A partir do próximo dia 26 de outubro, a cidade de Curitiba vai contar com tudo o que há de melhor no universo do vinho. Nessa data, será inaugurada no ParkShoppingBarigüi uma unidade da Maison des Caves, boutique de vinhos, adegas e acessórios da Art des Caves – empresa pioneira na fabricação de adegas climatizadas no país.
A loja será a 7ª boutique do grupo, também presente em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Além de centenas de opções de vinhos dos mais diversos países, taças e acessórios de todos os tipos e as já conhecidas adegas Art des Caves, o espaço traz uma novidade em adegas: o lançamento do já conceituado modelo Basique 25, mas com toda a beleza do inox, contando ainda com porta em alumínio e prateleiras cromadas. A peça, concebida para combinar com ambientes contemporâneos será uma edição limitada, feita especialmente para brindar a ocasião.
Serviço:
Maison des Caves/unidade Curitiba
Endereço: Rua Professor Viriato Parigot de Souza, 600
Fone: (41) 3317-6040
E-mail: curitiba@maisondescaves.com.br
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Concurso Borrega revela futuras campeãs
Ovinos dorper têm bom futuro.
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A Dorper Campo Verde receberá criadores das raças Dorper e White Dorper de todo o País para a segunda edição do Concurso Borrega do Futuro, que será realizada na própria sede da Fazenda, em Jarinu (SP), entre os dias 3 e 7 de novembro de 2010. A programação prevê julgamento de fêmeas das duas raças e a promoção do Leilão Borregas do Futuro, em 6 de novembro, com a venda de 44 lotes selecionados. Para esta edição, são esperados mais de 200 animais, oriundos de mais de 30 criatórios. “Essa mostra vem se firmando como um evento especial das raças Dorper e White Dorper e mais uma vez vai reunir uma genética de ponta, capaz de elevar o padrão racial e a produtividade em qualquer rebanho brasileiro”, afirma Lucas Heymeyer, gerente de vendas da Dorper Campo Verde, promotora da exposição.
Para efeito de classificação e premiação, as fêmeas serão distribuídas nas categorias 4 a 5, 5 a 6, 6 a 7, 7 a 8, 8 a 10 e 10 a 12 meses. Com uma proposta diferenciada, todas as campeãs e reservadas serão comercializadas no Leilão Borrega do Futuro. Novidade no setor, os compradores do leilão, bem como o público em geral, só conhecerão a Grande Campeã e sua Reservada apenas após o término do remate, no dia 6. Os vencedores das demais categorias serão revelados no dia 5.
Além da oportunidade de adquirir fêmeas campeãs, expositor e comprador das grandes campeãs e reservadas grandes campeãs ainda receberão uma premiação em dinheiro, em reconhecimento aos títulos conquistados. No total, o Borrega do Futuro distribuirá R$ 50 mil em premiações. A proposta é democratizar a melhor genética Dorper e White Dorper existente na Exposição Borrega do Futuro para os demais criadores ou potenciais investidores presentes.
“Será uma excelente oportunidade para adquirir borregas com genética de peso, aptas para serem base de qualquer plantel, pois são provenientes dos mais respeitados criatórios”, ressalta Heymeyer. Como promotora da mostra, a Campo Verde não colocará animais da propriedade para concorrer nos julgamentos. O Leilão Borregas do Futuro acontece no dia 6 de novembro, a partir das 14 horas e terá transmissão pelo Agro canal.
Segundo o gerente de Vendas da Campo Verde, a primeira exposição teve grande aceitação do mercado, gerando boas expectativas para este ano. “Uma impressão muito boa que ficou do primeiro Borrega é que os animais premiados, mesmo sendo muito jovens, continuaram vencendo em outras exposições, ajudando, inclusive, a construir o nome de novos criatórios”, conclui.Saiba mais: (11) 2626-9491 / http://www.dorpercampoverde.com.br/
Para efeito de classificação e premiação, as fêmeas serão distribuídas nas categorias 4 a 5, 5 a 6, 6 a 7, 7 a 8, 8 a 10 e 10 a 12 meses. Com uma proposta diferenciada, todas as campeãs e reservadas serão comercializadas no Leilão Borrega do Futuro. Novidade no setor, os compradores do leilão, bem como o público em geral, só conhecerão a Grande Campeã e sua Reservada apenas após o término do remate, no dia 6. Os vencedores das demais categorias serão revelados no dia 5.
Além da oportunidade de adquirir fêmeas campeãs, expositor e comprador das grandes campeãs e reservadas grandes campeãs ainda receberão uma premiação em dinheiro, em reconhecimento aos títulos conquistados. No total, o Borrega do Futuro distribuirá R$ 50 mil em premiações. A proposta é democratizar a melhor genética Dorper e White Dorper existente na Exposição Borrega do Futuro para os demais criadores ou potenciais investidores presentes.
“Será uma excelente oportunidade para adquirir borregas com genética de peso, aptas para serem base de qualquer plantel, pois são provenientes dos mais respeitados criatórios”, ressalta Heymeyer. Como promotora da mostra, a Campo Verde não colocará animais da propriedade para concorrer nos julgamentos. O Leilão Borregas do Futuro acontece no dia 6 de novembro, a partir das 14 horas e terá transmissão pelo Agro canal.
Segundo o gerente de Vendas da Campo Verde, a primeira exposição teve grande aceitação do mercado, gerando boas expectativas para este ano. “Uma impressão muito boa que ficou do primeiro Borrega é que os animais premiados, mesmo sendo muito jovens, continuaram vencendo em outras exposições, ajudando, inclusive, a construir o nome de novos criatórios”, conclui.Saiba mais: (11) 2626-9491 / http://www.dorpercampoverde.com.br/
Miolo investe no mercado Suíço
Enólogo e diretor da Miolo, Adriano Miolo aposta no mercado europeu.

A Suíça assumiu este ano o posto de 3º principal destino dos vinhos Miolo no mercado internacional. Conhecido por consumir a bebida do mundo inteiro, especialmente da Europa, o país já representa 8% das exportações de vinícola gaúcha.
A Miolo optou por exportar para a Suíça alguns de seus vinhos mais requintados. “ O mercado suíço é composto por consumidores com alto poder aquisitivo e que prezam muito pela qualidade do vinho. Os vinhos mais apreciados naquele país são o Quinta do Seival Cabernet Sauvignon, o Miolo Lote 43 e o espumante Brut Millésime”, afirma Fabiano Maciel, gerente de exportações da empresa.
Uma das estratégias para aumentar a visibilidade na Suíça é a participação em concursos. Em agosto, a empresa levou medalha de prata com o Miolo Reserva Pinot Noir no Concurso Mondial Pinot Noir 2010.
Outra estratégia é o estabelecimento de parcerias locais como a acertada com o Grupo Manor, uma grande rede de supermercados. A empresa também comercializa vinhos a partir do importador Weinkellereien Aarau, sediado no norte da Suíça. Os vinhos Miolo são encontrados em lojas especializadas, restaurantes e delicatessens.
A Miolo optou por exportar para a Suíça alguns de seus vinhos mais requintados. “ O mercado suíço é composto por consumidores com alto poder aquisitivo e que prezam muito pela qualidade do vinho. Os vinhos mais apreciados naquele país são o Quinta do Seival Cabernet Sauvignon, o Miolo Lote 43 e o espumante Brut Millésime”, afirma Fabiano Maciel, gerente de exportações da empresa.
Uma das estratégias para aumentar a visibilidade na Suíça é a participação em concursos. Em agosto, a empresa levou medalha de prata com o Miolo Reserva Pinot Noir no Concurso Mondial Pinot Noir 2010.
Outra estratégia é o estabelecimento de parcerias locais como a acertada com o Grupo Manor, uma grande rede de supermercados. A empresa também comercializa vinhos a partir do importador Weinkellereien Aarau, sediado no norte da Suíça. Os vinhos Miolo são encontrados em lojas especializadas, restaurantes e delicatessens.
Peras, queijos e vinhos
Como acontece todos os anos, no mês de outubro as peras dos Estados Unidos chegam ao mercado brasileiro. Peres, queijos e vinhos é uma combinação gastronômica irresistível. Cada variedade das peras americanas tem um sabor único de doçura, delicadeza e cores suaves.
A pera americana é um complemento especial para realçar o paladar de vinhos e queijos. Para aqueles que desejam apreciar sabores e texturas diferenciados das frutas combinadas com queijos e vinhos, a USA Pears recomenda a seguinte harmonização:
Para as peras Anjou verde, a sugestão é apreciar a fruta combinada com queijo tipo Camembert ou Fresco de Cabra. O vinho ideal para completar o menu é o Chardornnay ou o Pinot Gris. As peras Anjou têm cor verde clara e não mudam ao amadurecer. Seu sabor doce e suave tornam-nas ideais para também serem consumidas in natura e em saladas.
As peras Anjou vermelhas combinam perfeitamente com os queijos Gouda e Cheddar e os vinhos Syrah e Cabernet Sauvignon. Essa variedade de pera tem sabor doce e suave, também excelente para o consumo in natura e em saladas.
As peras Bartlett mudam da cor verde para o amarelo quando amadurecem. São ideais para o consumo in natura, em sobremesas e saladas. O sabor das peras Bartlett é realçado quando degustadas com queijos azuis, como Gorgonzola e Roquefort, de Cabra Feta e com os vinhos Riesling e Prosecco.
As peras Comice são excelentes para acompanhar queijos finos. São harmonizadas com os sabores do queijo Brie e de Cabra envelhecido e dos vinhos Chardornnay e Riesling. A fruta está entre as peras americanas mais doces e suculentas.
A variedade de peras Bosc tem cor café e formato do corpo alongado. A polpa é firme e doce e é uma ótima opção para decoração de pratos sofisticados. A combinação ideal para apreciar o sabor da pera Bosc é o queijo azul ou Cheddar com acompanhamento dos vinhos Pinot Noir e Harvest Riesling.
A pera americana é um complemento especial para realçar o paladar de vinhos e queijos. Para aqueles que desejam apreciar sabores e texturas diferenciados das frutas combinadas com queijos e vinhos, a USA Pears recomenda a seguinte harmonização:
Para as peras Anjou verde, a sugestão é apreciar a fruta combinada com queijo tipo Camembert ou Fresco de Cabra. O vinho ideal para completar o menu é o Chardornnay ou o Pinot Gris. As peras Anjou têm cor verde clara e não mudam ao amadurecer. Seu sabor doce e suave tornam-nas ideais para também serem consumidas in natura e em saladas.
As peras Anjou vermelhas combinam perfeitamente com os queijos Gouda e Cheddar e os vinhos Syrah e Cabernet Sauvignon. Essa variedade de pera tem sabor doce e suave, também excelente para o consumo in natura e em saladas.
As peras Bartlett mudam da cor verde para o amarelo quando amadurecem. São ideais para o consumo in natura, em sobremesas e saladas. O sabor das peras Bartlett é realçado quando degustadas com queijos azuis, como Gorgonzola e Roquefort, de Cabra Feta e com os vinhos Riesling e Prosecco.
As peras Comice são excelentes para acompanhar queijos finos. São harmonizadas com os sabores do queijo Brie e de Cabra envelhecido e dos vinhos Chardornnay e Riesling. A fruta está entre as peras americanas mais doces e suculentas.
A variedade de peras Bosc tem cor café e formato do corpo alongado. A polpa é firme e doce e é uma ótima opção para decoração de pratos sofisticados. A combinação ideal para apreciar o sabor da pera Bosc é o queijo azul ou Cheddar com acompanhamento dos vinhos Pinot Noir e Harvest Riesling.
Ristorante Luna Rossa e Vinhos Clássicos da Toscana
O Ristorante Luna Rossa, do Hotel Blue Tree Towers, em Caxias do Sul, está preparando um momento inédito para o dia 22 de outubro. Nessa data, a partir das 20h, será realizada a Desgustação de Vinhos Clássicos da Toscana. É a primeira vez que o restaurante promove um evento como esse.
Os vinhos da Toscana são reconhecidos mundialmente pela sua qualidade. A seleção estará sob responsabilidade do enólogo e somelier Arlindo Menoncin, da Boccatti Vinhos. O cardápio de acompanhamento ficará a cargo do chef do Luna Rossa, Lucas Casarin. Serão disponibilizados trinta lugares para a degustação. As reservas devem ser feitas com antecedência.
Confira o menu:
Vinho: Rocca Delle Macie Vernaiolo Chianti, harmonizado com salada de palmito grelhado com figo e broto de alfafa, Gravlax de salmão com rúcula precoce sobre torradinha de centeio e salada de ervas com cubos de queijo brie.
Vinho: Cantina Del Cerro Chianti Colli Senesi, harmonizado com creme de aspargos com raspas de limão siciliano, servido no parmesão, espetinho de legumes crocantes com redução de balsâmico e tortellinni di rape rosse com ricota defumada.
Vinho: Camigliano Rosso di Montalcino, harmonizado com tortellinni di rape rosse com ricota defumada, risotto de linguiça toscana e alho poró, striscia de picanha marinadas.
Vinho: Caprili Brunello di Montalcino, harmonizado com nhoque de batata com ragú de coelho, risotto ao triple funghi e saltimbocca alla Romana.
Dolce: Mini Tiramisu
Para quem não conhece, o Luna Rossa é um restaurante de cozinha internacional. O destaque do cardápio são os Jantares Temáticos, realizados todas as noites. A segunda-feira Light apresenta um delicioso buffet de sopas para iniciar a semana de forma leve. A terça-feira é dedicada ao Festival de Massas; a quarta-feira, ao Festival do Risoto; e a quinta-feira, ao Festival de Crepes. Fica na rua Pinheiro Machado, 2867, bairro São Pelegrino. Custo: R$ 118,00 por pessoa (não é cobrada taxa de serviço e estacionamento). Informações e reservas: (54) 3224 9000.
Os vinhos da Toscana são reconhecidos mundialmente pela sua qualidade. A seleção estará sob responsabilidade do enólogo e somelier Arlindo Menoncin, da Boccatti Vinhos. O cardápio de acompanhamento ficará a cargo do chef do Luna Rossa, Lucas Casarin. Serão disponibilizados trinta lugares para a degustação. As reservas devem ser feitas com antecedência.
Confira o menu:
Vinho: Rocca Delle Macie Vernaiolo Chianti, harmonizado com salada de palmito grelhado com figo e broto de alfafa, Gravlax de salmão com rúcula precoce sobre torradinha de centeio e salada de ervas com cubos de queijo brie.
Vinho: Cantina Del Cerro Chianti Colli Senesi, harmonizado com creme de aspargos com raspas de limão siciliano, servido no parmesão, espetinho de legumes crocantes com redução de balsâmico e tortellinni di rape rosse com ricota defumada.
Vinho: Camigliano Rosso di Montalcino, harmonizado com tortellinni di rape rosse com ricota defumada, risotto de linguiça toscana e alho poró, striscia de picanha marinadas.
Vinho: Caprili Brunello di Montalcino, harmonizado com nhoque de batata com ragú de coelho, risotto ao triple funghi e saltimbocca alla Romana.
Dolce: Mini Tiramisu
Para quem não conhece, o Luna Rossa é um restaurante de cozinha internacional. O destaque do cardápio são os Jantares Temáticos, realizados todas as noites. A segunda-feira Light apresenta um delicioso buffet de sopas para iniciar a semana de forma leve. A terça-feira é dedicada ao Festival de Massas; a quarta-feira, ao Festival do Risoto; e a quinta-feira, ao Festival de Crepes. Fica na rua Pinheiro Machado, 2867, bairro São Pelegrino. Custo: R$ 118,00 por pessoa (não é cobrada taxa de serviço e estacionamento). Informações e reservas: (54) 3224 9000.
Vinícola Garibaldi no litoral
Que tal substituir a cervejinha na beira da praia por um bom vinho? Em dezembro, a Vinícola Garibaldi irá promover uma blitz em praias nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina para que as pessoas possam degustar e apreciar o premiado espumante Garibaldi Moscatel e o Frisante Relax. Ações de marketing também contemplarão o Paraná.
Esta será uma oportunidade para o público degustar os melhores rótulos da Garibaldi nos pontos de vendas das praias gaúchas de Imbé, Tramandaí, Xangrilá, Capão da Canoa e Torres, em Florianópolis e também Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Seja na beira da praia ou em uma ocasião especial os espumantes da Vinícola Garibaldi são sempre ótimas opções, pois além de saborosos e refrescantes, os produtos são opções cada vez mais acessíveis.
O Garibaldi Moscatel possui estrutura leve e delicada e é o espumante brasileiro mais premiado na categoria em 2009, conquistou também, por dois anos consecutivos, o prêmio máximo no Effervecents du Monde (França), um dos concursos de mais prestígio no mundo. E é o único espumante brasileiro a receber Medalha de Ouro nos Estados Unidos, Alemanha e Espanha. Já o Frisante Relax é leve e refrescante, seu paladar revela frescor e vivacidade, liberando uma sensação de cremosidade perfeito para o happy hour.Mais informações: www.vinicolagaribaldi.com.br
Esta será uma oportunidade para o público degustar os melhores rótulos da Garibaldi nos pontos de vendas das praias gaúchas de Imbé, Tramandaí, Xangrilá, Capão da Canoa e Torres, em Florianópolis e também Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Seja na beira da praia ou em uma ocasião especial os espumantes da Vinícola Garibaldi são sempre ótimas opções, pois além de saborosos e refrescantes, os produtos são opções cada vez mais acessíveis.
O Garibaldi Moscatel possui estrutura leve e delicada e é o espumante brasileiro mais premiado na categoria em 2009, conquistou também, por dois anos consecutivos, o prêmio máximo no Effervecents du Monde (França), um dos concursos de mais prestígio no mundo. E é o único espumante brasileiro a receber Medalha de Ouro nos Estados Unidos, Alemanha e Espanha. Já o Frisante Relax é leve e refrescante, seu paladar revela frescor e vivacidade, liberando uma sensação de cremosidade perfeito para o happy hour.Mais informações: www.vinicolagaribaldi.com.br
Enólogo Ricardo Baettig no Brasil
Discípulo do renomado enólogo italiano Attilio Pagli, Ricardo Baettig é presença confirmada no jantar de apresentação da linha chilena de vinhos Estampa que será comercializada com exclusividade no Brasil pela importadora Costazzurra. No próximo dia 26 de outubro, a importadora Costazzurra promoverá jantar no restaurante no Aguzzo Caffè e Cucina, em São Paulo, em comemoração a parceria firmada com a Vinícola Estampa para a comercialização de seus vinhos com exclusividade aqui no País.
Um dos destaques deste evento será a presença do chileno Ricardo Baettig, enólogo-chefe da vinícola Estampa. Graduado pela Universidade do Chile, em 1996, com licenciatura em Engenharia Agrícola e pós-graduação em Viticultura e Enologia na Università di Torino, no Piemonte, Baettig trabalhou durante anos em outras vinícolas até unir-se a Estampa, em 2004. Diante de todo o conhecimento adquirido internacionalmente, Baettig começou a trabalhar com a uva Syrah, que naquela época não era muito utilizada no Chile. Atualmente, é um dos poucos enólogos chilenos com mais de 10 anos de experiência nesta linhagem.
Ricardo Baettig trabalha intensamente para que os vinhos da linha Estampa sejam equilibrados em sua estrutura, propiciando ao degustador do vinho sentir o equilíbrio entre a fruta e o carvalho, preservando assim sua própria identidade local. Baettig conseguiu deixar sua marca nos vinhos da Vinícola Estampa.
A Vinícola Estampa está localizada bem no coração do Vale de Colchagua, a 135 quilômetros ao sul de Santiago, Capital do Chile. O clima é bem favorável à produção de vinhos tintos, por isso, essa região é conhecida por apresentar excelentes vinhos tintos com grande complexidade. O forte da empresa é o mercado internacional, portanto, os vinhos produzidos são distribuídos em sua maior parte em mais de 26 países nas principais regiões da Europa, América Latina, Ásia e América do Norte.
Preço sugerido: Estampa Gold, 750 ml, R$ 75,00 cada; Estampa Reserva, 750 ml, R$ 45,00; Estampa Estate, R$ 32,00. Os vinhos da linha chilena Estampa podem ser encontrados nas melhores delicatessen do Brasil. SAC Costazzurra (11) 3663-1837/Site: www.costazzurra.com.br.
Um dos destaques deste evento será a presença do chileno Ricardo Baettig, enólogo-chefe da vinícola Estampa. Graduado pela Universidade do Chile, em 1996, com licenciatura em Engenharia Agrícola e pós-graduação em Viticultura e Enologia na Università di Torino, no Piemonte, Baettig trabalhou durante anos em outras vinícolas até unir-se a Estampa, em 2004. Diante de todo o conhecimento adquirido internacionalmente, Baettig começou a trabalhar com a uva Syrah, que naquela época não era muito utilizada no Chile. Atualmente, é um dos poucos enólogos chilenos com mais de 10 anos de experiência nesta linhagem.
Ricardo Baettig trabalha intensamente para que os vinhos da linha Estampa sejam equilibrados em sua estrutura, propiciando ao degustador do vinho sentir o equilíbrio entre a fruta e o carvalho, preservando assim sua própria identidade local. Baettig conseguiu deixar sua marca nos vinhos da Vinícola Estampa.
A Vinícola Estampa está localizada bem no coração do Vale de Colchagua, a 135 quilômetros ao sul de Santiago, Capital do Chile. O clima é bem favorável à produção de vinhos tintos, por isso, essa região é conhecida por apresentar excelentes vinhos tintos com grande complexidade. O forte da empresa é o mercado internacional, portanto, os vinhos produzidos são distribuídos em sua maior parte em mais de 26 países nas principais regiões da Europa, América Latina, Ásia e América do Norte.
Preço sugerido: Estampa Gold, 750 ml, R$ 75,00 cada; Estampa Reserva, 750 ml, R$ 45,00; Estampa Estate, R$ 32,00. Os vinhos da linha chilena Estampa podem ser encontrados nas melhores delicatessen do Brasil. SAC Costazzurra (11) 3663-1837/Site: www.costazzurra.com.br.
Adam Strum destaca os vinhos do Brasil na Wine Enthusiast
Adam sendo servido por Rosana Pasini, da Aurora, em Nova Iorque.
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“O Brasil pode ser o próximo país emergente da América do Sul a causar um impacto nos EUA e mercados globais, seguindo os passos dos seus vizinhos mais consagrados, a Argentina e o Chile”, escreveu Adam Strum, na sua coluna de novembro da Wine Enthusiast. A íntegra do artigo está bem abaixo.
Adam Strum, fundador, presidente e editor da revista Wine Enthusiast, uma das mais conceituadas publicações sobre vinhos dos Estados Unidos e do mundo, acaba de dedicar boa parte de sua coluna mensal aos vinhos do Brasil. “Chile, Argentina e agora Brasil” é o título da sua coluna da edição de novembro da Wine Enthusiast, com o subtítulo: “Algumas das melhores expressões do método Champenoise fora da França podem ser encontradas nas regiões vinícolas do sul do Brasil. Surpreso?” O artigo é a primeira publicação sobre os vinhos brasileiros na Wine Enthusiast, resultado da visita inaugural do seu publisher Adam Strum ao Brasil, a convite do projeto Wines of Brasil, realizado em parceria pelo (Instituto Brasileiro do Vinho) e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). No texto, Strum anuncia o que prometera quando esteve em visita de três dias à serra gaúcha, entre 2 e 4 de setembro. “Nosso editor que cobre a América do Sul, Michael Schachner, apresentará reportagens sobre o Brasil e comentará sobre seus vinhos em futuras edições”, escreveu.
O entusiasta do vinho descreveu toda a emoção que sentiu ao visitar as vinícolas brasileiras. “O Brasil pode ser o próximo país emergente da América do Sul a causar um impacto nos EUA e mercados globais, seguindo os passos dos seus vizinhos mais consagrados, a Argentina e o Chile”, profetizou. E disse mais: “ Passear de carro ao redor de Bento Gonçalves é o mesmo que fazer uma excursão na região de Toscana. Colinas ondulantes dão lugar a paisagens espetaculares, a região rural é mágica. E os vinhedos contêm magia também; os produtores de vinho aqui estão fazendo excelentes Merlot e Cabernet Franc e espumantes excepcionais.”
Entre as vinícolas, destaque para Aurora, Casa Valduga, Cave Geisse, Lidio Carraro, Miolo e Pizzato. A Cave Geisse foi descrita como “o melhor produtor de espumantes da região”. “Situada no sul de Bento Gonçalves, seus vinhedos encontram-se em altitudes muito elevadas, onde as colinas são uma reminiscência da Toscana, mas com muito mais frio. Tanto o Brut, como o Natural e o Rosé da Cave Geisse pontuariam na casa dos 90 no cartão de pontuação de qualquer crítico.”
Strum elogiou ainda os vinhos tintos da Miolo, destacando que são vendidos na faixa de US$ 30 a US$ 50, enquanto vinhos de qualidade comparável da Argentina e do Chile custam entre US$ 50 e US$ $100.
Confira, abaixo, a íntegra do artigo em português. Em anexo, a reprodução de sua coluna, em inglês, com a página autografada entregue em primeira mão à gerente de Promoção Comercial do Wines of Brasil, Andreia Gentilini Milan. Presente na Master Class sobre os vinhos brasileiros realizada dia 29 de setembro, em Nova Iorque, Strum leu a sua coluna de viva voz para Andreia, que registrou em um vídeo postado no Youtube, no link http://www.youtube.com/watch?v=g1btfCLVoz8.
Adam Strum, fundador, presidente e editor da revista Wine Enthusiast, uma das mais conceituadas publicações sobre vinhos dos Estados Unidos e do mundo, acaba de dedicar boa parte de sua coluna mensal aos vinhos do Brasil. “Chile, Argentina e agora Brasil” é o título da sua coluna da edição de novembro da Wine Enthusiast, com o subtítulo: “Algumas das melhores expressões do método Champenoise fora da França podem ser encontradas nas regiões vinícolas do sul do Brasil. Surpreso?” O artigo é a primeira publicação sobre os vinhos brasileiros na Wine Enthusiast, resultado da visita inaugural do seu publisher Adam Strum ao Brasil, a convite do projeto Wines of Brasil, realizado em parceria pelo (Instituto Brasileiro do Vinho) e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). No texto, Strum anuncia o que prometera quando esteve em visita de três dias à serra gaúcha, entre 2 e 4 de setembro. “Nosso editor que cobre a América do Sul, Michael Schachner, apresentará reportagens sobre o Brasil e comentará sobre seus vinhos em futuras edições”, escreveu.
O entusiasta do vinho descreveu toda a emoção que sentiu ao visitar as vinícolas brasileiras. “O Brasil pode ser o próximo país emergente da América do Sul a causar um impacto nos EUA e mercados globais, seguindo os passos dos seus vizinhos mais consagrados, a Argentina e o Chile”, profetizou. E disse mais: “ Passear de carro ao redor de Bento Gonçalves é o mesmo que fazer uma excursão na região de Toscana. Colinas ondulantes dão lugar a paisagens espetaculares, a região rural é mágica. E os vinhedos contêm magia também; os produtores de vinho aqui estão fazendo excelentes Merlot e Cabernet Franc e espumantes excepcionais.”
Entre as vinícolas, destaque para Aurora, Casa Valduga, Cave Geisse, Lidio Carraro, Miolo e Pizzato. A Cave Geisse foi descrita como “o melhor produtor de espumantes da região”. “Situada no sul de Bento Gonçalves, seus vinhedos encontram-se em altitudes muito elevadas, onde as colinas são uma reminiscência da Toscana, mas com muito mais frio. Tanto o Brut, como o Natural e o Rosé da Cave Geisse pontuariam na casa dos 90 no cartão de pontuação de qualquer crítico.”
Strum elogiou ainda os vinhos tintos da Miolo, destacando que são vendidos na faixa de US$ 30 a US$ 50, enquanto vinhos de qualidade comparável da Argentina e do Chile custam entre US$ 50 e US$ $100.
Confira, abaixo, a íntegra do artigo em português. Em anexo, a reprodução de sua coluna, em inglês, com a página autografada entregue em primeira mão à gerente de Promoção Comercial do Wines of Brasil, Andreia Gentilini Milan. Presente na Master Class sobre os vinhos brasileiros realizada dia 29 de setembro, em Nova Iorque, Strum leu a sua coluna de viva voz para Andreia, que registrou em um vídeo postado no Youtube, no link http://www.youtube.com/watch?v=g1btfCLVoz8.
O artigo de Strum em português:
Chile, Argentina e agora Brasil
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Algumas das melhores expressões do método Champenoise fora da França podem ser encontradas nas regiões vinícolas do sul do Brasil. Surpreso?
Brasil. O nome evoca todos os tipos de associações, desde a exuberante floresta tropical até a praia, o carnaval e cruzeiros exóticos no Amazonas. Agora adicione esta palavra: vinho. O Brasil pode ser o próximo país emergente da América do Sul a causar um impacto nos EUA e mercados globais, seguindo os passos dos seus vizinhos mais consagrados, a Argentina e o Chile.
Essa nova região vitivinícola excitante, centralizada em torno da cidade de Bento Gonçalves, possui um grande número de vinhedos que são comemorados no Brasil, mas são pouco conhecidos lá fora, mas isso deve mudar conforme hotéis do nível do esplêndido Hotel Spa do Vinho Caudalie são abertos para acolher os visitantes. Passear de carro ao redor de Bento Gonçalves é o mesmo que fazer uma excursão na região de Toscana. Colinas ondulantes dão lugar a paisagens espetaculares, a região rural é mágica. E os vinhedos contêm magia também; os produtores de vinho aqui estão fazendo excelentes Merlot e Cabernet Franc e espumantes excepcionais.
Os vinhos não são amplamente distribuídos nos EUA ainda, mas em breve fique atento aos Merlots achocolatados, intensos e frutados da Pizzato, o Cabernet Franc com sabor licoroso da Casa Valduga, bem como cortes de Tannat, Cabernet Franc e Malbec, que podem competir com os melhores vinhos de seus vizinhos. O Miolo Wine Group contratou o consultor Michel Rolland, que tem aproveitado suas modernas instalações para produzir vinhos e espumantes excepcionais, incluindo cortes de Meritage Bordeaux que são vendidos na faixa de $30 - $50, sendo que vinhos de qualidade comparável na Argentina e Chile custam entre $50 - $100. Lídio Carraro oferece o Quorum, um corte de Merlot, Tannat e Cabernet Franc que proporciona grande variedade de sabores de menta e groselha preta, e o Singular, um exemplar excelente de Nebbiolo, que fornece características maravilhosas de Piemonte.
Mas o grande lance é o espumante. Moët et Chandon tem suas próprias instalações aqui para produzir um espumante Chandon brasileiro de uvas Pinot Noir e Chardonnay em toda sua glória frutada e tostada. Na faixa de preço de $10 a $15 dólares há muito para escolher. O espumante Chardonnay da Aurora (juntamente com seus vinhos Cabernet Franc, Carmenère e Cabernet Sauvingnon) oferece ótima qualidade pelo seu preço abaixo de $10. A Casa Valduga produz Malbec Rosé agradável, tanto o vinho quanto o espumante. Mas o melhor produtor de espumantes da região, sem dúvida nenhuma, é Cave Geisse. Situada no sul de Bento Gonçalves, seus vinhedos encontram-se em altitudes muito elevadas, onde as colinas são uma reminiscência da Toscana, mas com muito mais frio. Tando o Brut, como o Natural e o Rosé da Cave Geisse pontuariam na casa dos 90 no cartão de pontuação de qualquer crítico.
O Brasil é prova de que a América do Sul é um continente passando por mudanças substanciais, mas há mais. O Chile é tradicionalmente considerado machista, mas como relata Michael Schachner em seu artigo sobre mulheres vitivinicultoras do Chile (página 60), durante a última década, as mulheres tomaram o centro do palco como influentes produtoras de vinho.
No entanto, outro país preso à tradição que está passando por rápidas mudanças é Portugal - mais especificamente o Douro. Enquanto as vendas de Vinho do Porto têm diminuído na última década - não devido a qualquer falta de qualidade, certamente, mas principalmente por uma mudança no estilo de vida e moda - os vitivinicultores do Douro tem redirecionado suas ótimas habilidades para elaboração de vinhos de mesa. Na história que começa na página 76, o Editor europeu Roger Voss desenterra preciosidades para você comprar hoje.
O mundo do vinho está cheio de surpresas e prazeres inesperados no copo. Por exemplo, os apreciadores de vinho com certo nível de experiência que pensam que conhecem Pinot Grigio podem se surpreender com o relatório global sobre o Pinot Grigio / Pinot Gris, que começa na página 67. Há alguns vinhos notáveis, elegantes e distintos sendo produzido. É um guia excelente para um vinho que as pessoas clamam.
E se você está procurando por preciosidades vinícolas de qualidade e com bom preço, tenho certeza que a história da capa já chamou sua atenção. Uma de nossas características mais populares todos os anos é nossa seleção dos Top 100 Best Buys (página 42) - vinhos que têm alta qualidade em relação ao seu preço. Você vai encontrar uma grande variedade de vinhos que obtiveram 90 pontos ou mais, cujo preço de varejo é de $15 ou menos. É o artigo certo para levar com você quando fizer o estoque de vinhos para a diversão durante suas férias.
Nos próximos anos, esperamos que os vinhos do Brasil assuma seu lugar entre muitos outros em tais listas, incluindo as nossa listas Cellar Selections e Enthusiast 100 que vão aparecer nas próximas edições. Nosso editor que cobre a América do Sul, Michael Schachner, apresentará reportagens sobre o Brasil e comentará sobre seus vinhos em futuras edições. Estamos felizes em chamar sua atenção para as surpresas, os valores e a qualidade.
Saúde!
Algumas das melhores expressões do método Champenoise fora da França podem ser encontradas nas regiões vinícolas do sul do Brasil. Surpreso?
Brasil. O nome evoca todos os tipos de associações, desde a exuberante floresta tropical até a praia, o carnaval e cruzeiros exóticos no Amazonas. Agora adicione esta palavra: vinho. O Brasil pode ser o próximo país emergente da América do Sul a causar um impacto nos EUA e mercados globais, seguindo os passos dos seus vizinhos mais consagrados, a Argentina e o Chile.
Essa nova região vitivinícola excitante, centralizada em torno da cidade de Bento Gonçalves, possui um grande número de vinhedos que são comemorados no Brasil, mas são pouco conhecidos lá fora, mas isso deve mudar conforme hotéis do nível do esplêndido Hotel Spa do Vinho Caudalie são abertos para acolher os visitantes. Passear de carro ao redor de Bento Gonçalves é o mesmo que fazer uma excursão na região de Toscana. Colinas ondulantes dão lugar a paisagens espetaculares, a região rural é mágica. E os vinhedos contêm magia também; os produtores de vinho aqui estão fazendo excelentes Merlot e Cabernet Franc e espumantes excepcionais.
Os vinhos não são amplamente distribuídos nos EUA ainda, mas em breve fique atento aos Merlots achocolatados, intensos e frutados da Pizzato, o Cabernet Franc com sabor licoroso da Casa Valduga, bem como cortes de Tannat, Cabernet Franc e Malbec, que podem competir com os melhores vinhos de seus vizinhos. O Miolo Wine Group contratou o consultor Michel Rolland, que tem aproveitado suas modernas instalações para produzir vinhos e espumantes excepcionais, incluindo cortes de Meritage Bordeaux que são vendidos na faixa de $30 - $50, sendo que vinhos de qualidade comparável na Argentina e Chile custam entre $50 - $100. Lídio Carraro oferece o Quorum, um corte de Merlot, Tannat e Cabernet Franc que proporciona grande variedade de sabores de menta e groselha preta, e o Singular, um exemplar excelente de Nebbiolo, que fornece características maravilhosas de Piemonte.
Mas o grande lance é o espumante. Moët et Chandon tem suas próprias instalações aqui para produzir um espumante Chandon brasileiro de uvas Pinot Noir e Chardonnay em toda sua glória frutada e tostada. Na faixa de preço de $10 a $15 dólares há muito para escolher. O espumante Chardonnay da Aurora (juntamente com seus vinhos Cabernet Franc, Carmenère e Cabernet Sauvingnon) oferece ótima qualidade pelo seu preço abaixo de $10. A Casa Valduga produz Malbec Rosé agradável, tanto o vinho quanto o espumante. Mas o melhor produtor de espumantes da região, sem dúvida nenhuma, é Cave Geisse. Situada no sul de Bento Gonçalves, seus vinhedos encontram-se em altitudes muito elevadas, onde as colinas são uma reminiscência da Toscana, mas com muito mais frio. Tando o Brut, como o Natural e o Rosé da Cave Geisse pontuariam na casa dos 90 no cartão de pontuação de qualquer crítico.
O Brasil é prova de que a América do Sul é um continente passando por mudanças substanciais, mas há mais. O Chile é tradicionalmente considerado machista, mas como relata Michael Schachner em seu artigo sobre mulheres vitivinicultoras do Chile (página 60), durante a última década, as mulheres tomaram o centro do palco como influentes produtoras de vinho.
No entanto, outro país preso à tradição que está passando por rápidas mudanças é Portugal - mais especificamente o Douro. Enquanto as vendas de Vinho do Porto têm diminuído na última década - não devido a qualquer falta de qualidade, certamente, mas principalmente por uma mudança no estilo de vida e moda - os vitivinicultores do Douro tem redirecionado suas ótimas habilidades para elaboração de vinhos de mesa. Na história que começa na página 76, o Editor europeu Roger Voss desenterra preciosidades para você comprar hoje.
O mundo do vinho está cheio de surpresas e prazeres inesperados no copo. Por exemplo, os apreciadores de vinho com certo nível de experiência que pensam que conhecem Pinot Grigio podem se surpreender com o relatório global sobre o Pinot Grigio / Pinot Gris, que começa na página 67. Há alguns vinhos notáveis, elegantes e distintos sendo produzido. É um guia excelente para um vinho que as pessoas clamam.
E se você está procurando por preciosidades vinícolas de qualidade e com bom preço, tenho certeza que a história da capa já chamou sua atenção. Uma de nossas características mais populares todos os anos é nossa seleção dos Top 100 Best Buys (página 42) - vinhos que têm alta qualidade em relação ao seu preço. Você vai encontrar uma grande variedade de vinhos que obtiveram 90 pontos ou mais, cujo preço de varejo é de $15 ou menos. É o artigo certo para levar com você quando fizer o estoque de vinhos para a diversão durante suas férias.
Nos próximos anos, esperamos que os vinhos do Brasil assuma seu lugar entre muitos outros em tais listas, incluindo as nossa listas Cellar Selections e Enthusiast 100 que vão aparecer nas próximas edições. Nosso editor que cobre a América do Sul, Michael Schachner, apresentará reportagens sobre o Brasil e comentará sobre seus vinhos em futuras edições. Estamos felizes em chamar sua atenção para as surpresas, os valores e a qualidade.
Saúde!
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Noite do Espumante
Denise Venturini, da Göes & Venturini, manda convidar para a Terceira Noite do Espumante e Baile de Máscaras que acontecerá, dia 6 de novembro, às 22h, no Clube Independente, em Flores da Cunha.
Os melhores merlot do Brasil
Prezado Ucha,
Tenho a grata satisfação em convidá-lo a degustar conosco alguns dos melhores Merlot do Brasil.
Em recente degustação feita em Londres por 40 especialistas colocou oito rótulos de uva Merlot brasileiros entre os dez melhores do mundo. O concurso foi as cegas e envolvia 11 países produtores de vinhos da variedade Merlot. A degustação surpreendeu com o desempenho dos rótulos brasileiros que desbancaram produtores famosos de países tradicionais.
Vamos reprisar em parte esta histórica degustação degustando alguns dos Merlot vencedores.
Vinhos que serão degustados:
Miolo Merlot Terroir 2008
Salton Desejo Merlot - 2006
Don Laurindo Reserva Merlot - 2006
Vallontano Reserva Merlot - 2005
Suzin Merlot 2007
As degustações ocorrerão na 6ª feira (15) – das 18 às 20h, e no sábado (16) das 16h às 20h.
Abaixo mais informações sobre alguns dos excelentes Merlot do Brasil
Merlot Terroir 2008 - De R$ 83,00 por R$78,00
Vinícola Miolo, Vale dos Vinhedos – RS
Elaborado 100% com a uva Merlot. Apresenta coloração vermelho rubi intensa com traços violáceos. Aroma com expressivo caráter varietal e harmonia entre a fruta e a madeira de carvalho, cereja, caramelo, cacau, café, baunilha. Apresenta-se bem estruturado, com grande volume de boca, com taninos elegantes e aveludados, denotando uma ótima maturação da uva. Permanece 1 ano maturando em carvalho Francês e mais 1 ano envelhecendo em garrafa antes da comercialização.
Graduação Alcoólica: 14%
Salton Desejo Merlot 2006 – De R$ 66,00 por R$ 55,00
Vinícola Salton, Serra Gaúcha - RS
Elaborado 100% com a uva Merlot. Apresenta cor roxo violáceo intenso e profundo. Aromas complexos de baunilha, côco, tabaco, empireomáticos e pimentas secas. Paladar elegante, cremoso e concentrado. Sabor prolongado e retrogosto de frutas roxas. Permaneceu durante 12 meses 50% do vinho em bordalesas de carvalho francesas meio tostadas e os outros 50% em bordalesas de carvalho norte-americanas meio tostadas e novas. Depois de engarrafado permanece 12 meses amadurecendo na garrafa.
Graduação Alcoólica: 13%
Vallontano Reserva Merlot 2005 – R$ 51,50 por R$ 49,00
Vinícola Vallontano, Vale dos Vinhedos - RS
Vallontano elabora com uvas colhidas no Vale dos Vinhedos este expressivo Merlot. Procurando traduzir o terroir da Serra Gaúcha, o competente enólogo Luís Henrique Zanini elabora este belo tinto de forma pouco intervencionista, respeitando a qualidade da uva. O resultado é um vinho bem proporcionado e equilibrado, com boa estrutura e complexidade. Maturado 8 meses em barricas de carvalho.
Graduação Alcoólica: 13,5%
Don Laurindo Reserva Merlot 2006 – De R$ 39,00 por R$ 35,00
Vinícola Don Laurindo, Vale dos Vinhedos - RS
Elaborado 100% com a uva Merlot a partir de uma cuidadosa seleção de uvas desta variedade. Vinho de cor vermelho púrpura. Seu aroma é frutado ressaltando frutas vermelhas maduras e especiarias. Na boca apresenta-se aveludado de corpo médio e taninos finos. Aconselha-se consumir em até 5 anos.
Graduação Alcoólica: 12,5%
Suzin Merlot 2007 – De R$ 39,00 por R$ 34,00
Vinícola Suzin, São Joaquim - SC
Elaborado 100% com a uva Merlot em vinhedos cultivados em altitude de cerca de 1,2 mil metros acima do nível do mar. Apresenta complexidade harmoniosa entre as frutas e a madeira, límpido, vermelho intenso. Um tinto persistente, seus aromas se tornam sabores e permanece na boca por longo tempo e com uma acidez baixa. Passagem de 9 meses em barricas de carvalho francês de primeiro e segundo usos antes de ser engarrafado.
Graduação Alcoólica: 14%
Casa Valduga Merlot Storia 2006 -
Casa Valduga, Vale dos Vinhedos - RS
Elaborado 100% com a uva Merlot. Seleção especial de uvas com colheita manual. Apresenta cor vermelho rubi intenso com reflexos violáceos. Aromas de café, chocolate e um fino tostado unidos em perfeita harmonia com notas de geléia, frutas vermelhas e secas, esbanjando elegância e complexidade. No paladar se mostra encorpado, potente e pleno de taninos mduros e envolventes com marcante persistência gustativa. Maturado 12 meses em barricas de carvalho francês e 24 meses em caves.
Graduação Alcoólica: 14,5%
Abraços,
Cledi Sodré
Sommelier Vinhos
Phone: +55 51 3024 0751
Cel: +55 51 8401 1111
www.sommeliervinhos.com.
Tenho a grata satisfação em convidá-lo a degustar conosco alguns dos melhores Merlot do Brasil.
Em recente degustação feita em Londres por 40 especialistas colocou oito rótulos de uva Merlot brasileiros entre os dez melhores do mundo. O concurso foi as cegas e envolvia 11 países produtores de vinhos da variedade Merlot. A degustação surpreendeu com o desempenho dos rótulos brasileiros que desbancaram produtores famosos de países tradicionais.
Vamos reprisar em parte esta histórica degustação degustando alguns dos Merlot vencedores.
Vinhos que serão degustados:
Miolo Merlot Terroir 2008
Salton Desejo Merlot - 2006
Don Laurindo Reserva Merlot - 2006
Vallontano Reserva Merlot - 2005
Suzin Merlot 2007
As degustações ocorrerão na 6ª feira (15) – das 18 às 20h, e no sábado (16) das 16h às 20h.
Abaixo mais informações sobre alguns dos excelentes Merlot do Brasil
Merlot Terroir 2008 - De R$ 83,00 por R$78,00
Vinícola Miolo, Vale dos Vinhedos – RS
Elaborado 100% com a uva Merlot. Apresenta coloração vermelho rubi intensa com traços violáceos. Aroma com expressivo caráter varietal e harmonia entre a fruta e a madeira de carvalho, cereja, caramelo, cacau, café, baunilha. Apresenta-se bem estruturado, com grande volume de boca, com taninos elegantes e aveludados, denotando uma ótima maturação da uva. Permanece 1 ano maturando em carvalho Francês e mais 1 ano envelhecendo em garrafa antes da comercialização.
Graduação Alcoólica: 14%
Salton Desejo Merlot 2006 – De R$ 66,00 por R$ 55,00
Vinícola Salton, Serra Gaúcha - RS
Elaborado 100% com a uva Merlot. Apresenta cor roxo violáceo intenso e profundo. Aromas complexos de baunilha, côco, tabaco, empireomáticos e pimentas secas. Paladar elegante, cremoso e concentrado. Sabor prolongado e retrogosto de frutas roxas. Permaneceu durante 12 meses 50% do vinho em bordalesas de carvalho francesas meio tostadas e os outros 50% em bordalesas de carvalho norte-americanas meio tostadas e novas. Depois de engarrafado permanece 12 meses amadurecendo na garrafa.
Graduação Alcoólica: 13%
Vallontano Reserva Merlot 2005 – R$ 51,50 por R$ 49,00
Vinícola Vallontano, Vale dos Vinhedos - RS
Vallontano elabora com uvas colhidas no Vale dos Vinhedos este expressivo Merlot. Procurando traduzir o terroir da Serra Gaúcha, o competente enólogo Luís Henrique Zanini elabora este belo tinto de forma pouco intervencionista, respeitando a qualidade da uva. O resultado é um vinho bem proporcionado e equilibrado, com boa estrutura e complexidade. Maturado 8 meses em barricas de carvalho.
Graduação Alcoólica: 13,5%
Don Laurindo Reserva Merlot 2006 – De R$ 39,00 por R$ 35,00
Vinícola Don Laurindo, Vale dos Vinhedos - RS
Elaborado 100% com a uva Merlot a partir de uma cuidadosa seleção de uvas desta variedade. Vinho de cor vermelho púrpura. Seu aroma é frutado ressaltando frutas vermelhas maduras e especiarias. Na boca apresenta-se aveludado de corpo médio e taninos finos. Aconselha-se consumir em até 5 anos.
Graduação Alcoólica: 12,5%
Suzin Merlot 2007 – De R$ 39,00 por R$ 34,00
Vinícola Suzin, São Joaquim - SC
Elaborado 100% com a uva Merlot em vinhedos cultivados em altitude de cerca de 1,2 mil metros acima do nível do mar. Apresenta complexidade harmoniosa entre as frutas e a madeira, límpido, vermelho intenso. Um tinto persistente, seus aromas se tornam sabores e permanece na boca por longo tempo e com uma acidez baixa. Passagem de 9 meses em barricas de carvalho francês de primeiro e segundo usos antes de ser engarrafado.
Graduação Alcoólica: 14%
Casa Valduga Merlot Storia 2006 -
Casa Valduga, Vale dos Vinhedos - RS
Elaborado 100% com a uva Merlot. Seleção especial de uvas com colheita manual. Apresenta cor vermelho rubi intenso com reflexos violáceos. Aromas de café, chocolate e um fino tostado unidos em perfeita harmonia com notas de geléia, frutas vermelhas e secas, esbanjando elegância e complexidade. No paladar se mostra encorpado, potente e pleno de taninos mduros e envolventes com marcante persistência gustativa. Maturado 12 meses em barricas de carvalho francês e 24 meses em caves.
Graduação Alcoólica: 14,5%
Abraços,
Cledi Sodré
Sommelier Vinhos
Phone: +55 51 3024 0751
Cel: +55 51 8401 1111
www.sommeliervinhos.com.
Vinhedo Pedras Altas
Manoel Antonio Martinez de Araujo, que conheci quando ele era um dos gerentes locais do Grupo Sonae de Supermercados (depois vendidos para o Walmart), manda uma notícia auspiciosa: o lançamento do primeiro vinho dos seus vinhedos em Pedras Altas, nas proximidades do antigo castelo de Assis Brasil. O primeiro produto é uma assamblage 80% de merlot e 20% de cabernet sauvignon.
Eis o bilhete do Araujo:
“Prezado Danilo Ucha Conhecendo sua fama de apreciador e comentarista dos bons vinhos nacionais. Principalmente os de nossa região, a metade sul. Gostaria de apresentar nosso produto o merlot Vinhedo Pedras Altas. Com uma produção inicoa de 1500 garrafas, este vinho originado de parrreirais situados no município de Pedras Altas, ao Sul do estado do Rio Grande Sul, sob o paraleleo 32, a uma alltitude de quase 400m. Em plena Serra do Herval. Esta mistura de latitude e altitude, mais verões com dias longos e ensolarados, certamente tem todo portencial para elaborar um produto equilibrado e aromático. Em solos franco arenosos, de origem granítica, com toda parte tecnológica priorizando exclusivamente a qualidade em detrimento da quantidade. São 10 ha de merlot e cabernet sauvignon, com insolação norte. Aproveitando a safra de 2009, resolvemos lançar nosso vinho , com 20 % de uvas cabernet sauvignon, e 80 % de merlot. o vinho Vinhedo Pedras Altas, apenas 1500 garrafas , que gostaríamos de ter a possibilidade de lhe enviar uma amostra para que possa dar sua opinião, muito importante para nós.
Obrigado “
Manoel Antonio Martinez de Araujo Fone : 051 98708040
Eis o bilhete do Araujo:
“Prezado Danilo Ucha Conhecendo sua fama de apreciador e comentarista dos bons vinhos nacionais. Principalmente os de nossa região, a metade sul. Gostaria de apresentar nosso produto o merlot Vinhedo Pedras Altas. Com uma produção inicoa de 1500 garrafas, este vinho originado de parrreirais situados no município de Pedras Altas, ao Sul do estado do Rio Grande Sul, sob o paraleleo 32, a uma alltitude de quase 400m. Em plena Serra do Herval. Esta mistura de latitude e altitude, mais verões com dias longos e ensolarados, certamente tem todo portencial para elaborar um produto equilibrado e aromático. Em solos franco arenosos, de origem granítica, com toda parte tecnológica priorizando exclusivamente a qualidade em detrimento da quantidade. São 10 ha de merlot e cabernet sauvignon, com insolação norte. Aproveitando a safra de 2009, resolvemos lançar nosso vinho , com 20 % de uvas cabernet sauvignon, e 80 % de merlot. o vinho Vinhedo Pedras Altas, apenas 1500 garrafas , que gostaríamos de ter a possibilidade de lhe enviar uma amostra para que possa dar sua opinião, muito importante para nós.
Obrigado “
Manoel Antonio Martinez de Araujo Fone : 051 98708040
Vinhobles Routhier & Darricarrère
Outro lançamento que promete é o da vinícola Vinhobles Routhier & Darricarrère, uma das novas iniciativas do setor vitivinicola gaúcha na nova província vinífera da Campanha Gaúcha, já denominada a Nova Califórnia, pela qualidade e quantidade dos seus vinhos, numa ergião que, até pouco tempo, só era dedicada à criação de gado e ovinos e ao plantio de arroz, soja, trigo e milho. As vinícolas chegaram e já são 14, resposnsáveis por 15% do vinho fino produzido no país.O pessoal da Vinhobles Routhier & Darricarrère lançará o vinho Província de São Pedro, dia 28 de outubro, às 19h30min, no restaurante Chez Philippe (ave. Independência, 1005 – Porto Alegre), a bela casa do meu amigo chef Philippe Remondeau. Não conheço a vinícola nem seus produtos, por isso, estou louco para conferir.
Leilão Cabanha Unimar
Paulo de Tarso, Coordenador da Cadeia Produtiva da Ovino-caprinocultura, MT Regional, SEPE, telefones 65 36134516/65 81197168, repassa convite para o 3º Grande Leilão da Cabanha Unimar, durante a XXII SECAM, no dia 19 de outubro, às 20h. Serão ofertados Reprodutores e Ovelhas Suffolk dos mais renomadoscriadores de Suffolk do Brasil, alguns animais com linhagens Neozelandesas,além de aproximadamente 500 borregas e ovelhas comerciais, sendo da Unimar e parceiros (raças Suffolk, Texel, Hamphire Down, entre outras).Uma oportunidade para aqueles que quiserem iniciar sua criação.Obs: Lembrando que no dia 18 serão ofertados touros PO Nelore e no dia20/09 1.000 bovinos de corte comerciais.CordialmenteDr. Cledson Augusto GarciaRT - Cabanha UNIMARwww.unimar.br/cabanhaCel (14) 9797-5375
Cave Geisse é eleito o melhor espumante do Brasil
Cave Geisse e o texto da Wine Enthusiast. Boa abertura na Europa.
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O espumante Cave Geisse ganha mais um ponto como referencia de alto padrão de qualidade. Desta vez na analise de Adan Strum, presidente e editor chefe da "Wine Enthusiast", uma das principais revistas do mundo especializada em vinhos, que elegeu o Cave Geisse como o melhor espumante de todos que degustou, em sua recente visita ao país. Ao buscar um vinho que identifique o Brasil no mundo, acredita que o que melhor resume nosso país e deve ser sua bandeira no mercado externo são os espumantes.
Adam Strum declarou: "Mas o melhor produtor de espumantes da região, sem dúvida nenhuma, é Cave Geisse. Situada no sul de Bento Gonçalves, seus vinhedos encontram-se em altitudes muito elevadas, onde as colinas são uma reminiscência da Toscana, mas com muito mais frio. Tando o Brut, como o Natural e o Rosé da Cave Geisse pontuariam na casa dos 90 no cartão de pontuação de qualquer crítico".
O espumante Cave Geisse ganha mais um ponto como referencia de alto padrão de qualidade. Desta vez na analise de Adan Strum, presidente e editor chefe da "Wine Enthusiast", uma das principais revistas do mundo especializada em vinhos, que elegeu o Cave Geisse como o melhor espumante de todos que degustou, em sua recente visita ao país. Ao buscar um vinho que identifique o Brasil no mundo, acredita que o que melhor resume nosso país e deve ser sua bandeira no mercado externo são os espumantes.
Adam Strum declarou: "Mas o melhor produtor de espumantes da região, sem dúvida nenhuma, é Cave Geisse. Situada no sul de Bento Gonçalves, seus vinhedos encontram-se em altitudes muito elevadas, onde as colinas são uma reminiscência da Toscana, mas com muito mais frio. Tando o Brut, como o Natural e o Rosé da Cave Geisse pontuariam na casa dos 90 no cartão de pontuação de qualquer crítico".
Domno do Brasil classificou bem seus vinhos base
Os .Nero se sairam muito bem na avaliação.
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A Domno do Brasil, empresa do grupo Famiglia Valduga criada em 2008, e que visitei em companhia do Juarez Valduga quando ele recém estava comprando a área, destacou-se em sua terceira participação na avaliação da safra onde duas de suas amostras de vinho base para espumante foram selecionadas entre as 30% mais representativas da safra de 2010.
Na ultima avaliação, a XVIII Avaliação Nacional, foram apresentadas 260 amostras de vinhos desta safra em evento realizado no dia 25 de setembro, em Bento Gonçalves. Um número superior a 750 pessoas se reuniu no Parque de Eventos para conhecer em primeira-mão os melhores vinhos de 2010. Deste ano participaram da avaliação 55 vinícolas com 260 amostras entre as quais 30 se classificaram na relação dos 30%, o que demonstra que a qualidade da produção nacional está bem distribuída.
Na primeira seleção, que elege os 30% das amostras mais representativas, foram selecionadas duas amostras de vinhos base para espumante da Domno do Brasil, num total de 80 vinhos, sendo que uma das amostras de vinho base para espumante, o Chardonnay foi selecionado para ser apresentado no dia do evento como 1 das 16 melhores amostras da safra de 2010. Os vinhos base da Domno dão origem aos espumantes Brut, Extra Brut e Rosé. Jones Valduga, gerente administrativo da empresa, se orgulha dos bons resultados que os vinhos da Domno têm obtido nas três avaliações em que participou desde o inicio de suas atividades.
Para participar da avaliação os vinhos são inscritos em seis categorias: Branco Não Aromático, Branco Aromático, Rosé Seco, Tinto Fino Seco, Tinto Fino Seco Jovem e Vinho Base para Espumante. As amostras foram avaliadas às cegas 87 enólogos brasileiros convidados pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), entidade promotora do evento. Todas as etapas da Avaliação seguiram normas internacionais indicadas pela Organização Internacional da Uva e do Vinho (OIV) e pela União Internacional de Enólogos (UIOE).
Mais informações em http://www.domno.com.br - tel.: 54 – 3388-3999 - domno@domno.com.br ou com Denise Cavalcante Assessoria, Tel (11) 4612 4341 - assessoria@denisecavalcante.com.br
Destaque para o R2 da Perini
Moscato R2 - Jota Pe, da Perini
Já comentei aqui que a amostra mais pontuada da 18ª Avaliação Nacional de Vinhos foi para um vinho da vinícola Perini, o Moscato R2, que conquistou a média de 87,5 pontos (de 100 possíveis) dos 83 enólogos reunidos pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), com coordenação técnica da Embrapa Uva e Vinho, para analisarem 260 amostras inscritas por 55 vinícolas de todo o Brasil da safra 2010. A Lidiana Dourado (11-2198-1875), da Texto Assessoria de Comunicação, manda mais detalhes. O Moscato R2 chegou ao mercado com a marca Jota Pe e preço inferior a R$ 10,00. Perini quer provar que é possível fazer vinho de qualidade com preço acessível.
Foi a maior nota dada a um vinho entre os degustadores técnicos, que levou o Moscato R2 da vinícola Perini ao 1º lugar entre todas as amostras da 18ª Avaliação Nacional de Vinho. “O mais incrível é que este vinho é comercializado em uma faixa de preço inferior a R$ 10”, observa o gerente comercial, Franco Perini. “Estamos orgulhosos com este resultado, que comprova a filosofia da Perini de oferecer produtos de qualidade a preços competitivos no mercado”, destaca.
A vinícola Perini teve, este ano, a sua melhor participação na Avaliação Nacional de Vinhos. Na relação dos 80 vinhos classificados entre as 30% amostras de vinho mais representativas da safra 2010, a Perini marcou presença com sete vinhos: três bases de espumante (Chardonnay/Riesling, Riesling/Chardonnay e Riesling/Chardonnay/Merlot); dois brancos não aromáticos (Chardonnay e Riesling Itálico II); um branco aromático (Moscato R2) e um tinto fino seco (Marselan II). Na classificação geral, a Perini ficou em 2º lugar entre as 55 vinícolas inscritas.
“O reconhecimento dos jurados aos nossos vinhos é um prêmio ao grande investimento em qualidade que estamos realizando nos últimos anos na Perini”, afirma o diretor-presidente da empresa, Benildo Perini. “É em uma safra complicada como esta de 2010 que aparece a qualidade na condução dos vinhedos e a competência técnica de nossos enólogos”, observa.
Foi a maior nota dada a um vinho entre os degustadores técnicos, que levou o Moscato R2 da vinícola Perini ao 1º lugar entre todas as amostras da 18ª Avaliação Nacional de Vinho. “O mais incrível é que este vinho é comercializado em uma faixa de preço inferior a R$ 10”, observa o gerente comercial, Franco Perini. “Estamos orgulhosos com este resultado, que comprova a filosofia da Perini de oferecer produtos de qualidade a preços competitivos no mercado”, destaca.
A vinícola Perini teve, este ano, a sua melhor participação na Avaliação Nacional de Vinhos. Na relação dos 80 vinhos classificados entre as 30% amostras de vinho mais representativas da safra 2010, a Perini marcou presença com sete vinhos: três bases de espumante (Chardonnay/Riesling, Riesling/Chardonnay e Riesling/Chardonnay/Merlot); dois brancos não aromáticos (Chardonnay e Riesling Itálico II); um branco aromático (Moscato R2) e um tinto fino seco (Marselan II). Na classificação geral, a Perini ficou em 2º lugar entre as 55 vinícolas inscritas.
“O reconhecimento dos jurados aos nossos vinhos é um prêmio ao grande investimento em qualidade que estamos realizando nos últimos anos na Perini”, afirma o diretor-presidente da empresa, Benildo Perini. “É em uma safra complicada como esta de 2010 que aparece a qualidade na condução dos vinhedos e a competência técnica de nossos enólogos”, observa.
Vinícola Pericó -primeiro e único icewine do Brasil

Uma garrafa do "ice wine" Pericó e a boa indicação de que a pinot noir de 2011 será excelente.
Embora meu amigo Antonio Sartori, o maior operador de commodities agrícolas do Rio Grande do Sul, não acredite em “ice wine” brasileiro, repito aqui informações que já antecipei sobre a produção de um “ice wine” pela Pericó, de São Joaquim, em Santa Catarina. Não provei o vinho, não posso dizer nada sobre ele, mas recebi, na época, fotos das uvas congeladas e da neve sobre os parreirais na serra catarinense. Wandér Weege, fundador da Vinícola Pericó, ficou tão entusiasmado que disse “prepararemos o vinhedo para tornar realidade essa ideia.”
A história vitivinícola conta que povos muito antigos, como os romanos, já produziam vinho com uvas congeladas e que o primeiro ‘vinho do gelo’ da era pós-romana foi feito na Alemanha, em 1794. Mais de dois séculos depois, a vinícola Pericó lançou, no dia 10/10/10, às 10h10’10’’, o primeiro e único “vinho do gelo brasileiro” em uma data especialmente escolhida para um vinho raro da safra 2009.
O Pericó Icewine foi cultivado a 1.300 m.s.n.m. em São Joaquim, Santa Catarina, e resulta de um projeto inovador onde foram colhidas uvas congeladas a -7,5 °C no amanhecer de 4 e 12 de junho de 2009, para elaborar um vinho raro e genuinamente brasileiro (Olha aí, Sartori). Enquanto na maioria dos países produtores de icewine, como Alemanha, Áustria e Canadá, as uvas são das variedades brancas, na Pericó a eleita foi uma das mais requisitadas da atualidade: a Cabernet Sauvignon.
“Escolhemos esta variedade por ser a mais tardia disponível no vinhedo e a única capaz de sustentar seu lento amadurecimento nas parreiras até a chegada das temperaturas negativas do inverno na altitude de São Joaquim”, explica Jefferson S. Nunes, agrônomo e enólogo.
No vinhedo o processo também é diferenciado: a poda das videiras é feita pelo método Guyot, com o objetivo de distribuir melhor os cachos e dar maior uniformidade na maturação das uvas. Também é feito um raleio drástico, com descarte de mais de 50% da uva que seria produzida por pé para favorecer a concentração de açúcar. No caso do Pericó icewine, restaram menos de 600 gramas por planta, metade da produção usual para vinhos premium.
A colheita, também diferenciada, foi feita antes do nascer do sol para manter as frutas congeladas durante o transporte até a vinícola, onde são prensadas e separadas as partes sólidas (gelo, sementes e cascas) do mosto rico em açúcares. Wandér Weege, administrador da vinícola, enfatiza que neste momento o mosto foi degustado e que a experiência foi única: “Degustamos o mosto a -4oC. Foi a glória. Vinificado, e agora pronto, será como até já podemos dizer: o introdutor do Brasil no limitado mundo dos vinhos icewine”.
E para ‘guardar’ esse vinho raro, buscou-se na Itália uma pequena garrafa com peso, transparência e design capazes de expressar a charmosa e rica história do primeiro vinho do gelo brasileiro. O que o apreciador vai encontrar é um estojo especialmente elaborado, contendo uma lata diferenciada desenvolvida em parceria com a Meister de Santa Catarina, um livreto ricamente ilustrado que conta a história do icewine da Pericó e uma tag com dicas de harmonização.
Para marcar o lançamento, uma taça também foi criada especialmente pela famosa Cristallerie Strauss. O item não está incluído no kit do Pericó Icewine, mas pode ser adquirido separadamente pelos amantes do mundo do vinho.
Para traduzir a arte de elaborar um icewine, a Vinícola Pericó convidou a artista plástica Tereza Martorano, expoente da arte naïf brasileira e natural de São Joaquim, para retratar a colheita das uvas congeladas na madrugada do inverno de 2009 e que resultariam no Pericó, o primeiro vinho do gelo brasileiro. O resultado é a gravura ‘Vindima na Neve’ (foto), que inspirou toda a comunicação visual do produto.
Além de coleções particulares na Alemanha, França, Colômbia, Argentina, Estados Unidos, Espanha, Suíça e Itália, a obra de Tereza Martorano integra acervos de museus como o Dronninglund Kunstcenter (Dinamarca), o Museu de Pintura Primitiva da Cidade de Assis (SP), o Museu de Arte de Santa Catarina, o Museu de Arte de Joinville e o Museu de Arte de São Joaquim.
Em São Joaquim (SC), está localizado o Pericó Valley, e este foi o local escolhido para abrigar o vinhedo da Pericó por suas características de altitude a 1.300 m.s.n.m. A preparação das terras durou 2 anos e o plantio das mudas procedentes da França, das variedades Cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Merlot, Chardonnay e Sauvignon Blanc, teve início no final de 2004 e seguiu até fevereiro de 2005.
Em 2007, a vinícola lançou seu primeiro vinho, o Taipa Rosé. Em outubro de 2008, um passo ousado: o lançamento dos primeiros espumantes de altitude catarinense, o Cave Pericó Branco e Rosé brut, produzidos pelo método Charmat. Também integram a carta de vinhos da Pericó os espumantes Demi-Sec Rosé e Demi-Sec Branco e os lançamentos da safra 2010, o Vinho branco Taipa Vigneto, feito 100% de uvas Sauvignon Blanc, e os Basaltinos Chardonnay e Pinot Noir, este último o primeiro tinto da vinícola.
A Pericó se propõe a apresentar exclusivamente vinhos finos de altitude e qualidade superior, e para isso não poupa esforços, principalmente no que diz respeito ao bem estar da sua equipe e à natureza.
“Para realizar o projeto Pericó, o dia-a-dia nos entusiasma: não é só plantar o vinhedo, há, ainda, o trato com os pés de uva, o corte, a poda, o descanso”, resume o fundador.
O cuidado com o solo, o ar e o respeito à natureza são praticados desde o surgimento da Pericó. O transporte dos cachos é feito em caixas pequenas, com os frutos cortados com cuidado para evitar a fermentação em cada baga. Além disso, um caminhão frigorífico é utilizado para levar as uvas à vinificação: outro detalhe exclusivo da Pericó.
Salas de treinamento, a realização de cursos, transporte interno e a ginástica laboral são outros diferenciais que também demonstram o cuidado da vinícola com o bem estar de seus funcionários, além do pagamento de 14º. Salário.
Espero que, depois de todas estas informações, meu amigo Antonio Sartori, que não só é bom na comercialização mundial de soja, trigo e milho, mas, também, bom em gastronomia e possui uma apreciável adega, acredite na possiibilidade do “ice wine” brasileiro. Bem que nós poderiamos fazer uma excursão à Pericó para degustar o “vinho do gelo”.
A história vitivinícola conta que povos muito antigos, como os romanos, já produziam vinho com uvas congeladas e que o primeiro ‘vinho do gelo’ da era pós-romana foi feito na Alemanha, em 1794. Mais de dois séculos depois, a vinícola Pericó lançou, no dia 10/10/10, às 10h10’10’’, o primeiro e único “vinho do gelo brasileiro” em uma data especialmente escolhida para um vinho raro da safra 2009.
O Pericó Icewine foi cultivado a 1.300 m.s.n.m. em São Joaquim, Santa Catarina, e resulta de um projeto inovador onde foram colhidas uvas congeladas a -7,5 °C no amanhecer de 4 e 12 de junho de 2009, para elaborar um vinho raro e genuinamente brasileiro (Olha aí, Sartori). Enquanto na maioria dos países produtores de icewine, como Alemanha, Áustria e Canadá, as uvas são das variedades brancas, na Pericó a eleita foi uma das mais requisitadas da atualidade: a Cabernet Sauvignon.
“Escolhemos esta variedade por ser a mais tardia disponível no vinhedo e a única capaz de sustentar seu lento amadurecimento nas parreiras até a chegada das temperaturas negativas do inverno na altitude de São Joaquim”, explica Jefferson S. Nunes, agrônomo e enólogo.
No vinhedo o processo também é diferenciado: a poda das videiras é feita pelo método Guyot, com o objetivo de distribuir melhor os cachos e dar maior uniformidade na maturação das uvas. Também é feito um raleio drástico, com descarte de mais de 50% da uva que seria produzida por pé para favorecer a concentração de açúcar. No caso do Pericó icewine, restaram menos de 600 gramas por planta, metade da produção usual para vinhos premium.
A colheita, também diferenciada, foi feita antes do nascer do sol para manter as frutas congeladas durante o transporte até a vinícola, onde são prensadas e separadas as partes sólidas (gelo, sementes e cascas) do mosto rico em açúcares. Wandér Weege, administrador da vinícola, enfatiza que neste momento o mosto foi degustado e que a experiência foi única: “Degustamos o mosto a -4oC. Foi a glória. Vinificado, e agora pronto, será como até já podemos dizer: o introdutor do Brasil no limitado mundo dos vinhos icewine”.
E para ‘guardar’ esse vinho raro, buscou-se na Itália uma pequena garrafa com peso, transparência e design capazes de expressar a charmosa e rica história do primeiro vinho do gelo brasileiro. O que o apreciador vai encontrar é um estojo especialmente elaborado, contendo uma lata diferenciada desenvolvida em parceria com a Meister de Santa Catarina, um livreto ricamente ilustrado que conta a história do icewine da Pericó e uma tag com dicas de harmonização.
Para marcar o lançamento, uma taça também foi criada especialmente pela famosa Cristallerie Strauss. O item não está incluído no kit do Pericó Icewine, mas pode ser adquirido separadamente pelos amantes do mundo do vinho.
Para traduzir a arte de elaborar um icewine, a Vinícola Pericó convidou a artista plástica Tereza Martorano, expoente da arte naïf brasileira e natural de São Joaquim, para retratar a colheita das uvas congeladas na madrugada do inverno de 2009 e que resultariam no Pericó, o primeiro vinho do gelo brasileiro. O resultado é a gravura ‘Vindima na Neve’ (foto), que inspirou toda a comunicação visual do produto.
Além de coleções particulares na Alemanha, França, Colômbia, Argentina, Estados Unidos, Espanha, Suíça e Itália, a obra de Tereza Martorano integra acervos de museus como o Dronninglund Kunstcenter (Dinamarca), o Museu de Pintura Primitiva da Cidade de Assis (SP), o Museu de Arte de Santa Catarina, o Museu de Arte de Joinville e o Museu de Arte de São Joaquim.
Em São Joaquim (SC), está localizado o Pericó Valley, e este foi o local escolhido para abrigar o vinhedo da Pericó por suas características de altitude a 1.300 m.s.n.m. A preparação das terras durou 2 anos e o plantio das mudas procedentes da França, das variedades Cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Merlot, Chardonnay e Sauvignon Blanc, teve início no final de 2004 e seguiu até fevereiro de 2005.
Em 2007, a vinícola lançou seu primeiro vinho, o Taipa Rosé. Em outubro de 2008, um passo ousado: o lançamento dos primeiros espumantes de altitude catarinense, o Cave Pericó Branco e Rosé brut, produzidos pelo método Charmat. Também integram a carta de vinhos da Pericó os espumantes Demi-Sec Rosé e Demi-Sec Branco e os lançamentos da safra 2010, o Vinho branco Taipa Vigneto, feito 100% de uvas Sauvignon Blanc, e os Basaltinos Chardonnay e Pinot Noir, este último o primeiro tinto da vinícola.
A Pericó se propõe a apresentar exclusivamente vinhos finos de altitude e qualidade superior, e para isso não poupa esforços, principalmente no que diz respeito ao bem estar da sua equipe e à natureza.
“Para realizar o projeto Pericó, o dia-a-dia nos entusiasma: não é só plantar o vinhedo, há, ainda, o trato com os pés de uva, o corte, a poda, o descanso”, resume o fundador.
O cuidado com o solo, o ar e o respeito à natureza são praticados desde o surgimento da Pericó. O transporte dos cachos é feito em caixas pequenas, com os frutos cortados com cuidado para evitar a fermentação em cada baga. Além disso, um caminhão frigorífico é utilizado para levar as uvas à vinificação: outro detalhe exclusivo da Pericó.
Salas de treinamento, a realização de cursos, transporte interno e a ginástica laboral são outros diferenciais que também demonstram o cuidado da vinícola com o bem estar de seus funcionários, além do pagamento de 14º. Salário.
Espero que, depois de todas estas informações, meu amigo Antonio Sartori, que não só é bom na comercialização mundial de soja, trigo e milho, mas, também, bom em gastronomia e possui uma apreciável adega, acredite na possiibilidade do “ice wine” brasileiro. Bem que nós poderiamos fazer uma excursão à Pericó para degustar o “vinho do gelo”.
Aurora Boreal, a grande festa
Luzes coloridas irão invadir os céus de Bento Gonçalves e os apaixonados por espumante irão vibrar na noite de 23 de outubro. A Aurora Boreal estará no auge da sua intensidade. A maior festa de espumante open bar do Brasil acontecerá em um dos principais pontos turísticos da região. Rodeado de vinícolas, Bento Gonçalves representa a combinação perfeita de elegância e glamour. A edição 2010 segue no mesmo local, no Clube Aliança, em uma mega estrutura montada em três ambientes climatizados: pista Brut, pista Rose e pista Moscatel. Todos os espaços rodeados de ilhas de espumante, dentro do conceito open a noite toda.
Para a 4ª edição da festa que agita a serra gaúcha, Taís Scherer, Roger Lerina e Alex Hoff – três dos criadores da consagrada festa Balonê - comandarão o melhor do som anos 80. Essa é a primeira vez que a Balonê sobe para a Serra. Imperdível! Já nas pistas, DJs Pic Schmitz, Fran Bortolossi (Up Front Sounds de SP), Tetê Kerbes (Apple Club Resident), Rodrigo Reis (Atlântida ), Fabiano e Vj Danny Baseggio. O espumante, sem dúvida, será da Vinícola Aurora.
Para a 4ª edição da festa que agita a serra gaúcha, Taís Scherer, Roger Lerina e Alex Hoff – três dos criadores da consagrada festa Balonê - comandarão o melhor do som anos 80. Essa é a primeira vez que a Balonê sobe para a Serra. Imperdível! Já nas pistas, DJs Pic Schmitz, Fran Bortolossi (Up Front Sounds de SP), Tetê Kerbes (Apple Club Resident), Rodrigo Reis (Atlântida ), Fabiano e Vj Danny Baseggio. O espumante, sem dúvida, será da Vinícola Aurora.
Para Saber o Sabor dos Vinhos do Brasil
Carlos Paviani, do Ibravin
A cidade turística de Gramado (RS) recebeu, nesta quinta-feira (14), às 18h, no Varanda das Bromélias Boutique Hotel (Rua Alarisch Schulz, 158/198 - Bairro Planalto) o projeto “Para Saber o Sabor dos Vinhos do Brasil”. O projeto foi iniciado, em São Paulo, na Expovinis 2010, em abril deste ano, pelo Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), juntamente com a Escola de Gastronomia do ICIF (Italian Culinary Institute for Foreigners), situada em Flores da Cunha, e a FSI (Federação Internacional de Sommeliers). Este foi o segundo de quatro eventos previstos para as cidades de Porto Alegre, nos dias 20 e 21, Flores da Cunha, onde ocorreu no dia 23 de setembro, e Gramado. No evento, os convidados são brindados com alguns dos melhores exemplares dos vinhos brasileiros, selecionados pelo presidente da Federação Internacional de Sommeliers, Jefferson Sancineto Nunes, harmonizados por pratos exclusivos assinados pelo chef da escola, Mauro Cingolani.
Durante o jantar, os participantes receberam uma breve aula de harmonização, por meio de uma experiência divertida e inédita. São servidos quatro pratos acompanhados por sete vinhos brasileiros que, além de afinarem o paladar, despertam os sentidos numa mescla de textura, cores e sabores.
A forte presença do vinho no Rio Grande do Sul, que conta com mais de 700 vinícolas cujas famílias são descendentes de italianos, estimulou a parceria entre o Ibravin e a Escola de Gastronomia. Os eventos são uma mostra criativa da alta gastronomia italiana associada aos vinhos Tops brasileiros elaborados pelas vinícolas locais que têm famílias descendentes de italianos.
Há alguns anos as vinícolas brasileiras passam por processo de modernização que se reflete tanto no estilo de vinhos que expressam jovialidade e são amigáveis ao paladar, como no layout de apresentação, com rótulos clean e embalagens confeccionadas por designers de ponta.
CARDÁPIO:Brandade di baccalà all'olio extravergine di olivaBacalhau cremoso ao azeite de oliva extra virgemAcompanha Cave Pericó Brut Rosé - SC e Gois e Venturini Vivere Brut – RSTonno di coniglioCoelho em conserva com especiarias e ervas aromáticasAcompanha Casa Valduga Chardonnay Gran Reserva 2009 - RS e Boscato Rosé - RS Brasato al vino rosso e cipolle glassateBraseado ao vinho tinto e cebola glacê
Acompanha Panizzon Maximus - RS e Nubio Cabernet Sauvignon 2005 - SC Spuma di aranceMousse de laranja
Acompanha Punto Nero Moscatel – RS
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