sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Garibaldi faz novos investimentos na sinalização da Rota dos Espumantes


                              Estrada do Sabor, por onde os maratonistas passarão
                                    Vicente Silveira/D/JN
    
                                              Placa da Rota dos Espumantes, em Garibaldi
                                                    Márcio Carlotto/D/JN
Com o intuito de reforçar a identidade de Garibaldi (RS) como Capital Brasileira do Espumante e lembrar a todos os transeuntes das principais rodovias de acesso, de que aqui se localiza a Rota dos Espumantes, três novos totens foram instalados em pontos estratégicos do município. O investimento é da Prefeitura de Garibaldi, por meio da Secretaria de Turismo e Cultura.
As estruturas, que medem 14,62m² e 5,89m², na Avenida Independência (entrada da cidade), no Vale dos Vinhedos e no Centro de Atendimento ao Turista (CAT), localizado na BR 470. De acordo com a secretária de Turismo e Cultura de Garibaldi, Ivane Fávero, a iniciativa atende a uma demanda das 20 vinícolas integrantes do roteiro e renova a identidade da Rota dos Espumantes. “Esta é uma das ações que estamos desenvolvendo no intuito de promover cada vez mais esta importante rota”, define.
É a história de encantamento e memória que o visitante poderá encontrar na Rota dos Espumantes. De 1913, ano em que foi elaborado o primeiro espumante brasileiro, aos dias de hoje, Garibaldi vem construindo a história dos vinhos e espumantes do país. Nas grandes empresas e nas cantinas familiares, o visitante poderá visitar e conhecer esta história, bem como acompanhar as técnicas de elaboração charmat e champenoise, participar do processo de engarrafamento e aprender a degustar a bebida.
No dia 14, Garibaldi integrará a Maratona do Vinho. Muito além de uma competição esportiva, a Maratona do Vinho é um evento que coroa a temporada da colheita da uva, principal produto para a elaboração de vinhos e espumantes. No percurso oficial de 42.195 Km, a Maratona contemplará os munícios de Garibaldi, Bento Gonçalves e Monte Belo do Sul no dia 14 de fevereiro.
Durante a atividade, os participantes percorrerão o Vale dos Vinhedos e a Estrada do Sabor, aliando o mundo do vinho, do turismo e da gastronomia com o do esporte. A prova contempla maratonistas de alto rendimento, atletas amadores, representantes de academias, clubes, associações, grupos de amigos e familiares que estão em busca de harmonia e saúde.
Na Fórmula 1a área de reabastecimento é nos Pit Stops, já na Maratona do Vinho, a área de reabastecimento é nos “Vino Stops” - momentos de  revezamento e descontração regados a uva, suco, vinho, pão, queijo, salame, além de músicas e assistindo danças típicas da região. Para a premiação dos atletas e das equipes, a competição apresenta outra particularidade: todos os atletas receberão a medalha de participação, e os três primeiros receberão troféus e uma porcentagem do seu peso corporal em vinho. Os três atletas ou equipes mais bem caracterizados, com o tema Uva e Vinho, receberão cestas com produtos coloniais.
Dotado de substâncias antioxidantes, o vinho é capaz de auxiliar na recuperação pós-prova. Os benefícios da bebida para a saúde estão relacionados com os polifenóis presentes nas sementes e na casca das uvas. O consumo moderado de vinho está associado ao bem-estar e à longevidade.

Detalhes sobre como participar, o regulamento e demais informações podem ser encontradas no site: http://www.maratonadovinho.com.br/home A organização da Maratona é da Lavandosky Promoções. A Prefeitura de Garibaldi, por meio da Secretaria de Turismo e Cultura, apoia o evento.

Vinho escolhido pela Fórmula 1 e por Roland Garros

O clube de assinaturas da Wine.com.br – terceiro maior e-commerce de vinhos do mundo, trouxe rótulos de Bordeaux, uma das regiões mais importantes da França e do mundo do vinho. A seleção do primeiro ClubeW Classic de 2016 foi feita entre os vinhos do renomado produtor Société Jean-Michel Cazes, que é o fornecedor oficial dos mais importantes eventos esportivos em todo mundo. Entre os campeonatos, que contam com os rótulos da marca, estão os Grand Prix de Fórmula 1, Roland Garros, Davis Cup e Bercy Masters. Os vinhos Michel Lynch também estão listados entre os oficiais do Yacht Clube de Monaco - com o aval do príncipe Albert.
O Michel Lynch AOC Bordeaux Blanc 2014 é feito com Sauvignon Blanc e segundo a Equipe de Sommeliers da Wine.com.br possui notas minerais e de frutas tropicais como pêssego e acácia; já o Michel Lynch AOC Bordeaux Rouge 2013 é um assemblage de Merlot e Cabernet Sauvignon que, segundo os sommeliers da empresa, possui taninos sedosos, notas frutadas e de especiarias, com final fresco que garante o ótimo equilíbrio.
A Wine.com.br mantém o exclusivo ClubeW, o maior clube de vinhos da América Latina com mais de 140 mil sócios. São cinco opções de assinaturas: o ClubeW One, com vinhos sempre fáceis de beber, de harmonizar e com excelente relação qualidade x preço, com preços que variam de R$ 66 (duas garrafas) a R$ 198 (seis garrafas); o ClubeW Classic, com vinhos que variam de R$ 124,00 (duas garrafas) a R$ 372,00 (seis garrafas),  selecionados para representar as mais clássicas regiões produtoras, de tradição e qualidade; o ClubeW Premium com seleções exclusivas de vinhos de diferentes partes do mundo, cujos preços podem variar entre R$260 (duas garrafas) e R$780 (seis garrafas);  o ClubeW Espumantes é a modalidade ideal para compartilhar e celebrar todos os momentos, transformando-os em brindes especiais, R$ 62 por garrafa; e o ClubeW Fresh o primeiro clube de vinhos brancos e rosés do Brasil, com exemplares para serem apreciados no dia a dia, com preços que variam de R$ 100 (duas garrafas) a R$ 300 (seis garrafas).

O valor final das seleções e modalidades do ClubeW tem pelo menos 25% de desconto em relação ao mercado. Os Sócios ClubeW têm 15% de desconto e entrega gratuita em todas as compras no site.

Ovinocultura e valor agregado: uma conjugação de futuro


Rebanho nos campos do Sarandi, em Livramento, onde só em duas fazenda há cerca de 10 mil ovelhas.
Foto DU/JN


Ações para o desenvolvimento do agronegócio no Rio Grande do Sul colocam produtores rurais gaúchos em condições de competitividade internacional, usando tecnologias, gestão empresarial e processos de pesquisa como ferramentas de qualidade e inovação.  No cardápio das tendências gastronômicas para chefs de cozinha mundo afora, a carne de cordeiro recebe um tratamento diferenciado. Seu paladar marcante e ao mesmo tempo aberto ao leque de harmonizações variadas com bebidas são registros dos especialistas. A produção de lã natural e a sua exigente qualidade para tecer bases do mundo fashion não fica atrás. Na lista dos caçadores de valor agregado e inovação, esses são apenas dois dos olhares possíveis para a ovinocultura e suas possibilidades de negócios agroindustriais. E exatamente nesse contexto que trabalham produtores, gestores, técnicos, pesquisadores e empreendedores comprometidos com o desenvolvimento econômico gaúcho. E os resultados são positivos. Mais do que isso, são promissores. 
A partir do cronograma desenvolvido em projetos coordenados pelo Programa Juntos Para Competir, onde atuam Farsul, Senar-RS e Sebrae-RS, as potencialidades de negócios para os criadores de ovinos se tornaram ainda mais vantajosas. Com um rebanho atualmente de cerca de 4,2 milhões de cabeças, o Estado já pode ser considerado um ponto atraente para investimentos nesse segmento. Pelo Programa, a cadeia produtiva está cercada de iniciativas que vão desde capacitações até consultorias para melhorias de gestão, integração, qualidade, melhoramento de produto, pesquisa e inovação. 
O coordenador estadual da carteira de projetos da ovinocultura junto ao Sebrae-RS, Roberto Grecellé, observa que todo o trabalho até então realizado parte de pressupostos relevantes, tais como o respeito à tradição ovelheira e a cultura gaúcha, uma das mais antigas do Brasil. “A criação ovina é uma cultura que já ultrapassou mais de um século de existência sem nunca ter sido abalada na qualidade dos rebanhos. Contudo, as evoluções tecnológicas de manejo de solo e de animais são significativas. Elas correspondem às demandas cada vez mais exigentes de mercados nacional e internacional”, comenta. Não por acaso, as ações, hoje, envolvem 490 propriedades rurais divididas em diferentes grupos. 
Como se trata de um esforço coletivo de qualificação da produção, os trabalhos possuem diretrizes para qualificar tecnicamente os sistemas de produção de ovinos, aprofundando os aspectos de gerenciamento, com o objetivo de agregar valor na busca da organização dos processos de comercialização. “Dito de outra forma, ao valorizar a carne ou a lã, por exemplo, a renda do negócio é maior. Por sua vez, a satisfação dos empreendedores e de seus clientes deve estar no foco de resultados que serão benefícios gerais para todos, desde o trabalhador nas fazendas, até um chef que executa uma receita com o melhor pernil do mercado”, avalia Grecellé. 
Ao longo de 2015, somente na questão de cursos técnicos acompanhados pelo SENAR/RS foram mais de 100 horas/aulas de capacitações, como manejo de recursos forrageiros para ovinos, terminação de cordeiros, tosquia Tally hi, manejo reprodutivo e outros. Ao SEBRAE/RS coube ações como diagnóstico da propriedade rural; consultorias tecnológicas (reprodução, sanidade, alimentação e produção pecuária) e específicas em ovinocultura (desmame, gestação e pré-encarneiramento); aplicação da solução “Índice de Sustentabilidade da Empresa Rural”; mais de 20 dias de campo; roteiro de visitas com produtores, incluindo laboratórios da Embrapa Pecuária de Corte, com foco em programas de controle estratégico da verminose e laboratório de carnes para conhecer projetos de agregação de valor. 
Além disso, houve uma dezena de agendas técnicas. “Vale lembrar uma visita até a Estação Experimental Agronômica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), na cidade de Eldorado do Sul, com o objetivo de conhecer o modelo de pastejo ‘rotatínuo’, que vem sendo pesquisado e proposto pelo professor Paulo Carvalho, respeitado estudioso”, reforça o coordenador, salientando que as iniciativas do Programa Juntos Para Competir projetam fomentar o espírito da coletividade, aperfeiçoar a comercialização de animais e lã, profissionalizar as unidades produtivas com mais visão empresarial e fortalecer os núcleos regionais de ovinocultores. 
Um bom exemplo de resultados das ações pode ser avaliado na propriedade do produtor do município de Santa Maria, Gilberto Ilha Pozzobom. Ele alcançou um diferencial de mercado graças a uma consultoria que possibilita o acompanhamento técnico e gerencial de seus rebanhos. O atendimento realizado por médicos veterinários, consultores credenciados pelo Sebrae-RS, ocorrem em três momentos: antes do período reprodutivo do rebanho (avaliação reprodutiva e do estado de saúde dos animais pré-acasalamento), durante a gestação (identificação dos animais prenhes e organização da parição) e no desmame (avaliação e organização dos lotes de cordeiros produzidos).

 Com isso, a eficiência reprodutiva do rebanho é elevada em quantidade e qualidade dos animais produzidos e comercializados. Pozzobom teve aumento de 100 para 130 cordeiros nascentes ao ano com as mesmas 90 matrizes (ovelhas reprodutoras). “Aproximadamente 40% de seus animais têm partos gemelares (duplos). Isso significa que ele consegue cobrir vazios de mercado, reduzindo muito a sazonalidade, já que o mais comum é ter cordeiros para comercializar no final do ano, entre novembro e janeiro”, detalha o coordenador do Sebrae-RS.  

Ovinos, um setor que não estará em crise


Seguindo a lógica econômica de que o agronegócio é um dos setores que consegue se manter em crescimento, mesmo com as turbulências do cenário instável brasileiro, os projetos com foco na ovinocultura permanecem na agenda das entidades FARSUL, SENAR-RS e SEBRAE/RS enquanto parceiras do desenvolvimento. Segundo Grecellé, a manutenção e o aprofundamento das ações estão garantidas para 2016. “Deveremos ter a realização de pesquisa do perfil do consumidor de carne ovina e dos hábitos de consumo dessa proteína em cinco importantes centros de compra do Rio Grande do Sul. Também deveremos consolidar uma análise de competitividade das pequenas indústrias da cadeia da carne ovina com identificação de fatores de sucesso da atividade frigorífica”, exemplifica. 
Entre as consultorias especializadas, deverão ocorrer algumas para as indústrias frigoríficas (gestão, qualificação e agregação de valor), bem como estímulos para formas alternativas de consumo. “Poderemos, por exemplo, contar com a criatividade dos chefs de cozinha. E também devemos ter ações para melhor explorar o potencial das compras governamentais, uma vez que há um tratamento diferenciado para as micro e pequenas empresas”, finaliza o gestor. 
 Confira os cinco grandes grupos onde ocorrem as ações ligadas à ovinocultura:
- Desenvolver a Ovinocultura na Metade Sul: com 150 propriedades em Santana do Livramento, Quarai, São Gabriel, Lavras do Sul, Bagé, Pedro Osório, Pinheiro Machado e Rosário do Sul;  
- Desenvolver a Pecuária Sustentável no Pampa Gaúcho: com 50 propriedades em Caçapava do Sul, Alegrete, Cacequi, Lavras do Sul e Rosário do Sul; 
- Qualificar a Ovinocultura da Região Centro: com 87 propriedades em Pinhal Grande, São Sepé, Santa Maria, Quevedos e Santiago; 
- Desenvolver a Pecuária de Corte da Região Sul: com 100 propriedades em Camaquã, Capão do Leão, Herval, Mostardas, Pedras Altas, Pinheiro Machado, Rio Grande, Santa Vitória do Palmar, São José do Norte, São Lourenço do Sul e Tavares;

- Outros projetos: com 70 propriedades em atendimento continuado a grupos de ovinocultores dos campos de altitude e dos Vales do Rio Taquari e Rio Pardo. 

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Semana dos Produtores de Vinhos do Alentejo

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Semana dos Produtores de Vinhos do Alentejo 
1 a 6 de Fevereiro


   Produtores                              Vinhos em Prova


Adega de Borba

(Borba)





Adega Herdade das Aldeias de Juromenha, Lda.

(Elvas)



Herdade da
Anta de Cima

(Ponte de Sôr)


Adega de Borba Premium Tinto - 2012 (DOC)
Castas: Trincadeira, Touriga Nacional, Alicante Bouschet & Cabernet Sauvignon 

Adega de Borba Reserva Tinto - 2013 (DOC)
Castas: Alicante Bouschet, Trincadeira, Castelão & Aragonez
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Aldeias de Juromenha Verdelho - 2014 (VRA)
Castas: Verdelho

Aldeias de Juromenha Garrafeira Tinto - 2011 (VRA)
Castas: Syrah, Touriga Nacional & Cabernet Sauvignon
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Argilla Branco - 2014 (VRI)
Castas: Alvarinho, Verdelho & Viosinho

 Argilla Tinto - 2014 (VRA)
Castas: Alicante Bouschet, Alfrocheiro, Petit Verdot & Touriga Nacional

 
Local das Provas Gratuitas: Praça Joaquim António de Aguiar, nº 20-21 (Junto ao Teatro Garcia de Resende)
Tel..- 266 746 498 / Fax – 266 746 602 / Email - rota@vinhosdoalentejo.pt
Apartado 2146 - 7001-901 Évora
HORÁRIOS:
2ª Feira – Das 14.00 às 19.00 horas
3ª a 6ª Feira – Das 11.00 às 19.00 horas
Sábados – Das 10.00 às 13.00 horas


Mensagens

Seca no nordeste

Eureka - descobri deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Produtores de vinho visitam o Vale do São Francisc...":

Que seca? Será que você não sabe que no Vale do S. Francisco no Nordeste, se pratica a agricultura irrigada, que é o maior produtor e exportador de uvas do Brasil, que foi desenvolvida a uva sem sementes nessa região, que produz 15% dos vinhos nacionais?

Resposta – Quem mandou este comentário não entende agricultura.  Agricultura irrigada não impede a seca. Ela acontece e exerce seus efeitos sobre o solo, o clima e as plantas. A irrigação diminui o deficic hídrico. Além do mais, o que o Nordeste produz é uva de mesa. Sua produção de vinhos mal chega a 10 milhões de litros/ano, quando só  o Rio Grande do Sul produz  48,6 milhões de litros de vinho, segundo o Ibravin.
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Safra das azeitonas começará este mês de fevereiro


                    Luiz Eduardo Batalha na colheita de 2015, na Guarda Velha
                                Arquivo JN

Os plantadores de oliveiras do Rio Grande do Sul – mais de 70 em 30 municípios – preparam-se para iniciar a colheita da safra 2016, cuja expectativa é muito boa, com frutos de alta qualidade, apesar do excesso de chuvas em alguns momentos da primavera passada. Na maior área plantada, a Fazenda Guarda Velha, em Pinheiro Machado, com mais de 400 hectares de olivais, a colheita das azeitonas de mesa começará dia 15 de fevereiro e as destinadas a azeite, dia 25. O proprietário, Luiz Eduardo Batalha, encontra-se nos Estados Unidos, onde, dia 8 de fevereiro, representará o Brasil no Dia de Azeite Extra Virgen de Oliva do guia Flos Oleil 2016, em Nova Iorque, mas virá para o período da colheita, quando receberá visitantes de todo o País, da Argentina e do Uruguai, para os quais oferecerá degustações, almoços e jantares organizados pelo Instituto de Gastronomia de Flores da Cunha, preparados pelo chefe Mauro Cingolani. Também estão sendo esperadas visitas do governador José Ivo Sartori (PMDB) e do secretário da Agricultura, Ernani Polo. Os números não são bem claros, mas acredita-se que a área plantada já ultrapasse 1.500 hectares que produzem 350 toneladas de azeitonas e 45 mil litros de azeite/ano.
O Rio Grande do Sul está disposto a apostar fortemente nas oliveiras, nas azeitonas e nos azeites. Contribuir na geração de conhecimento e validações de tecnologias, visando a um manejo sustentável dos olivais. Essa é a ideia de pesquisadores da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), que apresentaram,  quinta-feira, dia 21 de janeiro, propostas de projetos de pesquisa para representantes da cadeia de olivicultura gaúcha. “O cultivo da oliveira no Rio Grande do Sul: estratégias de desenvolvimento da cultura num ambiente sustentável” foi abordado pelos pesquisadores Andréia Rotta de Oliveira, Caio Efrom, Flávio Varone, Larissa Abrosini, Lia Rodrigues, Sidia Witter e Vera Wolff. “Queremos desenvolver pesquisas que interessem a vocês, produtores, que supram suas necessidades”, afirmou o diretor técnico Carlos Oliveira. Ele destacou que o trabalho conta com o apoio da Emater/RS-Ascar, da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi) e da Embrapa, esta uma pioneira, pois, em sua estação experimental de Pelotas, desenvolveu vários projetos para seleção de oliveiras adaptadas ao clima e ao solo gaúchos. Eu mesmo estive lá, várias vezes, acompanhando o início dos projetos, liderado pelo Enilton Fick Coutinho, um dos autores do Zoneamento Edafoclimático da Olivicultura para o Rio Grande do Sul.
Agora, a Fepagro montou um projeto com quatro eixos: zoneamento agroclimático, cadeia produtiva, avaliação de cultivares, e controle de pragas e doenças. No primeiro eixo, está sendo feita a caracterização climática das regiões de cultivo sob o ponto de vista do zoneamento agroclimático; no segundo, um diagnóstico dos agentes e da cadeia produtiva do azeite de oliva gaúcho; no terceiro, ocorrem estudos fenológicos e da biologia reprodutiva, e sobre a qualidade de mudas: micropropagação e estabelecimento de coleções das principais variedades; no quarto, é abordada a biodiversidade de insetos associados e suas funções: potenciais pragas, inimigos naturais e controle, além da identificação de espécies de Colletotrichum associadas à antracnose  e estratégias de controle. 
O coordenador da Câmara Setorial da Citricultura e Olivicultura da Seapi, Paulo Lipp, disse ser uma satisfação ver a Fepagro interagindo diretamente com as câmaras setoriais. “É muito importante essa integração entre pesquisadores, assistência técnica e produtores”. O produtor de Piratini, Alcyr Soares Cardoso, deu os parabéns pela iniciativa. “A gente espera do Estado esse amparo”, pontuou. Estiveram presentes também o coordenador das Câmaras Setoriais e Temáticas da Seapi, Rodrigro Rizzo; e representantes da Emater/RS-Ascar, Seapi e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
A demanda sobre os olivais surgiu por ocasião da estruturação do Programa Estadual de Desenvolvimento da Olivicultura (Pró-Oliva), que prevê ações em quatro frentes: defesa sanitária e mudas de qualidade, pesquisa e assistência técnica, industrialização de azeites e conservas, e crédito para implantação de olivais. O programa, que tem apoio da Emater, Mapa, Embrapa e prefeituras, visa à expansão e consolidação da olivicultura no Estado.  
As propostas de pesquisas apresentadas pela Fepagro serão as seguintes: instalação de estações meteorológicas em pomares comerciais para monitoramento das condições de cultivo - custos e viabilização; caracterização da cadeia produtiva; coleção de cultivares in vitro; biologia reprodutiva de olea europaea; polinização; biodiversidade de insetos nos olivais; controle de cochonilhas; identificação de espécies de colletotrichum.

Excelente reencontro com o espumante 130


                                         Thainá Oliveira e Juarez Loureiro, da Valduga
                               Diego Casgrande, Juarez, Thaina, Ucha e Furini
                                         Elson Furini, Paulo Gasparotto e Eduardo Conill
                                                       Fotos Arfio Mazzei/D/JN
Há muito tempo não bebia o espumante 130, da Famiglia Valduga, vinho cuja edição de 2007, ajudei a selecionar os vinhos base, em companhia do jornalista Guilherme Veloso e do João Valduga, que nos mandou buscar, de helicóptero, em Porto Alegre. Tivbe a oportunidade de voltar a degustá-lo, dia 27 de janeiro, em jantar que o Elson Furini e o Chiquinho Tasca ofereceram para marcar a abertura do Barranquinho, uma casa de grelhados, pizzas e massas, anexo ao tradicional Barranco, na avenida Protásio Alves, em Porto Alegre. Entre os espumantes da noite, estava o 130, oferecido pelo Juarez Loureiro e pela linda Thainá Oliveira, representes da Casa Valduga naquela noite.
O 130 continua maravilhoso. Lembro que ele foi criado, em 2005, para ser um ícone da Casa Valduga. E é. Homenageia os 130 anos da chegada da família no Brasil. Um espumante brut, elaborado com chardonnay e pinot noir, que passa 36 meses em autólise na imensa adega dos Valduga no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. O chardonnay passa 12 meses em carvalho, 8% do volume total. Os puristas dizem que ele é especial  para pratos frios, peixes, carnes brancas, queijos jovens e massas com molhos leves, mas bebi-o, em homenagem ao Elsn e ao Chiquinho, acompanhando uma bela picanha correndo sangue e um entrecot macio de canre angus. Desceu como uma luva, encantador, bouqet elegante e intenso de frutas secaS,  amêndoas e um leve tostado. Foi elaborado pelo método champenoise ou tradicional, com a garrafa sendo virada, parcialmente, todos os dias na cave.
Não sou dos que esperam que um vinho seja premiado para dizer que ele é bom, mas o 130 da Valduga tem umas premiações bem significativas. Lembro algumas: Ouro no Effervecents Du Monde, na França, em 2014: Top 50 Decanter Magazine, na Inglaterra, em 2013, e 90 pontos no Guia Descorchados, Chile, em 2015.
O Barranquinho, do Elson Furin e do Chiquinho está maravilhoso. Uma cãs antiga, tomada pelo patrimônio histórico, foi totalmente reconstruída, por dentro, em ferro, sem afetar a fachada, e transformou-se numa peça que enobrece aquele ponto da avenida Protásio Alves, com suas grandes árvores centenárias, totalmente envidraçado, com uma vista magnífica de dentro para fora, para a avenida, e da avenida para dentro, especialmente à noite, quando está todo iluminado. Quanto à qualidade dos pratos, não é preciso falar, sendo daquela dupla o comando. A cozinha tem um toque porteño, pois o churrasqueiro é uruguaio e apresenta algumas coisas da trdicional parrillada, como queijo parrillero, morcilha e asado de tira.

O nosso jantar foi em petit comitê muito selecionado: os jornalistas Paulo Raymundo Gasparotto, Eduardo Connil, Guaraci Andrade, Thamara de Costa Pereira, Diego Casagande, Luiz Carlos Reche, Juremir Machado da Silva, Danilo Ucha, Arfio Mazzei e Ario Mazzei, estes do Jornal da Noite. Valeu, pela bela noite, pelas carnes e, principalmente, pelo 130.
                                Thainá servindo o espumante Valduga
                                Arfio Mazzei/D/JN

Encontro de Vinhos - Calendário de eventos e novidades para 2016

 Em 2015 passaram pelo Encontro de Vinhos  mais de 10 mil consumidores, 1000 sommeliers, lojistas e restaurateurs. “A nossa gratidão é enorme, nos números e em nossas conversas nos Encontros sentimos a felicidade de ter criado um modelo que agrada visitantes e expositores”, diz  Beto Duarte. Abrindo o calendário de feiras e eventos de 2016 com a cidade do Rio de Janeiro, o Encontro de Vinhos prepara grandes novidades para o mercado.
 “O Encontro de Vinhos tornou-se referência em eventos no Brasil, trazendo um conceito de entretenimento e experiência para os seus  visitantes”. Com essa frase, Daniel Perches define o que vem por aí neste ano. A inclusão de uma nova cidade no calendário, a vinda de um novo sócio para o projeto e a imersão no mundo da arte são alguns dos pontos a serem destacados.
Com um calendário bem amplo, anunciamos a chegada de São José dos Campos, uma cidade que já vinha sendo estudada há algum tempo. A proximidade de grandes empresas na região e o grande público apreciador de vinhos de lá foram fatores decisivos para que entrássemos com toda a força.
Outra grande notícia é a chegada de Christian Burgos na empresa. Christian é Diretor da Inner Editora e da Revista Adega, uma grande referencia no setor.
Segundo Christian, o que o fez interessar-se pelo negócio foram “o profissionalismo do Beto e Daniel, e a tendência do mercado de comunicação direta dos importadores e produtores com um consumidor cada vez mais interessado em conhecer, experimentar e comprar”. “Acredito que somando forças poderemos produzir eventos cada vez melhores, ampliar fronteiras e conquistar novos consumidores para o mercado do vinho no Brasil”, complementa Christian Burgos
Lazer, cultura e entretenimento já são itens obrigatórios em nossos eventos e agora estamos definitivamente entrando no campo da arte. Em 2016 a campanha do Encontro de Vinhos será baseada em uma obra de arte pintada pela artista Arianna Grecco, uma italiana que utiliza o vinho como tinta para suas belas artes. Arianna fez uma pintura exclusiva para o Encontro de Vinhos e, virá ao Brasil em abril para fazer outra ao vivo para os visitantes do evento de São Paulo.
E por fim firmamos uma equipe de comunicação com a Orantes.C assessoria de Comunicação para incrementar a qualidade de nosso relacionamento com a imprensa especializada e de estilo de vida.
Como já manda a tradição, e este ano não seria diferente,  teremos em todos os Encontros de Vinhos a eleição dos Top5 vinhos a cada feira. Trabalharemos com um Júri seletivo. E a eleição é feita às cegas com especialistas qualificados, contando com jornalistasespecializados, Sommeliers, donos de restaurantes, enólogos, diretores de Associações de vinhos e blogueiros.
 Calendário 2016
Rio de Janeiro
03 de março
São Paulo
02 de Abril
Campinas
16 de Julho e 09 de outubro
Belo Horizonte
06 de Agosto
São José dos Campos
11 de Novembro

Para maiores informações: Daniel Perches - daniel@encontrodevinhos.com.br - (11) 9 8453 0001/Beto Duarte - beto@encontrodevinhos.com.br - (11) 9 8240 4205

Seguradoras estão abertas a negociar pagamento do seguro rural da uva no RS

       

 Após diálogo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), as empresas responsáveis pelo seguro agrícola da uva no Rio Grande do Sul se demonstraram abertas a negociar o pagamento das apólices com os produtores locais. A pasta se reuniu com as seguradoras depois que o setor produtivo mostrou preocupação com a capacidade de pagamento dos agricultores.
Os viticultores gaúchos começaram a receber os boletos de cobrança da segunda parcela do seguro agrícola, mas alegam dificuldade de pagamento devido às grandes perdas de safra provocadas por excesso de chuva, geada e granizo na região.
O Mapa recebeu nas últimas semanas representantes de seguradoras e de produtores a fim de abrir um canal de comunicação e procurar uma solução viável. Durante a reunião, as duas empresas que atuam na região demonstraram abertura para negociar com os agricultores o parcelamento ou a prorrogação do pagamento.
No ano passado, o Mapa executou 100% do orçamento previsto para subvenção ao seguro rural da uva, que foi de R$ 20 milhões, atendendo a 5.356 produtores em todo o país. O Rio Grande do Sul recebeu 63% do total, equivalente a R$ 12,6 milhões, com 4.209 agricultores contemplados.
O montante de R$ 20 milhões para a uva foi definido em agosto de 2015 por meio de resolução do Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural, publicada no Diário Oficial da União.

Em 6 de novembro de 2015, o Mapa editou um comunicado destinado aos produtores rurais e ao mercado no qual informava que as operações do seguro rural estavam encerradas a partir daquela data. O documento afirma que o Mapa não autorizaria mais qualquer contratação de seguro com subvenção federal.

A Rota do Cordeiro também no Rio Grande do Sul


Os criadores de ovinos do Rio Grande do Sul, que se queixavam que o governo federal só olhava a ovinocultura do Nordeste, foram beneficiados com sua introdução no Programa Rota do Cordeiro. Um investimento de R$ 510 mil fortalecerá a estrutura gerencial e produtiva e capacitará produtores da região da Campanha.
O secretário de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração (MI), Alexandre Chumbinho, anunciou, terça-feira, dia 2 de fevereiro, em Bagé (RS), o investimento de R$ 510 mil no fortalecimento da estrutura gerencial e produtiva e na capacitação de produtores da região. O evento integrou a agenda do ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, no estado.

 A Rota do Cordeiro integra o projeto Rotas de Integração Nacional, que constitui a estratégia de inclusão produtiva e desenvolvimento regional do Ministério da Integração Nacional. As rotas são redes de Arranjos Produtivos Locais (APL) com o objetivo de promover o desenvolvimento regional e a inclusão socioeconômica das regiões menos desenvolvidas do país, em consonância com as diretrizes da Política Nacional de Desenvolvimento Regional. O encontro foi de manhã, com prefeitos do Consórcio do Pampa Gaúcho, ovinocultores e técnicos, na Universidade Federal do Pampa (Unipampa), no Campus Bagé

Momentos Premiados do vinho Dom Bosco está de volta!



Para estimular o giro nas gôndolas, na edição de 2016 vai sortear seis Ford Ka e um Ecosport no final da promoção. Já de olho nas vendas da Páscoa e outono-inverno, a CRS Brands, fabricante de bebidas alcoólicas com quase 90 anos de tradição, lança em fevereiro a edição 2016 da promoção Momentos Premiados do vinho Dom Bosco. Seguindo o slogan "Sobram bons motivos para brindar com vinho Dom Bosco", a promoção deste ano, criada pela agência bluebox, vai sortear sete veículos zero km, sendo um por mês e um carro extra no final da promoção, com base na extração da Loteria Federal do período.
A promoção de 2016 foi reformulada para oferecer mais comodidade aos ganhadores. Dessa vez, a CRS Brands entregará o carro novo na casa do ganhador. Para participar, basta adquirir um dos vinhos de mesa da linha Dom Bosco ou Dom Bosco Seleção, disponíveis nas opções Tinto Seco, Tinto Suave, Branco Suave, e se cadastrar no hotsite www.promocaodombosco.com.br. Até 3 de agosto, serão sorteados seis Ford Ka 1.0, sendo um carro por mês. E os consumidores cadastrados ainda receberão um número extra para concorrer a um Ecosport no final.
 O objetivo da ação é dar mais um passo rumo à liderança da categoria, alavancando o crescimento nas vendas da linha Dom Bosco, presente no mercado desde 1937, especialmente durante um dos períodos de maior consumo de vinhos. "Queremos repetir o mesmo sucesso da promoção do ano passado, oferecendo aos consumidores mais uma oportunidade de brindar com vinho Dom Bosco, já reconhecido pela qualidade", afirma José Fontelles, diretor comercial da CRS Brands.
A campanha promocional contará com suporte das ações dos pontos de venda (PDVs), como distribuição de material de divulgação (cartaz, folder para consumidores, faixa para entrada da loja, display de piso, papel de forração e outros) e trabalho dos promotores nos principais estabelecimentos. A ação também reforçada com divulgações na mídia on-line.
Fabricante da famosa Sidra Cereser, é dona da maior linha de envase de espumantes do mundo, com capacidade para produzir até 65 mil litros/hora. Uma das mais expressivas indústrias brasileiras de bebidas alcoólicas da América Latina, é também detentora das marcas Chuva de Prata, do vermouth Cortezano, das vodkas Kadov e Roskoff, aguardente 88, aperitivo com malte whisky Chanceler, além dos tradicionais vinhos Dom Bosco e Massimiliano. Com unidades fabris em Jundiaí (SP) e em Suape (PE), que juntas somam capacidade para armazenar até 20 milhões de litros, seus produtos são exportados para mais de 40 países na América Latina, África e Ásia.

Rota dos vinhos do Alentejo


A Rotados Vinhos do Aletejo, que tem su sede na bela cidade de Évora, em Portugal, mandou-me o relatório trienal 2013-2015 sobre suas atividades de divulgação do vinho alentejano. Pelos número, se vê que foi um trabalho muito bom. Meus cumprimentos aos dirigentes e executivos da Rota:
Os primeiros mercados têm mantido as suas posições: Portugal e Brasil. Os EUA ascenderam do 5º para o 3º lugar, ficando a França em 4º lugar no ranking. O Canadá apresentou a maior subida, passando do 10º para o 6º lugar.
De registar igualmente visitantes de 52 outros países tais como: África do Sul,
Austrália, Áustria, Angola, Cabo Verde, Chile, China, Chipre, Costa Rica, Colômbia,
Croácia, Dinamarca, Dubai, Finlândia, Hungria, Índia, Indonésia, Islândia, Israel,
Irão, Itália, Lituânia, Luxemburgo, Macedónia, etc.
Entre 2013 e 2014 foi registado um aumento de 26,2% nas visitas, enquanto que o aumento de 2014 para o ano transacto foi de 19,3%. Entre 2013 e 2014 foi registado um aumento de 49,2% nas degustações, enquanto que o aumento de 2014 para o ano transacto foi de 37%.

Abertura da colheita da uva em Encruzilhada do Sul



O governador José Ivo Sartori participará, nesta quarta-feira (3), nos vinhedos da Casa Valduga, em Encruzilhada do Sul (ERS 471, km 222, Passo do Sul) da abertura da colheita da uva.
O evento começará às 9h30min e terá a presença do secretário da Agricultura, Pecuária e Irrigação, Ernani Polo, da prefeita de Encruzilhada do Sul, Laíse Gorziza de Souza, e do presidente do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Dirceu Scottá.
Após os pronunciamentos, o grupo se dirigirá aos parreirais, onde o governador e a prefeita  darão início simbolicamente à colheita da uva no Rio Grande do Sul. Também haverá uma degustação de vinhos elaborados por vinícolas daquela região produtora, denominada Serra do Sudeste.

Além da abertura da vindima, serão apresentados os resultados de comercialização de vinhos, espumantes, sucos de uva e outros produtos derivados da fruta pelas empresas gaúchas em 2015. Não estarei lá, mas, certamente, p anfitirão será o Juarez Valduga, com seu chapéu de palha, que muitas vezes já me recebeu naquele bonito projeto da Valduga.

A questão do preço da carne de cordeiro


                               Ruy Gessinger em sua fazenda em Unistalda 
Não conheço ninguém que não reclame dos altos preços das carnes de cordeiro nos açougues, supermercados e butiques de carne. Agora, é um criador que faz a reclamção. Ruy Gessinger, criador de Ile de France, em Unistalda, comenta:
“Claro que faz anos que não compro carne. Eu tenho um mini açougue montado na
estância, com serra elétrica e tudo. Carneamos gado, ovinos e galinhas de
nossa própria produção, para nosso consumo,  envolucramos e  etiquetamos os
cortes, metemos nos freezers e vamos consumindo.
Deixa estar que esses dias fui a um super na praia  e, por curiosidade,
olhei o preço da carne de cordeiro: me estarreci - 70 pilas o quilo. E a
costela de gado  na base de 40 mirréis.
Um cordeiro bom pesa uns 45 quilos. Mas vamos arredondar para 50. O preço do quilo vivo é de 5,00. O cordeiro embarca no caminhão a 250 pilas cada um.
Uma vez abatido, esse cordeiro terá um rendimento de carne, com osso e tudo
de 50%.  Talvez possa chegar a 60%, mas vamos pensar em 50%.  A carne que o
abatedor tem lhe custou 10 reais o quilo. Vamos colocar impostos, combustíveis, folha de pagamento, energia etc e aquele quilo tem o custo total de 20 reais. Mas não consigo entender como tem gente que compra a 70,00 aquilo que nós
produzimos a 5,00.
Por isso nós diminuimos o  rebanho ovino e focamos no gado geral e na
produção de touros. E os ovinos são praticamente só para consumo.
Conquanto tenhamos Cabanha de Ile de france e vendamos reprodutores da raça.
Resumo da comédia: nós, que cuidamos dos bichos, quebramos geadas e pegando
ressolanas, ganhamos 5 reais o quilo. E lá na frente vendem por 70.”
Concordo com o Ruy e quem é meu leitor sabe que, volta e meia, critico o alto preço da carne de cordeiro ao consumidor. Mas, também, reconheço que, para o produtor, já foi pior. Hoje, como diz o Ruy, o cordeiro está valendo R$ 5,00 o quilo vivo, El alguns casos, mais do que o boi. Mas já valeu R$ 1,30, época em que a maior parte dos criadores desistiu da atividade, até dava ovelhas para quem chegasse na estância. Hoje, o ovino valorizou tanto, está dando tanto dinheiro, que há criador que nem abate ovelha para consumo próprio e do pessoal da fazenda, preferindo levar, da cidade, carne de Gao para alimentar os peões. Ruy diz que o animal sai da fazenda, hoje, por R$  250,00. Não faz muito tempo, lá na região da Campanha, vendia-se ovelha a R$ 30,00 – quando se achava alguém que quisesse comprar!

Não está tão ruim assim para o produtor, Ruy. Está ruim para o consumidor.

A sidra criada por um dos mais renomados produtores do mundo


O pessoal do vinho e dos espumantes não gosta muito que eu escreva sobre sidra. Mas acho-a uma bebida tão interessante, que sempre me interro por ela. A WBeer.com.br, e-commerce que seleciona e entrega cervejas em todo país, trouxe para o Brasil a sidra Eric Bordelet Sidre Nouvelle Vague.
 Além de ser uma das bebidas mais antigas do mundo, a sidra é muito popular no verão europeu por sua refrescância. O rótulo trazido pela WBeer.com.br é complexo em textura, aroma e sabores e possui teor alcoólico de 5% ABV. “Este exemplar criado por Eric Bordelet é feito do fruto de macieiras crescidas em solo de calcário com até 300 anos de idade, passa por um processo de fermentação espontâneo, com leveduras selvagens que lhe confere muito frescor e leveza”, diz Diego Cartier, Beerhunter da WBeer.com.br. Eric Bordelet é renomado em sua área, já foi sommelier do famoso restaurante francês, Arpege Alain Passard Restaurant, e é hoje um dos mais conceituados produtores de sidra do mundo, com uma produção que utiliza 20 variedades de maçã e 15 de pera. A novidade está disponível em barris de chopp de 5 litros por R$ 282 no site da empresa.

Sobre a Wbeer.com.br

Saiba qual é o vinagre ideal para cada receita


Quem gosta de coinha sabe a importância do vinagre numa boa receita. A Castelo Alimentos indica o tipo ideal para marinar carnes, cozinha oriental, molhos sofisticados e pratos quentes. De vinho tinto, vinho branco, de maçã, balsâmico ou de álcool, o vinagre da salada de cada dia ganha novas variedades, e com elas mil possibilidades de uso. De acordo a Castelo Alimentos, marca líder do segmento presente há 110 anos no mercado, cada tipo de vinagre tem suas peculiaridades e traz características e notas da matéria-prima de origem, que ajudam a valorizar as mais variadas receitas, inclusive os pratos quentes, molhos e sobremesas.
"Só a Castelo Alimentos produz mais de dez tipos de vinagres, incluindo os balsâmicos e gourmets, como Vinagre Cabernet Sauvignon, produzido com a mesma uva usada na elaboração de vinhos finos", afirma Marcelo Cereser, diretor superintendente da empresa. O executivo ressalta que hoje há uma variedade maior do produto, desde os de sabor mais encorpado ao mais suave e frutado, o que permite ao consumidor escolher o tipo de vinagre mais adequado para cada preparo culinário e obter o resultado desejado.
O vinagre de arroz, de sabor neutro, é indispensável na cozinha asiática, por exemplo. Já o vinagre de vinho branco, de sabor suave, é ideal para escabeches. Enquanto os vinagres de vinho tinto e de álcool, com menor acidez, são melhores para amaciar a carne, sem deixá-la ressecada. E o balsâmico pode ser usado tanto nas saladas e nos antepastos como também em pratos quentes.
Vinagre balsâmico
Produzido a partir do envelhecimento lento do vinagre de vinho tinto e extratos vegetais de madeira, o aceto balsâmico é um tipo de vinagre com consistência mais encorpada, de sabor agridoce e aroma amadeirado. Versátil, o balsâmico proporciona um sabor sofisticado às saladas, entradas e antepastos, e pode ser reduzido no fogo até caramelizar e se transformar em molho para carnes e legumes grelhados ou ainda em caldas de sobremesa.
Vinagre de maçã
Trata-se de um dos vinagres mais saudáveis por preservar as propriedades nutricionais da fruta. O vinagre de maçã se destaca pelo seu sabor suave e aroma frutado, portanto é ideal para temperar saladas, vinagretes, molhos diversos, e ainda no preparo de conservas e sucos detox. O Vinagre de Maçã Castelo é um tipo especial produzido com 100% da fruta.
Vinagre de vinho tinto
Trata-se de vinagre de aroma frutado e sabor suave, indicado para saladas, pratos frios, molhos tipo vinagrete, gaspacho, marinar carnes, entre outros. A Castelo Alimentos utiliza 100% da fruta para a composição desse vinagre, sendo as uvas Bordeaux, Couderc, Isabel, Jacques e até Cabernet Sauvignon (espécie usada na produção de vinhos finos), cultivadas na região sul do país.
Vinagre de vinho branco
Vinagre de aroma mais suave é indicado para saladas, deixar escabeches mais tenros, para temperar recheio de sanduíches, picles, conservas, molhos condimentados (como catchup, mostarda, barbecue), molho holandês, marinar aves, preparar ovos pochê, entre outros.
A Castelo Alimentos utiliza 100% da fruta para a composição desse vinagre, que é produzidas com uvas Niágara branca, Moscato Embrapa, Lorena e Herbemont.
Vinagre de arroz
É um dos principais temperos da culinária japonesa e asiática. De sabor neutro e levemente adocicado, o vinagre de arroz não pode faltar no preparo de sushis, conservas e entradas orientais, molhos agridoces de rolinho primavera e robatas (espetinhos), entre outros.  O vinagre de arroz da Castelo passa por um processo diferenciado e é produzido a partir do cereal fermentado.
Vinagre de álcool
Produzido a partir da fermentação do sumo de cana-de-açúcar, o vinagre de álcool pode ser encontrado nas versões colorida, clara e saborizadas com adição de sucos de frutas ou óleos essenciais, como limão, hortelã, alho e ervas finas. Por ter sabor neutro e acidez menor é indicado para o preparo de conservas, saladas, tempero de carnes, peixes e aves.




Salton oferece imersão na viticultura

Organizado pela Associação do Vale do Rio das Antas e com apoio da Vinícola Salton, juntamente com as vinícolas Cristófoli e Cainelli, o projeto “Fascínios da Vindima” permite uma imersão na cultura do vinho, durante a colheita, em uma região encantadora. Com o objetivo de proporcionar uma vivência especial durante o período mais atrativo da região vinífera, pelo terceiro ano consecutivo, a união das empresas estimula a experiência sensorial, oferecendo um roteiro dedicado à apreciação da beleza e sabor das uvas e dos vinhos nesta época do ano.
Além de observar a colheita e a pisa da uva e visitar alas históricas, o visitante poderá realizar um curso de degustação harmonizado, na Vinícola. A programação especial se estende até 5 de março. Para explorar este universo e conhecer as belezas de uma região de história secular, basta entrar em contato com agência de viagens Giordani Turismo, pelo e-mail receptivo@giordaniturismo.com.br ou pelo telefone (54) 3452-6042.
Localizada em Tuiuty, interior do município de Bento Gonçalves, no Vale do Rio das Antas, no Rio Grande do Sul, a Salton presenteia os visitantes com um convite irrecusável para se conhecer as etapas de elaboração de vinhos e espumantes. Em uma área de 77 hectares e 37 mil metros quadrados construídos, com uma arquitetura em estilo de Villa Italiana, baseada nos princípios do arquiteto Palladio, a estrutura foi projetada por Júlio Posenato e Adriana Florin e completou 10 anos em 2014.
Entre os diferenciais que transformam a Salton em uma atraente opção turística estão as caves subterrâneas, com atmosfera remete às adegas tradicionais dos castelos medievais onde descansam os vinhos mais nobres. A “Cave da Evolução”, inaugurada no segundo semestre de 2014, está a oito metros de profundidade (em relação ao nível da rua que passa na parte de trás da vinícola) e proporciona uma experiência singular, com degustação de espumantes e vinhos ao final de um labirinto místico.
Cursos de harmonização:
Harmonização especial para a Vindima (vinhos e espumantes). O peso do vinho tem que ser igual ao da comida. Comida pesada pede vinho potente, comida leve pede vinho leve. Sabores, aromas, texturas e cores podem ser similares ou contrastantes. Harmonização especial para a Vindima.
Dia: 27 de fevereiro
Horário: 18h
Local: Dall’onder Vittoria Hotel
Endereço: Rua 13 de Maio, 800 - Cidade Alta
Realização: Prefeitura Municipal através da Secretaria de Turismo
Apoio: ABE, Vinícola Salton,  Dall’Onder Vittoria Hotel e Casa da Ovelha
Contatos: (54) 3055 7141 / (54) 3455 3000 
Evento gratuito.
 Encerramento da Vindima
Música, danças típicas, vinhos, espumantes, licores, cachaças e sucos. Gastronomia típica italiana, como polenta, queijo, copa, salame, fortaia, paninis (sanduíches) e doces.
Dia: 6 de março
Horário: 10h às 17h
Local: Vinícola Salton 
Endereço: Rota Vale do Rio das Antas, Rua Mario Salton, 300 - Distrito de Tuiuty
Realização: Associação Vale das Antas, Associação Turística Linha Eulália e Associação Caminhos de Faria Lemos  

Contatos: (54) 2105 1061 -  (54) 2105 1083

Vinhos do Alentejo elege o Melhor Sommelier do Brasil 2016


Vencedor é o novo embaixador dos Vinhos do Alentejo no Brasil durante o ano de 2016. Mais de 60 sommeliers de todo o país se inscreveram no concurso, promovido pela Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA). O concurso tem o objetivo de aumentar a notoriedade dos vinhos do Alentejo no mercado brasileiro.
Etapa final contou com especialistas de São Paulo, Recife, Belo Horizonte. Rio de Janeiro, e Campinas. Concurso celebra também o aumento das exportações de vinhos do Alentejo para o Brasil. Vencedores das etapas regionais foram premiados com um tour e tasting exclusivo, com duração de uma semana, pela região portuguesa do Alentejo, à qual anseio voltar, depois de três viagens maravilhosas.
O sommelier Cláudio Moreira Alves, venceu o concurso  O Melhor Sommelier no Brasil 2016. Natural do Rio de Janeiro, o especialista participou da seletiva realizada na cidade de Campinas, em São Paulo. Com a conquista, ele exercerá a função de embaixador dos Vinhos do Alentejo no país, ao longo do ano vigente. 
Promovida pela Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA), a iniciativa visa aumentar a notoriedade e o conhecimento sobre os vinhos da região no canal da restauração brasileira. Mobilizando cerca de 60 inscritos de todo o Brasil, a iniciativa tem o objetivo de descobrir e despertar talentos brasileiros para a área de vinhos, chamando a atenção para a produção do Alentejo, região que, pela expansão no número de garrafas, confirma cair cada vez mais, nas graças do apreciador brasileiro.
Segundo destaca Maria Amélia Vaz da Silva, do departamento de Marketing da CVRA, o nível de conhecimento dos sommeliers brasileiros é muito elevado, o que naturalmente valoriza o concurso. "Queremos proporcionar aos sommeliers do Brasil a experiência da identidade vitivinícola alentejana, dentro da nossa estratégia de reforço da presença dos vinhos do Alentejo no mercado brasileiro”, acrescenta.  
Esta 3ª edição do concurso anual, promovido pela primeira vez pela CVRA em 2014, atraiu cerca de 60 participantes e integrou como elementos do júri Rui Falcão, jornalista e crítico de vinhos português, Duarte Calvão, crítico gastronómico e Francisco Mateus, presidente da CVR Alentejana. A final incluiu um teste escrito e uma prova oral sobre os conhecimentos adquiridos, tendo o grande vencedor recebido como trofeu um decanter de cristal gravado com o título de Melhor Sommelier Vinhos do Alentejo no Brasil 2016. 
Mais do que o prémio, os oito finalistas da 3ª edição ficaram a conhecer de perto a realidade dos vinhos alentejanos, as grandes variedades de castas e os distintos terroirs. Os finalistas estiveram, durante a semana passada, na região do Alentejo, em Portugal, onde trocaram experiências com os produtores e enólogos desta região.
A terceira edição do concurso, realizada em setembro 2015,  envolveu sommeliers das cidades brasileiras de Belo Horizonte, Campinas, Recife e São Paulo, com um workshop conduzido pelo jornalista e crítico de vinhos portugueses Rui Falcão. No workshop foram apresentados conceitos-chave da região vitivinícola do Alentejo, tais como o seu histórico, terroir e perfil dos vinhos. Durante o evento, eles realizaram teste escrito e foram convidados a aferir as caraterísticas singulares dos vinhos alentejanos. Desta etapa resultou o apuramento de 2 representantes de cada cidade, perfazendo um total de oito finalistas que vieram ao Alentejo conhecer de perto a realidade e as especificidades da região. 

A Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) foi criada em 1989 e é um organismo de direito privado e utilidade pública que certifica, controla e protege os vinhos DOC Alentejo e os vinhos Regional Alentejano. É também responsável pela promoção dos Vinhos do Alentejo, no mercado português e em mercados-alvo internacionais. Sua atividade é financiada através da venda dos selos de garantia que integram os contrarrótulos dos Vinhos do Alentejo.