segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Antioxidantes presentes no azeite ajudam no combate aos radicais livres

                                Além de saudável, azeite qualifica uma salada
                              Carlos Alberto Nogueira de Almeida, nutrologista
                              Fotos Holofote/D/JN

Como tenho escritor bastante sobre azeites, em função do desenvolvimento da oliricultura no Rio Grande do Sul, onde já há mais de 1.220 hectares plantados com oliveiras e já foram lançados, pelo menos, cinco azeites gaúchos, divulgo este trabalho, enviado pelo jornalista Ivan Dognani, da agência Holofote, destacando um dos aspectos saudáveis do consumo de azeite.  Aliás, agora em novembro estarei indo à Califórnia, conhecer alguns produtores de azeites e provar seus produtos.
Eis o texto:  “Muito se ouve a respeito dos alimentos com poderes antioxidantes e seu papel no combate aos radicais livres, no entanto, muita gente ainda não sabe o que de fato acontece em nosso organismo. Para explicar as dúvidas dos consumidores, a marca Andorinha, embaixadora do uso expandido do azeite, divulga em parceria com a ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia) dicas valiosas para o bem estar. Segundo Dr. Carlos Alberto Nogueira de Almeida, médico especialista da ABRAN, quando ingerimos quaisquer tipos de alimento, nossas células os metabolizam para gerar energia, ocorrendo uma espécie de queima dos nutrientes, o que depende da presença de oxigênio. Os átomos de oxigênio com carga elétrica liberados durante esse processo são os chamados radicais livres.
“Eles reagem de forma muito intensa com as demais substâncias e entre si, o que acaba provocando danos ao organismo, favorecendo a ocorrência de doenças como úlceras, aterosclerose, aceleração do envelhecimento, doença de Parkinson, Alzheimer, entre outras”, diz. Para se proteger, o corpo humano apresenta uma série de defesas contra tais malefícios e as substâncias antioxidantes são as mais importantes aliadas, prevenindo o que conhecemos por estresse oxidativo.
Um importante – e saboroso - aliado no combate aos radicais livres é o azeite extra virgem. Com elevada concentração de antioxidantes, tais quais a Vitamina E, os derivados fenólicos (tirosol e hidroxitirosol), esteróis livres e seus precursores, como o esqualeno, seu consumo em quantidades adequadas ajuda o sistema circulatório. “Eles são capazes de prevenir a disfunção endotelial, que acontece quando os vasos sanguíneos diminuem sua capacidade de manter uma adequada dilatação e de evitar que se formem trombos, que podem ocluir a passagem de sangue,” afirma.

De acordo com o especialista, o azeite, mesmo quando aquecido ainda consegue manter 80% das suas substâncias antioxidantes ativas, desmentindo quaisquer mitos a respeito do seu uso a quente. Ele reforça que o azeite é a gordura de uso doméstico com maior estabilidade e menor perda de propriedades antioxidantes quando aquecido e recomenda que o alimento não seja exposto a temperaturas excessivas, sobretudo por longos períodos. Usado corretamente, o azeite de oliva pode fazer a diferença para manter uma alimentação de qualidade. “

Antiguas Reservas Chardonnay resgata a elegância e o requinte da boa mesa



Antíguas Reservas Chardonnay
D/JN

Ideal para as estações mais quentes do ano, o Antiguas Reservas Chardonnay,  produto da Cousiño Macul, traz frescor ao paladar, além de permitir uma notável harmonia da fruta com a acidez. Existem algumas famílias de vinhos que são referência entre os apreciadores devido à sua qualidade e ao seu sabor inigualável. Este é o caso do Antiguas Reservas Chardonnay, produto especial da Cousiño Macul, uma das mais renomadas vinícolas da atualidade, conhecida por produzir vinhos autenticamente chilenos e de classe mundial.
O vinho tem como característica marcante a harmonia da fruta com a acidez, o que lhe confere um sabor único e muito equilibrado. Seu processo de seleção, que começa na vinha com a restrição da produção da planta, continua durante todo o procedimento de vinificação, garantindo, assim, a exclusividade do sabor. Elaborado desde 1969, é ideal para acompanhar pratos como sashimis, peixes gordos grelhados, como o albacora, atum e salmão tártaros e salmão defumado, além de massas com frutos do mar e creme de leite e legumes refogados.
Com acidez média ao paladar e com uma coloração dourada brilhante, o Antiguas Reservas Chardonnay é um vinho elegante, com um intenso e delicado bouquet, bem encorpado e de aroma frutado, com toques suaves de baunilha e realce para as frutas tropicais, como manga, goiaba e abacaxi maduro.
Distribuído pela importadora Santar, o lançamento pode ser encontrado nos melhores supermercados e casas especializadas em todo o Brasil, ao preço médio de R$ 50,00. Mais informações através do tel.: (11) 3327.1000.
Ficha Técnica
Composição Varietal: 100% Chardonnay
Denominação: 100% Valle del Maipo
Álcool: 13.6 % v/v
Acidez total : 5.18 g/l
pH: 3.03

A Cousiño Macul (www.cousinomacul.com) é uma das mais renomadas vinícolas da atualidade, conhecida por produzir vinhos de classe mundial, autenticamente chilenos, com verdadeiro caráter varietal, destacando o sabor inigualável do Vale do Maipo. Criada em 1856, é a única datada do século XIX que continua nas mãos da mesma família fundadora, hoje em sua sexta geração. Descendentes diretos de seu fundador Matías Cousiño, preservam a tradição e a qualidade ao extremo, mantendo sua marca na história e colocando-a em posição de empresa familiar líder no mercado.


Farina Park Hotel promoverá Jantar de Primavera


Já jantei no restaurante In Távola, do Farina Park Hotel, em Farroupilha, e a comida foi muito boa. Se a cozinha continuar nas mesmas mãos, o Jantar de Primavera, marcado para o dia 8 de novembro, às 19h30min, será ótimo. O menu já é atrativo: couvert, salada de melões verdes com salame e azeitonas, pasta ao molho de primavera, robalo em crosta doce com purê de mandioquinha e panna cotta em limão siciliano. A adega do hotel é bem sortida de vinhos e espumantes das melhores vinícolas da serra gaúcha.

 O jantar custará R$ 85,00 por pessoa. As reservas devem ser feitas antecipadamente pelo e-mail reservas@hotelfarina.com.br, ou pelo telefone (54) 3458-7033. O Farina Park Hotel está localizado na RST 453, km 106, em Farroupilha, próximo de Bento Gonçalves, Garibaldi e do Vale dos Vinhedos.

Wine.com.br investe em tecnologia, inovação e anuncia aquisição de empresa especializada em e-commerce


A Wine.com.br, no mês que completa seis anos - novembro, anuncia novos investimentos em tecnologia e inovação. Recentemente, em um estudo da DOM Strategy Partners - consultoria focada em estratégia corporativa – posicionou a empresa como a sétima mais inovadora do Brasil. Hoje, a Wine.com.br já é o terceiro maior e-commerce de vinhos do mundo, e como parte de seu planejamento para os próximos anos, adquiriu a empresa especializada em e-commerce e tecnologia, a Giran E-commerce Solutions.
Para Jorge Tung, CIO da Wine.com.br, esta aquisição é estratégica e importante, pois trata-se de uma empresa que os acompanha desde o início e é especialista na área considerada chave para o negócio. “Estamos em um momento de investir ainda mais na nossa plataforma de e-commerce e esta área é muito estratégica para nós. Este novo passo que estamos dando trará mais sinergia e capacidade para nossa área de tecnologia. É um privilégio poder contar com as pessoas e tecnologia da Giran na Wine.”, afirma Tung.
“Nós trabalhamos com a Wine.com.br desde o seu lançamento. Conhecemos muito bem a empresa e nos identificamos com ela. Para nós é uma satisfação fazer parte desta equipe que hoje domina o mercado online no segmento de vinhos no país”, diz o co-fundador e CEO da Giran, Paulo César Jeveaux.

Lançada em novembro de 2008, a Wine.com.br é líder em e-commerce e clube de vinhos na América Latina, é a terceira mundial com taxa de crescimento anual de mais de 70%. A companhia possui mais de 2 mil rótulos de vinhos das principais vinícolas do mundo. A empresa ainda conta com um modelo de assinatura, o ClubeW, com mais de 80 mil sócios ativos, que recebem mensalmente uma WineBox® com duas, quatro ou seis garrafas de vinhos selecionados. A Wine.com.br aposta também no segmento de B2B e, no ano passado, anunciou o investimento no e-commerce e clube de cervejas especiais a Have a Nice Beer (www.haveanicebeer.com.br).

Rota dos Vinhos do Alentejo



Maria Teresa Chicau, da Rota dos Vinhos do Alentejo, em Évora, manda avisar que a sede da entidade, junto à praça Joaquim Antonio de Aguiar, estará fechada, até o dia 8, por motivo de obras. A reabertura será dia 10.

Para qualquer assunto urgente, agradecemos contacto directo para a CVRA – Comissão Vitivinícola Regional Alentejana, através do Tel. + 351 266 748 870 ou através do e-mail: cvralentejo@vinhosdoalentejo.pt      

Gran Meliá Don Pepe apresenta a primeira suíte Moët & Chandon do mundo

   
              
              Suíte Moët & Chandon no Don Pepe
                       D/JN


Gran Meliá Don Pepe, o emblemático hotel de Marbella, apresentou uma suíte única para seduzir seus hóspedes mais VIP. Trata-se da primeira Suite Moët & Chandon do mundo, concebida pela grife francesa de luxo, de forma exclusiva para o hotel.
Para os que sempre desejaram afundar entre borbulhas de champanhe, este singular espaço já é uma realidade, no qual a pureza da cor branca, a elegância do negro e o glamour do ouro se misturam. É uma mistura impecável de luxo e distinção localizada no último andar do hotel, onde pode-se desfrutar de uma maravilhosa vista do Mar Mediterrâneo e da África, permitindo viver uma experiência inesquecível em uma superfície de 300 m².
Seu terraço é o segredo mais bem guardado de Marbella: um espetacular bar de design único dá as boas-vindas a seus clientes, e uma taça de Moët & Chandon em seu balcão, na Jacuzzi, ou na Cama Balinesa, lhe conectarão diretamente com o paraíso. O cuidado com os detalhes nesta exclusiva suíte é tamanho que foi desenhado um exclusivo Putting Green de cor ouro, transformando-a em um cenário sem igual, onde os flashes dourados permitem viajar pelo mundo mágico do champanhe enquanto se pratica golfe.
A primeira hóspede desta exclusiva suíte foi a atriz Eva Longoria, a qual assinou uma das edições limitadas da marca, que se conserva no dormitório (uma obra-prima de design contemporâneo com um toque retrô). A impressionante sala da exclusiva suíte recebe os seus clientes com atendimento personalizado e uma champanheira com uma garrafa de Moët & Chandon. Requintadamente decorada com móveis artesanais, a cor branca, protagonista desta suíte é cortada apenas por um precioso piano negro que desenha um rastro no tempo. Posar e sentir-se como uma verdadeira estrela é uma tentação irresistível no photocall, incorporado nas peças de design desta penthouse.
A única Suíte Moët & Chandon do mundo, no Gran Meliá Don Pepe, faz parte do prestigioso serviço RedLevel, atributo da marca Gran Meliá que o transforma em um hotel boutique dentro do hotel. Por isto, além do design, caprichos e champanhe, esta suíte oferece a seus hóspedes o melhor e mais exclusivo atendimento como detalhes de boas-vindas, check-in privado, serviço de mordomo, carta de aromas, instalações de banho Clarins e cafeteira Nespresso, entre outros. Oferece também acesso ao RedLevel Lounge, uma área privada com serviço diário de café da manhã, bebida, aperitivos, snacks e café, assim como um espaço privado com biblioteca, televisão, jornais e música.
Gran Meliá é a marca de luxo da Meliá Hotels International, caracterizada pela paixão e excelência no serviço, na inovação e no estilo. Com uma arquitetura singular, esta carteira de hotéis e resorts de primeira classe, que goza do calor do caráter latino, foi desenhada para satisfazer aos turistas mais experientes e se encontram localizados nos principais destinos turísticos de todo o mundo.
Situado na resplandecente Costa do Sol Espanhola e aos pés da Sierra Blanca, o Gran Meliá Don Pepe oferece uma localização ideal para que seus hóspedes se recuperem e relaxem em um ambiente luxuoso e harmonioso. Tanto famosos como o jet-set internacional se refugiam nesta parte do mundo para obter sua dose de sol Espanhol em praias imaculadas. 194 apartamentos oferecem uma esplêndida vista ao mar e os jardins apresentam um design único em perfeita harmonia com seu entorno natural. Os hóspedes podem desfrutar de um luxo absoluto com a exclusiva Suíte Presidencial e duas Penthouses localizadas no espetacular Sótão do hotel, que oferecem a opção de se desfrutar da privacidade em um luxuoso entorno com camas balinesas, jacuzzi externa e solário, entre outros serviços de primeira classe.
Fundada em 1956 em Palma de Mallorca (Espanha), a Meliá Hotels International é uma das maiores companhias hoteleiras do mundo, além de líder absoluta na Espanha, que opera e distribui mais de 365 hotéis em 40 países sob as marcas: Gran Meliá, Meliá Hotels & Resorts, Paradisus Resorts, ME by Meliá, Innside by Meliá, Tryp by Wyndham e Sol Hotels. O foco estratégico na expansão internacional a converteu na primeira hoteleira espanhola com presença na China, Estados Unidos e Emirados Árabes, além de manter sua liderança em mercados tradicionais como a Europa, América Latina e o Caribe. Junto a este alto grau de internacionalização, seu diversificado modelo de negócios - que impulsiona seu posicionamento entre as principais gestoras hoteleiras do mundo -, o cres cimento apoiado em grandes alianças estratégicas e sua aposta no turismo responsável são as grandes fortalezas da Meliá Hotels International, sendo a companhia turística espanhola com maior reputação corporativa (Merco 2013).
A Meliá Hotels International está no Brasil desde 1992 e mantém escritório corporativo em São Paulo. Atualmente administra 15 empreendimentos localizados nas cidades de São Paulo, Angra dos Reis, Brasília e Campinas sob as marcas Meliá Hotels & Resorts e TRYP by Wyndham. A Meliá Hotels International Brasil vem atuando principalmente no segmento de hotéis "business" e também administra o Meliá Angra Marina & Convention, no segmento "resort".

Próximas Aberturas no Brasil: Meliá Barra (PE), Innside Barra (PE), Innside Santos (SP), TRYP Belo Horizonte (MG) e TRYP Itaboraí (RJ). Denise Meyer é a Diretora de Marketing, Tel.: (55-11) 3043 8484.

Curso Sabores do Mundo do Vinho é a atração especial da Villa Valduga


   
A Villa Valduga, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, preparou mais duas edições do curso “Sabores do Mundo do Vinho” para dar aos participantes, apreciadores ou iniciantes, a oportunidade de conhecerem um pouco mais sobre este encantador universo. A primeira, foi dia 1 de npovembro, a próxima será dia 15, com atividades teóricas e práticas e enfoque no serviço dos vinhos e na sua harmonização com diferentes pratos para melhor apreciação.
Acompanhados pelo enólogo e o chef de cozinha da Casa Valduga, após a parte teórica, os participantes irão saborear um jantar harmonizado com rótulos da vinícola, que inclui aperitivo, entrada, dois pratos e sobremesa.
Para começar, tortellini in broddo ristretto, harmonizado com o vinho Leopoldina Chardonnay. De entrada, salada Casa Valduga em terra de uva, harmonizada com o Espumante Reserva Brut.  O primeiro prato será uma lasanheta de legumes com pesto de rúcula, harmonizado com Leopoldina Merlot e o prato principal filé mignon levemente defumado, molho de alho poró e cogumelos grelhados, harmonizado com o vinho Villa-Lobos Cabernet Sauvignon. De sobremesa, uma terrina de chocolate amargo e damasco com caramelo de vinagre de vinho caseiro, harmonizada com Licoroso Tinto 1875, 10 anos.

O investimento é de R$160,00 por pessoa. Para mais informações e reservas, entre em contato pelo telefone: (54) 2105-3154 ou pelo e-mail: eventos@villavalduga.com.br 

Ovinocultura é tema de curso ministrado na Esalq/USP


Estão abertas inscrições para o curso Gestão Econômica da Ovinocultura, nova oficina de curta duração oferecida pelo Instituto de Pesquisa em Educação Continuada, Economia e Gestão de Empresas (I-Pecege), da Universidade de São Paulo. Direcionado a investidores e interessados em investimentos na área da ovinocultura, produtores, técnicos e estudantes que desejam se atualizar no segmento, o curso terá duração de 48 horas, com início em 22 de maio de 2015.
O programa trará conceitos de economia e gestão aplicados à rotina de fazendas produtoras de ovinos, além de um amplo panorama das condições de mercado.
Durante as aulas, serão apresentadas ferramentas que auxiliam a tomada de decisão na busca do melhor retorno financeiro para a atividade, bem como os riscos envolvidos e estratégias de gestão. O curso trata também temas relacionados à competitividade e às oportunidades de investimentos na ovinocultura. Com a coordenação de Pedro Valentim Marques, professor do Departamento de Economia, Administração e Sociologia (LES), da ESALQ/USP e Augusto Hauber Gameiro, Doutor em Economia Aplicada pela ESALQ/USP e professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (USP/FMZV), o curso será ministrado por professores da FMZV e profissionais de reconhecidas fazendas produtores de ovinos.
A certificação de conclusão de curso será emitida pela Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (FEALQ). Interessados em participar devem se inscrever pelo site www.pecege.esalq.usp.br Mais informações pelo telefone (19) 3377-0937 ou pelos e-mails glauber@pecege.esalq.usp.br e comunica@pecege.esalq.usp.br.
Programa
22/05- Identificando oportunidades e desafios na ovinocultura - Carina Barros
23/05- Gestão e análise de mercado: o que você precisa saber - Augusto Gameiro
05/06 - Sistemas de produção: do técnico ao econômico - Carina Barros
06/06 - Ferramentas para o gerenciamento e análise da atividade - Carina Barros
19/06 - Índice de custo do cordeiro paulista- Camila Raineri
20/06 - Produtividade, custo e lucratividade: como melhorar os resultados - Camila Raineri
03/07 - Simulação computacional na gestão da ovinocultura - Thayla Stivari
04/07 - Práticas para o sucesso da produção de ovinos – (dia de campo) - Camila Raineri e Fernanda Santos
O Instituto Pecege (I-Pecege) é um centro de geração e disseminação do conhecimento inserido nas áreas de educação, pesquisa e informação. Criado em setembro de 2013, o Instituto reúne grandes personalidades da academia, iniciativa privada, órgãos públicos e terceiro setor para formalizar um objetivo: inovar na produção e difusão do saber.

Na área de educação, o I-Pecege engloba o Programa de Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas (Pecege), grupo de Extensão da Esalq/USP. O Pecege é referência em programas de pós-graduação, oferecendo programas de MBAs de metodologia diferenciada, do ensino aplicado à rotina profissional do aluno. Os programas são oferecidos nas modalidades presencial e a distancia (EaD). Entre os mais tradicionais estão o MBA em Agronegócios e o MBA em Gestão de Negócios.

Os bárbaros inventaram o vinho à Hollywood. E, o que é pior, ganharam o mundo!



Meu amigo Olyr Coorêa, também conhecido como O Gordo, segundo o João Carlos Botezzeli, manda-me, do Rio, um artigo de dois franceses sobre bárbaros e vândalos que estão dominando o mundo, inclusive na literatura e no vinho, para desespero deles e do Gordo, um francófilo declarado, ao menos, em matéria de vinho. O certo que é que os franceses, até hoje, não deglutiram o resultado do Julgamento de Paris, onde os vinhos da Califórnia ganharam do seus melhores produtos, numa degustação às cegas que ficou famosa no mundo do vinho.
É interessante o texto dos franceses. Ei-lo:
“Samedi 1 Novembre 2014 à 17:00 | Lu 5694 fois I 3 commentaire(s)
Alexis Lacroix et Laurent Nunez
Pour l'écrivain Alessandro Baricco, la décivilisation est en marche, portée par des hordes de Vandales 2.0 qui déferlent sur notre société culturelle en pleine mutation, telle une Rome moderne assiégée par la marchandisation et la consommation de masse. Du livre au vin, rien n'échappe à ces nouveaux barbares. Extraits.
Alessandro Baricco, comme tous les artistes, est doté d'un sismographe. Ultrasensible et instinctif. Mais voilà : grâce à cet instrument convoité, il sent, il pressent ce qui nous arrive. Il devine les infléchissements invisibles de l'histoire. Il est branché sur un laser infaillible qui lui permet de scanner la scène dérobée du devenir. Depuis ses débuts, il redoutait, plus que la défaite de la pensée, la défaite de la civilisation. Il a hésité, il a tourné sept fois son stylo dans son encrier. Trop réactionnaire ? Une voix (lévi-straussienne) le mettait en garde : « Le barbare, c'est d'abord celui qui croit à la barbarie. »
Puis il a cessé de se laisser intimider, paralyser par les augures, aussi lénifiants que péremptoires, du relativisme. C'était en 2007. Il frôlait la cinquantaine et publiait, dans une Italie sonnée par la criarde démagogie berlusconienne, le petit libelle I Barbari qui paraît ces jours-ci en France et dont nous reproduisons, aujourd'hui, de larges extraits en exclusivité. Non sans audace provocatrice, le plus rock des écrivains transalpins y martèle sa conviction : les barbares 2.0 innovent dans l'interminable histoire de la décivilisation ; pis : ils constituent une de ces mutations génétiques dans des époques mutantes. Et ce, plaide-t-il, pour une raison très simple : nous vivons désormais dans une époque surfeuse, désaffiliée et « ondoyante » — une société où les institutions sont faibles et les ego, triomphants.
Dans cet univers liquéfié, que Baricco décrit en consonance avec le sociologue Zygmunt Bauman, rien n'échappe à ce que Hannah Arendt, avant eux, avait appelé la « consommation du monde ». Ni les livres. Ni... le vin. Tout se mange, s'ingère, se dévore. Faut-il, en conséquence, s'affliger et tirer l'échelle ? Se vautrer dans l'humeur apocalyptique ? En bon lecteur de Benjamin, il veut sauver ce qui peut encore l'être. Ce désastre programmé, on peut le déprogrammer. A lire... et à débattre.
Le roman du XIXe siècle était pensé pour couvrir la totalité du marché disponible, il visait tous les lecteurs possibles et, en effet, de Melville à Dumas, il les atteignait tous. S'il nous semble aujourd'hui un produit réservé à une élite, c'est que le terrain de jeu pour ce type d'édition, s'il était largement ouvert, demeurait circonscrit, clos par les murs de l'analphabétisme et des différences sociales. Mais soyons clairs : le roman s'empara de tout le terrain disponible, et ce fut une des plus grandioses opérations commerciales de l'histoire récente. Les lecteurs étaient peu nombreux, mais le roman les conquit tous.
(A présent, si vous pensez au système des livres au XVIIIe siècle, à chacun de ses rouages, vous n'aurez pas de mal à imaginer combien, en son temps, l'irruption du roman y fit tout exploser en imposant une logique nouvelle. Il y a des chances que cette vieille famille élargie d'écrivains-lecteurs ait regardé avec répugnance un commerce et une production qui mettaient des livres entre les mains de dames peu préparées et de commis qui savaient à peine lire. Et, en effet, le roman bourgeois naissant fut perçu comme une menace, comme un objet en soi nocif - les médecins, bien souvent, l'interdisaient : sans doute apparut-il comme un effondrement, comme si le geste d'écrire et de lire perdait ce qu'il avait de plus noble. Probable qu'on y ait vu de l'avidité, un désir effréné de succès et de gain. Ce panorama ne vous rappelle-t-il pas quelque chose ?)
Si nous passons du monde des livres à d'autres mondes limitrophes, je voudrais que vous essayiez de songer au moins l'espace d'un instant que, historiquement, il n'y a jamais eu de fracture entre un produit de qualité, d'une part, et un produit commercial, de l'autre. Tout ce que nous considérons aujourd'hui comme un art élevé, à l'abri de la corruption marchande, est né pour satisfaire la totalité de son public, en toute cohérence avec une logique commerciale que les considérations artistiques freinaient peu. L'illusion d'optique qu'engendre en nous la sensation d'un objet élitiste et sophistiqué vient du fait que ces publics, au moins jusqu'aux années 50 du XXe siècle, sont demeurés restreints et, de fait, élitistes. Mais ce qui les fermait au reste du monde n'était pas tant leur choix sélectif de qualité, c'était la réalité sociale, qui en limitait le rayon d'action aux tranches les plus fortes de la population. Mozart composait pour la totalité du public d'alors, quitte à aller chercher les moins riches dans les théâtres de l'impresario Schikaneder. Et Verdi était connu de tous ceux qui pouvaient entrer dans un théâtre ou posséder un instrument chez eux : sa musique, il l'écrivait aussi pour le plus ignorant, le plus rustre et le plus insensible d'entre eux. Il est évident qu'à l'intérieur de toute parabole artistique il y a toujours eu des produits plus difficiles et des produits plus faciles, mais cette oscillation ne veut pas dire grand-chose, quand le plus facile est signé Rossini ou Mark Twain. C'étaient des systèmes qui, même quand ils se penchaient sur le moins préparé de leurs spectateurs, conservaient la noblesse du geste dans sa totalité. Et, quand ils sombraient dans la facilité pure et simple (tout l'art que nous avons oublié ensuite), les horreurs qu'ils concoctaient n'entamaient en rien, on l'a vu, la possibilité de cultiver les plantations luxuriantes de produits tout à fait dignes. Même si, par avidité commerciale, on a parfois pu donner aux gens le pire, ce système-là n'a empêché la naissance d'aucun Verdi.
Les saccages vus d'en haut
Ils arrivent de partout, les barbares. Ce qui nous trouble un peu, si bien que nous avons du mal à réunir les pièces du puzzle, à constituer une image cohérente de l'invasion dans sa totalité. On se met à parler des grandes librairies, des fast-foods, de la télé-réalité, de la politique à la télévision, des jeunes qui ne lisent pas et d'autres choses de cet ordre, mais ce que nous n'arrivons pas à faire, c'est regarder d'en haut et reconnaître le dessin que les innombrables villages saccagés tracent à la surface du monde. Nous voyons les saccages, mais nous ne voyons pas l'invasion. Et nous ne parvenons donc pas à la comprendre.
Croyez-moi : c'est d'en haut qu'il faudrait regarder.
C'est d'en haut que, peut-être, on peut reconnaître la mutation génétique, c'est-à-dire les mouvements profonds qui causent ensuite, à la surface, les dégâts que nous observons. Je vais essayer de le faire en isolant certaines opérations qui me semblent communes à bon nombre des actes barbares auxquels nous assistons depuis quelque temps. Des opérations qui suggèrent une logique précise, bien que difficile à comprendre, et une stratégie claire, bien qu'inédite. Je voudrais étudier ces saccages, moins pour expliquer comment c'est arrivé et ce qu'on peut faire pour s'en sortir en restant debout, que pour y déchiffrer la manière de penser des barbares. Et je voudrais étudier les mutants avec leurs branchies afin de voir se refléter en eux l'eau dont ils rêvent et qu'ils recherchent.
Partons d'une impression assez répandue, peut-être superficielle, mais légitime : loin d'agoniser, beaucoup de gestes qui ont fait partie pendant des années des habitudes les plus élevées de l'humanité se multiplient aujourd'hui avec une vitalité surprenante. Le problème est que, dans cette régénérescence fertile, ils semblent perdre le trait le plus profond qui les caractérisait, la richesse à laquelle ils étaient arrivés dans le passé, et peut-être même leur plus intime raison d'être. Comme s'ils vivaient indépendamment de leur sens : celui qu'ils avaient, et bien défini, mais qui semble être devenu inutile. Une perte de sens.
Ils n'ont pas d'âme, les mutants. Et les barbares n'en ont pas non plus. C'est ce qu'on dit. C'est ce qu'affirme le shérif de Cormac McCarthy en pensant à son tueur : « Quoi dire à un type qui de son propre aveu n'a pas d'âme ? »
Pourquoi ne pas étudier la question de plus près ? J'ai choisi trois domaines particuliers où ce phénomène semble s'être manifesté au cours des dernières années : le vin, le football et les livres. Je me rends bien compte que, dans les deux premiers cas en particulier, nous ne sommes pas face à des gestes essentiels de notre civilisation. Mais c'est précisément ce qui me plaît : étudier les barbares à travers leur saccage des villages périphériques, pas à travers leur assaut contre la capitale. Il est possible que là où la bataille est plus simple, circonscrite, il soit plus facile de saisir la stratégie de l'invasion et les gestes fondateurs de la mutation.
Commençons donc par le vin. Je sais que ceux qui baignent dedans (pas littéralement) liront ici des choses qu'ils savent déjà, tandis que ceux qui n'en boivent pas se demanderont pourquoi diable s'intéresser à une chose dont eux se fichent complètement. Mais je vous demande tout de même de me suivre.
Voici l'histoire.
Pendant des années, le vin a été une habitude dans quelques rares pays : c'était une boisson pour se désaltérer et s'alimenter. Usage très répandu et chiffres de consommation à faire peur. On produisait des fleuves de mauvais vins de table et ensuite, par passion et par culture, on se consacrait à l'art proprement dit, on faisait alors de grands vins. Il s'agissait presque uniquement des Français et des Italiens. Dans le reste du monde, il est bon de le rappeler, on buvait autre chose : de la bière, des alcools forts et aussi des choses plus bizarres. Le vin, on ne savait même pas ce que c'était.
Et voici ce qui se passa après la Seconde Guerre mondiale. De retour des champs de bataille français et italiens, les Américains rapportèrent chez eux (parmi bien d'autres choses) le plaisir et le souvenir du vin. C'était une chose qui les avait frappés. Nous avons commencé à mâcher du chewing-gum et eux à boire du vin. Ou, du moins, ils auraient bien aimé en boire. Mais où en trouver ?
Pas de problème. Un Américain eut l'idée folle d'en faire. Et là commence la partie intéressante de l'histoire. S'il vous faut une date, un nom et un lieu, les voici : 1966, Oakville, Californie. Un certain M. Mondavi décide de faire du vin pour les Américains. A sa manière, c'était un génie. Il partit avec l'idée de copier les meilleurs vins français. Mais il comprit bien qu'il fallait les adapter un peu au public américain : là-bas, le créateur et le spécialiste du marketing sont une seule et même personne. C'était un pionnier, il n'avait pas quatre générations d'artistes du vin derrière lui, et il en fit là où personne n'avait jamais imaginé produire autre chose que des pêches et des fraises. Autrement dit, il n'avait aucun tabou. Et, avec une certaine maestria, il atteignit son objectif.
Il savait que le public américain était profondément ignorant (en matière de vin). Des aspirants lecteurs qui n'auraient jamais ouvert un livre. Il savait aussi que c'étaient des gens qui mangeaient habituellement de façon sommaire, qu'ils ne ressentiraient pas la brûlante nécessité de trouver le bouquet idéal pour accompagner un confit de canard. Il se les représenta avec un bon gros cheeseburger et une bouteille de barbaresco, et il comprit que ça ne marcherait pas. Il comprit que, si les Américains voulaient du vin, ce serait pour le boire avant de manger, comme un cocktail, qu'un vin bu à la place d'un alcool fort ne devait pas les décevoir et que, s'il était bu à la place d'une bière, il ne devait pas les effrayer. Il était américain et il savait donc, avec ce même instinct que d'autres firent fructifier à Hollywood, que ce devait être un vin simple et spectaculaire. Une émotion pour tout le monde. Il le savait et, à l'évidence, il avait du talent : il voulait faire ce vin et il le fit.
Cela marcha si bien que son idée de vin fut un modèle. Qui n'a pas de nom, mais je peux lui en donner un, pour qu'on comprenne : un vin hollywoodien. Voici quelques-unes de ses caractéristiques : couleur magnifique, degré assez élevé (quand on vient des alcools forts, on n'est pas très porté sur le cidre), saveur ronde, simple, sans aspérités (pas de tanins ennuyeux ni d'acidité difficile à dompter). A la première gorgée, tout est là : on a une sensation de richesse immédiate, de plénitude de saveur et de parfum ; une fois bu, peu de persistance en bouche, les effets s'éteignent ; peu d'interférence avec la nourriture, on peut l'apprécier même en ne réveillant ses papilles qu'avec de simples chips de comptoir ; il est fait à partir de cépages cultivables à peu près partout, chardonnay, merlot, cabernet, sauvignon. Manipulé sans révérence excessive, il a une personnalité plutôt constante, où la différence entre les millésimes devient quasiment négligeable. Et voilà.

Avec cette idée de vin, M. Mondavi et ses adeptes sont parvenus à un résultat étonnant : les Etats-Unis boivent aujourd'hui plus de vin que l'Europe. En trente ans, ils ont quintuplé leur consommation (on leur souhaite d'avoir réduit celle de whisky). Et ce n'est pas tout : car le vin hollywoodien n'est pas resté un phénomène américain, comme Hollywood, il est devenu planétaire. Nul n'y avait encore songé, mais voici qu'on boit du vin jusqu'au Cambodge, en Egypte, au Mexique, au Yémen et dans des endroits encore plus impensables. Et quel vin y boit-on ? Le vin hollywoodien. Quant à la France et à l'Italie, les deux patries du vin, elles n'en sont pas sorties indemnes : non seulement on y boit du vin hollywoodien en grande quantité, mais elles se sont même mises à en produire. Elles se sont adaptées, ont corrigé deux ou trois choses et ont fait le même genre de vin. Excellent, même, il faut le dire. Dans les villes italiennes, il est fréquent aujourd'hui de croiser dans les bars à vin un Italien qui, avant le dîner, grignote des chips et du minisaucisson en buvant son verre de vin hollywoodien produit en Sicile. Du moins ne le boit-il pas directement au goulot en regardant à la télé la dernière partie de base-ball. Les barbares ! 

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Mensagens


Fenachamp

Danilo Ucha,
Agradecemos por tua participação!
Sempre bom revê-lo!
Abraços,
Ivane Fávero
Secretária de Turismo e Cultura de Garibaldi
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Moët & Chandon na Isla Mansão em Porto Alegre


                  Carolina Andrade, Lídia Reuter, Rogerio Reuter, Paola Mastrocolla
                  Foto Equipe Frederico Mombach/D/JN


O Moët & Chandon será o champanhe oficial da Isla Mansão, grande espaço de eventos inaugurado, dia 23 de outubro, na Ilha das Flores, junto ao rio Jaucui, em Porto Alegre. A Mansão Isla abriu as portas para o público na noite de quinta-feira, 23, com uma festa apenas para convidados, que repercutiu por toda a cidade de Porto Alegre e confirmou a expectativa de que será uma grande casa de eventos. Para a inauguração, a Mansão Isla, que conta com uma decoração requintada em meio à paisagem exuberante à beira do rio, preparou uma grande infraestrutura no jardim para apresentar a casa, com destaque à iluminação que valorizou a arquitetura contemporânea do imóvel. Os sócios Lídia e Rogério Reuter, Daniel Kerstting  e Edegar Thomaz, receberam os convidados e contaram com a presença da Brand Manager no Brasil da Moët & Chandon, Paola Mastrocolla, parceira da Mansão Isla.
Célebre por suas conquistas, inovações e por seu legendário espírito pioneiro, Moët & Chandon é amaison que apresentou o champagne ao mundo. Ao redor do globo,  a marca é sinônimo da mais venerável das tradições e dos mais modernos prazeres, celebrando os momentos de maior sucesso e glamour da vida. 
Algumas das tradições mais amadas do mundo, como o triunfante jorro de Moët & Chandon após vitórias esportivas e o brinde no tapete vermelho para os ganhadores dos conhecidos prêmios de cinema, estão entre os muitos rituais mágicos da Maison. 

Agora, os frequentadores da Mansão Isla poderão brindar os momentos com o champanhe que é um ícone mundial. Transmitindo elegância e esplendor, a efervescência de Moët & Chandon eleva qualquer ocasião com seu toque especial de sucesso e glamour.

Presidente da Wine.com.br, na capa da edição de aniversário da Wine.com.br

 Um eterno curioso pelo universo do vinho, o presidente da Wine.com.br , Rogério Salume, festeja a parceria com os clientes e Sócios ClubeW: “Eles são o melhor termômetro para dizer se estamos no caminho certo.” Rogerio faz questão de trabalhar com a camisa idêntica à dos colaboradores: “Não sou dono de nada, sou uma parte que anda e cresce alinhada.”
Seis anos depois de ter criado a Wine, você acredita que o brasileiro está mais próximo dos vinhos? “Sim, as coisas estão mudando. Houve um tempo em que as pessoas tinham vergonha de não saber pedir, tomar, de não conseguir sentir os aromas. Poxa, esquece os aromas, toma o vinho e se diverte, você só precisa de um copo. Não estou dizendo que não é legal tomar um vinho na taça e usar decanter, mas não é isso que vai democratizar o vinho.”

“Tem que quebrar essa ideia de que só toma vinho quem tem conhecimento. Quem tem que tomar vinho é quem está a fim de curtir, bater um papo legal.” Sobre a novidade que a Wine prepara ligada aos cafés: “Ainda não posso adiantar muita coisa, mas podemos esperar muitas surpresas, produtos maravilhosos, um conceito realmente diferente de cafés. Pode ter certeza de que mais uma vez vamos revolucionar e gerar uma experiência totalmente nova para as pessoas que querem ter um prazer nesse momento de pausa que é o cafezinho.”

Semana dos produtores de vinhos do Alentejo


Mais uma semana de degustações dos bons vinhos do Alentejo, em Évora, Portugal, sob o comando da Maria Teresa Chicau. Começa-se pel-o Horta do Leal Tinto Reserva 2012 VRA, elaborado com Aragonez e Touriga Franca, pela Marques & Ganhão, Lda., em Montemor o Novo;  e seguese- com Paulo Laureano Premium Branco DOC 2012, com Antão Vaz, Arinto e Fernão Pires, e Paulo Laureano Premium Tinto DOC 2012, com Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet, da Paulo Laureano Vinus, Lda,. De Vidigueira; depois, o Duas Pedras Tinto 2012, VRA, 60% Touriga Nacional, 38% Syrah e 2% Viognier, e, finalmente, Pedra Basta Tinto 2010, VRA, com Trincadeira, Aragonez, Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon, ambos lebaorados pela Sonho Lusitano, Lda, de Portalegre.

Cada vez que registro estas provas de vinhos da Rota dos Vinhos do Alentejo me dá uma saudade enorme da bela Évora e dos vinhos que provei no Fialho e ali na Praça Joaquim Antõnio de Guiar, 20-21, junto ao Teatro Garcia de Resende. Para você provar os vinhos, gratuitamente, é de segunda-feira a sábado, no horário das 14h às 19h30min.  Tel..- 266 746 498 / Fax – 266 746 602  /  Email - rota@vinhosdoalentejo.pt                                                                    

Cooperativa Vinícola Garibaldi inaugurará novo Complexo Turístico no dia 4 de novembro



Estive em Garibaldi, na sexta-feira passada, e confirmei que a Cooperativa Vinícola Garibaldi, vai inugurar, dia 4 de novembro, seu novo complexo turístico, no qual investiu R$ 1 milhão. O  espaço foi ampliado e ganhou novidades, tendo como marcas a sofisticação, a versatilidade e a acessibilidade]
 Ao completar 20 anos, o local foi totalmente reformulado. Com investimento de R$ 1 milhão, ganhou uma melhor estrutura de atendimento, ampliação da área do varejo, novos ambientes e salas de degustações, adega para venda de vinhos finos e um espaço multiuso que será usada como auditório e restaurante. A Cave Acordes, instalada dentro de uma grande pipa de vinho de 100 mil litros, está totalmente integrada ao projeto enoturístico. 
“Agora temos um moderno e amplo Complexo Turístico, apto a atrair um número ainda maior de visitantes na Serra Gaúcha”, comemora o presidente da Garibaldi, Oscar Ló. No ano passado, cerca de 70 mil pessoas estiveram na Vinícola Garibaldi, deixando um faturamento de 2,3 milhões no varejo da cooperativa. “As melhorias estruturais e as novas características de atendimento personalizado devem potencializar as vendas no novo varejo”, projeta Oscar Ló. 
Todos os ambientes da loja foram readequados. O moderno projeto arquitetônico integrou os espaços, desde a recepção, passando por melhorias nos banheiros, até chegar ao varejo e às salas de degustações. A ideia é personalizar o atendimento o máximo possível. “Criamos vários ambientes distintos para que o consumidor se adapte ao espaço que mais se identifique com ele”, destaca o gerente de Marketing, Maiquel Vignatti.
O Complexo Turístico ganhou sonorização destinada a ampliar os sentidos dos visitantes. O tour alia o resgate histórico da produção de uvas e vinhos pela Garibaldi com informações contemporâneas sobre a atual e moderna elaboração de suco, frisante, espumante e vinho. “O maior objetivo é proporcionar uma experiência única aos turistas. Queremos que eles levem lembranças inesquecíveis de sua passagem pela Garibaldi”, afirma Vignatti.
Durante os 30 dias em que esteve fechado para as obras, os colaboradores da Garibaldi passaram por cursos de qualificação. A reinauguração oficial está marcada para o dia 4 de novembro, mas o local já está aberto à visitação.
Complexo Turístico da Cooperativa Vinícola Garibaldi:
Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 9h às 17h; domingos e feriados, das 10h às 16h
Agendamentos: para grupos acima de 10 pessoas, agendar pelo fone 54 3464.8104 ou pelo e-mail varejo@vinicolagaribaldi.coop.br.
Endereço: Av. Independência, 845. Centro de Garibaldi (RS)







Presidente da Vinícola Aurora entre as 100 personalidades mais influentes do agronegócio

Itacir Pozza, presidente da Vinícola Aurora
                            Foto Wagner Meneguzzi/D/JN


O presidente da Vinícola Aurora, Itacir Pozza, é destaque da edição especial da revista Dinheiro Rural. A publicação seleciona as personalidades de empresas mais representativas nos diferentes segmentos do agronegócio brasileiro, pela expressão de seus negócios e atuação no cenário nacional. Pozza, que assumiu a presidência do Conselho de Administração da Cooperativa Vinícola Aurora em abril deste ano, representa nessa edição o sucesso do cooperativismo vinícola, à frente da maior vinícola do Brasil, responsável por uma safra de 57 mil toneladas ao ano e que faturou R$ 300 milhões em 2013.

Isadora Hermann Pötter recebe destaque na liderança jovem do agronegócio

Isadora Hermann Pötter, competente, trabalhadora e bonita
                                  Foto Caroline Garcez Duarte/D/JN

Sócia-proprietária da Estância Guatambu, que ultimamente vem se destacando na produção de vinhos de alta qualidade, mas também produz soja, trigo, milho, cevada, gado Hereford e Braford, ovinos e cavalos,  foi selecionada para participar do CNA Jovem e é a presidente da Comissão Jovem do Sindicato Rural de Dom Pedrito. A Comissão Jovem do Sindicato Rural de Dom Pedrito teve lançamento na última quarta-feira, dia 22 de outubro. A advogada e sócia-proprietária da Estância Guatambu, Isadora Hermann Pötter, 31 anos, é a presidente. O grupo formado pela Comissão, denominado Agro Jovem Dom Pedrito, tem como objetivo principal aproximar e ampliar a juventude do mundo do agronegócio, contou, em seu lançamento, com a adesão de 113 jovens ao projeto. “Através de palestras, cursos, dias de campo e giras buscaremos estreitar a troca de experiências entre pessoas envolvidas no agronegócio, aproximando, qualificando e estimulando os jovens a permanecerem contribuindo e desenvolvendo suas atividades no meio rural”, assinala Isadora. A Comissão conta também com Fernanda Gonçalves, Vice-Presidente, e Bruno Schneider, Secretário-Geral, que, assim como Isadora, são produtores rurais do município de Dom Pedrito, RS.
A iniciativa do projeto surgiu a partir da necessidade do Sindicato Rural da cidade de renovar seu quadro de associados, trazendo novas ideias e novos profissionais às ações da entidade. Entre as bandeiras da Comissão, está a sucessão rural, ampliação da qualificação profissional dos jovens – inclusive na parte de gestão da propriedade e crescimento sustentável da agropecuária - e ações voltadas à analise de novas tecnologias. Com isto, a diretoria objetiva qualificar os jovens para dar continuidade à atividade no campo, diminuindo o êxodo rural e fortalecendo a classe, reforçando a imagem da importância desta e da agricultura e pecuária à sociedade.
Isadora também foi selecionada para participar do CNA Jovem, programa de duração de um ano do Sistema CNA/SENAR que tem como objetivo proporcionar uma formação qualificada para os futuros líderes do setor.
Situada em Dom Pedrito, no coração do pampa gaúcho, a Estância Guatambu é uma empresa familiar dedicada a gerar produtos primários e agroindustriais.
Com aptidão de solo e clima privilegiados, a estância produz uma grande diversidade de produtos. Destaca-se pela utilização de tecnologia de ponta, tanto na agricultura quanto na pecuária, sendo suas atividades centradas na integração de ambas. A pecuária de corte é desenvolvida com bovinos Polled Hereford e Braford, em ciclo completo, e ovinos Texel. Os produtos desta atividade são touros reprodutores superiores e carne de alta qualidade proveniente de animais precoces abatidos dos 14 aos 24 meses de idade, além dos cordeiros pampeanos. Na agricultura, destaca-se a produção de arroz irrigado, milho irrigado com pivô central, soja, sorgo, sementes forrageiras e uvas viníferas.



Jantar harmonizado no Spaghetti Notte

  
Os irmãos Horácio Queiroz Jr e Gabrielle Lima Queiroz receberão o sommelier Leandro Mattiuz para uma harmonização no restaurante Spaghetti Notte, à rua Bento de Andrade, 693, em São Paulo.  Pratos como o tradicional Spahgetti Notte, o Salmone e o Brasato Arrosto com Risoto de Shimeji serão combinados com vinhos das ilhas da Sicília e de Sardenha em um jantar, no dia 30 de outubro, às 20h30.
Muito além de um novo estabelecimento, a casa resgata o glamour do restaurante original de 1979 e, principalmente, as histórias que foram vividas por clientes e amigos. Com ambiente acolhedor é capaz de fazer com que todo cliente se sinta à vontade e também perceba o quão exclusiva e diferenciada é a proposta do Spaghetti Notte. Na decoração, ganham lugar os materiais originais da época, com a nobreza e as imperfeições trazidas pelo tempo, como o revestimento em fulget, estrutura de treliça em madeira e um delicado trabalho em gesso no teto.

A área externa é bem peculiar: apresenta questões urbanas como a praça, que é quase uma continuidade do jardim frontal da casa. O destaque fica por conta do espelho d'água, clara referência à piscina que existia no antigo restaurante que foi palco de tantas histórias, entre elas um mergulho de John John Kennedy. O ingresso é R$ 240,00 por pessoa. Telefones: 5181-4524 

Festival do Moscatel define datas para a edição 2

                                             Foto Marciele Scarton

    A 5ª edição do Festival do Moscatel tem datas confirmadas para o próximo ano.  O  evento enogastronômico será realizado nos dias 4, 5, 6, 11, 12 e 13 de setembro de 2015, no Centro de Eventos do Parque Cinquentenário, em Farroupilha-RS.
    Tendo como base pesquisa de satisfação realizada com os visitantes, O Festival do Moscatel seguirá apostando no formato que oferece à vontade bebidas premiadas e cardápio elaborados por chefs, acompanhados de música e atrações, em ambiente aconchegante, com confortáveis acomodações.
    A pesquisa de satisfação foi realizada durante a quarta edição nos dias 5, 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro de 2014, com o objetivo de identificar o perfil do público participante, seus locais de origem e a aceitação desses visitantes em relação à proposta e conceito do evento enogastronômico. Dentre as 2036 pessoas que estiveram no evento enogastronômico (capacidade máxima da edição), 1351 responderam ao questionário sugerido.
    Entre os resultados obtidos destaca-se a presença de visitantes de 52 municípios gaúchos e de 16 municípios de outros Estados, como Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Com a pesquisa, também foi possível identificar as faixas etárias predominantes entre os visitantes: 36 a 50 anos (35%); 51 a 65 anos (25%); e 26 a 35 anos (20%).
    Quanto aos aspectos que mensuraram a satisfação do público, os resultados mostram-se extremamente positivos. Todos os itens propostos obtiveram aprovação próxima a 100%, ou seja, tiveram como avaliação “ótimo” ou “bom”, conforme segue: Atendimento = 99,7%; Ambiente (conforto, limpeza e decoração)= 99,7%; Alimento (apresentação, sabor e cardápio)= 97,9%; Serviço e Qualidade das Bebidas= 99,4%; Atrações= 96,9%. Ainda, foi perguntado aos visitantes se eles recomendariam o Festival do Moscatel, sendo que 94,7% deles responderam “Sim”.
    Esses índices de aprovação são comemorados pelo presidente da Afavin, Ricardo José Chesini e pelo Secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Fabiano Piccoli. “A satisfação plena do público presente, conforme aponta a pesquisa, e a presença de visitantes de diversos municípios do Estado e de outras regiões do país, são para nós argumentos cabais de que há público interessado em conhecer e apreciar os produtos farroupilhenses e esse formato diferenciado que oferecemos, ou seja, que estamos no caminho certo”, comenta Chesini.  “Estamos muito felizes com as avaliações do Festival do Moscatel, porque demonstram que o objetivo está sendo atingido: ofertar ao turista o que temos de melhor. Temos certeza que estamos no caminho de concretização de um excelente produto nacional”, destaca Picoli.
    Com data definida, a edição 2015 do Festival do Moscatel terá sua primeira ação de divulgação, nos próximos dias 7 e 8 de novembro, no  Festival de Turismo de Gramado (Festuris), junto ao estande do município de Farroupilha e no Salão do Enoturismo.
     A realização da 5ª edição do Festival do Moscatel é da Prefeitura de Farroupilha, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo e da Secretaria de Agricultura, e da Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos, Espumantes, Sucos e Derivados (Afavin), com apoio do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da Região Uva e Vinho e da Atua Serra.


Grande Prova Vinhos do Brasil acontecerá em dezembro no Rio de Janeiro



A Grande Prova Vinho do Brasil, maior degustação às cegas (os degustadores não veem os vinhos que provam), terá início no dia 8 de dezembro, com curadoria do expert Marcelo Copello, e um corpo de jurado altamente qualificado, no Rio.. A prova, que chega à sua quarta edição, deverá reunir mais de 1.500 garrafas para serem degustadas durante cinco dias, organizadas em 22 categorias, das quais sairá à classificação dos melhores vinhos do Brasil disponíveis no mercado. Diferentemente de alguns concursos internacionais, em que centenas de vinhos são premiados e o simples fato de alcançar certa nota já garante uma medalha, na Grande Prova conheceremos de fato os três melhores vinhos de cada categoria. Em sua última edição, participaram surpreendentes 109 vinícolas e mais de 850 rótulos foram avaliados, um recorde de participação, o que já foi uma vitória, pois o próprio consumidor desconhecia o fato de o país ter tantas variedades da bebida. “O melhor desta iniciativa é acompanhar o crescimento em número e qualidade dos vinhos brasileiros, podendo apresentar ao mercado um resultado que encanta a todos, em especial a alguns que ainda desconhecem o fato de termos tantas vinícolas, rótulos e uma indústria em ascensão”, relata Sergio Queiroz, um dos organizadores do evento.
O júri, composto por profissionais de vários estados e convidados internacionais, contando com representantes do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), parceiro do evento, da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS), da Embrapa Uva e Vinho, de jornalistas especializados e de sommeliers premiados, se reúne de 8 a 12 de dezembro no Rio Othon Palace Hotel, em Copacabana, no Rio de Janeiro.
A dinâmica, o regulamento e as etapas podem ser consultados no site www.riowineandfoodfestival.com.br/prova-brasil/.
Conheça as categorias que serão avaliadas:
1. ESPUMANTE BRUT BRANCO
2. ESPUMANTE BRUT ROSÉ
3. ESPUMANTE EXTRA-BRUT, NATURE BRANCO
4. ESPUMANTE EXTRA-BRUT, NATURE ROSÉ
5. ESPUMANTE PROSECCO/GLERA
6. ESPUMANTE MOSCATEL E DEMI-SEC, BRANCO
7. ESPUMANTE MOSCATEL E DEMI-SEC ROSÉ
8. BRANCO CHARDONNAY
9. BRANCO SAUVIGNON BLANC
10. BRANCO GEWURZTRAMINER
11. BRANCO RIESLING ITÁLICO
12. BRANCO DE OUTRAS CASTAS E CORTES BRANCOS
13. TINTO CABERNET SAUVIGNON
14. TINTO MERLOT
15. TINTO TANNAT
16. TINTO PINOT NOIR
17. TINTO CABERNET FRANC
18. TINTO MARSELAN
19. TINTO DE OUTRAS CASTAS
20. CORTES TINTOS
21. ROSÉS
22. DOCES E FORTIFICADOS
O Anuário Vinhos do Brasil 2015 é uma publicação bilíngue, editada em parceria entre o grupo Baco Multimídia e o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), trazendo um panorama completo da indústria do vinho brasileira, das regiões produtoras, dos vinhos, do enoturismo, sendo hoje a principal referência editorial do setor, seja no Brasil ou no exterior, onde é distribuído em mais de 100 postos e embaixadas pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE)
Os jurados:

Já estão confirmados como jurados: os portugueses João Pires, único Master Sommelier da língua portuguesa, radicado em Londres, e José Santanita, escanção português da empresa Wine Senses; Leocir Bottega (Ibravin), Marcio Oliveira (especialista em vinhos e editor do Vinotícias); Célio Alzer (consultor do supermercado Zona Sul); Deise Novakoski (sommelier e colunista de O Globo); Bruno Agostini; Thiago Roberto (eleito Sommelier do Ano 2014, no concurso realizado pelo Rio Wine and Food Festival em parceria com a ABS-Rio), entre outros, além de Marcelo Copello (grupo Baco Multimídia), que preside o júri

A Portus indica vinhos do Porto ideais para festas de fim de ano


Eles são perfeitos para harmonizar com a sobremesa!
O vinho do Porto conquistou o mundo no século 17. Seus primeiros admiradores, fora de Portugal, foram os britânicos. A eles se deve o nome “vinho do Porto”, pois a exportação era feita por intermédio da Cidade do Porto. A origem, no entanto, é a região do Rio Douro, no Norte de Portugal. Foi ali que se criou a inimitável receita de utilizar as uvas antes de a fermentação completar seu ciclo. Nesse momento, adiciona-se aguardente vínica e guarda-se em barris.
O processo resulta em um vinho mais adocicado, pois, sem a fermentação concluída, o açúcar natural das uvas não se transforma totalmente em álcool.
Bebido como aperitivo, antes da refeição, um bom Porto é perfeito para iniciar as animadas festas de Natal e Ano Novo. Além disso, harmoniza de maneira esplêndida com as sobremesas. Há, ainda, um terceiro momento indicado para apreciá-lo: no final da refeição, como digestivo. Fãs de charuto o consideram um parceiro ideal para um puro.
A vinícola Quinta da Romaneira é uma das mais tradicionais produtoras de vinho do Porto. Suas vinhas começaram a dar frutos ainda no século 17. Os primeiros vinhos do Porto a serem leiloados pela casa britânica Christie’s, no ano de 1872, eram Quinta da Romaneira. Mas a vinícola não se acomodou na tradição. Em 2004 foi adquirida pelo enólogo Christian Seely, responsável pelos vinhos de duas produtoras em Bordeaux, na França: Château Pichon Baron e Petit Château Village. Em dupla com António Agrellos, duas vezes eleito “Enólogo do Ano”, Seely viu-se muito bem sucedido já nas primeiras investidas. A safra de 2004, de cara, rendeu um vinho do Porto Vintage.
É bom explicar. O criterioso Instituto dos Vinhos do Douro e Porto só concede a honraria Vintage a safras excepcionais. No caso da Quinta da Romaneira, tal distinção também foi estendida às safras de 2005, 2007, 2008 e 2011. Quer dizer, a Portus Importadora escolheu uma vinícola excepcional para brindar seus clientes brasileiros. Optou, também, por alguns dos melhores produtos do portfólio da Quinta da Romaneira.
Quinta da Romaneira Fine Ruby
Os Ruby são vinhos muito frutados, de cor escura (ou rubi, daí o nome), com sabores de frutas vermelhas. O da Quinta da Romaneira é produzido com as castas Tinta Roriz, Touriga Franca e Tinta Barroca. Ao aroma de frutas vermelhas acrescentou o de flores do bosque. Na boca é elegante, equilibrado e macio, com final agradável e persistente. Preço: R$ 72,00.
Quinta da Romaneira Fine Tawny
O Tawny é um vinho do Porto Ruby que passou mais tempo na madeira. Ou seja, descansou em barris por pelo menos três anos. Isso muda sua cor (cada vez mais próxima do âmbar), atenua os taninos e acentua os aromas e sabores. O Fine Tawny da Quinta da Romaneira, produzido com as mesmas castas do Ruby, é envelhecido em tonéis de carvalho por cinco anos. No nariz revela-se mais complexo. Tem aromas de frutas frescas e notas de framboesa. No palato mostra-se ligeiramente doce, frutado e rico. Preço: R$ 72,00.
Quinta da Romaneira Tawny 10 anos
Como o nome adianta, este Tawny resulta de estágios nos barris por uma década inteira. Isso o torna muito mais complexo. Sua cor oscila entre o laranja e o âmbar. Já o aroma evoca frutos secos, nozes e especiarias. No paladar mostra-se elegante e com um delicioso final persistente. Preço: R$ 156,00.
Quinta da Romaneira Tawny 40 anos
Sim, eis o esplêndido resultado de quatro décadas de envelhecimento. A cor é âmbar luminosa. No nariz revela um bouquet extremamente rico, complexo e evoca nozes, hortelã e amêndoas. Encorpado, doce e rico no palato, com sabor de nozes. Apesar da idade, tem um final longo na boca. Preço: R$ 624,00.
Quinta da Romaneira Vintage 2011
Uma preciosidade. Produzido com as uvas Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinto Cão, envelheceu 20 meses na madeira. Tem potencial de guarda. Ou seja, pode descansar na garrafa por um período de 15 anos. Torna-se, assim, excepcional. Mas já está perfeito assim. É elegante e harmonioso, com fruta intensa, viva, fresca e sedutora.  Tem aroma complexo. Na boca revela-se delicado, com taninos equilibrados. Ideal para o Natal, o Ano Novo ou qualquer dia de 2015. Preço: R$ 396,00.