sexta-feira, 9 de abril de 2010
Espumante Valduga para holandês
Meu amigo jornalista Gilberto Jasper é quem manda dizer: “O coquetel oferecido ao ministro dos Transportes, Obras Públicas e Manejo da Água dos Países Baixos/Holanda, Camiel Eurlings no estande do Governo do Rio Grande do Sul na Feira Intermodal South América, em São Paulo, foi regado a espumante gaúcho (Casa Valduga Gran Reserva). A comemoração se deveu ao primeiro transporte regular de contêiners Porto Alegre- Rio Grande que vai ocorrer este ano.”
Mais um negócio da Miolo
A Miolo Wine Group realizará a primeira edição da Escola do Vinho 2010 de Porto Alegre, no dia 21 de abril, às 19h. Durante o evento haverá o lançamento em primeira mão da parceria da empresa com enólogos italianos Davide Rosso, da Vinícola Giovanni Rosso, e Lorenzo Zonin, da Vinícola Podere San Cristoforo. Na ocasião, serão apresentados o Barolo Serralunga e o Carandelle, dois dos mais renomados vinhos italianos que serão comercializados pela MWG no Brasil. Os enólogos italianos estarão presentes no evento.
O Miolo Wine Group já distribui vinhos franceses, espanhóis, argentinos e chilenos no Brasil. É possível que esse início de parceria com italianos chegue ao mesmo estágio das com alguns dos outros, que levaram à produção de vinho em conjunto no Chile, Argentina e Espanha. Já sei, também, que estão adiantadas as negociações com grupos ingleses.
O Miolo Wine Group já distribui vinhos franceses, espanhóis, argentinos e chilenos no Brasil. É possível que esse início de parceria com italianos chegue ao mesmo estágio das com alguns dos outros, que levaram à produção de vinho em conjunto no Chile, Argentina e Espanha. Já sei, também, que estão adiantadas as negociações com grupos ingleses.
Dois vinhos Quinta da Neve
Finalmente, vou provar o famoso Pinot Noir 2008 da vinícola catarinense Quinta da Neve. O jornalista Acari Amorim, que trabalhou em Zero Hora, em Porto Alegre, antes de transferir-se para Santa Catarina, fundou uma vinícola em São Joaquim, e começou a produzir vinhos. Como eu não acredito muito em Pinot Noir brasileiro – disse isso ao enólogo Adriano Miolo, acrescentando que não havia gostado do PN produzido por ele para o Raul Randon, nos Campos de Cima da Serra, e ele ficou meio preocupado – e falei sobre isso com o Acari, durante um almoço na Federação das Indústrias em Porto Alegre, ele comentou que eu dizia isso porque não havia provado o dele. Nesse meio tempo, o enólogo Tarsis Capelletti também comentou que o PN da Quinta da Neve era muito bom e que até havia fila das lojas para comprá-lo.
Pois bem, o Acari aproveitou uma vinda a Porto Alegre, hoje, dia 07/04, e deixou-me uma garrafa do Pinot Noir 2008 Quinta da Neve, junto com uma Cabernet Sauvignon 2007. Estou me preparando para degustá-los e prometo escrever alguma coisa depois.
Pois bem, o Acari aproveitou uma vinda a Porto Alegre, hoje, dia 07/04, e deixou-me uma garrafa do Pinot Noir 2008 Quinta da Neve, junto com uma Cabernet Sauvignon 2007. Estou me preparando para degustá-los e prometo escrever alguma coisa depois.
Bom vinho no Lide Sul
Gustavo Ene, presidente do Grupo Lide Sul, gosta de bons vinhos. Constatei isso no almoço da Lide Sul, dia 5 de abril, no Country Club de Porto Alegre, quando ele e mais de 110 empresários e autoridades recepecionaram o presidente da Anvisa. Foram servidos um Perepetuum Premium Merlot 2007 e um Perpetuum Premium Torrontes 2008, dois argentinos não muito caros, mas bem agradáveis.
Quem fez o rótulo do Gamay da Miolo
A jornalista Lúcia Porto, da Nave Design, é quem chama minha atenção: a designer Ana Maldonado é a responsável pela criação do personagem que dá vida ao rótulo do Gamay 2010, novo lançamento da Miolo. A designer foi convidada pela Zorzo Design Estratégico – empresa que conceituou e projetou o rótulo – para desenhar um personagem. A figura - lúdica, com cores intensas e traços gestuais marcantes – reporta ao imaginário das pessoas. Ana criou o personagem do vinho que leva a chancela de Henry Marionnet - considerado pela critica internacional o papa do Gamay. Ana segue na esteira do pintor e escultor Romero Britto, que foi o responsável pela ilustração do rótulo da safra 2008.
Ana abraçou o desafio de criar uma figura leve e colorida, que passasse para o consumidor a idéia do enigma da alegria. “Fiz questão de usar cores intensas e personagens lúdicos para remeter ao conceito do vinho, que é aromático, alegre, ideal para ser degustado no verão”, conta. “Os traços gestuais marcantes reportam ao imaginário das pessoas”, complementa
O Gamay é o primeiro vinho fino da safra e tem características muito especiais, pouco conhecidas no Brasil. A Miolo consolidou-se na América do Sul como uma das únicas vinícolas que elabora o Gamay com o conceito de “beaujolais nouveau” francês. Com as orientações de Marionnet, o Gamay da Miolo ficou mais frutado e leve ao paladar e passou a ser elaborado com as uvas da Campanha Gaúcha, através do processo de maceração carbônica. A temperatura ideal para seu consumo é de 10ºC a 12ºC. É, portanto, um tinto que deve ser bebido gelado.
Ana abraçou o desafio de criar uma figura leve e colorida, que passasse para o consumidor a idéia do enigma da alegria. “Fiz questão de usar cores intensas e personagens lúdicos para remeter ao conceito do vinho, que é aromático, alegre, ideal para ser degustado no verão”, conta. “Os traços gestuais marcantes reportam ao imaginário das pessoas”, complementa
O Gamay é o primeiro vinho fino da safra e tem características muito especiais, pouco conhecidas no Brasil. A Miolo consolidou-se na América do Sul como uma das únicas vinícolas que elabora o Gamay com o conceito de “beaujolais nouveau” francês. Com as orientações de Marionnet, o Gamay da Miolo ficou mais frutado e leve ao paladar e passou a ser elaborado com as uvas da Campanha Gaúcha, através do processo de maceração carbônica. A temperatura ideal para seu consumo é de 10ºC a 12ºC. É, portanto, um tinto que deve ser bebido gelado.
Vinhos Aurora para o outono
Com a expectativa de que os termômetros comecem a baixar, o outono é bem recebido nas mesas e taças, sugerindo outras opções de vinhos além dos mais leves e frescos que predominam nas preferências durante o verão. Com a chegada da estação mais temperada do ano chega a vontade de abrir algumas garrafas de tintos, leves ou de médio corpo, além de alguns brancos de mais estrutura. A linha Aurora Varietal traz todas as boas opções para essa mescla de sabores e situações outonais. O Aurora Varietal Pinot Noir, tinto fresco e leve, ideal para ser consumido com aves, risotos e massas variadas e até preparos mais elaborados com peixes (ensopados, principalmente). Para os churrascos e os mais diversos preparos de carnes vermelhas, incluindo as de caça, massas e risotos com essas bases e queijos de sabores mais pronunciados, os tintos de mais corpo são indicados, como Aurora Varietal Merlot, Aurora Varietal Cabernet Sauvignon (com estágio em carvalho) e Aurora Varietal Carmenére. Para os queijos de massa média ou mole, os peixes em seus preparos mais leves, risotos brancos com frutos do mar e massas com molhos brancos, de queijos ou à base de carnes brancas e sabores do mar, os brancos da linha são indicados: Aurora Varietal Chardonnay e Aurora Varietal Gewurztraminer, frutados e muito frescos, podem acompanhar esses pratos, as entradas e os petiscos antes das refeições.
Um brinde a diversidade das temperaturas e sabores do outono !
Um brinde a diversidade das temperaturas e sabores do outono !
Luxo e bom espumante
Uma boa conversa sobre os exclusivos caminhos do consumo num bate-papo informal com a consultora Sônia Beatriz Pisetta de Lima ocorreu nesta quinta-feira, dia 8 de abril, às 19h30min, na Fnac de Porto Alegre no BarraShoppingSul, com degustação de espumantes da vinícola Laurentia, água mineral da Versant e pães da Barbarella Bakery. Inspirada em clássicos da literatura sobre mercado e consumo de luxo, Sônia abordou aspectos citados no livro O Luxo Eterno, de Gilles Lipovetsky e Elyette Roux, e antecipou alguns pontos que serão explanados no curso Marketing para os segmentos Luxo e Premium, de 15 a 17 de abril na exclusivíssima Vinícola Laurentia, do médico Gilberto Schwartsmann e almoços comandados pelo chef Felippe Sica. A vinícola, que está desbravando uma nova área, em Barra do Ribeiro, no caminho para Pelotas, recentemente recebeu a top model Gisele Bündchen, que lá realizou o casamento de sua irmã gêmea. Já provei o espumante do Gilberto, durante um jantar de cordeiro que realizamos lá na casa do Antônio Ferrari, na zona sul de Porto Alegre. É bom.
Informações sobre o curso na Vinícola Laurentia podem ser obtidas pelo fone (51) 9366-3607 ou por e-mail sonia@internigestao.com.br ou no site www.internigestao.com.br
Informações sobre o curso na Vinícola Laurentia podem ser obtidas pelo fone (51) 9366-3607 ou por e-mail sonia@internigestao.com.br ou no site www.internigestao.com.br
Vinhos importados mais baratos
A partir do dia 12, os mais de 2.000 rótulos da World Wine, uma das três principais importadoras de vinhos premium do Brasil, terão, pela primeira vez desde a abertura da empresa em 1999, redução nos preços. A tabela de valores vigente terá abatimento médio entre 5% e 15%, dependendo da região produtora. A mudança contribui para a estratégia da importadora de democratizar o consumo de vinhos premium ao oferecer rótulos a preços mais acessíveis.
“No auge da crise, com a alta do dólar, a World Wine assumiu o compromisso de não alterar o preço de todos os seus rótulos até 31 de dezembro de 2008. No começo de 2009, no entanto, os valores foram construídos em cima da valorização da moeda americana e do cenário alarmante que apontava a economia mundial”, explica Celso La Pastina, diretor comercial da importadora. “Com a realidade atual, esperamos a estabilidade do câmbio e assim conseguiremos trabalhar com taxas e riscos menores”, completa.
A redução dos preços será de 15% nos vinhos sul-americanos (Argentina, Chile e Uruguai) e de 5 a 10%, nos rótulos produzidos nas demais regiões vinícolas (Estados Unidos, África do Sul, Marrocos, Austrália, Nova Zelândia, Espanha, Portugal, Hungria, Alemanha, Itália e França).
Segundo Celso, a expectativa é que o setor cresça acima de dois dígitos em 2010 , e para isso, pretende adotar na World Wine uma postura cada vez mais agressiva em relação ao preço. “No Brasil pouquissímas pessoas bebem vinho, o consumo está muito concentrado nas classes A e B, em pessoas que possuem nível cultural mais elevado”, afirma.
Como parte dessa postura, a World Wine resolveu investir em rótulos chilenos e argentinos. Os fatores como menor preço, investimento em qualidade e a forma lúdica de identificar os rótulos com o nome das uvas - ao invés de regiões como dos vinhos europeus -, caíram no gosto do brasileiro e tornaram os produtores vizinhos em líderes de importação no país – 65% de acordo com o instituto de pesquisa Aliceweb / MDIC.
“A World Wine começou em 1999 com vinhos prioritariamente da França e Itália, de pequenos produtores de alta qualidade que foram muito bem recebidos. Agora, com novos dados do perfil do consumidor brasileiro, a World Wine investe em parcerias importantes para concorrer neste mercado”, afirma Celso La Pastina.
Entre os novos rótulos chilenos e argentinos estão o “vinho de enólogo” de Arnaud Hereu, a diversificada linha da Viña Los Boldos, os vinhos naturais do Domaine Clos Ouvert, o audacioso projeto da Andeluna Cellar, os elaborados vinhos da Bodega Atamisque e a renomada Finca Sophenia. Além disso, a importadora conta com vinícolas tradicionais desses países como Odfjell, Bisquertt e S. Pedro. Para apresentar esses e outros rótulos do Novo Mundo, acontecerá entre os dias 19 e 20 de abril, em São Paulo, e 22, no Rio de Janeiro, a quarta edição da World Wine Experience, tradicional feira da importadora que promover o encontro de produtores e consumidores.
A World Wine, criada em 1999, é uma das três maiores lojas de vinhos Premium do país e conta com mais de 150 produtores exclusivos de 14 países, num total de mais de 2.000 rótulos. Possui duas lojas próprias nos bairros paulistanos dos Jardins e Brás e uma em Ribeirão Preto, no interior do Estado, além de lojas parceiras em 15 estados brasileiros em cidades como Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Joinville, Fortaleza, Belém, Vitória, Recife, dentre outras. A World Wine atende clientes de todo o Brasil pelo Televendas (11 3383-7477) e pelo site www.worldwine.com.br
Na minha opinião, os leitores devem aproveitar esta chance da Wine porque os vinhos importados, com a exigência do selo fiscal, certamente vão rarear no país e ficar mais caro. Preste a atenção.
“No auge da crise, com a alta do dólar, a World Wine assumiu o compromisso de não alterar o preço de todos os seus rótulos até 31 de dezembro de 2008. No começo de 2009, no entanto, os valores foram construídos em cima da valorização da moeda americana e do cenário alarmante que apontava a economia mundial”, explica Celso La Pastina, diretor comercial da importadora. “Com a realidade atual, esperamos a estabilidade do câmbio e assim conseguiremos trabalhar com taxas e riscos menores”, completa.
A redução dos preços será de 15% nos vinhos sul-americanos (Argentina, Chile e Uruguai) e de 5 a 10%, nos rótulos produzidos nas demais regiões vinícolas (Estados Unidos, África do Sul, Marrocos, Austrália, Nova Zelândia, Espanha, Portugal, Hungria, Alemanha, Itália e França).
Segundo Celso, a expectativa é que o setor cresça acima de dois dígitos em 2010 , e para isso, pretende adotar na World Wine uma postura cada vez mais agressiva em relação ao preço. “No Brasil pouquissímas pessoas bebem vinho, o consumo está muito concentrado nas classes A e B, em pessoas que possuem nível cultural mais elevado”, afirma.
Como parte dessa postura, a World Wine resolveu investir em rótulos chilenos e argentinos. Os fatores como menor preço, investimento em qualidade e a forma lúdica de identificar os rótulos com o nome das uvas - ao invés de regiões como dos vinhos europeus -, caíram no gosto do brasileiro e tornaram os produtores vizinhos em líderes de importação no país – 65% de acordo com o instituto de pesquisa Aliceweb / MDIC.
“A World Wine começou em 1999 com vinhos prioritariamente da França e Itália, de pequenos produtores de alta qualidade que foram muito bem recebidos. Agora, com novos dados do perfil do consumidor brasileiro, a World Wine investe em parcerias importantes para concorrer neste mercado”, afirma Celso La Pastina.
Entre os novos rótulos chilenos e argentinos estão o “vinho de enólogo” de Arnaud Hereu, a diversificada linha da Viña Los Boldos, os vinhos naturais do Domaine Clos Ouvert, o audacioso projeto da Andeluna Cellar, os elaborados vinhos da Bodega Atamisque e a renomada Finca Sophenia. Além disso, a importadora conta com vinícolas tradicionais desses países como Odfjell, Bisquertt e S. Pedro. Para apresentar esses e outros rótulos do Novo Mundo, acontecerá entre os dias 19 e 20 de abril, em São Paulo, e 22, no Rio de Janeiro, a quarta edição da World Wine Experience, tradicional feira da importadora que promover o encontro de produtores e consumidores.
A World Wine, criada em 1999, é uma das três maiores lojas de vinhos Premium do país e conta com mais de 150 produtores exclusivos de 14 países, num total de mais de 2.000 rótulos. Possui duas lojas próprias nos bairros paulistanos dos Jardins e Brás e uma em Ribeirão Preto, no interior do Estado, além de lojas parceiras em 15 estados brasileiros em cidades como Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Joinville, Fortaleza, Belém, Vitória, Recife, dentre outras. A World Wine atende clientes de todo o Brasil pelo Televendas (11 3383-7477) e pelo site www.worldwine.com.br
Na minha opinião, os leitores devem aproveitar esta chance da Wine porque os vinhos importados, com a exigência do selo fiscal, certamente vão rarear no país e ficar mais caro. Preste a atenção.
Mantega confirma criação de Selo Fiscal para vinhos nacionais e importados
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou, nesta quinta-feira (8), na FIERGS, a implantação do Selo de Controle Fiscal para os vinhos brasileiros e importados. Mantega foi recebido em reunião-almoço pelo presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, Paulo Tigre, e representantes de mais de 30 diferentes segmentos da indústria do Estado. “É um anúncio muito importante, não representa nenhum aumento de impostos para o setor. O selo evita o contrabando, o subfaturamento e a informalidade, e dá mais competitividade ao vinho do País, que sofre com a concorrência desleal”, destacou o ministro, lembrando que o governo federal atendeu uma reivindicação histórica das principais entidades da vitivinicultura nacional, que tem cerca de 90% da produção instalada no Rio Grande do Sul.No final de março, empresários do setor, liderados por Paulo Tigre, haviam se reunido, em Brasília, quando Mantega garantiu que o Selo Fiscal seria implantado. Dentro de dois meses, segundo previsão do ministro, a Casa da Moeda deverá ter o modelo pronto para colocá-lo no mercado. A implantação efetiva do Selo Fiscal, porém, deve acontecer somente em 2011. “É normal que o governo dê um prazo de adequação às empresas”, alertou o presidente do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), Júlio Fante, presente no evento. Fante comemorou o anúncio oficial de implantação do Selo Fiscal pelo ministro Mantega. “O governo federal atendeu, de forma corajosa e sábia, um pleito antigo da ampla maioria do setor, que terá no Selo Fiscal um instrumento a favor dos vinhos brasileiros e importados e das empresas que trabalham corretamente, dentro das obrigações legais e fiscais”, reconheceu, ressaltando o apoio à medida do presidente da FIERGS, Paulo Tigre. “A sua liderança foi fundamental para termos a implantação do Selo Fiscal, que será uma arma importante no combate a sonegação, a falsificação e a entrada de vinhos por descaminho”, disse o presidente do Ibravin.Fante estimou que a colocação do Selo Fiscal nos vinhos resulte em um aumento de 20% a 30% na comercialização dos produtos brasileiros a partir do segundo semestre do próximo ano. “Os reflexos do Selo aparecerão a médio e longo prazo”, projetou. Para o presidente do Ibravin, os benefícios do Selo Fiscal devem ser analisados no período de três anos. “Hoje temos mais de 15 milhões de garrafas de vinhos sem origem conhecida à venda no mercado brasileiro”, informou Fante. Este volume é cerca de 15% dos vinhos brasileiros e importantes comercializados por ano no País. “O selo será um diferencial que o identifica dos vinhos comercializados ilegalmente. Ele torna tudo claro para os comerciantes e, sobretudo, para os consumidores, que se tornarão fiscais voluntários”, observou Fante.O presidente da Uvibra, Henrique Benedetti, que também participou da reunião-almoço com Mantega, acrescentou que atualmente há 30 milhões de garrafas expostas aos consumidores brasileiros. “É como a Gripe A, ninguém sabe onde ela está, assim como ninguém sabe onde estão os vinhos contrabandeados”, comparou. “A partir da implementação do Selo Fiscal e em conjunto com a Substituição Tributária, vamos eliminar a possibilidade de sonegação. Assim, grandes e pequenos trabalharão em igualdade de condições”, apontou Benedetti.
A presidente do Sindivinho-RS, Cristiane Passarin, esclareceu que o valor do Selo Fiscal, que deve ficar em R$ 23 o milheiro, poderá ser creditado no PIS/Cofins. “Ou seja, o custo será zero”, garante.
Depois de mais de cinco anos de discussões, em 13 de fevereiro de 2009 a Câmara Setorial de Viticultura, Vinhos e Derivados aprovou, por 14 votos a 2, a implantação do Selo de Controle Fiscal para vinhos nacionais e importados. A sugestão foi imediatamente encaminhada ao governo federal, que criou um Grupo de Trabalho para tratar do tema. No final do ano passado, a Receita Federal concluiu o estudo técnico e decidiu pela criação do Selo Fiscal, agora anunciado oficialmente pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.
A presidente do Sindivinho-RS, Cristiane Passarin, esclareceu que o valor do Selo Fiscal, que deve ficar em R$ 23 o milheiro, poderá ser creditado no PIS/Cofins. “Ou seja, o custo será zero”, garante.
Depois de mais de cinco anos de discussões, em 13 de fevereiro de 2009 a Câmara Setorial de Viticultura, Vinhos e Derivados aprovou, por 14 votos a 2, a implantação do Selo de Controle Fiscal para vinhos nacionais e importados. A sugestão foi imediatamente encaminhada ao governo federal, que criou um Grupo de Trabalho para tratar do tema. No final do ano passado, a Receita Federal concluiu o estudo técnico e decidiu pela criação do Selo Fiscal, agora anunciado oficialmente pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Mensagens
Caro Ucha!
Muito obrigado pelo Blog e as interssantes novidades !
Um grande abraco desde Cerro Chapeu-Rivera em reuniao com os irmaos/as festejando a Pasqua e o Aniversario do 2/04 que amanha serao 258 anos ininterruptos da Tradicao Familiar Carrau em Uvas e Vinhos e 10 Geracoes de pai para filho ! E uma grande alegria, mas tambem uma responsabilidade para que continue !!Nos juntamos hoje e ate o domingo para acompanhar tambem a construcao da "Nova Cantina Boutique" no Brasil em Cerro da Trindade/RSn na frente da nossa propiedade do Cerro do Chapeu-Rivera-Uruguay.Dois Paises, uma mesma Regiao e uma mesma Familia Pionera na Regiao desde 1973 !!
Grande abraco e Felizes Pasquas para ti e Flia.
Javier CarrauBodegas CarrauUruguay-Brasil
Enviado desde mi BlackBerry device de Ancel.
.....................
Carrau II
Caro Ucha,
Sao 258 anos, desde o 2 de abril de 1752 na Catalunya Espanha !!
Grande abraco e obrigado.
Javier CarrauBodegas CarrauUruguay-Brasil
Enviado desde mi BlackBerry device de Ancel.
Resposta - A família Carrau tem 258 anos de vinho, desde 1752. Javier Carrau me corrige que eu errei ao responder-lhe e-mail com a informação sobre a comemoração em Montevideu.
......................
Silvia deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Argumentos dos defensores do selo fiscal no vinho":
Outros pontos de vista sobre esse assunto em:www.revistaadega.com.br, em notícias.
....................
Olá, Danilo, tudo bem?
Vamos iniciar, na próxima semana, um trabalho de assessoria de imprensa de uma vinícula em Bento Gonçalves e gostaria de saber se você conhece a marca: trata-se da Adega Splendor, que tem uma produção pequena, mas de alta qualidade. Caso não conheça, gostaria de saber do interesse em degustar dos espumantes.
Abs e obrigada,
Isabelle Lindote, São Paulo
Tel:+55 (11) 3030-9461isabelle.lindote@2pro.com.brSkype: isabelle.lindote www.2pro.com.br
Resposta – Conheço meu amigo Firmino Splendor, desde os tempos em que ele produzia apenas excelentes licores. Acho que foi na Fenavinho do ano passado que provei seus vinhos. Bons. Toca em frente, Isabelle.
..............
Caro Ucha!
Muito obrigado pelo Blog e as interssantes novidades !
Um grande abraco desde Cerro Chapeu-Rivera em reuniao com os irmaos/as festejando a Pasqua e o Aniversario do 2/04 que amanha serao 258 anos ininterruptos da Tradicao Familiar Carrau em Uvas e Vinhos e 10 Geracoes de pai para filho ! E uma grande alegria, mas tambem uma responsabilidade para que continue !!Nos juntamos hoje e ate o domingo para acompanhar tambem a construcao da "Nova Cantina Boutique" no Brasil em Cerro da Trindade/RSn na frente da nossa propiedade do Cerro do Chapeu-Rivera-Uruguay.Dois Paises, uma mesma Regiao e uma mesma Familia Pionera na Regiao desde 1973 !!
Grande abraco e Felizes Pasquas para ti e Flia.
Javier CarrauBodegas CarrauUruguay-Brasil
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Carrau II
Caro Ucha,
Sao 258 anos, desde o 2 de abril de 1752 na Catalunya Espanha !!
Grande abraco e obrigado.
Javier CarrauBodegas CarrauUruguay-Brasil
Enviado desde mi BlackBerry device de Ancel.
Resposta - A família Carrau tem 258 anos de vinho, desde 1752. Javier Carrau me corrige que eu errei ao responder-lhe e-mail com a informação sobre a comemoração em Montevideu.
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Silvia deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Argumentos dos defensores do selo fiscal no vinho":
Outros pontos de vista sobre esse assunto em:www.revistaadega.com.br, em notícias.
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Olá, Danilo, tudo bem?
Vamos iniciar, na próxima semana, um trabalho de assessoria de imprensa de uma vinícula em Bento Gonçalves e gostaria de saber se você conhece a marca: trata-se da Adega Splendor, que tem uma produção pequena, mas de alta qualidade. Caso não conheça, gostaria de saber do interesse em degustar dos espumantes.
Abs e obrigada,
Isabelle Lindote, São Paulo
Tel:+55 (11) 3030-9461isabelle.lindote@2pro.com.brSkype: isabelle.lindote www.2pro.com.br
Resposta – Conheço meu amigo Firmino Splendor, desde os tempos em que ele produzia apenas excelentes licores. Acho que foi na Fenavinho do ano passado que provei seus vinhos. Bons. Toca em frente, Isabelle.
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Vinho de Marco Danielle destacado em Paris
Marco Danielle, o gaúcho que produz vinhos especiais em Encruzilhada do Sul e nos Campos de Cima da Serra, manda notícias, depois de algum tempo sem manter contato. E são boas novas: “Quando estive em Paris, em janeiro de 2010, Mark Williamson degustou uma prova de tanque do meu Pinot Noir 2009 e gostou muito. Há algum tempo me avisou que faria uma prova do Prelúdio 2007 na presença de algumas sommelières americanas. Eis tal prova comentada no blog de Williamson. http://williswineblog.wordpress.com/2010/02/20/down-out-in-paris/
Eis o que Mark Williamson escreveu em seu blog, dia 20 de fevereiro de 2010:
"(...) Então, tentando confundí-las, abri o brasileiro. O vinho ao qual me refiro é um muito bem-sucedido corte bordalês chamado Prelúdio, um 2007 de Marco Danielle do Brasil. Wendy, abatida pela diferença de fusos horários, chegou perto em seu palpite: achou ser argentino. A conceituação do vinho foi alta, apesar da dificuldade em definir a origem. Concordamos que o vinho de Marco moveu o Brasil para o hall dos bem-sucedidos. Mais um país está habilitado a servir seus próprios grandes vinhos em cerimoniais oficiais - em plena segurança.
Portanto, bravo!
Sinto que os preços e a raridade afastem os vinhos de Marco do mercado parisiense, ao menos até que consigamos nos associar a algum banqueiro."
Quem quiser ver a íntegra e conhecer o blog, clique: http://williswineblog.wordpress.com/2010/02/20/down-out-in-paris/
Eis o que Mark Williamson escreveu em seu blog, dia 20 de fevereiro de 2010:
"(...) Então, tentando confundí-las, abri o brasileiro. O vinho ao qual me refiro é um muito bem-sucedido corte bordalês chamado Prelúdio, um 2007 de Marco Danielle do Brasil. Wendy, abatida pela diferença de fusos horários, chegou perto em seu palpite: achou ser argentino. A conceituação do vinho foi alta, apesar da dificuldade em definir a origem. Concordamos que o vinho de Marco moveu o Brasil para o hall dos bem-sucedidos. Mais um país está habilitado a servir seus próprios grandes vinhos em cerimoniais oficiais - em plena segurança.
Portanto, bravo!
Sinto que os preços e a raridade afastem os vinhos de Marco do mercado parisiense, ao menos até que consigamos nos associar a algum banqueiro."
Quem quiser ver a íntegra e conhecer o blog, clique: http://williswineblog.wordpress.com/2010/02/20/down-out-in-paris/
Espumante Garibaldi Moscatel é premiado na Espanha
O espumante brasileiro acaba de conquistar a premiação máxima no IX Concurso Internacional de Vinos Bacchus - 2010, em Madri (Espanha), do qual participaram mais de 1.600 amostras de 28 diferentes países. A premiação do Garibaldi Moscatel saiu após degustação de mais de uma centena de avaliadores. O evento foi promovido pela União Espanhola de Enólogos e tem a chancela da Organização Internacional da Uva e do Vinho (OIV), União Internacional de Enólogos (UIOE) e Federação Mundial de Concursos Internacionais de Grandes Vinhos e Bebidas Espirituosas (Vinofed).
O Garibaldi Moscatel foi o espumante brasileiro mais premiado na categoria em 2009. Entre outros prêmios, conquistou, por dois anos consecutivos o prêmio máximo no Effervecents du Monde (França), um dos concursos de mais prestígio no mundo. Também é o único espumante brasileiro a receber Medalha de Ouro nos Estados Unidos e na Alemanha. E agora também na Espanha.
O espumante da Vinícola Garibaldi também é o Moscatel gaúcho mais vendido do Brasil, segundo levantamento do Ibravin. O Garibaldi Moscatel é elaborado pelo processo Asti, apresenta visual brilhante e sedutor com ótima formação de espuma. A temperatura recomendada para consumo, de cinco graus centígrados, indica que é a bebida ideal para as estações mais quentes do ano e adaptada ao clima tropical brasileiro, harmonizando com vários pratos e gostos.
O Garibaldi Moscatel foi o espumante brasileiro mais premiado na categoria em 2009. Entre outros prêmios, conquistou, por dois anos consecutivos o prêmio máximo no Effervecents du Monde (França), um dos concursos de mais prestígio no mundo. Também é o único espumante brasileiro a receber Medalha de Ouro nos Estados Unidos e na Alemanha. E agora também na Espanha.
O espumante da Vinícola Garibaldi também é o Moscatel gaúcho mais vendido do Brasil, segundo levantamento do Ibravin. O Garibaldi Moscatel é elaborado pelo processo Asti, apresenta visual brilhante e sedutor com ótima formação de espuma. A temperatura recomendada para consumo, de cinco graus centígrados, indica que é a bebida ideal para as estações mais quentes do ano e adaptada ao clima tropical brasileiro, harmonizando com vários pratos e gostos.
Frisante Tropicale
Nem só de chocolate foi feita a Páscoa. Além das refeições marcadas por pratos leves, como peixes e bacalhau, a Colomba Pascal marcou presença nas ceias e brunchs do brasileiro nesta época do ano. O pão e o vinho simbolizam a vida eterna para os cristãos. Para completar essa parceria, a Vinícola Perini, de Farroupilha, lançou o seu primeiro frisante, o Tropicale. Produzido com uvas 100% moscatéis, o Tropicale combinou maravilhosamente com a Páscoa e com o início do outono, quando as temperaturas ainda apresentam ligeira elevação.
A chef Manuela Oltramari, com passagem pelo restaurante CDLC, Carpe Diem Lounge Club Barcelona (Espanha), concorda. Para ela, o frisante Tropicale possui as características ideais para a harmonização com as comidas leves. “Tropicale é leve e seu sabor não se sobrepõe ao da Colomba, por exemplo. Os dois se completam. O frisante Moscatel valoriza o sabor das frutas secas”, explica a chef. O que diferencia Tropicale em sua categoria é o fato de receber a variedade Moscato R2 em sua composição, uma casta com alta concentração aromática e que também confere "cremosidade" à textura do frisante. Esta variedade foi plantada no sistema de espaldeiras em Y, que beneficia o arejamento e a insolação das plantas, melhorando a sanidade e maturação.Quanto ao processo de elaboração, gás carbônico natural obtido na fermentação é retido em tanque resistente a alta pressão. A fermentação é interrompida com resfriamento e filtração, o que mantém parte de açúcar residual (natural da uva) no próprio frisante. Daí a graduação de 9,5% de álcool. O açúcar da uva que "faltou fermentar" se revela como uma sutil doçura ao paladar.“Lançamos Tropicale na Páscoa por ser uma época especial. Queriamos que o nosso primeiro frisante marcasse momentos de prazer e confraternização entre as famílias”, comentou Benildo Perini, diretor-presidente da vinícola Perini. Mais informações pelo site www.vinicolaperini.com.br
A chef Manuela Oltramari, com passagem pelo restaurante CDLC, Carpe Diem Lounge Club Barcelona (Espanha), concorda. Para ela, o frisante Tropicale possui as características ideais para a harmonização com as comidas leves. “Tropicale é leve e seu sabor não se sobrepõe ao da Colomba, por exemplo. Os dois se completam. O frisante Moscatel valoriza o sabor das frutas secas”, explica a chef. O que diferencia Tropicale em sua categoria é o fato de receber a variedade Moscato R2 em sua composição, uma casta com alta concentração aromática e que também confere "cremosidade" à textura do frisante. Esta variedade foi plantada no sistema de espaldeiras em Y, que beneficia o arejamento e a insolação das plantas, melhorando a sanidade e maturação.Quanto ao processo de elaboração, gás carbônico natural obtido na fermentação é retido em tanque resistente a alta pressão. A fermentação é interrompida com resfriamento e filtração, o que mantém parte de açúcar residual (natural da uva) no próprio frisante. Daí a graduação de 9,5% de álcool. O açúcar da uva que "faltou fermentar" se revela como uma sutil doçura ao paladar.“Lançamos Tropicale na Páscoa por ser uma época especial. Queriamos que o nosso primeiro frisante marcasse momentos de prazer e confraternização entre as famílias”, comentou Benildo Perini, diretor-presidente da vinícola Perini. Mais informações pelo site www.vinicolaperini.com.br
Miolo transfere vinhos da Serra para a Campanha
Conheci um grande repórter, nos tempos em que trabalhai no Diário de Notícias de Porto Alegre, lá pela segunda metade dos anos 60 do século passado, propriedade dos então poderosos Diários e Emissoras Associados do Rio Grande do Sul, que costumava descobrir boas notícias, mas tinha o mau costume de guardá-las na gaveta. Depois que o jornal concorrente as publicava, ele tirava suas laudas da gaveta e menosprezava o concorrente: “Isso eu já sabia, está aqui, vejam!”. Só que não as havia publicado.
Eu cometi uma bobagem dessas. Desde o dia 26 de março, quando jantei com Adriano Miolo, em Bagé, eu tinha a notícia, considerada nos meios vinícolas uma “bomba”, de que a Miolo vai transferir quase toda sua linha de vinhos para a região da Campanha, deixando o Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, e guardei na gaveta. Domingo, quando voltei da praia, lia a notícia na revista Veja. Não ficou tão feio porque eu a havia deixado pronta, na mão do diagramador do Jornal do Comércio, e ela saiu em minha coluna de hoje, segunda-feira, dia 04. Ei-la:
A Miolo Wine Group tomou uma decisão que não sei se vai agradar muito aos serranos e bento-gonçalvenses: vai concentrar a maior parte de sua produção de vinhos na região da Campanha, nas vinicolas Fortaleza do Seival, em Candiota, e Almadén, em Livramento. O primeiro passo será transferir de Bento Gonçalves para Candiota toda a linha Reserva, formada por cinco varietais tintos - cabernet sauvignon, merlot, tannat, pinot noir e tempranillo - e quatro brancos - chardonnay, viognier, sauvignon blanc e pinot griggio - e a linha Seleção, com dois tintos -cabernet sauvignon/merlot e tempranillo/touriga -, dois brancos - chardonnay/viognier e pinot griggio/riesling - e um rosé - cabernet sauvignon/tempranillo. A mudança não afetará a produção da linha Quinta do Seival, em Candiota, formada pelo Castas Portuguesas, o Cabernet Sauvignon e o ícone Sesmarias. No Vale dos Vinhedos continuarão sendo produzidos os vinhos premiuns Lote 43 e Merlot Terroir. Dentro da idéia de contribuir para transformar a Campanha numa espécie de "Nova Califórnia" em matéria de vinho, a Miolo vai colocar em todos os rótulos de seus produtos da região a palavra "Campanha".
Eu cometi uma bobagem dessas. Desde o dia 26 de março, quando jantei com Adriano Miolo, em Bagé, eu tinha a notícia, considerada nos meios vinícolas uma “bomba”, de que a Miolo vai transferir quase toda sua linha de vinhos para a região da Campanha, deixando o Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, e guardei na gaveta. Domingo, quando voltei da praia, lia a notícia na revista Veja. Não ficou tão feio porque eu a havia deixado pronta, na mão do diagramador do Jornal do Comércio, e ela saiu em minha coluna de hoje, segunda-feira, dia 04. Ei-la:
A Miolo Wine Group tomou uma decisão que não sei se vai agradar muito aos serranos e bento-gonçalvenses: vai concentrar a maior parte de sua produção de vinhos na região da Campanha, nas vinicolas Fortaleza do Seival, em Candiota, e Almadén, em Livramento. O primeiro passo será transferir de Bento Gonçalves para Candiota toda a linha Reserva, formada por cinco varietais tintos - cabernet sauvignon, merlot, tannat, pinot noir e tempranillo - e quatro brancos - chardonnay, viognier, sauvignon blanc e pinot griggio - e a linha Seleção, com dois tintos -cabernet sauvignon/merlot e tempranillo/touriga -, dois brancos - chardonnay/viognier e pinot griggio/riesling - e um rosé - cabernet sauvignon/tempranillo. A mudança não afetará a produção da linha Quinta do Seival, em Candiota, formada pelo Castas Portuguesas, o Cabernet Sauvignon e o ícone Sesmarias. No Vale dos Vinhedos continuarão sendo produzidos os vinhos premiuns Lote 43 e Merlot Terroir. Dentro da idéia de contribuir para transformar a Campanha numa espécie de "Nova Califórnia" em matéria de vinho, a Miolo vai colocar em todos os rótulos de seus produtos da região a palavra "Campanha".
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Mensagens
Caro Ucha,
Obrigado, grande abraco e Felizes Pasquas !!
Javier Carrau, desde o Cerro Chapeu !!
Enviado desde mi BlackBerry device de Ancel.
...................
Bom dia Danilo,
Ótimo o alerta feito sobre o mistério da ovinocultura...mas alerto pois aparece no blog o RS com apenas 1386 ovinos abatidos e no site do MAPA apresenta um total de 291.386 animais abatidos.
Gostarias de comentar esta matéria no meu programa de rádio "Cultura Campo e Negócio" na Querência fm 97.7 aos domingos das 07 às 09 hs.
Sem mais
Att Gil Tozzatti Fernandes, Santana do Livramento
Resposta – Obrigado, Gil. Fiz a correção O erro foi na hora de copiar.
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Caro Ucha,
Obrigado, grande abraco e Felizes Pasquas !!
Javier Carrau, desde o Cerro Chapeu !!
Enviado desde mi BlackBerry device de Ancel.
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Bom dia Danilo,
Ótimo o alerta feito sobre o mistério da ovinocultura...mas alerto pois aparece no blog o RS com apenas 1386 ovinos abatidos e no site do MAPA apresenta um total de 291.386 animais abatidos.
Gostarias de comentar esta matéria no meu programa de rádio "Cultura Campo e Negócio" na Querência fm 97.7 aos domingos das 07 às 09 hs.
Sem mais
Att Gil Tozzatti Fernandes, Santana do Livramento
Resposta – Obrigado, Gil. Fiz a correção O erro foi na hora de copiar.
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Abertas inscrições para quatro eventos
32ª EXPOAL - Exposição Agropecuária de Altinópolis
De 13 a 18 de abril de 2010 realiza-se a 32ª EXPOAL - Exposição Agropecuária de Altinópolis, no Parque Municipal da Santa Cruz, s/n, Altinópolis/SP.
A programação dos ovinos será a seguinte:
13/04 – Entrada dos animais das 8h às 20h
14/04 – Pesagem e julgamento de admissão a partir das 9h
15/04 – Julgamento de classificação de raças a partir das 14h
16 e 17/04 – Julgamento de classificação de raças a partir das 9h
18/04 – Saída dos animais a partir das 10h
As inscrições para julgamento e exposição dos animais deverão ser feitas, impreterivelmente, até o dia 5 de abril.
45ª EXPOAGRO DE BRAGANÇA PAULISTA
De 16 a 19 de abril realiza-se a 45ª EXPOAGRO DE BRAGANÇA PAULISTA no Parque de Exposição “Dr. Fernando Costa”, em Bragança Paulista/SP.
O evento fará parte do calendário oficial da ASPACO, e terá a seguinte programação:
15/04 – Entrada dos animais das 12h às 20h
16/04 – Pesagem e julgamento de admissão a partir das 8h
17 e 18/04 – Julgamento de classificação de todas as raças ovinas
19/04 – saída dos animais a partir das 18h
As inscrições para julgamento e exposição dos animais deverão ser feitas, impreterivelmente, até o dia 9 de abril.
PEC-SHOW OVINOS BARRETOS 2010
De 21 a 25 de abril realiza-se a PEC-SHOW OVINOS BARRETOS 2010 no Parque do Peão, em Barretos/SP.
O evento fará parte do calendário oficial da ASPACO e do Ranking Oficial da ABCDorper, e terá a seguinte programação:
21/04 – Entrada dos animais das 8h às 20h
22/04 – Pesagem e julgamento de admissão a partir das 8h
23 e 24/04 – Julgamento de classificação de todas as raças ovinas
25/04 – saída dos animais a partir das 18h
As inscrições para julgamento e exposição dos animais deverão ser feitas, impreterivelmente, até o dia 9 de abril.
Exposição de Ovinos na Expoagro em Itapetininga
De 20 a 25 de abril realiza-se a Exposição de Ovinos que acontecerá durante a 41a EXPOAGRO, no Recinto de Exposições “Acácio Moraes Terra”, em Itapetininga/SP.
O evento fará parte do calendário oficial da ASPACO, e terá a seguinte programação:
20/04 – Entrada dos animais das 12h às 20h
21/04 – Pesagem e julgamento de admissão a partir das 8h
22 a 24/04 – Julgamento de classificação de todas as raças ovinas
25/04 – saída dos animais a partir das 18h
As inscrições para julgamento e exposição dos animais deverão ser feitas, impreterivelmente, até o dia 9 de abril.
De 13 a 18 de abril de 2010 realiza-se a 32ª EXPOAL - Exposição Agropecuária de Altinópolis, no Parque Municipal da Santa Cruz, s/n, Altinópolis/SP.
A programação dos ovinos será a seguinte:
13/04 – Entrada dos animais das 8h às 20h
14/04 – Pesagem e julgamento de admissão a partir das 9h
15/04 – Julgamento de classificação de raças a partir das 14h
16 e 17/04 – Julgamento de classificação de raças a partir das 9h
18/04 – Saída dos animais a partir das 10h
As inscrições para julgamento e exposição dos animais deverão ser feitas, impreterivelmente, até o dia 5 de abril.
45ª EXPOAGRO DE BRAGANÇA PAULISTA
De 16 a 19 de abril realiza-se a 45ª EXPOAGRO DE BRAGANÇA PAULISTA no Parque de Exposição “Dr. Fernando Costa”, em Bragança Paulista/SP.
O evento fará parte do calendário oficial da ASPACO, e terá a seguinte programação:
15/04 – Entrada dos animais das 12h às 20h
16/04 – Pesagem e julgamento de admissão a partir das 8h
17 e 18/04 – Julgamento de classificação de todas as raças ovinas
19/04 – saída dos animais a partir das 18h
As inscrições para julgamento e exposição dos animais deverão ser feitas, impreterivelmente, até o dia 9 de abril.
PEC-SHOW OVINOS BARRETOS 2010
De 21 a 25 de abril realiza-se a PEC-SHOW OVINOS BARRETOS 2010 no Parque do Peão, em Barretos/SP.
O evento fará parte do calendário oficial da ASPACO e do Ranking Oficial da ABCDorper, e terá a seguinte programação:
21/04 – Entrada dos animais das 8h às 20h
22/04 – Pesagem e julgamento de admissão a partir das 8h
23 e 24/04 – Julgamento de classificação de todas as raças ovinas
25/04 – saída dos animais a partir das 18h
As inscrições para julgamento e exposição dos animais deverão ser feitas, impreterivelmente, até o dia 9 de abril.
Exposição de Ovinos na Expoagro em Itapetininga
De 20 a 25 de abril realiza-se a Exposição de Ovinos que acontecerá durante a 41a EXPOAGRO, no Recinto de Exposições “Acácio Moraes Terra”, em Itapetininga/SP.
O evento fará parte do calendário oficial da ASPACO, e terá a seguinte programação:
20/04 – Entrada dos animais das 12h às 20h
21/04 – Pesagem e julgamento de admissão a partir das 8h
22 a 24/04 – Julgamento de classificação de todas as raças ovinas
25/04 – saída dos animais a partir das 18h
As inscrições para julgamento e exposição dos animais deverão ser feitas, impreterivelmente, até o dia 9 de abril.
Sucesso aFeira de Vinhos e Azeites do Vale do Paraíba
Renata Albuquerque, da Let´s.com, manda dizer que a primeira edição da Feira de Vinhos e Azeites do Vale do Paraíba, realizada entre 25 e 27 de março, superou a expectativa dos organizadores com a visita de mais de duas mil pessoas durante os três dias de evento. Estiveram presentes renomados sommeliers e enófilos brasileiros como Fabio Miolo (Vinícola Miolo), Fabiano Valduga (Casa Valduga), Jane Pizzato (Vinicola Pizzato), Jean Baschenis (Miolo), Cesar França (Decanter Importadora) e Vitor Manuel (Vinícola Feliz Rocha, Portugal).
“O resultado da feira foi excepcional quanto ao numero de visitantes e de negócios realizados” declara Alex Rodrigues, diretor do evento.
O público pode conferir lançamentos das principais vinícolas nacionais como Miolo, Casa Valduga, Pizzato, Perico e ViniBrasil, das chilenas Ventisquero e Mayu, as argentinas Susana Balbo, Concha y Toro e Norton; Félix Rocha (Portugal) e Albert Bichot (França), além de empresas de acessórios e adegas como Full-Fit e B’Block.
Fabio Miolo abriu o ciclo de palestras realizadas durante a Feira com apresentação do histórico do vinho no Brasil: a origem, regiões produtoras, importância do tipo de solo e clima para o cultivo de uva no país, seguido de degustação comentada.
A venda de vinhos no Brasil teve aumento de 12% em 2009 com consumo per capita de 1,9 litros/ano o que coloca o brasileiro como o segundo maior consumidor da bebida na América Latina. No mercado de azeites o País está em sétimo lugar em importação do produto sendo que 70% vêm de Portugal.
A Feira de Vinhos e Azeites do Vale do Paraíba foi idealizada pela SDV (Soluções e Desenvolvimento em Vendas, maior distribuidora de vinhos da região) e Festivitè Eventos (empresa especializada em assessoria e cerimonial de eventos) e a organização da Pro-Imagem.
“O resultado da feira foi excepcional quanto ao numero de visitantes e de negócios realizados” declara Alex Rodrigues, diretor do evento.
O público pode conferir lançamentos das principais vinícolas nacionais como Miolo, Casa Valduga, Pizzato, Perico e ViniBrasil, das chilenas Ventisquero e Mayu, as argentinas Susana Balbo, Concha y Toro e Norton; Félix Rocha (Portugal) e Albert Bichot (França), além de empresas de acessórios e adegas como Full-Fit e B’Block.
Fabio Miolo abriu o ciclo de palestras realizadas durante a Feira com apresentação do histórico do vinho no Brasil: a origem, regiões produtoras, importância do tipo de solo e clima para o cultivo de uva no país, seguido de degustação comentada.
A venda de vinhos no Brasil teve aumento de 12% em 2009 com consumo per capita de 1,9 litros/ano o que coloca o brasileiro como o segundo maior consumidor da bebida na América Latina. No mercado de azeites o País está em sétimo lugar em importação do produto sendo que 70% vêm de Portugal.
A Feira de Vinhos e Azeites do Vale do Paraíba foi idealizada pela SDV (Soluções e Desenvolvimento em Vendas, maior distribuidora de vinhos da região) e Festivitè Eventos (empresa especializada em assessoria e cerimonial de eventos) e a organização da Pro-Imagem.
Argumentos dos defensores do selo fiscal no vinho
Júlio Fante (presidente do Ibravin), Henrique Benedetti (presidente da Uvibra), Arnaldo Passarin (presidente da Câmara Setorial da Vitivinicultura), Darci Dani (diretor-executivo da Agavi), Denis Debiasi (Comissão Interestadual da Uva), Cristiane Passarin (presidente do Sindivinho-RS), Hélio Luiz Marchioro (diretor-executivo da Fecovinho-RS) manifestaram apoio público à implementação do Selo Fiscal pelo governo federal. Prometido para abril pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Eu, particularmente, conversei com alguns dirigentes de grandes empresas de vinhos e eles apoiaram o selo, mas manifestaram dúvida quanto à sua eficácia. Um deles destacou que, por isso, é importante que o selo tenha um prazo de experiência para ser aplicado. “Se não der certo”, deve terminar, disse ele.
Segundo o jornalista Orestes de Andrade Jr., do Ibravin, sete dirigentes das principais entidades do setor vitivinícola brasileiro defenderam, na quarta-feira (31/03), a aprovação pelo governo federal do Selo de Controle Fiscal, anunciada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, no dia 25 de março, em Brasília, ao presidente da Fiergs, Paulo Tigre. “O governo federal foi sábio ao atender um pedido da ampla maioria do setor vitivinícola”, destacou em entrevista coletiva à imprensa o presidente do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), Júlio Fante. “Este é o governo que mais tem atendido as nossas reivindicações, sempre preocupado em nos ajudar a enfrentar as dificuldades existentes no dia a dia”, disse o presidente da Uvibra, Henrique Benedetti. Além deles, estiveram presentes na coletiva à imprensa Arnaldo Passarin (presidente da Câmara Setorial da Vitivinicultura), Darci Dani (diretor-executivo da Agavi), Denis Debiasi (Comissão Interestadual da Uva), Cristiane Passarin (presidente do Sindivinho-RS), Hélio Luiz Marchioro (diretor-executivo da Fecovinho-RS), Ismar Pasini (Fecovinho-RS) e Osvaldo Conte (Fecovinho-RS).
Arnaldo Passarin iniciou fazendo um breve histórico da conquista do Selo Fiscal, que valerá tanto para vinhos nacionais como importados. “Este é um movimento que começou há mais de cinco anos, na base, junto aos produtores e às empresas, chegando as entidades até alcançar a Câmara Setorial e o governo federal”, lembrou. O atual presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Viticultura, Vinhos e Derivados recordou que o Selo Fiscal foi aprovado por 14 entidades representativas do setor vitivinícola, com o objetivo de combater a sonegação, a falsificação e a entrada de vinhos por descaminho (sem o pagamento dos impostos devidos). “O Selo de Controle Fiscal é um instrumento a favor dos vinhos brasileiros e importados e das empresas que trabalham corretamente, dentro das obrigações legais e fiscais”, salientou. Henrique Benedetti reiterou que a sua implementação não justifica aumento de preço dos vinhos. “Até hoje, vivemos uma reserva de mercado que só beneficia os sonegadores. A partir da implementação do Selo Fiscal e em conjunto com a Substituição Tributária, vamos eliminar a possibilidade de sonegação”, observou. “Assim, grandes e pequenos trabalharão em igualdade de condições.” Benedetti revelou que um estudo feito pelo Grupo de Trabalho que tratou do Selo na Câmara Setorial descobriu que dos 5% dos produtores que são contra a sua implementação, apenas 1,34% produzem menos de 500 mil litros de vinho por ano. Os demais estão acima deste patamar. “O Selo Fiscal vai ajudar o pequeno e o grande, até porque, no mercado brasileiro, todas as vinícolas são pequenas diante do gigantismo de alguns importadores”.
Júlio Fante destacou que os benefícios evidentes do Selo Fiscal “Ele inibe a concorrência desleal, dificulta a prática de fraudes e, principalmente, cria condições de igualdade competitiva entre as empresas”, pontuou. Por isso, apenas duas entidades, representantes dos importadores, votaram contra a adoção do Selo na reunião do dia 13 de fevereiro de 2009 na Câmara Setorial, um órgão consultivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
A medida, que deve ser anunciada oficialmente em abril pelo ministro Guido Mantega, terá de seis meses a um ano para entrar em vigência. Todas as embalagens de vinhos deverão conter o selo. O custo será menor de R$ 0,01 (um centavo) a garrafa. “Hoje, temos 30 milhões de garrafas expostas aos consumidores brasileiros. É como a Gripe A, ninguém sabe onde ela está, assim como ninguém sabe onde estão os vinhos contrabandeados. O Selo Fiscal será um instrumento de identificação dos produtos corretos”, comparou Benedetti.
Darci Dani enfatizou que as associações e entidades que aprovam o Selo de Controle Fiscal têm uma história longa e conhecida em favor da vitivinicultura brasileira. São elas: IBRAVIN, UVIBRA, OCB, CNA, FIEMG, ACAVITS, EMBRAPA, ABE, AGAVI, MDA, ANEV, FECOVINHO, SINDIVINHO de Jundiaí e Comissão da Uva. “O Selo Fiscal, nas atuais condições de mercado, é um instrumento útil. Se por um lado ele representa uma atividade burocrática e que exige maior planejamento industrial e comercial, por outro lado vai possibilitar condições de concorrência mais equilibradas, principalmente frente ao descaminho, inimigo das empresas sérias que trabalham com vinhos brasileiros e importados”, afirmou.
Neste aspecto, cabe salientar que, nos últimos anos, mais de 15 milhões de litros ao ano tenham sido comercializados de forma irregular, sem o devido pagamento de impostos. “O uso do Selo Fiscal é um remédio estritamente necessário para o atual estágio de doença que vive o mercado nacional de vinhos. O Selo estabelece, por exemplo, um controle maior no destino dos vinhos e derivados vendidos a granel, o que, como um benefício extra, vai melhorar a qualidade dos vinhos à disposição no mercado”, disse Arnaldo Passarin.
O Selo Fiscal, acrescentou Júlio Fante, ainda será um diferencial que o identifica dos vinhos comercializados ilegalmente. Ele torna tudo claro para os comerciantes e, sobretudo, para os consumidores, que se tornarão fiscais voluntários. “Qualquer individuo pode denunciar a fraude quando perceber um produto sem Selo. A Receita Federal e a Policia Federal tem estrutura em todo o Brasil e estarão prontas para agir”, afirmou.
Para encerrar, Hélio Marchioro disse que “é estranho ver alguns pequenos contra o selo, ficando ao lado de grandes importadores”. “Nós, da Fecovinho, formamos uma cooperativa que une os pequenos para ter mais força. E somos favoráveis ao Selo”, reiterou.
As entidades que apóiam a implementação do Selo Fiscal pelo governo federal são as seguintes: IBRAVIN, UVIBRA, OCB, CNA, FIEMG, SINDIVINHO-RS, ACAVITS, EMBRAPA, ABE, AGAVI, MDA, ANEV, FECOVINHO, SINDIVINHO de Jundiaí, VINHOVASF e Comissão da Uva.CONFIRA OS ARGUMENTOS CONTRA E FAVOR O SELO
A FAVOR
> Identifica o produto do contrabando.
> Possibilita uma igualdade de condições de competitividade, porque pune o produto fruto do descaminho.
> Inibe a sonegação, aumentando os riscos e as penalidades para quem não utiliza.
> Não afeta a imagem do produto, pois é discreto e já utilizado por outras bebidas, sem prejuízos estéticos.
> Requer planejamento, presença de contador. A repetição levará a aprendizagem do processo e a sua inclusão na rotina das empresas.
> O custo financeiro é de apenas R$ 23 por mil selos, que podem ser creditados no pagamento do PIS e Cofins. Portanto, o custo é zero.
> Identifica os sonegadores e o descaminho (contrabando).
> Possibilita a auto-fiscalização. Obriga o comerciante a ter uma participação ativa, pois a responsabilidade recai sobre ele.
CONTRA
>>Pode aumentar o contrabando.
> A verdade: O comprador/comerciante não vai querer o produto sem Selo Fiscal.
>>Pune pequenos produtores.
> A verdade: Na indústria da cachaça existem milhares de pequenos produtores bem adaptados. É somente mais um procedimento a cargo do contador da empresa.
>>Aumenta a informalidade.
> A verdade: É o contrário, diminui em função do risco.
>>Prejudica a imagem junto ao consumidor.
>A verdade: Dá segurança ao consumidor por garantir que é um produto genuíno.
>>Aumenta a burocracia.
> A verdade: a operação é como um livro de registro de entradas e saídas. Pode significar pouco diante do benefício. São procedimentos que o contador da empresa facilmente aprende a operar.
>> Agrega custo industrial.
> A verdade: Somente na colocação do selo. É pequeno no contexto da produção. E dificulta a sonegação (para quem faz uso desta prática).
PERGUNTAS E RESPOSTAS – A verdade sobre o selo de controle fiscal
>O que é o Selo de Controle Fiscal?
É um selo já usado em outros produtos como as cachaças e os uísques, que significa, entre outras coisas, que tal produto pagou o seu Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
>Quanto custa?
O Selo Fiscal será impresso pela Casa da Moeda. Sua falsificação é considerada crime. O valor de confecção do selo é em torno de R$ 23 (Vinte e três reais) para cada 1.000 selos. Este valor pode ser creditado do pagamento devido pelas empresas de PIS e Cofins. O custo para as empresas, portanto, é somente da colocação do selo nas garrafas.
>Desde quanto este assunto vem sendo debatido?
A implantação do Selo de Controle Fiscal para vinhos nacionais e importados vem sendo discutida há cinco anos na Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Viticultura, Vinhos e Derivados, entidade com caráter consultivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que reúne as principais associações representativas dos produtores de uvas, dos produtores de vinhos, dos importadores, dos engarrafadores e de outros profissionais ligados à produção de vinhos, além das instituições de pesquisa, fomento ou órgãos governamentais. Em 2008, foi formado um Grupo de Trabalho, que passou a estudar a adoção do Selo Fiscal. De lá para cá, muitas entidades contrárias ao selo tiveram suas posições revisadas, tornando-se favoráveis ao tema.
>O Selo Fiscal prejudica as pequenas empresas?
A idéia de que as pequenas empresas serão prejudicadas pela implementação do Selo de Controle Fiscal não tem fundamento. Com regras mais específicas, com condições de concorrência ajustadas e iguais para todos, quem se beneficia são os produtores e importadores idôneos que prezam por um mercado mais organizado.
>O Selo Fiscal resolve os problemas do setor?
O Selo de Controle Fiscal não é uma solução definitiva, mas é um instrumento legítimo que prioriza e auxilia os bons e honestos produtores e comerciantes. Entretanto, certas exigências e medidas são necessárias para poder equilibrar as forças econômicas e dar chance também aos pequenos.
Segundo o jornalista Orestes de Andrade Jr., do Ibravin, sete dirigentes das principais entidades do setor vitivinícola brasileiro defenderam, na quarta-feira (31/03), a aprovação pelo governo federal do Selo de Controle Fiscal, anunciada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, no dia 25 de março, em Brasília, ao presidente da Fiergs, Paulo Tigre. “O governo federal foi sábio ao atender um pedido da ampla maioria do setor vitivinícola”, destacou em entrevista coletiva à imprensa o presidente do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), Júlio Fante. “Este é o governo que mais tem atendido as nossas reivindicações, sempre preocupado em nos ajudar a enfrentar as dificuldades existentes no dia a dia”, disse o presidente da Uvibra, Henrique Benedetti. Além deles, estiveram presentes na coletiva à imprensa Arnaldo Passarin (presidente da Câmara Setorial da Vitivinicultura), Darci Dani (diretor-executivo da Agavi), Denis Debiasi (Comissão Interestadual da Uva), Cristiane Passarin (presidente do Sindivinho-RS), Hélio Luiz Marchioro (diretor-executivo da Fecovinho-RS), Ismar Pasini (Fecovinho-RS) e Osvaldo Conte (Fecovinho-RS).
Arnaldo Passarin iniciou fazendo um breve histórico da conquista do Selo Fiscal, que valerá tanto para vinhos nacionais como importados. “Este é um movimento que começou há mais de cinco anos, na base, junto aos produtores e às empresas, chegando as entidades até alcançar a Câmara Setorial e o governo federal”, lembrou. O atual presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Viticultura, Vinhos e Derivados recordou que o Selo Fiscal foi aprovado por 14 entidades representativas do setor vitivinícola, com o objetivo de combater a sonegação, a falsificação e a entrada de vinhos por descaminho (sem o pagamento dos impostos devidos). “O Selo de Controle Fiscal é um instrumento a favor dos vinhos brasileiros e importados e das empresas que trabalham corretamente, dentro das obrigações legais e fiscais”, salientou. Henrique Benedetti reiterou que a sua implementação não justifica aumento de preço dos vinhos. “Até hoje, vivemos uma reserva de mercado que só beneficia os sonegadores. A partir da implementação do Selo Fiscal e em conjunto com a Substituição Tributária, vamos eliminar a possibilidade de sonegação”, observou. “Assim, grandes e pequenos trabalharão em igualdade de condições.” Benedetti revelou que um estudo feito pelo Grupo de Trabalho que tratou do Selo na Câmara Setorial descobriu que dos 5% dos produtores que são contra a sua implementação, apenas 1,34% produzem menos de 500 mil litros de vinho por ano. Os demais estão acima deste patamar. “O Selo Fiscal vai ajudar o pequeno e o grande, até porque, no mercado brasileiro, todas as vinícolas são pequenas diante do gigantismo de alguns importadores”.
Júlio Fante destacou que os benefícios evidentes do Selo Fiscal “Ele inibe a concorrência desleal, dificulta a prática de fraudes e, principalmente, cria condições de igualdade competitiva entre as empresas”, pontuou. Por isso, apenas duas entidades, representantes dos importadores, votaram contra a adoção do Selo na reunião do dia 13 de fevereiro de 2009 na Câmara Setorial, um órgão consultivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
A medida, que deve ser anunciada oficialmente em abril pelo ministro Guido Mantega, terá de seis meses a um ano para entrar em vigência. Todas as embalagens de vinhos deverão conter o selo. O custo será menor de R$ 0,01 (um centavo) a garrafa. “Hoje, temos 30 milhões de garrafas expostas aos consumidores brasileiros. É como a Gripe A, ninguém sabe onde ela está, assim como ninguém sabe onde estão os vinhos contrabandeados. O Selo Fiscal será um instrumento de identificação dos produtos corretos”, comparou Benedetti.
Darci Dani enfatizou que as associações e entidades que aprovam o Selo de Controle Fiscal têm uma história longa e conhecida em favor da vitivinicultura brasileira. São elas: IBRAVIN, UVIBRA, OCB, CNA, FIEMG, ACAVITS, EMBRAPA, ABE, AGAVI, MDA, ANEV, FECOVINHO, SINDIVINHO de Jundiaí e Comissão da Uva. “O Selo Fiscal, nas atuais condições de mercado, é um instrumento útil. Se por um lado ele representa uma atividade burocrática e que exige maior planejamento industrial e comercial, por outro lado vai possibilitar condições de concorrência mais equilibradas, principalmente frente ao descaminho, inimigo das empresas sérias que trabalham com vinhos brasileiros e importados”, afirmou.
Neste aspecto, cabe salientar que, nos últimos anos, mais de 15 milhões de litros ao ano tenham sido comercializados de forma irregular, sem o devido pagamento de impostos. “O uso do Selo Fiscal é um remédio estritamente necessário para o atual estágio de doença que vive o mercado nacional de vinhos. O Selo estabelece, por exemplo, um controle maior no destino dos vinhos e derivados vendidos a granel, o que, como um benefício extra, vai melhorar a qualidade dos vinhos à disposição no mercado”, disse Arnaldo Passarin.
O Selo Fiscal, acrescentou Júlio Fante, ainda será um diferencial que o identifica dos vinhos comercializados ilegalmente. Ele torna tudo claro para os comerciantes e, sobretudo, para os consumidores, que se tornarão fiscais voluntários. “Qualquer individuo pode denunciar a fraude quando perceber um produto sem Selo. A Receita Federal e a Policia Federal tem estrutura em todo o Brasil e estarão prontas para agir”, afirmou.
Para encerrar, Hélio Marchioro disse que “é estranho ver alguns pequenos contra o selo, ficando ao lado de grandes importadores”. “Nós, da Fecovinho, formamos uma cooperativa que une os pequenos para ter mais força. E somos favoráveis ao Selo”, reiterou.
As entidades que apóiam a implementação do Selo Fiscal pelo governo federal são as seguintes: IBRAVIN, UVIBRA, OCB, CNA, FIEMG, SINDIVINHO-RS, ACAVITS, EMBRAPA, ABE, AGAVI, MDA, ANEV, FECOVINHO, SINDIVINHO de Jundiaí, VINHOVASF e Comissão da Uva.CONFIRA OS ARGUMENTOS CONTRA E FAVOR O SELO
A FAVOR
> Identifica o produto do contrabando.
> Possibilita uma igualdade de condições de competitividade, porque pune o produto fruto do descaminho.
> Inibe a sonegação, aumentando os riscos e as penalidades para quem não utiliza.
> Não afeta a imagem do produto, pois é discreto e já utilizado por outras bebidas, sem prejuízos estéticos.
> Requer planejamento, presença de contador. A repetição levará a aprendizagem do processo e a sua inclusão na rotina das empresas.
> O custo financeiro é de apenas R$ 23 por mil selos, que podem ser creditados no pagamento do PIS e Cofins. Portanto, o custo é zero.
> Identifica os sonegadores e o descaminho (contrabando).
> Possibilita a auto-fiscalização. Obriga o comerciante a ter uma participação ativa, pois a responsabilidade recai sobre ele.
CONTRA
>>Pode aumentar o contrabando.
> A verdade: O comprador/comerciante não vai querer o produto sem Selo Fiscal.
>>Pune pequenos produtores.
> A verdade: Na indústria da cachaça existem milhares de pequenos produtores bem adaptados. É somente mais um procedimento a cargo do contador da empresa.
>>Aumenta a informalidade.
> A verdade: É o contrário, diminui em função do risco.
>>Prejudica a imagem junto ao consumidor.
>A verdade: Dá segurança ao consumidor por garantir que é um produto genuíno.
>>Aumenta a burocracia.
> A verdade: a operação é como um livro de registro de entradas e saídas. Pode significar pouco diante do benefício. São procedimentos que o contador da empresa facilmente aprende a operar.
>> Agrega custo industrial.
> A verdade: Somente na colocação do selo. É pequeno no contexto da produção. E dificulta a sonegação (para quem faz uso desta prática).
PERGUNTAS E RESPOSTAS – A verdade sobre o selo de controle fiscal
>O que é o Selo de Controle Fiscal?
É um selo já usado em outros produtos como as cachaças e os uísques, que significa, entre outras coisas, que tal produto pagou o seu Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
>Quanto custa?
O Selo Fiscal será impresso pela Casa da Moeda. Sua falsificação é considerada crime. O valor de confecção do selo é em torno de R$ 23 (Vinte e três reais) para cada 1.000 selos. Este valor pode ser creditado do pagamento devido pelas empresas de PIS e Cofins. O custo para as empresas, portanto, é somente da colocação do selo nas garrafas.
>Desde quanto este assunto vem sendo debatido?
A implantação do Selo de Controle Fiscal para vinhos nacionais e importados vem sendo discutida há cinco anos na Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Viticultura, Vinhos e Derivados, entidade com caráter consultivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que reúne as principais associações representativas dos produtores de uvas, dos produtores de vinhos, dos importadores, dos engarrafadores e de outros profissionais ligados à produção de vinhos, além das instituições de pesquisa, fomento ou órgãos governamentais. Em 2008, foi formado um Grupo de Trabalho, que passou a estudar a adoção do Selo Fiscal. De lá para cá, muitas entidades contrárias ao selo tiveram suas posições revisadas, tornando-se favoráveis ao tema.
>O Selo Fiscal prejudica as pequenas empresas?
A idéia de que as pequenas empresas serão prejudicadas pela implementação do Selo de Controle Fiscal não tem fundamento. Com regras mais específicas, com condições de concorrência ajustadas e iguais para todos, quem se beneficia são os produtores e importadores idôneos que prezam por um mercado mais organizado.
>O Selo Fiscal resolve os problemas do setor?
O Selo de Controle Fiscal não é uma solução definitiva, mas é um instrumento legítimo que prioriza e auxilia os bons e honestos produtores e comerciantes. Entretanto, certas exigências e medidas são necessárias para poder equilibrar as forças econômicas e dar chance também aos pequenos.
Além de requinte, carne de cordeiro
Uma nova opção em gastronomia será inaugurada, dia 7, no coração do Bom Fim, em Porto Alegre, num casarão histórico localizado na Av. Osvaldo Aranha, esquina Santo Antônio, em frente ao Parque da Redenção. O restaurante Boris abrirá as portas a partir do dia 7 de abril e, para deleite do público ávido por qualidade e requinte o Boris oferece um cardápio pra lá de diferenciado, nos moldes da cozinha mediterrânea, acrescida de detalhes e ingredientes do oriente médio, inclusive, carne de cordeiro. A cozinha comandada pelo chef Pépe Laytano promete surpreender pelos detalhes e sabores, aliados ao preço acessível que a casa propõe. Laytano tem larga atuação em renomados restaurantes do mundo todo e suas especialidades estão na cozinha mediterrânea, de onde vem a base de seus pratos. Também é um expert no preparo de massas, já que vem de uma típica família italiana.
Tudo começou quando Luciane Seligman, proprietária do Muffuletta - bar e café, e Pépe se encontraram ao acaso numa viagem a uma vinícola uruguaia. Ela comentou que tinha a intenção de abrir um restaurante diferenciado na cidade, onde a comida judaica estivesse presente. Pépe imediatamente se encantou com a possibilidade e quis integrar o projeto: “minha cozinha é totalmente de raiz mediterrânea e os itens judaicos - as frutas secas, pães, peixes defumados, cordeiros – combinam perfeitamente com a proposta, pois a cozinha do Mediterrâneo já tem uma etnologia do oriente médio e as culturas bastante parecidas. É isso que eu quero, trazer essa comida pro Boris!”
Vinte e cinco mesas acomodarão um público de até cem pessoas num ambiente aconchegante e descolado onde a decoração, os figurinos da equipe e do chef e a fachada do restaurante foram harmoniosamente concebidos. A casa estará aberta desde a manhã até a noite, ou seja, o público poderá desfrutar de um almoço especial com deliciosos pratos feitos diversificados, ou ainda um happy hour seguido de jantar a la carte. Para o jantar, Pépe Laytano adianta: “a idéia é oferecer um cardápio de massas com muita particularidade, frutos do mar preparados em sua mais nobre forma, cordeiro, carnes e antepastos”.
A carta de bebidas está sendo pensada para acompanhar o requinte dos pratos. São vinhos italianos, franceses, chilenos e sul africanos e algumas cervejas diferenciadas. Drinques especiais e sucos frescos também poderão acompanhar o cardápio.
O Restaurante Boris abre as portas pra fazer a diferença e honrar uma tradição de qualidade no bairro Bom Fim. A ambientação de Andréa Seligman valorizou ainda mais o belo casarão de 1918. A idéia é manter a arquitetura original tanto no interior quanto na fachada. O toque de modernidade fica nas paredes externas, que serão usadas como uma galeria de arte de rua. As primeiras pinturas já dão uma amostra da qualidade da galeria, que terá curadoria de Lucas Ribeiro e Ana Ferraz, da Fita Tape. Entre as atividades culturais estão ainda as terças-feiras com jazz, sempre com bons músicos da cidade. A casa também terá lançamentos de filmes e eventos culturais em geral.
E para que o público se sinta ainda mais à vontade, tanto o chef quanto a proprietária atenderão os clientes no salão, uma marca registrada de ambos.
O nome Boris é uma homenagem ao avô de Luti Seligman, o Dr. Boris, como era conhecido entre os amigos e colegas da Secretaria de Educação, onde trabalhou boa parte de sua vida. Nascido em 1905, na Moldávia, Boris era filho de judeus russos que imigraram para o Brasil. Formado em Direito, dedicou-se à educação, uma paixão. Sua neta, Luciane Seligman, é empreendedora como o avô. Desde 2003 mantém um dos mais charmosos bar-café da cidade: o Muffuletta, na Rua da República.
Pepe Laytano vem de uma típica família italiana e desde muito cedo acompanhou o trabalho dos pais e tios, donos de restaurantes em Porto Alegre. Curioso e admirador da arte culinária, se especializou em arte mediterrânea de cozinha, sempre com ricos detalhes da comida brasileira, japonesa, tailandesa e vietnamita. Morou no exterior por longos anos, época em que esteve como chef de importantes restaurantes, como o Ribot Ristorante, o Ristorante marechiaro e Oberwirt hotel, na Itália. No Brasil esteve à frente da cozinhas do Renaissance São Paulo Hotel, da Rede Marriot de Hotéis, para quem desenvolveu um extenso trabalho assessorando os restaurantes da rede em Lima, Buenos Aires, Frankfurt, Nova York, Costa do Sauípe e Porto Rico. Durante três anos comandou a cozinha do Riversides.
Em sua carreira recebeu os títulos de Melhor Cozinha Mediterrânea, em Búzios, prêmio oferecido pela Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro; conquistou o segundo lugar no concurso Bongustaio, em 1992 em Torino, na Itália; foi indicado como Chef Revelação da Revista Veja - 2008, em Porto Alegre. Entre seus cursos estão o de Cozinha Mediterrânea da Itália, Espanha e Portugal; Padrão e cortes de carnes; Padrão de ala carte; Sopas e consomes e preparação de peixes e frutos do mar.
Pépe Laytano cursou história na PUC RS e, como historiador, desenvolveu banquetes históricos antigos na Itália, em São Paulo e Porto Alegre. Idealizou, ao lado de Francisco Marshall, os Banquetes Culturais, que hoje já são tradição em Porto Alegre no Studio Clio - Instituto de Artes e Humanismo. É membro da ABAGA - Associação Brasileira de Alta Gastronomia desde 2006.
Tudo começou quando Luciane Seligman, proprietária do Muffuletta - bar e café, e Pépe se encontraram ao acaso numa viagem a uma vinícola uruguaia. Ela comentou que tinha a intenção de abrir um restaurante diferenciado na cidade, onde a comida judaica estivesse presente. Pépe imediatamente se encantou com a possibilidade e quis integrar o projeto: “minha cozinha é totalmente de raiz mediterrânea e os itens judaicos - as frutas secas, pães, peixes defumados, cordeiros – combinam perfeitamente com a proposta, pois a cozinha do Mediterrâneo já tem uma etnologia do oriente médio e as culturas bastante parecidas. É isso que eu quero, trazer essa comida pro Boris!”
Vinte e cinco mesas acomodarão um público de até cem pessoas num ambiente aconchegante e descolado onde a decoração, os figurinos da equipe e do chef e a fachada do restaurante foram harmoniosamente concebidos. A casa estará aberta desde a manhã até a noite, ou seja, o público poderá desfrutar de um almoço especial com deliciosos pratos feitos diversificados, ou ainda um happy hour seguido de jantar a la carte. Para o jantar, Pépe Laytano adianta: “a idéia é oferecer um cardápio de massas com muita particularidade, frutos do mar preparados em sua mais nobre forma, cordeiro, carnes e antepastos”.
A carta de bebidas está sendo pensada para acompanhar o requinte dos pratos. São vinhos italianos, franceses, chilenos e sul africanos e algumas cervejas diferenciadas. Drinques especiais e sucos frescos também poderão acompanhar o cardápio.
O Restaurante Boris abre as portas pra fazer a diferença e honrar uma tradição de qualidade no bairro Bom Fim. A ambientação de Andréa Seligman valorizou ainda mais o belo casarão de 1918. A idéia é manter a arquitetura original tanto no interior quanto na fachada. O toque de modernidade fica nas paredes externas, que serão usadas como uma galeria de arte de rua. As primeiras pinturas já dão uma amostra da qualidade da galeria, que terá curadoria de Lucas Ribeiro e Ana Ferraz, da Fita Tape. Entre as atividades culturais estão ainda as terças-feiras com jazz, sempre com bons músicos da cidade. A casa também terá lançamentos de filmes e eventos culturais em geral.
E para que o público se sinta ainda mais à vontade, tanto o chef quanto a proprietária atenderão os clientes no salão, uma marca registrada de ambos.
O nome Boris é uma homenagem ao avô de Luti Seligman, o Dr. Boris, como era conhecido entre os amigos e colegas da Secretaria de Educação, onde trabalhou boa parte de sua vida. Nascido em 1905, na Moldávia, Boris era filho de judeus russos que imigraram para o Brasil. Formado em Direito, dedicou-se à educação, uma paixão. Sua neta, Luciane Seligman, é empreendedora como o avô. Desde 2003 mantém um dos mais charmosos bar-café da cidade: o Muffuletta, na Rua da República.
Pepe Laytano vem de uma típica família italiana e desde muito cedo acompanhou o trabalho dos pais e tios, donos de restaurantes em Porto Alegre. Curioso e admirador da arte culinária, se especializou em arte mediterrânea de cozinha, sempre com ricos detalhes da comida brasileira, japonesa, tailandesa e vietnamita. Morou no exterior por longos anos, época em que esteve como chef de importantes restaurantes, como o Ribot Ristorante, o Ristorante marechiaro e Oberwirt hotel, na Itália. No Brasil esteve à frente da cozinhas do Renaissance São Paulo Hotel, da Rede Marriot de Hotéis, para quem desenvolveu um extenso trabalho assessorando os restaurantes da rede em Lima, Buenos Aires, Frankfurt, Nova York, Costa do Sauípe e Porto Rico. Durante três anos comandou a cozinha do Riversides.
Em sua carreira recebeu os títulos de Melhor Cozinha Mediterrânea, em Búzios, prêmio oferecido pela Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro; conquistou o segundo lugar no concurso Bongustaio, em 1992 em Torino, na Itália; foi indicado como Chef Revelação da Revista Veja - 2008, em Porto Alegre. Entre seus cursos estão o de Cozinha Mediterrânea da Itália, Espanha e Portugal; Padrão e cortes de carnes; Padrão de ala carte; Sopas e consomes e preparação de peixes e frutos do mar.
Pépe Laytano cursou história na PUC RS e, como historiador, desenvolveu banquetes históricos antigos na Itália, em São Paulo e Porto Alegre. Idealizou, ao lado de Francisco Marshall, os Banquetes Culturais, que hoje já são tradição em Porto Alegre no Studio Clio - Instituto de Artes e Humanismo. É membro da ABAGA - Associação Brasileira de Alta Gastronomia desde 2006.
IMC investe R$ 1,3 milhões no novo restaurante Viena em Porto Alegre
Já que o assunto é restaurante, vamos para a rede Viana, que continua crescendo e que também oferece carne de cordeiro assado e costelinhas de cordeiro confitadas em azeite do Esporão. Como eles mudam muito o cardápio, não sei se estas iguarias ainda estão nele, mas vale a pena conferir.
Dando continuidade aos planos da IMC (International Meal Company) de expandir suas operações no setor de alimentação em todo Brasil e na América Latina, o grupo investiu R$ 1,3 milhão na terceira unidade do restaurante Viena, em Porto Alegre (RS). A nova loja, localizada no Shopping Iguatemi, será inaugurada em 26 de abril, e chega à cidade no segmento Express, que além de self-service por quilo, também disponibiliza pratos à la carte e cardápio noturno de pizzas aos consumidores. A principal novidade desta loja será um salão próprio, que abrigará 32 mesas, com capacidade para 128 pessoas.
Presente no município desde 2008 com duas unidades Viena Express nos shoppings Bourbon Country e Barra Sul, Porto Alegre é um mercado foco para a IMC pela expressividade populacional e financeira. “A cidade faz parte da maior região metropolitana do sul do Brasil, sendo a quarta mais populosa do país e a terceira mais rica. Porto Alegre se encaixa perfeitamente ao objetivo da marca, por isso, em apenas dois anos, investimos nesta terceira unidade”, afirma Andréa Pires, diretora de marketing e suprimentos da IMC.
Há mais de 30 anos no mercado, com mais de 90 unidades, quase 3 mil funcionários e cerca de 1 milhão de atendimentos por mês, o Viena é uma das mais tradicionais redes de restaurantes presentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás. O cardápio variado e de qualidade, combinado a decorações modernas e atendimento eficiente, tornou a marca uma referência no segmento de comida rápida, com uma cozinha aberta, farto bufê de saladas e receitas caseiras, rodízio de pizzas, além dos já famosos salgados e sanduíches. Ao todo são sete conceitos de restaurantes e cafeterias que atendem a públicos diferenciados: Viena, Viena Express, Grano, Viena Kasher Express (no Hospital Albert Einstein), Viena Café, V. Café e o mais novo deles, o Viena Snacks.
A IMC está presente no Brasil desde 2007 e atualmente agrega as marcas Viena, V. Café, Viena Express, Brunella, Frango Assado, além do Grupo RA Catering, que abastece companhias aéreas nos aeroportos de Congonhas (SP), Salgado Filho (RS) e Confins (MG). Suas operações já têm números expressivos. São 5 mil funcionários distribuídos em 149 unidades de 18 diferentes marcas entre restaurantes, cafeterias e docerias. A companhia possui, ainda, redes no México, República Dominicana e Porto Rico.
Dando continuidade aos planos da IMC (International Meal Company) de expandir suas operações no setor de alimentação em todo Brasil e na América Latina, o grupo investiu R$ 1,3 milhão na terceira unidade do restaurante Viena, em Porto Alegre (RS). A nova loja, localizada no Shopping Iguatemi, será inaugurada em 26 de abril, e chega à cidade no segmento Express, que além de self-service por quilo, também disponibiliza pratos à la carte e cardápio noturno de pizzas aos consumidores. A principal novidade desta loja será um salão próprio, que abrigará 32 mesas, com capacidade para 128 pessoas.
Presente no município desde 2008 com duas unidades Viena Express nos shoppings Bourbon Country e Barra Sul, Porto Alegre é um mercado foco para a IMC pela expressividade populacional e financeira. “A cidade faz parte da maior região metropolitana do sul do Brasil, sendo a quarta mais populosa do país e a terceira mais rica. Porto Alegre se encaixa perfeitamente ao objetivo da marca, por isso, em apenas dois anos, investimos nesta terceira unidade”, afirma Andréa Pires, diretora de marketing e suprimentos da IMC.
Há mais de 30 anos no mercado, com mais de 90 unidades, quase 3 mil funcionários e cerca de 1 milhão de atendimentos por mês, o Viena é uma das mais tradicionais redes de restaurantes presentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás. O cardápio variado e de qualidade, combinado a decorações modernas e atendimento eficiente, tornou a marca uma referência no segmento de comida rápida, com uma cozinha aberta, farto bufê de saladas e receitas caseiras, rodízio de pizzas, além dos já famosos salgados e sanduíches. Ao todo são sete conceitos de restaurantes e cafeterias que atendem a públicos diferenciados: Viena, Viena Express, Grano, Viena Kasher Express (no Hospital Albert Einstein), Viena Café, V. Café e o mais novo deles, o Viena Snacks.
A IMC está presente no Brasil desde 2007 e atualmente agrega as marcas Viena, V. Café, Viena Express, Brunella, Frango Assado, além do Grupo RA Catering, que abastece companhias aéreas nos aeroportos de Congonhas (SP), Salgado Filho (RS) e Confins (MG). Suas operações já têm números expressivos. São 5 mil funcionários distribuídos em 149 unidades de 18 diferentes marcas entre restaurantes, cafeterias e docerias. A companhia possui, ainda, redes no México, República Dominicana e Porto Rico.
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