros criadores. Os animais devem entrar dia 16, os julgamentos serão dias 17 e 18 e os remates dias 18 e 19. Na sexta-feira, haverá jantar com pratos preparados com carne de cordeiro, segundo Silvia Helena Martins Loro, uma das organizadoras, com receitas selecionadas por este bloguista, que também é metido a cozinheiro. Ricardo Gonçalves, Orlando Pires Martins e João Vasco serão os jurados na IV Exposição Nacional dos Ovinos Texel, que ocorrerá paralelamente. Gonçalves é da Cabanha São Dionísio, de Bagé; Martins, da Retiro, de Santana do Livramento; e Vasco técnico da Associação Riograndense de Criadores de Ovinos. Os jurados darão notas individuais e os vencedores serão os de melhor média. A Brastexel está aceitando as inscrições. Os animais deverão estar com 1cm de lã, portanto, tosados 20/30 dias antes.

Na mesma oportunidade, os criadores Claudino Loro e David Fontoura Martins, introdutores da raça Texel naquela região (e também no Brasil) estarão comemorando 40 anos de parceria em torno dos ovinos Texel. Eles não só foram pioneiros, como, também responsáveis pela introdução de uma série de tecnologias e novos manejos na criação de ovinos. Fundadores do Mercotexel, que já chega à sua décima sexta edição, são dois dos principais responsáveis pelo desenvolvimento e crescimento da raça no País, hoje distribuída por vários estados brasileiros, além de ser o maior rebanho entre as várias raças ovinas do estado do Rio Grande do Sul.

Beba o vinho de acordo com seu signo

Há quem acredite no Zodíaco e por ele se oriente. Para eles é esta nota do Sonoma, uma das principais curadorias de vinho virtual do País, que indica quais vinhos mais se identificam com a característica de cada signo.Então, brinde a chegada de 2014 com a bebida que mais combina com sua personalidade:
Áries
De 20 de março a 20 de abril.
É o primeiro signo, o inicial, cheio de energia para dar. Não é à toa que é um signo de fogo e, por isso, seu vinho é igualmente quente, logo alcoólico. Um Tempranillo! Com seus taninos que secam e esquentam a boca, suas graduações para cima dos 14% e, nas versões Roble e Joven, tudo têm a ver com a impaciência dos arianos (é, não precisa de guarda, abra e beba, sem esperar um minuto sequer!).
Touro
De 21 de abril a 20 de maio.
É perfeito o vinho que pensamos para os taurinos, deve ser um espumante. Touro gosta de comer, e a acidez do espumante harmoniza com tudo! Mas não um espumante qualquer, e sim um Champagne, sabe por quê? É o signo que mais gosta de preservar tradições, prefere caminhar por vias mais seguras e estáveis, sem surpresas. Regidos pelo planeta Vênus, do amor, gosta de relacionamentos (quer algo mais romântico do que um Champagne?). Por fim, vale lembrar de seus sentidos mais aguçados do que o normal, e os espumantes têm tudo isso: desde o estampido da rolha que salta (audição), passando pela beleza à taça para quem olha (visão), pelos aromas fortes vindos das leveduras (olfato) e pelos sabores que quem prova não esquece (paladar), até a textura única das borbulhas (tato).
Gêmeos
De 21 de maio a 20 de junho.
O signo mais indeciso de todos e de um que vos escreve. É o primeiro do elemento ar, merece uma uva aromática (ar, aromático...). Gosta, ou melhor dizendo, precisa se comunicar, deve escolher um vinho que tem algo a dizer, com muitas histórias que possa contar. Pelo caráter curioso dos geminianos, melhor que seja um vinho diferente. E não podemos esquecer de suas duas faces gêmeas – dois personagens, dois vinhos, um branco e um tinto: Pinot Grigio, o branco que é tendência, apesar de ainda exótico; e Pinot Noir, mais famosa, mas cheia de controvérsias e personalidades.
Câncer
De 21 de junho a 21 de julho.
Alguns podem achar os cancerianos apegados demais, mas a verdade é que são os mais leais de todos, aqueles que nunca vão te trair. Um vinho que nunca erra? É, vamos pensar nisso... Primeiro signo de água, flui como só ele, como um sempre mineral Chablis, fácil de fluir, fácil de beber. E quer saber? Persistente como qualquer pessoa de câncer!
Leão
De 22 de julho a 22 de agosto.
A juba do leão emana luz própria – pudera, sol é seu regente, fogo seu elemento. O leão gosta de luxo, de causar impacto e ouvir aplausos. Gosta brilhar, dourado é sua cor, a cor mais quente. O vinho tem que brilhar, mas não tanto quanto o leonino. Há que ser grande como ele. Leão, o rei da floresta; Tokaji, o rei dos vinhos, o vinho dos reis. Além disso, cada puttonyo é doce como o amor que só um coração de leão consegue ter.
Virgem
De 23 de agosto a 22 de setembro.
Ordem e limpeza são as características primárias dessas pessoas que encontram defeito em tudo. Cuidado! Ai do vinho que tiver algo errado... Quem é de Virgem gosta mesmo de regras, leis rigorosas. Pensou em Bordeaux? Nós também! A mais conhecida denominação do mundo também é famosa por seus vinhos tão criteriosos quanto os que compartilham deste signo. O corte bordalês está aí para isso – cada uma das uvas entra na mistura para evitar qualquer defeito com seus sabores sutis, mas poderosos, como a eficácia de um tímido virginiano.
Libra
De 23 de setembro a 22 de outubro.
Pensou em Libra, em suas balanças, não dá outra, pensou em equilíbrio. E equilíbrio é uma palavra que os enófilos gostam muito. Significa que um vinhos traz seus principais elementos sempre em harmonia, nenhum se sobrepõe ao outro. Mas este signo também traz outros bons adjetivos quando o assunto é vinho: refinamento, requinte e classe. Juntamos tudo isso e não teve outra: Jerez, “classudo” até no nome!
Escorpião
De 23 de outubro a 21 de novembro.
Pense num escorpião. O bichinho mesmo, aquele do ferrão. Pense nele te encarando... Enigmático, não? E quando ele se prende ao que gosta, não há quem solte. São controladores, mas movidos pelas paixão (ou seja, é tudo por um bem maior). Há que ser um vinho tranquilo, que possa ser domado, mas igualmente exótico. Poucas coisas surpreendem tanto quanto os sabores inesperados que as uvas (mesmo as mais famosas) ganham na África do Sul, principalmente os brancos, sempre mais calmos e delicados.
Sagitário
De 22 de novembro a 21 de dezembro.
Imagine alguém que é ao mesmo tempo introspectivo, mas aventureiro; que odeia o tédio, mas até gosta de ficar em casa ao lado dos eu amor; idealistas, mas adoram uma piadinha... Assim é o sagitariano. Ah, essa ficou fácil: um espumante rosé do sul do nosso Brasil. Afinal, espumante é sempre mais divertido, rosé é sempre mais romântico, e brasileiro é sempre mais humorado.
Capricórnio
De 22 de dezembro a 21 de janeiro.
Obstinado, destemido e com muita força de vontade. Pessoa mais reservada, nasce carrancudo e se abre com o tempo. Esse é o capricorniano! Encorpado, opulento e com muita estrutura. Vinho mais austero, nasce maduro e rejuvenesce com o tempo. Esse é o Barolo. Qualquer semelhança é mera coincidência.
Aquário
De 22 de janeiro a 19 de fevereiro.
Muitos acham que os aquarianos vivem em suas próprias bolhas e ficam em choque com a realidade. Mas, como um dos que vos escreve é aquariano, vamos fingir que a gente não acredita nisso. A verdade é que são transgressores, pessoas de Aquário estão sempre à frente, aceitam tudo sem pré-julgamentos e preconceitos, até mesmo um White Zinfandel – um vinho que deveria ser tinto, leva “branco” no nome, mas na verdade é rosé... Só um aquariano para entender...
Peixes
De 20 de fevereiro a 19 de março.
O nome é Peixes, mas deveria ser camaleão... Camaleão no bom sentido. Piscianos mudam de roupagem o tempo todo – ora passivos, ora amorosos, ora acomodados, ora agressivos. Isso se deve ao fato de ser o signo mais antigo do zodíaco, e também o mais complexo e experiente. Pode mudar e se adaptar, pode ser seco, doce e até espumante. Não pode não ser Riesling!
E aí, que achou do seu signo?
http://sonoma.com.br/

O Sonoma é um dos principais  site de curadoria de vinhos e gastronomia do país. Fundado por Alykhan Karim, natural da Califórnia, nos Estados Unidos, tem como objetivo não só comercializar vinhos, mas ser referência sobre a cultura de consumo da bebida que, a cada ano, faz mais parte da mesa dos brasileiros.

Governo gaúcho investirá R$ 1 milhão na promoção da uva e vinho produzidos na Região da Campanha


 O Governo do Rio Grande do Sul, em conjunto com o Fundo para o Desenvolvimento da Vitivinicultura (Fundovitis), vai investir cerca de R$ 1 milhão na promoção da uva e do vinho produzidos na Região da Campanha em 2014. O projeto, que dá início à ofensiva de posicionamento e consolidação dos produtos desta região, foi lançado na manhã de segunda-feira (23 de dezembro), em Bagé, pelo secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Luiz Fernando Mainardi.
Os recursos utilizados são provenientes da arrecadação que o Estado faz junto à indústria vinícola e que são destinados ao Fundovitis. No início da gestão do governador Tarso Genro, o Estado liberava apenas 25% do que arrecadava para investimentos diretos na cadeia produtiva, mediante repasses ao Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin). O percentual subiu para 50%, o que assegurou mais de R$ 10 milhões para aplicação em ações de divulgação e fortalecimento do setor.
"Agora, conseguimos sensibilizar o governador Tarso Genro, que autorizou o repasse de pelo menos mais R$ 7 milhões para colocarmos em prática outros programas que potencializam o setor vitivinícola, o que acontece pela primeira vez desde a criação do Fundovitis", afirmou Mainardi.
Entre as novas iniciativas, estão convênio com a Unipampa, para a instalação de um parreiral no Campus de Dom Pedrito, no valor de R$ 450 mil, implantação de 120 hectares de videiras em assentamentos nos municípios de Hulha Negra, Candiota, Dom Pedrito e Livramento, orçado em aproximadamente R$ 3,5 milhões, sendo R$ 550 mil para a contratação de assistência técnica junto a Emater.
No ato desta segunda-feira, o secretário da Agricultura também informou que o Governo Federal, através do Ministério do Planejamento, já autorizou o Estado a pleitear no Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem) recursos, a fundo perdido, da ordem de R$ 12 milhões para investimentos na modernização do Laboratório de Referência Enológica (Laren), ligado à secretaria da Agricultura e localizado em Caxias do Sul.
De acordo com Mainardi, o projeto de promoção dos Vinhos da Campanha Gaúcha surge com a proposta de promover a produção regional. "Hoje, pouca gente sabe, mas produzimos cerca de 20% dos vinhos finos do Brasil, temos solo, clima e empreendedores e estamos produzindo um produto de alta qualidade", disse o secretário da Agricultura, destacando que é preciso dar conhecimento desta realidade ao mercado.
O presidente do Comitê de Fruticultura da Metade Sul, Adelino dos Santos, depois de acentuar a excelência da produção de vinhos da Região da Campanha, disse que o convênio vem preencher uma lacuna até então inexistente. "Precisamos divulgar as qualidades da nossa produção", concluiu.
O diretor executivo do Ibravin, Carlos Paviani, falou do esforço que a entidade vem empenhando junto ao Congresso Nacional relacionados com a carga tributária imposta ao setor, e reiterou o crescimento da produção de vinho de qualidade na Campanha do Rio Grande do Sul.
O representante da Associação dos Produtores de Vinhos da Campanha Gaúcha, Giovane Silveira, garantiu que a medida prepara a região para se consolidar como um novo polo vitivinícola e lança as condições para dar início às atividades do enoturismo.

Os recursos serão utilizados para promover a produção da região, através de campanhas publicitárias a serem veiculadas em TVs, rádios, jornais e outdoors, e de web marketing, bem como para treinar e capacitar 600 garçons e cem promotores de vendas de bares e restaurantes para o trabalho com o vinho e espumantes produzidos na Campanha, bem como a realização do IX Seminário de Vitivinicultura da Metade Sul.

Semana dos produtores do Alentejo em Évora

Até o dia 4 de janeiro, haverá uma nova Semana de Prova de Vinhos do Alentejo, em Évora. São vinhos do Cocelho de Reguengos. Começou com produtos da Adega José de Souza Montada Tinto 2012, com 56% Aragonez, 35% Trincadeira e 9% Alicante Bouschet; e José de Souza Tinto 2011, com 47% Grand Noir, 33% Trincadeira e 20% Aragonez; continuou com vinhos da Ervideira Soc. Agrícolas Lda. Vinha D´Ervideira Espumante DOC 2012, com Perrun e Antão Vaz,e Vinha D´Ervideira Branco Vindima Tardia DOC 2012, 100% Antão Vaz;  e da Luís Duarte Vinhos Unipes Lda. Rubrica Branco 2012, com Viognier, Antão Vaz e Verdelo; e Rubrica Tinto 2011, com Alicante Bouschet, Touriga Nacional, Syrah, Aragonez e Petit Verdot.
Na semana anterior antes do Natal, outra degustação foi realizada com vinhos do Alentejo, dentro da Semana dos Produtores, organizada pela Rota dos Vinhos do Alentejo. Começou com produtos da Casa Agrícola Santana Ramalho, Ltd., de Redondo, como Joaquim Madeira Branco DOC 2012, um vinho com Antão Vaz, Arinto e Chardonnay, e Casa de Sabiscos Tinto Reserva DOC 2012, com Trincadeira, Aragonez, Alicnte Bouschet e Cabernet Savignon. Depois, vinhos Philip Mollet, da Herdade da Maroteira 10 Guilden Rosé 2001, com 80% Syrah, 10% Aragonez e 10% Touriga Nacional, e Senhor Doutor D´Évoramonte Tinto 2009, 100% Touriga Nacional; e Sociedade Agrícola Maximus Wines Lda., de Coureia do Zambujeiro, com 3Compadres Tinto DOC 2011, com Trincadeira, Aragonez e Alicante Bouchet, e Maria Rumiz Tinto DOC 2011, com Trincadeira, Aragonez e Alicante Bouschet.

As provas, em Évora, são de segunda-feira sábado, de manh~s e de tarde, à Praça Joaquim António de Aguiar, 20-21, junto ao Teatro Carcia de Resende, em Évora. A coordenação do evento é de Maria Teresa Chicau, da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (tel.: 266746498, e-mail rota@vinhosdoalentejo.pt

A boa aposta gaúcha nas oliveiras e no azeite


 Os produtores rurais gaúchos que estão apostando no plantio de oliveiras para produzir azeite estão no bom caminho. De acordo com o último estudo de mercado feito pelo Conselho Oleícola Internacional, o Brasil segue com destaque mundial na importação de azeite de oliva e azeitonas de mesa. No ano de 2012/ 2013, o país fechou o balanço com 74. 873,8 toneladas importadas, representando 5% a mais do que na safra anterior. Pelo menos 88% do produto exportado para o país é proveniente da União Europeia. Entre os países com maior destaque estão Portugal (57%), Espanha (25%), Itália (6%) e Grécia (1%). Os 12% restantes vieram da Argentina (9%), Chile (2%) e outros (1%). Entre 2008/09 e 2012/13, as importações do país aumentaram em 30.358 toneladas (mais de 70%). Na importação de azeitonas de mesa no Brasil cresceu 8% em comparação com o ano anterior. No período compreendido entre outubro de 2012 e setembro de 2013, foram 109.051,1 toneladas. Ao contrário do azeite de mesa, a nossa principal fornecedora por volume e país é a vizinha Argentina, representando 75% da fatia (81.323,0 t). Em seguida vem Espanha com 13% (14.127,3), Peru com 11% (11.706,2t) e Egito com 1% (975.8 t).  O Rio Grande do Sul é um dos estados com maior área plantada (1037 hectares) e destaca-se nacionalmente, contando já com azeite no mercado. São 22 municípios com plantio de oliveiras, sendo Caçapava do Sul, Cachoeira do Sul, Santana do Livramento, Pinheiro Machado, Dom Pedrito, Candiota, Jaguarão, Canguçu, Encruzilhada do Sul e Bagé as principais áreas. Em 2014, será o ano do azeite, com novas marcas chegando ao mercado.

Revista britânica Decanter destacou Moscatel da Aurora em sua lista de Natal


A Revista britânica Decanter, a mais importante publicação de vinhos do mundo,acaba de lançar sua lista de 25 TOP Christmas, com indicações de vinhos de 15 países presentes no mercado do Reino Unido com preço de até 20 libras. O espumante Moscatel da Vinícola Aurora é único vinho brasileiro e o único espumante dessa cobiçada lista. Em sua resenha, a Decanter dá 90 pontos ao Moscatel da Aurora e destaca os deliciosos toques frutados desse espumante elaborado com as variedades Moscato Giallo e Moscato Bianco, cultivadas pelos mais de 1000 produtores dessa cooperativa no Sul do Brasil. Em sua edição de novembro, já havia destacado o Moscatel da Aurora como uma das melhores opções no mercado britânico, "com a cara do Brasil", com 90 pontos. 
Nessa seleção dos 25 TOP Christmas, os vinhos sulamericanos aparecem com mais 3 indicações: uma do Chile e duas da Argentina. O país com mais exemplares selecionados nessa lista é a França, com 7 vinhos, de diferentes regiões. Outros tradicionais produtores do Velho Mundo estão na seleção da Decanter de forma menos expressiva: Itália tem apenas 2 rótulos selecionados (da Sicília e da Basilicata), Espanha tem 3 e a Alemanha, apenas um. Portugal não aparece nessa seleção. A listar traz ainda 2 vinhos australianos, e um exemplar de cada um dos seguintes países: África do Sul, Nova Zelândia, Slovenia, Hungria, Canadá e Inglaterra.

 O espumante Aurora Moscatel é o mais premiado da Vinícola Aurora nos concursos internacionais e um dos espumantes brasileiros com mais medalhas em seu portfólio. O sucesso desse espumante, muito leve, fresco, frutado e com boa acidez equilibrada ao dulçor natural, evidencia a tendência mundial de consumo, confirmada pelas mais recentes avaliações da Decanter. O Moscatel da Aurora está presente no Reino Unido desde 2012, em lojas especializadas (como as da rede Oddbins) e de forma muito expressiva no mercado norte-americano, na Alemanha entre outros países.

Chandon: novidades para agitar e alegrar o Verão


A Chandon lançou três novidades para os melhores momentos de celebração serem ainda mais especiais, coloridos e divertidos:
Chandon Colors Collection Rosé
A linha Colors Collection da Chandon ganhou duas tonalidades candy colors - verde e
rosa. A novidade faz parte da próxima edição especial e limitada do Pack Rosé que, além das novas taças, contém uma garrafa do espumante Brut Rosé 750ml. A ideia é brindar os melhores momentos da vida e colecionar as taças nas cores favoritas.
Para os amantes da Chandon, a Colors Collection continua com as seis opções de taças, disponíveis em packs com uma garrafa de Chandon Réserve Brut de 750ml e duas unidades mesclando azul e rosa, verde e vermelho ou roxo e amarelo.
Pack Fim de Ano
O Pack Chandon especial para fim de ano voltou para as grandes celebrações. A época de reunir amigos e família para comemorar as conquistas e o novo ano que está a caminho pede drinques e brindes com o espumante Chandon.
Pensando nisso, a marca traz para o mercado de todo o Brasil, a partir do mês de novembro, um presente aos consumidores e amantes da marca: uma embalagem especial com seis garrafas de Chandon Réserve Brut (750 ml) com uma garrafa Magnum (1,5L) de presente.
Chandon Passion Edição Limitada
Pintou verão, é tempo de Chandon, que chega geladíssima em versão inédita. Tem clima anos 70 no ar, no sabor e no rótulo, um resgate bem-vindo aos tempos em que as festas mais borbulhantes do circuito aconteciam à beira das piscinas. Para embalar a edição limitada, a marca foi atrás de referências da época; psicodelia e grafismos, cores enérgicas e estampas que remetem e nos transportam para outros verões.
Nós, brasileiros, somos muito mais verão por temperamento do que por temporada e, por isso, a Chandon Passion chega com a proposta de ser apreciada gelada e com dois cubos de gelo, tornando-se ainda mais refrescante e contagiante.
Todas as novidades podem ser encontradas nas principais delicatessens, empórios e supermercados de todo o Brasil.
Preços sugeridos:
Chandon Colors Collection - R$ 85,00 cada
Pack Colors Collection Brut - R$ 75,00 cada
Pack Fim de Ano - R$ 360,00

Chandon Passion Edição Limita - R$ 62,00 

Com direito à bênção

Já escrevi, aqui no Blog, sobre a oficialização da Indicação Geográfica Monte Belo, na serra gaúcha. Agora, o faço com mais detalhes, pois a entrega do registro de reconhecimento aconteceu na Igreja Matriz São Francisco de Assis, com direito à bênção.
O inusitado marcou o nascimento, na tarde de sexta-feira, dia 13 de dezembro, da Indicação Geográfica (IG) Monte Belo. A solenidade de entrega do certificado de registro da mais nova IG de vinhos finos e espumantes do país aconteceu na Igreja Matriz São Francisco de Assis, símbolo maior de Monte Belo do Sul (RS), município que detém 80% da área da Indicação (estando os outros 20% em Bento Gonçalves e em Santa Tereza). O reconhecimento foi concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), à Associação dos Vitivinicultores de Monte Belo do Sul (Aprobelo), formada por 11 vinícolas – Adega da Serra, Adega Del Monte, Armênio, Calza, Casa Angelo Fantin, Faé, Famiglia Tasca, Honório Milani, Megiolaro, Reginato e Santa Bárbara. O evento, assistido por aproximadamente cem pessoas, contou, inclusive, com bênção, ministrada pelo pároco Lóris Cortese. E, como toda celebração que se preze, seguiu com vinho e comes, no salão paroquial.
Anfitrião, o pároco Cortese abriu a solenidade, lembrando do milenar vínculo entre uva, vinho e fé, citando trechos bíblicos em que a bebida é mencionada. “E as torres desta Igreja dizem: ‘Olhem para o alto”’, afirmou, evocando a importância do templo, com suas torres de 65 metros de altura, e da religiosidade na comunidade de Monte Belo do Sul.
O presidente da Aprobelo, Antoninho Calza, destacou a expectativa de, por conta da conquista da Indicação Geográfica, Monte Belo passar de fornecedor de matéria-prima para a condição de produtor de vinhos finos e espumantes reconhecidos. “Não é admissível que uma região tão conhecida pela qualidade das uvas que produz, como das variedades Riesling e Chardonnay, não seja também pela bebida que elabora”, assinalou. Ele também ressaltou o apoio dado pela Embrapa Uva e Vinho, de Bento Gonçalves (RS), para o desenvolvimento da IG, “por demanda da Associação, prontamente atendida”. Ainda, recordou, entre outros aspectos, que foi na unidade de pesquisa onde foram produzidos os primeiros vinhos-base e espumantes com marca das vinícolas associadas à Aprobelo – as quais hoje elaboram os produtos em suas próprias instalações.

O chefe-geral da Embrapa Uva e Vinho, Lucas Garrido, observou que o desenvolvimento da Indicação foi impulsionado por um desejo coletivo – o das vinícolas da Aprobelo –, envolvendo, para sua concretização, de igual modo, uma série de instituições. Ele lembrou das diversas etapas do processo de estruturação da IG, iniciado em 2004, como a qualificação dos técnicos dos estabelecimentos da Associação, ministrada por pessoal da Embrapa

El mejor vino argentino, según la mirada de un experto inglês

O enófilo Oly Corrêa, nosso leitor assíduo, lá do Rio de Janeiro, é, também, um atento observador do mundo do vinho e, periodicamente, nos envia informações que lê em jornais, blogs e revistas. Agora, manda-nos as observações do crítico inglês Tim Atkin depois de uma viagem pela Argentina e publicadas, originalmente, no jornal La Nación, de Buenos Aires.
“Tras diez días recorriendo bodegas y degustando vinos de todo el país, el influyente periodista Tim Atkin comparte sus anotaciones y hallazgos.

Tim Atkin es la persona ideal a la que pedirle que recomiende un buen vino. No sólo es uno de los periodistas más influyentes del mundo en la materia -su firma está presente en revistas como Decanter o Imbibe-, sino que además ha visitado por lo menos unas 15 veces la Argentina en las últimas dos décadas. En su más reciente visita, recorrió 21 bodegas mendocinas y participó de catas a ciegas en las que degustó casi 200 vinos de todas las regiones del país.
Atkin asegura que lo que encontró esta vez lo sorprendió: la calidad de los blancos, excelentes pinot noir, y el sabor del terruño que comienza a brillar en manos de enólogos cada vez más ajenos a los dictados del mercado. "Encontré un montón de cambios desde la última vez que vine a la Argentina, hace dos años", dice Atkin, sentado a una de las mesas del restaurante del palermitano Fierro Hotel, mientras hojea con fruición la carta de vinos.
"El tiempo no se mueve siempre a la misma velocidad: a veces las cosas pasan muy despacio y a veces muy rápido", filosofa, para luego volver a tierra: "En estos dos años han pasado más cosas que en los quince previos, y hoy hay nuevas formas de hacer vinos en la Argentina."
Para ilustrar sus palabras, Atkin pide dos copas de sauvignon blanc, más precisamente Altosur 2011, de Finca Sophenia. "La primera vez que vine, en 1992, jamás hubiese bebido un vino blanco, si fuese mi elección. Y, salvo un par de excepciones, tampoco lo hubiera hecho hace ocho años -dice, toma un sorbo y disfruta-. Pero ahora hay un montón de blancos interesantes, y no sólo chardonnay o sauvignon blanc, sino también semillón o diferentes blends, todos de calidad."
Cuaderno en mano, le pido que elija algunos blancos que lo hayan sorprendido. Atkin saca su anotador, revisa sus notas y elige el Salentein Single Vineyard Chardonnay 2011, el BenMarco Torrontés 2013 de Dominio del Plata y el Bacán Sauvignon Blanc Reserva 2012. Aclara que son sólo algunos de sus favoritos, hay muchos más, pero habrá que esperar al reporte sobre vinos argentinos que publicará en enero ( www.timatkin.com ).
"Lo segundo que me maravilló en este viaje fue el pinot noir. He probado excelentes pinot, particularmente de las zonas altas de Gualtallary o de la Finca San Pablo de Salentein [Mendoza], pero también de Patagonia. Hay cosas muy interesantes, pero creo que recién estamos viendo el comienzo del pinot noir en la Argentina." ¿Qué recomienda? Esta vez el anotador sólo arroja al patagónico Manos Negra Red Soil Select Pinot Noir 2010, y Atkin baja a la cava del hotel para una sesión de fotos.
Salir del aburrimiento
A su vuelta, aclara que si bien lo han maravillado los nuevos pinot noir de nuestro país, no cree que allí esté el futuro del vino argentino. Es en los blends tintos y en el malbec donde se encuentra, asegura, pero advierte: "Creo que la historia del malbec se estaba volviendo un poco aburrida, ya que está demasiado basada en los vinos más dulces, suaves y con madera, al estilo norteamericano. Y eso en parte es bueno -reconoce-. Estados Unidos es un gran mercado y los malbecs que siguen su estilo son muy buenos vinos comerciales. Pero pienso que para la próxima etapa, para convertirse en algo más excitante, el malbec tiene que comenzar a expresar el terruño."
La buena noticia es que eso ya ha comenzado a suceder: "Hoy se pueden encontrar las diferencias entre un malbec de Luján de Cuyo y uno de Vistaflores, de Agrelo, Las Compuertas y de muchas otras zonas; una diferencia que se volverá mucho más aparente a medida que más personas traten de expresar la tierra".
Al pedido de ejemplos, el anotador de Atkin aporta dos etiquetas: Trapiche Terroir Series Finca Ambrosía Malbec 2010, del Valle de Uco, y Casarena Laurens Single Vineyard Malbec 2011, de Agrelo.
Se ha hecho la hora de cenar, Atkin hojea la carta del restaurante y el eje de la conversación pasa ahora por las nuevas tendencias globales. "Hoy el mercado masivo es el azúcar: a la gente le gustan los vinos tintos dulces y cosas como el moscato. Pero el consumidor interesado, que no es experto pero que quiere saber más, sigue tendencias como el vino orgánico y el biodinámico; vinos con menos alcohol, menos madera, y los food wines: vinos que van con la comida, fáciles de beber."
Para volcar sus palabras en la copa, Atkin pide una botella de Inéditos Bonarda Pura 2011, de la bodega Passionate Wine. "Sólo 11% de alcohol y es genial", señala en la etiqueta, y concluye: "Creo que el vino argentino ha pegado un gran salto. Es una combinación de enólogos de mayor edad haciendo cosas realmente buenas, y una nueva generación, que es maravillosa. Creo que con menos influencia de los consultores internacionales, la nueva generación creerá en sus vinos y tendrá el coraje para hacer lo que quiera hacer, no lo que el mercado quiere beber".
Fuente:
http://www.lanacion.com.ar/1647562-el-mejor-vino-argentino-segun-la-mirada-de-un-experto-ingles

Dois destaques argentinos




Concordo com algumas coisas escritas por Atkins. Uma delas: são muito bons, mesmo, o Trapiche Terroir Series Finca Ambrosía Malbec 2010, do Valle de Uco, e o Casarena Laurens Single Vineyard Malbec 2011, de Agrelo. Os vinhos são elaborados em dois destacados terroirs de Mendoza, na Argentina, sendo Agrelo uma área mais nova de viníferas, pois antes era ocupa por “uvas criollas”, principalmente a rosada Criolla Grande, utilizada para vinhos comuns e suco de uva.

Conab negociou mais de 25 mil t de uva



     Até o mês de dezembro a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) negociou mais de 25 mil toneladas de uva, por meio do Prêmio equalizador pago ao produtor (Pepro). Essas operações em 2013 tiveram início em novembro e se constituíram, ao todo, em cinco leilões. A quantidade de uva total ofertada nessas operações foi de mais de 66,5 mil t, sendo 38,7 mil t de uvas viníferas e 27,8 mil t para uvas híbridas/americanas. O valor previsto de prêmio que deve ser pago aos arrematantes é de R$ 10.886.903,70.
   O objetivo dessas operações foi oferecer maior apoio às cooperativas viníferas, uma vez que o preço de mercado do produto encontra-se abaixo do custo de produção e há excesso do estoque de vinho no Rio Grande do Sul. A uva negociada é produzida no Rio Grande do Sul e oriunda da safra 2012/2013. O seu derivado teve como destino final qualquer localidade, exceto as Regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste. (Antônio Marcos da Costa / Conab).

Dicas para fazer bonito com vinho



O reveillon e o Natal já passaram, mas estas dicas ainda são válidas quando você oferecer um jantar em sua casa. O verão sempre é um bom momento. O inverno, então, é melhor ainda, tratando-se de vinhos.
10 dicas sobre vinho para você fazer bonito em sua casa
Diante da infinidade de quitutes desta época do ano, salgados e doces, é preciso pensar na harmonia dos pratos e bebidas para que o sabor de um não anule o outro. São inúmeras as combinações que realçam o paladar e tornam a ceia ainda mais apetitosa. Para garantir o sucesso da sua festa, anote as 10 dicas de harmonização e preservação da sommelier Carina Cooper, da Vinícola Salton, e prepare uma ceia perfeita.
1. TAÇAS. As taças para vinho devem ser preferencialmente de vidro ou cristal transparente. As de vinho branco são geralmente menores que as de vinho tinto, pois devem ser servidos em menor quantidade e ser consumidos mais rapidamente para preservar suas características e temperatura. Já os espumantes devem ser servidos preferencialmente em taças de modelo mais alongado, como flauta ou tulipa, para que se possa analisar o desprendimento das borbulhas (perlage).
2. ORDEM DO SERVIÇO. Ordem básica (existem exceções): espumantes, vinhos brancos, vinhos rosados, vinhos tintos, vinhos ou espumantes doces, vinhos fortificados e destilados. Sempre servir os vinhos jovens antes de maduros e deixar os grandes vinhos para o final.
3. TEMPERATURA DO VINHO. Os vinhos brancos e os espumantes devem ser servidos gelados, em balde com gelo e água para manter sua temperatura. Os vinhos tintos, dependendo da temperatura exterior, devem ser refrescados antes de serem servidos (15ºC a 18ºC).
4. ARMAZENAMENTO. O vinho deve ser estocado e servido em condições adequadas para manter suas qualidades de aroma e sabor. O vinho deve ser armazenado em lugar fresco, ventilado, com pouca luz, isento de sons, vibrações e na posição horizontal, para que o líquido mantenha contato com a rolha de cortiça, evitando seu ressecamento.
5. HARMONIZAR. O peso do vinho tem que ser igual ao da comida. Comida pesada pede vinho potente, comida leve pede vinho leve. Sabores, aromas, texturas e cores podem ser similares ou contrastantes. Na dúvida, coloque um espumante Brut com um prato salgado. Os espumantes são peças-chave na harmonização.
6. HARMONIZAR 2 - Para recepcionar os convidados, o ideal é servir um espumante, como é o caso do Salton Brut ou o Salton Prosecco. Para a entrada, se for servido uma salada ou carpaccio a base de peixe, o ideal é degustar com um vinho branco seco, como o Salton Volpi Sauvignon Blanc. Se o prato principal for um salmão, uma boa escolha é o Salton Virtude. Já para carnes vermelhas com molhos mais elaborados, a sugestão é o Salton Talento. Na sobremesa, brinde com o espumante Salton Moscatel.
7. DRINK SALTON MOJITO - É uma ótima dica para agitar as festas. A bebida é feita com Salton Brut, rum, hortelã, calda de açúcar, limão siciliano e polpa de maracujá. É preciso adicionar meia colher de polpa de maracujá em um copo alto, adicionar três folhas de hortelã e uma colher de calda de açúcar, macerar levemente. Colocar quatro rodelas de limão siciliano, adicionar uma dose de rum, completar com gelo e Salton Brut. Decorar com folhas de hortelã.
8. DRINK SALTON SUCO DE UVA - Para aqueles que não podem consumir bebidas alcoólicas, Carina Cooper indica o Drink Salton Suco de Uva, que é elaborado com o Salton Suco de Uva Orgânico, castanha do Pará picada embebida em água de coco, gengibre ou guaraná em pó e aveia fina. Basta adicionar em um copo o Salton Suco de Uva Orgânico, acrescentar castanha do Pará picada embebida em água de coco, gengibre ou guaraná pó, finalizar com aveia fina e cubos de gelo, essa é uma forma de deixar todos os convidados na mesma sintonia.
9.  CONSERVAÇÃO - vale ressaltar a importância de preservar as características do produto para saboreá-lo em perfeitas condições, afinal o vinho é um produto sensível e perecível. A falta de cuidados com o armazenamento e o manuseio da bebida podem alterar a sua qualidade, modificar seu aroma, sabor e até mesmo perder o encanto ao ser servido e degustado de forma errada.

10.  CALCULADORA DE BEBIDAS - Essa é uma das partes mais difíceis, acertar a quantidade para atender o número de convidados que estarão em seu evento. Para facilitar esse processo a Vinícola Salton desenvolveu uma calculadora de bebidas em seu site (http://site.salton.com.br/calculadora basta preencher os dados solicitados e terá a quantidade ideal.

Vá formar-se sommelier em Punta Del Este

Embora já tenhamos alguns cursos de formação de sommelier – especialista em vinhos para restaurantes, bares, vinícolas, festas, etc. – ainda são poucos os profissionais no Brasil. Arrisco-me a dizer que, em Porto Alegre, contam-se nos dedos de uma mão os restaurantes que tem sommelier. Quem quiser se formar com alguma sofisticação, pode ir a Punt Del Este, no Uruguai, onde a Escola  Internacional de Sommelier abriu inscrições para os cursos de 2014.



Comissão de Agricultura do Senado aprova projeto com regras para o vinho colonial


Senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS)

Senadora Ana Amélia (PP-RS) foi a relatora da iniciativa que tipifica bebida de agricultor familiar. A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou o PLC 110/2013, que tipifica o vinho produzido por agricultor familiar, estabelece requisitos e limites para a sua produção e comercialização, além de definir diretrizes para o registro e para a fiscalização do estabelecimento produtor. A iniciativa aprovada, que teve a relatoria da senadora Ana Amélia (PP-RS), é um substitutivo do deputado federal Alceu Moreira (PMDB-RS) ao projeto de autoria do deputado federal licenciado e atual ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas (PT-RS). 
Conforme a proposta, fica denominado "vinho colonial" aquele produto fabricado de acordo com as características e peculiaridades culturais, históricas e de cunho social da vitivinicultura desenvolvida pelos produtores da agricultura familiar de todo o país. O projeto passará, agora, pela análise do Plenário do Senado.
A norma determina que tal bebida deve ser fabricada com no mínimo 70% de uvas produzidas na propriedade rural familiar e na quantidade máxima de 20 mil litros anuais. Outra regra prevê que o envasilhamento deve ser feito exclusivamente no imóvel rural do agricultor. Além disso, a comercialização só pode ocorrer diretamente com o consumidor final, na sede do imóvel rural onde foi produzido, em estabelecimento mantido por associação ou cooperativa de produtores rurais ou em feiras da agricultura familiar. 

Antes de ler o relatório, a senadora Ana Amélia lembrou que o substitutivo incluiu também partes do projeto 3183/2012, do deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Ao pedir a aprovação do PLC 110/2013, a progressista gaúcha destacou que classificar o vinho colonial e estabelecer regras para esse título valoriza a produção familiar, gerando emprego e renda no campo. Além disso, significa um resgate da cultura nacional e preserva um bem imaterial do povo brasileiro.
 -- Tal medida está em sintonia com o direito constitucional à proteção ao patrimônio histórico, cultural, artístico, turístico e paisagístico nacional -- observou a senadora, para quem o projeto contribuirá também para o fortalecimento do turismo em regiões produtores, como o Rio Grande do Sul.

Galeto Mamma Mia inaugura unidade em Novo Hamburgo

O galeto Mamma Mia, uma tradicional casa de galetos assados, massas e bons vinhos, nascido em Gramado, fechará este ano com nova unidade, desta vez em Novo Hamburgo, no Platinum Outlet, e Julinho Cavichioni, o dono, promete instalar, também lá, uma selecionada adega de bons vinhos gaúchos.
Os saborosos e tradicionais pratos da culinária típica dos imigrantes italianos chegaram ao Platinum Outlet, em Novo Hamburgo, com a abertura de mais uma unidade do tradicional Galeto Mamma Mia, de Gramado.A nova loja abriu  no dia 13 de dezembro, servindo o tradicional galeto assado na brasa e diversos outros pratos já reconhecidos tanto na mesa farta no restaurante, com refeições completas, quanto no deck, opção na qual o cliente escolhe o seu prato favorito entre as diversas opções do cardápio.
“Com esta nova operação, fechamos 2013 com muitas conquistas e vislumbrando novos horizontes para a marca Galeto Mamma Mia. A abertura de novos espaços, além do início do sistema de franquias da marca, nos possibilita apresentar nossos pratos em outras cidades e estados”, explica o diretor da empresa, Julinho Cavichioni. O restaurante em Novo Hamburgo segue a tradição de quase 30 anos no mercado da marca, que preza por servir com qualidade e prazer, levando a culinária das famílias típicas italianas para todas as pessoas.
O novo restaurante no Outlet está localizado em uma área de 390m2 e comporta 156 lugares. O espaço conta com adega climatizada e com diversificada carta de vinhos. O empreendimento fica nas lojas de números 119 e 120 do Platinum Outlet e está aberto das 11h às 23h na opção deck, e das 11h30min às 15h e das 19h às 23h no restaurante. 

Vinhos coloniais continuam no topo do gosto popular


                                        Este branco seco, por exemplo, não é doce
                                        D/JN

Mesmo com a grande variedade de vinhos finos e a grande propaganda que se faz deles, a bebida adocicada ainda é a preferida por grande parte dos consumidores brasileiros. Isso é não saber beber vinho? Quem se candidata a atirar a primeira pedra?
Os vinhos finos conquistam a cada dia um maior número de degustadores, ávidos por informações das mais variadas bebidas existentes no mercado. Mas os vinhos de mesa, também chamados de coloniais (ou comuns), ainda estão no topo em termos de venda, produção e preferência do público brasileiro. Aproximadamente 55% das uvas cultivadas no Brasil são destinadas para a fabricação deste tipo de bebida. O restante, 45%, divide-se entre finos e sucos. O vinho de mesa equivale a 70% da produção total dos vinhos no Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin). O grande enólogo francês Rolland disse-me, creio que em sua primeira vinda ao Brasil, há alguns anos, e eu publiquei, que o vinho brasileiro só conquistaria status internacional quando os brasileiros acabassem com o vinho comum. Coitado, não sabia onde estava se metendo. O Rio Grande inteiro, o Brasil inteiro, veio para cima dele e só faltou linchá-lo, pois a grande maioria dos vitivinicultores brasileiros sobrevive nas uvas não viníferas e do vinho comum. Em outras vindas ao Brasil, sempre repeti-lhe a pergunta e ele, devo admitir, não mudou de opinião, mas falou bem mais baixinho...
A grande diferença na produção dos vinhos coloniais e dos finos é a fruta utilizada. Os de mesa são feitos com uva Labrusca, ou Americana. No caso dos brancos, é usada a uva Niágara, já os tintos são feitos com a Bordô. Elas se transformam em vinhos frescos, sem taninos. Normalmente o vinho colonial demora em torno de oito meses para ficar pronto, desde a colheita até a venda. A jovialidade do vinho deve ser respeitada pois, quanto mais jovem, mais aromático. A uva do vinho fino é chamada Vitis Vinífera (ou Europeia), em que o tanino é um dos elementos principais e, neste caso, precisa de tempo para amadurecer. “Este é o vinho bom”, dizia meu pai, “tem gosto de uva”, e colocava a garrafa no congelador para ficar bem gelado.
O Paraná possui tradição na produção de vinhos de mesa.  O Rio Grande do Sul também. A Vinícola Franco Italiano, de Colombo (PR), herdou a fabricação dos vinhos coloniais dos antepassados. “Meus bisavós fabricavam os vinhos e comercializavam em forma de permuta. Trocavam um garrafão por uma galinha, por exemplo. Meus avós mantiveram o comércio de forma mais comercial e, hoje, continuamos lapidando o produto”, explica o produtor da vinícola, Fernando Camargo.
Mesmo sendo um vinho mais barato, as garrafas custam R$ 8,00 e os garrafões R$ 30,00, a elaboração da bebida colonial na Vinícola Franco Italiano passa pela mesma tecnologia dos vinhos finos. Existe rigoroso controle de qualidade nos vinhedos e nos tanques de elaboração.
O perfil do consumidor do vinho de mesa é bastante variado e não depende de classe social. “Normalmente são pessoas que já degustaram este vinho com os próprios pais no passado. Ou então descendentes de imigrantes que os avós ou tios faziam para consumo próprio (o que era muito comum há duas décadas). Além dos consumidores que têm preferência por vinhos adocicados”, explica Camargo.
É verdade que muitas pessoas “torcem o nariz” para os vinhos coloniais, principalmente nos últimos anos, quando a cultura do vinho passou a ser mais conhecida e divulgada. Mas mesmo os entendedores da cultura vinífera sabem a hora de degustar um bom vinho de mesa. “Todo vinho tem sua ocasião para ser consumido. Um exemplo são as pessoas que buscam tomar a bebida para uma boa qualidade de vida e encontram no vinho colonial uma saída perfeita, já que é uma bebida jovem e conserva todas as substâncias que fazem bem ao coração”, diz o produtor da Vinícola Franco Italiano.

A Vinícola Franco Italiano produz vinhos de mesa branco seco, branco suave, rosé suave, tinto seco e tinto suave. As garrafas são vendidas exclusivamente na sede da vinícola, em Colombo. Na zona vitivinicola gaúcha também se encontram muita vinícolas que produzem e vendem vinho comum. O endereço da Franco Italiano é Rua Rodolfo Camargo, 26. Colombo-PR
Telefone: 41 3621-1211 - www.francoitaliano.com.br /
www.facebook.com/vinicola.francoitaliano