terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Comentários

Sobre a polêmica dos vinhos

Luciano Neto deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Contribuição para a polêmica do vinho":

Ucha,

Eu sou um defensor ferrenho de um Plano de Reconversão do setor vitivinícola brasileiro. Aposto na proibição a longo prazo da produção de vinhos comuns (de uvas americanas e híbridas) e reconversão destes vinhedos para a produção de vinhos finos (Vitis vinifera), sucos, geléias e destilados (esses sim de americanas e híbridas). Proibir a adição de açúcar em vinhos após finalizada a fermentação (prática usada para elaboração dos vinhos Suave e Meio Seco ou Meio Doce), mantendo somente a permissão para a Chaptalização dentro dos parâmetros legais já estabelecidos hoje em dia seria o primeiro passo deste plano.Para isso, imagino um plano de pelo menos 30 anos, em diversas frentes, com proibições que vão sendo implantadas ao longo dos anos, de modo a cada produtor ter tempo e o apoio necessário para se preparar para a mudança. Também se terá uma geração inteira de consumidores para ser "aculturada" para a nova cara do vinho brasileiro. Afinal, quem consome vinho comum adoçado, na verdade, não consome vinho. Mas tenho observado ao longo de minha experiência que aqueles que tem contato com bons vinhos finos secos tendem a mudar sua opinião em relação as vinhos adocicados, abandonando-os completamente quando têm opções de vinhos finos com qualidade e preço compatíveis com seu poder aquisitivo.E, além disso, o setor vai poder ser mais forte na concorrência com o vinho estrangeiro, tanto no mercado interno como no exterior.

Luciano
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Ucha amigo, saúde.

Essa questão do vinho de mesa tem que ser discutida. Eu concordo totalmente com o amigo que esse vinho tem que sumir do mercado. Em Portugal ele foi banido inclusive por conter muito metanol e ainda uma substância cancerígena chamada “Diglosido de Malvidina”. Outra coisa a ser discutida, por que os uruguaios conseguem produzir vinho de vitis a U$ 1,50 e nós não? Ninguém quer discutir isso. Por que os produtores não fazem lobby para um projeto de reconversão dos vinhedos junto ao govêrno (assim em minúscula mesmo) e para a redução de impostos, para que o vinho seja reconhecido como complemento alimentar, por exemplo em vez de trabalhar pelo selo fiscal? Acho que estamos mais do que atrazados em relação a tudo isso, não acha? E ainda meu amigo, quando será que o setor estará unido, produtores e importadores? Bacio do sincero amigo,Didú Russo, São Paulo
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Luciano deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Mensagens I":

Olá Ucha,

A Tannat nunca desapareceu na França. Talvez alguém confundiu com a lenda da Carmenère chilena, só isso. Os maravilhosos e super encorpados vinhos da AOC Madiran são elaborados exclusivamente com a uva Tannat.

Luciano
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Feovelha

Estimado Danilo

Feliz 2010 com muita saúde, cordeiro e vinho .
Por este meio estou enviando o seu email de contato para o SR PREFEITO de Pinheiro Machado entrar en contato e fazer un convite para a Feovelha.
Da minha parte ficarei grato de contar con sua presenca .

Atte LUIS MARIO FROS

Resposta – Se ele convidar, irei.

Norte-americano prioriza custo-benefício dos vinhos

Consultora contratada pelo projeto Wines From Brazil para os Estados Unidos projeta que o país será o maior consumidor de vinhos do mundo em dois anos
“A formação do preço do vinho é fundamental para exportar aos Estados Unidos, tanto que talvez seja mais importante do que o próprio vinho”. A afirmação é da consultora argentina Nora Favelukes, presidente da QW Wine Experts, que trabalha há mais de 20 anos com promoção de vinhos sul-americanos nos EUA. Ela começou nesta segunda-feira (11) uma consultoria ao projeto Wines From Brazil, realizado em parceria pelo Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). “Para o consumidor norte-americano, a relação custo-benefício do vinho é essencial na sua decisão de compra”, revelou.
Conforme Nora Favelukes, 70% dos vinhos vendidos nos EUA são nacionais. Os importados ficam com 30% do mercado. Mas as oportunidades são crescentes. Em 1960, a fatia dos importados era de apenas 5%; em 1990, já subira para 13%; e agora já alcança 1/3. “Se o preço de um vinho importado for igual ao similar americano, o consumidor prefere o nacional”, avisa. A consultora diz que o consumo de vinhos nos EUA está aumentando e evoluindo em qualidade. “A melhor notícia para o Brasil é que o mercado é aberto e interessado em novidades”. Ela projeta que, em dois anos, os EUA devem se tornar o país com o maior consumo de vinhos do mundo. Hoje, os norte-americanos estão em 3º, com 300 milhões de caixas (de 9 litros) por ano. A França lidera com cerca de 370 milhões de caixas (9l), seguida pela Itália, com 320 milhões de caixas (9l). ExperiênciaA aposta de Nora Favelukes, consultora do Wines of Argentina, no sucesso dos vinhos brasileiros tem um exemplo a ser seguido. Em cinco anos, os argentinos aumentaram de 1% para 9% a sua exportação de vinhos à terra do Tio Sam, inclusive ultrapassando o desbravador Chile. “No começo, pegamos carona nos chilenos. Agora, o Brasil pode aproveitar o conhecimento que os consumidores têm do vinho sul-americano para apresentar toda a sua diversidade e potencial”, avalia. “Vejo um futuro promissor para os vinhos brasileiros nos Estados Unidos, mas o trabalho deve ser feito com cautela e segurança”. A estratégia definida para as empresas brasileiras aumentarem a sua presença no mercado norte-americano passa, de acordo com ela, pela venda da imagem positiva do Brasil, visto como um país alegre e jovem, aliada à mensagem da cultura vitivinícola existente no Sul do país. Ao mesmo tempo, a consultora recomenda que as vinícolas verde-amarelas apostem em vinhos diferentes. “Também podemos aproveitar as centenas de churrascarias existentes nos Estados Unidos, que são adoradas pelos americanos e ligadas à cultura brasileira”, sugere.Nora Favelukes passa esta semana na Serra Gaúcha avaliando os produtos de 13 vinícolas – Panizzon, Lidio Carraro, Irmãos Molon, Dal Pizol, Casa Valduga, Casa Motter, Peterlongo, Cave de Amadeu, Irmãos Basso, Galiotto, Miolo, Pizzato e Aurora – interessadas em exportar para o mercado norte-americano. Segundo a gerente de Promoção Comercial do Wines From Brazil, Andreia Gentilini Milan,
Nora fará uma análise dos preços dos produtos elaborados pelas vinícolas, examinando a chance de eles terem sucesso entre os consumidores do país do presidente Obama.
Para este ano, o Wines From Brazil desenvolverá uma ação promocional e comercial experimental em 40 das 200 churrascarias brasileiras instaladas nos EUA. “A Itália, origem de 26% dos vinhos importados vendidos nos Estados Unidos, usou por muito tempo os restaurantes italianos espalhados pelo país”, lembra. A consultora também sugeriu a presença em algumas feiras destinadas a importadores, distribuidores e consumidores, especialmente nas regiões de Nova Iorque e da Flórida – os dois principais mercados consumidores.Em 2008, os Estados Unidos foram o 4º destino dos vinhos brasileiros, com 727,6 mil litros e US$ 1,13 em faturamento (média de US$ 1,55 o litro). Este ano, até novembro, os EUA estão na 3ª colocação no ranking dos países compradores dos produtos brasileiros, com 345,4 mil litros e US$ 726 mil. Dicas de Nora FavelukesA consultora elencou 13 razões que fazem os importadores e distribuidores de vinhos dos Estados Unidos escolherem os vinhos a serem trabalhados. Confira as recomendações a seguir: 1) O gosto do vinho (Ela explicou que o norte-americano aprova o vinho pelo nariz, ao contrário dos sul-americanos, que dão mais importância para a boca);2) A seriedade comercial do produtor;3) O preço (relação custo-benefício);4) Relação pessoal com a vinícola;5) O serviço oferecido ao cliente;6) A embalagem;7) Os pontos obtidos pelo produto;8) A apelação de origem;9) Tipo de varietal;10) Suporte publicitário;11) Material de suporte para venda e marketing;12) Descontos;13) Nome do enólogo.Quem é elaPresidente da QW Wine Experts, empresa de relações públicas, posicionamento de produtos, planejamento de eventos e ações de marketing para a promoção de vinhos importados nos Estados Unidos, Nora Favelukes foi contratada, em 1988, pela Bodegas Navarro Correas para introduzir os vinhos da marca nos EUA. Foi gerente nacional de vendas da distribuidora Billington e foi responsável pela introdução da Bodegas Catena nos EUA. Hoje, é responsável pelas ações de Relações Públicas e Marketing dos vinhos argentinos (Wines of Argentina) e uruguaios. A partir deste ano, cuidará também dos produtos brasileiros, confirmado a sua especialidade em vinhos sul-americanos.

Salton patrocina o Esportivo

A Vinícola Salton oficializou na última semana o patrocínio com o Clube Esportivo, de Bento Gonçalves, durante o Campeonato Gaúcho 2010. A vinícola, que completa seu primeiro centenário neste ano, terá a logomarca dos 100 anos nas camisas dos jogadores, além de placas no estádio Montanha dos Vinhedos e ações promocionais durante os jogos.

Boscato – Reserva Chardonnay

Este é um vinho límpido, brilhante, de tonalidade amarelo-claro com reflexos esverdeados. Seu aroma intenso lembra frutas tropicais, devido ao seu bom equilíbrio entre acidez e frescor. Apresenta bom volume na sua estrutura, garantindo uma acidez agradável e uma boa persistência gustativa. O Reserva Boscato Chardonnay é um excelente acompanhamento de entradas de verduras, legumes, frios, peixes grelhados sem molho , peixes com molhos brancos, frutos do mar crus, assim como massas com molhos a base de frutos do mar e queijos de massa mole, como Brie e o Camembert.

Vinho bom, pão e salame

Faltando quatro meses para o início da Festa da Colônia de Gramado, o turista já pode começar a se organizar para participar do evento na cidade mais turística do Brasil. Desde o dia 08 de janeiro, já está disponível no www.festadacoloniagramado.com.br a programação oficial da 20ª edição. Entre os 8 de abril e 2 de maio de 2010, o público poderá conferir muitas novidades. Uma delas é a transferência de parte da estrutura para o Lago Joaquina Rita Bier e, a outra, a criação do espetáculo “Vivências”, montado especialmente para a ocasião. Durante 25 dias, os turistas poderão conferir 14 atrações diferentes, espalhadas em três locais.
A Festa da Colônia de Gramado é uma grande celebração das tradições das culturas italiana, alemã e portuguesa que colonizaram a Serra Gaúcha. Participam deste evento os produtores do interior da cidade de Gramado, que se deslocam durante o período das festividades para o centro, onde produzem e comercializam seus pães, cucas, compotas e diversos outros produtos artesanais, inclsuive o vinho comum de qualidade. As ruas ficam decoradas à espera do turista.
Até a 19ª edição, tudo acontecia apenas na Praça das Comunicações. Com a popularidade do evento, o espaço começou a ficar pequeno e grande parte dele será transferido para o Lago Joaquina Rita Bier. “Levar o festival dos colonos para o Lago Joaquina Rita Bier é a prova maior que crescemos e estamos felizes”, afirma o presidente do evento Noreh Michalski. No Lago Joaquina Rita Bier, que possui 17 mil metros quadrados, deverá ficar a maior parte das atrações: feira do colono, os restaurantes com culinárias típicas, o bier platz e os tradicionais shows das bandas étnicas. Já a Praça das Comunicações seguirá recebendo atrações. No local ficarão os fornos e a Casa do Colono, além, de algumas oficinas de gastronomia. E é ao longo da Avenida Borges de Medeiros, que acontece uma das mais animadas e aplaudidas atrações: O Desfile de Carretas.
Só na edição de 2009, cerca de 240 mil pessoas estiveram em Gramado no período da festividade. Deste total, 18,1% residem na zona rural da região e 20% moram em Gramado. Os visitantes de fora do eixo serrano somam 56,7% e, 5,2%, são de pessoas que vêm de outras cidades da serra gaúcha.
São 14 as atrações: Casa Nostra, Unser Haus, Feira de Produtos, Bier Platz, Fornos de Barro, Bandinha e Grupos Folclóricos, Kaffeehaus, Desfile de Carretas, Casa do Colono, Culto Ecumênico, Jogos, Agroturismo e os espetáculos Origens e Vivências. Este último a grande novidade entre as atrações. Dirigido por Rodrigo Cadorin, a montagem vai relatar como está atualmente a vida de quem mora no campo.

CASA NOSTRA
Restaurante italiano. Serve comidas típicas preparadas na hora como: sopa de capeletti, massas, molhos, polenta, carnes e saladas podem ser degustados em almoços e jantares neste local.

UNSER HAUS
Casa alemã onde são servidas comidas típicas. Entre os principais pratos estão: sopas, massas, batata cozida, linguiça fervida, carne de porco, entre outras delícias preparadas na hora.

FEIRA DE PRODUTOS
Exposição e comercialização dos produtos da colônia de Gramado, durante todo o período da festa.

BIER PLATZ
Espaço do mais tradicional produto alemão: o chopp. É servido acompanhado de petiscos também típicos, como o famoso bolinho de batata.

FORNOS DE BARRO
Os autênticos fornos são montados na praça para assar pães e cucas, que podem ser comercializados e levados quentinhos para casa.

BANDINHA E GRUPO FOLCLÓRICOS
Grupos portugueses, italianos e alemães se apresentam para animar os visitantes e mostrar como se divertem nas colônias. Canto e dança fazem parte desta atração. A entrada é franca.

KAFFEEHAUS
Cafés, salgados e tortas da farta culinária alemã.

DESFILE DE CARRETAS
Nos finais de semana da festa, os colonos trazem seus instrumentos de trabalho, produtos coloniais, frutas, verduras para o centro da cidade e protagonizam um desfile em carros puxados por boi. Todos os colonos estão vestidos com roupas típicas da colonização portuguesa, alemã e italiana. A atração faz a alegria dos visitantes e dá um show na principal avenida da Cidade, a Borges de Medeiros. A entrada é franca.

CASA DO COLONO
Moradia típica do colono com participação das etnias portuguesa, alemã e italiana. Entrada franca.

CULTO ECUNÊMICO
Culto ao melhor estilo das colônias. Local: Praça das Comunicações na Casa do Colono. Entrada franca.

JOGOS
Área especialmente preparada para jogos de carta e bocha, atividades de lazer dos moradores do meio rural.

AGROTURISMO
Uma atração à parte. Passeios organizados em ônibus típicos que percorrem três roteiros e visitam as propriedades dos imigrantes. São os roteiros: Tour Raízes Coloniais, Tour do Vale – Linha 28 e Tour O Quatrilho.

ESPETÁCULO ORIGENS
O espetáculo de som, luz e dança mostra a saga dos imigrantes que povoaram Gramado no fim do século XIX. Em sua duração conta a trajetória desta rica história que contribuiu para a formação cultural da cidade. Entrada franca.

Winemakers da Miolo recebem seus vinhos

A primeira turma do programa Winemaker da Escola do Vinho Miolo fará o engarrafamento e rotulagem de seus vinhos no dias 14 e 15 de janeiro, na sede da empresa, no Vale dos Vinhedos (RS). Cada aluno receberá pelo menos 60 garrafas de vinho elaborado pelo grupo.
“A maioria dos alunos acabou comprando pelo menos cinco vezes mais do que a quantidade de vinhos programada no pacote”, afirma a enóloga Gabriela Zenatto Jornada, responsável pelo projeto.
Em seguida, os winemakers irão para Candiota, conhecer o projeto Fortaleza do Seival e a Santana do Livramento conhecer a Vinícola Almadén, que agora integra a Miolo Wine Group, onde farão seu encontro final.
Os 23 participantes acompanharam o processo da elaboração da bebida desde 2008, começando pelas aulas teóricas, práticas de podas, acompanhamento da maturação da uva, colheita, elaboração e envelhecimento, até o engarrafamento e criação do rótulo personalizado.
Nesta primeira edição, os winemakers definiram o corte dos seus vinhos em aula extra com o renomado enólogo francês e consultor da Miolo, Michel Rolland.
O curso de formação de enólogos amadores é tradicional nos Estados Unidos, e tem como único representante, na América do Sul, o programa da Miolo.
Além das aulas práticas e teóricas sobre viticultura, o curso incluiu hospedagens no Villa Europa Hotel & Spa do Vinho Caudalie Vinothérapie, almoços e jantares harmonizados, degustações e tratamentos de vinoterapia.

Bento em vindima

No último sábado, 09 de janeiro, iniciou o curso de degustação de Vinhos e Espumantes no Salão Nobre da Prefeitura, dentro da programação do Bento em Vindima 2010. Integrantes da diretoria do Esporte Clube Internacional participaram da primeira turma do curso, ministrado no último sábado pelo enólogo Dirceu Scottá, da vinícola Dall Pizzol. O clube realiza sua pré-temporada em Bento Gonçalves até o dia 19 de janeiro.Durante o curso, acontece uma explanação sobre a vitivinicultura, além da degustação de vinhos tinto e branco, e espumante. Os cursos são gratuitos e continuam até o dia 27 de fevereiro sempre nas quartas-feiras às 19h30min e nos sábados, às 18h, no Salão Nobre da Prefeitura Municipal. A realização é da Secretaria de Turismo, IFRS, Associação Brasileira de Enologia (ABE) e Ibravin. Inscrições pelo sites: www.ibravin.org.br, www.enologia.org.br ou pelo telefone 3055-7130 na Secretaria Municipal de Turismo.

Festa da Colheita 2010 divulga programação

Integrante do calendário de eventos do Estado,a festa do distrito de Tuiutuy, em Bento Gonçalves, está pronta para receber turistas em fevereiro. Fazer um passeio de tuc-tuc (carreto agrícola) até os parreirais, colher a uva, experimentar debaixo das videiras el merendin (lanche colonial) e após esmagar as uvas no mastel (tina) para a elaboração do vinho. Esse convite a interagir com a cultura dos imigrantes italianos faz parte da programação da Festa da Colheita 2010, que acontece nos dias 6, 7, 13 e 14 de fevereiro no distrito de Tuiuty, localizado a 12 km da área urbana de Bento Gonçalves, tendo as paisagens do Vale do Rio das Antas em seu entorno.
Na última edição, 20 mil visitantes passaram pela Festa. Para atender às expectativas do público, a programação é diversificada e inclui feira de agroindústria e artesanato, exposição de uvas e apresentações típicas. Além de degustar vinho doce os visitantes podem deliciar pães, biscoitos e a tradicional torta tirolesa, feitos na hora nos fornos à lenha.
Outro destaque entre as atrações é a Corrida dos Garrafonistas, na qual os moradores locais vestidos como os imigrantes italianos fazem um divertido percurso com paradas de reabastecimento no que chamam de Vinostop, regadas com muito vinho, queijo, salame e torta tirolesa. Na linha de chegada, o público é convidado a degustar os produtos locais e a dançar ao som da sanfona e do violão, como nos bailes do passado.
Os ingressos para o acesso à feira custam R$ 3,00. Adquirindo um vale a R$ 5,00 o visitante recebe uma caixinha de uvas e uma taça, para degustar vinho doce à vontade. Para os passeios de Tuc-Tuc, Colheita da uva e elaboração do vinho, El Merendim e almoço colonial são cobrados valores à parte. (Veja a programação completa abaixo).
Mais informações podem ser obtidas junto à Associação Vale das Antas, pelo e-mail valedasantas@hotmail.com ou telefone (54) 2621.2720.

Perini apresenta novo lote do Nature

Depois de agradar muitos paladares e surpreender os apreciadores mais refinados, o Espumante Premium Perini Nature voltou ao mercado em novo lote — com mesmo aroma e sabor, mas com inovações na embalagem. Após o primeiro lote — uma edição limitada de mil garrafas — ter superado as expectativas de vendas, a Vinícola Perini lança no mercado o segundo lote do Nature. Desta vez, o Espumante Premium Perini Nature ganhou algumas modificações na embalagem para deixá-la ainda mais sofisticada e prática — mas o conteúdo continua o mesmo. A garrafa ganhou um gargalo preto com folha bege, segurando a cápsula e facilitando o momento do serviço. O tubete da embalagem ganhou nova tampa, deixando mais prática a retirada da garrafa. Esta segunda edição limitada é de mil e duzentas garrafas — e pode ser encontrada no site da Perini e em casas especializadas.
O Nature é voltado para apreciadores de espumantes diferenciados e de alta qualidade. Com edição limitada, o extra brut Nature amplia a diversidade dos produtos Perini, atendendo também os amantes de espumantes mais concentrados e com sabor cremoso e marcante. O Espumante Perini Nature é elaborado com uvas Chardonnay e Pinot Noir, tradicionais da região de Champagne na França.
Em sua elaboração concentra apenas dois gramas de açúcar por litro — e o resultado é um espumante de tonalidade dourada, com finas e intensas borbulhas que caracterizam perlage cremoso e persistente, destacando aromas refinados que lembram nozes. Ao paladar, encontra perfeita harmonia entre os baixos teores de açúcar (2g/L) e a acidez delicada e refrescante.
Saiba mais sobre a Vinícola Perini • www.vinicolaperini.com.br. Em 1970, Benildo Perini, atual diretor, inicia o pequeno empreendimento engarrafando seu vinho com a marca Jota Pe, em homenagem ao seu pai. Em 1996, a empresa lança a marca Casa Perini, uma linha de vinhos e espumantes de alta qualidade, elaborados exclusivamente com uvas viníferas de produção própria.
Atualmente, a Vinícola Perini elabora seus vinhos com as marcas Jota Pe, a mais lembrada pelos gaúchos na categoria vinhos da pesquisa Top of Mind RS 2009; e Casa Perini, esta com diferencial de uvas de videiras europeias certificadas conduzidas em espaldeiras Y, além da “Pretinha”, um licor à base de grappa com um composto de frutas da região.
Eu bebi um Nature, na praia, no fim do ano, e confirmo. Valeu a pena.

Novo presidente no Ibravin

O Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) tem novo presidente. O contador e administrador de empresas Júlio Gilberto Fante, 53 anos, diretor-presidente da Fante Indústria de Bebidas Ltda, indicado pela Agavi (Associação Gaúcha de Vitivinicultores), foi eleito por unanimidade, na noite de segunda-feira (11), pelas entidades integrantes do Conselho Deliberativo do Ibravin. O vice será o atual presidente Denis Debiasi, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Garibaldi, indicado pela Comissão Interestadual da Uva. Júlio Fante já presidiu a Agavi (2005-2006), da qual é sócio-fundador, e foi presidente do Centro Empresarial de Flores da Cunha. Atualmente, também é tesoureiro do Sindivinho-RS. A posse oficial será na próxima quarta-feira (20), às 16h, na sede do Ibravin. O mandato é por dois anos, 2010 e 2011.
“Vamos dar continuidade ao trabalho que vem sendo feito com muita competência, mas também queremos avançar na questão da infra-estrutura setorial”, afirma Fante. Um dos objetivos do novo presidente do Ibravin é mobilizar o setor para buscar a redução da carga tributária. “Com a minha experiência comercial e industrial, quero contribuir para novas soluções em termos de logística, remuneração, produtividade e redução de custos”, adianta. Júlio Fante observa que é preciso dar continuidade e até ampliar a divulgação dos vinhos do Brasil, que trouxe resultados positivos ao setor. “Vou trabalhar sempre em equipe, em conjunto, valorizando o excelente grupo de profissionais que prestam serviço ao Instituto e os colegas do Conselho Deliberativo

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Mensagens I

......Olyr deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Mensagens":

Malvidina: então vamos ter que parar de tomar suco de uva pois a Concord tem muito desta antocianidina, tanto como monoglicosídeo como diglicosídeo (é a que dá a cor púrpura ao vinho e sucos). Como 3-glicosídeo, a malvidina é a principal antocianina nas Vitis vinfera e é ela o maior inibidor do crescimento de batérias patogênicas.A uva americana mais famosa da América do Norte, a que faz o famoso "Vinho do Missouri", a Norton, tem mais Malvidina diglicosada que a nossas Isabel e Concord.Eu não levaria a sério esses portugueses, afinal Brasil, a Embrapa, Estados Unidos, a Food and Drug Adminiustration, não me parecem ser empresas irresponsáveis para permitir um carcinogênico destes à solta pelas parreiras, mesas, sucos e garrafões de vinho.
Olyr Corrêa, do Rio
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Tannat

Danilo, é a primeira vez que te escrevo. Sou assiduo leitor da tua coluna mesmo morando ha muitos anos fora doRS. O comentario que quero fazer é a respeito da uva Tannat (pelo que vejotu deves gostar de vinho pois volta e meia colocas novidades a respeitodo assunto). Ocorre que nao é uma nova uva surgida no Uruguay. Ela temorígem na Franca (nao tenho cedilha no meu computador, desculpe) mashavia sido considerada desaparecida depois de uma praga que exterminoumuitas videiras naquele país. Isso deve ter uns 100 anos. Recentementeela foi redescoberta no Uruguay. A propósito é mais ou menos a mesmacoisa que aconteceu com a uva Carmenére que tambem havia desaparecido efoi "redescoberta" no Chile e hoje é considerada uma uva Chilena.Corrija se eu estiver errado. Um grande abraco. Sergio Rubert V. Santa Cruz de La Sierra BOLIVIA PS: nao sou enólogo ou coisa que o valha, somente aficionado ao assunto.
Resposta – A gente sabe esta história da tannat. O problema é que, ela reapareceu no Uruguai e os principais vinhos do país são tannat, a gente costuma dizer que tannat é a uva carecterística do Uruguai.
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Tannat II

Ucha, obrigado pela resposta e comentarios.Gostaria sim que voce me incluisse ao seu mailing.Uma pequena correcao, meu nome é Sergio e nao Roberto, o sobrenome é Rubert.Um grande abraco.Sergio RubertBolivia.

Comentários sobre a questão dos cordeiros

Aldo Renato Soares deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Vale a pena criar cordeiros?": Acho que o comentário do Sr. Gil foi bastante abrangente e esclarecedor. Aqui em Brasília acontece o mesmo que o relatado sobre Campo Grande (MS). O vivente encontra só cordeiro do Uruguai!!
Um abraço
Aldo Renato

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Gil deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Quanto custa produzir um cordeiro?": Ok sr. Nelsom Moreira, estou totalmente de acordo, muito poucos produtores sabem o custo de sua produção, seja ela cordeiro, terneiro, novilho e assim por diante.Quando falamos em pecuária, ovina ou bovina, precisamos ter em mente que estamos tratando de uma fábrica a CÉU ABERTO e que sofre com muitas variações das quais as principais são climáticas entre outras tantas e que cada propriedade tem a sua planilha de custos com despesas que incidem diretamente em seu custo de produção. Vejo muito pouco profissionalismo no setor quando o assunto é números. Nas técnicas de produção a evolução é crescente, mas na ponta do lápis????É isto ai.Gil

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Caro Ucha !
Obrigado e nao podemos discutir se vale a pena a criacao de cordeiros !!Sem duvida vale a pena e temos que continuar com as nossas 3 racas carniceiras :Cara Mora, Texel e Romney Marsch .....E no momento de come-los sempre regardos com um bom Tannat !!Grande abraco,Javier CarrauBodegas CarrauUruguay-Brasil
Enviado desde mi BlackBerry device de Ancel.
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Ucha

Estou viajando amanhã tentando chegar ao Caty, se São Paulo (e não São Pedro) permitir a passagem.
Vou ficar por lá uns dois, três meses.
Desta forma estarei ausente dos aires internéticos por todo esse tempo. Mas acho que tens bastante matérias armazenadas para o Jornal da Noite.
Se quiseres aparecer para um brouthard CorrieDeale e um tannat cheio de antocianidinas, serás muito benvindo.

Um abraço

Olyr Corrêa, do Rio

Telefone da Cabanha Alegria: 9652-4782

Resposta – Se ficares três meses, talvez eu te visite. Estarei por lá, pescando no rio Quarai.
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Abatedouro de ovinos em São Gabriel
Prezado Sr. Ucha,

Informamos que no dia 18 de Janeiro, às 10h, na Cooperativa Tejupá, em São Gabriel, será realizada reunião para apresentação do estudo de viabilidade econômica com vistas à instalação do frigorífico para abate de ovinos na froenteira oeste do Rio Grande do Sul, como parte integrante do projeto APL Ovinos de Corte financiado com recursos da Consulta Popular 2007-2008 do Governo do Estado - SEDAI.
O estudo foi contratado pelo Comitê Executivo do APL junto ao Núcleo de Estudos em Sistemas de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e será apresentado na ocasião pelo Prof. Júlio Otávio Jardim Barcellos, Méd.Vet. D.Sc..
O evento contará com a participação de prefeitos, secretários e técnicos dos 13 municípios da Fronteira Oeste e com os parceiros que participam do Comitê Gestor do Arranjo, composto por representantes do poder público estadual, Associação dos Municípios da Fronteira Oeste (AMFRO), Corede Fronteira Oeste, Embrapa Pecuária Sul, instituições financeiras, instituições de assistência técnica, pesquisa e desenvolvimento (Universidades, Sebrae, Senar, Fepagro) e entidades de classe - Sindicatos Rurais, Sindicatos de Trabalhadores Rurais, Fetag e Ocergs.
O trabalho faz parte da busca de alternativas para a alavancagem da ovinocultura e do desenvolvimento da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul e está sendo executado pela Agência Sul-Americana de Desenvolvimento.

Resposta - Acho que o pessoal deveria dar uma olhada nos arquivos da secretaria ou, então, perguntar à engenheira Marisa Bittencourt. Quando fui diretor da Cedic, nós trabalhamos com um projeto de abatedouro de ovinos. A cópia deve estar nos arquivos.

Frigorífico dá dinheiro?

Embora eu não acredite nas teses dele, acho interessante ler um artigo que Pedro Eduardo de Felício, professor titular da FEA-Unicamp, publicou no site Beef Point, insinuando que frigorífico não dá dinheiro. Só para contrariá-lo, informo que, semana passada, os irmãos do FSB-Friboi, colocaram mais um avião jato em seus hangares.
O artigo é muito longo. Cito dois trechos:
“Ninguém ganha dinheiro abatendo boi e vendendo carne, a diferença entre o preço de venda da carne e o custo da arroba para o matadouro é muito pequena, quando não é negativa. Quem acumulou algum capital nesse negócio, dele saiu logo para viver das fazendas que comprou antes de perder tudo que ganhou.
(...)
Voltando ao tema inicial, quem pensa que a matança de gado dá lucro é porque não fez as contas ou errou na planilha. Sei disso porque, em algum momento da vida, tive que aprender a fazer as contas para encontrar, partindo do preço de venda da carne com osso, quanto a empresa poderia pagar pela arroba do boi.”
Digite Beef Point no Google que você encontra o Portal.

Contribuição para a polêmica do vinho

Prezado Ucha, Tu tens razão quando diz que o vinho tinto fino vende mais, mas os comentários sobre os vinhos de mesa são descabidos. Isso porque o consumidor continua procurando o tradicional companheiro das refeições que é o vinho de mesa. Quando o consumidor deixar de comprar, aí sim as vinícolas podem pensar em deixar de vender. Enquanto isso não acontece, nós vamos continuar produzindo e vendendo. Este ano, aliás, de janeiro a novembro, o crescimento na comercialização de vinhos de mesa somou 14%, um índice a ser comemorado em um ano marcado pela crise econômica. O setor sabe, conhece e está procurando resolver os seus problemas, com muito trabalho e dedicação. E apoio de pessoas como você e de toda a imprensa. Parabéns pelo trabalho e disponha sempre de nossas informações e comentários.
Um abraço,
Darci Dani (diretor-executivo da Agavi)

Uma dica de quem entende

Guilherme deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Dica de espumantes para o Verão":
Caro Ucha:A parceria Asti + Morangos é um clássico da harmonização. Seria bom acrescentar, apenas, que há bons espumantes à base de Moscatel no Brasil, inclusive produzidos no paralelo 8, que cumprem o mesmo papel.Abrs.Guilherme Velloso, São Paulo

Deu certo vinho na praia

Os carrinhos personalizados da Miolo Wine Group que vendem desde dezembro os espumantes da linha Terranova à beira-mar têm causado alvoroço nas praias de Florianópolis (SC). A inusitada ação desperta o interesse dos veranistas e leva muitos a registrarem o momento em fotos. Além de oferecer espumantes na temperatura ideal na beira da praia, a novidade tem conquistado consumidores que ainda não conheciam os produtos da Miolo Wine Group. “Uma veranista ligou para o marido que fazia naquele momento compras de espumantes para o final do ano para encomendar o Terranova Moscatel”, conta Carlos Eduardo Nogueira, diretor de marketing da empresa. Em duas semanas, foram comercializadas 2 mil garrafas na praia somente na Ilha.

Sommelier Wine cria seleção de vinhos ideais para o verão

Entre os rótulos selecionados estão o português Esporão Verdelho 2008 e o chileno Casillero Del Diablo Brut. A Wine (www.wine.com.br), líder na venda online de vinhos no Brasil, traz uma seleção especial de vinhos ideais para o verão, criada pelo Sommelier Wine, Manuel Luz. As sugestões são de vinhos delicados e de aroma frutado, que devem ser servidos resfriados e combinam perfeitamente com os pratos leves consumidos na estação mais quente do ano.
Nesta seleção disponível em seu site, a Wine apresenta uma ficha técnica completa sobre os rótulos, contendo sua origem, harmonização ideal, tipos de uva e preço, para auxiliar ao máximo a escolha de seus clientes.
A primeira sugestão do Sommelier Wine é o vinho português Esporão Verdelho 2008. Produzido na clássica região do Alentejo a partir de uvas verdelho, o vinho possui sabor fresco, macio e redondo. É um ótimo acompanhamento para carnes brancas grelhadas.
Outra sugestão é o Espumante Casillero Del Diablo Brut, da vinícola Concha y Toro. Este espumante chileno tem coloração amarelo palha escuro. Em boca é seco, cremoso, encorpado, refrescante e equilibrado, combina com entradas frias, tortas salgadas, antepastos e pescados.
O Sommelier Wine também recomenda o espumante italiano Moinet Prosecco Extra Dry, da região do Vêneto. É um vinho leve e frutado. O sabor cremoso é ideal para acompanhar entradas frias, peixes, frutos do mar, aves, carnes magras e saladas.
O vinho branco australiano Heartland Stickleback White 2008, é outra opção para o verão. Composto das uvas chardonnay, semillon e verdelho, os vinhos Heartland são feitos nas regiões do sul da Austrália e passam por um processo curto de amadurecimento em aço inoxidável. Luminoso, com reflexos esverdeados, possui corpo médio intenso e maduro, ideal para acompanhar peixes, aves e queijos suíços.
Para quem aprecia os vinhos rosados, o Sommelier da Wine selecionou o argentino Nocturno Brut Rosé e o francês Le Rosé de Mouton Cadet 2007. O Nocturno Brut Rosé, da região de Mendoza, é um espumante delicado, ideal para ser servido com aves grelhadas, entradas frias, canapés e aperitivos. Já o vinho francês Le Rosé de Mouton Cadet 2007, da vinícola Baron Philippe de Rothschild, tem coloração rosada com reflexo alaranjado. O vinho é o acompanhamento ideal de carnes de aves, tortas como as de batata e de frango, empadas, saladas, quiches e peixes.

Perfil dos Vinhos do Brasil no Twitter

O perfil dos Vinhos do Brasil no Twitter alcançou o primeiro lugar na busca do site do passarinho azul quando o assunto é vinhos. Já são mais de 1.400 seguidores conquistados em apenas três meses. “Dobramos o número de seguidores em apenas um mês”, comemora o gerente de Promoção e Marketing do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), Diego Bertolini. O perfil dos Vinhos do Brasil já está presente em 70 listas no Twitter. Para acessar, basta seguir o endereço twitter.com/vinhosdobrasil. O site Vinhos do Brasil (www.vinhosdobrasil.com.br) está mantendo uma média de 10 mil acessos por mês. O perfil no Twitter gerou 1000 novos acessos para o site de Vinhos do Brasil em dezembro. Em outra rede social, o Orkut, já são 260 amigos dos Vinhos do Brasil. Foram cerca de 150 amigos a mais no último mês.

Rosés em alta no verão brasileiro

O que os europeus já sabiam os brasileiros começam a descobrir agora. Uma conceituada revista semanal do Brasil indicou as bebidas em alta para a próxima estação. Entre elas estão os coquetéis, e a publicação destaca os charmosos vinhos e espumantes rosés para sua elaboração, por serem uma das opções mais refrescantes para o verão.
E quando o assunto é rosé, a região é Provence! Famosa por suas belas paisagens e praias, a Provence também é responsável pelos melhores vinhos rosados do mundo.
O “Piscine” Provençal.
Falando em “drinks” refrescantes, os bares mais badalados da Côte d’Azur oferecem os rosés em “Piscine”. O conceito consiste em servir a bebida em uma grande taça de vinho com 7 a 8 pedras de gelo! Tudo começou há 10 anos quando o jet set internacional, que frequenta Saint Tropez, pedia Piscine de Champagne. Mais recentemente, os rosés conquistaram as taças fazendo deste drink uma verdadeira instituição provençal.
Se tecnicamente os puristas vão discutir porque misturar com gelo um rosé de qualidade, seco e aromático, é indiscutível que o gelo reforça a sensação de frescor tão procurada nos dias quentes do verão. A sua cor clara cria todo o charme de um visual brilhante fantástico e faz do Piscine um sucesso tanto no aperitivo quanto na balada. Enfim, o álcool diluído deixa o drink ainda mais leve.
No Brasil, os vinhos de Provence podem ser encontrados em mais de 20 importadoras. Confira alguns rótulos das últimas safras (2007 e 2008) atualmente no mercado, as importadoras, preços indicativos e aproveite o verão:
- Cep d'or (Rosé 2007) - Celebrity Importadora - Preço: R$70

- Château Deffends (rosé 2008) - Le Tire Bouchon - Preço: R$68
- Château de Pourcieux (rosé 2008) - Cantu - Preço: R$65

- Coste Brulade (rosé 2008) - Casa Nunes Martins - Preço: R$41 (Rio), R$51 (SP)

- Domaine de Fontlade (rosé 2008) – Cave Jado - Preço: R$53

- Domaine de Pontfract (rosé 2008) - KB-vinrose - Preço: R$58

- Domaine Sorin (rosé 2008) - Decanter - Preço: R$62

- Provence One (rosé 2008) - Le Tire Bouchon - Preço: R$68
- Rimauresq (rosé 2008) - Enoteca Fasano - Preço: R$136

- Saint Roch (rosé 2008) - Le Tire-Bouchon - Preço: R$49

- Saint Sidoine (rosé 2007) – Mercovino - Preço: R$65.
As novidades no Brasil a descobrir durante o verão representam a diversidade do terroir provençal e as três principais denominações da região:
- AOC Coteaux Varois-en-Provence - Château de l'Escarelle (D'olivino)

- AOC Côtes de Provence - Costevence (Sam’s Club)

- AOC Côtes de Provence - Domaine Ponteveze (Sam’s Club)

- AOC Coteaux d’Aix-en-Provence - Hauts Plateaux (Sam’s Club)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Mensagens

Sobre a polêmica do vinho, publicada na edição anterior, Tarcis Cappeletti e Olyr Corrêa mandaram comentários que, mais uma vez, não consegui publicar e repito aqui: debate:

Tarcis deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Polêmica do vinho comum": Ucha, tens ainda que lembrar da produção de suco, que é sem dúvida bem melhor quando elaborado com a Concord, do que com qualquer uva vinífera. Na minha opinião, na verdade deveria ser o suco de uva, a alternativa para este excesso de produção de uva. Acredito que a maioria das empresas produtoras de suco de uva estão sem suco e com vinho comum estocados hoje. Sem, contar todas bebidas feitas a base de vinho comum, como os coolers e sangrias.Forte Abraço.
Tarcis
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Olyr deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Polêmica do vinho comum": E os vitivinicultores da Serra tem toda a razão.Sem um plano de governo, sem regras para a compra de uvas de vitis vinifera "nobres" (inventaram esta agora!)eles só podem esperar o pior: encalhe e exploração.Vou repetir um trecho do que escrevi sobre as reinvidicações da Apex- Brasil ao Presidente Lula:"Se existe algo de positivo na imigração italiana com relação ao vinho, não é seguramente o consumo de vinho de garrafão. A isto foram compelidos pelas inclemências do clima e das pestes. A tradição italiana de imenso valor cultural trazida pelos imigrantes é a de beber vinho com a comida, como alimento. E é por isso que o Brasil e a Argentina são dos poucos países onde se bebe vinho tinto com queijos e embutidos (os "salumi").Não é a cultura dos anglo-saxões. Do vinho como álcool. Que produz essas abjetas concocções abusadas de álcool e de cor preta. Para embriagar e não para o prazer e a alimentação.Essa cultura alimentícia nós temos e é ela que faz consumir a maior parte dos 210 milhões de litros vendidos. Mas tem que ser algo produzido com custo eficiente e preço justo para a população que bebe esses vinhos. Será possível? Claro que é! Porque Argentina e Uruguai puderam e nós não? Porque o povo argentino bebe bonarda e o uruguaio, tannat? Nós somos muito mais competitivos que eles em qualquer área. É só querer ser. Vontade política, determinação, dedicação e persistência.Na minha opinião, de 45 anos bebendo vinho (qualquer "vinho"), o nosso mercado não quer vinho de garrafão. Quer vinho acessível e que acompanhe comida. Porque não de vitis vinífera?....A estratégia é muito simples e nada original: com a lei, o marketing, a propaganda, os subsídios e a mitigação (como diria a ministra Dilma) de impostos, vamos inverter o consumo brasileiro e levá-lo ao vinho de viníferas"Ucha, você está certo, confie no teu taco porque você é sábio por experiente, não por safado, como alguns aproveitadores dos campônios do vinho.Você sabe que eu também luto por um plano de governo para a reconversão há décadas.Um abraço.Olyr Corrêa

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Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Polêmica do vinho comum": Ucha amigo, saúde.Em Portugal o vinho de americanas foi proibido pois continha muito Metanol e "Diglosido de Malvidina" que é CANCERIGENO. Nós tinhamos que fazer um curso com os uruguaios. Eliminaram as americanas e têm vinho de vitis a U$ 1,50. Que tal? Brasileiro reclama muito e faz pouco. Deveríamos fazer gestão junto ao Governo com isso e não com o selo fiscal.
Didú Russo, São Paulo.
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Tarcis deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Cresce a produção de uvas para espumantes": "A colheita ocorre uma vez ao ano, o que agrega características únicas ao produto." Na verdade isso acontece em todo lugar do mundo, com exceção do nordeste. Lá sim, talvez isso traga algumas caraterísticas únicas, não significando necessariamente aporte de qualidade. Também é necessário destacar que não elaboram-se espumantes só pelo método tradicional na serra gaúcha, pelo contrário, o "grosso" da produção é pelo método Charmat. Abraço.Tarcis Cappeletti
Sobre a polêmica do vinho, publicada na edição anterior, Tarcis Cappeletti e Olyr Corrêa mandaram comentários que, mais uma vez, não consegui publicar e repito aqui: debate:

Tarcis deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Polêmica do vinho comum": Ucha, tens ainda que lembrar da produção de suco, que é sem dúvida bem melhor quando elaborado com a Concord, do que com qualquer uva vinífera. Na minha opinião, na verdade deveria ser o suco de uva, a alternativa para este excesso de produção de uva. Acredito que a maioria das empresas produtoras de suco de uva estão sem suco e com vinho comum estocados hoje. Sem, contar todas bebidas feitas a base de vinho comum, como os coolers e sangrias.Forte Abraço.
Tarcis
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Olyr deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Polêmica do vinho comum": E os vitivinicultores da Serra tem toda a razão.Sem um plano de governo, sem regras para a compra de uvas de vitis vinifera "nobres" (inventaram esta agora!)eles só podem esperar o pior: encalhe e exploração.Vou repetir um trecho do que escrevi sobre as reinvidicações da Apex- Brasil ao Presidente Lula:"Se existe algo de positivo na imigração italiana com relação ao vinho, não é seguramente o consumo de vinho de garrafão. A isto foram compelidos pelas inclemências do clima e das pestes. A tradição italiana de imenso valor cultural trazida pelos imigrantes é a de beber vinho com a comida, como alimento. E é por isso que o Brasil e a Argentina são dos poucos países onde se bebe vinho tinto com queijos e embutidos (os "salumi").Não é a cultura dos anglo-saxões. Do vinho como álcool. Que produz essas abjetas concocções abusadas de álcool e de cor preta. Para embriagar e não para o prazer e a alimentação.Essa cultura alimentícia nós temos e é ela que faz consumir a maior parte dos 210 milhões de litros vendidos. Mas tem que ser algo produzido com custo eficiente e preço justo para a população que bebe esses vinhos. Será possível? Claro que é! Porque Argentina e Uruguai puderam e nós não? Porque o povo argentino bebe bonarda e o uruguaio, tannat? Nós somos muito mais competitivos que eles em qualquer área. É só querer ser. Vontade política, determinação, dedicação e persistência.Na minha opinião, de 45 anos bebendo vinho (qualquer "vinho"), o nosso mercado não quer vinho de garrafão. Quer vinho acessível e que acompanhe comida. Porque não de vitis vinífera?....A estratégia é muito simples e nada original: com a lei, o marketing, a propaganda, os subsídios e a mitigação (como diria a ministra Dilma) de impostos, vamos inverter o consumo brasileiro e levá-lo ao vinho de viníferas"Ucha, você está certo, confie no teu taco porque você é sábio por experiente, não por safado, como alguns aproveitadores dos campônios do vinho.Você sabe que eu também luto por um plano de governo para a reconversão há décadas.Um abraço.Olyr Corrêa

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Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Polêmica do vinho comum": Ucha amigo, saúde.Em Portugal o vinho de americanas foi proibido pois continha muito Metanol e "Diglosido de Malvidina" que é CANCERIGENO. Nós tinhamos que fazer um curso com os uruguaios. Eliminaram as americanas e têm vinho de vitis a U$ 1,50. Que tal? Brasileiro reclama muito e faz pouco. Deveríamos fazer gestão junto ao Governo com isso e não com o selo fiscal.
Didú Russo, São Paulo.
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Tarcis deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Cresce a produção de uvas para espumantes": "A colheita ocorre uma vez ao ano, o que agrega características únicas ao produto." Na verdade isso acontece em todo lugar do mundo, com exceção do nordeste. Lá sim, talvez isso traga algumas caraterísticas únicas, não significando necessariamente aporte de qualidade. Também é necessário destacar que não elaboram-se espumantes só pelo método tradicional na serra gaúcha, pelo contrário, o "grosso" da produção é pelo método Charmat. Abraço.Tarcis Cappeletti

Vale a pena criar cordeiros?

O especialista em compra e venda de cordeiros Gil Tozatti Fernandes, lá de Livramento, manda sua opinião para a questão que viemos discutindo sobre se vale a pena a criação de cordeiros. O início da conversa foi um seminário, na Farsul, em Porto Alegre, onde várias criadores de ovinos se mostraram desesperançados, e a nota que fiz com Claudino Loro, lá em Livramento, quando ele disse que está dominuindo seu rebanho de 5 mil ovinos para aumentar a criação de bois, que dá muito mais dinheiro que a ovelha, e mostra porque, como publiquei em edições anteriores do Blog. É uma polêmica bem interessante. Quem quiser meter sua colher neste angu, gente como o Ruy Gessinger, o Missel, o Nelson Moreira, o Schwab, pode meter, que é uma polêmica produtiva.
Eis o texto de Gil Fernandes:

“Tenho lido as ótimas matérias que tens escrito, especialmente sobre cordeiros, na coluna do JC. Sou zootecnista com especialização em gestão empresarial e proprietário do escritório Mercado Agropecuário Corretora, intermediações de gado, ovinos, lã, campos e etc, sendo que no caso dos cordeiros trabalhamos para a empresa Marfrig e sou credenciado para comprar para o programa Herval Premium aqui em Sant'Ana, tua terra natal e minha por adoção e de coração.
Veja bem, hoje o preço do cordeiro pago pelo Marfrig é na tabela R$ 2,15/kg vivo, o preço caiu, tem muita oferta. O preço do cordeiro Herval Premium é de R$ 5,90/ kg de carne (carcaça), porém para atingir este preço o produtor precisa se submeter a alguns critérios no aparte dos animais, como, por exemplo, acabamento entre 3 e 3,5mm de gordura, também o peso vivo deve ficar entre 28 e 40 kg de peso vivo sendo que raças de carne o peso de 40kg já é demasiado. As médias de rendimento de carcaça das raças de dupla aptidão são de 38% à 40% corriedale ou ideal, dados do amigo Ariel, que trabalhou por longo período no frigorífico e abatedouro dos cordeiros Divisa. Então, se você fizer o cálculo de 38% ao preço de R$ 5,90 pago pela carne, o preço do kg vivo fica em R$ 2,24; ao rendimento de 40%, R$ 2,36, e assim por diante.
Só para ilustrar, carreguei cordeiros do produtor Francisco Serralta Acauan para o Herval Premium cruza Corriedale com Texel peso médio de 39,4Kg e rendimento de carcaça de 43%, sendo que boa parte destes animais estavam com gordura acima da exigida pelo programa e ficaram ao preço de R$ 5,63 (o que gerou protestos do produtor) na carne fria, então, R$ 5,63 com 43% de rendimento ficou com preço final de R$ 2,42, o que pode ser considerado bastante melhor que os R$ 2,15 ou R$ 2,20 pagos pela indústria comum.
Vamos tentar entender por que a indústria paga menos por este produto? Talvez porque não tenha sido desenvolvida uma marca como o Herval? O custo do abate do cordeiro é muito maior, a indústria tem praticamente o mesmo custo fixo para matar o cordeiro e o boi só que, o cordeiro rende 15 kg de carcaça enquanto o boi em média 230 kg. Em função dos rebanhos reduzidos, os trajetos percorridos por estradas de péssimas qualidade para serem completadas as cargas de cordeiro são muito longos, aumentando consideravelmente o custo do kg deste produto e mais, muito mais....
Estivemos, estamos até então e não sei até quando com a concorrência do terceiro maior produtor de cordeiros do mercado mundial, o nosso vizinho Uruguai, que tem colocado no nosso mercado nada menos que 95% da sua produção, sob forma de cordeiro em pé, ou carne resfriada e congelada. É pouco? Quer mais?
O Sr. Edson, de Campo Grande MT, proprietário da Strut Alimentos, me falou que os “hermanos” colocam lá em Campo Grande carcaças de cordeiros resfriadas ao preço de R$ 7,00 o kg, isto na data de 06/11/09, quando o mesmo me ligou para tentar algum negócio de cordeiro com o RS.
Danilo, sempre gostei da ovelha e não só na brasa ou na panela, no meu escritório, o cordeiro deixa muito pouco quase nada mesmo sob forma de comissão, muito menos que o boi por exemplo. mas eu gosto deste bichinho e vou lutar e defender todos os elos que envolvem esta cadeia e sempre da maneira mais justa possível e dentro das minhas convicções até que achemos juntos, produtor, técnicos, indústria e varejo o equilíbrio destas contas. “

Gil Tozatti Fernandes

Quanto custa produzir um cordeiro?

Para ajudar o debate, repito mensagem do jornalista Nelson Moreira, especialista na cobertura jornalística do setor da ovinocultura, que toca num ponto crucial: qual é o custo de produção de um cordeiro?
Caro DaniloNão sou criador de ovinos, muito embora e com boa contribuição da tua parte, esteja perto de iniciar investimentos nesta área.Sou jornalista e tenho por muitos anos lidado com o agronegócio como um todo, bem sabes disto.Por este tempo tenho estado perto da ovinocultura e "cresci no setor" ouvindo que ovelha não dá dinheiro. Dava no tempo da lã. Pois é, ao que parece, este tempo se foi e o setor sofreu mudanças. Hoje a ovinocultura está buscando fortalecer o mercado de carne, e ainda tem, em todo o país, a opção da pele e do leite para fabricação de queijos finos. O mercado consumidor está aquecido, sem dúvida.Mas o que pude perceber, neste tempo todo é que muito raramente vamos encontrar produtores que possam dizer quanto custa produzir um cordeiro? Se R$ 1,00 ou R$ 2,00 ou mais. Para saber se o que o mercado paga é um valor justo ou abaixo do custo, é preciso saber este dado. Bem sabes que as entidades que defendem a agricultura ou mesmo a bovinocultura, sabem qual é este custo e quando sentam à mesa de negociações, têm dados para poder argumentar sobre o preço mínimo necessário para remunerar a atividade do arroz, da soja ou do trigo. Na ovinocultura, isto não existe.Já presenciei diversas discussões sobre este tema e quando pergunto, não sabem responder. Quando pergunto quanto custa uma consulta de um médico ou a hora de um veterinário, sabem. E quem estabeleceu este valor? Como chegaram a este índice?Toda a indústria sabe quanto custa para produzir uma peça de um carro, de um trator. O ovinocultor não sabe. Já fizemos matéria no ARCO Jornal, onde debatemos este assunto. Encontramos um produtor, de Bagé que tem tudo planilhado. Mas são casos raros.Vale então uma dica: o Laboratório de Produção de Ovinos e Caprinos - UFPR - Lapoc, publicou recentemente no site Farmpoint um artigo que trata dos custos de produção de cordeiros. Creio que valha a pena olhar para ter um embasamento e começar uma discussão mais profissional sobre o assunto, com base em dados pesquisados. Quem sabe aí, começamos a ter uma luz no fim do túnel.Nelson Moreira, jornalista

Filés mignons de cordeiro

Antônio Sartori, da Brasoja, que quarta-feira vai receber, em Porto Alegre, os big boss do agronegócio mundial e brasileiro, inclusive o Diretor Analista Global de Grãos do governo dos Estados Unidos e os 50 maiores empresários do agronegócio e das multinacionais de grãos que atuam no Brasil, manda sua contribuição para o debate sobre cordeiros. Normalmente, o cordeiro que o Uruguai manda para o Brasil é criticado pelo excesso de gordura e pela dureza da carne (não é cordeiro!), ma Sartori fala que está chegando uma caixa, com 17k, embalados em pacotes, com 40 filés mignons cada uma e cada filé pesando apenas 25 gramas. Diz que é de se comer de joelhos. O malandro só não disse onde encontrar estacaixa, mas deu uma pista, foi trazida pelo Mauro Pils, ex-proprietário dos frigoríficos Mercosul, atualmente alugados para o Marfrig.

Feinco será em 9 de março

A Associação Paulista de Criadores de Ovinos já definiu: a VII Feinco – Feira Internacional de Caprinos e Ovinos será de 9 a 13 de março, no Centro de Exposições Imigrantes (Parque da Água Funda, em São Paulo.
A Feinco fará parte do ranking “Cabanha do Ano” 2010 da Aspaco, do ranking da ABSI e do ranking da ABCDorper. Serão utilizados os regulamentos oficiais da ABSI, para as raças Santa Inês, o regulamento oficial da ABCDorper para as raças Dorper e White Dorper, o regulamento da Paulitexel para a raça Texel e o regulamento da Aspaco para as raças Ile de France, Suffolk, Hampshire Down, Pool Dorset, Crioula e demais raças inscritas. Este ano será realizada a 7º Exposição Nacional da Raça Hampshire Down.

Miolo Wine Group abre inscrições para Wine Day 2010

A Miolo Wine Group abriu, nesta semana, as inscrições para o Wine Day 2010, curso de um dia de iniciação à elaboração de vinhos. O crescente interesse do público em geral pelo mundo do vinho levou a empresa a ampliar as opções do programa. O Wine Day estréia em 2010 no projeto Fortaleza do Seival, na Campanha (RS). Acontecerá, também, na Vinícola Ouro Verde (BA) e, como já tradicionalmente, na Vinícola Miolo (Vale dos Vinhedos - RS). São três opções de datas de curso que ocorrem em fevereiro e março nas unidades gaúchas. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail gabriela@miolo.com.br ou pelo telefone (54) 2102-1512.
O curso tem por objetivo levar o participante a entender cada processo da elaboração dos vinhos finos, da colheita ao envelhecimento. O Wine Day inicia com uma palestra teórica sobre cada fase da produção de vinhos. Em seguida, os alunos são levados até os vinhedos, onde colhem as uvas, e depois seguem para a cantina para observar in loco o recebimento dos cachos, a fermentação e os demais processos de elaboração. Por fim, visitam as caves de envelhecimento. Em seguida, entenderão cada fase de elaboração do vinho com uma degustação que vai desde o mosto de uva até o vinho mais evoluído. No final dos encontros, os alunos participam de almoço típico harmonizado com vinhos e recebem os certificados.
As edições do Wine Day da Fortaleza do Seival e da Vinícola Miolo serão conduzidas pelos enólogos e agrônomos de cada empreendimento.

Programação Wine Day 2010
Vinícola Miolo – Vale dos Vinhedos (RS)DATAS: Vinhos Brancos e Espumantes: 06/02/2010Vinhos Tintos: 13/03/2010HORÁRIO:
8h30min às 13h30min
PREÇO:
R$ 150 para cada curso, com almoço incluído
LOCAL:
Vinícola Miolo
RS 444, km 21 - Vale dos Vinhedos
Bento Gonçalves - RS
INSCRIÇÕES/INFORMAÇÕES: Através do e-mail: gabriela@miolo.com.br ou pelo telefone 54 2102-1512

Vinícola Fortaleza do Seival – Campanha (RS)DATA: Vinhos Tintos: 27/03/2010HORÁRIO:
8h30min às 13h30min
PREÇO:
R$ 150, com almoço incluído
LOCAL:
Vinícola Fortaleza do Seival
BR 293 Km 148,5 Caixa Postal 16
96495-000
Candiota - RS
INSCRIÇÕES/INFORMAÇÕES: Através do e-mail: gabriela@miolo.com.br ou pelo telefone 54 2102-1512.

Salton lança novo site no ano do centenário

A Salton começou o ano do seu centenário com muitas novidades. Na terça-feira, 5 de janeiro, a vinícola lançou seu novo site. Mais moderno e dinâmico, o espaço ainda contempla novidades e boas surpresas para quem quiser comprar seus produtos preferidos com muito conforto. A nova proposta virtual da Salton está dividida em duas partes. No espaço institucional, além de conhecer a história de quase 100 anos da Salton, toda sua linha de produtos e como visitar a vinícola, os internautas terão a um clique dicas e curiosidades sobre vinho, drinks e receitas harmonizadas. A intenção é facilitar o acesso dos clientes ao maior número de informações de forma rápida e segura.
A principal novidade fica a cargo da Loja Virtual, que apresenta ao consumidor a alternativa de abastecer sua adega sem sair de casa. Os produtos estão disponíveis para compra em caixas com seis unidades, e a entrega será realizada por transporte rodoviário direto na casa do cliente, inclusive com opção de entrega para presente. Além de garantir praticidade na compra, a Loja Virtual traz outros importantes diferenciais, como a facilidade de aquisição dos produtos Salton mesmo em locais que os vinhos e espumantes não sejam encontrados no comércio normal, e a possibilidade de acesso a rótulos exclusivos, à disposição apenas na sede da empresa.
Ciente de que a internet é um canal importante e uma ferramenta eficiente para a divulgação de suas ações, a Salton também lança seu twitter, abastecido com dicas e curiosidades sobre o mundo do vinho, e o blog Jantares Harmonizados, um projeto mensal que tem o objetivo de ampliar as opções de lazer em Bento Gonçalves.
Vinícola Salton: www.salton.com.br
Jantares Harmonizados: www.blogsaltonjh.blogspot.com
Twitter: http://twitter.com/sommeliersalton
Tel.: (54) 2105.1000.

Dica de espumantes para o Verão

No último verão italiano, a enófila Adriana Grasso provou um drink muito simples de ser preparado, e que cai muito bem nos nossos dias quentes de Verão aqui no Brasil. A receita é com o Asti Espumante – basta acrescentar duas fatias de morango na bebida, servida numa taça de Dry Martini. Parece simples?
Pois para quem não conhece, o Asti Espumante, Moscato d’Asti ou Moscatel são vinhos levemente espumantes, pouco alcoólicos (7%) e adocicados. A adição do morango faz com que a bebida fique mais ácida, menos doce e muito refrescante...
Vale reforçar também que o espumante Moscato d’Asti é ótimo para acompanhar sobremesas! No Natal e no Ano Novo, muitas pessoas acabam ganhando de presente garrafas de Asti e nem sempre elas são consumidas. Fica aí, então, a dica de como aproveitá-las!
Adriana Grasso (http://vinhositalianos.blogspot.com) é enófila e ex-restauranteuse em São Paulo (Enoteca Acqua Santa). É considerada uma das maiores especialistas em Vinhos Italianos do Brasil e faz parte da Accademia Italiana della Cucina.
Mariana Souza
ECCO – Escritório de Consultoria e Comunicação
(11) 5506-1144

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Comentários

Olyr deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Ysern Tannat-Tannat – O retorno": Ucha,
Minha sobrinha, Jussara Silveira, também apaixonada por vinhos levantou uma outra hipótese sobre o fechamento da primeira garrafa do Ysern. Veja só, tem lógica:"Muito bom! Não podia acreditar que o vinho não tinha jeito.Hoje lembrei que você me ensinou que um vinho, depois de transportado, deveria descansar por, no mínimo, 48 horas. Se não me engano, você tinha comprado o vinho no mesmo dia em que abriu... Estou certa?Teria sido esse o motivo do mau-humor do tannat?"
Olyr Corrêa, do Rio

Polêmica do vinho comum

Me meti em duas polêmicas ao mesmo tempo, uma na área do cordeiro, outra na área do vinho. Na do cordeiro, participa, inclusive, o Olyr Corrêa, lá do Rio, que tem campos em Livramento, e quer criar uma designação de raça que não existe, a corriedeal. Vamos deixar esta para mais adiante.
A polêmica do vinho é maior e mais pesada. Ao sugerir a extinção dos parreirais de uvas híbridas e americanas, que produzem o vinho comum, por viníferas, para produzir apenas vinho fino, meti a mão numa abelheira. Há muitos anos, desde que escrevo sobre vinhos, o que vem lá dos anos 60 do século passado, sei que os produtores de vinho da serra gaúcha não querem sequer ouvir esta sugestão. Mas, voltei ao assunto, em minha coluna no Jornal do Comércio de Porto Alegre e pessoal já se eriçou.
Vou tentar recapitular o assunto aqui no Blog. Vamos lá:
Publiquei, dia 5, em minha coluna diária no Jornal do Comércio de Porto Alegre:

Vinho fino vende bem, o comum sobra

O Instituto Brasileiro do Vinho divulgou a estatística mais recente da venda de vinhos. De janeiro a novembro de 2009, a comercialização de vinhos elaborados no Rio Grande do Sul – responsável por cerca de 90% da produção nacional – alcançou um crescimento de 13,4%, no Brasil, em relação ao mesmo período do ano passado. Conforme levantamento do Ibravin, foram vendidos 219,8 milhões de litros de vinhos finos e de mesa nos 11 meses de 2009, ante 193,8 milhões de litros colocados de janeiro a novembro de 2008. O incremento nos vinhos finos tintos é ainda superior, de 15,2%, com a colocação de 12,2 milhões de litros – o segundo maior volume da década. O maior foi em 2007, quando foram colocados 12,3 milhões de litros de vinhos tintos finos. O grande problema continua sendo o vinho comum, cujos estoques são imensos – só da safra anterior são 70 milhões de litros. A única solução para este problema, que a maioria dos vinhateiros não quer nem discutir, é erradicar os parreirais de u vas híbridas americanas, substituindo-os por viníferas ou por outras frutas. Para isso, seria necessário um secretário e um ministro de Agricultura com coragem para enfrentar o desafio. A França fez isso em 1927, banindo as híbridas do seu território. O enólogo francês Michel Rolland, em sua primeira visita ao Brasil, disse que o país só conquistará o título de produtor de bons vinhos quando “acabar com o vinho comum”. Quase deram nele lá na serra...
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Como estava antevendo, dia 6 choveram reclamações de vinhateiros da serra gaúcha dizedo que é um absurdo querer acabar com as americanas e híbridas porque o povo bebe, mesmo, é este “vinho de mesa”.
O Ibravin, que também se fez portador de contestações dos vinhateiros, mandou-me uma estatistica, onde se prova que o vinho comum vende mais que o vinho fino, o que, de certa maneira, dá razão aos que não querem acabar com o vinho comum. Ele sustenta a maioria dos produtores
O texto é do jornalista Orestes de Andrade Jr., assessor de imprensa do Ibravin:

Prezado Ucha,
a respeito da tua nota publicada hoje no JC, faço algumas considerações para reflexão do amigo...
A teu pedido, o Departamento de Estatística do Ibravin, comandado pelo enólogo Leocir Bottega, acaba de fazer um levantamento sobre os estoques de vinhos no Brasil.O estudo tem por base a comercialização até novembro e a perspectiva de que em dezembro de 2009 tenha sido comercializada um volume 10% superior ao de 2008. Desta forma, os estoques totais para 1º de janeiro de 2010 são os seguintes (lembre que é uma estimativa):
Vinhos Mesa – 193 milhões de litros
Vinho Finos – 58 milhões de litros
Total – 251 milhões de litros
Deste total, o diretor-executivo do Ibravin, Carlos Paviani, afirma que considera-se excedente cerca de 71 milhões de litros, pois um estoque de passagem de 180 milhões de litros pode ser considerado normal. “Claro que se este estoque de passagem for menor, também seria bom”, observa Paviani.
Além disso, devemos considerar que, isoladamente, os vinhos de mesa tiveram um crescimento de 14,05% de janeiro a novembro deste ano, na comparação com o mesmo período de 2008. Foram comercializados 203 milhões de litros de vinhos de mesa nos 11 meses de 2009, ante 178 milhões de litros de igual época do ano passado. Os vinhos finos tiveram alta de 6,6%. O destaque mesmo foram os tintos, com incremento de 15,2%.
É isso, um grande abraço!
Orestes Jr.
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Michel Rolland

Citei em meu texto inicial que o enólogo francês, Michel Rolland, em sua primeira visita divulgada ao Brasil, disse que o Brasil só seria reconhecido como produtor de bons vinhos se acabasse com o vinho comum, como fizeram a França e outros países. Lembro bem disso porque eu estava lá, na Miolo, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, e acredito que tenha sido eu que provoquei o assunto com uma pergunta a Monsieur Rolland. A jornalista Betti Duarte, de Zero Hora, estava junto e também perguntou, fazendo uma bela matéria no dia seguinte, o que causou um “trauma” entre os produtores da serra gaúcha, alguns deles sugerindo até agressão ao francês.
Depois, encontrei Michel Rolland mais três vezes, uma em São Paulo, outra em Candiota e outra novamente em Bento Gonçalves. Embora mais reticente, Rolland continuava com a mesma idéia. Enquanto não acabar com o vinho comum, o Brasil não encontrará o reconhecimento internacional, apesar de produzir bons vinhos, alguns já exportados com sucesso.

Contradição

O problema é que os produtores da serra gaúcha não querem nem pensar nisso porque, segundo eles, são os parreirais de híbridas e americanas que sustentam verdadeiramente o setor. Agora mesmo, na safra do ano passado, encontrei agricultores em Bento Gonçalves que estavam destruindo parreirais de viníferas a machadadas e informando que voltariam a plantar uva Isabel, porque as vinícolas estavam pagando muito pouco pela uva vinífera, enquanto os produtores de sucos e de vinhos de mesa pagavam o dobro pelas uvas comuns.
São estas contradições, aliadas com os altos preços cobrado pelos vinhos de viníferas, que levam o povo a consumir mais vinho comum do que fino. Aliás, a situação é tão estranha que, dia destes, constatei uma coisa fora do comum: uma empresa estava vendendo como vinho de mesa, comum, conforme o rótulo, vinho oriundo de uva cabernet sauvignon de uma conhecida cantina, por preço bem acessível.

Show de ovinos em Piracicaba-SP

O presidente da Associação Paulista de Criadores de Ovinos, Arnaldo dos Santos Viera Filho, manda informar que, de 01 a 07 de fevereiro, realiza-se o 5º Piracicaba Show Ovinos 2010, no Recinto de Exposições “Engenho Central”, em Piracicaba/SP. O 5º Piracicaba Show Ovinos 2010 fará parte do ranking “Cabanha do Ano” da Aspaco e do ranking da ABSI. Serão utilizados os regulamentos oficiais da ABSI, para as raças Santa Inês e o regulamento oficial da ABCDorper para as raças Dorper e White Dorper e os regulamentos da Aspaco para as raças Ile de France, Texel, Suffolk, Hampshire Down, Pool Dorset e demais raças inscritas.
A programação é a seguinte:
01/02 – Entrada dos animais das 8h às 20h
02/02 – Pesagem e julgamento de admissão a partir das 8h
03/02 – Julgamento de classificação a partir das 13h
04 a 06/02 – Julgamento de classificação a partir das 9h
Leilão Rebanho TAM e convidados a partir das 14h
07/02 – Queima do cordeiro
08/02 – Saída dos animais a partir das 8h

A data base para cálculo da idade dos animais em pista será o dia 03 de fevereiro, inauguração da feira. Os jurados das raças ovinas serão: Domingos do Carmo Ribeiro para a raça Santa Inês e Francisco Manoel Nogueira Fernandes para as raças Dorper, White Dorper, Suffolk, Hampshire Down, Texel, Ile de France e demais raças inscritas.
As inscrições para julgamento e exposição dos animais deverão ser feitas, impreterivelmente, até o dia 18 de janeiro, através da ficha disponível para download no site www.aspaco.org.br/circulares. A mesma pode ser enviada por email aspaco@aspaco.org.br caso todos os animais já estejam cadastrados na Arco, para as categorias que ainda não é exigido a carta de apto, deverá ser enviada a notificação de nascimento e inspeção ao pé da mãe via correio ou digitalizada por email. Caso haja a necessidade de envio de demais documentos utilizar o mesmo procedimento.
O pagamento poderá ser feito por depósito no Banco do Brasil agência 0302-6 conta corrente 2150-4 CNPJ 61572475/0001-47. O comprovante deverá ser enviado por email ou fax identificado (14) 3841-6841. Também poderá ser feita através de boleto que será emitido e enviado por email para vencimento até 5 dias após o recebimento das inscrições.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Mensagens

O número de mensagens e comentários é grande. Muitos publicados junto às notas às quais se referem. Mas, para evitar perdas, republico-os aqui. O Olyr foi quem mais mandou, tratando da "raça" de ovelha corriedeal, que ele quer criar lá na sua Fazenda Alegria, mas que, legalmente, não existe. É uma crua de corriedale com ideal. Eis as mensagens

Olyr Corrêa, do Rio, mandou mais de uma mensagem sobre a história da ovelha CorrieDeal. Ei-las:
Olyr deixou um novo comentário sobre a sua postagem "CorrieDeal": Burocrata. Legalista.A ovelha é minha e chamo como quiser!
Olyr
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Olyr deixou um novo comentário sobre a sua postagem "CorrieDeal": Mas não é linda a figura da CorrieDeal? Olyr
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Olyr deixou um novo comentário sobre a sua postagem "CorrieDeal": "de baixo valor comercial." Esse é o teu problema. Argentarismo.Eu, on the contrary, estou aposentado, de férias e com o dinheiro.Posso criar CorrieDeales só por estética e prazer.

Olyr

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Olyr deixou um novo comentário sobre a sua postagem "CorrieDeal": Agora, o prazer da carne, posso te garantir, é superior à qualquer raça pura.
Olyr
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Ucha,

Tu és realmente um "povoeiro".
Não sabes que os melhores pelegos para trabalho de campo são os Romney Marsh e Corriedale, pela resistência (a tua "lã de cachorro")?
E as melhores carnes para assado de campanha são de Corriedale ?
(esta tu sabes!)
Bom, eu estou inovando deixando a lã do pelego um pouco menos resistente mas mais macia.
E tirando um pouquinho da graxa com a Ideal para poder fazer na panela.
Já a Île-de-France entra para aumentar o Longissimus Dorsi pois meus cordeiros estão dando umas chuletas (T-bone) muito mirradinhas na idade dos 8 meses.
Me lembrei do peso do cordeiro do Atílio na degustação da Alegria e agora vou tentar por aí.
O propósito desses bichos é servir a Allah e Maomé, seu profeta, e nunca para serem comercializados. Pobre vende e rico "desfruta".
Mas o tannat dos Carrau nem Romney Marsh dava jeito...
Um abraço.
Olyr Corrêa

Resposta – Um corriedale na brasa? Só tu, com tuas carioquices, pode gostar. Prefiro um merino australiano bem gordo, escorrendo graxa!


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geovenka deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Sidra x espumante": A sidra em regra sofre apenas uma fermentação. E as da região da Bretagne (as melhores que eu já provei) são feitas desta forma!

Geovenka

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Mais um sobre sidra

Segue o trecho da lei que regulamenta o registro, a padronização, a classificação, a inspeção e a fiscalizaçãoda produção e do comércio de bebidas.

LEI No 8.918, DE 14 DE JULHO DE 1994

Art. 47. - Sidra é a bebida com graduação alcoólica de quatro a oito por centoem volume, a vinte graus Celsius, obtida pela fermentação alcoólica do mosto de maçãfresca, sã e madura, do suco concentrado de maçã ou ambos, com ou sem a adição deágua.§ 1o - A Sidra poderá ser gaseificada, sendo proibida a denominação sidrachampanha,espumante ou expressão semelhante.§ 2o - A Sidra poderá ser desalcoolizada por meio de processo tecnológicoadequado e, neste caso, deverá ser denominada de Sidra sem álcool, desde que o teoralcoólico seja menor ou igual a meio por cento em volume.§ 3o - A Sidra pode ser adicionada de açúcares, somente para adoçamento, e deoutros aditivos.

Alexandre Lalas

Grande UchaCaro amigo, agora também estou no mundo dos blogues...O endereço é http://plaaslalas.blogspot.comTomei a liberdade de colocar um link do seu blog lá...Abraços e grande 2010 para todos nósLalas
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Danilo,

Boa entrada de ano, muita saúde e paz. Que 2010 venha com toda a espectativa de um ótimo ano para os Brasileiros, que consigamos eleger corretamente um Presidente, democrática e civilizadamente. Que se mantenha a economia e a prosperidade no Brasil, e que os gastos de nossos homens públicos sejam moderados!
Um forte abraço,
Roner Guerra Fabris, Porto Alegre.

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Uruguay

Olá Danilo, obrigado pelo teu retorno.

Conheço o Javier Carrau, ele tem uma das vinícolas pioneiras na elaboraçao de vinhos finos no Uruguai!

Agradeço teu convite a enviar noticias, asim que aproveito e envio (mail aparte) meu newsletter com o anuncio dos novos artígos publicados.

Aí vocé pode ler meu TOP TEN de vinhos recomendados este ano, inclusso alguns brasileiros que considero muito bons!

Aproveito a desejar um feliz començo de ano 2010!

Um grande abraço,

Daniel ArraspideSOMMELIER-JORNALISTAjdap@montevideo.com.uyjdapfv@gmail.comAvenida Brasil 2564, apto. 1002CP 11300 - MontevideoTel. (598) 2 7096172Movil (598) 99 168030URUGUAYLea las notas, artículos, y consejos del sommelier Daniel Arraspide en: www.montevideo.com.uy o haga clik en:http://blogs.montevideo.com.uy/vinosybebidas

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Da fronteira

Danilo Ucha, como vai meu amigo?É o Julio Reinecken, deve lembrar... te conheci pessoalmente qdo estava informatizando a Megabel lá em POA, fostes me buscar na fábrica.I bueno tchê, a um mês que retornei à Fronteira, depois de 5 anos fora.Aproveito prá te convidar à participar do Portal Oficial da Fronteira da Paz www.fronteiradapaz.com.br. Tomo a liberdade de colocar por lá um link do teu blog!Abraço forte e fraterno.
Julio Reinecken, de Livramento.

Ysern Tannat-Tannat – O retorno

Reconhecendo a potência do vinho, respeitoso e alertado pela mensagem do Javier Carrau, abri a segunda garrafa do Ysern Tannat-Tannat com uma nova tática.
Em um decantador de base larga deixei-o aerar por quatro horas e elevei a temperatura de serviço para 20 graus centígrados.
O vinho amansou-se admirávelmente e permitiu degustação à capela sem ofender por adstringência. E quando acompanhou um tira-bocas de filé mignon suíno à Chateaubriand, não subjugou o chancho. Acabou lá pela quinta hora em muito bom estado, esbanjando juventude, potência e promessas de futuras complexidades.
Mas agora deu para perceber melhor que vai ser um grande vinho quando as suas partes constituintes se amalgamarem melhor, o carvalho se integrar à fruta e os taninos se suavizarem.
Vinhos assim só comprando em caixa e abrindo uma garrafa a cada ano para acompanhar a evolução e encontrar o ponto ideal de maturidade.

Olyr Corrêa, do Rio

Quanto custa produzir um cordeiro?

Caro Danilo
Não sou criador de ovinos, muito embora e com boa contribuição da tua parte, esteja perto de iniciar investimentos nesta área.
Sou jornalista e tenho por muitos anos lidado com o agronegócio como um todo, bem sabes disto.
Por este tempo tenho estado perto da ovinocultura e "cresci no setor" ouvindo que ovelha não dá dinheiro. Dava no tempo da lã. Pois é, ao que parece, este tempo se foi e o setor sofreu mudanças. Hoje a ovinocultura está buscando fortalecer o mercado de carne, e ainda tem, em todo o país, a opção da pele e do leite para fabricação de queijos finos. O mercado consumidor está aquecido, sem dúvida.
Mas o que pude perceber, neste tempo todo é que muito raramente vamos encontrar produtores que possam dizer quanto custa produzir um cordeiro? Se R$ 1,00 ou R$ 2,00 ou mais. Para saber se o que o mercado paga é um valor justo ou abaixo do custo, é preciso saber este dado. Bem sabes que as entidades que defendem a agricultura ou mesmo a bovinocultura, sabem qual é este custo e quando sentam à mesa de negociações, têm dados para poder argumentar sobre o preço mínimo necessário para remunerar a atividade do arroz, da soja ou do trigo. Na ovinocultura, isto não existe.
Já presenciei diversas discussões sobre este tema e quando pergunto, não sabem responder. Quando pergunto quanto custa uma consulta de um médico ou a hora de um veterinário, sabem. E quem estabeleceu este valor? Como chegaram a este índice?
Toda a indústria sabe quanto custa para produzir uma peça de um carro, de um trator. O ovinocultor não sabe. Já fizemos matéria no ARCO Jornal, onde debatemos este assunto. Encontramos um produtor, de Bagé que tem tudo planilhado. Mas são casos raros.
Vale então uma dica: o Laboratório de Produção de Ovinos e Caprinos - UFPR - Lapoc, publicou recentemente no site Farmpoint um artigo que trata dos custos de produção de cordeiros. Creio que valha a pena olhar para ter um embasamento e começar uma discussão mais profissional sobre o assunto, com base em dados pesquisados. Quem sabe aí, começamos a ter uma luz no fim do túnel.
Abraços e feliz 2010.
Nelson Moreira, jornalista

Ristorante Don Ziero

Renan dos Santos, gerente do Ristorante Don Ziero, na entrada do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, manda avisar os novos horários da casa e da venda de vinhos. Os almoços, de terças a domingos, são das 12h às 15h; o jantar, de terça-feira a sábado, é das 19h às 23h. Na segunda-feira, não abre.
Nas quartas, quintas e sábados, no almoço, música ao vivo com Rodrigo Soltton, piano e voz. Sábados, no jantar, música ao vivo com Daniel Lima, violão e voz.
A Loja de Vinhos funciona diariamente das 9h às 23h30min, exceyo segunda-feira. Visitas guiadas e degustação, diariamente até às 17h (aos domingos até às 15h). Os telefones são (54) 3453.7593 / 9627.1337.

Cresce a produção de uvas para espumantes

A produção de uva para elaboração de vinhos espumantes no Brasil vem aumentando consideravelmente. De acordo com informações do Cadastro Vitícola do Rio Grande do Sul, realizado em parceira pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Embrapa Uva e Vinho, Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e Secretaria Estadual da Agricultura do Rio Grande do Sul, a comercialização ultrapassou a casa dos 500 mil litros em 2001 para mais de 2,2 milhões de litros em 2009. Esse aumento representa o potencial do Brasil para elaborar espumantes de qualidade, segundo a jornalista Sophia Gebrim, do Mapa.
Tradicional região de cultivo de videiras, o sul do Brasil - principalmente os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina - apresenta características particulares, por se localizar em uma zona de clima temperado. Um aspecto importante da viticultura gaúcha são as condições ambientais de cultivo da uva e a elaboração do espumante. A colheita ocorre uma vez ao ano, o que agrega características únicas ao produto. Os vinhos espumantes são elaborados pelo método tradicional, conhecido como champenoise, quando ocorre uma segunda fermentação na própria garrafa. Esse processo pode durar mais de dois anos, até o consumo da bebida.
O semiárido brasileiro produz uva há mais de quatro décadas, e vinhos há mais de duas décadas. Na região, é possível conseguir duas safras de uva por ano, devido ao clima e disponibilidade de água para a irrigação. Os espumantes são elaborados a partir do método charmat, com uma única fermentação. Nesse processo, o vinho fica pronto entre 40 a 90 dias Segundo pesquisadores da Embrapa Uva e Vinho, é justamente a diversidade brasileira de clima e solo que garante o sucesso do produto nacional, fato que aumenta o potencial vitivinícola e a procura pelos nossos vinhos e espumantes.

Não é fácil entrar no mercado americano

Ucha,

Se por acaso alguém dos teus conhecidos aí nas vinícolas quiser dados atualizados
da exportação de vinhos para os Estados Unidos e a dificuldade que existe neste mercado atualmente, em anexo há uma análise feita sobre os dados da Aduana americana. O autor é uma autoridade em vinho argentino e mostra a dificuldade de penetração e a feroz competição que existe por lá.
É uma pena que esteja em inglês, e você é um insurgente que se recusa a aprender a língua dos imperiais, senão veria como é um erro desprezar o mercado brasileiro.
Um abraço
Olyr Corrêa

O mercado importador de vinho americano

Apesar de longo e em inglês, vou reproduzir o artigo sobre as dificuldades para vinhos estrangeiros entrarem nos Estados. O pessoal que trabalha com exportação pode tirar boas informações. Ei-lo:


In 2008 we already began to witness very minor quarterly growth in wine exports to the US by the Top Ten exporting countries. 1Q 2008 showed a small decline of U$ -5.6 million in value vs. 1Q 2007 ($1.140B vs $1.145B). 2Q 2008 was a lackluster 1.4% higher than 2Q 2007 ($1.254B vs $1.236B). 3Q 2008 grew a modest 1.7% over 3Q 2007 ($1.380B vs $1.357B), and during 4Q 2008 the Top Ten exported U$ -137 million less than in 2007 ($1.424B vs $1.561B). Sales were off U$ -81 million in all of 2008 ($ 5.219 billion in 2008 vs. $ 5.3 billion in 2007). Volume exports were also down slightly (-1.3%) from 880 million liters in 2007 to 869 million liters in 2008.Following the a. economic crisis that began in the last quarter of 2008 and b. the continuing devaluation of the US dollar versus the Euro, a major shift in marketing strategies and US wine consumption (worldwide, actually) has taken place in 2009. Even the big boys have been affected, as Diageo announced they were pulling out of Bordeaux. For the first time, several US national importers (some of them, at least temporarily) are looking to South America to replace their declining sales of European wine sales in the United States. William Deutsch (importer/partner of Yellow Tail) announced this week their incursion into Latin America by joining forces with a Chilean partner (Corpora SA of Bio Bio) and deciding to import Chardonnay and Pinot Noir from Chile and Malbec from Patagonia (Argentina). Terlato Imports has purchased shares in one of CHILE´s largest producers, the Luksic Group. They already own Tarapacá in CHILE and Tamarí in ARGENTINA. Another famous importer group has decided to launch a world brand with several varietals (including Malbec) in order to minimize their losses from European sales. Month by month 2009, the Top Ten have been averaging $80-90 million less in exports by value over the previous same-month figures in 2008. It is projected that for all of 2009 the Top Ten will have exported U$ 1.000.000.000 less than in 2008. Calendar 2009 exports are forecasted to finish at U$4.2 billion vs. U$ 5.2 billion in 2008. For the first time in history, the US will import more than 100 million cases from the Top Ten wine exporting countries. Volume exports by the Top Ten in 2009 will exceed 950 million liters, or 106 million cases, up 9.3% from 869 million in 2008. The biggest growth in liter exports will be reported by CHILE: 100% from 67 million liters in 2008 to 135 million liters in 2009. Another first: AUSTRALIA will have exported in 2009 more liters exported to the US than ITALY: 240 million liters vs. 215 million for ITALY. The Old World has shown escalating quarterly US export declines by value in 2009, due to the world economic crisis and the appreciation of the Euro. FRANCE leads the way with quarterly declines of 1Q -27%, 2Q – 32.1%, 3Q -34-6%. FRANCE will have exported U$ 650 million less in all of 2009. FRANCE will finish 2009 with exports of approx. U$ 1.45 billion. ITALY´s declines were not so precipitous as FRANCE´s but will still manage to close 2009 down U$ 170 million. They will finish 2009 with approx. U$ 1.14 billion Their quarterly results are 1Q: -13.4%, 2Q: -20.7%, 3Q: -8.2%. SPAIN also suffered double-digit losses with declines of 1Q: -25%, 2Q: -13.0%, 3Q: -16-9%. Expect SPAIN to finish 2009 with exports of U$245 million to the US, down U$ 50 million from their annual record high of 295 million in 2008. GERMANY is the 2nd hardest hit of all the European exporters with a 3Q Y-T-D drop of -21%. Their quarterly results: 1Q: -23-6%, 2Q: -18.8%, 3Q: -21.8%. GERMANY will export U$ 120 million to the US in all of 2009, down U$ 28 million from their all time high of U$ 148 million in 2008. PORTUGAL mitigates their losses every quarter but will still be down in double digits for all of 2009. Their quarterly results: 1Q: -19.6%, 2Q: -11.8%, 3Q: -7.4%. PORTUGAL will close 2009 with U$ 60 million, their lowest since 2004. They are down U$9 million from U$69 million in 2008 and down U$12 million from U$ 72 million in 2007.For the first time in six years the average import price per liter in 2009 is under U$ 5.00. In 3Q Y-T-D 2009 the average price per liter was U$ 4.70, down -27.6% from U$ 6.40 in 3Q Y-T-D 2008 . The 2009 results by quarter: 1Q: U$ 4.34, 2Q: U$ 4.66, 3Q: U$ 5.09.The New World fared somewhat better with ARGENTINA leading the way with a 3Q Y-T-D value growth of 31.5%. However, for the first time in more than two years ARGENTINA´s monthly export total of U$ 19 million in October 09 was U$ 4 million less than the U$ 23 million reported in October 08, a -17.2% reduction. November 09 also finished U$ 4 million lower than November 08 (from U$ 20M in ´08 to U$ 16M in ´09), a drop of -20%. We hope this is just a “blip” in their export numbers. ARGENTINA will still close out the year with record results and exceed U$ 200 million in exports to the US for the first time. They are expected to finish at U$ 210 million for 2009, a 14.7% increase over U$ 183M of 2008. ARGENTINA may not surpass their record export of 79 million liters to the US in all of 2009. They will be close to that amount. They should average U$25.20 per 9-liter case (including BTW, without BTW it´s U$32).Part of the reason for the deceleration of Argentine growth may be attributed to CHILE´s flooding of the US market with Bulk Table Wine shipments. CHILE has exported 105 million liters and is projected to end the year 2009 with 135 million liters shipped (15 million cases), 100% more than the 67 million liters they shipped in 2008. They have surpassed FRANCE in number of liters shipped and are now in 3rd place behind AUSTRALIA and ITALY. In value they will ship close to U$ 280 million in 2009. In bottled wine shipments CHILE exported 7.750 million cases to the US in 2008. For the first six months of 2009 they exported 3.539.578 cases of bottled table wine valued at U$ 28.01 per case for a total of U$ 99.143.580. This is an increase of 19% over last year. If we apply the same percentage increase of 19% to the 7.750.000 cases of bottled table wine they shipped to the US all of last year, we can conservatively forecast that CHILE will export at least 9.000.000 cases of bottled table wine valued at U$ 252.090.000 for all of 2009. Therefore, CHILE will ship 6.0 million cases in Bulk Table Wine …up from 700.000 cases of BTW in 2008. In 2008, CHILE averaged U$ 0.74 per liter in BTW. In 2009, at this same bulk price, CHILE will export 6.0M cases (15M cases total minus 9.0M cases of bottled wine) x $6.66/case equivalent = U$ 39.960.000, a record in BTW shipments to the US. ARGENTINA continues to move in opposite direction. They will export less total liters than they did last year (2008) and have now increased their average per case of bottled wine price to U$32. ARGENTINA will ship roughly 5.850.000 cases of bottled wine in 2009 and 3.058.000 cases in BTW, a reduction of more than 1.400.000 cases of BTW from last year´s total of 4.446.000 case equivalents of BTW. It will be interesting to watch which country strategy (ARGENTINA´S or CHILE´s) is more effective. AUSTRALIA was a major exporter of BTW to the US a few years ago…and it is probably one of the reasons their image of making fine wine has been tarnished in the eyes of the American consumer. Yellow Tail still accounts for half of AUSTRALIA´s exports to the US. ARGENTINA would like to disassociate their Malbec and other wines from this low-end category and try to present Malbec as a true quality wine, not just another FLAVOR OF THE MONTH. It tries to avoid the Australian experience with Shiraz, whose sales are now associated with “cheap popular wines” in the US. Aussie ultra-premium wines are just not moving. No one who wants to show off his/her “discovery” with guests would bring an everyday wine such as Yellow Tail to a party. The giants Gallo, Constellation, and The Wine Group flooded the off-trade with 36 new popular brands in 2007 and several dozen more in 2008. In less than three years, the sales of the “Barefoot” brand (Gallo) grew to 4 million cases a year. This is formidable competition. Fifty percent of all wine consumption (150 million cases) in the US is owned by these three groups. Malbec still ranks 15th in the case rankings by varietal. Last year the off-trade sold 273.000 cases of Malbec and this year we can assume the sale of Malbec will exceed 350.000 cases in supermarkets and specialty wine shops. This is still a long way from the 19 million cases of Chardonnay or the 12 million cases of Cabernet Sauvignon, or the 5.5 million cases of Merlot sold in the US. Even Pinot Grigio exceeds 3.5 million cases. The American consumer still associates quality, sophistication, savoir-faire, “cachet”, refinement, etc. with anything French. If he/she purchases a U$50 bottle of wine for a “special occasion” it will most likely be French or Californian (since California beat the French at the “Judgement of Paris” of 1976) rather than a “blending grape” used to make French Cabernet Sauvignon. If price/quality ratios in ARGENTINA and CHILE remain under control, continued flight to this New World quality is inevitable. It´s impossible to compete with the New World at those prices. This is why one third of all wine consumption in the world´s 4th wine producing country consists of imported wine (with the New World accounting for more than 50% in volume of exports to the US). The NW will continue to experience sustained growth. The trend, however, is to remain in the “popular” category, as giant importers such as William Deustch enter the fray with their U$12.99 offerings. The world economic crisis caused the paradigms of consumption to shift in the US in 2009. Look for the Grand Crus of FRANCE and the Super Tuscans of ITALY to focus on the Asian market, already a larger wine importer than the United States. ARGENTINA appears to have made all the right initial moves: 1) major Argentine investments in land and wineries by many of the top French, Swiss, Spanish & Italian groups totaling more than U$1.2 billion dollars, 2) adoption of the latest technology, 3) utilization of world-renown winemakers, 4) Argentine government support in promoting Argentina and its wines, 5) obtained favorable ratings from the world´s top wine critics, 6) produced excellent wines in all categories. What is lacking is 1) more professional public relations, 2) better relationships with national importers, 3) a better understanding of the 2 and 3-tier systems of distribution, 4) more collaboration and interaction between Argentine government officials and senior distribution companies in the US, 5) serious focused promotion of other Argentine varietals, not just Torrontés, which only has ten producers in Salta that produce a total of 800.000 cases. In a very short time the Prosecco sparkling was positioned all over America, similar to how young Beaujolais was positioned a few years ago. It was a major national campaign that reached every market in the US. One of several regional public relations experts charged U$12.000 per month for the promotion of Prosecco. The PR folks were Americans, not just local government officials looking for that annual “freebie” trip to the US to set up tables at a trade show. ARGENTINA should learn more about these promotional activities in the US.What happens if tomorrow Malbec is no longer the “flavor of the month”? What will ARGENTINA do? If they reduce their participation in BTW market, how will they continue? AUSTRALIA makes excellent Cabernet Sauvignon, Mourvedre, Grenache, Chardonnay, yet these Aussie varietals are hardly known in the US. AUSTRALIA is the largest exporter to the US of bottled dessert wines with more than 1.3 million cases exported annually, more than ITALY, SPAIN, and PORTUGAL combined. One in ten thousand may know that. Should ARGENTINA go for broke and continue to focus only on the sale of Malbec without any contingent strategy? How are the other Argentine varietals faring in the US? Is there sustained growth? What percentage increase or decrease? If you asked any consumer to name an Argentine producer one out of 100 may say CATENA (since Gallo now distributes Catena´s low-end wines). There simply is no Argentine brand recognition. Catena spends millions in advertising and promotion. What will it take for the 350 producers, who now export 1.400 labels to the US, to get their brand known? ARGENTINA at least has its own signature varietal (Malbec). No one can pronounce the Chilean varietal Carmenére. This is a distinct advantage that must be exploited properly.In spite of all its weather problems, some difficulties encountered by some of its giant players such as Constellation and Foster´s, an important reduction in their price per liter exported to the US, AUSTRALIA remains a formidable exporter, who will ship a record (for them) 240 million liters to the US in 2009. They are expected to come in at U$ 640 million in value, off -7.9% from U$ 694.641.664 in 2008. Per liter will be approx U$ 2.66 down -32.1% from the U$3.91 reported in 2007 and down -26.4% from U$ 3.61 reported in 2008. The most volume of wine exported to the US by any country in a given year was Italy´s 258.575.280 liters exported in 2007. It will be interesting to see who is the first country to export 30 million cases (270 million liters) to the US in a given year.SOUTH AFRICA is difficult to predict, as their numbers vary widely month to month. In 2008 they exported 16.210.123 liters valued at U$ 44.549.026 (U$ 2.75 per liter). 7.776.900 of those liters (48% of the total liters shipped) was Bulk Table Wine valued at U$ 5.494.000 (U$0.71 per liter). In 2009, for the first 10 months, SOUTH AFRICA exported 11.993.007 liters valued at U$ 31.506.630 (U$2.63 per liter). Assuming November and December are the same as last year in volume (2.246.852 liters and 1942.397 liters, respectively) and in value (U$3.930.441 and U$ 3.791.062, respectively), SOUTH AFRICA would export 16.182.166 liters valued at U$ 39.228.133 for an average liter price of U$ 2.42 per liter. The number of liters annually remains the same, but the cost per liter has gone down -12%, which would suppose that there is an increase in BTW shipments to more than 50% of their total.In 2009, NEW ZEALAND will pass the 20 million liter annual US wine export mark for the first time in its history, closing at approx. 22.100.000 liters up 12% over last year´s 19.662, 551 liters. They will most likely surpass their value record of U$ 145.849.656 in 2008 and end up with U$ 152 million in all of 2009, assuming conservatively that this year´s November and December show no growth over last year´s Nov and Dec. Their average price per liter of slightly under U$7.00 has always been the most consistent in the industry.(Source: US Customs)

Victor C. Honoré