quarta-feira, 21 de abril de 2010

Melhor sommelier do mundo – 13ª edição do A.S.I.

Ao término da disputada final da competição, em Santiago, no Chile, Gerard Basset – do hotel Terra Vina, localizado em Hampshire, Inglaterra – alcançou na A.S.I. Competition, a primeira colocação do World´s Best Sommelier A.S.I. Competition 2010 e, agora, ostenta o título de “melhor sommelier do mundo” por três anos. Para coroar a vitória, Gerard Basset recebeu como troféu uma garrafa de Moët & Chandon em prata, um objeto único que vai legitimar sua posição de melhor somellier do mundo com seu nome gravado na peça.
Desde 1989, a Moët & Chandon é a confiável e inseparável parceira da Association de la Sommellerie Internationale – um forte laço que marca o compromisso com a tradição do serviço do vinho e tem o objetivo de incentivar o desenvolvimento mundial.Esta 13ª edição do World´s Best Sommelier A.S.I. Competition foi especial pela participação de sete mulheres entre os 50 concorrentes, sendo que, quatro delas conseguiram chegar à semifinal. Isto significa que este evento foi um marco na história do vinho, acabamos de virar uma página já que o mundo dos sommeliers era até então um reduto masculino. Isso comprova o quanto o mundo dos vinhos pode ser um prazer e uma paixão compartilhada também por mulheres.
Por mais de 260 anos, a Moët & Chandon tem sido referência nas grandes celebrações, tornando o básico em extraordinário apenas com o estourar de sua rolha. Como líder entre os champagnes, Moët traz a sensação de magia e celebração que eleva qualquer ocasião, em qualquer lugar, tanto nos red carpets das principais premiações e festivais do cinema mundial, quanto em lendários eventos, como a celebração do 120° aniversário da Estátua da Liberdade ou apresentando a atriz Scarlett Johansson como a primeira celebridade de Hollywood a ser o rosto de um champagne. Moët é sem dúvidas uma expert em celebrações.

Espumante Federico de Alvear é lançamento no site da Wine

Com ótimo custo-benefício, R$ 25,00 a garrafa, este é um dos poucos espumantes argentinos disponíveis no Brasil. A Wine (www.wine.com.br), líder na venda de vinhos na internet brasileira, oferece a seus clientes três versões do espumante argentino Federico de Alvear, produzido na região de Mendoza. Os espumantes selecionados são: Federico de Alvear Brut, Federico de Alvear Demi Sec e Federico de Alvear Rosado Demi Sec. Estes três rótulos são alguns dos poucos espumantes argentinos disponíveis no Brasil e têm ótimo custo-benefício, cada garrafa sai por R$ 25,00 na Wine. De aroma frutado, produzidos com uvas Chenin, são fáceis de beber e devem ser degustados bem gelados. O Sommelier Wine, Manuel Luz, destaca os demi sec, pois são frescos e ideais para serem degustados antes das refeições. Combinam com entradas leves e pratos mais picantes e aromáticos como os da gastronomia tailandesa, indiana e até mesmo brasileira como bobó de camarão e moqueca. Já o Espumante Federico de Alvear Brut harmoniza com tortas salgadas e quiches. Os rótulos são lançamento no site da Wine: www.wine.com.br.

Um brasileiro que se deu mal

O crítrico de vinhos Olyr Corrêa pensa que meus leitores são poliglotas e fica mandando colaborações em várias línguas, que ele lê nos blogs e sites que acompanha pelo mundo. Já mandou em inglês, em espanhol e em italiano. Agora, manda uma nota, em francês, sobre um vinho brasileiro que não se saiu muito bem numa degustação às cegas. Ei-la:
“On s’amuse comme on peut. Pour passer le temps on se fait une petite dégustation de 4 sauvignons blancs en aveugle :
Vin 1 : couleur très claire avec de légers reflets jaune et vert. Le nez est totalement sauvignon blanc, ultra variétal, aromes herbacés, citron, ananas, pamplemousse, un peu de groseille. La bouche est classique du cépage, avec une belle acidité. Le vin est simple, il exprime totalement le coté variétal du cépage. - Bien.
Vin2 : couleur légèrement dorée et frisant, beaucoup de bulle sur la paroi du verre. Le nez est sur le pamplemousse et la pomme bien mure. La bouche est assez douce et un peu moins tendu par l’acidité que le vin 1. - Bien
Vin 3 : couleur jaune avec des reflets verts. Les aromes citriques dominent le nez, on perçoit ensuite quelques notes de groseille, pomme et thé vert. Le vin le plus concentré de la série avec une touche de gras et une belle acidité, la finale est sur une sensation de crème de maracuja (fruits de la passion). Les raisins semblent avoir plus de maturité que les vins précédents. - Bien +
Vin 4 : le plus doré de la série. Le nez est légèrement boisé et il a un style réellement différent des autres. La bouche est concentrée, avec un gout dérangeant de raisins trop mature (un peu de pourriture ?). - Bof
Première conclusion, il ne semble pas avoir de vins français. Je me lance sur le pays d’origine des vins:
1-Chili
2-Afrique du sud
3-Chili
4-Brésil
Un ami annonce:
1-Afrique du Sud
2-Nouvelle Zélande
3-Australie
4-Chili
A nous deux on aurait trouvé l’ensemble des pays d’origine, nous étions en face de:
1-Terra D’Aria Sauvignon Blanc Reserve 2009 Afrique du Sud 13,5% (à noter l’étiquette avec un texte écrit en braille)
2-Kaituna Valley Sauvignon Blanc 2007 Marlborough (Nouvelle Zélande) 13,0%
3-Santa Rita Medalla Real Sauvignon Blanc Gran Reserva 2008 Leyda (Chili) 13,5%
4-Villa Francioni Sauvignon Blanc 2008 Sao Joaquim (Brésil) 13,6%

Destaque para Andréa Gentilini Milan

O holandês Rennée van Heusden participou de uma degustação de vinhos brasileiros em Haia, e elogiou o que provou. Depois, escreveu: "Os vinhos brasileiros estão realmente muito agradávelis. Nada de bomba de ácool do Novo Mundo, mas sim no estilo italiano. E, muitas vezes apresentados por mulheres muito atraentes.".
Nosso crítico de vinhos, Olyr Corrêa, comentou: “Van Heusden destacou, em especial, a Egiodola, a Marselan, a Merlot e os espumantes. Mas também pode ter sido muito influenciado pela beleza da Andréa Milan, da Wines from Brazil...”
Andréa Gentilini Milan, do Instituto Brasileiro do Vinho, e gerente do programa Winas from Brazil, que promove o vinho brasileiro no exterior, tem feito um trabalho extraordinário de nesse sentido. Ela, junto com os demais funcionários do Ibravin, não só leva o vinho brasileiro e seus produtores para as principais feiras de vinho do mundo, como promeve degustações especiais e ainda traz jornalistas do mundo todo para conhecer as vinícolas brasileiras, provar o vinho e conversar com os vinhateiros.

Mulheres marcarão presença no 1º Festival do Moscatel

Evento que acontece em maio, junto à Fenakiwi, em Farroupilha, tem apoio da Confraria Feminina do Vinho e do Espumante
Apreciadoras de vinhos e espumantes de qualidade, as integrantes da Confraria Feminina do Vinho e do Espumante de Farroupilha serão presença garantida no 1º Festival do Moscatel, que será realizado de 8 a 23 de maio, junto à 19º Fenakiwi, em Farroupilha. O convite ao grupo foi feito pela equipe organizadora do evento, em reunião realizada nesta segunda-feira, 19 de abril.
O presidente da Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos, Espumantes, Sucos e Derivados (Afavin), Tiago Tonini, foi quem formalizou o convite à presidente da Confraria Feminina, Ida Fabro. “A presença da Confraria agrega ao Festival, além do charme feminino, um público conhecedor de vinhos e espumantes. A participação delas também é significativa para a divulgação, ao aproximar do evento outras confrarias e grupos de apreciadoras com as quais mantém contato”, destaca Tonini. A presidente da Confraria Feminina, Ida Fabro, aprova a iniciativa e promete engajamento do grupo para atrair público ao Festival. “Este é um evento diferenciado que surge em Farroupilha e nós, certamente, estenderemos o convite às demais confrarias femininas, em especial às confrarias das cidades vizinhas como Bento Gonçalves, Garibaldi e Caxias do Sul e, ainda, da cidade de Novo Hamburgo, com a qual temos estreita relação”, garante.
O 1º Festival do Moscatel irá oferecer ao público da Festa Nacional do Kiwi uma nova opção de alimentação. Em um espaço reservado serão servidos, à vontade, vinhos, espumantes e sucos de uva, acompanhados de farta gastronomia. O Ingresso é de R$ 35,00, com valores diferenciados para crianças. O funcionamento será nas sextas-feiras, das 18h às 22h, aos sábados, das 11h às 22h, e aos domingos das 11h às 18h. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (54) 3261.6964 e (54) 3261.6931.
A realização é da Associação Farroupilhense de Produtores de Vinhos, Espumantes, Sucos e Derivados (Afavin); Prefeitura de Farroupilha, através da Secretaria da Agricultura e Abastecimento e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo; e da 19ª Fenakiwi.

Salada Especial by Felippe Sica merlot e espumante brut no Bread & Wine

Nesta quarta-feira, dia 21 de abril, a Salada Especial by Felippe Sica é a estrela do Bread & Wine, projeto semanal em que pão e vinho se apresentam em harmonizações especiais e ainda recebem descontos de 25% sobre o valor do cardápio, em Porto Alegre. As sugestões para harmonização são saborosas: um tinto bastante frutado da vinícola Milantino e de um espumante brut da vinícola Miolo.
Cliente frequente da Barbarella, o chef Felippe Sica é consumidor de baguettes em suas receitas e um grande apreciador dos sanduíches e outros quitutes. Sua presença já é conhecida pelos ambientes da casa, seja às mesas, seja ao balcão. Proximidade e identificação aliadas a competência e experiência na cozinha levaram a proprietária Ana Zita Fernandes a abrir um espaço inédito no cardápio da Barbarella para outro profissional. "Convidei o chef Felippe Sica para criar livremente uma salada, só interferi alertando para que tivesse o estilo saboroso e farto de nossos pratos. Como profundo conhecedor do estilo Barbarella, o che f trouxe para o menu o molho clássico que faltava: blue cheese elaborado com fartura de roquefort sobre a base de alface americana crocante e ainda acrescentou rosbife e tomate, dois itens que não estavam presentes em nenhuma salada da casa. O toque final de pedacinhos de pecan e molho extra sobre os tomates e voilá: uma salada original e deliciosa! O acompanhamento não poderia ser mais harmônico: pão de milho orgânico com crosta de grãos de quinoa que dão crocância e textura para contrastar com a untuosidade e frescor desta salada colorida e full flavor com assinatura do chef eternizada em nosso cardápio", explica Ana Zita.
O Merlot da Vinícola Milantino tem cor vermelho rubi com excelente concentração na taça. Se observa a maciez de paladar de um vinho pronto para ser consumido, diferentemente de muitos reservas, que necessitam amadurecer na adega. Por essa delicadeza, os taninos do Merlot Milantino escoltam o rosbife da salada sem apagar o sabor dos ingredientes mais leves. Os acentuados aromas de frutas, como cerejas e ameixas maduras, se confirmam no paladar no qual se sobressai um retrogosto frutado.
Na medida certa para uma pessoa (garrafinha de 187 ml), o Brut Terranova Miolo, que é elaborado no Vale do São Francisco, apresenta um frescor levemente adocicado devido à utilização da uva chenin blanc. A sauvignon blanc, também presente no corte, contribui com aromas de frutas tropicais que remetem a banana, melão e abacaxi. É perfeito com o molho de queijo da salada. Terranova é o nome de uma linha de vinhos da vinícola Miolo que é 100% elaborada no Vale do São Francisco, situado no polêmico paralelo 8, a 8 graus ao sul do Equador.
O conceito principal do projeto ronda a palavra "permitir-se". Por que não tomar um vinho no meio da tarde? Por que não ser especial a qualquer hora do dia? São pequenas indulgências que devemos nos conceder e para tanto há toda uma mudança de mentalidade e cultura. Um longo caminho a trilhar. Permitir-se é celebrar com pão, com vinho e com muito prazer. Junte-se a nós, Bread & Wine é feito pra você. Apareça! Bread & Wine, toda quarta-eira, seu final de tarde com sabor diferente e harmonizado na Barbarella Bakery!
A Barbarella Bakery fica na rua Dinarte Ribeiro, 56 - Moinhos de Vento - POA - RS - Tel.:(51) 3346 7164 - www.barbarellabakery.com.br

Vinícolas brasileiras no Sial Montreal 2009

Além de vinhos e espumantes, empresas levarão o suco de uva 100% natural para a principal feira de alimentos e bebidas do Canadá.Os vinhos brasileiros iniciam nesta quarta-feira (21) a segunda participação coletiva consecutiva no Salão Internacional da Alimentação (Sial) de Montreal, no Canadá, 6º destino dos produtos verde-amarelos no ano passado, com 4% do total exportado, mesmo volume de Holanda e Suíça. A comitiva brasileira organizada pelo projeto Wines From Brazil (WFB), realizado pelo Ibravin e pela Apex-Brasil terá três vinícolas: Galiotto, Lidio Carraro e Irmãos Molon, que participou da feira no ano passado. A Lidio Carraro estará presente pela primeira vez no Sial, assim como a Galiotto, que faz a sua estreia em feiras internacionais. A feira segue até sexta-feira (23).
As empresas ocuparão o estande do Consulado Geral do Brasil em Toronto, com o apoio do Ministério das Relações Exteriores (MRE). “O Canadá está entre nossos oito mercados prioritários, por isso a presença na feira tem o objetivo de aumentar a participação das vinícolas brasileiras neste que é um dos maiores mercados do mundo”, afirma a gerente de Promoção Comercial do WFB, Andreia Gentilini Milan. O consumo per capita dos canadenses chega a 14,2 litros/ano, totalizando 350 milhões de litros – 70% importado de outros países.
A Lidio Carraro vai a feira depois de ter, em 2009, dois produtos incluídos no “The Best of Both World”, publicação do SAQ Monopólio do Quebec, que indica os melhores vinhos do mundo. Além de vinhos e espumantes, a Irmãos Molon e a Galiotto irão levar suco de uva 100% natural. A ação faz parte do Programa de Desenvolvimento Setorial do Suco de Uva, que também tem o Canadá entre os seus quatro mercados-alvo para este ano e o próximo. O programa é desenvolvido em parceria com o Ibraf (Instituto Brasileiro de Frutas) e a Apex-Brasil.
Seis das 39 vinícolas brasileiras integrantes do Wines From Brazil já exportaram US$ 183 mil para o Canadá. As vendas ao país da folha bordo começaram em 2006, com US$ 3,67 mil. Em 2007, o faturamento subiu para US$ 25,5 mil, pulando para US$ 80,5 mil em 2009, um crescimento de 215%. No ano passado, as exportações para o Canadá somaram US$ 73,4 mil, o 6º melhor preço médio pago no mundo aos vinhos do Brasil, de US$ 4,69/litro. “Isto é apenas o começo, temos muito mercado a conquistar no Canadá”, observa Andreia, que anuncia a realização de um evento de degustação no Canadá para o segundo semestre deste ano.
Mesmo sendo um mercado de vinhos grande e fechado, controlado por monopólios estatais de compra, venda e distribuição, a gerente de exportação do WFB acredita no potencial de comercialização dos vinhos brasileiros no Canadá. “Queremos reforçar nossa presença com os monopólios de Quebec (SAQ) e Ontário (LCBO), despertando o interesse em agentes para representar produtos brasileiros no Canadá”, comenta Andreia. Juntas, Quebec e Ontário representam 70% do mercado de vinhos canadense.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Mensagens

Andrea deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Mais detalhes sobre a Expovinis": Ola Danilo,
Trabalho para a ViniPortugal. Por favor, me envie seus contatos (e-maiol, telefone). Gostaríamos de enviar um convite.
andrea@partnerconsult.inf.br
Atenciosamente,Andréa

Resposta – O endereço é daniloucha@terra.com.br - tel. (51) 3221-5651.
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Obrigado caro amigo Ucha !
Um grande abraco desde Montevideu !!
Javier Carrau
Bodegas CarrauUruguay-Brasil
Enviado desde mi BlackBerry device de Ancel.
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Prezado Ucha,
Li sua nota sobre os Pinot brasileiros e da sua degustação do Pinot da Quinta da Neve. Pois eu não tomei o Pinot QN desta safra, mas tomei uma safra anterior e gostei muito, mas este ano, outra vinícola de São Joaquim também lançou um Pinot, de tiragem pequeníssima, a Vinícola Suzin, e antes de expressar minha opinião sobre ambos gostaria de presenteá-lo com uma garrafa do Suzin para degustar, talvez se optar juntamente com o da Quinta para comparar.
Abraços,
Cledi Sodré
Sommelier Vinhos
Phone: +55 51 3024 0751
Cel: +55 51 8401 1111
www.sommeliervinhos.com.br
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Confraria do Cordeiro

O coordenador da Confraria do Cordeiro, Luiz Fernando Nunes, informa que o 117º Jantar da Confraria do Cordeiro será coordenado pelo confrade Paulo Demoliner e será realizado na próxima quinta-feira, dia 22, às 20 horas, no Pub do Cavalo Crioulo – Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, entrada pelo Portão 7 – Rua Lateral.
Valor do jantar: R$ 35,00 por pessoa, sendo que as bebidas consumidas serão pagas a parte. É preciso confirmar a com a Romilda pelo fone: 51.3214.4406. Para falar com o Luiz Fernando, use o telefone 51.9919.8407

Carne de cordeiro em Brasilia

Está confirmado que, nos dias 24,25 e 26, estaremos em Brasilia, junto coma Embrapa Pecuária Sul, preparando carne de cordeiro em evento comemorativo aos 50 anos da capital federal. Faz parte de um programa da Embrapa de apoio ao incentivo do consumo de carne ovina pelos brasileiros.
Já recebi o convite oficial que o chefe geral da Embrapa, Roberto Silveira Collares, está enviando, sobre a programação, que será na sede da organização, na Av. W3 Norte(Final)- Brasília –DF. Horário: Das 18h às 20h. Eis o texto:

“A Embrapa Pecuária Sul tem a honra de convidá-lo (a) a participar da “Oficina de confecção e degustação de pratos com carne ovina”, que será realizada no dia 26 de abril, às 18 horas, durante o evento Ciência para Vida.
A atividade tem a coordenação do pesquisador na área de Produção Animal e supervisor da Área de Comunicação e Negócios da Embrapa Pecuária Sul, doutor em Zootecnia, Sérgio Silveira Gonzaga e do jornalista Danilo Ucha,
autor do livro “As melhores receitas da Confraria do Cordeiro”, tradicional jurado de concursos de culinária e examinador das bancas dos cursos de culinária do SENAC-RS e da Escola de Alta Gastronomia Aires Scavone.
Na certeza de contarmos com sua honrosa presença, de forma a impulsionar a promoção e a divulgação da carne ovina no nosso país, desde já agradecemos sua participação.
Local: Sede da Embrapa, PqEB - Parque Estação Biológica
Cozinha A - Oficinas de Culinária
Av. W3 Norte(Final)- Brasília -DF
Horário: Das 18h às 20h”.
A idéia foi do Sérgio Gonzaga, durante um encontro em Pinheiro Machado, e logo foi apoiada pelo grande criador Luiz Eduardo Batalha, que tem um projeto para oferecer 100 mil cordeiros/ano para o mercado brasileiro, e o criador uruguaio Luis Mário Fros, com grandes interesses na ovinocultura brasileira, pois é o introdutor do chamado “ovino composto” no Brasil. Gonzaga, que não só é pesquisador, como também cozinheiro, é um soldado da luta pelo aumento do rebanho ovino brasileiro e pelo maior consumo da carne de cordeiro, sem dúvida uma das melhores do mundo.

Correspondência de Olyr Corrêa para Marco Danielle

Parkerized : Ultraripe grapes, overextracted, dense black colour, very few tannins, low acidity, residual sugar.
Marco,
como eu te falei, a afirmação foi: "pareceu-me parquerizado". E se referia a um Premium e um Secundum, que poderiam estava cozidos pelo calor na mala de um carro durante a Festa da Uva de 2006. Como essa figura do Robert Parker possui o "mau gosto de gostar do gosto" de pixe, alcatrão e asfalto no vinho, me ocorreu naquela ocasião a infeliz frase. É o problema dos críticos que engolem e não cospem. Se pasan de la raya.
A expressão já foi retirada na nossa última correspondência.
Assim que o frio inciar, seguirei para a campanha gaúcha, via Florianópolis e Porto Alegre. Isto deve ser lá pelo fim de maio, início de julho. Boa ocasião para provar os teus vinhos. Especialmente o pinot noir, de quem falam muito bem.
Tenho profunda intolerância pelo gosto do SO2 e do milho, o que me faz rejeitar a maioria dos vinhos e cervejas brasileiros. Acompanho com grande esperança e respeito as tuas experiências neste sentido.
Parabéns pelo bem sucedido que foi a tua viagem à Borgonha.
Um abraço

Olyr Corrêa, do Rio

Fórum Internacional de Viticultura e Enologia

Foi muito interessante minha participação no Fórum Internacional de Viticultura e Enologia, realizado, sexta-feira, dia 16 de abril, em Bento Gonçalves, dentro da Vinotech. Minha palestra foi sobre Visão jornalística do espumante brasileiro, painel coordenado por Carlos Paviani, diretor do Ibravin e com participação dos jornalistas Mauricio Roloff, de O Pioneiro, de Caxias do Sul, e Silvia Mascella Rosa, da revista Adega. Falamos sobre a importância da imprensa para o crescimento do espumante brasileiro e os osbtáculos que ainda existem para que ele cresca mais. Os produtores presentes, ao que parece, gostaram, entraram no debate, fizeram perguntas e nos questionaram.
Quando eu falei que um dos trabalhos que os vinhateiros brasileiros têm pela frente é encontrar maneiras de oferecer vinhos com menores preços, sem perder a qualidade, o produtor Walter José Pötter, que está iniciando na atividade, em Dom Pedrito, com a Vinícola Guatambu (vinho Rstros), perguntou “qual é o preço ideal”. Passei a bola para Domingos Meireles, diretor da Exponor, com quem havia conservado sobre o assunto, durante a nossa viagem para Bento Gonçalves, e ele respondeu que o preço ideal é o que consumidor possa pagar e que garanta a remuneração do produtor. Nada mais objetivo.
Não sou contra que um produtor queira vender seu vinho por preço elevado. Desde que ele encontre quem pague, tudo certo. O que não concordo é que ele cobre altos preços e depois venha se queixar que não vende.

Bons encontros

Encontrei muita gente boa nesta ida a Bento. O pessoal do Ibravin, como a Andréa Gentilini Milan e o Gustavo, o Diego Bertoli e sua noiva, o Orestes de Andrade Jr. mostrando a foto da filha que vai nascer, a Silvia Rosa, minha parceria de painel, o Domingos Meirelles, que nos antecipou, fazendo uma palestra sobre o mercado internacional de vinhos espumantes.
Encontrei meus amigos hoteleiros Tarcísio e Moysés Michelon. O primeiro, lembrou meus pratos de cordeiro. O seu Hotel Dall´Onder oferece cordeiro à milanesa. Já seu Moysés convidou-me para jogar damas, no Dia do Vinho, 5 de junho, quando seu Villa Michelon vai realizar grandes festas com o Filó, reunião da comunidade em torno de jogos, brincadeiras, pão, salame, copa e muito vinho. A diferença do jogo de damas do seu Moysés é que as peças são cálices cheios de vinho. A cada peça que se perde, tem-se que beber o vinho!
Também conversei com a Lucinara Masiero que garantiu nossa presença nas festas e, na noite de 4 de junho, na grande premiação de vinhos que acontecerá no Hotel Villa Europa, sob coordenação do Aldemir Dadalt e da Deborah Villasboas Dadalt, diretores do Villa Europa Spa do Vinho. Serão apontados os melhores vinhos do Vale dos Vinhedos.
Outro bom papo na Vinotech foi o do João Valduga, um dos donos da Vinícola Valduga. Ficamos de nos encontrar na Expovinis, no final deste mês, em São Paulo, quando a Valduga levará muitas novidades, sob a coordenação de Juciane Casagrande, diretora comercial.
Depois da minha palestra, o Firmino Splendor, produtor de grandes licores, que agora também está produzindo vinhos, foi conversar comigo porque lembrei que a Cantina Dreher, em 1972, quando eu estava começando a me interessar por vinho, foi quem primeiro colocou um vinho gaúcho em barril de carvalho. Splendor foi me dizer que eu estava certo e que ele, que trabalhava na Dreher, ajudou a colocar o vinho na barrica. Outro produtor que veio nos cumprimentar foi o Inadiro Arpini, da Arpini Finhos Vinos, de Pinto Bandeira. Também estava na palestra o enólogo Dirceu Scottá, da Vinícola Dal Pizzol.

Notícias sobre novos vinhos

Conversei com o Antoninho Czarnobay, o enólogo mais premiado do Brasil, que se prepara para apresentar seus vinhos próprios. Ele trabalhou 33 anos como enólogo da Aurora e foi saido no ano passado porque a empresa “queria rejuvenescer”.
No estande da Pasp – Pan American Specialty Products – encontrei o Nathan J. Churchill, que me foi apresentado pela Silvia Mascella Rosa, e nos brindeu com uma prova do novo espumante que vai apresentar ao mercado antes do fim do ano. Numa degustação rápida, deu para sentir que é muito bom, boa acidez e borbulhas persistentes.
Já a enóloga Gabriela Pötter, da Guatambu, lá de Dom Pedrito, terra do Dias Lopes e do cantor Cigano, não cabia em si de contente porque o cabernet Rastros, de sua autoria, foi selecionado entre os 21 vinhos que o Ibravin levará à Expovinis para harmonizar com pratos especiais. No início, foram apresentadas mais de 200 amostras, destas, tiradas 93 e, finalmente, os 21 vinhos que serão harmonizados. Ela antecipou que a Guatambu também vai apresentar um espumante até o final do ano.
Ainda o seminário
Só para concluir a informação sobre o seminário organizado pelo Ibravin na Vinotech, a primeira palestra foi sobre a importância do design, da qualidade e da cor na garrafa de espumante, como Dênis Babler, projetista da Saint Gobain Embalagens. Depois, Andréa Gentilini Milan, do Ibravin, falou sobre a experiência na promoção do espumante no mercado mundial; e, antes de nós, Domingos Meirelles, diretor do Exponor, sobre o mercado internacional de espumantes. Fomos recepcionado por Osmar Bottega, diretor-executivo da Vinotech/Envase Brasil, e por Vicente Puerta, presidente da Brasil Alimenta-Vinotech.
Você pode ler o texto da Silvia sobre nosso encontro em Bento Gonçalves no Blog Vinho Verde Amarelo: http://vinhoverdeamarelo.blogspot.com

Universo do vinho chileno é destaque no Tierra Atacama

Uma boa dica para beber bons vinhos, no meio do deserto, é passar uns dias no hotel Tierra Atacama. Inaugurado no começo de 2008, o Tierra Atacama Hotel & Spa, localizado em San Pedro de Atacama, no Chile, sempre dedicou atenção especial à gastronomia. Agora, para ensinar um pouco mais sobre os vinhos nacionais, o empreendimento realiza a segunda edição de seu programa “Dias de Vinho”, proporcionando aos hóspedes uma viagem diferenciada.
O evento acontecerá entre os dias 14 e 17 de junho, sob o comando de um enólogo, que oferecerá palestras e degustações dos consagrados vinhos do país.
No primeiro dia, haverá aulas introdutórias sobre os tipos de vinho e suas uvas, assim como sobre os processos de fabricação de cada um deles. Também haverá degustações. Em seguida, serão apresentados os vinhos brancos: as principais uvas, os diferentes terroirs, etc.
No dia seguinte, será a vez dos vinhos tintos e, no terceiro e último, os hóspedes saberão um pouco mais sobre a harmonização entre vinho e comida e também sobre armazenamento. A programação será encerradas com um jantar especial.
Este roteiro tem duração de três noites e custa a partir de US$ 1.290 por pessoa em quarto duplo. O valor inclui traslados entre o aeroporto de Calama e o hotel, todas as refeições, bebidas, passeios e uso da infraestrutura do UMA Spa.Mais informações em www.tierraatacama.com ou com a AD Comunicação & Marketing
(11) 3862.8319 / 3862.5745 - www.adcomunicacao.com.br

Serra Gaúcha celebrará o vinho de forma integrada

O Dia do Vinho (5 de junho) será comemorado, na serra gaúcha, ao longo de duas semanas, com mais de 140 atividades em cinco municípios. É uma boa chance de beber bons vinhos e curtir uma região bonita e cheia de atrativos.
Duas semanas de celebração e muitos brindes. Em 2010, a Serra Gaúcha estará festejando de forma integrada o Dia do Vinho, que este ano acontecerá no dia 6 de junho. A programação da festa terá largada duas semanas antes, e mais de 140 atividades serão realizadas nas cidades de Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Flores da Cunha, Garibaldi e Monte Belo do Sul.
Neste período os varejos e vinícolas que participam do evento estarão comercializando vinhos com preços promocionais assim como os restaurantes e hotéis parceiros estarão oferecendo taças de vinhos de cortesia como boas-vindas aos visitantes. Entre os destaques da programação constam dezenas de festividades realizadas nas cidades e nos roteiros turísticos para que todos entrem no clima de festa, marcando com muitos brindes a data que hoje consta no calendário oficial do Rio Grande do Sul, e que deverá ser oficializada nacionalmente conforme projeto em tramitação no Congresso Nacional.
“Além do grande apelo turístico, a uva e o vinho têm grande importância no desenvolvimento econômico e cultural das cidades da Serra Gaúcha. Por isso, a idéia é que todos os anos, neste período, a região vivencie e festeje esta herança em seus vários aspectos”, explica o diretor executivo do Ibravin, Carlos Paviani.
Tanto a população da Serra como os visitantes poderão desfrutar de cursos de degustação, jantares harmonizados, feiras de vinhos, shows e apresentações artísticas que irão reforçar as atrações permanentes dos roteiros vinícolas das cinco cidades envolvidas. Jornadas e palestras técnicas sobre produção de vinho, manejo vitícola, Vinho & Saúde, Vinho & Beleza compõem a parte voltada à difusão do conhecimento científico sobre a bebida. Já os passeios ciclísticos e rally de jipes compõem o espírito esportivo do evento. O aspecto cultural também está contemplado com ações como o Concurso de Poesias, voltada para trabalhos ligados ao universo de Baco, e a exposição de rótulos antigos.
Neste período também acontece o Prêmio Vinhos do Vale, no Vale dos Vinhedos, e serão lançados os Concursos de Melhores Vinhos de Caxias do Sul e de Flores da Cunha. As crianças, por sua vez, poderão entrar na competição com o concurso de rótulos de suco de Uva e os nostálgicos poderão participar do encontro ou da exposição de carros antigos além do campeonato de bisca.
“Será uma grande festa. Tanto para a comunidade quanto para o turista está à disposição um vasto cardápio de atrações que atendem diferentes perfis. Não dá para ficar de fora desta celebração”, comenta a diretora executiva do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da Região da Uva e do Vinho (SHRBS), Márcia Ferronatto.
A programação completa do evento poderá ser acessada no site www.diadovinho.com.br. Quatro agências da Serra criaram pacotes com roteiros específicos para o período e os hotéis parceiros estarão operando com pacotes promocionais.
O Dia do Vinho é resultado do Projeto Eventos Integrados e Integradores – reinterpretação da concepção de evento, fomentado pelo Ministério do Turismo em parceria com a Fundaparque e SHRBS Região Uva e Vinho. E a organização do evento está sob a responsabilidade do Ibravin, SHRBS Região Uva e Vinho e Secretarias de Turismo dos municípios envolvidos, além de entidades parceiras.
A programação de Bento Gonçalves já está sendo formada, e a secretária Municipal de Turismo de Bento Gonçalves, Ivane Fávero, adianta que haverá muitas atrações. Então, suba a serra gaúcha entre os dias 28 de maio e 6 de junho.
Confira alguns dos destaques :
- Brindes cortesias em restaurantes
- Cursos de Degustação
- Jantares harmonizados
- Feiras e festivais de vinhos
- Passaporte do Vinho
- Eventos técnicos
- Concurso de Poesia
- Concurso infantil de rótulos de suco de uva
-Exposição de rótulos antigos
- Passeios ciclísticos nos roteiros turísticos
- Pacotes de hospedagem e de turismo
-Jogos, shows, rallys e muita diversão.
Mais informações: a programação completa pode ser acessada no site www.diadovinho.com.br
Agências parceiras:
Arte Turismo – Caxias do Sul, (54) 3028.3418
Giordani Turismo – Bento Gonçalves, (54) 3455.2788
Vale das Vinhas – Bento Gonçalves, (54) 3451.4216
Vale Verde Turismo – Bento Gonçalves, (54) 3451.4755
Informações - Ibravin – SEMTUR. Mias dicas com Gisele Garcia de Oliveira - Assessoria de Comunicação Social Prefeitura de Bento Gonçalves - E-mail: imprensa@bentogoncalves.rs.gov.br - Telefone: 54.3055.7160 - Site Oficial: www.bentogoncalves.rs.gov.br

Peruzzo, vinhos de Bagé

Situada no Paralelo 31 sul, entre os municípios de Bagé e Livramento, oeste do estado do Rio Grande do Sul, a região da Campanha Gaúcha é a nova fronteira da vitivinicultura brasileira, após ter sido identificada na década de 70, como especialmente propícia ao cultivo de uvas de qualidade superior para a produção de vinhos finos. A gente já sabe e já visitou muitas vezes a região, mas quem manda dizer isso é Manoel Ianzer.
Acrescenta que, em 2008, a Vinícola Peruzzo apresentou o projeto "vinhas e vinhos" colocando no mercado os primeiros vinhos e espumantes de alta qualidade da região de Bagé. Veja www.vinicolaperuzzo.com.br.Ou, então, o Blog de Bagé: http://bagealemfronteira.blogspot.com , Item 14 - Vinhos de Bagé.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Mensagens

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Mais um mistério na ovinocultura":

Sou morador do DF, grande apreciador da carne de cordeiro. O Distrito Federal e entorno produz carne de ovinos que é vendida, entre outros lugares, pela rede Carrefour e o Extra, só para citar duas grandes redes. Muitas vezes não é cordeiro, mas ovino de mais de 6 meses de idade. Cordeiro mamão como é o "lechazo" espanhol nåo existe, lamentavelmente. O abastecimento não é muito regular mas sempre encontro cordeiro de qualidade razoável produzido localmente. Por quê não aparece nos números do MAPA? Tem muito abate clandestino, tem muita carne que entra clandestinamente de Goiás e Minas Gerais e certamente tem deficiencias na colheita de dados porque as redes de supermercados não compram carne clandestina e os números não podem ser zero.Outra fonte de cordeiro vendido em distribuidoras de carnes finas e em acougues nos bairros mais nobres é o cordeiro em cortes especiais gastronômicos produzidos no Uruguay (filé mignon, picanha, costela corte francês, carré, etc).Em viagens a Uruguay tentei fazer pratos com estes cortes e não se encontram no mercado interno. Vai tudo para exportação. Assim como o caviar que é produzido lá que se encontra em São Paulo mas não se vende no Uruguay. Nome Black river.
Juan Jose VerdesioVicepresidente da ABS Brasilia

Resposta – Obrigado, Juan José. Os cortes não são vendidos no Uruguai porque são mais caros que o animal inteiro ou apenas cortado em pernil, paleta, costela e espinhaço. Além do mais, a população do interior do Uruguai, assim como a do Brasil, não conhece tais cortes, porque eles não estão nos açougues. Recém estão chegando aos supermercados. Quanto ao caviar, que é muito bom, nem os uruguaios sabem que seu país o produz.
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Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Mais um mistério na ovinocultura":

Gostaria de acrescentar que o famoso bodódromo de Petrolina uma boa parte da carne não é de bode mas de ovino. Estou fazendo um trabalho de consultoria para o Ministério da Integração e sei que mais de 70 % da carne consumida não tem controle sanitário na região. Uma das nossas propostas para o MI é a de que se crie um selo de qualidade dos produtores que sigam as exigências mínimas de qualidade e controle sanitário. Digo mais: não se sabe quanta da carne de qualidade consumida nos melhores restaurantes é a importada do Uruguay e quanto local.
Juan Jose VerdesioVice pres. da ABS Brasília

Resposta – Na verdade, há muito pouco controle e fiscalização sobre o consumo de carne ovina. No Rio Grande do Sul há algum, mas nos demais estados é muito fraca
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Ibravin prepara participação histórica na Expovinis Brasil 2010

Já escrevi aqui sobre a próxima participação do Ibravin na Expovinis, em São Paulo (também estarei lá), mas volto ao assunto porque é muito importante para o setor vitivinicola brasileiro. O Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) fará uma participação histórica na Expovinis 2010, que acontece de 27 a 29 de abril no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo. Assim como na edição do ano passado, o maior estande da principal feira de vinhos da América Latina será dos Vinhos do Brasil, com área de 676 m² – quase o dobro do que o de 2009 – reservado pelo Ibravin para uma participação coletiva de 44 vinícolas verde-amarelas. O diferencial é que, pela primeira vez, as três principais regiões produtoras de vinhos do País, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o Vale do São Francisco (que congrega os estados da Bahia e de Pernambuco), estarão reunidas em um só local. “Mais do que nunca, este será o ano dos vinhos brasileiros na Expovinis”, afirma o presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin, Júlio Fante. No ano passado, a presença dos Vinhos do Brasil já foi marcante, com estande de 352m² e participação de 25 vinícolas, mais do que o dobro de 2008, que teve 11 empresas presentes na Expovinis. “O sucesso dos Vinhos do Brasil na Expovinis do ano passado motivou outras empresas a estarem presentes na feira”, destaca Fante. Para o gerente de Promoção e Marketing do Ibravin, Diego Bertolini, “a participação coletiva é uma demonstração de força dos vinhos brasileiros e uma prova da organização crescente do setor, em busca constante por mais qualificação e espaço crescente no disputado mercado nacional”. Onze (11) empresas farão a sua estreia na Expovinis (Mioranza, Galiotto, Dom Cândido, Dom Bonifácio, Gran Legado, Vinícola Aliprandini, Vinícola Antonio Dias, Don Giovanni, Don Laurindo, Guatambú e Campos de Cima). “São empresas que estão buscando oportunidades em eventos importantes e de repercussão internacional”, observa Bertolini, acrescentando que “o apoio do Ibravin é fundamental para viabilizar a presença destas vinícolas no Expovinis”.Programação diferenciadaNo mezanino do megaestande, com espaço de 36m², serão realizadas palestras em parceria com o Senac/SP, que também ficará responsável por oito workshops harmonizados com vinhos brasileiros das empresas participantes da feira. O palco da Expovinis servirá para o lançamento do projeto “Para saber o sabor dos Vinhos do Brasil”, que nos meses de maio e junho será promovido em mais seis cidades gaúchas, realizando degustações harmonizadas com vinhos brasileiros, em parceria com a Escola de Gastronomia UCS/ICIF e FSI-Brasil (Federação dos Sommeliers Internacionais do Brasil). As degustações harmonizadas serão ministradas por Jefferson Sanciento Nunes, presidente da FSI Brasil, com cardápios assinados por Mauro Cigolani, nos dias 27 (às 19h), 28 (às 15h), e 29 (às 19h), nas salas de degustações da Expovinis. Mais informações no site www.ibravin.org.br.
Empresas participantes no estande Vinhos do Brasil:Vinícolas do Rio Grande do Sul – Serra Gaúcha: Aurora, Cave Geisse, Perini, Garibaldi, Mioranza, Battistello, Galiotto, Dom Cândido, Viapiana, Courmayeur, Dom Bonifácio, Vinhos Monte Reale, Casa Pedrucci, Boscato, Gran Legado, Valmarino, Dal Pizzol, Panizzon, Irmãos Molon, Vinícola Aliprandini, Góes & Venturini, Vinícola Antonio Dias, Domno do Brasil, Don Giovanni, Don Laurindo, Milantino, Don Guerino e Sozo.
Vinícolas da Campanha do RS – Peruzzo, Campos de Cima, Guatambú, e Cordilheira de Sant’ana.
Vinícolas do Vale do São Francisco (Petrolina) – Garziera, Rio Sol e Botticelli.
Vinícolas de Santa Catarina – Pericó, Quinta da Neve, Quinta Santa Maria, Sanjo, Santa Augusta, Santo Emílio, Suzin, Villaggio Grando e Kranz.

Denominação de Origem Vale dos Vinhedos

Um esforço concentrado da equipe que está trabalhando para o reconhecimento da Denominação de Origem Vale dos Vinhedos está em andamento. Antes do final deste semestre, o conjunto de documentos necessários deverá estar depositado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), órgão responsável pelo reconhecimento. Além da Aprovale – Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos, a ação é desenvolvida através de um projeto de pesquisa e desenvolvimento que envolve a Embrapa Uva e Vinho, a Embrapa Clima Temperado, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade de Caxias do Sul (UCS), tendo a FAPEG como gestora dos recursos. O projeto conta com recursos da ordem de 749 mil reais provenientes da FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos - FINEP.
A informação foi repassada pelo pesquisador da Embrapa Uva e Vinho e coordenador do projeto, Jorge Tonietto, após reunião de definição das próximas atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação ocorrida na última semana em Bento Gonçalves. Além da Denominação de Origem, o Projeto está apoiando as etapas finais de reconhecimento da Indicação de Procedência de vinhos Pinto Bandeira da ASPROVINHO, os trabalhos de desenvolvimento da IP para Monte Belo da APROBELO, bem como a implantação do Sistema de Estações de Aviso Fitossanitário para a região da Serra Gaúcha.