sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Salton promoveu Jantar Harmonizado em parceria com a Confraria do Peixe
A parceria com os chefs da Confraria do Peixe trouxe um sabor especial ao Jantar Harmonizado do mês de outubro, da Vinícola Salton. Nesta edição, pratos à base de frutos do mar nortearam o cardápio, harmonizados com vinhos e espumantes Salton. Os participantes desta edição - Carlos Alberto Bencke, Daniel Salton, Ludvick Buckup, Wilson C. da S. Ferreira, Antônio A. Salton, Danilo Tadeu Annes e Henrique Santos - puderam degustar delícias como "vol-au-vent" de camarão ao molho de espumante, harmonizado com o frisante Salton Lunae Rosé, cavaquinha em ninho de anjo, acompanhado do tinto Salton Virtude e pescada amarela à la meunière, servida junto do branco Salton Classic Chardonnay.
Os jantares harmonizados são ambientados na charmosa adega da Vinícola Salton, que apresenta um ambiente intimista e sofisticado. O próximo evento, que encerra o ciclo 2012, ocorre no dia 24 de novembro (sábado). Os interessados podem realizar reservas por meio dos telefones (54) 2105.1000 ou (54) 9964-7500, com Lucimara Fronza, ou através do e-mail comunicacao@salton.com.br.
Nem só para vinho serve a uva – também para pellets
Com a presença do vice-governador gaúcho, Beto Grill, e da vice-governadora e ministra da Economia, Energia e Planejamento da Renânia-Palatinado (Alemanha), Eveline Lemke, foi inaugurada na quarta-feira (24 de outubro) uma planta piloto para produção de pellets a partir do bagaço e engaço da uva. O equipamento faz parte de um projeto de aproveitamento de biomassa (no caso resíduos da indústria vitivinícola) como fonte de energia desenvolvido entre a Fundação Proamb (Bento Gonçalves) e a Agroscience, instituto de agroecologia alemão. O evento e a instalação provisória ocorreu em uma grande vinícola da Serra, parceira de longa data da entidade bento-gonçalvense. A ideia, a princípio, é que os testes de adaptação da nova tecnologia sejam feitos durante a safra 2013.
A presidente da Proamb, Juliana Ferrari Dal Piaz, lembrou em seu pronunciamento de uma fala do CEO da Agroscience, Roland Kubiak, durante a assinatura do documento oficial para a vinda do equipamento, há um ano, que mostra a sintonia entre as instituições. Ele disse, na época, que essa era um projeto inicial que deveria estreitar os laços de cooperação mútua. Hoje, para a presidente, ocorreu a ratificação do esforço que deve existir no sentido de aproximar tecnologia e conhecimento entre alemãs e brasileiros.
Já a vice-governadora da Renânia-Palatinado, lembrou do processo de aproximação que tem ocorrido entre o estado alemão e a gaúcho, principalmente no último ano. “Por isso viemos com uma delegação com várias pessoas, para reforçar essa proximidade. É mais fácil fazer contatos e acordos com quem já se conhece e se tem afinidade”, disse Eveline Lemke, salientando a presença de várias autoridades na comitiva, como o presidente da Assembléia da Renânia, Joachim Mertes. Usando o exemplo da Alemanha, a vice-governadora considera que os desafios são grandes e, se não houver cuidado, em breve a população estará usando o dobro dos recursos naturais. Segundo ela, novas tecnologias são necessárias, assim como know-how, e a cada dia vai se aprendendo como a inovação acontece, passo por passo. “Inovação exige 5% de novas ideias e 95% de suor. Este projeto é um exemplo disso, pois há mais de um ano é trabalhado nele”, argumentou Eveline.
A vice-governadora lembrou que o uso do resíduo em projetos como o da produção de pellets representa uma mudança de postura. “O que era lixo hoje passa a ser visto como matéria-prima”. Para ela, esse processo de se ver o valor agregado é uma abordagem, até política, excelente.
Para o vice-governador gaúcho, a inauguração da planta piloto é a resposta prática de um esforço. Beto Grill acredita que ações como essa, além dos vários encontros já ocorridos com a vice-governadora, devem ser multiplicadoras de muitas outras entre Brasil (especialmente com o Rio Grande do Sul) e Alemanha. Ele parabenizou à Fundação Proamb pelo conjunto da obra, por acreditar nesse projeto, e à vinícola que recebeu esta fase do trabalho por não se acomodar e estar sempre em busca de alternativas as demandas. Beto Grill afirmou que o Estado está acreditando que é preciso inovar, mas dentro dos princípios de desenvolvimento sustentável, crescimento econômico e bem-estar e qualidade de vida da população. “Precisamos apostar na nova economia, mas também fortalecer a nossa base produtiva. A partir daí toda a cadeia será fortalecida”.
Depois dos pronunciamento das autoridades, os técnicos da empresa Pusch, fabricante do equipamento de produção de pellets, fizeram uma exposição a respeito do processo desenvolvido no projeto e das vantagens do uso da biomassa como fonte de energia ou combustível.
É sabido que a Serra gaúcha representa 90% da produção de uvas e vinhos do Rio Grande do Sul. Na última safra gaúcha foram colhidos quase 700 milhões de quilos de uva. Desse volume, cerca de 1/5 vira bagaço e engaço. A ideia é que os pellets produzidos com esses resíduos sejam usados como combustível nas caldeiras das próprias vinícolas. Hoje, as caldeiras são alimentadas com óleo. Uma tonelada de pellets gera a mesma energia que 500 litros de óleo, porém, o custo dos pellets é três vezes menor que o do óleo (combustível fóssil).
A presidente da Proamb, Juliana Ferrari Dal Piaz, lembrou em seu pronunciamento de uma fala do CEO da Agroscience, Roland Kubiak, durante a assinatura do documento oficial para a vinda do equipamento, há um ano, que mostra a sintonia entre as instituições. Ele disse, na época, que essa era um projeto inicial que deveria estreitar os laços de cooperação mútua. Hoje, para a presidente, ocorreu a ratificação do esforço que deve existir no sentido de aproximar tecnologia e conhecimento entre alemãs e brasileiros.
Já a vice-governadora da Renânia-Palatinado, lembrou do processo de aproximação que tem ocorrido entre o estado alemão e a gaúcho, principalmente no último ano. “Por isso viemos com uma delegação com várias pessoas, para reforçar essa proximidade. É mais fácil fazer contatos e acordos com quem já se conhece e se tem afinidade”, disse Eveline Lemke, salientando a presença de várias autoridades na comitiva, como o presidente da Assembléia da Renânia, Joachim Mertes. Usando o exemplo da Alemanha, a vice-governadora considera que os desafios são grandes e, se não houver cuidado, em breve a população estará usando o dobro dos recursos naturais. Segundo ela, novas tecnologias são necessárias, assim como know-how, e a cada dia vai se aprendendo como a inovação acontece, passo por passo. “Inovação exige 5% de novas ideias e 95% de suor. Este projeto é um exemplo disso, pois há mais de um ano é trabalhado nele”, argumentou Eveline.
A vice-governadora lembrou que o uso do resíduo em projetos como o da produção de pellets representa uma mudança de postura. “O que era lixo hoje passa a ser visto como matéria-prima”. Para ela, esse processo de se ver o valor agregado é uma abordagem, até política, excelente.
Para o vice-governador gaúcho, a inauguração da planta piloto é a resposta prática de um esforço. Beto Grill acredita que ações como essa, além dos vários encontros já ocorridos com a vice-governadora, devem ser multiplicadoras de muitas outras entre Brasil (especialmente com o Rio Grande do Sul) e Alemanha. Ele parabenizou à Fundação Proamb pelo conjunto da obra, por acreditar nesse projeto, e à vinícola que recebeu esta fase do trabalho por não se acomodar e estar sempre em busca de alternativas as demandas. Beto Grill afirmou que o Estado está acreditando que é preciso inovar, mas dentro dos princípios de desenvolvimento sustentável, crescimento econômico e bem-estar e qualidade de vida da população. “Precisamos apostar na nova economia, mas também fortalecer a nossa base produtiva. A partir daí toda a cadeia será fortalecida”.
Depois dos pronunciamento das autoridades, os técnicos da empresa Pusch, fabricante do equipamento de produção de pellets, fizeram uma exposição a respeito do processo desenvolvido no projeto e das vantagens do uso da biomassa como fonte de energia ou combustível.
É sabido que a Serra gaúcha representa 90% da produção de uvas e vinhos do Rio Grande do Sul. Na última safra gaúcha foram colhidos quase 700 milhões de quilos de uva. Desse volume, cerca de 1/5 vira bagaço e engaço. A ideia é que os pellets produzidos com esses resíduos sejam usados como combustível nas caldeiras das próprias vinícolas. Hoje, as caldeiras são alimentadas com óleo. Uma tonelada de pellets gera a mesma energia que 500 litros de óleo, porém, o custo dos pellets é três vezes menor que o do óleo (combustível fóssil).
Financiamento para o remate Top Ovinos
O empresário rural Fernando Lopa manda um aviso aos criadores de ovinos: “Estimados amigos.
Lembramos que estamos à quase 30 dias do remate Top Ovinos, e que há tempo para a contratação de recursos para investimentos em ovinos com 5 anos de prazo e 2 anos de carência com juros de 5,5% ao ano. Contamos com a sua presença.
Estância São Marcos-Merino Australiano-Arnol,Olímpio e Alexandre Guerra. e demais cabanhas do remate.”
O espinhaço do Ruy
O espinhaço que o Ruy Gessinger diz ter preparado em Unistalda
Em edição anterior do Blog, falei sobre o espinhaço de ovelha que o Ruy Gessinger diz ter preparado lá pelas bandas de Santiago-Unistalda. Agora, a Maristela Genro Gessinger, mulher dele, criadora de Ile de France, confirma e, para ninguém desmentir, manda a foto das panelas nas quais a iguaria foi preparada.
Aliás, li uma manifestação dela na internet, muito simpática ao meu sobrinho Kiko Ribeiro, recentemente eleito mais uma vez prefeito de Unistalda. Ela se refere à uma bela reportagem que a Zero Hora fez com ele como médico de família, que ainda visita os doentes em sua casa. Obrigado, em nome da família, Maristela. Eis o texto dela:"Dr. José Amélio Ucha Ribeiro, nosso PREFEITO, herói de hoje e sempre de UNISTALDA!!! Capa da ZERO HORA de domingo. Vale a pena ler a reportagem da pg. 30. Este é o Dr. Ribeiro, sempre atento a tudo e a todos. Votei nele em duas oportunidades e votarei novamente este ano, mesmo não sendo sinpatizante do partido ao qual ele é filiado. Grande médico, grande figura!!!! Parabéns Dr. Ribeiro!!!!!!"
Miolo é a primeira vinícola brasileira a entrar no mercado venezuelano
A Miolo acaba de fechar negócio com a importadora venezuelana Maison Blanche e torna-se a primeira vinícola brasileira a entrar no mercado de vinhos do país, basicamente dominado pelos rótulos chilenos e europeus. A importadora local adquiriu 550 caixas de vinhos e espumantes da Miolo previstos para desembarcar em Caracas em novembro.
A Venezuela começou a investir recentemente na produção própria de vinhos, mas ainda impera no país a cultura da cerveja, devido à influência norte-americana. “O mercado de vinhos local está crescendo de forma gradativa nos últimos anos, mas o consumo ainda é baixo. O negócio abre portas para um novo mercado e mostra o interesse da Venezuela pelo vinho brasileiro. Estamos muito satisfeitos e com grande expectativa”, afirma a gerente de exportação, Morgana Miolo.
Os rótulos que vão estar disponíveis na Venezuela são Gamay 2012, Cuvée Giuseppe Cabernet Merlot, Quinta do Seival Castas Portuguesas e Miolo Cuvée Tradition Brut.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Mensagens
Pizzato
Adoro os vinhos da Pizzato e vi que eles vao entrar no mercado americano, um sucesso. Adoro o espumante Fausto Brut, muito bom.
Luiza Estima
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Adoro os vinhos da Pizzato e vi que eles vao entrar no mercado americano, um sucesso. Adoro o espumante Fausto Brut, muito bom.
Luiza Estima
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Vinícola Campos de Cima sorteia a última caixa de seu exclusivo Ruby Cabernet 2008
Vai a sorteio a última caixa do Ruby Cabernet da Campos de Cima
O vinho transformado no carro-chefe das vendas da butique de vinhos Campos de Cima, o Ruby Cabernet, será sorteado entre os mais de 1.500 fãs da empresa no Facebook (facebook.com/camposdecima). A última caixa desta variedade singular elaborada com uvas da safra de 2008, que recebeu inúmeras indicações de revistas especializadas, em especial a Adega, será o prêmio dos internautas que compartilharem no Facebook o endereço da loja virtual da empresa (www.camposdecima.com.br). O sorteio virtual ocorrerá no dia 19 de novembro. “Presentearemos neste mês o público que acompanha a evolução de nosso trabalho e as novidades que apresentamos na internet com um vinho memorável, que chega agora ao seu último lote. Uma raridade”, destaca a proprietária da empresa, Hortência Ravache Brandão Ayub.
Em 2010, o rótulo recebeu elogios do jornalista e crítico de vinhos alemão Jürgen Mathäss. “Sem dúvida que é um vinho diferente, leve, frutado e bastante gastronômico”, comentou o alemão, em visita ao Brasil. E a editora da revista diVino, então editora de Vinhos do Brasil da revista Adega, Silvia Mascella Rosa, descreveu o Campos de Cima Ruby Cabernet como uma “ótima surpresa, que chegou de Itaqui, uma cidade que faz divisa com a Argentina, e trouxe a uva Ruby Cabernet de volta à cena”.
Diante do alto prestígio conquistado pelo Ruby Cabernet, a Campos de Cima teve a oportunidade de mostrar sua proposta ao mercado nacional: a elaboração de grandes vinhos a preços acessíveis. “Por essa razão decidimos reiniciar sua produção somente em uma safra comparável à de 2008”, esclarece Hortência. E, segundo a empresária, a colheita de 2012 alcançou esse patamar para originar o novo Campos de Cima Ruby Cabernet. “O novo rótulo dessa variedade será lançado em meados de 2013”, informa Hortência.
Os admiradores de bons vinhos ainda têm a oportunidade de saborear as demais estrelas da vinícola que possui vinhas em Maçambará e sede em Itaqui, cidades do mais novo terroir do Rio Grande do Sul – a Campanha Gaúcha –, como o Campos de Cima Espumante Brut, escolhido o terceiro melhor espumante do Brasil na Expovinis 2012 – 16º Salão Internacional do Vinho.
Elaborado com as uvas Chardonnay e Pinot Noir, este espumante também recebeu medalhas de ouro do V Concurso Internacional de Vinhos do Brasil e do VII Concurso do Espumante Brasileiro, ambos organizados pela Associação Brasileira de Enologia (ABE). As premiações coroaram a reputação do espumante Brut da Campos de Cima por ele ter um visual perfeito, amarelo dourado brilhante, com excelente perlage, e ser produzido pelo método tradicional, o champenoise. A Campos de Cima também elabora os vinhos tintos Primeiro Corte 2008 (com as uvas Merlot, Cabernet Sauvignon e Tannat), Cabernet Franc/Shiraz 2009, Merlot 2011 e o Tannat 2008, e o vinho branco Viognier 2009.
Produtores brasileiros e importadores de vinhos se unirão para fortalecer o setor no País
O Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) retirou, dia 22, o pedido da salvaguarda, para a criação de barreiras que restringissem a venda de vinhos finos importados, que estava em análise no Departamento de Defesa Comercial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Essa decisão é uma antiga batalha do Comitê do Vinho da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), que sempre entendeu que para garantir a venda do produto nacional, deveria se investir em outras medidas e não na salvaguarda. No final de março deste ano, o Comitê enviou uma minuta de ofício ao MDIC pedindo a suspensão da medida.
"A solução de todos os males é a diminuição de impostos e, ao mesmo tempo, aumentar o mercado de vinhos no País. Estas medidas que irão fazer o setor de vinho, tanto brasileiro como importado, mudar de patamar", afirma Didú Russo, coordenador do Comitê do Vinho da FecomercioSP. Hoje, somente o Estado de São Paulo é responsável pelo consumo de mais de 50% do vinho produzido e importado de todo o Brasil. De acordo com o Comitê, o consumo da bebida no País ainda é muito baixo e necessita de estímulos e campanhas, que será possível com a união de forças entre produtores, importadores, comerciantes e demais envolvidos no segmento.
Na última sexta-feira (19/10), houve a oficialização do acordo de cooperação entre os produtores de vinhos brasileiros e as principais associações de importadores, para ampliação do consumo, redução dos tributos incidentes sobre o vinho, bem como apoio para os pedidos do setor de securitização das dívidas agrícolas e redução dos estoques de produtos vitivinícolas. As associações representativas dos importadores de vinhos também se comprometeram a buscar aumento de 25% na presença de vinhos finos brasileiros nas redes de supermercados e acréscimo de 15% nos demais estabelecimentos varejistas por meio de parcerias entre importadores e vinícolas brasileiras. O acordo busca comercializar 27 milhões de litros de vinhos finos nacionais em 2013, atingindo 40 milhões de litros em 2016.
"Atualmente no Brasil, existem 30 milhões de pessoas em condições de comprar uma garrafa de vinho por semana. Isso nos tornaria um dos maiores mercados de vinho do mundo, tendo 10 garrafas de vinho per capita ao ano. Hoje nós estamos em apenas duas garrafas. A perspectiva é muito boa e nós estamos contentes com as medidas", finaliza Russo.
A queda da salvaguarda e outros assuntos relacionados ao mercado brasileiro de vinhos serão amplamente discutidos no próximo encontro do Comitê do Vinho, que acontece no dia 29 de outubro, às 10 horas, na sede da FecomercioSP.
Ouça aqui entrevista com Dudú Russo:
http://www.fecomercio.com.br/?option=com_institucional&view=interna&Itemid=20&id=5857
"A solução de todos os males é a diminuição de impostos e, ao mesmo tempo, aumentar o mercado de vinhos no País. Estas medidas que irão fazer o setor de vinho, tanto brasileiro como importado, mudar de patamar", afirma Didú Russo, coordenador do Comitê do Vinho da FecomercioSP. Hoje, somente o Estado de São Paulo é responsável pelo consumo de mais de 50% do vinho produzido e importado de todo o Brasil. De acordo com o Comitê, o consumo da bebida no País ainda é muito baixo e necessita de estímulos e campanhas, que será possível com a união de forças entre produtores, importadores, comerciantes e demais envolvidos no segmento.
Na última sexta-feira (19/10), houve a oficialização do acordo de cooperação entre os produtores de vinhos brasileiros e as principais associações de importadores, para ampliação do consumo, redução dos tributos incidentes sobre o vinho, bem como apoio para os pedidos do setor de securitização das dívidas agrícolas e redução dos estoques de produtos vitivinícolas. As associações representativas dos importadores de vinhos também se comprometeram a buscar aumento de 25% na presença de vinhos finos brasileiros nas redes de supermercados e acréscimo de 15% nos demais estabelecimentos varejistas por meio de parcerias entre importadores e vinícolas brasileiras. O acordo busca comercializar 27 milhões de litros de vinhos finos nacionais em 2013, atingindo 40 milhões de litros em 2016.
"Atualmente no Brasil, existem 30 milhões de pessoas em condições de comprar uma garrafa de vinho por semana. Isso nos tornaria um dos maiores mercados de vinho do mundo, tendo 10 garrafas de vinho per capita ao ano. Hoje nós estamos em apenas duas garrafas. A perspectiva é muito boa e nós estamos contentes com as medidas", finaliza Russo.
A queda da salvaguarda e outros assuntos relacionados ao mercado brasileiro de vinhos serão amplamente discutidos no próximo encontro do Comitê do Vinho, que acontece no dia 29 de outubro, às 10 horas, na sede da FecomercioSP.
Ouça aqui entrevista com Dudú Russo:
http://www.fecomercio.com.br/?option=com_institucional&view=interna&Itemid=20&id=5857
Setor vitivinícola faz acordo de cooperação com importadores e retira pedido de Salvaguarda
Carlos Raimundo Paviani representou o Ibravin Foto Orestes de Andrade Jr./D/JN
O texto acima é o da Associação Comercial de São Paulo, preparado sob a orientação do meu amigo Didu Russo, Le Gran. Abaixo, estou publicando o texto do Ibravin sobre o mesmo acordo, escrito por outro amigo, Orestes de Andrade Júnior.
Compromisso assumido entre as partes é de aumentar o consumo per capita de 1,9 para 2,5 litros até 2016. Em conjunto, todos os elos da cadeia terão como meta ampliar venda de vinhos finos brasileiros de 19 para 40 milhões de litros em quatro anos.
Acordo de cooperação entre os produtores de vinhos brasileiros e as principais associações de importadores, formalizado na última sexta-feira (19), em Brasília, no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), estabelece medidas para o crescimento do mercado de vinhos finos no Brasil bem como a ampliação do volume de produtos nacionais. O anúncio oficial foi feito nesta segunda-feira (22), em entrevista coletiva na sede da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), em São Paulo. A Abras, a Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe) e a Associação Brasileira dos Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas (Abba), em conjunto com as entidades vitivinícolas brasileiras, estabeleceram diversas metas que serão desenvolvidas e acompanhadas por um grupo de trabalho formado por profissionais das entidades.
O acordo prevê a cooperação entre as partes para ampliação do consumo, redução dos tributos incidentes sobre o vinho, bem como apoio para os pedidos do setor de securitização das dívidas agrícolas e redução dos estoques de produtos vitivinícolas. Mas as partes também assumem compromissos pontuais. As associações representativas dos importadores de vinhos comprometem-se a buscar a ampliação para 25% da presença de vinhos finos brasileiros nas redes dos supermercados e para 15% nos demais estabelecimentos varejistas por meio de parcerias entre importadores e vinícolas nacionais. O objetivo destas ações é buscar a comercialização de 27 milhões de litros de vinhos finos brasileiros em 2013 crescendo paulatinamente até atingir 40 milhões de litros em 2016.
Já o Ibravin e as entidades vitivinícolas representantes dos produtores brasileiros comunicaram ao governo a retirada do pedido de Salvaguarda que estava em análise no Departamento de Defesa Comercial (DECOM/MDIC) e comprometem-se a cessar quaisquer ações que visem à criação de barreiras tarifárias e/ou não tarifárias à importação de vinhos finos e ainda a manter os investimentos em marketing, qualificação da produção e aumento da competitividade que estavam previstos no Plano de Ajustes do processo de Salvaguarda.
Da parte do setor de supermercados, o compromisso é de trabalhar para a ampliação do espaço de exposição e promoção dos vinhos finos nacionais nas lojas.
O presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin, Alceu Dalle Molle, considera este acordo de cooperação “um avanço importante em prol do desenvolvimento do mercado de vinhos no Brasil, que vai possibilitar um crescimento sustentável da produção brasileira de vinhos finos”.
Para o presidente da Abras, Sussumu Honda, quem sai ganhando com o acordo é o consumidor. “O consumidor brasileiro está cada vez mais apreciando bons vinhos, nacionais e importados. O bom sortimento de produtos nas gôndolas é essencial e esse acordo vem para dar ainda mais vitalidade a essa escolha, sem restrição. Vamos promover nossa indústria, ampliar sua competitividade, mas garantindo o melhor mix nacional e internacional de vinhos nos supermercados.”
DO eleva os vinhos do Vale dos Vinhedos à 1ª divisão
Emílio Kunz Neto, filho do meu grande amigo Eloy Kunz
Foto Gilmar Gomes/D/JN
O consultor Emílio Kunz Neto, 49 anos, é sinônimo de alguns dos grandes sucessos comerciais do mercado nacional de bebidas. Engenheiro químico por formação, especialista em vitivinicultura, ciência e tecnologia dos alimentos, Kunz idealizou e desenvolveu, além do conteúdo, a garrafa que deu à vodka Raiska sua fama de “geladinha”. Outra marca foi a consolidação do Blackstone entre os uísques nacionais. No segmento de bebidas “ICE”, foi um dos pioneiros com a elaboração e o lançamento da Dushy. Kunz pertence a uma verdadeira dinastia da fabricação de bebidas no Sul do Brasil. O avô já era destilador e vinicultor. Mas foi do pai, Eloy, a criação de um uísque que marcou época no país e ajudou a revolucionar a identidade de um município: o Cockland, de Flores da Cunha. Profundo conhecedor da arte de criar marcas fortes e produtos de qualidade, Kunz comenta a recente conquista da Denominação de Origem (DO) pelo Vale dos Vinhedos.
Qual é a importância da DO Vale dos Vinhedos?
Emílio Kunz Neto: A DO eleva os vinhos brasileiros ao nível dos melhores do mundo. É um clube com poucos sócios, assim como no futebol, onde a primeira divisão tem um número limitado de times. Em termos evolutivos, a DO representa o debut para os vinhos brasileiros, uma transição entre a infância e a vida adulta. A partir de agora, vamos caminhar para a maturidade.
O que significa e qual a importância de ter uma DO?
Emílio Kunz Neto: Para o consumidor, é uma garantia de encontrar vinhos com procedência e qualidade garantidas. Mais do que isso, significa que um rótulo com o selo da DO tem tipicidade, que nada mais é do que a personalidade genuína de um vinho. A DO garante que os produtos são elaborados respeitando os mais altos graus de exigência e controle, mas, sobretudo, que possuem identidade própria. A DO ainda é um atestado de que a região tem características singulares reconhecidas, simplificando, um sabor único. O mais importante é que a busca de regulamentação, que em síntese é a procura por mais qualidade, partiu dos próprios produtores, assim como no café brasileiro, hoje reconhecimento mundialmente. É isso que traz confiabilidade ao consumidor.
O que é preciso para a DO ser reconhecida entre os consumidores?
Emílio Kunz Neto: O sucesso comercial da DO só virá com o tempo e, claro, não está garantido. O selo precisa virar marca e isso só acontecerá se o consumidor realmente reconhecer o diferencial de qualidade. O caminho é divulgar a existência da DO Vale dos Vinhedos e o que ela significa. Um dos grandes obstáculos pela frente é o costume do consumidor de escolher vinhos pela uva e não pela região ou país. Isso é um problema que precisa ser enfrentado com criatividade e educação do consumidor.
Rótulos da vinícola Concha y Toro recebem alta pontuação na Wine Spectator
Don Melchor Cabernet Sauvignon 2008, vinho que bebemos em nossas pescarias às margens do rio Quarai, lá na estância do Claudino Loro, Marques de Casa Concha Cabernet Sauvignon 2009 e Marques de Casa Concha Syrah 2009 foram os rótulos eleitos pela renomada publicação norte-americana Wine Spectator, em sua última edição. Concedeu alta pontuação para alguns rótulos da Concha y Toro. Estas pontuações só são ruins, para o consumidor, porque levam os produtores a aumentar os preços dos vinhos no varejo.
O vinho ícone da vinícola, o Don Melchor Cabernet Sauvignon 2008 alcançou 94 pontos. A pontuação foi a mais alta entre os rótulos chilenos da colheita 2008. O Marques de Casa Concha Cabernet Sauvignon 2009 recebeu 90 pontos e foi eleito como o melhor cabernet sauvignon chileno e o rótulo Marques de Casa Concha Syrah 2009 alcançou 91 pontos e foi eleito, pelos editores da publicação, como uma das "Escolhas de vinho diária", rótulos em destaque do dia.
Os vinhos premiados são comercializados pela VCT Brasil, representante exclusiva da vinícola Concha y Toro e Trivento no País. A VCT Brasil, filial e distribuidora do Grupo Concha y Toro, representa no País todos os produtos das vinícolas Concha y Toro e Trivento. Fundada em 1883, a Concha y Toro é a principal vinícola chilena e uma das maiores produtoras e exportadoras mundiais de vinho. Seus produtos são comercializados para mais de 135 países e está entre as 10 maiores companhias de vinho do mundo. Possui cerca de 9.300 hectares de vinhedos, o que permite à empresa garantir a qualidade na sua produção de vinho.
A Trivento Bodegas y Viñedos é resultado da expansão do Grupo Concha y Toro para a Argentina, em 1996. Com um crescimento superior ao da indústria transandina, a Trivento ocupa a segunda posição no ranking de exportações de vinho argentino.
A revista Wine Spectator, publicação especializada em vinhos, é considerada a mais importante e influente da indústria do vinho. Todos os anos a revista elabora uma lista com os “100 melhores vinhos do mundo”.
Don Melchor ganhou 94 pontos
O vinho ícone da vinícola, o Don Melchor Cabernet Sauvignon 2008 alcançou 94 pontos. A pontuação foi a mais alta entre os rótulos chilenos da colheita 2008. O Marques de Casa Concha Cabernet Sauvignon 2009 recebeu 90 pontos e foi eleito como o melhor cabernet sauvignon chileno e o rótulo Marques de Casa Concha Syrah 2009 alcançou 91 pontos e foi eleito, pelos editores da publicação, como uma das "Escolhas de vinho diária", rótulos em destaque do dia.
Os vinhos premiados são comercializados pela VCT Brasil, representante exclusiva da vinícola Concha y Toro e Trivento no País. A VCT Brasil, filial e distribuidora do Grupo Concha y Toro, representa no País todos os produtos das vinícolas Concha y Toro e Trivento. Fundada em 1883, a Concha y Toro é a principal vinícola chilena e uma das maiores produtoras e exportadoras mundiais de vinho. Seus produtos são comercializados para mais de 135 países e está entre as 10 maiores companhias de vinho do mundo. Possui cerca de 9.300 hectares de vinhedos, o que permite à empresa garantir a qualidade na sua produção de vinho.
A Trivento Bodegas y Viñedos é resultado da expansão do Grupo Concha y Toro para a Argentina, em 1996. Com um crescimento superior ao da indústria transandina, a Trivento ocupa a segunda posição no ranking de exportações de vinho argentino.
A revista Wine Spectator, publicação especializada em vinhos, é considerada a mais importante e influente da indústria do vinho. Todos os anos a revista elabora uma lista com os “100 melhores vinhos do mundo”.
Don Melchor ganhou 94 pontos
Os melhores vinhos de Farroupilha serão apresentados sexta-feira
Marciele Scarton confirma que a 7ª Seleção de Vinhos de Farroupilha chegou à reta final. Sexta, dia 26 de outubro, serão revelados quais são os melhores vinhos, espumantes, frisantes e sucos de uva do município. A divulgação dos vencedores será a partir das 19h30min, no Clube Santa Rita, em Farroupilha. Para conferir a entrega das premiações, basta adquirir ingressos junto à Secretaria de Agricultura ou na hora enquanto houver disponibilidade. O ingresso individual, ao valor de R$ 70,00, dá direito a cardápio acompanhado por vinhos, espumantes, frisantes e sucos farroupilhenses e, na sequência, a baile com animação de Quarteto Gato Preto. Mais informações sobre os ingressos e o jantar podem ser solicitadas pelo telefone (54) 3261.6931 ou (54) 8115.5612. A divulgação da lista de premiados gera grande expectativa no município, conforme comenta o presidente da Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos, Espumantes, Sucos e Derivados (Afavin), Tiago Tonini. “As distinções recebidas pelas vinícolas valorizam os produtos, evidenciando a excelência da produção local. Todo ano é apresentada uma ‘vitrine’ do que a indústria vinícola farroupilhense produz de melhor”, destaca.
Serão agraciadas, conforme normas internacionais, 30% das 167 amostras inscritas por doze vinícolas nesta edição. Os produtos foram avaliados por meio de análise sensorial no mês de setembro, em doze categorias que compreendem: vinhos de mesa tintos e brancos, secos e suaves; vinhos finos secos tinto, branco e rosado; vinho branco fino seco moscatel tranquilo; vinho frisante moscatel; espumantes moscatel e brut; e suco de uva. Além das medalhas de ouro, prata e bronze são entregues duas distinções especiais Moscatel Premium - ao vinho fino seco tranquilo e ao espumante moscatéis com maior pontuação, com o intuito de destacar a condição do município de maior produtor de uvas moscatéis do país.
Serão agraciadas, conforme normas internacionais, 30% das 167 amostras inscritas por doze vinícolas nesta edição. Os produtos foram avaliados por meio de análise sensorial no mês de setembro, em doze categorias que compreendem: vinhos de mesa tintos e brancos, secos e suaves; vinhos finos secos tinto, branco e rosado; vinho branco fino seco moscatel tranquilo; vinho frisante moscatel; espumantes moscatel e brut; e suco de uva. Além das medalhas de ouro, prata e bronze são entregues duas distinções especiais Moscatel Premium - ao vinho fino seco tranquilo e ao espumante moscatéis com maior pontuação, com o intuito de destacar a condição do município de maior produtor de uvas moscatéis do país.
Villaggio Grando lança um Malbec 2010
Malbec 2010 da Villaggio Grando
D/JN
A vinícola catarinense Villaggio Grando foi até a Argentina para produzir o seu vinho Villaggio Grando - Malbec 2010, que chega ao mercado dentro do conceito boutique, que resulta em safras selecionadas de alta qualidade e poucas garrafas produzidas. A consolidação de parcerias para a produção de vinhos em outros países representa a busca da Villaggio Grando pela excelência de seus vinhos, sempre optando por trabalhar com a uva mais valorizada de cada local e agregar profissionais de reconhecida experiência.
Contando com a colaboração da enóloga argentina Adriana de La Mota, a vínicola começou a selecionar vinhedos e uvas na região da Zona Alta do Rio Mendoza, ao pé da cordilheira dos Andes na Argentina - uma região famosa pela alta qualidade de seus vinhos Malbec -, iniciando assim a produção de um grande vinho com esta uva.
O resultado é um vinho de coloração rubí intensa, com aromas complexos, que combinam a presença de frutas vermelhas com toques defumados, com destaque para o chocolate e amêndoas torradas. Ns boca, o vinho oferece um corpo cremoso, harmonioso, redondo e cheio, para ser degustado com carnes e massas e todo tipo de receitas bem condimentadas.
Ficha Técnica:
Villaggio Grando Malbec
Safra: 2010
Tipo de uva: Malbec
Sistema de Condução: Espaldeira
Teor Alcoólico: 14,0%
Barricas: 100% francesas durante 8 meses
Número de garrafas: 6.480
Lote: único
Estilo: Varietal
Preço sugerido: R$ 55,00.
Localizada no município de Água Doce, nos campos de altitude de Santa Catarina, a vínicola Villaggio Grando reúne características ímpares de solo e clima, próprios para o desenvolvimento de seus vinhedos. São 42 hectares e 13 variedades de uvas, cultivadas em harmonia com à natureza, para a produção de vinhos tintos, brancos, rosé e espumantes em tiragens limitadas, que traduzem o terroir autêntico de umas das regiões mais frias do país.
Cordeiro na panela de ferro e grandes tintos
Ruy Gessinger manda dizer, lá das bandas de Unistalda, onde meu sobrinho Kiko Ucha Ribeiro foi eleito, mais uma vez, prefeito, que, na terça-feira, dia 23 de outubro deste santo ano de 2012, apreciou um frangote (ciscador e comedor de minhocas) com arroz e ervilhas, uma água mineral e um vinhote. E acrescentou, “hoje, dia 24, vai ser um espinhaço de cordeiro. Tudo no fogão à lenha e panela de ferro. Guten apetit!”
Ruy não mandou dizer o nome do vinho nem a raça do cordeiro. Creio que este foi Ile de France, raça criada por sua mulher, e, o vinho, espero que tenha sido um bom tinto gaúcho, talvez um Gran Raízes, elaborado pelo meu amigo João Valduga lá nas terras desérticas de Uruguaiana e Quaraí, vinho destinado a ser O Grande Tinto do Extremo Sul, ou um Merlot Terroir, criado por outro dos meus amigos enólogos, o Adriano Miolo, ali no Lote 43, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. Se o cordeiro não foi de criação da esposa do Ruy, a Cooperovinos, ali de Santiago, dizem que tem uns cortes muito bons de cordeiros.
Ruy não mandou dizer o nome do vinho nem a raça do cordeiro. Creio que este foi Ile de France, raça criada por sua mulher, e, o vinho, espero que tenha sido um bom tinto gaúcho, talvez um Gran Raízes, elaborado pelo meu amigo João Valduga lá nas terras desérticas de Uruguaiana e Quaraí, vinho destinado a ser O Grande Tinto do Extremo Sul, ou um Merlot Terroir, criado por outro dos meus amigos enólogos, o Adriano Miolo, ali no Lote 43, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. Se o cordeiro não foi de criação da esposa do Ruy, a Cooperovinos, ali de Santiago, dizem que tem uns cortes muito bons de cordeiros.
Bardega vai inaugurar, dia 29, em São Paulo. Com Château Petrus
Quem manda o bilhete é a Antônia Futuro, dando uma boa notícia.
“Danilo, tudo bem?
A adega virou bar. É partindo deste conceito que o novíssimo Bardega abre as portas no Itaim Bibi, e gostaria de convidá-la para conhecer o espaço no próximo dia 29 de outubro, segunda-feira, às 20h, em um evento exclusivo para a imprensa. Com uma carta com 110 rótulos e um ambiente que convida à convivência e a uma boa conversa entre amigos, a casa propõe aos amantes do vinho um passeio panorâmico pelos mais importantes produtores de vinho do Novo e do Velho Mundo, unindo variedade, qualidade e preços acessíveis.
Para tornar a experiência ainda mais inovadora, os vinhos serão servidos em modernos equipamentos italianos que preservam todas as propriedades dos vinhos, da primeira à última dose. São 12 máquinas Enomatic distribuídas pelo bar para que os próprios clientes possam se servir.
Uma pequena amostra do que iremos oferecer, para você não perder o evento do Bardega: Château Petrus-Gaia Nº 2, Poderi de Paradiso Silicum, La Velona Rosso Di Montalcino D.O.C., La Velona Rosso Di Montalcino D.O.C., Porcupine Ridge Syrah/Viognier e muitos outros!
Inauguração Bardega: 29 de outubro, 20h, R. Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 218 – Itaim Bibi.
Posso contar com a sua presença?
Abraço,
Antônia.”
“Danilo, tudo bem?
A adega virou bar. É partindo deste conceito que o novíssimo Bardega abre as portas no Itaim Bibi, e gostaria de convidá-la para conhecer o espaço no próximo dia 29 de outubro, segunda-feira, às 20h, em um evento exclusivo para a imprensa. Com uma carta com 110 rótulos e um ambiente que convida à convivência e a uma boa conversa entre amigos, a casa propõe aos amantes do vinho um passeio panorâmico pelos mais importantes produtores de vinho do Novo e do Velho Mundo, unindo variedade, qualidade e preços acessíveis.
Para tornar a experiência ainda mais inovadora, os vinhos serão servidos em modernos equipamentos italianos que preservam todas as propriedades dos vinhos, da primeira à última dose. São 12 máquinas Enomatic distribuídas pelo bar para que os próprios clientes possam se servir.
Uma pequena amostra do que iremos oferecer, para você não perder o evento do Bardega: Château Petrus-Gaia Nº 2, Poderi de Paradiso Silicum, La Velona Rosso Di Montalcino D.O.C., La Velona Rosso Di Montalcino D.O.C., Porcupine Ridge Syrah/Viognier e muitos outros!
Inauguração Bardega: 29 de outubro, 20h, R. Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 218 – Itaim Bibi.
Posso contar com a sua presença?
Abraço,
Antônia.”
O preço do cordeiro está bom em São Paulo
O preço do cordeiro voltou a ficar bom para os criadores em São Paulo, de acordo com o Informativo Semanal do Indicador de Preço do Cordeiro Paulista, projeto em desenvolvimento pelo Centro de Inovação Tecnológica e Extensão Universitária (UNICETEX) da Faculdade de Engenharia de Alimentos e Zootecnia (FZEA) da USP, Campus de Pirassununga/SP, com a colaboração de docentes e pesquisadores da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ/USP), APTA - Escritório Regional da Alta Sorocabana, Unidade de Agronegócio do SEBRAE-SP e ASPACO. O preço do quilo vivo de cordeiro chegou a R$ 6,00 em São José dos Campos, euqnato o quilo-carcaça foi a R$ 13,33. Em Sorocaba, foi a R$ 5,85 e, em Bauru, a R$ 5,80. O quilo-carcaça oscilou entre R$ 12,11 e R$ 10,03.
A hora da ovelha pantaneira
O professor Fernando M. Vargas Jr., da Universidade Federal da Grande Dourados, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia, mandou mensagem ao nosso leitor zootecnista Paulo de Tarso dos Santos Martins e beste nos repassou o interessante material sobre a ovelha pantaneira.
“Como já de teu conhecimento – diz Vargas a Martins - viemos pesquisando nos últimos anos sobre a ovelha Pantaneira e nos últimos dias a TV RIT e o Canal do Boi fizeram gravações aqui na nossa Faculdade de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Grande Dourados (FCA/UFGD) sobre os laboratórios e pesquisas sobre a ovelha nativa ou pantaneira.
A ovelha nativa é uma raça que vem sendo identificada e estudada dentro da UFGD por pelo menos quatro grupos de pesquisa. Eu sou coordenador de todo este processo como o responsável por trazer o rebanho de ovelhas nativas para a Fazenda Experimental da UFGD.
Também fazem parte das pesquisas pantaneira os professores Fernando Miranda de Vargas Junior, Alexandre Rodrigo Mendes Fernandes, Leonardo de Oliveira Seno, Ana Carolina Amorim Orrico, Alexeia Barufatti Grisolia, o técnico-agrícola Marcio Rodrigues de Souza, os pós-doutorandos Hélio de Almeida Ricardo e Marco Antonio Previdelli Orrico Júnior, e os pesquisadores sêniors Maria Teresa Moreira Osório e José Carlos da Silveira Osório.
Confira as entrevistas com alguns desses pesquisadores nos links abaixo:
http://www.sba1.com/pt/videos/entrevista/1345/ovelha-pantaneira-e-tema-de-pesquisa-na-ufgd
http://www.sba1.com/pt/videos/entrevista/1348/ovelha-pantaneira-e-tema-de-pesquisa-na-ufgd-parte-01
http://www.youtube.com/user/RITDOURADOS
Se puderes divulgar para nos estas materias fico agradecido.Um abraço.”
Prof. Dr. Fernando M. Vargas Jr.
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS - UFGD
COORDENADOR DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ZOOTECNIA
Rodovia Dourados - Itahum, km 12
Caixa Postal - 533
79804-970 - Dourados MS
Fone: 67 3410-2418/ 9986-2018 / 8124-2111
Fax: 67 3410-2352
“Como já de teu conhecimento – diz Vargas a Martins - viemos pesquisando nos últimos anos sobre a ovelha Pantaneira e nos últimos dias a TV RIT e o Canal do Boi fizeram gravações aqui na nossa Faculdade de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Grande Dourados (FCA/UFGD) sobre os laboratórios e pesquisas sobre a ovelha nativa ou pantaneira.
A ovelha nativa é uma raça que vem sendo identificada e estudada dentro da UFGD por pelo menos quatro grupos de pesquisa. Eu sou coordenador de todo este processo como o responsável por trazer o rebanho de ovelhas nativas para a Fazenda Experimental da UFGD.
Também fazem parte das pesquisas pantaneira os professores Fernando Miranda de Vargas Junior, Alexandre Rodrigo Mendes Fernandes, Leonardo de Oliveira Seno, Ana Carolina Amorim Orrico, Alexeia Barufatti Grisolia, o técnico-agrícola Marcio Rodrigues de Souza, os pós-doutorandos Hélio de Almeida Ricardo e Marco Antonio Previdelli Orrico Júnior, e os pesquisadores sêniors Maria Teresa Moreira Osório e José Carlos da Silveira Osório.
Confira as entrevistas com alguns desses pesquisadores nos links abaixo:
http://www.sba1.com/pt/videos/entrevista/1345/ovelha-pantaneira-e-tema-de-pesquisa-na-ufgd
http://www.sba1.com/pt/videos/entrevista/1348/ovelha-pantaneira-e-tema-de-pesquisa-na-ufgd-parte-01
http://www.youtube.com/user/RITDOURADOS
Se puderes divulgar para nos estas materias fico agradecido.Um abraço.”
Prof. Dr. Fernando M. Vargas Jr.
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS - UFGD
COORDENADOR DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ZOOTECNIA
Rodovia Dourados - Itahum, km 12
Caixa Postal - 533
79804-970 - Dourados MS
Fone: 67 3410-2418/ 9986-2018 / 8124-2111
Fax: 67 3410-2352
domingo, 21 de outubro de 2012
Mensagens
Sortudo
Sou um dos sortudos que tem o prazer de participar destes encontros. Maravilhosamente temperados pelo excelente humor do chef Zé Luiz, que faz sempre com que as horas passadas la sejam degustadas de forma alegre e irreverente. Sua sabedoria gastronomica passeia livremente por diversos temas, mesmo aqueles não diretamente ligados ao tema principal. Meter a mão na massa, com um chef te dizendo " Carmela, olha aqui o Fabio acertou o ponto" é sensacional!
Flávio D´Ávila – Porto Alegre
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Grande Danilo,
Muito obrigado pelo carinho, esperamos em breve recebe-lo aqui em nossa Estância...Quando você vier fique preparado para colocar em prática uma de suas deliciosas receitas de cordeiros.
Abraços
Lisandro Larréa
Tel. (51) 93582660
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Maestria
José Luiz, Lisandro e Ucha, caros amigos. Espero logo nos vermos em Viamão, desfrutando da maestria de nosso Chefe e anfitriões. Abraços a todos.
Francisco Pinto – São Paulo
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Uruguaia Caterina Viña é a nova enóloga da Vinícola Campos de Cima
Enóloga Caterina Viña e Hortência Ayub, dona da Campos de Cima
D/JN
A uruguaia Caterina Fernanda Viña Migliardo é a nova enóloga da vinícola Campos de Cima. A empresa da Campanha Gaúcha vai inaugurar sua vinícola própria, no valor de R$ 1 milhão, no início de 2013, na cidade de Itaqui (RS), na fronteira com a Argentina. A implantação desta moderna estrutura de vinificação, bem como o desenvolvimento de novos produtos, já conta com a assessoria de Caterina Viña, uma das profissionais mais prestigiadas do setor vitivinícola da América do Sul. “Caterina tem uma carreira invejável no Uruguai, um país com solo e clima muito parecidos aos da nossa região. Esse know how aperfeiçoará todo o nosso processo produtivo”, revela a proprietária da Campos de Cima, Hortência Ravache Brandão Ayub.
“A trajetória da enóloga Caterina Viña é impressionante. Além de ser profundamente especializada em sua atividade, ela conseguiu agregar êxito e prestígio em diferentes áreas, como no desenvolvimento de estratégias de marketing”, destaca o diretor comercial da Campos de Cima, Pedro Candelária. “Somado ao seu currículo admirável está o seu fascínio pelo processo de elaboração dos vinhos, uma paixão que a inspira a aceitar novos desafios, como participar de um grande investimento como o nosso na Campanha Gaúcha”, registra Hortência.
Caterina Viña iniciou sua carreira em 1993, comandando o laboratório da Bodegas y Viñedos Santa Rosa, que possui mais de 115 anos de história na elaboração de vinhos finos no Uruguai, e depois se tornou a enóloga encarregada da vinificação de toda a produção da empresa. Após, ela atuou como enóloga na Bodega Filgueira, onde também colaborou com áreas de marketing e comercialização. Foi ainda professora da matéria de enologia no Instituto Técnico de Hotelero Gastronómico del Uruguay, na escola de Hotelería del Plata e na Faculdade de Química da Universidad de la República. O extenso currículo de Caterina também destaca seu trabalho de assessoramento e controle de qualidade em diversas empresas, sua atuação como jurada em diversos concursos internacionais e sua atuação como membro da diretoria da Associação de Enólogos de 1995 a 2002.
Hortência Ayub destaca ainda que a Campo de Cima é um vinícola essencialmente feminina. Isso porque é formada e administrada por três proprietárias (Hortência e suas duas filhas, Vanessa e Manuela) e mais de 50% da mão-de-obra é formada por mulheres. Agora, é mais um talento feminino que se junta à equipe. “Compartilhar novos projetos com uma mulher competente e totalmente envolvida com as nossos objetivos nos orgulha muito”, observa Hortência. A proprietária da butique de vinhos ainda acrescenta: “A busca incessante da qualidade, da beleza e do equilíbrio entre as necessidades do mercado e a preservação da natureza são tratados com a dedicação maternal características das mulheres em nossa empresa, uma virtude que também integra a personalidade do novo membro de nossa equipe”.
A construção do prédio em que será instalada toda estrutura para a vinificação dos rótulos da Campos de Cima será concluída em dezembro deste ano. O empreendimento – no valor de R$ 1 milhão, captados, em parte, junto ao Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) –, possibilitará um salto na produção: 80 mil litros de vinho por ano, que serão produzidos em instalações modernas. “Será um novo marco em nossa história”, afirma Hortência, ao recordar que seus vinhedos foram implantados de 2002 a 2004, tendo a primeira safra em 2006, e originando um lote de 5 mil garrafas do Campos de Cima Tannat, que chegou ao mercado em 2009. Dentre as 11 variedades de uvas cultivadas pela Campos de Cima estão ainda Ruby Cabernet, Chardonnay, Viognier, Pinot Noir, Merlot, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Shiraz, Malbec e Tempranillo, presentes em todos os rótulos da empresa.
D/JN
A uruguaia Caterina Fernanda Viña Migliardo é a nova enóloga da vinícola Campos de Cima. A empresa da Campanha Gaúcha vai inaugurar sua vinícola própria, no valor de R$ 1 milhão, no início de 2013, na cidade de Itaqui (RS), na fronteira com a Argentina. A implantação desta moderna estrutura de vinificação, bem como o desenvolvimento de novos produtos, já conta com a assessoria de Caterina Viña, uma das profissionais mais prestigiadas do setor vitivinícola da América do Sul. “Caterina tem uma carreira invejável no Uruguai, um país com solo e clima muito parecidos aos da nossa região. Esse know how aperfeiçoará todo o nosso processo produtivo”, revela a proprietária da Campos de Cima, Hortência Ravache Brandão Ayub.
“A trajetória da enóloga Caterina Viña é impressionante. Além de ser profundamente especializada em sua atividade, ela conseguiu agregar êxito e prestígio em diferentes áreas, como no desenvolvimento de estratégias de marketing”, destaca o diretor comercial da Campos de Cima, Pedro Candelária. “Somado ao seu currículo admirável está o seu fascínio pelo processo de elaboração dos vinhos, uma paixão que a inspira a aceitar novos desafios, como participar de um grande investimento como o nosso na Campanha Gaúcha”, registra Hortência.
Caterina Viña iniciou sua carreira em 1993, comandando o laboratório da Bodegas y Viñedos Santa Rosa, que possui mais de 115 anos de história na elaboração de vinhos finos no Uruguai, e depois se tornou a enóloga encarregada da vinificação de toda a produção da empresa. Após, ela atuou como enóloga na Bodega Filgueira, onde também colaborou com áreas de marketing e comercialização. Foi ainda professora da matéria de enologia no Instituto Técnico de Hotelero Gastronómico del Uruguay, na escola de Hotelería del Plata e na Faculdade de Química da Universidad de la República. O extenso currículo de Caterina também destaca seu trabalho de assessoramento e controle de qualidade em diversas empresas, sua atuação como jurada em diversos concursos internacionais e sua atuação como membro da diretoria da Associação de Enólogos de 1995 a 2002.
Hortência Ayub destaca ainda que a Campo de Cima é um vinícola essencialmente feminina. Isso porque é formada e administrada por três proprietárias (Hortência e suas duas filhas, Vanessa e Manuela) e mais de 50% da mão-de-obra é formada por mulheres. Agora, é mais um talento feminino que se junta à equipe. “Compartilhar novos projetos com uma mulher competente e totalmente envolvida com as nossos objetivos nos orgulha muito”, observa Hortência. A proprietária da butique de vinhos ainda acrescenta: “A busca incessante da qualidade, da beleza e do equilíbrio entre as necessidades do mercado e a preservação da natureza são tratados com a dedicação maternal características das mulheres em nossa empresa, uma virtude que também integra a personalidade do novo membro de nossa equipe”.
A construção do prédio em que será instalada toda estrutura para a vinificação dos rótulos da Campos de Cima será concluída em dezembro deste ano. O empreendimento – no valor de R$ 1 milhão, captados, em parte, junto ao Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) –, possibilitará um salto na produção: 80 mil litros de vinho por ano, que serão produzidos em instalações modernas. “Será um novo marco em nossa história”, afirma Hortência, ao recordar que seus vinhedos foram implantados de 2002 a 2004, tendo a primeira safra em 2006, e originando um lote de 5 mil garrafas do Campos de Cima Tannat, que chegou ao mercado em 2009. Dentre as 11 variedades de uvas cultivadas pela Campos de Cima estão ainda Ruby Cabernet, Chardonnay, Viognier, Pinot Noir, Merlot, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Shiraz, Malbec e Tempranillo, presentes em todos os rótulos da empresa.
Vai haver uma revolução do vinho na China
Tommy Lam Chi Fan convida para uma revolução do vinho na China
Arquivo JN
O jornalista, sommelier e crítico de vinhos Tommy Lam (Tommy Lam WineMBA, MBA, CS, CSW, CSS, CPW), que, entre muitas coisas, é presidente da Academia de Vinhos de Singapura, e a quem conheci, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, durante uma das viagens organizadas pelo Ibravin para jornalistas conhecerem o vinho nacional, manda um convite para participar, em Shangai, da China Wine Conference 2012 November 14, organizado pelo Asia Wine Institute, com apoio do Shanghai Liquor Bureau Hong Kou, China Sommelier Association 中国侍酒师协会(筹). Ele garante que vai ser uma “revolução do vinho”, com “Featuring Michel Rolland, Steven Spurrier, Gerard Basset, Aurelio Montes, jointly organized by FHC and Asia Wine Institute, an all "by-invitation-only" event. If you are in Shanghai and like to attend, forward your email address to : tommylam@awi-edu.com for your invitation.”
Olhem só as credenciais do Tommy: Wine MBA, Bordeaux Ecole de Management, France 法国波尔多葡萄酒硕士 (中国第一人); MBA University of Dubuque, USA 国际商贸 管理硕士; Certified Sommelier (CS), Court of Master Sommelier 认证 侍酒师; Certified Specialist of Wine (CSW) Society of Wine Educator, USA 认证 葡萄酒专家; Certified Specialists of Spirits (CSS) Society of Wine Educator, USA 认证 烈酒 专家; Certificate on Piemontese Wines (CPW) University of Gastronomic Sciences 意大利 皮尔蒙多 葡萄酒 证书;
President, Academy of Wine Singapore, Asia Wine Institute, 总裁, 亚洲 葡萄酒 学会, 新加坡 葡萄酒 学会; Lecturer / Wine Trade Specialist Program Coordinator, WineMBA, HK University SPACE 香港大学 葡萄酒硕士 課程統籌; Lecturer and Program Director / Professional Sommelier Studies, HK University SPACE 香港大学 专业侍酒师 课程 统筹/讲师; Prof / Wine Program Director, Shanghai Jiao Tong University 上海 交通大学葡萄酒项目主任,教授; Prof / Wine Program Director (TUC, Tianjin - FIU, USA) 天津 商大 - 美国 佛罗利达州国际大学 葡萄酒科总监,教授.
Os organizadores do eventos prepararam: China Wine Conference November 14, 2012 Shanghai Theme “ Wine Revolution“; China Sommelier Competition 2009/10/11/12 China Sommelier Wine Challenge 2009/10/11/12; Asia Top Sommelier Summit 2009/10/11/12; 中国侍酒师大赛 - 中国侍酒师 葡萄酒大赛 - 亚洲 冠军侍酒师 高峰会; Vino Forum Asia 2010, 2011, 2012 葡萄品种论坛; Court of Master Sommeliers Asia Accreditations since 2006, 世界侍酒大师公会 : 侍酒师 証书; Society of Wine Educator : Certified Specialists of Wine CSW, Certified Specialists of Spirit CSS,Certified Wine Educator CWE since 2008; 國際 葡萄酒 教育家 協會 : 葡萄酒专家 证书, 烈酒专家 证书, 酒类教育家 证书;
Institute of Master of Wine 葡萄酒 大师 学会 - Master Class and Course Seminar 葡萄酒 大师 课程 研讨班 2009
Tommy é membro: Sommelier Association of Singapore, President; Society of Wine Educator Hong Kong (Past President 2009-2012), President of Singapore and China Chapters; Society of Wine Educator Asia Chapters, Vice Chair PSAA Professional Sommelier Alumni Association, Advicer Academy of Food and Wine Service UK, Commandarie de Bordeaux Singapore Maitre Echanson e Chaine des Rotisseurs, Maitre Restaurateur. Where else I shared my wine experience - 100.3 FM - Radio Wine Program since 2004, Business Time, Lifestyle, Just U, Food NewsGazine, - Wine Tours Specialists - South and North America, Europe, Australia, - Singapore’s Most Popular Wine Appreciation Class since 2005 (4,000+ attended). MIDAS Consultants Pte Ltd - Specialists Wine Importer since 1995, Bistro Amigo French Bistro since 1995: Wine Room Specialists Wine Shop since 1998. Para entrar em contato com o Tommy; Tommy Lam's HP: 65 9835 0238 (Singapore)/852 9835 0238 (Hong Kong)/ 86 135 210 80 190 (China) - SKYPE:TommyAmigo.
Acho que os produtores brasileiros de vinhos, alguns dos quais já exportam para a China, devem participar deste simpòsio. Deve ser uma oportunidade extraordinária para conhecer os vinhos chineses, os produtos e novos importadores. Não esqueçam aquela história: se cada chinês beber uma colher de vinho, acabará o vingo do mundo!
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