sábado, 23 de julho de 2011

Larentis lança nova marca de vinho para comemorar 10 anos


Três gerações da família Larentis vivem do cultivo da uva e elaboração de vinhos finos

O patriarca Cilo Larentis e os filhos Celso, Larri e Olivar
Fotos: Janquiel Mesturini
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A vinícola familiar aposta em linha superior com produção limitada. Primeiro assemblage da empresa será apresentado para convidados em evento no dia 27 de julho. Nada melhor do que comemorar 10 safras lançando uma nova marca, seguindo o mesmo conceito. A Vinhos Larentis, que festeja sua primeira década na elaboração de vinhos, se prepara para apresentar seu primeiro assemblage. É um vinho tinto, resultado do perfeito equilíbrio entre quatro variedades, todas cultivadas em vinhedos próprios, no Villagio Larentis, propriedade da família no Vale dos Vinhedos. O lançamento será entre amigos, clientes, fornecedores, parceiros e imprensa em evento que acontece no dia 27 de julho na própria cantina.
Do plantio à colheita, da elaboração à comercialização, todo processo é desempenhado por três gerações da família Larentis, uma rotina que iniciou em 2001, quando a produção deixou de ser artesanal e passou a priorizar a elaboração de vinhos finos. Quem visita a vinícola hoje, se depara com os membros da família desempenhando diversas funções, especialmente no atendimento que é prestado no varejo da cantina. Eles sempre estão no entorno da vinícola.
Com uma estrutura de tanques de aço inox, barris de carvalho norte-americano e equipamentos de última geração, a Vinhos Larentis se dedica a produção de vinhos finos com a identidade do Vale dos Vinhedos. Seus vinhedos próprios são cultivados em sistema espaldeira e o manejo recebe atenção especial com raleio de cacho, desfolha, desbrote para limitar a produção e seleção manual de cachos nos próprios vinhedos durante a colheita. Este mesmo tratamento é destinado ao visitante que recebe atendimento diferenciado, cuidados que passam integralmente pelas mãos da família.
Nos 18 hectares da família são cultivadas variedades superiores como Cabernet Sauvignon, Marselan, Merlot, Pinotage, Ancellotta e a branca Chardonnay. Com uma capacidade fabril de 100 mil litros a vinícola produz atualmente 80.000 litros por ano. Hoje com uma linha composta pelos vinhos Reserva Especial (Ancellotta, Merlot, Cabernet Sauvignon e Marselan), pelos Varietais Nobres (Pinotage, Merlot, Cabernet Sauvignon e Chardonnay), pelos Espumantes (Brut e Moscatel), pelo Bag-in-box Vigna D’Oro (tinto e branco seco) e pelo Vigna D’Oro (tinto e branco suave), a Vinhos Larentis aposta no controle da qualidade em todo o processo.
Os vinhos e espumantes Larentis podem ser adquiridos no próprio varejo da empresa ou através do site www.larentis.com.br. O principal canal é a venda direta ao consumidor.

Vinícola Salton no Tour Uva e Vinho Terra Turismo


Cláudio Souza é o diretor comercial da Terra Turismo
Foto Sandro Seewald
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Tati Noel é quem manda dizer que, pensando no melhor atendimento ao turista que visita a serra gaúcha, a Terra Turismo acaba de incluir em seu roteiro a visitação a Vinícola Salton. A Salton, dirigida por Daniel Salton, fica em Tuiuty.
O Tour Uva e Vinho, que parte de Gramado/Canela pela manhã, visita os principais atrativos da região, incluindo Malhas Nilsi e Praça das Flores em Nova Petrópolis, queijaria Fetina de Formaio, o show room da Tramontina em Carlos Barbosa e almoço incluso e agora, a tradicional Vinícola Salton. Como opcional ao turista, a Terra Turismo também oferece um passeio no memorável trem a vapor Maria Fumaça, que inicia em Carlos Barbosa, com destino final em Bento Gonçalves.
Na visita a Vinícola Salton, o turista poderá fazer uma degustação dos vinhos “Premium” por R$10,00 e ao final do passeio, poderá resgatar este valor em qualquer produto na loja, que fica no subsolo da vinícola e em seus 300 metros quadrados, oferece todos os produtos encontrados no mercado.
“Estamos sempre atentos a qualificação dos nossos produtos e a visita à Vinícola Salton vem ao encontro desta busca pelo bom atendimento”, diz Cláudio Souza, diretor comercial da Terra Turismo.
Com 100 anos de história, a Vinícola Salton é uma das principais produtoras de vinhos, sucos e espumantes do país e figura como líder na comercialização de espumantes. Com sede em Tuiuty, em Bento Gonçalves, a vinícola funciona hoje numa estrutura de 30 mil metros quadrados de área construída.
A Terra Turismo é a primeira agência de viagens de Gramado e conta com uma equipe especializada na venda de pacotes de viagens, passagens aéreas, reservas de hotéis e demais serviços do setor. Em 2010, a agência comemorou 26 anos de atuação e os números positivos impulsionaram a direção da empresa para novos investimentos, que já está formatando a instalação de uma filial em Porto Alegre.

O Sindivinho-RS integra a nova diretoria da Fiergs


Cristiane Passarin com a presidente Dilma Rousseff na posse na Fiergs
Foto Ubirajara Terra
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A presidente do Sindicato da Indústria do Vinho do Estado do Rio Grande do Sul (Sindivinho RS), Cristiane Passarin, continua integrando o quadro diretivo do Sistema Fiergs na nova gestão da entidade. A posse foi realizada no último dia 14 de julho, tendo assumido a presidência o empresário Heitor Muller, sucedendo no cargo o industrial Paulo Tigre, com a presença da presidente Dilma Rousseff. Cristiane é a única mulher a fazer parte da diretoria da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). O Sindicato que preside tem sede em Caxias do Sul e sua base territorial, de âmbito estadual, compreende mais de 700 indústrias. Segundo Cristiane Passarin, a sua ação na nova gestão da Fiergs no próximo triênio continuará focada na busca da eliminação dos chamados ‘gargalos’ que prejudicam o desenvolvimento do setor, num trabalho integrado com as demais entidades da cadeia vitivinícola.

Cahors aproveita o mercado aberto para o malbec

Olyr Corrêa manda a informação e o comentário: “Nada como um punhado de dólares do mercado americano, aberto pelos argentinos, para fazer um francês esquecer as suas tradições milenárias.”
Vins et tourisme : naissance de la Villa Cahors Malbec
jeudi 21 juillet 2011 12:15
450 m2 en plein coeur de la ville réunissant, dans un même lieu, l'office de tourisme et un espace dédié au vin de Cahors.
Cahors (46)
Le projet œnotouristique mis en œuvre par les acteurs du vin de Cahors (46) et les multiples partenaires (dont le Grand Cahors) a pris forme, en juillet 2011, avec la naissance de la Villa Cahors Malbec en plein coeur de la ville. Pour l’Union interprofessionnelle du vin de Cahors (UIVC), l’enjeu est clair : transformer la dynamique viticole actuelle, Cahors Malbec, en dynamique véritablement territoriale : Cahors Malbec Vallée. Au-delà du territoire du vignoble (45 communes, 21 000 ha, dont 4500 ha en production), c’est tout le sud du département du Lot qui peut et doit bénéficier de cette stratégie de développement économique associant vin et tourisme.
La Villa de 450 m2 réunit dans un même lieu, l'office de tourisme et un espace dédié au vin de Cahors. Elle sera équipée d'une borne tactile d'information afin de naviguer à la découverte des Grands Sites Midi-Pyrénéens. Les producteurs y présenteront leurs millésimes et inciteront le public à partir à la découverte de l'appellation dans les vignes.
Coût global : 950 000 €, subventionnés à 75 % par l'État, l'Europe, le conseil régional et le conseil général.
www.grandcahors.fr

Show de tango e de vinho Dunamis


Gabriela Brasil representa a Dunamis em Porto Alegre
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A Dunamis Vinhos e Vinhedos promoverá uma degustação especial aos convidados que forem ao Show de Tango no John Bull Pub, em Porto Alegre, amanhã, domingo (24 de julho). A ação ocorrerá a partir das 19h, no Shopping Total. Serão servidos o vinho Dunamis Cor 2009 e o Dunamis Ser 2010 com selecionados queijos. O show, programado para começar às 21h, terá orquestra típica e dança, e será seguido por janta e baile. Informações em http://www.johnbullrs.com.br.
Na sexta-feira, dia 22, a Dunamis Vinhos e Vinhedos promoveu uma degustação dos vinhos Dunamis Cor 2009 e Dunamis Ser 2010 aos clientes do restaurante Vermelho Grill, em Porto Alegre. “Os garçons foram capacitados e treinados para explicar os diferenciais dos rótulos Dunamis”, informou a gerente de contas da vinícola em Porto Alegre, Gabriela Brasil. Os vinhos foram harmonizados com grelhados de carnes e cortes diferenciados, servidos num ambiente despojado, aconchegante e com espaços confortáveis. O Vermelho Grill fica na Av. Veríssimo do Amaral, 37. Informações pelo fone 51 3333-0253.

Classe C também está chegando ao vinho bom


Porca de Murça Reserva, vinho do Douro, em Portugal
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Quem manda a dica é Flávia Torres: o consumo de vinho tinto cresce no Brasil e isso inclui a classe C. As temperaturas mais baixas estão aquecendo as vendas nos últimos 2 meses. A Importadora Barrinhas – uma das 10 maiores do país, com alcance nacional - indica quatro vinhos tintos com excepcional custo X benefício para esse inverno. São produtos vendidos em grandes redes de supermercados, que procuram cada vez mais melhorar suas ofertas nas prateleiras. Claudio Moreira é o sócio fundador da Barrinhas, que dá mais detalhes.
As temperaturas mais baixas deste inverno estão aquecendo as importações de vinhos. Na Barrinhas, posicionada entre as 10 maiores do país, as vendas já aumentaram 15% em relação ao mesmo período de 2010 (junho/julho). Claudio Moreira indica alguns produtos com excelente custo X benefício para os consumidores brasileiros, representando algumas das principais regiões produtoras. “São vinhos de excelente qualidade a um custo bem acessível. Ideais para as temperaturas mais baixas e para acompanhar pratos de carne ou queijos”, diz.
Tierra de Luna Alta Coleccion Malbec, da bodega François Lurton, Argentina. Preço: R$ 18,98.
Porca de Murça Reserva, da região do Douro, em Portugal. Preço: R$ 41,17.
Indómita Reserva Cabernet Sauvignon, do Vale do Maipo, Chile. Esse vinho ganhou o prêmio de melhor do mundo em sua categoria (reserva) no concurso Decanter 2009. Preço sugerido de venda: R$ 29,90.
Os vinhos podem ser encontrados em redes de supermercados (Carrefour, Zona Sul, Mundial, entre outras) e lojas especializadas. Ou diretamente através do SAC Barrinhas: (11) 3151-4602 / (21) 2131.0021.
Flavia Torres - Tels: (21) 3437-5506/9419-8202/(21) 7880-8365/ID 12* 52098 - flavia@polencomunicacao.com.br

Excepcional safra em excepcionais barricas


Novas barricas da Viapiana começam a receber vinhos nesta semana
Foto Cesar Curra
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As cerca de 50 novas barricas americanas e francesas da Viapiana Vinhos e Vinhedos, de Flores da Cunha, começam a ser preparadas para receber os vinhos da excepcional safra 2011. Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Pinot Noir e Marselan iniciam seu estágio em carvalho nas próximas semanas com expectativa para grandes vinhos. Além deles, o Chardonnay completa em breve um mês de barrica francesa White Reserve, que é especial para vinhos brancos de altíssimo padrão.
As novas barricas repousam, após cheias, na também nova cave da vinícola. Com inauguração prevista para o início do próximo mês, a cave terá capacidade para 200 barricas, com 100m² de área. A nova cave será integrante do roteiro enoturístico da vinícola, junto com uma cave para cerca de 50 mil garrafas, que já está pronta e receberá adaptações para receber um espaço de remoagem de espumantes champenoise. O complemento do roteiro será feito através de uma ligação entre a cantina e o Enoespaço Viapiana, inaugurado há dois anos e que possui boutique, sala de degustações, wine bar e restaurantes.
www.vinhosviapiana.com.br / 54 3297 5144

Preparação da a Avaliação Nacional dos Vinhos


Coleta de amostras, nas vinícolas, para a Avaliação Nacional de Vinhos da safra 2011
Fotos: Gilmar Gomes
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Próxima etapa é a degustação de seleção das 384 amostras inscritas por 72 vinícolas. Enólogos percorrem o Brasil para coletar as 384 amostras inscritas por 72 vinícolas na 19ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2011, a maior da história em número de vinhos participantes. A coleta é feita diretamente nas vinícolas conforme determina o regulamento do evento que prima pelo rigor em todo o processo. O trabalho, que iniciou dia 11 de julho, encerra na próxima semana. A próxima etapa será em agosto, quando ocorre a degustação de seleção das amostras.
As amostras são coletadas diretamente nas vinícolas, do reservatório, por enólogos da Comissão Organizadora. O vinho é disponibilizado em garrafas, preferencialmente bordalesas reserva, verdes, 750ml, sem rótulo ou marca que identifique a empresa. São recolhidas 10 garrafas de cada amostras inscrita.
Com o aumento de 48% no número de amostras em relação à edição anterior, a Associação Brasileira de Enologia (ABE), promotora do evento, também ampliou a quantidade de enólogos brasileiros que irão participar da degustação de seleção. Durante o mês de agosto, entre os dias 5 e 26, mais de 100 enólogos avaliarão a safra, divididos em quatro grandes grupos. A degustação de seleção acontece no Laboratório de Análise Sensorial da Embrapa Uva e Vinho, em Bento Gonçalves.
O presidente da ABE, enólogo Christian Bernardi, destaca o comprometimento dos enólogos em todo o processo. “A colaboração de enólogos na coleta das amostras em todas as regiões onde estão instaladas as vinícolas que participam nesta edição é um fator decisivo para o sucesso do evento. Só nos resta agradecer o empenho de todos”, diz.
O resultado será apresentado para um público de mais de 700 apreciadores de vinho somente no dia 24 de setembro, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves. Além de apresentar a relação dos 30% representativos da Safra 2011, também serão divulgados os 16 vinhos selecionados entre este seleto grupo, e que serão degustados pelo público no dia do evento. Para ser classificada, a amostra deve estar entre os 30% melhores da categoria. As inscrições para o público que deseja participar da 19ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2011 iniciam dia 22 de agosto. Mais informações no site www.enologia.org.br.

Ovinocultura foi tema de palestra no Consórcio Nascentes do Pantanal


Palestra sobre ovinocultura no Consórcio Nascentes do Pantanal
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A ovinocultura foi destaque na última semana nos municípios do Complexo Nascentes do Pantanal. As palestras foram realizadas no dia 13 na Expoara, em Araputanga, e na Vila Cardoso – Porto Esperidião; no dia 14, em Mirassol D'oeste e, no dia 15,em Lambari D'Oeste.
Em parceria com a SEDRAF – Secretaria de Estado de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar, através do Programa MT-Regional, e Secretarias Municipais de Agricultura o Consórcio promoveu na última semana um ciclo de palestras sobre a ovinocultura. O palestrante Paulo de Tarso, coordenador da cadeia produtiva no Estado, apresentou o panorama da ovinocultura no Estado de Mato Grosso, com foco na produção de carne, demonstrando aos produtores da região o bom momento para se investir na atividade.

Vinagre de vinho tinto da Castelo Alimentos alia sabor e os benefícios da uva

Elaborados através da fermentação do Vinho Tinto, os produtos da marca reúnem as propriedades funcionais e antioxidantes presentes na matéria-prima.
Vinagre de vinho tinto, um dos mais antigos temperos da humanidade, também é uma rica fonte de saúde. A Castelo Alimentos - com 105 anos de mercado e marca líder no segmento de vinagres -, ressalta que vinagres produzidos a partir do tradicional processo de fermentação do vinho, preservam os benefícios desse produto.
Tanto os vinagre de vinho tinto Clássico (de 750 ml) e de Mesa (de 500 ml) como as novas versões em sachês da Castelo, são elaborados integralmente com uvas Isabel, Colder e Herbemont, originárias do Sul do Brasil.
O processo preserva o aroma frutado e sabor encorpado das uvas, além de manter as propriedades funcionais do vinho como os flavonóides e elementos antioxidantes, que auxiliam na prevenção de doenças cardiovasculares e degenerativas contra processos inflamatórios. Com o seu sabor marcante, o vinagre tinto é ideal para temperar carnes, molhos, principalmente para churrascos e sanduíches, e saladas.
Preço médio ao consumidor: Vinagre Clássico de Vinho Tinto Castelo (750ml): R$ 3,35; Vinagre de Vinho Tinto de Mesa Castelo (500ml): R$ 5,61. Sachês de Vinagre de Vinho Tinto: nos melhores restaurantes e fast food da cidade.
SACC: 0800 771 6111 - www.casteloalimentos.com.br

Vinhos italianos são tema de palestra na Fundação Ecarta

No dia 26 de julho, às 19h, a Fundação Ecarta (Av. João Pessoa, 943, em Porto Alegre) promoverá a palestra Itália, berço do Renascimento e de grandes vinhos. A doutora em História Lizete Oliveira Kummer falará sobre essa terra única, cheia de lendas e sabores. A Itália foi berço do Renascimento, um dos mais importantes movimentos artístico-culturais da humanidade, o qual influenciou gerações erevolucionou a forma de trabalhar, inclusive a gastronomia. A mediação será da enóloga Maria Amélia Duarte Flores.
Após a apresentação, haverá degustação de vinhos ícones de regiões emblemáticas italianas, como Toscana, Piemonte e Vêneto. O investimento será de R$ 25,00. Às 19h.
Inscrições: no site www.fundacaoecarta.org.br ou na sede da Fundação Ecarta. Informações: (51) 4009-2970 e nucleodovinho@fundacaoecarta.org.br

SC Gourmet terminará, amanhã, em Blumenau

Será concluída, amanhã, em Blumenau, a SC Gourmet – Mostra Brasileira de Queijos, Vinhos e Delikatessen, que começou, quinta-feira. Julio Vieira, um dos organizadores, afirmou que a idéia foi apresentar produtos diferenciados, para um público específico. “São artigos selecionados, para profissionais seletos. A ideia é obter um crescimento que mantenha a qualidade da exposição”, afirma Vieira.
O presidente da Vila Germânica, local onde acontece a SC Gourmet, contou como foi a concretização do evento, desde quando surgiu a ideia. “Destaco a beleza da feira e dos expositores e acredito no potencial do evento, inclusive na contribuição para o crescimento da Festitália, que acontece paralelamente”, diz Mette. Para Wander Weege, presidente da Vinícola Pericó, uma das marcas presentes no evento, a SC Gourmet já é sucesso garantido no cenário enogastronômico catarinense.
Um dos destaques da mostra é a fabricante de queijos Gran Mestri. Entre os produtos que expõe na SC Gourmet, estão o Grana Nero e o Cuore. O primeiro é pioneiro no Brasil, com um tempo de maturação mínima de 18 meses. Possui um sabor bastante diferenciado, típico da Itália, e recebe uma película negra por fora. O Cuore é chamado o “filé mignon” do queijo. É embalado e comercializado apenas o miolo dos grandes queijos. Em decorrência do método de produção diferenciado, os queijos Gran Mestri têm 0% de lactose.
A Decanter, uma das maiores importadoras de vinhos finos do país lança, durante a feira, as linhas Bossa e Lírica, da Vinícola Hermann, já conhecida por seus espumantes e que em um futuro próximo também terá vinhos tintos na produção. Assim como a Bossa Nova, que encantou o mundo com o ritmo tropical e único do país, a linha Bossa dá o tom, expressando a tipicidade e a qualidade de terroir brasileiro no universo dos vinhos. A linha é composta por espumantes Brut, Demi-Sec, Rosé e Moscatel. Já a Lírica, traz no aroma notas de frutas cítricas como a toranja e o limão siciliano, pontuada por aromas mais complexos de leveduras. Com espuma cremosa e integrada, o espumante desta linha é mais intenso e harmônico.
Parceira da Decanter, a Vinícola Quinta da Neve, pioneira na produção de vinhos finos em São Joaquim também apresenta seus produtos na mostra, como os vinhos Cabernet Sauvignon, Pinot Noir e Chardonnay. A Vinícola Hermann une o conhecimento de mercado e a experiência adquirida pela família Hermann, proprietária da Decanter Importadora, e aposta na região sul do Brasil. Com vinhos de padrão elevado e custo atrativo, a família cuida desde 2009 de vinhedos que começaram a ser plantados em 2001 e já demonstram um excelente potencial, pronto para ser apreciado.
A Vinícola Pericó apresenta o recém-lançado e premiado Pericó Basalto 2008, Top Five na categoria Tintos do Novo Mundo na 3ª edição do Vitória ExpoVinhos-ES. Além deste lançamento, elaborado com uvas Cabernet Sauvignon (60%) e Merlot (40%) cuidadosamente selecionadas, a Pericó levou para degustação na SC Gourmet seus principais produtos. Entre eles, destaque para o Basaltino Pinot Noir, os premiados Taipa Rosé e o espumante Cave Pericó Branco brut. A mostra é uma ótima oportunidade para conhecer os detalhes sobre o “Icewine” brasileiro, o único, raro e inédito, colhido no amanhecer a -7,5º C do dia 04/06/2000.
A Ki-Baguetti, uma das mais tradicionais padarias e confeitarias em Blumenau, é responsável pelas atrações do lounge, um dos espaços da feira. No ambiente, visitantes e expositores terão acessos a produtos selecionados pela empresa, entre eles pães rústicos europeus e doces elaborados de acordo com a tradição portuguesa. O responsável pelo ambiente éo chef Junior Ventura. O blumenauense foi criado em Portugal e possui conhecimentos nas áreas de gastronomia, confeitaria e técnicas decorativas. Passou por cursos em Portugal, Itália e Inglaterra.
Na programação, destacou-se a aula-show, ministrada na sexta-feira (22), às 19h30, pelo chef Alessandro Eller, sobre o Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura. O programa, criado pela ABCS – Associação Brasileira de Criadores de Suínos, tem como objetivo o aprimoramento da atividade em todas as regiões brasileiras, buscando a consolidação de benefícios e a estabilidade econômica do setor.
Nos últimos anos, o Brasil se transformou no quarto maior produtor mundial e no quarto maior exportador e, desde 2005, a carne suína passou a superar a marca anual de 1 bilhão de dólares em vendas internacionais, dirigidas para mais de 70 países. A implantação desse trabalho em nível nacional oferece grande potencial de desenvolvimento econômico do setor com fortes repercussões de caráter social. Paralelamente às grandes indústrias existe um grande número de pequenas e médias unidades, que serão diretamente beneficiadas por este projeto. As ações serão desenvolvidas em cidades dos estados de Santa Catarina, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, e no Distrito Federal.
Durante estes quatro dias, profissionais e visitantes poderão participar de exposições, palestras e workshops sobre temas variados. Destaca-se a presença dos chefs internacionais Emmanuel Bassoleil (França) e Heiko Grabolle (Alemanha), que ministraram aulas-show dias 21 e 23. Com 33 anos de carreira, Bassoleil é responsável pela gastronomia do Hotel Unique e Skye Restaurante Bar, em São Paulo. Grabolle passou por diferentes restaurantes na Alemanha, Suíça, Inglaterra, Itália e Espanha, e hoje atua em Florianópolis (SC), onde possui uma empresa que oferece serviços de chef de cozinha, food stylist e consultoria gastronômica.
Na programação ainda haverá oficinas e aulas de cozinha do mar, italiana, pratos à base de carne suína e sobremesas, além de palestras sobre vinhos de altitude e os benefícios do consumo moderado da bebida para a saúde, com o cardiologista Siegmar Starke. Durante estes e outros momentos, há harmonizações entre os pratos e vinhos. O responsável é o renomado sommelier da Decanter Enoteca, Igor Maia. O profissional é reconhecido pela Associação Brasileira de Sommeliers e pelo Wine Spirit Education Trust.
A mostra reune produtores dos mais diferenciados tipos de queijos, vinhos, especiarias, embutidos, frutos do mar, cachaças finas, chocolates, geleias e outros produtos de delikatessen fabricados no Brasil e exterior. Segundo um dos organizadores do evento, Develon da Rocha, a ideia é apresentar as novidades do mercado aos profissionais das áreas de alimentos e bebidas e também ao consumidor final.
Cerca de 80 marcas, entre empresas e entidades, além de instituições comerciais e de ensino estão presentes.. A Mostra ocorre paralelamente à 18ª Festitália, evento que celebra a cultura italiana trazida pelos imigrantes. No horário noturno a SC Gourmet está aberta aos consumidores. Das 15h às 19h apenas profissionais com CNPJ tem acesso à mostra. As inscrições para participar do evento podem ser feitas no site http://www.scgourmet.com.br e para as oficinas e workshops pelo telefone (47)3222-0005, no Senac Bistrô, em Blumenau. A SC Gourmet conta com o suporte de importantes organizações, entre elas a Eletrosul e a SC Gás, além do SENAC/SC, apoiador pedagógico e patrocinador dos eventos enogastronômicos.
Estes são os apoiadores:
Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – Abrasel
Associação Catarinense de Vinhos Finos de Altitude – Acavitis
Associação Empresarial de Blumenau – Acib
Banco Regional do Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE
Blumenau Convention & Visitors Bureau
Decanter Enoteca
HBtec
Parque Vila Germânica
Prefeitura de Blumenau
Revista Prazeres da Mesa
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico
Secretaria Municipal de Turismo de Blumenau
SENAC Bistrô Johannastift
Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Blumenau e Região – Sihorbs

Sucos Suvalan agora com tampa de rosca

Empenhada em atender a demanda de seus consumidores, a Suvalan, instalada no Vale dos Vinhedos, acaba de lançar uma novidade em sua série de sucos. Toda linha de Sucos Suvalan começa a chegar ao mercado com tampa de rosca, em substituição ao modelo convencional atual de pull-tab. A transformação será transitória e gradual. A inovação traz mudanças significativas ao consumidor, que agora pode contar com uma embalagem de fácil manuseio, melhor acondicionamento e sem gotejamento.
O próximo lote dos Sucos Suvalan já chega ao mercado com a novidade, que além de facilitar o manuseio do produto ainda evita desperdício. Reciclável, a tampa de rosca também impede o gotejamento, garantindo melhor acondicionamento do suco. Adotada especialmente para atender a demanda de seus consumidores, as novas tampas conferem um layout mais clean à embalagem.
Para a Suvalan, oferecer esta praticidade e garantia de qualidade do primeiro ao último gole é uma questão de compromisso com o consumidor. Por isso, a empresa apostou na reformulação e reestruturação do maquinário de fábrica para atender a demanda. O investimento, além de trazer uma inovação na estética do produto, também garante maior funcionalidade, segurança e conveniência. O derramamento causado pelas tampas pull-tab agora não acontece mais.
Disponíveis nos principais pontos de venda do Brasil, especialmente da Região Sul, os Sucos Suvalan podem ser encontrados sem adição de açúcar nos sabores Uva, Maçã, Mix de Maçã com Acerola e Mix de Maçã, Laranja e Manga; néctar nos sabores de Abacaxi, Maracujá, Uva, Laranja, Pêssego e Tangerina e na versão light em Uva, Laranja e Pêssego.
Os Sucos Suvalan de Uva e de Maçã, e agora também o Mix de Maçã, Laranja e Manga, ostentam o Selo de Aprovação da Associação Brasileira de Cardiologia, o que garante mais saúde a quem os consome e atesta a qualidade permanente.

Flávia Quaresma, Danio Braga e Cesar Santos ensinam segredos da gastronomia no Kenoa Resort


Chefs Flávia Quaresma, Danio Braga e Cesar Santos
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O criador da Associação Brasileira de Sommeliers, chef Dânio Braga, estará ao lado dos chefs Flávia Quaresma e Cesar Santos no II Ritual Gastronômico do resort, marcado para 18 a 20 de agosto, na Barra de São Miguel, em Alagoas. A Teresa Perez Tours oferece roteiro para quem deseja participar do evento. Eles abrirão seus cadernos de receitas para ensinar os segredos da gastronomia contemporânea e harmonização de vinhos. Para os interessados nas aulas, a Teresa Perez Tours criou um roteiro de 03 noites.
Para o ritual gastronômico, os chefs selecionaram o que há de mais ousado e sofisticado. Entre os pratos do cardápio, lagosta ao molho de coco e maracujá com tortinha de inhame e banana chips; tentáculos de polvo com quiabo e abóbora, cuscuz com castanha e emulsão de pimentão vermelho; e pirâmide de berinjelas e queijo cabra com vinagrete de manjericão.
• Flávia Quaresma - A chef tem um estilo ousado que une o tradicional da culinária francesa aos ingredientes e temperos brasileiros.
• Danio Braga - Chef e sommelier criou a Associação Brasileira de Sommeliers.
• Cesar Santos - eleito entre os melhores chefs brasileiros especialista em gastronomia mediterrânea.
Roteiro Ritual Gastronômico Kenoa Resort - Teresa Perez Tours - 3 noites em Apoena Suíte - Aulas de gastronomia e harmonização de vinhos - uma sessão de reflexologia para duas pessoas - Valor por pessoa: a partir de R$ 1.224 - Contato: (11) 3799-4000 - www.teresaperez.com.br

Sugeri à Teevo comemorar com um Romanée-Conti La Tache




La Tache é um belo vinho para comemorar










Rodrigo Castro, Vera Renner, Gerson Pozzi e Gelso Furlin
DU/JN
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Na sexta-feira, dia 22, amocei um belo bacalhau, no restaurante Pampulhinha, o melhor do gênero em Porto Alegre, com a Vera Renner, o advogado e consultor Gerson Pozzi, da Steffen & Pozzi, o Rodrigo Castro, diretor de Negócios da Teevo, e Gelson Furlin, presidente da Teevo. Eles falaram sobre o sucesso da Teevo, empresa de tecnologia da informação e da comunicação, criada há apenas 10 meses, resultado da fusão das empresas ABYZ, Latin Tec, MI Informatica e SK
Tecnologia, processo conduzido por Gerson Pozzi com grande competência. A nova empresa já temmais de 130 empregados, quatro mil clientes em 16 estados brasileiros e passou de um faturamento de R$ 34milhões – as quatro somadas – para R$ 50 milhões e pretende chegar, em 2012, a R$ 100 milhões.
Contei tudo isso para dizer que sugeri ao Pozzi, ao Rodrigo e ao Furlin que reunissem seus demais sócios - Fabio Junges, Glauco Nunes, Marcos Barcarolo e Vitor Kuhn – e comemorassemos o primeiro aniversário e o sucesso da Teevo, em setembro, no Pampulhinha,com muito bacalhau e algumas garrafas do vinho La Tache que respousam na adega-cofre da casa, ao preço de R$ 18 mil cada. Eles não precisam fazer como o bilionário russo Roman Abramovich, que só bebe água mineral, mas distribuiu vinho La Tache aos freqüentadores do restaurante onde jantava com amigos só porque “estava feliz”. Pagou US$ 11.600 cada garrafa. O La Tâche é um vinho da Borgonha classificado como Grand Cru, produzido na cidade de Vosne-Romanée na Côte d'Or, França. Ele faz parte dos místicos crus da Borgonha da Côte de Nuits.

Herdade Cadouços 2006 é um tinto que vai bem com cordeiro


O belo prato de cordeiro com lentilha italiana

Chef Michel Vallandro do Umberto Restaurante
Fotos DU/JN
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Noite destas, fria e chuvosa, degustei um belo tinto português que caiu muito bem com a carne de cordeiro preparada pelo chef Michel Vallandro, no Umberto Restaurante, em Porto Alegre. Fui até lá, com o Arfio Mazzei, do Jornal da Noite, e pedimos o cardápio surpresa do chef, que se encarregou de sugerir o vinho: o tinto Herdade Cadouços - Colheita 2006. Lá do Ribatejo, em Portugal, vinho que recebeu a medalha de prata no Concurso Nacional de Vinhos Engarrafados, em Portugal. Aprovamos. Vinho de estrema elegância com aromas de frutas vermelhas e cor rubi intenso, agradável passagem de boca com pleno preenchimento de paladar e um final persistente. Devido a sua vinificação natural e moderna proporciono um prazer sem igual.
Graduação alcoólica: 14%
Foi no jantar das Quintas com Cordeiro, montado com carinho e competência pelo chef Michel Vallandro, no Umberto Restaurante (rua Mata Bacelar, 132), vale a pena degustar. É cozinha franco-italiana contemporânea de primeira qualidade. Estivemos lá numa noite fria e chuvosa e o vinho português Herdade Cadouças 2006, do Ribatejo, parece que caiu até melhor. A casa tem um ambiente bonito, clean, bem decorado, com o uso de algumas peças antigas, uma bicicleta e uma motoneta, paixões de Vallandro, que gosta de contar que construiu seu primeiro restaurante carregando tijolo e cimento naquela motoneta.
O chef Vallandro tem paixão pela cozinha e gosta e descobrir e apresentar ao cliente os melhores sabores da estação e, até mesmo, do dia, conforme o clima, conforme os ingredientes que encontra no mercado e até conforme os ventos. A casa tem três ambientes e comporta até 100 pessoas comodamente. Música ambiental delicada e muito apropriada.
A comida é delicada e bem trabalhada. Normalmente, são cinco pratos, a R$ 75,00 por pessoa, mas, atendendo reivindicações, o chef está criando uma alternativa de quatro pratos, a R$ 45,00 por pessoa. O couvert, com pães caseiros aromáticos, é tão delicioso, que se você não cuidar, acabará comendo demais e perdendo a fome diante dos demais pratos. Tem manteiga fresca, pasta de beringela, fois grãs, compota de ameixa e outras surpresas.
A entrada pode ser um suave creme de champignons à provençal com cebouletes frescas, enquanto a salada são conchiliones recheados com queijos, folhas ao vinagrete de cebolin. O primeiro prato,um entrecot de suíno marinado e grelhado com polenta cremosa e ragout de tomates. O segundo, um carré de cordeiro em crosta de ervas com lentilha italiana ao molho rothi. E, finalmente, a sobremesa, uma mil folhas de peras confit em açafrão e especiarias e vinho branco, com sorvete de gengibre e lâminas de castanha do Pará.
Sem dúvida, um belo jantar, que mostra e enaltece as qualidades do chef Michel Vallandro. O restaurante está situado num local elegante, entre a Maryland e a Nova Iorque. Vá lá.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Mensagens

Nem

Recebi um excelente comentário crítico sobre minha nota do lançamento dos vinhos Miolo, com o Michel Rolland, e uma opinião geral do autor sobre os vinhos brasileiros. Muito interessante. Só não publico porque veio anônimo, sem identificação do Autor.
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Confraria do Cordeiro

Prezado Danilo Ucha
Tenho acompanhado seu trabalho jornalístico. Parabéns pelo Prêmio Melhor > Jornalista de Economia dos 3 estados. Já nos encontramos em alguns eventos. Sou associado e já fui diretor da AFISVEC, por certo conheces esta associação dos Fiscais do ICMS. Estou aposentado da função no Estado, desde dezembro p.p.
Danilo, estou em fase de pesquisa e dissertação de mestrado na PUC, com meu foco em CONFRARIAS DE VINHOS FINOS. Mas, estou "au passant" citando algumas confrarias de outra natureza, que temos em Poa. Poderias, por gentileza me repassar alguns dados, os quais não encontrei no teu blog ou alhures.
- qtos participantes na confraria
- homens e mulheres
- perfil social/econômico dos confrades
- Se lembrar de mais algum detalhe importante a ser inserido no parágrafo abaixo, agradeço.
Abrçs.
Paulo Kronbauer - 30297756 99533783
Uma sinopse do parágrafo ref. à Confraria do Cordeiro:
Em Porto Alegre, existe a Confraria do Cordeiro, entidade fundada em 30 de setembro de 1999 por criadores de ovinos, apreciadores de carne ovina e jornalistas ligados ao setor pecuário ou à gastronomia. Um dos objetivos da > confraria é difundir o consumo da carne ovina, principal ingrediente para a preparação dos jantares mensais. Um dos grandes incentivadores é o jornalista Danilo Ucha, autor de três livros, que contam as histórias da ovinocultura no Rio Grande do Sul e no Brasil e da Confraria do Cordeiro e apresentam receitas elaboradas com a carne ovina.
Resposta – Está correto. Acrescentei que nos livros conto a história da ovinocultura no "Rio Grande do Sul e no Brasil”.
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Premiadíssimo

Oi Danilo!
Te vi na capa do JORNAL DA NOITE, premiadíssimo.
Adorei.
Um grande beijo e parabéns.
Marta Rossi
Diretora
Marta Rossi e Silvia Zorzanello
Feiras e Empreendimentos
Email: marta@martaesilvia.com.br
Fone/Fax: 54 3286 3313 / 3286 2681
Rua Garibaldi, 308/201 - Caixa Postal 394
CEP 95670.000 - Gramado - RS – Brasil
Resposta – Obrigado, Martinha.
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Duas noites na Bodega Carrau e os grandes planos de Rivera-Livramento: turismo, vinho, free shops, roleta, slots e pano verde.


As obras do prédio novo, de 6 andares, ligado por uma passarela,com ar condicionado, ao prédio antigo, também restaurado, estão em fase final. Inauguração prevista para setembro.

Raúl Sarasola, gerente de Marketing do Rivera Casino & Resort Hotel

Javier Carrau, anfitrião elegante, simpático e muito fino
Fotos DU/JN
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Fui a Livramento-Rivera, no final de semana que passou, para ver a finalização das obras do Rivera Casino Resort Hotel, um investimento de US$ 32 milhões, para agasalhar os amantes do jogo, da boa comida, dos bons vinhos e dos espetáculos que os investidores no projeto pretendem oferecer depois da inauguração do hotel, em setembro. Como o hotel ainda não está pronto para Recber hóspedes – está na fase de acabamento – fui jantar e dormir na Bodega Carrau. Numa extraordinária gentileza, Javier Carrau veio de Montevideu para nos receber e trouxe com ele uma excelente cozinheira, Julia, amiga antiga da família. Ficamoslá de sexta-feira para sábado e de sábado para domingo. Estávamos eu, o jornalista Alejandro Malo, da TVI, o jornalista Leandro Becker, do Grupo RBS, e o cinegrafista Edson Roberto Lopes Jr.. Na janta, tivemos a companhia de Maria Marta Aldunate de Thompson, representante do ministério do Turismo do Uruguai em Porto Alegre, e de Raul Sarasola, diretor de Marketing do grupo Manteo S.A., o investidor no Rivera Casino e Resort, além do nosso motorista Ferreira.
Don Javier, com a gentileza, a simpatia e a finesse que lhe são características, desceu à sua adega familiar e escolheu alguns dos melhores tannats que os terroirs do Cerro do Chapéu e de Las Violetas são capazes de produzir, inclusive um Tannat Amat, cujas uvas foram colhidas ali pertinho da linda casa estilo espanhol na qual estava alojados. Dona Julia preparou um cordeiro desossado e recheado maravilhoso para aquele vinho tinto que foi considerado um dos 1001 que se deve beber antes de morrer. Para começar, bebemos um chardonnay 2011 simplesmente perfeito, acompanhando empanadas maravilhosas, queijos selecionados, galletitas e pães uruguaios de bom trigo. Apesar de estarmos cansados, pois o vôo da BBQ atrasou ao sair de Porto Alegre – tinha pegado mau tempo na rota – fomos até a madrugada saboreando as delícias elaboradas por Dona Julia e a coleção de vinhos que Carrau nos apresentou. Como era um jantar festivo, não acompanhei a cata como deveria e não fiz anotações. Só fiquem certos que bebemos grandes vinhos, conversamos sobre vinhos e pães, queijos e presuntos, empanadas, tango e política. A Bodega Carrau e seus vinhos, certamente, estarão no roteiro que o Rivera Casino Resort está montando na fronteira Brasil-Uruguai para oferecer aos turistas que pretende trazer de todo o continete para suas mesas de pano verde, roleta, chemin de fer, poker e para os slots. Não poderá falat na adega do hotel, por exemplo, o Ysern Tannat Tannat Tradición 2007, uma assamblage de dois tannats, mas de regiões diferentes – uma uva é de Cerro Chapéu, em Rivera, e a outra de La Violetas, a 39 km de Montevideu, resultando num vinho complexo e de estilo particular.
A região merece e comporta tudo isso. Senão, vejamos: Uma economia que está movimentando US$ 400 milhões/ano só com vendas no varejo e prestação de serviços – mais de US$ 1 milhão por dia – é um dos motivos que entusiasmou o consórcio argentino-uruguaio Manteo S.A. a investir US$ 32 milhões na construção de um prédio de seis andares e na modernização do antigo edifício do Casino de Rivera, fronteira com Livramento, para atrair turistas de alto poder aquisitivo para a fronteira Brasil-Uruguai, hoje já movimentada, por milhares de veículos e de pessoas que visitam as duas cidades, para fazer compras nas lojas free shops do lado uruguaio. Para ter uma idéia do movimento, só no fim-de-semana do feriado de Corpus Christi, que começou numa quinta-feira, 8.200 automóveis e 140 ônibus de turismo estiveram nas duas cidades, levando mais de 30 mil pessoas. “Estes são turistas-compradores, que também nos interessam, mas queremos trazer visitantes de nível mais alto e, para isso, estamos concluindo um hotel tipo cinco estrelas e um cassino semelhante aos de
Las Vegas, tanto na questão do jogo, quanto nas área dos espetáculos e da gastronomia”, informou Raúl Sarasola, diretor de Marketin do Rivera Casino & Resort, que será inaugurado nos primeiros dias de setembro.
O cassino, cuja prédio antigo foi remodelado e modernizado, dotado das tecnologias mais atuais, terá 18 mesas de pano verde, 10 mesas de roleta, 6 mesas para jogos de cartas, 2 mesas de Texas Hold´em Poker e 170 máquinas caça-níqueis (slots) das mais modernas do mercado. O consórcio ganhou a licitação do governo uruguaio para exploração do jogo – o governo ficará com 70% e o investidor com 30% - e comprometeu-se a manter os atuais 100 empregados e aumentar o corpo funcional. O hotel, com 66 apartamentos, seis deles de super-luxo, para jogadores VIPs, terá spa, solarium, piscina com vista panorâmica sobre as duas cidades, piscina térmica de nado contra a corrente, dois restaurantes, centro de eventos para 220 pessoas, teatro com 500 lugares e lojas duty free, empregando 250 pessoas. Situado em Rivera, fica a pouco mais de 50 metros da linha divisória com o Brasil. Na avenida Sarandi, a principal de Rivera, foi construída uma sala especial, com 70 slots dos mais modernos, para uso de quem estiver passeando ou fazendo compras pelo centro da cidade. Entre as novidades ainda não conhecidas nas duas cidades interioranas, estão estacionamentos subterrâneos e escadas rolantes.
De acordo com Raúl Sarasola, o hotel também pretende colocar em seu roteiro para os hóspedes as demais vinícolas daquela zona – em Rivera, além da Carrau, existe a Del Marco 636; em Livramento, a Almadén, a Coxilha de Santana, a Aliança e mais uma Carrau, e outras famosas, como Casa Valduga e Salton, já estão plantando vinhedos na área, que faz parte da região da Campanha, onde, somando com as de outros municípios, já são 16 vinícolas, responsáveis por 15% do vinho fino brasileiro. A Associação dos Produtores de Vinhos Finos da Campanha, inclusive, está montando uma loja, na mais movimentada esquina de Livramento, no Palácio do Comércio, exatamente para mostrar aos milhares de turistas que visitam as duas cidades, nos finais de semana, todos os vinhos produzidos na região. Um dos diretores da associação, Roberto Menezes, dono da Vinícola Rio Velho, em Rosário do Sul, é o responsável pelo funcionamento da loja e acho que o Sarasola deveria procurá-lo para uma conversa. O pessoal do vinho da Campanha, chamada por Adriano Miolo de a Nova Califórnia, está entusiasmadíssimo com o futuro do vinho de alta qualidade que estão produzindo.

Parrillada e tango, vinho bom, e carne de javali


Na Posada Lunarejo, um casco de estância de 1880, a cama onde Aparicio Saraiva talvez tenha dormido em 1893



Mario Padern na Quebrada de las Éguas, na Estância Los Balcones de Lunarejo
















Olga Ortiz Abelenda, cantora e proprietária da Galpón
Foto DU/JN
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A viagem por Rivera teve, também, tango, canção e vinho na Parrillada Galpón, na Calle Ituzaingó, com um excelente trio de músicos e a encantadora cantora Olga Ortiz Abelenda, intérprete de ritmos e canções uruguaias, brasileiras e latino-americanas em geral. Também um belo espetáculo de tango com bailarinos competentes e aplicados. Em homenagem ao nosso amigo Carrau, o vinho não poderia ser outros, o Amat, que a casa está vendo por 1.600 pesos a garrafa (R$ 155,00). Na comida, bons chinchulines e mollejas.
Aproveitamos o domingo para visitar o Valle do Lunarejo, localidade sem igual no restante do território uruguaio, pois é a única região com altos morros (Rivera é a área de maior altitude no país), canhadas profundas, cachoeiras e mata nativa. No campo, gado, ovelhas e emas (ñandus), javalis, uma flora e fauna típica dos campos americanos, transformado em reserva natural pelo governo. Na Posada Lunarejo, uma antiga estância cujo prédio foi construído em 1880, a poucos quilômetros da cidade de Tranqueras, almoçamos comidas de “cocina criolla”, com destaque para uma carne de javali ao molho que se desmanchava ao toque da faca, e “raviólis al tuco”, harmonizado com um potente Cabernet Sauvignon Viñas Del 636 2009, elaborado pela Vinícola Del Marco 636, também da região do Cerro do Chapéu, onde está Carrau. Vinho ainda um pouco jovem, vendido por preço bem acessível: 160 pesos (cerca de R$ 15,00).
A Posada tem boas instalações, quartos com camas bonitas e vistosas, banheiros privativos. Como está situada numa região por onde cavalgaram “Los tres de Cerro Largo” - Gumercindo , Aparicio e Mariano Saraiva, mitos da Revolução Federalista gaúcha de 1893 - e seus 400 cavaleiros, brinquei que numa daquelas camas antigas dormiu Aparício Saraiva, político, militar e caudilho do Partido Blanco do Uruguai, num descanso da luta contra Julio de Castilhos, recompondo forças para voltar ao Exército Libertador que lutava no vizinho Rio Grande do Sul. No Uruguai, o sobrenome deles é Saravia! Fiz um brinde aos homens que criaram a “guerra de guerrilhas à cavalo”, e, como Martin Guemes, fizeram “com que os gaúchos pampeanos deixassem de ser tratados como a plebe rural, como bandoleiros, para torná-los respeitáveis combatentes”, gente de “bota e potro”.
No Lunarejo, ainda visitamos a Estância Los Balcones de Lunarejo, hoje administrada por Mário Padern, jovem que entre a lida do campo, com gado e ovinos, sempre encontra um tempo para receber visitantes da Europa e dos Estados Unidos que querem conhecer a rara natureza de seus campos e, principalmente, as formações rochosas raras no Uruguai e as canhadas imensas cobertas de uma mata nativa que alguns dizem ser continuação da Mata Atlântica brasileira. Pena que Padern, como outros criadores do norte uruguaio, esteja sendo obrigado a abandonar a criação de ovelhas, pois a disseminação dos javalis acaba com os cordeiros e, até mesmo, com as ovelhas adultas. Todos querem que os governos, tanto do Uruguai como do Brasil, adotem medias para combater a invasão de javalis, um animal estranho à região, mas ninguém faz nada. No lado brasileiro, além de abater os animais – inclusive vacas -, os javalis destroem lavouras de arroz e milho e matam os cachorros que os perseguem.
A viagem a Livramento-Rivera foi um belo fim-de-semana. Voamos pela uruguaia BQB, com champagne no serviço de bordo, copos de vidro e não de plástico, como nas companhias brasileiras, vôo tranqüilo, calmo, a pouco mais de 5 mil metros de altura e velocidade de 500 km/h. De ônibus, se leva 6/7 horas, pela BQB, 1 hora. E o preço da passagem é um pouco mais do que a do ônibus leito. Há dois vôos semanais – segundas-feiras e sextas-feiras e, a partir do dia 2, mais um, às quartas-feiras. A empresa, que já voa até Florianópolis, no Brasil, estuda um vôo direto Rivera-São Paulo, diante do grande número de executivos das vinícolas da Campanha que precisam viajar e, certamente, da demanda que vai ser ser gerada pelo Rivera Casino & Resort Hotel.

Rio Grande do Sul colhe safra de uva recorde


Carlos Raimundo Paviani, Julio Fante e secretário Mainardi
Foto Orestes de Andrade Jr.
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A safra de uva colhida este ano no Rio Grande do Sul é a maior da história. Segundo dados do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), divulgados nesta segunda-feira (18) na Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa), com a presença do secretário Luiz Fernando Mainardi, foram colhidos 707,2 milhões de quilos de uvas no RS, estado responsável por cerca de 90% da elaboração brasileira de vinhos e 55% da produção de uvas. O crescimento é de 180,4 milhões de quilos – 34,2% a mais do que os 526,8 milhões de quilos colhidos na safra de 2010. Até agora, a maior safra da história era a de 2008, que teve a colheita de 634 milhões de quilos de uva, 10,3% menor do que a atual.
O maior aumento ocorreu nas uvas comuns (americanas ou híbridas), que resultaram numa colheita de 624,9 milhões de quilos, enquanto as uvas viníferas somaram 82,3 milhões de quilos, um pouco menor do que os 83,8 milhões de quilos da safra 2008.
Quase a metade das uvas comuns foi destinada à elaboração de suco, seguindo uma tendência observada desde a safra passada. Na comparação com 2004, dobrou o volume de uva comum designada ao suco, pulando de 24,2% em 2004 para 49% este ano. “Felizmente, o aumento considerável na produção de uva no Estado foi destinado, em sua grande maioria, para a elaboração de suco”, afirmou o presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin, Júlio Fante.
O mercado do suco de uva cresceu 300% nos últimos sete anos no Brasil. Em 2010, o aumento nas vendas de suco de uva pronto para beber foi de 20%. Isso justifica a preferência dos viticultores pelas variedades americanas ou híbridas, sobretudo Bordô e Isabel. “O suco de uva consolida-se como uma alternativa viável para o maior equilíbrio do setor, diminuindo o destino de uvas comuns à produção de vinho de mesa, que ainda sofre com os altos estoques”, observou Fante.
A produção de uvas viníferas foi dominada – mais de 60% - por cinco municípios nesta safra: Bento Gonçalves (25% do total), Farroupilha (15,7%), Monte Belo do Sul (10%), Santana do Livramento (6%) e Garibaldi (5,6%). Na sequencia dos 10 maiores municípios produtores de uvas viníferas aparecem São Jorge, Cotiporã, Flores da Cunha, Encruzilhada do Sul e Veranópolis.
Municípios produtores
Os maiores municípios produtores de uva (comuns e viníferas) do Rio Grande do Sul e por extensão do Brasil são Bento Gonçalves (123,3 milhões de quilos), Flores da Cunha (106,6 milhões/kg), Farroupilha (72 milhões/kg), Caxias do Sul (60,5 milhões/kg) e Garibaldi (49,8 milhões/kg). Eles são seguidos por Monte Belo do Sul, Nova Pádua, São Marcos e Antônio Prado.
Das uvas colhidas e processadas este ano no Rio Grande do Sul, 63,5% são originadas de apenas dois municípios, Bento Gonçalves (36,2%) e Flores da Cunha (27,3%). A participação desses dois municípios cresceu 89% no total de uvas processas no RS este ano em relação a 2010. Na safra passada, Bento Gonçalves processou 19,3% da uva gaúcha e Flores da Cunha 14,3%. Farroupilha passou de 8,6% em 2010 para 10,7% este ano das uvas processas no RS.
Os outros municípios situados entre os principais produtores de uvas do RS perderam força no processamento (elaboração de vinho ou suco) de uvas no Estado, mesmo tendo sua produção de uvas acrescida na atual safra. Caxias do Sul caiu de 8% em 2010 para 5,7% em 2011, Garibaldi de 7,4% para 5,6%, Monte Belo do Sul de 6,8% para 5%, Nova Pádua de 4,6% para 2,7%, São Marcos de 4,2% para 2,1% e Antônio Prado de 3,4% para 1,3%.
O diretor-executivo do Ibravin, Carlos Raimundo Paviani, lembrou que o aumento da safra de uva está relacionado às novas áreas de cultivo implantadas nos últimos anos e que só agora entram definitivamente em produção, especialmente na Serra Gaúcha, a mais tradicional região produtora do Brasil. “Expandimos a área produtiva de uva na Serra Gaúcha e também em outras regiões, como a Campanha, a Serra do Sudeste e inclusive o Norte do Estado”, disse. Mainardi ressaltou a presença da Campanha Gaúcha, que com apenas 16 vinícolas já possui em torno de 15% da produção de vinhos finos, elaborados a partir de uvas de variedades Vitis viníferas.
Evolução de vinícolas no RS
O número de empresas vinícolas no Rio Grande do Sul soma 751 este ano, contra 741 no ano passado. Os primeiros cinco municípios sede destas empresas são Flores da Cunha (25%), Caxias do Sul (17,4%), Bento Gonçalves (10,7%), Garibaldi (8,8%) e Farroupilha (6%). Em relação há cinco aos, ocorreu uma elevação de 10% no total de empresas vinícolas no RS e, há uma década, o crescimento foi de 71%. Fante destacou que 151 municípios gaúchos – 30% do total do RS – produziram uva nesta safra, contra 141 na safra de 2010. Em 2004, por exemplo, havia 119 (24%) municípios produtores de uva no RS.