Além de vinhos e espumantes, empresas levaram o suco de uva 100% natural para a principal feira de alimentos e bebidas do Canadá. Vinhos, espumantes e o suco de uva colheram excelentes resultados no Salão Internacional de Alimentação e Bebidas – SIAL Canadá, realizado de 11 a 13 de maio, em Toronto. Quatro empresas – Aurora, Irmãos Molon, Miolo e Salton – do projeto Wines of Brazil, realizado pelo Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), participaram do evento, assim como o suco de uva 100% natural pronto para beber, levado pelas empresas Aurora e Irmãos Molon, integrantes do Programa de Desenvolvimento Setorial do Suco de Uva (Grape Juice of Brasil), desenvolvido em parceria entre o Ibravin e o Ibraf (Instituto Brasileiro de Frutas). O estande brasileiro foi organizado pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE/DPR), por meio do Setor de Promoção Comercial (SECOM) do Consulado Geral do Brasil em Toronto. A presença das vinícolas verde-amarelas contou ainda com o patrocínio do Sebrae.
A estreia do suco de uva 100% natural brasileiro no Sial 2011 não poderia ter sido melhor. Segundo a coordenadora do programa, Raquel Rohden, presente na feira, a aceitação do produto pelos canadenses foi excelente. “Fizemos diversos contatos para colocação do suco 100% natural, sem adição de água, açúcar nem conservantes, no Canadá”, afirma Raquel. O Canadá está entre os mercados-alvo tanto do vinho como do suco de uva brasileiros. “A participação das vinícolas brasileiras neste que é um dos maiores mercados do mundo é obrigatória”, diz Raquel, acrescentando que o consumo per capita dos canadenses chega a 14,2 litros/ano, totalizando 350 milhões de litros – 70% importado de outros países.
No ano passado, as exportações para o Canadá tiveram seu volume e valor reduzido, mas como ocorreu com a Alemanha, o preço médio por litro aumentou 57%. “A presença ininterrupta nos últimos anos no Sial tem o objetivo de consolidar e ampliar nosso mercado no Canadá”, comenta Raquel. Os representantes das empresas brasileiras ligadas aos projetos do Ibravin presentes no evento foram unânimes em reconhecer o sucesso da exposição.
Mesmo sendo um grande mercado de vinhos e fechado, controlado por monopólios estatais de compra, venda e distribuição, os vinhos brasileiros têm conquistado espaço nos últimos anos. Em setembro de 2010, foi realizado um evento de degustação, com apoio do MRE, para buscar agentes para as vinícolas e negociar a abertura de mais licitações para o vinho brasileiro. Após o evento, a Miolo fechou com dois importadores, passando a ter distribuição nas quatro principais regiões do País, Quebec, Ontario, Nova Scotia e Alberta. A vinícola aumentou de seis para 13 os seus produtos listados no monopólio canadense.
O Sial é o mais prestigiado evento do setor de alimentação do Canadá e é considerado a porta de entrada para o mercado de alimentos do Nafta, abrangendo um mercado de 405 milhões de consumidores, US$ 920 bilhões de vendas no setor de alimentos e bebidas, US$ 76 bilhões de exportações de agro-alimentícos e US$ 68 bilhões de importação. O evento é direcionado exclusivamente para profissionais importadores, distribuidores, atacadistas e varejista de alimentos, assim como, restaurantes, hotéis e supermercados.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Em São Paulo, experimente o Fatti de cordeiro
Folha de Uva tem uma unidade nos Jardins, em São Paulo
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Já escrevi aqui no Blog e volto a fazê-lo sobre o Fatti de Cordeiro do restaurante Folha de Uva, em São Paulo. Especializado em comida árabe, é uma referência da culinária sírio-libanesa. Com mais de 20 anos de tradição, o Folha de Uva conta com duas unidades, uma na região do Jardins e outra no Shopping Vila Olímpia, comandadas pelo Chef e sócio Samir Cauerk Moysés. Seu famoso buffet à disposição tanto no almoço quanto jantar oferece entre os pratos frios os clássicos tabule, babaganush, homus, mhammara (pasta de pimentão vermelho), coalhada e kibe cru, além de opções de saladas de folhas.
Os pratos quentes ficam por conta dos charutinhos de uva e repolho, mini esfihas e mini kibes incrivelmente crocantes, arroz árabe e a tradicional mussaká do chef Samir. Acompanha o buffet uma opção de grelhado: espeto de kafta, michui de filet mignon, michui de frango ou lingüiça árabe temperada com vinho tinto, que ficam ainda mais saborosos na mistura agridoce com geléias como a de pimenta, hortelã e gengibre.
Os destaques do cardápio à la carte são os exclusivos Fatti de Cordeiro e Bacalhau Mourisco preparados especialmente pelo Chef. O cardápio ainda conta com sanduíches como cheese kafta e bastermá, o vegetariano kalache, além de beirutes legítimos de rosbife e frango.
Pra quem nunca foi, com certeza é uma surpresa se ver entre tantas deliciosas iguarias em plena capital paulista. Bom apetite!
www.folhadeuva.com
www.facebook.com.br/folhadeuva
Máquina de servir suco de uva natural no copo
Aliança desenvolveu uma máquina para servir suco de uva
Foto Risclif Spinelli/Multifotos
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Equipamento chamou a atenção dos visitantes da APAS 2011, maior feira brasileira do setor de supermercados, realizada em São Paulo. A máquina de servir suco de uva natural no copo da Cooperativa Nova Aliança, de Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, foi uma das vedetes da APAS 2011 – 27º Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados, o maior evento brasileiro do setor supermercadista realizado de 9 a 12 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo. Na sua primeira participação na APAS, a cooperativa gaúcha lançou o equipamento de servir suco, exposto no estande coletivo do Ibravin – Instituto Brasileiro do Vinho.
Similar a uma máquina de refrigerantes, a máquina de suco chamou a atenção dos cerca de 75 mil empresários e executivos do setor de supermercados do Brasil e América Latina que visitaram a feira, em virtude de seu caráter inédito e pela praticidade de servir diretamente no copo um produto já gelado e 100% natural, sem a adição de conservantes. O equipamento permite servir três variedades de sucos. Durante a APAS, a Cooperativa Nova Aliança fez degustação do Suco Aliança Integral branco, tinto e rosé. “O equipamento foi um sucesso durante todos os dias da feira. Os visitantes paravam para conhecer a novidade e degustar os sucos”, comenta Marciano Paviani, gerente comercial da Nova Aliança. Ele acrescenta que o evento foi uma excelente oportunidade para estreitar relacionamentos e alinhavar negócios, inclusive do novo equipamento.
A cooperativa já tem aproximadamente 200 unidades da máquina de suco em teste em distribuidores nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo. “Os resultados são surpreendentes e têm mostrado que o consumidor está se voltando para produtos naturais, sem a adição de conservantes. Nossa intenção é implantar mais de 2 mil máquinas, abrangendo outros estados e regiões do país”, afirma Paviani.
A Cooperativa Nova Aliança Ltda. constitui-se em uma organização cooperativa criada a partir da união operacional de cinco tradicionais cooperativas vitivinícolas da Serra Gaúcha. Cooperativa Vinícola Linha Jacinto, de Farroupilha, Cooperativa Vinícola Santo Antônio e Cooperativa Vinícola São Pedro, de Flores da Cunha, Cooperativa Vinícola São Victor e Cooperativa Vitivinícola Aliança, de Caxias do Sul, unem a experiência e a solidez de uma história de mais de 80 anos no setor vitivinícola com o firme propósito de ganhar competitividade e, até 2015, ser referência em seus segmentos de atuação, com reconhecimento pela excelência cooperativa e resultados alcançados.
O objetivo é, através da operação conjunta, agregar conhecimento, experiência e competitividade para responder às demandas sociais, econômicas, ambientais e de mercado, estabelecendo novas bases para o desenvolvimento da agricultura familiar e do cooperativismo.
São cerca de 800 famílias associadas, distribuídas em três regiões produtoras com terroirs que representam o que o país oferece de melhor para o cultivo de videiras: a Serra Gaúcha, maior produtora nacional de vinhos e sucos naturais de uva; Encruzilhada do Sul, que faz parte da microrregião da Serra do Sudeste do RS, equilibrada quanto ao volume de chuvas, ideal para o cultivo de variedades sensíveis e com alto potencial enológico; e a Região da Campanha Gaúcha, considerada uma das melhores do mundo para a elaboração de vinhos finos e espumantes de qualidade superior.
A cooperativa conta com aproximadamente 1,35 mil hectares de vinhedos em produção, que resultam em 36 mil toneladas de uva, processadas em dez unidades industriais localizadas na Serra Gaúcha e em Santana do Livramento. Uma nova e moderna sede está sendo construída no município de Flores da Cunha, com previsão para iniciar as operações na safra de 2013.
No portfólio de produtos da Nova Aliança estão vinhos finos, espumantes, vinhos de mesa, sucos de uva orgânicos, integrais e adoçados. Site: www.novaalianca.coop.br
Suíça recebeu degustação de vinhos brasileiros
Andréia Gentilini Milan,do Ibravin, com o chefe do Secom (Setor Comercial) da Embaixada Brasileira em Berna, Unaldo Eugênio Vieira de Souza e Regina
Em 2010, exportação de vinhos brasileiros para a Suíça cresceu 66,7% em relação a 2009.
Fotos de Ana Paula Kleinowski/Wines of Brasil
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A Suíça, país do chocolate e dos relógios, acaba de receber uma inédita degustação de vinhos brasileiros. Com o objetivo de combater o desconhecimento dos compradores de vinhos suíços, o projeto Wines of Brasil, realizado em parceria entre o Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), em parceria com a Embaixada Brasileira em Berna, promoveu uma Master Class (palestra seguida de degustação) com cinco vinícolas verde-amarelas – Basso, Lidio Carraro, Miolo, Pizzato e Salton. Cerca de 50 convidados pela Embaixada compareceram no Kaufleuten Hof, um clube de luxo localizado no centro de Zurique, a poucos metros de distância das centrais dos maiores bancos suíços, o UBS e o Credit Suisse.
Sentados em pufs e atentos à apresentação da gerente de Promoção Comercial do Wines of Brasil, Andreia Gentilini Milan, o selecionado público composto por jornalistas, críticos e compradores respondeu com surpresa a cada informação sobre a produção vitivinícola do Brasil. Na posterior degustação de dois espumantes e três vinhos, a surpresa se transformou em reconhecimento à qualidade apresentada. Não é a toa que há dois anos (em 2009 e 2010), a Suíça vem se mantendo na 7ª posição entre os principais destinos do vinho brasileiro. Em 2010, foram exportados US$ 159,6 mil, um crescimento de 66,7% em relação a 2009, quando foram comercializados US$ 95,7 mil de vinhos brasileiros para o mercado helvético.
Conforme Andreia, a Suíça, mesmo sem estar entre os oito mercados-alvo do Wines of Brasil, merece atenção do projeto de vinhos finos brasileiros por ser um país que compra vinhos de alto valor agregado. Um exemplo é o preço médio por litro, que quase dobrou (aumentou 98%) de 2009 para 2010. “Em geral, os suíços compram os melhores produtos das vinícolas brasileiras”, revela Andreia. “Há um enorme potencial a ser explorado na Suíça. Este é nosso primeiro evento de promoção conjunta aqui”, observa a gerente do Wines of Brasil.
O mercado helvético tem como diferencial a venda de 35% dos vinhos em lojas especializadas. “É um nicho bem interessante para quem está entrando no país e quer posicionar seus produtos da melhor forma possível”, afirma Andreia.
A cônsul Geral do Brasil em Zurique, embaixadora Vitória Cleaver, e o chefe do Secom (Setor Comercial) da Embaixada Brasileira em Berna, Unaldo Eugênio Vieira de Souza, estiveram presentes neste que foi o primeiro evento realizado pelo Wines of Brasil em parceria com a Embaixada do Brasil na Suíça.
A estreia na degustação de vinhos brasileiros para a maioria dos convidados gerou reações surpreendentes, como a do alemão Antonio Potenza, chefe de vendas do Park Hyatt Zurich, hotel de cinco estrelas de Zurique. “Muito interessante. Não é um vinho que você conhece dos supermercados. Eu não imaginava que se produzia vinho no Brasil”. Animado após a degustação dos cinco rótulos servidos, ele disse: “Achei muito bons os vinhos que experimentei, sobretudo o Talento (vinícola Salton). Vou conversar com meus colegas no hotel sobre a possibilidade de incluí-los no nosso cardápio.”
O suíço Sven Martin, importador de vinhos, que já possui os brasileiros no seu catálogo de produtos, fez elogios ao estilo do vinho brasileiro. “Os vinhos são de muita qualidade e me lembram bastante os de Bordeaux e do norte da Itália. Eles são elegantes, sobretudo os baseados em Merlot”, disse.
Os produtos servidos na degustação foram os seguintes: Monte Pachoal Brut Rose; Miolo Brut Millesime; Salton Talento 2006; Pizzato DNA 99 Single Vineyards Merlot 2005 e Lidio Carraro Quorum 2006.
Duelo de Brunellos de Montalcino na Grand Cru
Grandes ícones italianos serão tema de super degustação em lojas da rede. Na programação, rótulos pontuados e reconhecidos internacionalmente pela critica especializada.
A importadora de vinhos Grand Cru promoverá, nos dias 25 e 26 de maio, a partir das 20h, a degustação especial "Duelo de Brunellos". O evento, que dá início às ações de marketing da importadora em comemoração ao Ano da Itália no Brasil, acontecerá em três lojas da rede e será comandado por enólogos e sommeliers locais. No dia 25, acontecerá nas cidades de Ribeirão Preto (SP) e Porto Alegre (RS). Já no dia 26, a degustação será no Rio de janeiro (RJ), na unidade do Jardim Botânico. O investimento é de R$ 150 por pessoa e as vagas são limitadas.
Confira a programação:
Wine list:
San Polo Brunello di Montalcino 2005 RP 92/WS 93
Talenti Brunello di Montalcino 2005 RP 92+
Castelgiocondo Brunello di Montalcino 2004 WS 95
Luce della Vite Brunello di Montalcino 2004 WS 95
Tenuta Valdicava Brunello di Montalcino 2004 RP 94/WS 95
Quem comandará as degustações:
Ribeirão Preto: Enólogo Luciano Netto
Porto Alegre: Enólogo João Tarragô
Rio de Janeiro: sommelier Marcos Lima
Investimento: R$ 150 por pessoa
Horário: 20h
Datas:
25/05 (Quarta-Feira)
Ribeirão Preto: Rua São José, 1726 - Jardim Sumaré. Tel: (16) 3632-6110. RSVP: ricardo_vendasrp@grandcru.com.br
Porto Alegre: Rua Quintino Bocaiúva, 1447 - Rio Branco. Tel: (51) 3332-8043. RSVP: núbia_poa@grandcru.com.br
26/05 (Quinta-Feira)
Rio de Janeiro: Rua Lopes Quintas, 180 - Jardim Botânico. Tel.: (21) 2511-7045. RSVP: inforj@grandcru.com.br
A importadora de vinhos Grand Cru promoverá, nos dias 25 e 26 de maio, a partir das 20h, a degustação especial "Duelo de Brunellos". O evento, que dá início às ações de marketing da importadora em comemoração ao Ano da Itália no Brasil, acontecerá em três lojas da rede e será comandado por enólogos e sommeliers locais. No dia 25, acontecerá nas cidades de Ribeirão Preto (SP) e Porto Alegre (RS). Já no dia 26, a degustação será no Rio de janeiro (RJ), na unidade do Jardim Botânico. O investimento é de R$ 150 por pessoa e as vagas são limitadas.
Confira a programação:
Wine list:
San Polo Brunello di Montalcino 2005 RP 92/WS 93
Talenti Brunello di Montalcino 2005 RP 92+
Castelgiocondo Brunello di Montalcino 2004 WS 95
Luce della Vite Brunello di Montalcino 2004 WS 95
Tenuta Valdicava Brunello di Montalcino 2004 RP 94/WS 95
Quem comandará as degustações:
Ribeirão Preto: Enólogo Luciano Netto
Porto Alegre: Enólogo João Tarragô
Rio de Janeiro: sommelier Marcos Lima
Investimento: R$ 150 por pessoa
Horário: 20h
Datas:
25/05 (Quarta-Feira)
Ribeirão Preto: Rua São José, 1726 - Jardim Sumaré. Tel: (16) 3632-6110. RSVP: ricardo_vendasrp@grandcru.com.br
Porto Alegre: Rua Quintino Bocaiúva, 1447 - Rio Branco. Tel: (51) 3332-8043. RSVP: núbia_poa@grandcru.com.br
26/05 (Quinta-Feira)
Rio de Janeiro: Rua Lopes Quintas, 180 - Jardim Botânico. Tel.: (21) 2511-7045. RSVP: inforj@grandcru.com.br
Um filó italiano no inverno do Vale dos Vinhedos – Dia do Vinho
Uma das atrações é o tradicional jogo da mora dos antigos imigrantes
Muita música, dança, vinho, pão, queijo e salame na festa italiana
Fotos: Gilmar Gomes
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Hotel Villa Michelon prepara atração que revive costumes dos italianos. Nada melhor do que receber o inverno provando o que a estação mais fria do ano tem de melhor a oferecer. O pinhão na chapa, a cantoria ao redor do fogão a lenha, o jogo de cartas, o pão caseiro, o queijo e o salame e, é claro, o bom vinho para aquecer o corpo e a mente. Tudo isso poderá ser degustado no Filó Italiano que o Hotel Villa Michelon está preparando para o dia 4 de junho, na Casa do Filó, integrando a programação alusiva ao Dia do Vinho.
Revivendo o costume das famílias italianas que se reuniam para “far filó” (fazer filó), ou seja, conversar, comer, beber, cantar e dançar, o Villa Michelon mantém viva uma tradição trazida pelos imigrantes e que continua sendo preservada pelas comunidades do Vale dos Vinhedos. Hóspedes, convidados e imprensa terão a oportunidade de participar desta manifestação cultural. Outros interessados poderão adquirir o ingresso de R$ 25,00 no próprio hotel.
A programação, que terá início às 19h, inclui a apresentação do Coral Vale dos Vinhedos que estará interpretando canções típicas italianas no dialeto vêneto. O escritor Remy Valduga, morador do Vale dos Vinhedos, é quem conduzirá a reza, também tradicional nesses encontros, marcados pela união da família, dos amigos e da comunidade. A comida e a bebida serão, como de costume, fartos, assim como a alegria. E para quem não sabe dançar, mas gosta de um carteado, a dica é se divertir com o quatrilho e a bisca, ou ainda com o jogo da mora.
A Casa do Filó é um espaço de convivência que relembra e cultiva os encontros sociais do início da colonização, retratados através de fotos históricas, utilidades domésticas, instrumentos de trabalho, quadros e objetos de época. Ela está localizada ao lado do Memorial do Vinho, no Complexo Turístico do Villa Michelon.
No final da programação muitos poderão se perguntar: Mas e o frio? Com todos esses ingredientes capazes de aquecer não apenas o corpo, mas também a alma, ninguém vai lembrar dele.
Vinhos brasileiros participam da Hofex em Hong Kong
O projeto Wines of Brasil, realizado pelo Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), atravessou o mundo para participar, de 11 a 14 de maio, da HOFEX (14ª Exposição Internacional de Comida, Bebida, Hotel, Restaurante e Equipamentos de Alimentação, Suprimentos e Serviços), realizada no Hong Kong Convention e Exhibition Center, na China. A empresa líder nas exportações de vinhos brasileiros, a Miolo, representou o Wines of Brasil por meio do importador Amorosso Wines, com apoio do Ministério das Relações Exteriores (MRE). “Nossa intenção é conhecer melhor o mercado chinês e aumentar a divulgação de nossos produtos, já que começamos a atuar neste país no começo do ano”, informa a a gerente de Marketing Internacional da Miolo, Morgana Miolo. Ela revela que, até o momento, a Miolo exportou dois containers para o país. “Queremos vender pelo menos mais quatro ainda este ano”, projeta.
Hong Kong é um dos oito mercados prioritários das vinícolas brasileiras integrantes do Wines of Brasil. “Hong Kong é a porta de entrada para o imenso mercado da China, que está passando por um rápido crescimento de consumo”, destaca a gerente de Promoção Comercial do projeto, Andreia Gentilini Milan. Ela informa que, em 2010, houve um aumento de 58% no preço médio por litro exportado pelas vinícolas verde-amarelas para Hong Kong. O valor do litro passou de US$ 5,36 em 2009 para US$ 8,47 em 2010. Assim, Hong Kong foi o 4º destino dos vinhos brasileiros entre os países com maior preço médio por litro exportado, atrás apenas da Dinamarca, Austrália e Emirados Árabes Unidos. “Essa é uma prova de que o consumo de vinhos e espumantes em Hong Kong tem crescido nas camadas de consumo de produtos de maior valor agregado, do tipo premium e superpremium”, observa Andreia.
O Wines of Brasil estará presente na Hong Kong Wine Expo, de 3 a 5 de novembro, com seis viníc! olas verde-amarelas. Durante a semana da feira, será realizada uma Master Class (palestra com degustação) para 50 VIPS locais (sommeliers, compradores e formadores de opinião), seguida de um Walkaround Tasting, onde serão montadas mesas para as vinícolas participantes na feira. Logo depois, as cantinas brasileiras estarão na Wine Future Hong Kong, organizada pela Wine Academy of Spain com a presença de Robert Parker, Jancis Robinson e outros grandes nomes. No último dia 12 de abril, os vinhos e espumantes da Miolo foram servidos no almoço oferecido pela presidenta Dilma Rousseff durante a Missão na China.
Hong Kong é um dos oito mercados prioritários das vinícolas brasileiras integrantes do Wines of Brasil. “Hong Kong é a porta de entrada para o imenso mercado da China, que está passando por um rápido crescimento de consumo”, destaca a gerente de Promoção Comercial do projeto, Andreia Gentilini Milan. Ela informa que, em 2010, houve um aumento de 58% no preço médio por litro exportado pelas vinícolas verde-amarelas para Hong Kong. O valor do litro passou de US$ 5,36 em 2009 para US$ 8,47 em 2010. Assim, Hong Kong foi o 4º destino dos vinhos brasileiros entre os países com maior preço médio por litro exportado, atrás apenas da Dinamarca, Austrália e Emirados Árabes Unidos. “Essa é uma prova de que o consumo de vinhos e espumantes em Hong Kong tem crescido nas camadas de consumo de produtos de maior valor agregado, do tipo premium e superpremium”, observa Andreia.
O Wines of Brasil estará presente na Hong Kong Wine Expo, de 3 a 5 de novembro, com seis viníc! olas verde-amarelas. Durante a semana da feira, será realizada uma Master Class (palestra com degustação) para 50 VIPS locais (sommeliers, compradores e formadores de opinião), seguida de um Walkaround Tasting, onde serão montadas mesas para as vinícolas participantes na feira. Logo depois, as cantinas brasileiras estarão na Wine Future Hong Kong, organizada pela Wine Academy of Spain com a presença de Robert Parker, Jancis Robinson e outros grandes nomes. No último dia 12 de abril, os vinhos e espumantes da Miolo foram servidos no almoço oferecido pela presidenta Dilma Rousseff durante a Missão na China.
Quatro rótulos brasileiros incluídos na carta do River em Londres
Elisa Walker, Patrícia Carraro e Flávio Pizzatto posam com seus vinhos ao lado do sommelier Átila Ross, diante do Hotel Savoy, em Londres.
Foto Orestes de Andrade Jr./Ibravin
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Três vinhos da Casa Valduga, Lidio Carraro e Pizzato, além de um espumante rosé da Geisse, estarão presentes entre os grandes rótulos do mundo no restraurante do famoso Hotel Savoy.
Quatro rótulos brasileiros serão incluídos na carta de vinhos do famoso restaurante River, do Hotel Savoy, em Londres, frequentado por empresários, artistas britânicos e pela família real. Três vinhos (um branco, o Dádivas Chardonnay, da Lidio Carraro; e dois tintos, o Gran Reserva Cabernet Sauvignon, da Casa Valduga; e o Tannat, da Pizzato) e um espumante (o Cave Geisse Brut Rosé) foram escolhidos pelo sommelier brasileiro Áthila Roos, contratado no ano passado pelo River. Em outubro do ano passado, Ross esteve no Brasil visitando sete vinícolas para selecionar os produtos que agora farão parte da seleta carta de vinhos do River, formada por cerca de 350 rótulos permanentes do mundo todo.
“Nossos clientes adoram o Brasil e os vinhos têm demonstrado excelente qualidade para atender os paladares mais exigentes que frequentam o River”, afirma Ross. “Um dos sommeliers mais respeitados em Londres, Ross está apostando nos vinhos brasileiros como diferencial nas cartas de vinhos montadas para vários restaurantes de primeira linha”, comenta a gerente de Promoção Comercial do Wines of Brasil, Andreia Gentilini Milan. “E também está nos ajudando a identificar os melhores pontos de vendas para o vinho brasileiro em Londres”, informa.
O trabalho faz parte da estratégia do projeto Wines of Brasil, realizado pelo Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), de se aproximar dos principais sommeliers dos oito países-alvo das ações de promoção das exportações dos vinhos brasileiros – Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Hong Kong, Países Baixos, Polônia, Reino Unido e Suécia.
Paraense de Belém do Pará, Ross saiu do Brasil há cinco anos para tentar a vida em Londres. O começo foi difícil, como recepcionista de hotel. A paixão pelo vinho – além de muito estudo, trabalho e sorte – lhe trouxe o reconhecimento atual. Por acaso, ficou responsável por uma estante de vinhos de uma loja de conveniência na capital britânica. “Foi um grande aprendizado, pois eu passava o dia decifrando os rótulos e conhecendo as variedades de uva de cada país”, recorda.
Depois disso, foi vendedor da importadora de vinhos Bibendum, uma das principais da Inglaterra, conquistando o cargo gerente do clube de degustação da empresa. Na Bibendum, teve o primeiro contato com os vinhos brasileiros E foi responsável pela negociação dos vinhos Miolo com o mercado inglês.
Mais tarde se tornou sommelier de dois dos principais restaurantes japoneses contemporâneos de Londres – o Roka e o Zuma, frequentados por celebridades. Em visita ao estande coletivo do Wines of Brasil na London Wine Fair, de 18 a 20 de maio do ano passado, escolheu vinhos da Lidio Carraro para incluir na carta do Roka e do Zuma. Dois rótulos – o Dádivas Chardonnay e o Grande Vindima Merlot – estão a venda desde o ano passado. Mesmo depois da saída de Ross como sommelier chefe desses restaurantes, os rótulos continuaram a venda e, em breve, um novo vinho será incluído na carta do Zuma e do Roka, o Lidio Carraro Elos Touriga Nacional/Tannat. “Esse é um exemplo de sucesso do vinho brasileiro em Londres, que está tendo saída e continuidade entre os consumidores britânicos”, afirma Ross.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Mensagens
Cordeiro
Tudo bem, Ucha?
Finalmente!!!!!!! Hosana nas alturas!!!!!
Consegui encontrar umas belas costelas de cordeiro uruguaio (frigorífico San Jacinto) no supermercado Pão de Açúcar do Sudoeste (bairro novo de Brasília). Cada peça de cerca de 1,200 gramas, por R$ 18,20 a peça......
Parece de cordeiro novo...... Te informarei.
Abs,
Aldo Renato Soares – Brasilia
Resposta – Tivestes sorte. San Jacinto, normalmente, é corriedale, borrego e com muita gordura.
..............
Livros
Amigo Ucha,parabens pelo teu Blog. Fiquei impressionado com o rico contiudo (como dizia o velho Brizola). Como posso adquirir os teus livros?
Getulio Soares.
Resposta – Obrigado pelo elogio. Pede os livros para Ario Roberto Mazzei – arioroberto@terra.com.br
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Tudo bem, Ucha?
Finalmente!!!!!!! Hosana nas alturas!!!!!
Consegui encontrar umas belas costelas de cordeiro uruguaio (frigorífico San Jacinto) no supermercado Pão de Açúcar do Sudoeste (bairro novo de Brasília). Cada peça de cerca de 1,200 gramas, por R$ 18,20 a peça......
Parece de cordeiro novo...... Te informarei.
Abs,
Aldo Renato Soares – Brasilia
Resposta – Tivestes sorte. San Jacinto, normalmente, é corriedale, borrego e com muita gordura.
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Livros
Amigo Ucha,parabens pelo teu Blog. Fiquei impressionado com o rico contiudo (como dizia o velho Brizola). Como posso adquirir os teus livros?
Getulio Soares.
Resposta – Obrigado pelo elogio. Pede os livros para Ario Roberto Mazzei – arioroberto@terra.com.br
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Porto Alegre receberá mostra Vinhos da Campanha

Afrânio Moraes, da Almadem, é o presidente da Associação dos Produtores de Vinhos Finos da Região da Campanha, com sede em Livramento.
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Evento reunirá produtores na capital, apresentando novas safras e conceitos dos vinhos do Pampa Gaúcho. Amanhã, dia 17 de maio, terça-feira, acontecerá em Porto Alegre a mostra "Vinhos da Campanha". Organizada pela Associação de Produtores Vinhos da Campanha, o evento visa apresentar todo o potencial desta nova região, através de degustação e exposição. Será a oportunidade de conhecer vinícolas inéditas, provar as novas safras, conversando diretamente com os enólogos e proprietários das mesmas. O local escolhido foi a Churrascaria Na Brasa, uma referência em gastronomia gaúcha, bem condizente com a proposta e identidade da Campanha. Além do clima e paisagem, outro diferencial da Campanha Gaúcha é a forte presença de jovens no comando das empresas e elaboração dos vinhos, onde tecnologia, marketing e expressão dos aspectos regionais tem sido as prioridades. O evento consta de três partes, sendo uma palestra sobre a região, voltada a profissionais, seguido da mostra e degustação, finalizando com jantar. Estarão no evento vinícolas das cidades de Dom Pedrito, Itaqui, Santana do Livramento, Bagé, Candiota e Rosário do Sul. A promoção é da Associação Vinhos da Campanha, com a realização da Vinho e Arte Eventos. Informações e reservas pelo fone 9331 6098 ou vinhoearte@gmail.com .
Vinícolas presentes:
Dom Pedrito: Guatambu Estância do Vinho, Dunamis Vinhos e Vinhedos, Vinhos Dom Pedritto
Bagé: Vinícola Peruzzo
Livramento: Cordilheira de Santanna, Vinícola Nova Aliança, Almadén
Itaqui: Vinícola Campos de Cima
Candiota: Fortaleza do Seival
Rosário do Sul: Vinhedos Routhier & Darricarrère (Província de São Pedro)
Serviço:
Vinhos da Campanha
Data - 17 de maio, terça-feira
Local - Churrascaria Na Brasa - Rua Ramiro Barcelos, Porto Alegre
Programação -
17h30 - Apresentação treinamento "O terroir da Campanha Gaúcha"
Abertura da mostra para profissionais
19h30 - Abertura da Mostra para Consumidor Final
21h - Jantar "Vinhos da Campanha", para convidados (imprensa, profissionais) e consumidores.
Ingressos Consumidores - R$ 65,00
(incluso mostra, degustação e jantar)
Uma jornada pelo mundo do vinho no Canal Rural

Gravação do primeiro programa E por falar em vinho, do Canal Rural
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Estreiou neste domingo "E por falar em vinhos", programa de tevê que vai mostrar os bastidores da produção de vinhos no Brasil, às 20h no Canal Rural. 'E Por Falar em Vinhos', programa semanal será apresentado pelo jornalista Irineu Guarnier Filho, companheiro de algumas viagens viníferas, que vai revelar segredos, curiosidades e muitas informações sobre o setor que movimenta o PIB do Brasil, e em especial o do Rio Grande do Sul - apenas no primeiro trimestre de 2011, foram comercializados no país mais de 48 milhões de litros de vinhos brasileiros, o que representou 5% de crescimento sobre o ano anterior.
Com um visual dinâmico, inovador e arrojado, 'E Por Falar em Vinhos' vai contar muitas histórias da vitivinicultura, que é a produção de uvas e de vinhos. Serão entrevistas, mescladas com reportagens, envolvendo os principais produtores do país. Também haverá cobertura dos principais eventos do setor no Brasil e no exterior, degustações especiais e reportagens sobre iniciativas empresariais inovadoras ou diferenciadas - como é o caso do projeto Vinhedos do Mundo, da vinícola Dal Pizzol, que reproduz em ambientes controlados todos os tipos de vinhedos cultivados ao redor do planeta.
No programa de estreia, Irineu Guarnier Filho - que é também âncora do principal telejornal da emissora, o 'Rural Notícias' - faz uma entrevista descontraída com alguns dos pioneiros da produção da bebida no Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul. O programa reuniu os vitivinicultores Cândido Valduga, da Dom Cândido, Juarez Valduga, da Casa Valduga, Antonio Miolo (Miolo Wine Group) e Ademir Brandelli (Vinhos Don Laurindo) para ouvir suas histórias, que se confundem com a própria produção de vinhos finos no Brasil. O enoturismo também estará em pauta - o Vale dos Vinhedos recebe atualmente mais de duzentos mil turistas por ano.
Do pampa gaúcho à serra do Rio Grande do Sul, dos vinhos de altitude de Santa Catarina até a produção imponente do Vale do São Francisco. Todas as regiões de produtividade da bebida estarão no foco do programa 'E Por Falar em Vinhos'.
Restaurante Manu lança cardápio e tem cordeiro com chocolate e berinjela
Manu colocou cordeiro no cardápio de seu restaurante em Curitiba
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A chef Manu Buffara colocou no cardápio do seu restaurante Manu (Alameda Dom Pedro II – 317 – Bairro Batel, Curitiba), um dos mais badalados da capital paranaense, Carneiro com pinhão, chocolate e berinjela. Eu, como membro da Confraria do Cordeiro, gostaria que fosse Cordeiro com pinhão, chocolate e berinjela.
A premiada Chef Manu Buffara, um dos grandes nomes da nova geração da gastronomia brasileira, acaba de lançar o seu novo cardápio de menu degustação. Inaugurado no último mês de janeiro, o restaurante foi inspirado em alguns dos estabelecimentos gastronômicos mais premiados do planeta, entre eles o dinamarquês Noma e o francês Le Chateubriand, e difunde técnicas de preparos contemporâneos na gastronomia do Estado do Paraná.
Mesclando conceitos modernos da culinária mundial com sabores tipicamente brasileiros, o cardápio apresenta opções com opções de quatro (Brillant Savarin), seis (Sem Limites) e oito (Simplesmente Original) preparos e tem como destaque os pratos Bacalhau com feijão fradinho e couve; Fraldinha com ovo de codorna, batata e açafrão; Vieira com mandioquinha, neve e maçã; Salmão com maracujá e jambu; Paleta de porco com sete cereais e batata fibra ótica; Catato com banana da terra e pil pil de pimenta e, obviamente, o cordeiro.
Além do menu degustação, o estabelecimento oferece pratos à la carte. As reservas podem ser feitas pelo telefone (41) 3044-4395. Mais informações nos sites www.restaurantemanu.com.br.
Art des Caves apresenta novas cores em adegas
A Art des Caves, maior fabricante de adegas climatizadas do país, acaba de lançar duas novas cores para a linha de adegas Sophistiqué Colors 40 e 70 garrafas: Gold e White.
As tonalidades são algumas das grandes apostas para este ano. O dourado, coloração de personalidade, é tendência por lembrar paisagens terrosas, como a casca da árvore e corantes naturais. Já o branco, atemporal, pode ser mesclado, sem medo, com todos os tipos de cores.
Com tecnologia e design exclusivos, a linha Sophistiqué Colors possui uma paleta com 15 cores selecionadas para combinar com diferentes ambientes. O modelo permite, por meio de um único toque nas teclas de atalho do visor de cristal líquido retro-iluminado, manter vinhos na temperatura ideal para degustação.
Sophistiqué Colors 40 garrafas: R$ 4.202,00*
Sophistiqué Colors 70 garrafas: R$ 5.093,00*
*Preços válidos para todas as cores da paleta
As tonalidades são algumas das grandes apostas para este ano. O dourado, coloração de personalidade, é tendência por lembrar paisagens terrosas, como a casca da árvore e corantes naturais. Já o branco, atemporal, pode ser mesclado, sem medo, com todos os tipos de cores.
Com tecnologia e design exclusivos, a linha Sophistiqué Colors possui uma paleta com 15 cores selecionadas para combinar com diferentes ambientes. O modelo permite, por meio de um único toque nas teclas de atalho do visor de cristal líquido retro-iluminado, manter vinhos na temperatura ideal para degustação.
Sophistiqué Colors 40 garrafas: R$ 4.202,00*
Sophistiqué Colors 70 garrafas: R$ 5.093,00*
*Preços válidos para todas as cores da paleta
Paraiso subterrâneo
Por falar em adegas, vale conhecer a do Hotel Blue Mountain Hotel & Spa, que conta com Cave para 1800 garrafas, em Campos do Jordão, São Paulo. A cidade é hoje conhecida como um charmoso destino de inverno, onde o clima de montanha e a arquitetura do norte europeu apresentam um toque certamente especial, atraindo pessoas de todo o Brasil. Inaugurado recentemente, o Blue Mountain Hotel & Spa posiciona Campos do Jordão em mais uma categoria de viagem, a enogastronômica, com uma irresistível gastronomia e uma impressionante cave de vinhos e queijos.
Esculpida em pedra, a Cave está estrategicamente localizada na parte subterrânea do hotel, cuja profundidade e proximidade com a Mata Atlântica local oferecem a temperatura e a umidade ideais para o amadurecimento e a conservação das mais de 1800 garrafas de vinho. Divididas em aproximadamente 175 rótulos, a carta de vinhos do Blue Mountain Hotel & Spa oferece variedades das principais regiões produtoras, desde as tradicionais européias – como Bordeaux, Borgonha, Alsácia, Rhône, Venêto e Toscana, entre outras – às que despontam como novas potências do Novo Mundo – como Uruguai, Nova Zelândia, Austrália e África do Sul.
Com um espaço especial para degustações, decorado da mesma forma rústica e encantadora, com mesas em madeira de lei e um agradável deck com vista para a Mata Atlântica que circunda o hotel, a Cave abriga diversos tipos de eventos e ocasiões, como jantares privativos e românticos, ao som do duo de cordas Violino e Violoncelo; e degustações especiais para os hóspedes, conduzidas pelo sommelier da casa.
Realizadas aos sábados, às 17h, as degustações são gratuitas e comportam até 30 pessoas, incluindo queijos, pães e quatro tipos de vinhos. Além de educar o paladar, os encontros também contam com um fundo didático, no qual os participantes aprendem de forma descontraída sobre viticultura, os diversos tipos de vinhos, suas regiões produtoras e técnicas de degustação.
Em meio às montanhas de Campos do Jordão, o Blue Mountain Hotel & Spa oferece o cenário perfeito para perder-se em uma boa taça de vinho, esquecendo-se de preocupações e transportando-se para outras épocas e terras longínquas.
Inaugurado em julho de 2010, o Blue Mountain Hotel & Spa é o destino ideal para quem busca conforto, sofisticação e comunhão com a natureza, oferecendo uma infra-estrutura de categoria internacional sem similares na região. Localizado em uma área de aproximadamente 600 mil m² em meio às montanhas da cidade, com cerca de 16.400 m² de área construída, o hotel conta com uma estonteante vista panorâmica da natureza local e oferece uma série de opções de lazer e entretenimento ao hóspede, com uma ampla seleção de gastronomia, compras, bem-estar e fitness, além de confortáveis acomodações.
Para o deleite gastronômico de seus hóspedes, o Blue Mountain Hotel & Spa criou espaços exclusivos e seletos, como o Café Restaurante Jacarandá, o Piano Bar Cedro, o Bistrô, o Bar da Piscina e a Cave, além de mais de 225 m2 de piscinas abastecidas com a mais pura água mineral extraída de fontes existentes na propriedade, jacuzzis, salão de jogos, Fitness Center Completo e Kid’s Club, com cozinha infantil e monitores especializados. O hotel oferece ainda uma completa estrutura para eventos e um simpático complexo de lojas, que incluem desde itens para o dia-a-dia até sofisticadas peças de arte.
Para oferecer o que há de melhor no universo dos spas, o Blue Mountain Hotel & Spa teceu uma bem sucedida parceria com a empresária e especialista em beleza e bem-estar Soon Hee Han, proprietária da rede de spas Shishindo. Com uma filosofia de abordagem holística para o bem estar físico e mental, o spa privilegia a importância do tocar humano, ao invés do uso de máquinas. Todos os tratamentos e terapias são baseados em metodologias exclusivas, que alinham técnicas tradicionais do Oriente aos contemporâneos do Ocidente, potencializando os benefícios.
O hotel fica na rua Dr. José Mestres, 2145 - Jd. do Embaixador – Campos do Jordão – SP / CEP 12460-000 - Telefone para reserva: (11) 2503-0197 ou 0198 / central@bmhs.com.br - Tall free: 0800 776-7000 - Heliponto: coordenadas S 22º 42. 020’ / O 45º 33. 832’ - www.bmhs.com.br
Esculpida em pedra, a Cave está estrategicamente localizada na parte subterrânea do hotel, cuja profundidade e proximidade com a Mata Atlântica local oferecem a temperatura e a umidade ideais para o amadurecimento e a conservação das mais de 1800 garrafas de vinho. Divididas em aproximadamente 175 rótulos, a carta de vinhos do Blue Mountain Hotel & Spa oferece variedades das principais regiões produtoras, desde as tradicionais européias – como Bordeaux, Borgonha, Alsácia, Rhône, Venêto e Toscana, entre outras – às que despontam como novas potências do Novo Mundo – como Uruguai, Nova Zelândia, Austrália e África do Sul.
Com um espaço especial para degustações, decorado da mesma forma rústica e encantadora, com mesas em madeira de lei e um agradável deck com vista para a Mata Atlântica que circunda o hotel, a Cave abriga diversos tipos de eventos e ocasiões, como jantares privativos e românticos, ao som do duo de cordas Violino e Violoncelo; e degustações especiais para os hóspedes, conduzidas pelo sommelier da casa.
Realizadas aos sábados, às 17h, as degustações são gratuitas e comportam até 30 pessoas, incluindo queijos, pães e quatro tipos de vinhos. Além de educar o paladar, os encontros também contam com um fundo didático, no qual os participantes aprendem de forma descontraída sobre viticultura, os diversos tipos de vinhos, suas regiões produtoras e técnicas de degustação.
Em meio às montanhas de Campos do Jordão, o Blue Mountain Hotel & Spa oferece o cenário perfeito para perder-se em uma boa taça de vinho, esquecendo-se de preocupações e transportando-se para outras épocas e terras longínquas.
Inaugurado em julho de 2010, o Blue Mountain Hotel & Spa é o destino ideal para quem busca conforto, sofisticação e comunhão com a natureza, oferecendo uma infra-estrutura de categoria internacional sem similares na região. Localizado em uma área de aproximadamente 600 mil m² em meio às montanhas da cidade, com cerca de 16.400 m² de área construída, o hotel conta com uma estonteante vista panorâmica da natureza local e oferece uma série de opções de lazer e entretenimento ao hóspede, com uma ampla seleção de gastronomia, compras, bem-estar e fitness, além de confortáveis acomodações.
Para o deleite gastronômico de seus hóspedes, o Blue Mountain Hotel & Spa criou espaços exclusivos e seletos, como o Café Restaurante Jacarandá, o Piano Bar Cedro, o Bistrô, o Bar da Piscina e a Cave, além de mais de 225 m2 de piscinas abastecidas com a mais pura água mineral extraída de fontes existentes na propriedade, jacuzzis, salão de jogos, Fitness Center Completo e Kid’s Club, com cozinha infantil e monitores especializados. O hotel oferece ainda uma completa estrutura para eventos e um simpático complexo de lojas, que incluem desde itens para o dia-a-dia até sofisticadas peças de arte.
Para oferecer o que há de melhor no universo dos spas, o Blue Mountain Hotel & Spa teceu uma bem sucedida parceria com a empresária e especialista em beleza e bem-estar Soon Hee Han, proprietária da rede de spas Shishindo. Com uma filosofia de abordagem holística para o bem estar físico e mental, o spa privilegia a importância do tocar humano, ao invés do uso de máquinas. Todos os tratamentos e terapias são baseados em metodologias exclusivas, que alinham técnicas tradicionais do Oriente aos contemporâneos do Ocidente, potencializando os benefícios.
O hotel fica na rua Dr. José Mestres, 2145 - Jd. do Embaixador – Campos do Jordão – SP / CEP 12460-000 - Telefone para reserva: (11) 2503-0197 ou 0198 / central@bmhs.com.br - Tall free: 0800 776-7000 - Heliponto: coordenadas S 22º 42. 020’ / O 45º 33. 832’ - www.bmhs.com.br
Degustação Juanicó
No próximo dia 19 de maio, às 12hs, a Interfood receberá o enólogo da Juanicó, José Lez, que comandará uma degustação seguida de almoço com os seguintes vinhos Don Pascual Brut Blanc de Blanc 2009, Don Pascual Viognier Reserve 10, Preludio Barrel Select Tinto 2005, Tannat Cru D´Exception 2005 e Licor de Tannat 07.
Será na churrascaria Na Brasa, rua Ramiro Barcelos, 389, em Porto Alegre. Infelizmente, não poderei ir pois já tenho almoço marcado para aquele dia.
Será na churrascaria Na Brasa, rua Ramiro Barcelos, 389, em Porto Alegre. Infelizmente, não poderei ir pois já tenho almoço marcado para aquele dia.
Valpolicella vai ser bebido na origem
Foto Maria Amélia Duarte Flores
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Encontro de Vinhos na Villa Bari, Porto Alegre. A Porto Brasil Viagens, de Ana Cláudia Costa juntamente com a Vinho e Arte, da enóloga Maria Amélia Duarte Flores, organizaram nesta
quarta-feira, dia 11 de maio, um encontro muito especial: um curso de vinhos italianos, destinado exclusivamente ao grupo de participantes que embarca no próximo dia 18, no "Grupo de Vinhos Itália".
O curso abordou os segredos e encantos dos melhores sabores desta terra, onde serão degustados vinhos que são como jóias, como o Castelo Dalbola (Toscana), sabores do Piemonte, além do Valpolicella L'Arco, traçando um pouco do que irão vivenciar em terras italianas. O local escolhido para o curso foi a Villa Bari, de Luiz Alberto Barichello, uma vinícola muito especial localizada na Vila Nova, em Porto Alegre. Barichello também receberá o grupo em suas propriedades na Toscana e Vêneto. Um serviço diferenciado e exclusivo. O tour acontecerá de 18 a 28 de maio. Participam do grupo importantes pessoas da gastronomia e
sociedade porto-alegrense, como Pippi e Diana da Motta.
A questão dos Amarone
Por falar no Barichello, tenho citado muito sua vinícola na Vila Nova porque recebi uma informação de que a Vinhos Luiz Argenta iria lançar o “primeiro vinho tipo Amarone” feito no Brasil, com uvas passificadas. Escrevi aqui no Blog poderia ser um Amarone, mas não o primeiro brasileiro, porqueo Bari já ao faz na Vila Nova há muito tempo e, inclusive, exporta quase todo para Nova Iorque.
Agora, Livia Machado, da Tess Fashion Biz - imprensa@tessfashionbiz.com.br – volta ao assunto. Ela escreveu:
“Bom dia, Ucha!
Quero esclarecer contigo nossa conversa sobre o vinho tipo Amarone, da Luiz Argenta. Fiquei de te dar um retorno, mas só foi possível agora.
Em resposta à sua pergunta, a Vinícola Luiz Argenta informa que o processo de fabricação do vinho licoroso seco, tipo Amarone, que está sendo produzido, está de acordo com o método de vinificação italiano. Tal método para esse tipo de vinho deve ser produzido com passimento de 100% das uvas, desidratadas em temperatura natural.
Pela informação apresentada no site da Vinícola Villa Bari, este processo de passimento das uvas só se dá parcialmente e com o auxilio de climatização para controle de temperatura e umidade. Isso nos faz entender que nosso produto está dentro de todos os parâmetros italianos do processo de vinificação do Amarone.
Diante do exposto, reafirmamos que o vinho produzido pela LA está dentro de todos os parâmetros do sistema de vinificação italiano do Amarone, porém feito com uvas merlot e cabernet franc.
Teremos a honra de enviar uma prova do produto para você quando ele estiver pronto, além de apresentar a nomenclatura oficial que ele receberá.
Agradeço teu retorno e questionamento e me coloco à disposição para demais informações que se façam necessárias.
Grande abraço,
Lívia Machado
Assessoria de Imprensa
Tess FashionBiz :: Bureau Conceitual de Negócios
55 51 3024.3447 - www.tessfashionbiz.com.br - twitter.com/tess_fashionbiz”
Livia, obrigado pela informação. Eu não disse que o vinho da Argenta estava fora das normas do Amarone. Eu só disse que o método não era pioneiro no Brasil. Pelo jeito, não é.
Vou publicar as informações com o maior prazer. Quanto mais novidade que aumentem a qualidade do nosso vinho, melhor. Eu valorizo o vinho brasileiro!
Manda uma garrafa.
Ucha
Agora, Livia Machado, da Tess Fashion Biz - imprensa@tessfashionbiz.com.br – volta ao assunto. Ela escreveu:
“Bom dia, Ucha!
Quero esclarecer contigo nossa conversa sobre o vinho tipo Amarone, da Luiz Argenta. Fiquei de te dar um retorno, mas só foi possível agora.
Em resposta à sua pergunta, a Vinícola Luiz Argenta informa que o processo de fabricação do vinho licoroso seco, tipo Amarone, que está sendo produzido, está de acordo com o método de vinificação italiano. Tal método para esse tipo de vinho deve ser produzido com passimento de 100% das uvas, desidratadas em temperatura natural.
Pela informação apresentada no site da Vinícola Villa Bari, este processo de passimento das uvas só se dá parcialmente e com o auxilio de climatização para controle de temperatura e umidade. Isso nos faz entender que nosso produto está dentro de todos os parâmetros italianos do processo de vinificação do Amarone.
Diante do exposto, reafirmamos que o vinho produzido pela LA está dentro de todos os parâmetros do sistema de vinificação italiano do Amarone, porém feito com uvas merlot e cabernet franc.
Teremos a honra de enviar uma prova do produto para você quando ele estiver pronto, além de apresentar a nomenclatura oficial que ele receberá.
Agradeço teu retorno e questionamento e me coloco à disposição para demais informações que se façam necessárias.
Grande abraço,
Lívia Machado
Assessoria de Imprensa
Tess FashionBiz :: Bureau Conceitual de Negócios
55 51 3024.3447 - www.tessfashionbiz.com.br - twitter.com/tess_fashionbiz”
Livia, obrigado pela informação. Eu não disse que o vinho da Argenta estava fora das normas do Amarone. Eu só disse que o método não era pioneiro no Brasil. Pelo jeito, não é.
Vou publicar as informações com o maior prazer. Quanto mais novidade que aumentem a qualidade do nosso vinho, melhor. Eu valorizo o vinho brasileiro!
Manda uma garrafa.
Ucha
Novas safras da Pizzato já estão no mercado
Pizzato Merlot 2007, um dos melhores merlots que já bebi
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A Pizzato Vinhas e Vinhos colocou no mercado novas safras dos vinhos elaborados no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, RS. São eles:
Pizzato Merlot Reserva 2007
O Merlot é considerado pelos especialistas um ícone da Pizzato: coleciona vários destaques em concursos oficiais e em painéis realizados pela imprensa especializada. A primeira safra, de 1999, passou a ser referência para o potencial da varietal Merlot no Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha (RS). Amadurecido por nove meses em barris de carvalho francês, o Pizzato Reserva Merlot 2007 traz aromas de frutas maduras, vermelhas e negras, com toques de couro, caramelo e tabaco. Nesta safra, foram produzidas 9.300 garrafas de 750 ml e 2.000 garrafas de 375 ml, todas numeradas, lote único, com Selo de Indicação de Procedência do Vale dos Vinhedos (RS).
Graduação alcoólica: 13,5%. Preço médio: Garrafa 750 ml R$ 38,00 e ½ garrafa 375 ml R$ 22,00.
Pizzato Alicante Bouschet Reserva 2005
A casta Alicante Bouschet nascida na França é muito utilizada nos vinhos portugueses. A elaboração do Pizzato Alicante Bouschet safra 2005 segue a risca o potencial da casta, apresentando cor profunda, corpo e potência. Foi envelhecido seis meses em barris de carvalho americano. O aroma traz frutas escuras maduras, como passas, ameixas, tâmaras, geléia de uva, couro, eucalipto e azeitonas negras. Pratos como cordeiro marinado, feijoada tradicional e mocotó, da culinária regional brasileira, são algumas das sugestões para acompanhamento. São 6.500 garrafas, todas numeradas e engarrafadas em lote único. Graduação alcoólica: 13%%. Preço médio ao consumidor: R$ 42,00.
Pizzato Tannat Reserva 2006
Em sua quarta safra, o Reserva Tannat apresenta cor rubi intensa e mostra aroma complexo, de frutas negras maduras, especiarias doces, geléias (ameixa, amora), cacau, baunilha e torrefação. Harmoniza com carnes de caça, cordeiro, feijoada, queijos fortes e carnes gordurosas. Para a safra 2006 foram elaboradas 4.100 garrafas, numeradas, em lote único, com Indicação de Procedência Vale dos Vinhedos. O vinho passou por amadurecimento de sete meses em barricas de carvalho americano. Segundo Julia Harding, que trabalha com a crítica de vinhos Jancis Robinson, seus taninos são luxuosos e bem estruturados. Graduação alcoólica: 13,5 %. Preço médio: R$ 38,00.
A Pizzato Vinhas e Vinhos já exporta para alguns países, entre eles os Estados Unidos, Canadá, Bélgica, Suíça, Polônia, Alemanha e Inglaterra. Seu Plinio e os filhos estão preparando outras novidades.
Aluno da primeira turma do Winemaker Miolo
O Winemaker promovido pela Miolo Wine Group registra seu primeiro aluno a ingressar no mercado de vinhos. O engenheiro eletricista carioca, apaixonado por vinhos e gastronomia, Luiz Carlos Cattacini criou no início deste ano seu próprio negócio na área, batizado com o nome Cattacini.
A nova empresa se propõe a comercializar rótulos nacionais exclusivos encomendados com especificações próprias da Cattacini. Os primeiros produtos disponíveis são o vinho Merlot safra 2009 e o espumante extra brut.
Cattacini fez parte da primeira turma do curso de Winemaker da Miolo, curso de formação de enólogos amadores, em 2008. Além desta qualificação, possui um extenso currículo de especializações em gastronomia e enologia realizadas na Europa e América Latina.
“O Winemaker propiciou um contato maior com o vinho brasileiro e com a própria Miolo, que eu considero ser a melhor vinícola do país. O curso clareou qual seria o meu caminho e reforçou meu sentimento sobre a produção brasileira”, disse o ex-aluno, que pretende agora se dedicar integralmente ao novo negócio.
Ele faz questão de escolher cuidadosamente todas as características das bebidas comercializadas pela marca. “A intenção da Cattacini Vinhos é quebrar preconceitos do mercado, a exemplo do espumante extra brut. Eu gosto de produzir vinhos com que eu me identifique”, diz o proprietário, que já planeja a produção de vinho branco.
Segundo o ele, a Cattacini, que começou a operar em dezembro de 2010, busca a elaboração de vinhos gastronômicos com uma boa relação custo benefício para os clientes. Os produtos da marca já podem ser encontrados em oito lojas e restaurantes no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Os vinhos Cattacini também utilizam garrafas leves, que são produzidas com quantidades mínimas de materiais e energia, e tampas do tipo screw-cap, que dispensam a utilização de rolhas de cortiça. Assim, o impacto ambiental é reduzido e o produto conta com melhor relação custo-benefício.
“Ficamos muitos satisfeitos ao presenciar um aluno nosso montando seu próprio negócio motivado pela paixão pelo vinho e incentivado pelo Winemaker. O objetivo maior do nosso curso é mostrar às pessoas que se atraem pela vitivinicultura todos os caminhos de se elaborar um bom vinho”, afirma o diretor-superintendente da Miolo e responsável pelo Winemaker, Adriano Miolo.
A próxima edição do Winemaker, único curso do gênero na América Latina, começa em 2012 e já tem fila de espera. O projeto permite que os alunos, em sua maioria apreciadores da bebida, conheçam e participem da elaboração de um vinho próprio com rótulo personalizado.
No Winemaker, o aluno tem aulas teóricas e práticas de podas (seca e verde), faz o acompanhamento da maturação da uva, da colheita, da elaboração e do envelhecimento, até o engarrafamento e a criação do rótulo. Além disso, o curso incluiu hospedagens no Villa Europa Hotel & Spa do Vinho Caudalie Vinothérapie, almoços e jantares harmonizados e degustações.
A nova empresa se propõe a comercializar rótulos nacionais exclusivos encomendados com especificações próprias da Cattacini. Os primeiros produtos disponíveis são o vinho Merlot safra 2009 e o espumante extra brut.
Cattacini fez parte da primeira turma do curso de Winemaker da Miolo, curso de formação de enólogos amadores, em 2008. Além desta qualificação, possui um extenso currículo de especializações em gastronomia e enologia realizadas na Europa e América Latina.
“O Winemaker propiciou um contato maior com o vinho brasileiro e com a própria Miolo, que eu considero ser a melhor vinícola do país. O curso clareou qual seria o meu caminho e reforçou meu sentimento sobre a produção brasileira”, disse o ex-aluno, que pretende agora se dedicar integralmente ao novo negócio.
Ele faz questão de escolher cuidadosamente todas as características das bebidas comercializadas pela marca. “A intenção da Cattacini Vinhos é quebrar preconceitos do mercado, a exemplo do espumante extra brut. Eu gosto de produzir vinhos com que eu me identifique”, diz o proprietário, que já planeja a produção de vinho branco.
Segundo o ele, a Cattacini, que começou a operar em dezembro de 2010, busca a elaboração de vinhos gastronômicos com uma boa relação custo benefício para os clientes. Os produtos da marca já podem ser encontrados em oito lojas e restaurantes no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Os vinhos Cattacini também utilizam garrafas leves, que são produzidas com quantidades mínimas de materiais e energia, e tampas do tipo screw-cap, que dispensam a utilização de rolhas de cortiça. Assim, o impacto ambiental é reduzido e o produto conta com melhor relação custo-benefício.
“Ficamos muitos satisfeitos ao presenciar um aluno nosso montando seu próprio negócio motivado pela paixão pelo vinho e incentivado pelo Winemaker. O objetivo maior do nosso curso é mostrar às pessoas que se atraem pela vitivinicultura todos os caminhos de se elaborar um bom vinho”, afirma o diretor-superintendente da Miolo e responsável pelo Winemaker, Adriano Miolo.
A próxima edição do Winemaker, único curso do gênero na América Latina, começa em 2012 e já tem fila de espera. O projeto permite que os alunos, em sua maioria apreciadores da bebida, conheçam e participem da elaboração de um vinho próprio com rótulo personalizado.
No Winemaker, o aluno tem aulas teóricas e práticas de podas (seca e verde), faz o acompanhamento da maturação da uva, da colheita, da elaboração e do envelhecimento, até o engarrafamento e a criação do rótulo. Além disso, o curso incluiu hospedagens no Villa Europa Hotel & Spa do Vinho Caudalie Vinothérapie, almoços e jantares harmonizados e degustações.
Le goût des vins de Bordeaux
Olyr Corrêa, nosso crítico de vinho poliglota manda mais um texto que leu e gistou:
“Denis Dubourdieu livre les qualités des vins de Bordeaux qui font leur caractère typique et inimitable, traditionnel et contemporain, apprécié d'un marché qui en reconnaît durablement la singularité et la valeur...
- Une couleur intense, évoluant lentement.
- L'absence de chaleur alcoolique.
- Les arômes de fruits frais rouges et noirs associés à des notes florales de rose épanouie, se transformant en bouquet empyreumatique (pour les vins à dominante cabernet) ou truffé (pour les vins à dominante merlot).
- Les tannins veloutés en attaque, soyeux en finale, sans astringence.
- La sucrosité sans sucre.
- Une étonnante jeunesse.
Il distingue encore trois familles de vins de Bordeaux :
- Les grands : très bons et très chers, très typiques ; le grand luxe, pour tout dire. L'entrée dans ce club est une question de prix et de mode de distribution « et il faut en gagner des croisades pour passer de bourgeois à duc à Bordeaux ! »
- Les bons : presque aussi grands, beaucoup moins chers. « Le bon, c'est celui qu'on met avec les grands dans un dégustation à l'aveugle et qui n'est pas démasqué de manière statistiquement significative. Ces vins sont l'avenir du marché des vins de Bordeaux et ce qu'il recherche. »
- Les petits : on distinguera ceux qui sont vendus pour le goût qu'ils ont (correct à moindre coût) et ceux qui le sont pour celui qu'ils n'ont pas (et qui profitent de la notoriété de Bordeaux alors qu'ils n'en ont pas les caractéristiques évoquées ci-dessus).”
“Denis Dubourdieu livre les qualités des vins de Bordeaux qui font leur caractère typique et inimitable, traditionnel et contemporain, apprécié d'un marché qui en reconnaît durablement la singularité et la valeur...
- Une couleur intense, évoluant lentement.
- L'absence de chaleur alcoolique.
- Les arômes de fruits frais rouges et noirs associés à des notes florales de rose épanouie, se transformant en bouquet empyreumatique (pour les vins à dominante cabernet) ou truffé (pour les vins à dominante merlot).
- Les tannins veloutés en attaque, soyeux en finale, sans astringence.
- La sucrosité sans sucre.
- Une étonnante jeunesse.
Il distingue encore trois familles de vins de Bordeaux :
- Les grands : très bons et très chers, très typiques ; le grand luxe, pour tout dire. L'entrée dans ce club est une question de prix et de mode de distribution « et il faut en gagner des croisades pour passer de bourgeois à duc à Bordeaux ! »
- Les bons : presque aussi grands, beaucoup moins chers. « Le bon, c'est celui qu'on met avec les grands dans un dégustation à l'aveugle et qui n'est pas démasqué de manière statistiquement significative. Ces vins sont l'avenir du marché des vins de Bordeaux et ce qu'il recherche. »
- Les petits : on distinguera ceux qui sont vendus pour le goût qu'ils ont (correct à moindre coût) et ceux qui le sont pour celui qu'ils n'ont pas (et qui profitent de la notoriété de Bordeaux alors qu'ils n'en ont pas les caractéristiques évoquées ci-dessus).”
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