quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Medicina de ovinos é tema central de livro

O lançamento oficial do livro Medicina de Ovinos está marcado para o dia 1º de setembro, às 16:00 hs no stand da Bayer, no Parque Assis Brasil, em Esteio, RS, onde estará acontecendo a Expointer 2011. O autor é o médico veterinário Luiz Alberto Oliveira Ribeiro, que ao longo de sua vida profissional tem se dedicado ao estudo das doenças que envolvem o segmento de ovinocultura.
“Medicina de Ovinos foi escrito especialmente para estudantes de Veterinária, Médicos Veterinários e criadores com interesse em ovinos. O texto traz, em língua portuguesa, informações analisada sobre a ocorrência, diagnóstico e medidas de controle das principais doenças de ovinos que ocorrem em nosso meio. O autor, Médico Veterinário Luiz A. O. Ribeiro, tem dedicado sua vida profissional no estudo e na pesquisa de Doenças de Ovinos na Região Sul do Brasil. Ele é Mestre em Ciências Veterinárias pela Universidade de Sidney e Doutor pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atualmente, ocupa o cargo de professor de Medicina de Pequenos Ruminantes da Faculdade de Veterinária da UFRGS.”
Dia: 1º de setembro, às 16 hs, durante a Expointer 2011
Local: Stand da Bayer, DENTRO DO Parque Assis Brasil, em Esteio, RS
Lançamento livro “ Medicina de Ovinos”
Autor: médico veterinário Luiz Alberto Oliveira Ribeiro, professor do Departamento de Medicina Animal, na Faculdade de Veterinária – Universidade Federal do Rio Grande do Sul-UFRGS.

Conselho de Olyr Corrêa ao jovem vinicultor amigo sobre os “esperts” degustadores

Marco, não te “apoquentes” com os “esperts” que “degustam” teus vinhos. É só uma febre e vai passar assim que mudar o ciclo.
Até lá, melhor a gente se esconder. Já há centenas por aí.
Abaixo o impressionante Curriculum Vitae de um deles:
Comecei a gostar de bebidas na adolescência e a cerveja foi a primeira delas. Bebia vinho de vez em quando, quando meu pai abria uma garrafa de exemplares nacionais ou chilenos e, ressaltando as características do tipo da uva estampada no rótulo, sorvia uma taça e dizia, entre outras coisas, que se tratava de uma bebida alcoólica que não causava danos à saúde desde que consumida com critério.
Em meados de 1998, ouvi na rádio Eldorado uma entrevista do então presidente da SBAV-SP, que simpaticamente convidava os ouvintes para participar de uma degustação. Não hesitei: participei e gostei dos vinhos e da acolhida. Logo em seguida me matriculei no curso básico e freqüentei com assiduidade as degustações realizadas todas as terças-feiras. De lá pra cá já se passaram mais de 10 anos e freqüentamos a aludida sociedade até o fim de 2010. No biênio 2007/2008 integrei o Conselho Deliberativo e colaborei na atualização do portal, fazendo resenhas das degustações realizadas até o fim de 2.010. Além da SBAV-SP (Diretor de Degustações período 2007-2010), já tivemos oportunidade de participar de degustações promovidas pelas Revistas Prazeres da Mesa, Divino e Menu.
Quando o tempo permite, também participo dos demais eventos ligados ao vinho. Matriculei-me no curso de Sommelier da SBAV-SP em 2009. Como gosto de escrever sobre os vinhos que provo numa linguagem clara, simples e sem afetações, acolhi as sugestões de alguns amigos e resolvi criar este blog que atualmente conta com mais de 1.000 acessos diários, com picos de até 1.500 acessos. Objetivos:
1. avaliação de vinhos de diversas procedências, com destaque para os vinhos produzidos pelos países produtores integrantes do Mercosul (Brasil, Argentina e Uruguai) e do Chile, país associado e principal produtor da região.
2. avaliação dos vinhos do Velho Mundo.
3. os vinhos avaliados, em sua expressiva maioria, são da minha adega.
4. adoção do sistema de avaliação de Robert Parker, que pontua os vinhos de 50 a 100 pontos.
5. participar das degustações mensais conjuntas à distância da “Confraria dos Enoblogs”, que segundo as palavras de um de seus criadores “está aberta democraticamente a outros enófilos que queiram participar. Para cada mês, um vinho é escolhido e no dia 1º do mês seguinte, são postados os comentários”.
6. noticiar o resultado das degustações “Esvaziando a Adega”, Verticais e outros eventos de que participar.
7. relatar enoviagens.
8. comentar promoções, liquidações e pontas de estoque realizadas por importadoras e supermercados.
9. relatar os principais eventos do mundo do vinho, lançamentos, degustações, novas importadoras, restaurantes, eventos, etc.”
Olyr Corrêa

Previsões da FAO para o mercado internacional de carne ovina. Os preços serão recordes nos próximos meses.

Paulo de Tarso dos Santos Martins, nosso leitor assíduo, manda mais uma contribuição, que eleleu no site da FarmPoint. Sobre o futuro da carne ovina no mundo. Muito interessante para os criadores e osnovos investidores no setor da ovinocultura:
“De acordo com o último relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) sobre previsões para o mercado de carnes, as menores ofertas pressionarão os preços a novos níveis recordes.
Em maio de 2011, o índice de preços de carnes da FAO alcançou um novo recorde de 183 pontos. Os preços internacionais de todas as carnes se mantiveram firmes desde janeiro. O fortalecimento dos preços reflete principalmente fatores direcionados pela oferta, incluindo condições climáticas adversas no final de 2010, reconstrução de rebanhos, problemas sanitários e maiores custos dos insumos que, consequentemente, levou a uma parada no crescimento da produção global.
Vendo a perspectiva de 12 meses, as carnes ovina e bovina tiveram fortes crescimentos e baseadas em seus respectivos índices de preços, aumentaram 38% e 20%, respectivamente, desde maio de 2010. A limitada disponibilidade de exportação em países tradicionalmente fornecedores, combinada com uma forte demanda de importação, deverá manter uma tendência de alta nos preços mundiais das carnes em curto prazo. Ao mesmo tempo, os altos preços dos grãos continuam a limitar a lucratividade do setor.
Carne ovina
Baixo crescimento na produção apesar dos preços recordes. Pelo quinto ano consecutivo, o mercado global de carne ovina verá apenas um crescimento marginal, para 13,1 milhões de toneladas, à medida que os principais exportadores estão em fase de reconstrução de rebanhos.
Na Austrália, apesar de algumas perdas relacionadas a enchentes, as boas condições climáticas e os altos preços dos cordeiros ao produtor deverão reverter o atual declínio nos estoques animais, que alcançaram os níveis mais baixos do século. Apesar disso, a melhor situação não deverá ainda se traduzir em crescimento da produção, mas somente, reduzir a contração na produção de carne de 10% em 2010 para 2% nesse ano.
Na Nova Zelândia, a produção deverá se manter quase sem mudanças, à medida que o clima severo levou à menor porcentagem nacional de parições de cordeiros desde meados da década de noventa, a uma grande queda na safra de cordeiros e à expectativa de menores ofertas em 2011. Os preços recordes para ovinos deverão, entretanto, ajudar a recuperar as perdas na produção com relação ao começo da estação.
A produção nos Estados Unidos, que deverá cair para seu menor nível já registrado, está pressionando os preços em 2011 em 72% para cima com relação ao ano passado. Na África, a boa forragem e a forte demanda do Oriente Médio estão levando a uma maior produção no Sudão, o segundo maior produtor da região depois da Nigéria. Ao mesmo tempo no Paquistão, apesar da perda de animais pelas enchentes de 2010, os maiores preços e a forte demanda de exportação estão induzindo maiores abates e exportações.
O comércio aumentará marginalmente, apesar dos preços recordes.
As exportações deverão aumentar para 845.000 toneladas em 2011, à medida que as baixas ofertas estão restringindo as vendas da Austrália e da Nova Zelândia. Com a atual reconstrução do rebanho nos dois países, os preços dos ovinos continuam sob pressão de alta em curto prazo, à medida que a competição intensifica para abates, reconstrução de estoques e exportação de ovinos.
As ofertas limitadas da Austrália e da Nova Zelândia podem estimular maiores vendas da América do Sul, em particular, da Argentina e do Uruguai, e da Ásia, em particular, da Índia. No caso das importações, os altos preços da carne e dos ovinos vivos estão impulsionando uma re-avaliação das políticas de importação de carne nos países do Oriente Próximo, como Bahrain, que opera grandes programas de subsídio a importações de carnes vermelhas.
O declínio na produção sustentará as importações pela União Europeia, bem como pelos Estados Unidos, que recentemente removeram uma barreira de uma década às importações do Uruguai devido a preocupações relacionadas à febre aftosa.”
Fonte: FAO (http://www.fao.org/docrep/014/al978e/al978e00.pdf), adaptada pela Equipe FarmPoint.

Degustação para a Avaliação Nacional de Vinhos


Avaliação das 383 amostras inscritas por 72 vinícolas para a Avaliação Nacional dos vinhos da safra 2011 acontece no Laboratório de Análise Sensorial da Embrapa Uva e Vinho, em Bento Goçalves. Serão quatro etapas.
O primeiro e o segundo grupos de 30 enólogos concluiram a degustação das amostras inscritas na 19ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2010. Este ano, devido ao aumento de 48% no número de amostras – 383 de 72 vinícolas -, a degustação de seleção será realizada em quatro etapas por quatro distintos grupos de enólogos, envolvendo 120 profissionais. O terceiro grupo começou, ontem, e o processo segue até o dia 26 de agosto. O resultado somente será apresentado ao grande público no dia 24 de setembro, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves.
O presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), enólogo Christian Bernardi, destaca a importância desta etapa no processo de avaliação da safra. “Enólogos de todo o Brasil participam deste momento, que além de oportunizar a integração, também ressalta o conhecimento técnico e a experiência de cada um. Para avaliar uma safra é essencial ter 100% de seus avaliadores especializados no assunto”, afirma.
Seguindo normas internacionais, a degustação de seleção é feita às cegas. A etapa é realizada no Laboratório de Análise Sensorial da Embrapa Uva e Vinho, parceira técnica do evento. Todas as amostras coletadas diretamente nas vinícolas, do reservatório, por membros da Comissão Organizadora, agora são analisadas durante 16 dias por 120 enólogos, que participam do processo de degustação de seleção divididos em quatro grupos. Cada grupo terá quatro dias para avaliar 96 vinhos. O segundo grupo entra em ação no dia 11 de agosto.
As amostras serão analisadas em seis categorias, sendo elas: Branco Fino Seco Não Aromático, Branco Fino Seco Aromático, Rosé Seco, Tinto Fino Seco, Tinto Fino Seco Jovem e Vinho Base para Espumante. A divulgação da relação dos 30% representativos da Safra 2011, ou seja, 115 vinhos, acontece no dia 24 de setembro, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves, para mais de 700 apreciadores da bebida. Neste dia, 16 amostras selecionadas entre os 30% serão degustadas pelo grande público e comentadas por um painel de convidados especiais formado por especialistas e jornalistas. As inscrições para quem deseja participar da 19ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2011 iniciam dia 22 de agosto. Mais informações no site www.enologia.org.br.
Grupo 1 – 5, 8, 9 e 10 de agosto
Grupo 2 – 11, 12, 15 e 16 de agosto
Grupo 3 – 17, 18, 19 e 22 de agosto
Grupo 4 – 23, 24, 25 e 26 de agosto
DEGUSTADORES GRUPO 1
Ademir Brandelli
Alberto Miele
Anderson Schmitz
Ben-Hur Rigoni
Carlos Abarzúa
Carlos Menegotto
Daniel De Paris
Diego Pasini
Edemilson Bridi
Edvaldo Gallon
Firmino Splendor
Franciele Luza
Gabriel Carissimi
Geyce Salton
Gilberto Simonaggio
Jatir Dequigiovanni
Jefferson Sancineto Nunes
João Carlos Taffarel
João Valduga
Juliano Perin
Laércio Spadari
Leandro Santini
Luciano Vian
Lucindo Copat
Márcio Bonotto
Marco Salton
Mateus Valduga
Nauro Morbini
Nelson Rotta Randon
Tiago Tonini

Azienda Bassani é de Fagundes Varela


Quem mandou a notícia foi Cecília Leite, sommelier da D.O.Brasil - Vinhos, Sucos e Espumantes. No início de agosto, ela apresentou um novo produtor do Rio Grande do Sul, Azienda Bassani, com fantásticos Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc. Os preços são justos: de R$ 25,00.
Um pouco de história: A vinda da familia Bassani ao Brasil deu-se no final do século XIX, oriunda de uma pequena localidade chamada Rocca, no município de Arsiè, província de Belluno, Região do Vêneto na Itália. Instalaram-se nas proximidades do Rio Carreiro, na antiga Bella Vista, hoje município de Fagundes Varela. O cultivo de parreirais com mudas trazidas da terra natal, tornou-se sua principal fonte de sustento. Cento e trinta anos depois descendentes desta família, voltaram a investir em parreirais, novamente com mudas de alta qualidade trazidas da Itália. Em 2005, surgiu a Vinícola Bassani Ltda com a filosofia de elaborar produções limitadas com qualidade superior, utilizando trabalho criterioso desde o plantio, manejo, colheita no ponto ideal de maturação, com seleção de uvas visando obter matéria prima de alta qualidade, com o objetivo de obter vinhos de qualidade superior, para garantir a satisfação dos mais exigentes paladares. A Vinicola Bassani Ltda. - Linha Visconde de Pelotas, 1528 - Fagundes Varela - RS
Fone: 54 3445.1057 - e-mail: vinicola@aziendabassani.com.br














Inominável é da Villagio Grando


O vinho Innominabile, da vinícola Villaggio Grando (R$ 45,00) se destaca por suas propriedades singulares. Produzido a partir de um corte de varietais, este é um vinho de guarda que transmite em sua plenitude, toda a essência do valorizado terroir da Serra Catarinense.
Com uvas cultivadas a uma altura media de 1300 metros em sistema de espaldeira, a vinícola localizada no município de Água Doce se beneficia de um dos invernos mais rigorosos do Brasil, com a amplitude térmica característica de um clima temperado absoluto e estações bem definidas ao longo do ano.
Esta conjunção de elementos naturais singulares somada à busca pela excelência no processo produtivo possibilitam à Villaggio Grando uma maturação lenta dos cachos e colheitas tardias de suas uvas que resultam em vinhos bem estruturados e de vida longa.
No caso do Innominabile, a estratégia de guardar 20% de cada safra para ser misturada à safra seguinte torna o vinho ainda mais especial, com sua mistura de colheitas anuais desde 2004, a safra de 2008 ganhou ainda mais complexidade, longevidade e estrutura, em adicionando a uva petit verdot como a sexta variedade de um vinho já composto de cabernet franc, cabernet sauvignon, merlot, malbec e pinot noir.
Nesta busca pelo constante aprimoramento, sem perder o seu estilo e elegância, o Innominabile passou por um processo seis meses de estágio em carvalho francês de tostagem media e oriundos de bosques distintos. O resultado pode ser apreciado na coloração de um rubi intenso e brilhante com reflexos violáceos, que revelam aromas amplos e inomináveis, que passam pelo fumo em rama, baunilha, coco e amoras silvestres.
Estes elementos se agregam em uma estrutura complexa e elegante, apresentando toques frutados e de especiarias, com o leve envolvimento do carvalho. Na boca, o Innominabile oferece os taninos macios que caracterizam um vinho redondo e aveludado, apresentando uma boa persistência e imprimindo elegância e singularidade após a sua degustação.
Localizada no município de Água Doce, nos campos de altitude de Santa Catarina, a vinícola Villaggio Grando reúne características ímpares de solo e clima, próprios para o desenvolvimento de seus vinhedos. São 42 hectares e 15 varietais, cultivadas em harmonia com a natureza, para a produção de vinhos tintos, brancos, rosé e espumantes em tiragens limitadas, que traduzem o terroir autêntico de umas das regiões mais frias do país.
www.villaggiogrando.com.br

Ibravin defende redução da carga tributária sobre o vinho


Carlos Raimundo Paviani mostrou a carga tributária sobre o vinho

Senadora Ana Amélia Lemos (PP) ouviu os vitivinicultores
Fotos André Oliveira/Divulgação
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Reivindicações do setor vitivinícola brasileiro foram apresentadas em audiência pública realizada pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) para discutir a situação dos acordos internacionais que impactam diretamente nas cadeias produtivas do leite, do arroz, do trigo, da carne e do vinho. O diretor-executivo do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Carlos Raimundo Paviani, defendeu, dia 4 de agosto, em Brasília, a redução da carga tributária para o vinho brasileiro. Ao falar sobre a realidade da vitivinicultura brasileira na audiência pública, Paviani salientou que o volume de impostos cobrados no país é um grande obstáculo à busca de novos mercados e ao crescimento dos produtos brasileiros. Ele esteve acompanhado presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Viticultura, Vinhos e Derivados, Arnaldo Passarin. A autora do requerimento para a realização do debate foi a senadora gaúcha Ana Amélia Lemos (PP-RS).

Entre as propostas defendidas pelo setor, além da desoneração da produção, já que o vinho pode ser considerado como alimento, estão um maior controle e fiscalização, fiscal e sanitária e a alteração da política cambial, buscando uma melhor relação entre real e dólar, visto que a situação atual estimula muito mais a importação do que a produção nacional. Paviani também defendeu, em nome do setor, a revisão pontual do Mercosul (para os setores que tem condições assimétricas, tais como vinho, arroz, trigo, entre outros), revisão do ACE 35, que estabeleceu acordo de comércio entre o Mercosul e o Chile, pedindo a volta do imposto de importação. Outra reivindicação apresentada foi no sentido do Brasil tomar uma posição defensiva para o setor de vinhos em relação à negociação de acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul. “Estas medidas buscam compensar o aumento das importações de vinhos pelo Brasil, em grande parte motivadas pelos acordos entre os países do Mersosul, e também procuram proteger a competitividade do setor ante novas ameaças de flexibilização de acordos comerciais especialmente com a União Europeia”, destacou Paviani.
Após ouvir exposição de especialistas, que relataram as dificuldades por que vêm passando seus respectivos setores, a senadora Ana Amélia (PP-RS) chegou a dar uma data para que o governo tome uma atitude concreta. “O dever de casa é do governo. Vamos dar um tempo de duas semanas para acompanhar a evolução do que foi aqui tratado”, afirmou a senadora pelo Rio Grande do Sul.
Antes de apresentar os pleitos do setor vitivinícola brasileiro, base do sustento de mais de 20 mil famílias de pequenos produtores de uva no Brasil, Paviani discorreu sobre o panorama mundial da produção de vinhos, que mostra uma produção maior do que o consumo. Por esta razão, disse o diretor-executivo do Ibravin, a Uniao Europeia, maior produtora, importadora, consumidora e exportadora de vinhos do mundo, está reorganizando sua vitivinicultura, a partir de um plano implantado em 2008, prevendo a aplicação de 1,2 bilhão de euros de subsídio aos seus produtores até 2015. “O plano deles é avançar sobre novos mercados consumidores, como o Brasil, país com estabilidade econômica conquistada, moeda forte e ascensão social, quer atrai a atenção de países exportadores”, explicou. “Isso coloca em risco a indústria nacional de vinhos”, completou Paviani, justificando que, com os subsídios europeus, a concorrência fica desleal e predatória.
Em relação ao Chile e Argentina, Paviani relatou as discrepâncias nas condições de competitividade em relação o Brasil, que são bem diferentes em função da diferença de matriz produtiva, escala de produção ou mesmo pela forma com o produto vinho é tratado internamente, como produto prioritário – sendo o vinho, na Argentina, a bebida nacional. “É clara a nossa desvantagem frente a estes países”, apontou. Por outro lado, o diretor-executivo do Ibravin relatou a busca por qualificação do setor, com programas de melhorias das condições tecnológicas e busca de uma identidade para promoção coletiva dos Vinhos do Brasil no mercado interno e do Wines of Brasil no exterior. “Ainda estamos procurando alternativas para desafogar os altos estoques de vinhos de mesa, como um investimento maior na produção de suco de uva, que já recebe a metade das uvas comuns colhidas nas duas últimas safras”, citou.
O Ibravin (Vinhos do Brasil e Wines of Brasil) estão presentes nas redes sociais. Confira:
FACEBOOK
facebook.com/vinhosdobr
facebook.com/brazilianwines
TWITTER
twitter.com/vinhosdobrasil ou @vinhosdobrasil
twitter.com/winesofbrasil ou @winesofbrasil
YOUTUBE
youtube.com/vinhosdobrasil
youtube.com/winesofbrasil

Samba enredo sobre os vinhos do Brasil

O lançamento oficial do samba enredo da Escola de Samba Estado Maior da Restinga, em Porto Alegre, regado a vinho e macarronada, reuniu mais de 400 pessoas,no sábado, dia 6 de agosto, na sede da Restinga, na zona Sul de Porto Alegre. O Diego Bertolini e o Orestes de Andrade Junior me convidaram a participar, mas eu estava retornando de Encruzilha do Sul, muito cansado, e passei esta.
“Da mitologia à realidade, a Tinga de Taça na Mão! Vinhos do Brasil, sinônimo de qualidade, saúde, prazer e prosperidade!” Este é o enredo que a escola de samba Estado Maior da Restinga, de Porto Alegre, levará ao Porto Seco no Carnaval 2012.
O lançamento oficial do tema foi realizado na sede da Tinga, na zona Sul da Capital, com a presença de aproximadamente 400 pessoas. Prestigiaram o ato o presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Adão Villaverde, o diretor-executivo do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), Carlos Raimundo Paviani, o gerente de Marketing do Ibravin, Diego Bertolini, o diretor-executivo da Fecovinho, Hélio Marchioro, e vereadores, secretários municipais e autoridades em geral.
“Este o pontapé inicial para o bicampeonato”, disse o presidente da Tinga, Róbson Dias, o popular “Preto”.
Paviani comentou que a democratização do consumo de vinho no Brasil pode ser ajudada por esta grande festa popular que é o Carnaval. “Estamos unindo duas belas histórias, a produção de vinho e o Carnaval, para realizarmos uma grande festa”, comentou Paviani. O gerente de Marketing do Ibravin destacou a mudança de cultura da Tinga já no lançamento do enredo: “O evento foi regado a vinho e macarronada, substituindo a tradicional cerveja e o churrasco dos barracões da escola de samba”, comparou Bertolini.
O anúncio do samba-enredo da Tinga sobre os Vinhos do Brasil, cuja produção está concentrada em mais de 90% no Rio Grande do Sul, será em Bento Gonçalves, no final do mês.

VI Seleção de Vinhos de Farroupilha



A Vêneto Mercantil e sua parceira, Scholle Packaging, patrocinam a sexta edição da Seleção de Vinhos de Farroupilha promovida pela Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos, Espumantes, Sucos e Derivados (Afavin) e a Prefeitura Municipal de Farroupilha/Secretaria Municipal de Agricultura.
No evento são avaliados vinhos finos e de mesa, espumantes brut e moscatel e suco de uva do município. O período de inscrição e coleta de amostras será de 24 a 31 de agosto. A análise sensorial dos produtos inscritos será realizada de 13 a 16 de setembro no Seminário Apostólico Nossa Senhora de Caravaggio. Na noite do dia 22 de outubro serão revelados os resultados do concurso em jantar-baile no Clube Santa Rita.

domingo, 14 de agosto de 2011

Mensagens

Copetti & Czarnobay

Ucha, querido!
Boa noite.
Muito obrigada pelo envio das fotos, ficaram muito boas, apesar da modelo não ajudar muito. Querido, mais uma vez quero te agradecer pelo final de semana que dispensastes para estar conhecendo a nossa vinícola e muito obrigada pelo carinhoso texto publicado em seu blog.
Como fostes de viagem? Espero que bem.
Mantemos contato.
Um grande abraço,
Att.
Evelyne Copetti
Gerente de Vendas e pós-vendas
Tel.: (51) 3592.8235 / (51) 9852.7267
www.vinicolabodegacopetti.com.br
Resposta – Eu que agradeço pelo gentil companhia durante a visita. Tenho mais fotos e vou enviar.
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Carrau

Hola caro Ucha,
Obrigado e parabens pelo teu Blog !!
Me chega duplicado, não sei porque ??
Grande abraco e o tempo dira se a Serra do Sudeste (Encruzilhada do Sul) sera melhor ou Santana do Livramento ?? Nao se define uma Regiao Viticola em poucos anos !!
Ate ja !! Saudacoes e melhores votos para vossa Sra. !!
Javier Carrau
Bodegas Carrau
Uruguay Las Violetas e Cerro Chapeu
Brasil Cerro do Chapeu-Santana do Livramento-RS
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Sepia

Amigo santanense!
Tu sabes onde posso conseguir o vinho Sepia, carmenère, obviamente chileno? Comprei na Barão, em Rivera e agora a "patroa" está emburrada porque terminou. Como Santana fica muuuuuuito longe, preciso aplacar a sede da medonha!
Abração,
Giba
P.S. Liguei pra Vinhos do Mundo, mas lá não tem!
Resposta – Amigo Gilberto, vou procurar e te aviso.
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Ajuda a produtores ovinos da Argentina agora é lei

O parceiro Paulo de Tarso dos Santos Martins, manda mais um texto que achou interessante:
“Sem passar por comissões, como habitualmente se faz, para não dilatar a sanção definitiva, a Câmara de Deputados da Argentina aprovou na semana passada, em uma sessão especial e por unanimidade, a ajuda econômica a produtores ovinos de toda a Patagônia.
A lei, que contava com meia sanção do Senado desde o final de junho, perdoa "o capital e os juros daqueles créditos outorgados a pequenos e médios produtores ovinos da região patagônica". O benefício faz parte da Lei Ovina, recentemente modificada por outra norma que ampliou o mínimo de recursos destinados pelo Estado ao Fundo de Recuperação Ovina em 80 milhões de pesos (US$ 19,33 milhões), dos 20 milhões de pesos (US$ 4,83 milhões) originais.
A norma, sancionada semana passada, estabelece um programa transitório para a retenção de ventres ovinos e caprinos, também com foco nos pequenos e médios produtores "durante um período de três anos" a partir da sanção da norma, ou seja, até 3 de agosto de 2014. No programa, podem entrar produtores com no máximo 5.000 animais, enquanto que a autoridade de aplicação do programa será o Ministério da Agricultura da Argentina.
"Essa iniciativa é um ato necessário de solidariedade e, por isso, a respaldamos, ainda que acreditemos que é insuficiente para dar resposta às urgências de tantos argentinos. É fundamental que se perdoe as dívidas dos produtores afetados e que se implemente um programa para recuperar os rebanhos", disse o deputado, Ulises Forte.
Ele disse que embora o projeto preveja o financiamento através do fundo de recuperação da pecuária ovina, o Estado Nacional deverá fornecer recursos nesse sentido. "O fundo tem como objetivo específico a promoção da atividade ovina e esta crise tem uma grande envergadura, de forma que cremos que também o Governo Nacional deve destinar parte dos fundos do recorde fiscal para ajudar os produtores".
Em 08/08/11 - 1 Peso Argentino = US$ 0,24175
4,13023 Peso Argentino = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)
A reportagem é do El Enfiteuta, traduzida e adaptada pela Equipe FarmPoint.

Novidades no restaurante Marco´s

O restauranteur Marcos Costa, que serve excelentes pratos com peixes, acompanhados de grandes vinhos, manda novidades sobre sua rede. Primeiro, elogia a qualidade do Blog; depois, informa que adquiriu 100% das ações do empreendimento, não tendo mais sócios. Tornou-se uma empresa 100% familiar, com toda a família participando e trabalhando junto. Para o Dia dos Pais, comemorado domingo, eles prepararam um Festival da Bacalhau, que, no momento, segundo Marcos, está mais barato a carne e o camarão. Ofereceu pratos a partir de R$49,90.
A previsão de abertura da nova filial em Gramado passou para outubro. E, em Rio Grande, está adequando projeto da primeira casa na cidade às exigências do Patrimônio Histórico e também deverá abrir a segunda casa de Rio Grande em novembro, de frente para a Lagoa dos Patos. Depois, tratará da casa em Brasilia, por sugestão da presidente Dilma Roussef, freguesa do restaurante em Porto Alegre.

Importadoras e vinícolas esperam vender bem no Wine Weekend

Sucesso obtido no ano passado motivou expositores a marcarem presença no Wine Weekend este ano, com mais opções de vinhos especiais à disposição do público, vários a preços ainda mais convidativos. Estreantes também apostam em bom volume de vendas.
Empresas que participaram da primeira edição do Wine Weekend São Paulo Festival, no ano passado, confirmam presença este ano com mais vinhos especiais em exposição, colocados à venda no evento com preços convidativos. Muito mais rótulos de boa qualidade, de diferentes regiões do mundo, poderão ser adquiridos nos quatro dias de evento (de 18 a 21 de agosto), no Jockey Club de São Paulo.
A importadora D’olivino vai levar 120 rótulos diferentes para o evento este ano, de tipos variados e provenientes de 11 países. Na edição 2010, com 80 rótulos á venda, a empresa vendeu 800 garrafas. “Nossa meta este ano é vender 1.200 garrafas no Wine Weekend 2011”, revela Marcus Cavallari, gerente de vendas. “O evento surpreende positivamente pela diversidade de público presente, desde novos apreciadores até pessoas mais experientes no mundo do vinho, todos interessados em saber mais sobre a bebida”, diz Cavallari.
A MS Import é outro exemplo. Levará 24 rótulos diferentes, da Argentina e da Itália, com expectativa de vender 900 garrafas, 50% a mais que vendeu no ano passado. Para Marcos Simonsen, presidente da importadora, “Wine Weekend São Paulo Festival é a melhor feira de vinhos do mercado na relação custo-retorno”.
Com a experiência positiva de ter vendido mais de 3.600 garrafas em 2010, a importadora Ravin promete dobrar o número de rótulos que serão oferecidos na feira este ano. Serão mais de 100 opções, de vários países, predominantemente Argentina, Chile, Itália, África do Sul, Uruguai, França, Portugal e Espanha. Vários deles estarão com preços promocionais, informa Viviane DÁvila, gerente de Marketing da importadora Ravin.
A importadora Expand espera vender 1600 garrafas, o dobro do que vendeu no evento de 2010. Segundo Michelle Lopes, do Marketing, mais de 100 rótulos serão apresentados, de vários países, entre eles Chile, Argentina, França, Itália e África do Sul. “O Wine Weekend superou nossas expectativas em relação a vendas, foi muito bom para a marca Expand”, diz Michelle.

Estreantes de peso

A estreante Costazzurra espera vender mais de 1.000 garrafas nessa sua primeira participação no Wine Weekend, e para isso levará 45 rótulos de diferentes países. Entre as opções, dois dos mais consagrados e cultuados vinhos do Novo Mundo: Opus One (Califórnia-EUA) e Almavina (Chile). “Selecionamos os vinhos TOP de cada vinícola e ofereceremos ao público descontos que vão de 20% até 60%”, revela Paulo Maurício Filho, responsável pelo Marketing da Costazzurra, importadora que levará também vinhos da França (como o Champagne Esterlin), da Itália (como o Prosecco Toso), Portugal (Porto Burton´s) Espanha, África do Sul, Argentina, outros do Chile e Uruguai.
A Casa Aragão vai apresentar 20 rótulos de Portugal (Douro, Lisboa, Ribatejo e Alentejo), incluindo os lançamento Esplanada (Algarve) e Consensus (Lisboa), além dos azeites portugueses que importa. Alguns descontos podem chegar a 50%.
A nova importadora Domínio Cassis apresentará seus vinhos uruguaios.
Presenças também confirmadas das empresas VCT Brasil (Concha y Toro), Qualimpor, Abflug, Orion Vinhos, Max Brands e Domínio Cassis.

Brasileiros marcam presença

A Vinícola Salton renovou sua participação no Wine Weekend este ano. Vai levar ao evento 25 rótulos, entre eles o lançamento Salton Gamay e seus vinhos mais consagrados.
A Vinícola Aurora participa pela primeira vez do Wine Weekend este ano e aposta na boa aceitação de seus rótulos top de linha, como o Aurora Millésime Cabernet Sauvignon 2008 os especiais Pequenas Partilhas, de vinhedos selecionados.
Estarão presentes também Casa Valduga, Domno do Brasil e Pericó (posição até 31 de julho).visite o site: www.wineweekend.com.br

Cave Wine Bar

Também participará do Wine Weekend 2011 o Bourbon Atibaia Spa & Resort, com foco na divulgação de seu mais novo Espaço Gastronômico – Cave Wine Bar. A proposta do Cave Wine Bar é apresentar ao publico amante do vinho que existe mais uma opção gastronomia no Estado de São Paulo. O Cave Wine Bar tem ambiente intimista e aconchegante e é perfeito para um público exigente que busca sofisticação, experiência e relaxamento. Entre brancos e tintos, a adega conta com mais de 180 rótulos originários de diversas partes do mundo.
Além disso, durante o “wine weekend” serão apresentados pratos harmonizados assinados pelo Chef Jérôme Dardillac. “Vamos levar novidades ao exigente mercado gastronômico brasileiro”, comenta. O chef Jérôme também vai apresentar o programa “Bourbon Wine Encontro” disponibilizados aos hóspedes do hotel, que consiste em explorar a ‘surpresa’ na gastronomia. Segundo a gerente de Alimentos e Bebidas do Bourbon Atibaia, Livia Nascimento, a idéia é explorar o inusitado, a criatividade.
“Para cada encontro, o check-in será personalizado com coquetel de boas vindas, workshop sobre “Vinhos e Tendências”, presença de renomados sommeliers durante o jantar com menu e vinhos de diferentes países que harmonizam com os pratos para degustação. O Bourbon Wine Encontro acontece uma vez por mês, de setembro a dezembro”, comenta Livia.
Wine Weekend 2011
Jockey Clube de São Paulo – 18 a 21 de agosto
Horários: quinta a sábado das 12:00h às 22:00h; domingo das 12:00h às 20:00h.
Ingressos: R$ 35 na bilheteria ou R$ 30 se adquiridos até 30 de julho pelo ingresso rápido (F. 4003-1212 / www.ingressorapido.com.br).
Os ingressos são diários e dão direito a 1 taça de degustação (entregue no local). Visite o site: www.wineweekend.com.br
Cave Wine Bar - Bourbon Atibaia Convention & Spa Resort - Bourbon Wine Encontro - Rodovia Fernão Dias, Km 37,5 - Atibaia – São Paulo. Valor: diárias a partir de R$ 365,00* por pessoa em apto duplo. Inclui: *programação do pacote temático com check-in personalizado com coquetel de boas vindas, workshop sobre “Vinhos e Tendências”, presença de renomados sommeliers durante o jantar com menu harmonido; hospedagem com café da manhã, almoço e jantar com todas as bebidas não alcoólicas inclusas durante as refeições. Cortesia de 2 crianças até 11 anos no mesmo apartamento de dois adultos pagantes. Consulte maiores informações e formas de pagamento no Tel.(11) 4414-4700. Demais localidades: 0800 703 4041. Central de Reservas: Grande São Paulo: (11) 3337-9200. Demais Localidades: 0800 701 8181. central.reservas@bourbon.com.br - www.bourbon.com.br - Twitter: @bourbonhoteis.
*Datas Bourbon Wine Encontro: 02 a 04 de Setembro; 07 a 09 de Outubro ; 04 a 06 de Novembro ; 02 a 04 de Dezembro. Idealizada há 48 anos pelo empresário paranaense Alceu Vezozzo, a Bourbon Hotéis & Resorts é a melhor empresa 100% brasileira do segmento hoteleiro. Possui 11 empreendimentos – nove corporativos e dois resorts – espalhados, estrategicamente, pelos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Atualmente, possui duas Unidades na categoria Resort, quatro na categoria Business, duas na Express, duas na Convention e uma em Residence.

Seminário de Vitivinicultura da Metade Sul do RS aconteceu em Bagé

Como estava em Fortaleza, não pude ir ao seminário de vitivinicultura em Bagé, dias 11 e 12, mas soube que foi muito interessante. Vitivinicultures das cidades de Jaguari e Itaara estiveram presentes no VIII Seminário de Vitivinicultura da Metade Sul do RS. O encontro, no Clube Comercial de Bagé, foi promovido por Sebrae/RS, Comitê de Fruticultura da Metade Sul do RS, Embrapa Uva e Vinho, Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa), Emater-RS/Ascar, Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e Associação de Produtores de Vinhos Finos da Campanha Gaúcha.
Os produtores das duas cidades, integrantes do projeto do Sebrae/RS Desenvolver as Propriedades Rurais da Região Centro,foram “buscar informações para melhorar o planejamento das suas atividades futuras, já que o seminário trouxe as tendências do setor. Além disso, ampliaram o conhecimento técnico da atividade para o desenvolvimento dos seus negócios e ainda conheceram a realidade de outros empresários”, explicou Lidiane Soldatti, gestora do projeto.
O evento visou contribuir para a competitividade do setor por meio de palestras e atividades práticas que contribuiram para o desenvolvimento tecnológico e setorial da vitivinicultura na Metade Sul do Estado. “Um seminário como esse é muito importante para a nossa região, porque a maioria das pesquisas e os maiores eventos se concentram na Serra gaúcha”, afirmou Daguimar Reolon, da Associação dos Produtores de Vinho e Derivados de Uva do Vale do Jaguari (Aprovija).
Uma das atrações do Seminário foi a presença do engenheiro agrônomo francês Gaspar-Emmanuel Desurmont, mestrando em Viticultura e Enologia pelo programa de pós-graduação internacional Vinifera Euromaster. O convidado apresentou o que se faz em termos de sustentabilidade ambiental na vitivinicultura da África do Sul, Nova Zelândia, Estados Unidos, França e Chile.
O evento foi destinado a pesquisadores, empresários, vitivinicultores, técnicos, lideranças técnicas, setoriais e políticas, estudantes, professores e demais interessados no tema. No ano passado, eu tive a honra de ser um dos palestrantes.
Este foi o programa do encontro:

11/08/2011

9h00 - 9h40 - Abertura do Seminário
9h40 - 10h00 - Inauguração da Mostra de Vinhos, Artesanato e Equipamentos
10h00 - 11h30 – Conferência de abertura: Comunicação, Marketing e Investimentos
Luiz de Alencar Lara, Associação Brasileira das Agências de Publicidade - ABAP, São Paulo, SP
11h30 - 12h00 – Debates
12h00 - 13h30 – Almoço
Painel I: Enoturismo como estratégia setorial para a Metade Sul do RS
13h30 – 14h00 – Palestra 1: Diagnóstico do Enoturismo no Brasil
Maria Amélia Duarte Flores, Vinho e Arte, Porto Alegre, RS
14h00 – 14h30 – Palestra 2: Caso de sucesso no enoturismo
Bodega Bouza, Montevideo, Uruguai
14h30 – 15h00 - Palestra 3: Políticas públicas do Estado como suporte para o enoturismo
Secretaria Estadual de Turismo, Porto Alegre, RS
15h00 – 15h15 – Debates
15h15 – 15h30 – Intervalo
15h30 – 16h30 - Palestra: Sustentabilidade ambiental na vitivinicultura
Gaspar-Emmanuel Desurmont, Engenheiro Agrônomo do Programa Vinifera Euromaster, França
16h30 – 17h00 – Debates
17h30 – Visita a Mostra das Vinícolas da Metade Sul
20h00 – Coquetel com show tradicionalista na Mostra das Vinícolas da Metade Sul


12/08/2011

8h30 – 9h00 – Palestra: Rede de Centros de Inovação para a Vitivinicultura: avanços e resultados
José Fernando da Silva Protas, Embrapa Uva e Vinho, Bento Gonçalves, RS
Painel II: Os vinhos da Campanha Gaúcha
9h00 – 9h50 – Palestra 1: Os vinhos finos da Campanha Gaúcha no contexto da vitivinicultura brasileira
Celito Crivellaro Guerra, Embrapa Uva e Vinho, Bento Gonçalves, RS
9h50 – 11h05 – Debates
11h05 – 11h20 – Intervalo
11h20 – 12h00 – Palestra: Desafios e viabilidade para a irrigação em vitivinicultura
Marco Antônio Fonseca Conceição, Embrapa Uva e Vinho/Estação Experimental de Viticultura Tropical, Jales, SP
12h00 – 12h15 – Debates
12h15 – 14h30 – Almoço
14h30 - 17h30 – Dia de Campo sobre mecanização na viticultura
Temas das estações:
* Máquinas para manejo de solo
* Máquinas e ferramentas para manejo da planta (poda e condução)
* Máquinas para manejo de pragas e doenças
* Novas tecnologias para Sistemas de Condução
* Insumos e equipamentos
18h00 – Encerramento do Seminário
19h00 - Jantar de confraternização

Costazzurra inova portfólio com vinhos espanhóis


Vinhos espanhóis na Costazzurra
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Para atender a crescente demanda do público apreciador de vinhos produzidos em diversas regiões do mundo, a importadora Costazzurra inova o seu portfólio de bebidas e traz diretamente da Espanha as linhas Barón Ladrón de Guevara, Valderiz e Galda.
A Espanha é conhecida tradicionalmente pelos diversos costumes que possui, dentre eles a música e a dança flamenca e as touradas, porém, este país também vem se destacando quando o assunto é vinhos, pois a região apresenta uvas diferenciadas com quase oitenta denominações diferentes.
Da Bodegas Barón Ladrón de Guevara, localizada na cidade de Rioja, a Costazzurra importou os rótulos Barón Ladrón de Guevara Cosecha, Barón Ladrón de Guevara Crianza 2007, Barón Ladrón de Guevara Crianza Magnum, Barón Ladrón de Guevara Reserva 2005 e Barón Ladrón de Guevara “De Autor” 2009, vinhos tintos que apresentam toque moderno e muita personalidade.
No Guia Peñin 2011 que traz a classificação dos melhores vinhos da Espanha, o vinho Barón Ladron de Guevara Crianza 2007 recebeu 87 pontos e Barón Ladrón de Guevara 2009 foi classificado em 92 pontos. Já na revista Wine & Spirits, edição dezembro de 2010, o destaque foi para o vinho Barón Ladrón de Guevarra Crianza 2007 que foi classificado com 90 pontos.
Já da Bodegas Valderiz, situada em Ribeira del Duero, os vinhos importados foram: Valdehermoso Jovem 2008, Valdehermoso Crianza 2008, Valdehermoso Crianza (Magnum), Valderiz 2004, e o ícone Valderiz “Tomas Esteban”. Os vinhedos pertencentes a Bodegas Valderiz possuem mais de 100 anos de existência e o reconhecimento da qualidade do produto final pode ser traduzido nas boas pontuações publicadas em grandes veículos de comunicação especializados na cultura e degustação de vinhos em todo o mundo.
Para a linha de espumantes, a Costazzurra escolheu a Bodegas Bohigas que é responsável pela produção da Cava Galda para representar os espumantes espanhóis de alta qualidade feitos com o mesmo método de elaboração do champagne, apresentando coloração amarelo palha, aroma frutado e bolhas finas e persistentes que conferem muita elegância ao paladar.
Os valores dos vinhos espanhóis importados pela Costazzurra variam entre R$ 39,00 a R$ 390,00.
SAC Costazzurra (11) 3663-1837. Site: www.costazzurra.com.br

A China é o novo paraiso para o vinho

O crítico de vinhos Olyr Corrêa manda mais uma contribuição de suas leituras internacionais. O surgimento da China como mercado para o vinho:
Hong Kong provides vaults for pricey wines
Frederik Balfour, Bloomberg Businessweek
Monday, August 8, 2011
Fergus Fung swipes his card across a sensor and waits as his face is scanned by a computer to verify his identity. A steel door opens, and the Hong Kong entrepreneur enters a vault that holds his treasures: bottles of high-end Bordeaux and Burgundy.
This is the Hong Kong Wine Vault, where the temperature is a constant 13 degrees Celsius, the humidity is 75 percent, and the insulation on the walls, ceiling, and floors is 4 inches thick.
"The facial-recognition thing is a bit gimmicky," said Fung, founder of the WOM guide to Hong Kong restaurants. "But with any wine cellar, security is a key issue."
Hong Kong Wine Vault is one of more than 15 repositories for high-end quaffs set up in the past three years in the city.
Since Hong Kong axed wine duties in 2008, it has overtaken London and New York as the world's biggest auction market for top wines such as Château Lafite, Domaine Romanée-Conti, and Krug. Imports surged to $858 million last year, from $185 million in 2007. Auction house Sotheby's hasn't had an unsold bottle in the city in its last 15 auctions and broke the world wine price record in October with three bottles of 1869 Château Lafite-Rothschild that fetched $230,930 each.
"It's exploded, and you need logistics to support that," said Robert Sleigh, who runs Sotheby's Asia wine business. "Now there are world-class wine storage facilities in Hong Kong."
The city needs them. The high temperatures and humidity could render a $75,000 bottle of Château d'Yquem undrinkable. Hong Kong storage costs -roughly $26 to $110 per 12-bottle case per year - is a pittance compared with the cost of a fine wine. Moreover, in a city where nearly everyone lives in apartments, few collectors have cellars.
Still, it wasn't until the government eliminated the 40 percent wine duty in February 2008 that the storage business took off. For speculators, the climate-controlled vaults can mean a difference of thousands of dollars in the value of their bottles. Provenance, or the history of how and where a bottle is kept, is important because it's impossible to know the quality of a wine without opening it. Visible inspections provide limited protection against counterfeits, and even bona fide vintages could be ruined by heat or humidity during handling.
A 1982 Château Lafite-Rothschild, which received a perfect score of 100 by wine critic Robert Parker, with good provenance sells for more than $12,000 per bottle, while one of dubious heritage may fetch $500, says Greg De 'Eb, general manager of Crown Wine Cellars, which opened its first cellar in Hong Kong in 2003, 60 feet underground in a former munitions bunker.
Crown now has three sites, including a $10 million, 44,000-square-foot facility that houses two of the three record bottles of Lafite. Their exact location is kept secret even from their owner, De 'Eb says.

Polônia reconhece vinho brasileiro

Só em 2011 os vinhos do Brasil já receberam medalhas em 13 concursos internacionais realizados no Canadá, França, Grécia, Hungria, Itália, Inglaterra, Luxemburgo e Estados Unidos. A Polônia é o nono país no ano a reconhecer a qualidade dos vinhos e espumantes brasileiros. A distinção veio do Concurso Vinoforum 2011, realizado de 14 a 17 de julho na cidade de Krynica Zdrój.
O Brasil conquistou uma Medalha de Ouro e duas Medalhas de Prata. O concurso reuniu 318 amostras de 15 países.
PREMIAÇÕES
Medalha de Ouro e Campeão da Categoria de Vinhos Brancos
Zanotto Riesling 2009 – Vinícola Campestre
Medalha de Prata
Zanotto Espumante Brut – Vinícola Campestre
Garibaldi Espumante Moscatel – Cooperativa Vinícola Garibaldi

Confiança no código aberto

A catarinense Villaggio Grando é a primeira vinícola brasileira a adotar o uso do chamado QR code, o código eletrônico que permite ao consumidor fotografar/escanear o selo presente no winetag (rótulo) dos vinhos com o seu celular ou smartphone e receber instantaneamente na tela mais informações sobre as principais características do produto.
A novidade está presente nos 9 diferentes rótulos de vinhos e espumantes da vinícola VG a medida em que as safras vão sendo renovadas a partir de 2010, oferecendo aos consumidores uma ficha técnica mais detalhada de cada vinho bem como as observações e notas atribuídas pelos usuários do sistema.
Localizada no município de Água Doce (SC) e especializada em vinhos finos de atitude, a Villaggio Grando investe na tecnologia código QR como forma de salientar ainda mais a sua transparência na relação com os consumidores, ao abrir espaço para a opinião e troca de informações entre os mesmos.
“O uso deste código eletrônico é acima de tudo a prova de qualidade da vinícola VG, já que se alguém falar bem ou mal de um determinado vinho, esta informação vai estar presente no seu rótulo”, afirma o diretor da Villaggio Grando, Guilherme Sulsbach Grando.
Localizada no município de Água Doce, nos campos de altitude de Santa Catarina, a vinícola Villaggio Grando reúne características ímpares de solo e clima, próprios para o desenvolvimento de seus vinhedos. São 42 hectares e 15 varietais, cultivadas em harmonia com à natureza, para a produção de vinhos tintos, brancos, rosé e espumantes em tiragens limitadas, que traduzem o terroir autêntico de umas das regiões mais frias do país.
www.villaggiogrando.com.br
Mais Informações: – Guilherme Sulsbach Grando (49)3563-1188

Exportações da Miolo no semestre alcançaram volume de todo o ano passado

O crescimento de mercados europeus e a conquista de novos importadores elevaram em 85% o volume das exportações da Miolo Wine Group no primeiro semestre de 2011, alcançando o mesmo volume exportado em todo o ano de 2010 , cerca 240 mil garrafas. O faturamento no período cresceu 82%.
Além do aumento de negócios com o Reino Unido, Holanda e Alemanha, que juntas representam 62% das exportações, a Miolo conquistou o mercado chinês, que já representa 14% das vendas internacionais do grupo.
Outras novidades ficam por conta da importadora Bibendum, da Inglaterra, que passará a comercializar o vinho Sesmarias, e da rede irlandesa Superquinn, que oferecerá a seus clientes os vinhos Reserva Merlot e Reserva Pinot Grigio.
A meta da Miolo até o final de 2011 é exportar US$ 1,8 milhão.

Um carmenère para acompanhar um à milanesa

Se você quiser um bom acompanhamento para um filé a milanesa, uma lasanha, uma massa com molho vermelho, uma bistequinha grelhada, um escondidinho de carne seca ou bife com fritas e hambúrguer, nada é melhor do que um Tarapacá Cosecha Carmenère 2010, um vinho redondo, frutado, de coloração rubi escura. A Wine está fazendo uma oferta imperdível deste vinho chileno: R$ 18,00 a garrafa. A Viña Tarapacá é a ex-Zavala.