O vinho Rastros do Pampa, produzido a partir de uvas cabernet sauvignon cultivadas na Serrinha, em Dom Pedrito, vai ser servido durante o leilão de gado da Estância Guatambu, no próximo final de semana, em Cachoeira do Sul. Um dos gados mais bonitos que existem nos campos gaúchos é o polled hereford, raça de origem européia. É, também, o que oferece uma das carnes mais deliciosas.
Dia 4, domingo, às 15h, alguns dos melhores touros polled hereford e braford do estado estarão à venda na 59ª Feapec, em Cachoeira do Sul, durante o 1º Remate Seleção Guatambu, estância de Dom Pedrito que está comemorando 50 anos de fundação, a maior parte deles dedicada ao aprimoramento genético destas duas raças. O criador Valter José Pötter oferecerá 50 touros das duas raças e 30 novilhas braford prenhes. São animais com provadas caracteríscas de ganho de peso, conformação, musculatura, precocidade no engorde, fertilidade e alto padrão racial.
O tradicional remate da Guatambu, realizado há 37 anos em Dom Pedrito, será dia 24 de outubro. Apesar dos leilões já realizados terem registrados preços abaixo dos praticados o ano passado – médias de R$ 5,7 mil (machos) e R$ 3,3 mil (fêmeas), Pötter acredita que seus animais obterão preços compensadores.
A enóloga da família Pötter, Gabriela, comemora mais uma vitória do seu vinho na Avaliação Nacional realizada sábado passado, em Bento Gonçalves. “Estamos muito felizes mesmo, já que é o segundo ano que concorremos e somos selecionados novamente, ainda na categoria mais concorrida, vinho tinto seco. Os clientes do leilão serão brindados com o vinho Rastros do Pampa.”
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Mais números da 17ª Avaliação Nacional de Vinhos
Data: 26 de setembro de 2009
Local: Bento Gonçalves, no Auditório do Pavilhão E Parque de Eventos de Bento Gonçalves
Promoção: Associação Brasileira de Enologia (ABE)
Número de Amostras Inscritas: 308
Vinícolas participantes: 70
Degustadores comentaristas: 15 convidados
16º degustador comentarista – sorteado entre o público
Taças: 750 taças de vinho e 750 taças de espumante
Garrafas de vinho: 75 garrafas de cada amostra totalizando 1.200 garrafas de vinho
Água: 1.300 garrafas
Biscoito: 900 pacotes
Litros: 900 litros de vinho
Serviço do vinho: 75 alunos do IFRS, 5 da Fisul e 30 garçons
Degustadores de seleção: 81 enólogos (divididos em três grupos)
Primeira etapa de degustações: de 17 a 21 de agosto
Segunda etapa de degustações: de 24 a 28 de agosto
Terceira etapa de degustações: de 31 de agosto a 2 de setembro
Degustação de Confirmação: 16 de setembro no Ristorante Don Ziero
Participantes: 750 em Bento Gonçalves.
Local: Bento Gonçalves, no Auditório do Pavilhão E Parque de Eventos de Bento Gonçalves
Promoção: Associação Brasileira de Enologia (ABE)
Número de Amostras Inscritas: 308
Vinícolas participantes: 70
Degustadores comentaristas: 15 convidados
16º degustador comentarista – sorteado entre o público
Taças: 750 taças de vinho e 750 taças de espumante
Garrafas de vinho: 75 garrafas de cada amostra totalizando 1.200 garrafas de vinho
Água: 1.300 garrafas
Biscoito: 900 pacotes
Litros: 900 litros de vinho
Serviço do vinho: 75 alunos do IFRS, 5 da Fisul e 30 garçons
Degustadores de seleção: 81 enólogos (divididos em três grupos)
Primeira etapa de degustações: de 17 a 21 de agosto
Segunda etapa de degustações: de 24 a 28 de agosto
Terceira etapa de degustações: de 31 de agosto a 2 de setembro
Degustação de Confirmação: 16 de setembro no Ristorante Don Ziero
Participantes: 750 em Bento Gonçalves.
Tecnologia da Vinícola Garibaldi
Um grupo de jornalistas, de meios de comunicação de diversos Estados do Brasil, esteve conhecendo a estrutura e os produtos da Vinícola Garibaldi. Integrando o Projeto Imagem Nacional do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), a comitiva visitou a empresa no dia 25 de setembro, um dia antes da edição de 2009 da Avaliação Nacional de Vinhos.
Um dos itens que recebeu destaque foi o sistema de filtragem utilizado para os espumantes. O grupo fez questão de conhecer o filtro fito-tangencial, adquirido este ano, que faz da Vinícola Garibaldi uma das poucas no país a utilizar este processo, considerado um dos mais modernos do mundo e grande novidade tecnológica do setor.
“Este sistema é outro ponto forte que garante a qualidade dos espumantes da Garibaldi”, salientou o presidente da Vinícola, Oscar Ló em entrevista ao apresentador do programa Vinho à Mesa, da Rede TV, Elidio Lopes Cavalcanti, um dos integrantes da comitiva. Além dele também estiveram na vinícola profissionais dos Jornais do Comércio (Rio Grande do Sul e Pernambuco), Folha de São Paulo, Correio Braziliense, das revistas Produz, Wine Style, Mercado Gastronômico, DiVino, Gula, Continental Multicultural, Universo Masculino, Adega, dos sites jornal do vinho e vinhos do Brasil e do Senac de São Paulo.
Na ocasião, Ló também falou sobre as ações que estão sendo desenvolvidas para tornar seus produtos referência para os consumidores. “Os números da empresa no primeiro semestre de 2009 confirmam que este reconhecimento tem sido traduzido em resultados. Nos seis primeiros meses do ano registramos um crescimento superior a 30% em relação ao mesmo período do ano passado”, destacou.
Além dos espumantes Garibaldi (Chardonnay, Prosecco e Moscatel), também houve degustação do suco de uva orgânico Da Casa e do vinho Acquasantiera Lorena Ativa, elaborado em parceria com a Embrapa com tecnologia inédita no Brasil. O coordenador de marketing e técnico em enologia, Maiquel Vignatti, apresentou as especificações técnicas de cada produto, além de métodos de elaboração e estatísticas de mercado.
Um dos itens que recebeu destaque foi o sistema de filtragem utilizado para os espumantes. O grupo fez questão de conhecer o filtro fito-tangencial, adquirido este ano, que faz da Vinícola Garibaldi uma das poucas no país a utilizar este processo, considerado um dos mais modernos do mundo e grande novidade tecnológica do setor.
“Este sistema é outro ponto forte que garante a qualidade dos espumantes da Garibaldi”, salientou o presidente da Vinícola, Oscar Ló em entrevista ao apresentador do programa Vinho à Mesa, da Rede TV, Elidio Lopes Cavalcanti, um dos integrantes da comitiva. Além dele também estiveram na vinícola profissionais dos Jornais do Comércio (Rio Grande do Sul e Pernambuco), Folha de São Paulo, Correio Braziliense, das revistas Produz, Wine Style, Mercado Gastronômico, DiVino, Gula, Continental Multicultural, Universo Masculino, Adega, dos sites jornal do vinho e vinhos do Brasil e do Senac de São Paulo.
Na ocasião, Ló também falou sobre as ações que estão sendo desenvolvidas para tornar seus produtos referência para os consumidores. “Os números da empresa no primeiro semestre de 2009 confirmam que este reconhecimento tem sido traduzido em resultados. Nos seis primeiros meses do ano registramos um crescimento superior a 30% em relação ao mesmo período do ano passado”, destacou.
Além dos espumantes Garibaldi (Chardonnay, Prosecco e Moscatel), também houve degustação do suco de uva orgânico Da Casa e do vinho Acquasantiera Lorena Ativa, elaborado em parceria com a Embrapa com tecnologia inédita no Brasil. O coordenador de marketing e técnico em enologia, Maiquel Vignatti, apresentou as especificações técnicas de cada produto, além de métodos de elaboração e estatísticas de mercado.
Saint-Gobain Embalagens cria novo garrafão
Uma das mais tradicionais embalagens de bebidas do Brasil, o garrafão de vinho, ganha uma nova versão. A Saint-Gobain Embalagens desenvolveu um novo produto com design moderno, curvas mais suaves e o detalhe de uma alça plástica de alta resistência para facilitar o transporte e manuseio, além de ser o único no mercado com capacidade de 4 litros.
“O garrafão possui um design exclusivo, limpo e com uma grande área de rotulagem. Isso possibilita inúmeras alternativas para os nossos clientes. Além disso, a alça plástica facilita o manuseio do garrafão cheio, e agrega valor ao produto final por sua característica de inovação”.
Produzido na fábrica de Campo Bom (RS), o produto manteve as opções de gargalos rosca ou rolha. Destinado principalmente para o envase de vinhos, está disponível para o mercado desde o mês de agosto.
A Saint Gobain Embalagens, responsável pela produção de garrafas e potes para os segmentos de bebidas e alimentos, está presente no Brasil desde 1937, com três unidades industriais, sendo duas em São Paulo e uma no Rio Grande do Sul. A empresa é considerada a mais diversificada produtora de embalagens de vidro do País. Outras informações podem ser obtidas no site www.sgembalagens.com.br.
“O garrafão possui um design exclusivo, limpo e com uma grande área de rotulagem. Isso possibilita inúmeras alternativas para os nossos clientes. Além disso, a alça plástica facilita o manuseio do garrafão cheio, e agrega valor ao produto final por sua característica de inovação”.
Produzido na fábrica de Campo Bom (RS), o produto manteve as opções de gargalos rosca ou rolha. Destinado principalmente para o envase de vinhos, está disponível para o mercado desde o mês de agosto.
A Saint Gobain Embalagens, responsável pela produção de garrafas e potes para os segmentos de bebidas e alimentos, está presente no Brasil desde 1937, com três unidades industriais, sendo duas em São Paulo e uma no Rio Grande do Sul. A empresa é considerada a mais diversificada produtora de embalagens de vidro do País. Outras informações podem ser obtidas no site www.sgembalagens.com.br.
Taça do Espumante Brasileiro
Depois que escrevi aqui no Blog sobre a Taça do Espumante Brasileiro recebi muitas mensagens perguntando que “história é essa de taça do espumante brasileiro?” Aqui vai a história completa.
Aproveitando a realização da 17ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2009, a Associação Brasileira de Enologia (ABE), a Embrapa Uva e Vinho e a Cristallerie Strauss lançaram em forma de parceria a Taça do Espumante Brasileiro. A novidade foi apresentada para mais de 750 apreciadores de vinho durante o evento, realizado no sábado (26) no Parque de Eventos de Bento Gonçalves. O brinde coletivo foi liderado pelo presidente da ABE, enólogo Carlos Abarzúa, que convidou todos a fazer de sua taça uma extensão de suas mãos.
Em um projeto motivado pela necessidade de valorizar o produto, validado por um processo criterioso de desenvolvimento e execução minuciosa de testes, alcançou-se uma peça original, bela e capaz de potencializar as sensações de prazer e alegria que o espumante brasileiro proporciona. Para chegar ao modelo ideal, a Taça do Espumante Brasileiro passou por uma seleção feita por enólogos, experts, pesquisadores, entidades, vinícolas e consumidores. O grupo avaliou 26 modelos de taças, analisando originalidade, estética e funcionalidade. Sua estréia se deu durante a Avaliação, quando foi entregue a cada um dos participantes do evento.
Confeccionada artesanalmente em fino cristal, a Taça do Espumante Brasileiro apresenta linhas finas e elegantes, um bojo sinuoso que valoriza a formação do perlage, uma boca estreitada que concentra a liberação de aroma e um encaminhamento da nobre bebida às mucosas.
O projeto
Diversas evidências científicas sugerem que o formato da taça exerce um efeito importante na percepção da qualidade dos vinhos. Especificações como o diâmetro superior, volume e altura de bojo podem influenciar a concentração de substâncias aromáticas captadas pelos nossos sentidos. Em diversas regiões vitícolas do mundo já foram desenvolvidas taças para melhor expressar as características determinadas pelas particularidades das variedades das uvas, das condições naturais (solo, clima e relevo) e da arte de vinificação. Hoje, vinhos de diferentes estilos são vinculados a taças que potencializam suas qualidades.
O espumante brasileiro também apresenta uma tipicidade única, definida por um terroir particular. A predominância de uma paisagem de coloração predominantemente verde é um dos distintivos da principal região de produção (Região Sul do Brasil), sendo um elemento que transpassa aos vinhos espumantes, marcados por uma delicadeza de aroma, frescor e nitidez de sabor. A tecnologia de produção, que respeita essas especificidades da matéria-prima, também é um elemento importante na definição do estilo do espumante nacional.
Tendo iniciado sua produção em 1915, o espumante brasileiro tem sua qualidade reconhecida internacionalmente. Para salientar a importância da identidade da produção nacional de espumantes, desenvolveu-se, através de um projeto de pesquisa, coordenado pela Associação Brasileira de Enologia, Embrapa Uva e Vinho e Cristallerie Strauss, uma taça que valoriza as características de cor, efervescência, aroma e sabor do espumante brasileiro.
Metodologia
O projeto para a escolha da taça foi desenvolvido em diversas etapas, tendo a participação de profissionais qualificados das principais entidades do setor de vinhos do Brasil.
Etapa 1
Seleção Visual entre taças diversas. Nesta fase focou-se, principalmente, na definição do traço ou desenho principal da taça, considerando-se também a beleza estética e modernidade dos tipos. A avaliação foi conduzida em laboratório, sendo que os jurados foram solicitados a avaliar 26 diferentes taças, reunindo os principais desenhos existentes. As avaliações foram individuais, sem a permissão de comentários.
Etapa 2
Avaliação da funcionalidade. Em condições de laboratório fez-se a avaliação técnica das seis taças melhor pontuadas na etapa anterior. Nesta fase os profissionais foram solicitados a avaliar a qualidade da taça em uma situação real de prova, com um espumante com as características sensoriais e tipicidade da produção nacional. Os painelistas foram solicitados a avaliar, individualmente, a qualidade das taças, focando nos quesitos exame visual (efervescência: exame de espuma e tamanho de borbulha), intensidade e qualidade de aroma e paladar. Solicitou-se, também, aos degustadores que considerassem a adequação da taça quanto a mecânica do provar repetidamente o produto.
Etapa 3
Discussão dos resultados e ajustes finais. Da segunda etapa foram selecionadas duas taças que apresentaram maior pontuação, praticamente empatadas. Das observações coletadas por escrito decidiu-se promover pequenos ajustes nas dimensões de altura e diâmetro de bojo destas duas taças, de forma a encontrar a taça mais adequada. Critérios técnicos relacionados à confecção da taça apontados pelos especialistas da Cristallerie Strauss também foram considerados neste ajustamento. Da Etapa 3 originou-se as especificações técnicas da Taça do Espumante Brasileiro. Esta taça foi testada novamente pela diretoria da Associação Brasileira de Enologia, a qual confirmou sua adequação técnica para a valorização das características do espumante brasileiro.
Uma taça especial
Para um produto especial como o espumante brasileiro, é fundamental a expressão de todas as suas qualidades, seja de cor, aroma ou paladar. Assim, é necessária uma taça com características adequadas, que possibilitem acompanhar cada detalhe da degustação, apresentando originalidade, qualidade estética e de formato e, principalmente, adequação técnica às características específicas do produto (avaliação da perlage e efervescência, aroma e paladar) e também a funcionalidade quanto à prova (adequação ao beber, em repetição).
Com esse propósito, a Associação Brasileira de Enologia, Embrapa Uva e Vinho e Cristallerie Strauss se dedicaram não apenas em utilizar todo o conhecimento técnico de suas equipes, em suas áreas de atuação: enologia, pesquisa e confecção de cristais, mas também reuniram e ouviram a opinião dos principais agentes envolvidos na elaboração, comercialização e promoção do espumante brasileiro.
A arte da confecção da taça
A Taça do Espumante Brasileiro é feita por artesãos extremamente habilidosos formados na própria indústria. A matéria-prima utilizada para a confecção do cristal é criteriosamente selecionada, desde a areia, bem como os componentes químicos que farão parte da sua composição (Bórax, Carbonato de Sódio, Carbonato de Potássio, Nitrato de Potássio, Óxido de Arsênico e Litargírio 24% PbO).
A fusão plena destes elementos acontece a uma temperatura de aproximadamente 1460ºC. Estando pronta a fundição, inicia-se o processo de fabricação do produto, onde o profissional colhe o material do forno por intermédio da cana de vidreiro que será soprado em um molde específico de acordo com o design da peça.
As fases seguintes serão a confecção da haste e a colocação da base da taça. Estas peças irão passar por um forno de alívio de tensões, ou seja, que irão acomodar as moléculas que se encontram desarranjadas em sua composição, evitando assim que ocorram os devidos choques térmicos em seu manuseio.
Os procedimentos de beneficiamento acontecem logo após o corte da capa, as bordas internas e externas das peças são suavemente lixadas e polidas por profissionais hábeis e qualificados para este serviço. É assim a produção de Cristais da Strauss, onde o controle de qualidade exercido é, acima de tudo, uma filosofia de trabalho.
Definindo a taça
O processo de escolha da taça reuniu os principais especialistas no tema espumantes brasileiros:
Ademir Brandelli, Aldemir Dadalt, Adolfo Lona, Alberto Miele, Alejandro Cardoso, Álvaro Domingues, Andraia Milan, Antônio Czarnobay, Antônio Salvador, Ayrton Giovannini, Benito Panizzon, Carlos Abarzúa, Carlos Pasolo, Carlos Paviani, Carlos Zanus, Celito Guerra, Christian Bernardi, Cláudia Stefenon, Cláudio Cattani, Cleber Andrade, Cristina Francescatto, Daniel Dalla Valle, Daniel De Paris, Daniel Fornari, Daniel Geisse, Daniel Salton, Daniela Salton, Danilo Cavagni, Dario Crespi, Delto Garibaldi, Dirceu Scottá, Edegar Scortegagna, Eduardo Giovannini, Eumar Viapiana, Fátima Randon, Firmino Splendor, Flávio Pizzato, Flávio Zílio, Franco Perini, Frederico Strauss, Geyce Salton, Gilberto Pedrucci, Idalêncio Angheben, Irineo Dall’Agnol, Ismar Pasini, Jaime E. Fensterseifer, Jefferson Nunes, João Carlos Taffarel, Jorge Cattani, Jorge Tonietto, Juciane Casagrande, Juliano Perin, Júlio Meneguzzo, Lourdes Conci da Silva, Lucas Garrido, Lucas Guerra, Luciano Vian, Lucindo Copat, Luiz Rizzon, Marcos Vian, Maria Inês Balsan, Mauro Agostini, Mauro Celso Zanus, Mauro Cingolani, Nelson Rotta Randon, Nilso Panizzon, Oscar Ló, Paulo Salli, Philippe Mevel, Plínio Manosso, Raquel Muraro Gaio, Regina Vanderlinde, Rinaldo Dal Pizzol, Roque Fae, Sandra Zanotto, Soeni Bellé, Taís Klein, Tiago Henrique Ferranti, Tiago Tonini, Vanessa Stefani, Vinícius Saltiago e Werner Schumacher.
Responsabilidade técnica
Associação Brasileira de Enologia: Carlos Abarzúa
Cristallerie Strauss: Frederico Werner Strauss
Embrapa Uva e Vinho: Mauro Celso Zanus
Instituições
Participaram da escolha e definição da taça as principais entidades ligadas ao tema:
ABE, Afavin, Agavi, Aprobelo, Apromontes, Aprovale, Asprovinho, Aviga, Confraria Amavi, Confraria da Vinha, Confraria do Champagne da Serra Gaúcha, Confraria do Vinho e do Champanha das Mulheres Bento Gonçalves, Confraria do Vinho em Bento Gonçalves, Confraria dos Cavalheiros do Vinho, Confraria L’Arte Del Vino de Flores da Cunha, Consórcio de Produtores de Espumantes de Garibaldi, Embrapa Uva e Vinho, Fecovinho, Febave, Fenachamp, Fenavinho, Fisul, Ibravin, Escola de Gastronomia UCS/ICIF, ICTA/UFRGS, IFRS Campus Bento, Laren, Ministério da Agricultura, Rota dos Espumantes, Secretaria da Agricultura, Sindivinho, Uvibra e Wines from Brazil.
Aproveitando a realização da 17ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2009, a Associação Brasileira de Enologia (ABE), a Embrapa Uva e Vinho e a Cristallerie Strauss lançaram em forma de parceria a Taça do Espumante Brasileiro. A novidade foi apresentada para mais de 750 apreciadores de vinho durante o evento, realizado no sábado (26) no Parque de Eventos de Bento Gonçalves. O brinde coletivo foi liderado pelo presidente da ABE, enólogo Carlos Abarzúa, que convidou todos a fazer de sua taça uma extensão de suas mãos.
Em um projeto motivado pela necessidade de valorizar o produto, validado por um processo criterioso de desenvolvimento e execução minuciosa de testes, alcançou-se uma peça original, bela e capaz de potencializar as sensações de prazer e alegria que o espumante brasileiro proporciona. Para chegar ao modelo ideal, a Taça do Espumante Brasileiro passou por uma seleção feita por enólogos, experts, pesquisadores, entidades, vinícolas e consumidores. O grupo avaliou 26 modelos de taças, analisando originalidade, estética e funcionalidade. Sua estréia se deu durante a Avaliação, quando foi entregue a cada um dos participantes do evento.
Confeccionada artesanalmente em fino cristal, a Taça do Espumante Brasileiro apresenta linhas finas e elegantes, um bojo sinuoso que valoriza a formação do perlage, uma boca estreitada que concentra a liberação de aroma e um encaminhamento da nobre bebida às mucosas.
O projeto
Diversas evidências científicas sugerem que o formato da taça exerce um efeito importante na percepção da qualidade dos vinhos. Especificações como o diâmetro superior, volume e altura de bojo podem influenciar a concentração de substâncias aromáticas captadas pelos nossos sentidos. Em diversas regiões vitícolas do mundo já foram desenvolvidas taças para melhor expressar as características determinadas pelas particularidades das variedades das uvas, das condições naturais (solo, clima e relevo) e da arte de vinificação. Hoje, vinhos de diferentes estilos são vinculados a taças que potencializam suas qualidades.
O espumante brasileiro também apresenta uma tipicidade única, definida por um terroir particular. A predominância de uma paisagem de coloração predominantemente verde é um dos distintivos da principal região de produção (Região Sul do Brasil), sendo um elemento que transpassa aos vinhos espumantes, marcados por uma delicadeza de aroma, frescor e nitidez de sabor. A tecnologia de produção, que respeita essas especificidades da matéria-prima, também é um elemento importante na definição do estilo do espumante nacional.
Tendo iniciado sua produção em 1915, o espumante brasileiro tem sua qualidade reconhecida internacionalmente. Para salientar a importância da identidade da produção nacional de espumantes, desenvolveu-se, através de um projeto de pesquisa, coordenado pela Associação Brasileira de Enologia, Embrapa Uva e Vinho e Cristallerie Strauss, uma taça que valoriza as características de cor, efervescência, aroma e sabor do espumante brasileiro.
Metodologia
O projeto para a escolha da taça foi desenvolvido em diversas etapas, tendo a participação de profissionais qualificados das principais entidades do setor de vinhos do Brasil.
Etapa 1
Seleção Visual entre taças diversas. Nesta fase focou-se, principalmente, na definição do traço ou desenho principal da taça, considerando-se também a beleza estética e modernidade dos tipos. A avaliação foi conduzida em laboratório, sendo que os jurados foram solicitados a avaliar 26 diferentes taças, reunindo os principais desenhos existentes. As avaliações foram individuais, sem a permissão de comentários.
Etapa 2
Avaliação da funcionalidade. Em condições de laboratório fez-se a avaliação técnica das seis taças melhor pontuadas na etapa anterior. Nesta fase os profissionais foram solicitados a avaliar a qualidade da taça em uma situação real de prova, com um espumante com as características sensoriais e tipicidade da produção nacional. Os painelistas foram solicitados a avaliar, individualmente, a qualidade das taças, focando nos quesitos exame visual (efervescência: exame de espuma e tamanho de borbulha), intensidade e qualidade de aroma e paladar. Solicitou-se, também, aos degustadores que considerassem a adequação da taça quanto a mecânica do provar repetidamente o produto.
Etapa 3
Discussão dos resultados e ajustes finais. Da segunda etapa foram selecionadas duas taças que apresentaram maior pontuação, praticamente empatadas. Das observações coletadas por escrito decidiu-se promover pequenos ajustes nas dimensões de altura e diâmetro de bojo destas duas taças, de forma a encontrar a taça mais adequada. Critérios técnicos relacionados à confecção da taça apontados pelos especialistas da Cristallerie Strauss também foram considerados neste ajustamento. Da Etapa 3 originou-se as especificações técnicas da Taça do Espumante Brasileiro. Esta taça foi testada novamente pela diretoria da Associação Brasileira de Enologia, a qual confirmou sua adequação técnica para a valorização das características do espumante brasileiro.
Uma taça especial
Para um produto especial como o espumante brasileiro, é fundamental a expressão de todas as suas qualidades, seja de cor, aroma ou paladar. Assim, é necessária uma taça com características adequadas, que possibilitem acompanhar cada detalhe da degustação, apresentando originalidade, qualidade estética e de formato e, principalmente, adequação técnica às características específicas do produto (avaliação da perlage e efervescência, aroma e paladar) e também a funcionalidade quanto à prova (adequação ao beber, em repetição).
Com esse propósito, a Associação Brasileira de Enologia, Embrapa Uva e Vinho e Cristallerie Strauss se dedicaram não apenas em utilizar todo o conhecimento técnico de suas equipes, em suas áreas de atuação: enologia, pesquisa e confecção de cristais, mas também reuniram e ouviram a opinião dos principais agentes envolvidos na elaboração, comercialização e promoção do espumante brasileiro.
A arte da confecção da taça
A Taça do Espumante Brasileiro é feita por artesãos extremamente habilidosos formados na própria indústria. A matéria-prima utilizada para a confecção do cristal é criteriosamente selecionada, desde a areia, bem como os componentes químicos que farão parte da sua composição (Bórax, Carbonato de Sódio, Carbonato de Potássio, Nitrato de Potássio, Óxido de Arsênico e Litargírio 24% PbO).
A fusão plena destes elementos acontece a uma temperatura de aproximadamente 1460ºC. Estando pronta a fundição, inicia-se o processo de fabricação do produto, onde o profissional colhe o material do forno por intermédio da cana de vidreiro que será soprado em um molde específico de acordo com o design da peça.
As fases seguintes serão a confecção da haste e a colocação da base da taça. Estas peças irão passar por um forno de alívio de tensões, ou seja, que irão acomodar as moléculas que se encontram desarranjadas em sua composição, evitando assim que ocorram os devidos choques térmicos em seu manuseio.
Os procedimentos de beneficiamento acontecem logo após o corte da capa, as bordas internas e externas das peças são suavemente lixadas e polidas por profissionais hábeis e qualificados para este serviço. É assim a produção de Cristais da Strauss, onde o controle de qualidade exercido é, acima de tudo, uma filosofia de trabalho.
Definindo a taça
O processo de escolha da taça reuniu os principais especialistas no tema espumantes brasileiros:
Ademir Brandelli, Aldemir Dadalt, Adolfo Lona, Alberto Miele, Alejandro Cardoso, Álvaro Domingues, Andraia Milan, Antônio Czarnobay, Antônio Salvador, Ayrton Giovannini, Benito Panizzon, Carlos Abarzúa, Carlos Pasolo, Carlos Paviani, Carlos Zanus, Celito Guerra, Christian Bernardi, Cláudia Stefenon, Cláudio Cattani, Cleber Andrade, Cristina Francescatto, Daniel Dalla Valle, Daniel De Paris, Daniel Fornari, Daniel Geisse, Daniel Salton, Daniela Salton, Danilo Cavagni, Dario Crespi, Delto Garibaldi, Dirceu Scottá, Edegar Scortegagna, Eduardo Giovannini, Eumar Viapiana, Fátima Randon, Firmino Splendor, Flávio Pizzato, Flávio Zílio, Franco Perini, Frederico Strauss, Geyce Salton, Gilberto Pedrucci, Idalêncio Angheben, Irineo Dall’Agnol, Ismar Pasini, Jaime E. Fensterseifer, Jefferson Nunes, João Carlos Taffarel, Jorge Cattani, Jorge Tonietto, Juciane Casagrande, Juliano Perin, Júlio Meneguzzo, Lourdes Conci da Silva, Lucas Garrido, Lucas Guerra, Luciano Vian, Lucindo Copat, Luiz Rizzon, Marcos Vian, Maria Inês Balsan, Mauro Agostini, Mauro Celso Zanus, Mauro Cingolani, Nelson Rotta Randon, Nilso Panizzon, Oscar Ló, Paulo Salli, Philippe Mevel, Plínio Manosso, Raquel Muraro Gaio, Regina Vanderlinde, Rinaldo Dal Pizzol, Roque Fae, Sandra Zanotto, Soeni Bellé, Taís Klein, Tiago Henrique Ferranti, Tiago Tonini, Vanessa Stefani, Vinícius Saltiago e Werner Schumacher.
Responsabilidade técnica
Associação Brasileira de Enologia: Carlos Abarzúa
Cristallerie Strauss: Frederico Werner Strauss
Embrapa Uva e Vinho: Mauro Celso Zanus
Instituições
Participaram da escolha e definição da taça as principais entidades ligadas ao tema:
ABE, Afavin, Agavi, Aprobelo, Apromontes, Aprovale, Asprovinho, Aviga, Confraria Amavi, Confraria da Vinha, Confraria do Champagne da Serra Gaúcha, Confraria do Vinho e do Champanha das Mulheres Bento Gonçalves, Confraria do Vinho em Bento Gonçalves, Confraria dos Cavalheiros do Vinho, Confraria L’Arte Del Vino de Flores da Cunha, Consórcio de Produtores de Espumantes de Garibaldi, Embrapa Uva e Vinho, Fecovinho, Febave, Fenachamp, Fenavinho, Fisul, Ibravin, Escola de Gastronomia UCS/ICIF, ICTA/UFRGS, IFRS Campus Bento, Laren, Ministério da Agricultura, Rota dos Espumantes, Secretaria da Agricultura, Sindivinho, Uvibra e Wines from Brazil.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Safra 2009 mostra diversidade do vinho brasileiro
Na edição anterior do Blog, dei uma síntese do que vi na 17ª Avaliação Nacional de Vinhos, em Bento Gonçalves, ocorrida sábado. Agora, vai um texto mais completo, com todos os dados que interessam, a divulgação da representatividade da safra, entrega do Troféu Vitis e o lançamento da Taça Espumante Brasileiro, que marcaram a 17ª edição do evento. Também a repetição dos pontos e os varietais destacados. Em próximas edições, prometo a minha avaliação de cada vinho que provei, de forma a justificar a nota que dei.
Os vinhos representativos da Safra 2009 foram apresentados durante a 17ª Avaliação Nacional de Vinhos em evento que reuniu mais de 750 apreciadores da bebida no Parque de Eventos de Bento Gonçalves. Considerado o momento maior do vinho brasileiro, o encontro foi marcado pela divulgação dos 93 vinhos representativos da Safra 2009, pela entrega do Troféu Vitis nas categorias Enológico e Amigo do Vinho Brasileiro ao engenheiro agrônomo Edual João Garbin e ao jornalista Jorge Carrara, respectivamente, além do lançamento da Taça do Espumante Brasileiro.
Das 70 vinícolas que inscreveram as 308 amostras, 35, ou seja, 50% do total, estão entre as que classificaram seus vinhos na relação dos 30% (93 vinhos), o que demonstra que a qualidade da produção nacional está bem distribuída. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Enologia, enólogo Carlos Abarzúa, no geral a qualidade dos vinhos avaliados foi boa, mas o grande destaque esteve para as variedades brancas. “O clima favoreceu o cultivo das uvas brancas, que se sobressaíram frente as tintas, que sofreram com o excesso de chuva”, explica. Outro aspecto a ser considerado é a grande diversidade de vinhos classificados entre os 30% representativos da safra que contemplaram 10 variedades tintas (Ancellotta, Tannat, Pinot Noir, Merlot, Cabernet Sauvignon, Marselan, Cabernet Franc, Malbec, Tempranillo e Teroldego), nove brancas (Chardonnay, Riesling Itálico, Riesling Renano, Moscato, Sauvignon Blanc, Trebiano, Viognier, Pinot Grigio, Prosecco) e uma rosé (Moscato Hamburgo).
Abarzúa comemora a realização de mais uma edição com aumento de vinícolas participantes, além da consolidação junto ao público, que mais uma vez esgotou, antecipadamente, as 750 vagas oferecidas. Ele comenta que a Avaliação Nacional de Vinhos tornou-se um evento social. “Todos os anos, a Avaliação reúne lideranças, empresários e profissionais do setor numa grande confraternização”. Ele destaca, também, a importância da adesão das empresas que, ao enviar suas amostras de vinho para serem comparadas com as de outras vinícolas, garantem o sucesso e a evolução não só do evento como também da própria produção do vinho brasileiro. “Nos últimos 17 anos as empresas melhoraram muito a qualidade de seus produtos e um dos fatores que proporcionou esta condição é a Avaliação Nacional de Vinhos, já que as vinícolas elaboram vinhos que possam ser destaque no meio”.
Para encanto do público, cada uma das 16 amostras foi comentada por um dos degustadores convidados. O painel de comentaristas foi formado por especialistas da Alemanha, Argentina, Austrália, Bolívia, Brasil, Chile, França e Inglaterra. Com este caráter educativo, o evento permite aos participantes comparar suas considerações a respeito de cada vinho, além de ampliar seus conhecimentos em torno da arte de degustar. O 16º degustador foi sorteado entre o público participante em Bento Gonçalves.
As 308 amostras de 70 vinícolas brasileiras foram avaliadas às cegas por 81 enólogos convidados pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), entidade promotora do evento com a coordenação técnica da Embrapa Uva e Vinho.
Em 17 edições, quase 10 mil apreciadores de vinho já participaram do evento. No período, 3.493 amostras foram avaliadas. Muito mais do que distinguir os vinhos mais representativos de cada safra, a Avaliação Nacional de Vinhos tem o papel de mostrar tendências, apontar aspectos a serem melhorados tanto no cultivo das uvas como no processo de elaboração dos vinhos, além de oportunizar o aprendizado e a confraternização.
Os vinhos representativos da Safra 2009 foram apresentados durante a 17ª Avaliação Nacional de Vinhos em evento que reuniu mais de 750 apreciadores da bebida no Parque de Eventos de Bento Gonçalves. Considerado o momento maior do vinho brasileiro, o encontro foi marcado pela divulgação dos 93 vinhos representativos da Safra 2009, pela entrega do Troféu Vitis nas categorias Enológico e Amigo do Vinho Brasileiro ao engenheiro agrônomo Edual João Garbin e ao jornalista Jorge Carrara, respectivamente, além do lançamento da Taça do Espumante Brasileiro.
Das 70 vinícolas que inscreveram as 308 amostras, 35, ou seja, 50% do total, estão entre as que classificaram seus vinhos na relação dos 30% (93 vinhos), o que demonstra que a qualidade da produção nacional está bem distribuída. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Enologia, enólogo Carlos Abarzúa, no geral a qualidade dos vinhos avaliados foi boa, mas o grande destaque esteve para as variedades brancas. “O clima favoreceu o cultivo das uvas brancas, que se sobressaíram frente as tintas, que sofreram com o excesso de chuva”, explica. Outro aspecto a ser considerado é a grande diversidade de vinhos classificados entre os 30% representativos da safra que contemplaram 10 variedades tintas (Ancellotta, Tannat, Pinot Noir, Merlot, Cabernet Sauvignon, Marselan, Cabernet Franc, Malbec, Tempranillo e Teroldego), nove brancas (Chardonnay, Riesling Itálico, Riesling Renano, Moscato, Sauvignon Blanc, Trebiano, Viognier, Pinot Grigio, Prosecco) e uma rosé (Moscato Hamburgo).
Abarzúa comemora a realização de mais uma edição com aumento de vinícolas participantes, além da consolidação junto ao público, que mais uma vez esgotou, antecipadamente, as 750 vagas oferecidas. Ele comenta que a Avaliação Nacional de Vinhos tornou-se um evento social. “Todos os anos, a Avaliação reúne lideranças, empresários e profissionais do setor numa grande confraternização”. Ele destaca, também, a importância da adesão das empresas que, ao enviar suas amostras de vinho para serem comparadas com as de outras vinícolas, garantem o sucesso e a evolução não só do evento como também da própria produção do vinho brasileiro. “Nos últimos 17 anos as empresas melhoraram muito a qualidade de seus produtos e um dos fatores que proporcionou esta condição é a Avaliação Nacional de Vinhos, já que as vinícolas elaboram vinhos que possam ser destaque no meio”.
Para encanto do público, cada uma das 16 amostras foi comentada por um dos degustadores convidados. O painel de comentaristas foi formado por especialistas da Alemanha, Argentina, Austrália, Bolívia, Brasil, Chile, França e Inglaterra. Com este caráter educativo, o evento permite aos participantes comparar suas considerações a respeito de cada vinho, além de ampliar seus conhecimentos em torno da arte de degustar. O 16º degustador foi sorteado entre o público participante em Bento Gonçalves.
As 308 amostras de 70 vinícolas brasileiras foram avaliadas às cegas por 81 enólogos convidados pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), entidade promotora do evento com a coordenação técnica da Embrapa Uva e Vinho.
Em 17 edições, quase 10 mil apreciadores de vinho já participaram do evento. No período, 3.493 amostras foram avaliadas. Muito mais do que distinguir os vinhos mais representativos de cada safra, a Avaliação Nacional de Vinhos tem o papel de mostrar tendências, apontar aspectos a serem melhorados tanto no cultivo das uvas como no processo de elaboração dos vinhos, além de oportunizar o aprendizado e a confraternização.
Os 30% mais representativos
Primeiro a Empresa, depois a Variedade e, finalmente, a Categoria na qual o vinho foi inscrito. A grande dúvida que fica, sempre, depois das Avaliações, é se estes vinhos serão engarrafados assim como foram apresentados para os julgadores!
Casa Valduga Vinhos Finos
Prosecco ,Vinho Base para Espumante
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Merlot, Tinto Fino Seco
Catafesta Indústria de Vinhos
Ancellotta*, Tinto Fino Seco
Cave Marson Vinhos e Espumantes
Chardonnay, Vinho Base para Espumante
Cia Piagentini de Bebidas e Alimentos
Merlot, Tinto Fino Seco
Cooperativa Vinícola Aurora
Ancellotta, Tinto Fino Seco
Cabernet Franc ,Tinto Fino Seco
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Tannat*, Tinto Fino Seco
Tannat, Tinto Fino Seco
Teroldego, Tinto Fino Seco
Cooperativa Viti Vinícola Aliança
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Chardonnay*, Branco Fino Seco Não Aromático
Tannat, Tinto Fino Seco
Tannat, Tinto Fino Seco
Cooperativa Vitivinícola de Uruguaiana
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco Jovem
Domno do Brasil
Chardonnay/Pinot Noir, Vinho Base para Espumante
Estabelecimento Vinícola Valmarino
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco Jovem
Fortaleza do Seival
Pinot Grigio, Branco Fino Seco Não Aromático
Pinot Noir*, Tinto Fino Seco Jovem
Sauvignon Blanc, Branco Fino Seco Aromático
Sauvignon Blanc, Branco Fino Seco Aromático
Tempranillo, Tinto Fino Seco
Viognier, Branco Fino Seco Não Aromático
Villaggio Grando
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Guatambú Vinhos Finos
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Irmãos Molon
Merlot, Tinto Fino Seco
Lovara Vinhos Finos
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Merlot*, Tinto Fino Seco
Luiz Argenta Vinhos Finos
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Merlot,Tinto Fino Seco
Moët Hennessy do Brasil
Pinot Noir/Riesling Itálico/Chardonnay, Vinho Base espumante
Pinot Noir/Riesling Itálico/Chardonnay, Vinho Base Espumante
Pernod Ricard Brasil
Cabernet Franc, Tinto Fino Seco
Moscato Hamburgo, Rosé Seco
Riesling Itálico*, Branco Fino Seco Não Aromático
Tannat, Tinto Fino Seco
Pizzato Vinhas & Vinhos
Chardonnay/Pinot Noir, Vinho Base Espumante
Quinta da Neve Vinhos Finos
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Rasip Agropastoril
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Merlot*, Tinto Fino Seco
Sociedade de Bebidas Mioranza
Ancellotta, Tinto Fino Seco
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Vinícola Campestre Riesling
Renano*, Branco Fino Seco Não Aromático
Vinícola Cave de Amadeu
Chardonnay, Vinho Base para Espumante
Chardonnay/Pinot Noir*, Vinho Base para Espumante
Chardonnay, Vinho Base para Espumante
Chardonnay, Vinho Base para Espumante
Vinícola Don Guerino
Ancellotta*, Tinto Fino Seco
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Malbec/Cabernet Sauvignon, Rosé Seco
Vinícola Góes & Venturini
Chardonnay*, Branco Fino Seco Não Aromático
Vinícola Irmãos Basso
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Pinot Noir, Tinto Fino Seco Jovem
Vinícola Miolo
Chardonnay/Pinot Noir*, Vinho Base para Espumante
Merlot/Cabernet Sauvignon, Rosé Seco
Cabernet Sauvignon,Tinto Fino Seco
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Merlot, Tinto Fino Seco
Vinícola Monte Lemos
Tannat, Tinto Fino Seco
Vinícola Pericó
Merlot /Cabernet Sauvignon*, Rosé Seco
Vinícola Perini
Chardonnay/Trebbiano/Pinot Noir, Vinho Base para Espumante
Chardonnay/Trebbiano/Pinot Noir, Vinho Base Espumante
Chardonnay/Trebbiano/Pinot Noir, Vinho Base Espumante
Ancellotta, Tinto Fino Seco
Cabernet Franc, Tinto Fino Seco Jovem
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Marselan, Tinto Fino Seco
Marselan, Tinto Fino Seco
Merlot, Tinto Fino Seco
Merlot, Rosé Seco
Moscato R2*, Branco Fino Seco Aromático
Riesling Itálico, Branco Fino Seco Não Aromático
Tannat, Tinto Fino Seco
Tannat, Tinto Fino Seco
Vinícola Salton
Chardonnay, Vinho Base para Espumante
Chardonnay, Vinho Base para Espumante
Chardonnay/Pinot Noir, Vinho Base Espumante
Cabernet Franc, Tinto Fino Seco
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Marselan, Tinto Fino Seco
Sauvignon Blanc*, Branco Fino Seco Aromático
Vinícola San Michele
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Vinícola Santo Emílio
Cabernet Sauvignon*, Tinto Fino Seco
Vinícola Suzin
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Vinícola Tonini
Moscato Branco, Fino Seco Aromático
.....................
* Os 16 vinhos apresentados no evento do dia 26/09/2009.
Casa Valduga Vinhos Finos
Prosecco ,Vinho Base para Espumante
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Merlot, Tinto Fino Seco
Catafesta Indústria de Vinhos
Ancellotta*, Tinto Fino Seco
Cave Marson Vinhos e Espumantes
Chardonnay, Vinho Base para Espumante
Cia Piagentini de Bebidas e Alimentos
Merlot, Tinto Fino Seco
Cooperativa Vinícola Aurora
Ancellotta, Tinto Fino Seco
Cabernet Franc ,Tinto Fino Seco
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Tannat*, Tinto Fino Seco
Tannat, Tinto Fino Seco
Teroldego, Tinto Fino Seco
Cooperativa Viti Vinícola Aliança
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Chardonnay*, Branco Fino Seco Não Aromático
Tannat, Tinto Fino Seco
Tannat, Tinto Fino Seco
Cooperativa Vitivinícola de Uruguaiana
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco Jovem
Domno do Brasil
Chardonnay/Pinot Noir, Vinho Base para Espumante
Estabelecimento Vinícola Valmarino
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco Jovem
Fortaleza do Seival
Pinot Grigio, Branco Fino Seco Não Aromático
Pinot Noir*, Tinto Fino Seco Jovem
Sauvignon Blanc, Branco Fino Seco Aromático
Sauvignon Blanc, Branco Fino Seco Aromático
Tempranillo, Tinto Fino Seco
Viognier, Branco Fino Seco Não Aromático
Villaggio Grando
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Guatambú Vinhos Finos
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Irmãos Molon
Merlot, Tinto Fino Seco
Lovara Vinhos Finos
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Merlot*, Tinto Fino Seco
Luiz Argenta Vinhos Finos
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Merlot,Tinto Fino Seco
Moët Hennessy do Brasil
Pinot Noir/Riesling Itálico/Chardonnay, Vinho Base espumante
Pinot Noir/Riesling Itálico/Chardonnay, Vinho Base Espumante
Pernod Ricard Brasil
Cabernet Franc, Tinto Fino Seco
Moscato Hamburgo, Rosé Seco
Riesling Itálico*, Branco Fino Seco Não Aromático
Tannat, Tinto Fino Seco
Pizzato Vinhas & Vinhos
Chardonnay/Pinot Noir, Vinho Base Espumante
Quinta da Neve Vinhos Finos
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Rasip Agropastoril
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Merlot*, Tinto Fino Seco
Sociedade de Bebidas Mioranza
Ancellotta, Tinto Fino Seco
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Vinícola Campestre Riesling
Renano*, Branco Fino Seco Não Aromático
Vinícola Cave de Amadeu
Chardonnay, Vinho Base para Espumante
Chardonnay/Pinot Noir*, Vinho Base para Espumante
Chardonnay, Vinho Base para Espumante
Chardonnay, Vinho Base para Espumante
Vinícola Don Guerino
Ancellotta*, Tinto Fino Seco
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Malbec/Cabernet Sauvignon, Rosé Seco
Vinícola Góes & Venturini
Chardonnay*, Branco Fino Seco Não Aromático
Vinícola Irmãos Basso
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Pinot Noir, Tinto Fino Seco Jovem
Vinícola Miolo
Chardonnay/Pinot Noir*, Vinho Base para Espumante
Merlot/Cabernet Sauvignon, Rosé Seco
Cabernet Sauvignon,Tinto Fino Seco
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Merlot, Tinto Fino Seco
Vinícola Monte Lemos
Tannat, Tinto Fino Seco
Vinícola Pericó
Merlot /Cabernet Sauvignon*, Rosé Seco
Vinícola Perini
Chardonnay/Trebbiano/Pinot Noir, Vinho Base para Espumante
Chardonnay/Trebbiano/Pinot Noir, Vinho Base Espumante
Chardonnay/Trebbiano/Pinot Noir, Vinho Base Espumante
Ancellotta, Tinto Fino Seco
Cabernet Franc, Tinto Fino Seco Jovem
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Marselan, Tinto Fino Seco
Marselan, Tinto Fino Seco
Merlot, Tinto Fino Seco
Merlot, Rosé Seco
Moscato R2*, Branco Fino Seco Aromático
Riesling Itálico, Branco Fino Seco Não Aromático
Tannat, Tinto Fino Seco
Tannat, Tinto Fino Seco
Vinícola Salton
Chardonnay, Vinho Base para Espumante
Chardonnay, Vinho Base para Espumante
Chardonnay/Pinot Noir, Vinho Base Espumante
Cabernet Franc, Tinto Fino Seco
Chardonnay, Branco Fino Seco Não Aromático
Marselan, Tinto Fino Seco
Sauvignon Blanc*, Branco Fino Seco Aromático
Vinícola San Michele
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Vinícola Santo Emílio
Cabernet Sauvignon*, Tinto Fino Seco
Vinícola Suzin
Cabernet Sauvignon, Tinto Fino Seco
Vinícola Tonini
Moscato Branco, Fino Seco Aromático
.....................
* Os 16 vinhos apresentados no evento do dia 26/09/2009.
Taça do Espumante Brasileiro e homenagens
Aproveitando a realização da 17ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2009, a Associação Brasileira de Enologia (ABE), a Embrapa Uva e Vinho e a Cristallerie Strauss lançaram em forma de parceria a Taça do Espumante Brasileiro. A novidade foi apresentada para os mais de 750 apreciadores de vinho durante o evento.
Em um projeto motivado pela necessidade de valorizar o produto, validado por um processo criterioso de desenvolvimento e execução minuciosa de testes, alcançou-se uma peça original, bela e capaz de potencializar as sensações de prazer e alegria que o espumante brasileiro proporciona. Para chegar ao modelo ideal, a Taça do Espumante Brasileiro passou por uma seleção feita por enólogos, experts, pesquisadores, entidades, vinícolas e consumidores. O grupo avaliou 26 modelos de taças, analisando originalidade, estética e funcionalidade. Sua estréia se deu durante a Avaliação, quando foi entregue a cada um dos participantes do evento.
Confeccionada artesanalmente em fino cristal, a Taça do Espumante Brasileiro apresenta linhas finas e elegantes, um bojo sinuoso que valoriza a formação do perlage, uma boca estreitada que concentra a liberação de aroma e um encaminhamento da nobre bebida às mucosas.
Durante o evento, a ABE também homenageou com o Troféu Vitis Enológico e o Troféu Vitis Amigo do Vinho Brasileiro duas pessoas que se destacaram na divulgação e promoção do vinho brasileiro. Idealizado pela entidade, o Troféu faz uma distinção a homens e mulheres que em sua trajetória tenham colaborado para o fortalecimento e valorização dos vinhos do Brasil. O engenheiro Agrônomo Edual João Garbin foi homenageado com o Troféu Vitis Enológico e o jornalista da Folha de SP, Jorge Carrara com o Troféu Vitis Amigo do Vinho Brasileiro.
Em um projeto motivado pela necessidade de valorizar o produto, validado por um processo criterioso de desenvolvimento e execução minuciosa de testes, alcançou-se uma peça original, bela e capaz de potencializar as sensações de prazer e alegria que o espumante brasileiro proporciona. Para chegar ao modelo ideal, a Taça do Espumante Brasileiro passou por uma seleção feita por enólogos, experts, pesquisadores, entidades, vinícolas e consumidores. O grupo avaliou 26 modelos de taças, analisando originalidade, estética e funcionalidade. Sua estréia se deu durante a Avaliação, quando foi entregue a cada um dos participantes do evento.
Confeccionada artesanalmente em fino cristal, a Taça do Espumante Brasileiro apresenta linhas finas e elegantes, um bojo sinuoso que valoriza a formação do perlage, uma boca estreitada que concentra a liberação de aroma e um encaminhamento da nobre bebida às mucosas.
Durante o evento, a ABE também homenageou com o Troféu Vitis Enológico e o Troféu Vitis Amigo do Vinho Brasileiro duas pessoas que se destacaram na divulgação e promoção do vinho brasileiro. Idealizado pela entidade, o Troféu faz uma distinção a homens e mulheres que em sua trajetória tenham colaborado para o fortalecimento e valorização dos vinhos do Brasil. O engenheiro Agrônomo Edual João Garbin foi homenageado com o Troféu Vitis Enológico e o jornalista da Folha de SP, Jorge Carrara com o Troféu Vitis Amigo do Vinho Brasileiro.
Descrição Sensorial dos 16 vinhos selecionados
(Foram coletadas as palavras mais frequentes a partir da descrição feita por 54 enólogos, durante a degustação de confirmação)
Categoria: Vinho Base para Espumante
1. VINHO BASE ESPUMANTE (Chardonnay/Pinot Noir): coloração pouco intensa, límpido e brilhante. Tonalidade amarelo-palha, com reflexos verdes. No nariz tem uma intensidade leve, com notas de frutas cítricas, flores brancas (laranjeira), maçã verde, frutas brancas e levedura. O aroma é fino e nítido. No gustativo, tem corpo mediano, de boa acidez; é equilibrado e agradável. Tem uma média persistência.
Vinícola Miolo
2. VINHO BASE ESPUMANTE (Chardonnay/Pinot Noir): média intensidade de cor, límpido e brilhante. Tonalidade amarelo-palha, com tons verdes. Aroma de média intensidade, com notas de abacaxi, baunilha, frutas cítricas, flores brancas e maçã verde. O olfato é elegante e fino. No paladar apresenta uma sensação de frescor. Corpo médio, de boa acidez; é delicado e equilibrado. Tem uma média persistência.
Vinícola Cave de Amadeu
Categoria: Branco Fino Seco Não Aromático
3. RIESLING ITÁLICO: coloração de média intensidade, límpido e brilhante. Tonalidade amarelo-palha, ligeiramente esverdeado. O aroma é discreto, predominando as notas de abacaxi, frutas cítricas, flores brancas, maçã, melão, pêra e pêssego. Paladar de bom volume, relativamente alcoólico, de acidez marcante. Tem ataque moderado, limpo e franco. O sabor é equilibrado, de bom frescor e boa persistência.
Pernod Ricard Brasil
4. RIESLING RENANO: média intensidade de cor, amarelo claro com tons esverdeados, límpido e brilhante. O aroma é intenso, com notas predominantes de abacaxi, cidreira, frutas tropicais, jasmim e lima. Tem um aroma “doce”. O paladar é de corpo mediano, de acidez equilibrada e ataque com certa doçura. É franco e harmônico. Deixa uma sensação de redondo, com persistência média.
Vinícola Campestre
5. CHARDONNAY: coloração de pouca intensidade, límpido e brilhante. Tonalidade amarelo-claro, com tons esverdeados. O olfato é intenso, predominando as notas de abacaxi, floral, goiaba, maçã madura, maracujá, melão e pêssego. O sabor é relativamente intenso, de acidez equilibrada, com bom volume e corpo médio. Tem um sabor refrescante e persistente.
Vinícola Góes & Venturini
6. CHARDONNAY: coloração intensa, de tom amarelo palha, límpido e brilhante. Aroma de média intensidade, predominando as notas de abacaxi, baunilha, carvalho, frutas cítricas, coco, fruta madura, manteiga, mel e tostado. No paladar tem bom corpo e volume. Tem um toque adocicado, com acidez relativamente baixa. É alcoólico, com sutil amargor no final da boca. O paladar é equilibrado, untuoso, redondo e persistente.
Cooperativa Viti Vinícola Aliança
Categoria: Branco Fino Seco Aromático
7. SAUVIGNON BLANC: coloração de média intensidade, límpido e brilhante. Tonalidade amarelo-palha. Olfato de intensidade média/baixa, com notas de abacaxi, maracujá, sutil arruda, jasmim, goiaba e melão. O paladar tem um leve toque adocicado; é fresco, harmônico e de média persistência.
Vinícola Salton
8. MOSCATO R2: coloração média, límpido e brilhante. Tonalidade amarelo-claro, com tons esverdeados. No olfato é intenso, com notas de ervas de quintal, batata doce, camomila, mamão papaia e frutas tropicais. Paladar de corpo médio, relativamente leve. Possui um ataque adocicado e boa acidez. Tem um sabor equilibrado, harmônico e refrescante. Apresenta uma boa persistência de sabor.
Vinícola Perini
Categoria: Rosé Seco
9. ROSÉ (Merlot/Cabernet Sauvignon): coloração atrativa, vermelho cereja claro. No olfato tem uma média intensidade, destacando-se as notas de amoras, cereja, frutas vermelhas, goiaba, sutil vegetal-herbáceo e pimentão. Paladar equilibrado, de bom corpo e volume. A acidez é média, refrescante e agradável. O sabor tem média persistência.
Vinícola Pericó
Categoria: Tinto Fino Seco Jovem
10. PINOT NOIR: coloração de média intensidade, tonalidade vermelho-rubi, vivo. Nariz de média intensidade, predominando as notas de ameixa preta, amoras, framboesa, cereja, morango e sutil vegetal/herbáceo. Paladar de corpo médio, ataque agradável, com taninos elegantes e macios. Tem um sabor equilibrado, com sutil adstringência. Tem uma acidez de média intensidade e uma boa persistência.
Fortaleza do Seival Vineyards Vitivinicultura
Categoria: Tinto Fino Seco
11. MERLOT: coloração de intensidade média/alta, predominantemente vermelho-rubi. Olfato de média intensidade, com notas de ameixa preta seca, amêndoa, frutas passas, framboesa, compota, geleia, sutil vegetal e leve tostado (madeira). Paladar com taninos macios, maduros; acidez média e médio corpo. Tem um toque alcoólico e sutil adstringência. Apresenta média/alta persistência.
Lovara Vinhos Finos
12. MERLOT: coloração de alta intensidade, vermelho-violáceo. No nariz é intenso, com notas de frutas vermelhas, feno, ameixa seca, uva passa e capuccino. No paladar tem um toque adocicado, é encorpado (estruturado), com taninos potentes. Relativamente alcoólico, de boa acidez; equilibrado e persistente.
Rasip Agropastoril
13. CABERNET SAUVIGNON: coloração intensa, vermelho-violáceo. No nariz é intenso, com notas de café, ameixa seca, baunilha, chocolate, coco queimado, especiarias, frutas maduras, caramelo e tostado. Paladar potente; é estruturado, com taninos redondos. Tem um sabor equilibrado e de longa persistência.
Vinícola Santo Emílio
14. TANNAT: coloração de média intensidade, vermelho-rubi. Aroma de média intensidade, com notas de amora, cereja, framboesa, licor de cassis, especiarias doces e sutil pimentão. No paladar misturam-se as notas de madeira, frutas maduras e vegetal. Tem um bom ataque, estrutura média e boa acidez. Os taninos são maduros, de boa qualidade. O sabor é bastante equilibrado e com elevada persistência.
Cooperativa Vinícola Aurora
15. ANCELLOTTA: coloração de alta intensidade; tonalidade vermelho-violáceo. Aroma de média/alta intensidade, com notas de ameixa seca, cassis, chocolate, cravo-da-índia, frutas vermelhas, marmelada, pimenta preta e tabaco. Paladar potente, de bom corpo e estrutura. Acidez de média/alta intensidade. Taninos presentes, marcantes. É relativamente alcoólico; macio, equilibrado e de elevada persistência.
Vinícola Don Guerino
16. ANCELLOTTA: coloração intensa, vermelho-púrpura. No nariz apresenta média intensidade, com notas de compota, especiarias, framboesa, café, baunilha, pimenta branca e sutil vegetal. Tem um sabor com ataque doce, de bom corpo e volume. A acidez é marcante. É agradável, com taninos macios, aveludados, maduros. Possui bom equilíbrio e uma persistência média/alta.
Catafesta Indústria de Vinhos
Elaboração: Mauro Celso Zanus, Magda Beatris Gatto Salvador, Mateus Chies
Categoria: Vinho Base para Espumante
1. VINHO BASE ESPUMANTE (Chardonnay/Pinot Noir): coloração pouco intensa, límpido e brilhante. Tonalidade amarelo-palha, com reflexos verdes. No nariz tem uma intensidade leve, com notas de frutas cítricas, flores brancas (laranjeira), maçã verde, frutas brancas e levedura. O aroma é fino e nítido. No gustativo, tem corpo mediano, de boa acidez; é equilibrado e agradável. Tem uma média persistência.
Vinícola Miolo
2. VINHO BASE ESPUMANTE (Chardonnay/Pinot Noir): média intensidade de cor, límpido e brilhante. Tonalidade amarelo-palha, com tons verdes. Aroma de média intensidade, com notas de abacaxi, baunilha, frutas cítricas, flores brancas e maçã verde. O olfato é elegante e fino. No paladar apresenta uma sensação de frescor. Corpo médio, de boa acidez; é delicado e equilibrado. Tem uma média persistência.
Vinícola Cave de Amadeu
Categoria: Branco Fino Seco Não Aromático
3. RIESLING ITÁLICO: coloração de média intensidade, límpido e brilhante. Tonalidade amarelo-palha, ligeiramente esverdeado. O aroma é discreto, predominando as notas de abacaxi, frutas cítricas, flores brancas, maçã, melão, pêra e pêssego. Paladar de bom volume, relativamente alcoólico, de acidez marcante. Tem ataque moderado, limpo e franco. O sabor é equilibrado, de bom frescor e boa persistência.
Pernod Ricard Brasil
4. RIESLING RENANO: média intensidade de cor, amarelo claro com tons esverdeados, límpido e brilhante. O aroma é intenso, com notas predominantes de abacaxi, cidreira, frutas tropicais, jasmim e lima. Tem um aroma “doce”. O paladar é de corpo mediano, de acidez equilibrada e ataque com certa doçura. É franco e harmônico. Deixa uma sensação de redondo, com persistência média.
Vinícola Campestre
5. CHARDONNAY: coloração de pouca intensidade, límpido e brilhante. Tonalidade amarelo-claro, com tons esverdeados. O olfato é intenso, predominando as notas de abacaxi, floral, goiaba, maçã madura, maracujá, melão e pêssego. O sabor é relativamente intenso, de acidez equilibrada, com bom volume e corpo médio. Tem um sabor refrescante e persistente.
Vinícola Góes & Venturini
6. CHARDONNAY: coloração intensa, de tom amarelo palha, límpido e brilhante. Aroma de média intensidade, predominando as notas de abacaxi, baunilha, carvalho, frutas cítricas, coco, fruta madura, manteiga, mel e tostado. No paladar tem bom corpo e volume. Tem um toque adocicado, com acidez relativamente baixa. É alcoólico, com sutil amargor no final da boca. O paladar é equilibrado, untuoso, redondo e persistente.
Cooperativa Viti Vinícola Aliança
Categoria: Branco Fino Seco Aromático
7. SAUVIGNON BLANC: coloração de média intensidade, límpido e brilhante. Tonalidade amarelo-palha. Olfato de intensidade média/baixa, com notas de abacaxi, maracujá, sutil arruda, jasmim, goiaba e melão. O paladar tem um leve toque adocicado; é fresco, harmônico e de média persistência.
Vinícola Salton
8. MOSCATO R2: coloração média, límpido e brilhante. Tonalidade amarelo-claro, com tons esverdeados. No olfato é intenso, com notas de ervas de quintal, batata doce, camomila, mamão papaia e frutas tropicais. Paladar de corpo médio, relativamente leve. Possui um ataque adocicado e boa acidez. Tem um sabor equilibrado, harmônico e refrescante. Apresenta uma boa persistência de sabor.
Vinícola Perini
Categoria: Rosé Seco
9. ROSÉ (Merlot/Cabernet Sauvignon): coloração atrativa, vermelho cereja claro. No olfato tem uma média intensidade, destacando-se as notas de amoras, cereja, frutas vermelhas, goiaba, sutil vegetal-herbáceo e pimentão. Paladar equilibrado, de bom corpo e volume. A acidez é média, refrescante e agradável. O sabor tem média persistência.
Vinícola Pericó
Categoria: Tinto Fino Seco Jovem
10. PINOT NOIR: coloração de média intensidade, tonalidade vermelho-rubi, vivo. Nariz de média intensidade, predominando as notas de ameixa preta, amoras, framboesa, cereja, morango e sutil vegetal/herbáceo. Paladar de corpo médio, ataque agradável, com taninos elegantes e macios. Tem um sabor equilibrado, com sutil adstringência. Tem uma acidez de média intensidade e uma boa persistência.
Fortaleza do Seival Vineyards Vitivinicultura
Categoria: Tinto Fino Seco
11. MERLOT: coloração de intensidade média/alta, predominantemente vermelho-rubi. Olfato de média intensidade, com notas de ameixa preta seca, amêndoa, frutas passas, framboesa, compota, geleia, sutil vegetal e leve tostado (madeira). Paladar com taninos macios, maduros; acidez média e médio corpo. Tem um toque alcoólico e sutil adstringência. Apresenta média/alta persistência.
Lovara Vinhos Finos
12. MERLOT: coloração de alta intensidade, vermelho-violáceo. No nariz é intenso, com notas de frutas vermelhas, feno, ameixa seca, uva passa e capuccino. No paladar tem um toque adocicado, é encorpado (estruturado), com taninos potentes. Relativamente alcoólico, de boa acidez; equilibrado e persistente.
Rasip Agropastoril
13. CABERNET SAUVIGNON: coloração intensa, vermelho-violáceo. No nariz é intenso, com notas de café, ameixa seca, baunilha, chocolate, coco queimado, especiarias, frutas maduras, caramelo e tostado. Paladar potente; é estruturado, com taninos redondos. Tem um sabor equilibrado e de longa persistência.
Vinícola Santo Emílio
14. TANNAT: coloração de média intensidade, vermelho-rubi. Aroma de média intensidade, com notas de amora, cereja, framboesa, licor de cassis, especiarias doces e sutil pimentão. No paladar misturam-se as notas de madeira, frutas maduras e vegetal. Tem um bom ataque, estrutura média e boa acidez. Os taninos são maduros, de boa qualidade. O sabor é bastante equilibrado e com elevada persistência.
Cooperativa Vinícola Aurora
15. ANCELLOTTA: coloração de alta intensidade; tonalidade vermelho-violáceo. Aroma de média/alta intensidade, com notas de ameixa seca, cassis, chocolate, cravo-da-índia, frutas vermelhas, marmelada, pimenta preta e tabaco. Paladar potente, de bom corpo e estrutura. Acidez de média/alta intensidade. Taninos presentes, marcantes. É relativamente alcoólico; macio, equilibrado e de elevada persistência.
Vinícola Don Guerino
16. ANCELLOTTA: coloração intensa, vermelho-púrpura. No nariz apresenta média intensidade, com notas de compota, especiarias, framboesa, café, baunilha, pimenta branca e sutil vegetal. Tem um sabor com ataque doce, de bom corpo e volume. A acidez é marcante. É agradável, com taninos macios, aveludados, maduros. Possui bom equilíbrio e uma persistência média/alta.
Catafesta Indústria de Vinhos
Elaboração: Mauro Celso Zanus, Magda Beatris Gatto Salvador, Mateus Chies
Perfil das amostras
Participaram desta edição 70 empresas vinícolas dos estados do RS, SC, PR, BA, PE e SP. No total foram inscritas 308 amostras, nas categorias Branco Fino Seco Não Aromático ( I ) – 53 amostras; Branco Fino Seco Aromático ( II ) – 17 amostras; Rosé Seco ( III ) – 15 amostras; Tinto Fino Seco ( IV ) – 149 amostras; Tinto Fino Seco Jovem ( V ) – 17 amostras; Vinho Base para Espumante ( VI ) – 57 amostras.
O número de amostras por variedade foi o seguinte: Categoria I: Chardonnay - 37; Chenin Blanc – 1; Pinot Grigio – 1; Prosecco - 1; Riesling Itálico - 9; Riesling Renano – 1; Semillon – 1; Viognier - 2. Categoria II: Gewürztraminer - 3; Malvasia de Cândia - 1; Moscato Branco - 2; Moscato Giallo - 4; Moscato R2 – 1; Sauvignon Blanc - 6. Categoria IV: Ancellotta - 12; Aragonês – 1; Arinarnoa - 1; Cabernet Franc - 8; Cabernet Sauvignon - 56; Marselan - 5; Merlot - 30; Petit Verdot- 1; Pinot Noir – 1; Shiraz – 1; Tannat – 24; Tempranillo – 2; Teroldego – 3; Touriga Nacional – 4, e na Categoria V: Barbera – 1; Cabernet Franc- 1; Cabernet Sauvignon – 4; Merlot - 5; Pinot Noir – 5; Sangiovese – 1. Na Categoria III participaram vinhos varietais ou de corte das variedades Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec, Moscato de Hamburgo, Napa Gamay e Pinot Noir. Na Categoria VI participaram vinhos varietais ou de corte das variedades Chardonnay, Pinot Noir, Riesling Itálico, Prosecco, Chenin Blanc, Gouveio, Trebbiano, Negro Amaro, Gamay, Merlot, Sangiovese, Shiraz, Viognier.
O número de amostras por variedade foi o seguinte: Categoria I: Chardonnay - 37; Chenin Blanc – 1; Pinot Grigio – 1; Prosecco - 1; Riesling Itálico - 9; Riesling Renano – 1; Semillon – 1; Viognier - 2. Categoria II: Gewürztraminer - 3; Malvasia de Cândia - 1; Moscato Branco - 2; Moscato Giallo - 4; Moscato R2 – 1; Sauvignon Blanc - 6. Categoria IV: Ancellotta - 12; Aragonês – 1; Arinarnoa - 1; Cabernet Franc - 8; Cabernet Sauvignon - 56; Marselan - 5; Merlot - 30; Petit Verdot- 1; Pinot Noir – 1; Shiraz – 1; Tannat – 24; Tempranillo – 2; Teroldego – 3; Touriga Nacional – 4, e na Categoria V: Barbera – 1; Cabernet Franc- 1; Cabernet Sauvignon – 4; Merlot - 5; Pinot Noir – 5; Sangiovese – 1. Na Categoria III participaram vinhos varietais ou de corte das variedades Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec, Moscato de Hamburgo, Napa Gamay e Pinot Noir. Na Categoria VI participaram vinhos varietais ou de corte das variedades Chardonnay, Pinot Noir, Riesling Itálico, Prosecco, Chenin Blanc, Gouveio, Trebbiano, Negro Amaro, Gamay, Merlot, Sangiovese, Shiraz, Viognier.
Da avaliação de seleção
Os vinhos foram avaliados durante 3 semanas, em 15 sessões, entre os dias 17 de agosto a 4 de setembro de 2009, no Laboratório de Análise Sensorial da Embrapa Uva e Vinho, sempre às 9:30 h. Participaram da avaliação 80 enólogos, todos com experiência em degustação, divididos em 3 grupos (5 sessões/grupo), com cerca de 26 degustadores/cada sessão. As amostras foram degustadas às cegas, informando-se aos degustadores somente a categoria (grupo) do vinho – sem mencionar o nome da variedade. Diariamente eram degustadas, aproximadamente, 21 amostras. Foi empregada a ficha da O.I.V e União Internacional dos Enólogos, a qual atribui notas em uma escala de 0 a 100 pontos. Para a composição da nota final foram consideradas um total de 10 variáveis, associadas ao Aspecto (Limpidez, Tonalidade), Olfato (Intensidade, Nitidez, Qualidade), Paladar (Intensidade, Nitidez, Qualidade, Persistência) e Apreciação Global. Os vinhos foram servidos nas temperaturas de 10oC (brancos e base para espumantes), 14oC (rosés) e 17oC (tintos). A seleção dos 30% melhores vinhos, correspondente a cada categoria, foi feita de acordo com a mediana, seguindo-se, para desempate, a média aritmética. Importante salientar que as notas finais de cada vinho foram obtidas a partir do cálculo de 24 a 26 notas (conforme o grupo), o que atribui uma excelente robustez aos resultados.
Villaverde confirma rede tecnológica vitívinícola no RS
Durante a 17ª edição da Avaliação Nacional de Vinhos, em Bento Gonçalves, foi feito o anúncio oficial da criação da Rede de Ciência, Tecnologia e Inovação para a Vitivinicultura Nacional pelo ministro adjunto de Ciência e Tecnologia, Luiz Antônio Rodrigues Elias, confirmando a informação do deputado Adão Villaverde (PT) que participou de reunião no Ministério de Ciência e Tecnologia, em Brasília,acertando detalhes da criação da rede no âmbito do Sistema Brasileiro de Tecnologia (SIBRATEC), programa incluído no Plano de Ação 2007-2010 do MCT, como prioridade estratégica para a promoção da inovação tecnológica nas empresas.
Único parlamentar presente no encontro,Villaverde também destacou a densidade de produção do conhecimento e de tecnologias para a vitivinicultura nos estados proponentes (RS, SC e PE) e salientou os aspectos favoráveis dos setores empresariais gaúcho, catarinense e pernambucano. Ressaltou o papel da Embrapa, das universidades e do empresariado e acentuou a importância da estruturação da Rede Tecnológica em âmbito nacional para estimular um salto de qualidade na produção em todo o país.
Villaverde participa, como avaliador convidado, desde a primeira edição da Avaliação Nacional, criada em 1993 pela Associação Brasileira de Enologia (ABE) e que é o maior evento do setor do Brasil hoje.Reunindo todos os segmentos da cadeia produtiva, dos produtores aos empresários, o evento tem acompanhamento de visitantes, especialistas e jornalistas estrangeiros. "A avaliação nacional de vinhos reafirma a importância da vitivinicultura gaúcha no cenário nacional e no contexto internacional onde, cada vez mais, os produtos gaúchos se destacam com o reconhecimento oficial à qualidade superior que hoje alcançam", diz o deputado. "O evento realça,do mesmo modo marcante, a tradição e o vigor da economia regional e estadual, sustentadas no trabalho do produtor rural, de sua família e cooperativas; no empreendedorismo do empresário e na criatividade das instituições vinculadas direta e indiretamente às atividades do setor".
Único parlamentar presente no encontro,Villaverde também destacou a densidade de produção do conhecimento e de tecnologias para a vitivinicultura nos estados proponentes (RS, SC e PE) e salientou os aspectos favoráveis dos setores empresariais gaúcho, catarinense e pernambucano. Ressaltou o papel da Embrapa, das universidades e do empresariado e acentuou a importância da estruturação da Rede Tecnológica em âmbito nacional para estimular um salto de qualidade na produção em todo o país.
Villaverde participa, como avaliador convidado, desde a primeira edição da Avaliação Nacional, criada em 1993 pela Associação Brasileira de Enologia (ABE) e que é o maior evento do setor do Brasil hoje.Reunindo todos os segmentos da cadeia produtiva, dos produtores aos empresários, o evento tem acompanhamento de visitantes, especialistas e jornalistas estrangeiros. "A avaliação nacional de vinhos reafirma a importância da vitivinicultura gaúcha no cenário nacional e no contexto internacional onde, cada vez mais, os produtos gaúchos se destacam com o reconhecimento oficial à qualidade superior que hoje alcançam", diz o deputado. "O evento realça,do mesmo modo marcante, a tradição e o vigor da economia regional e estadual, sustentadas no trabalho do produtor rural, de sua família e cooperativas; no empreendedorismo do empresário e na criatividade das instituições vinculadas direta e indiretamente às atividades do setor".
Presença boliviana
Além de um degustador convidado, o enólogo Gerardo Aguirre Ulloa, a Bolívia teve uma grande representação na Avaliação Nacional de Vinhos, formada por enólogos, jornalistas e produtores de vinhos que vieram conhecer a serra gaúcha visando a criação de um intercâmbio de experiências e até promoção conjunta do vinho latino-americano. Foi uma surpresa para mim saber que a Bolívia produzia vinhos.
Conversei bastante com Luis Antelo Bruno, responsável pelo Desenvolvimento de Mercados do Programa de Fortalecimento do Complexo de Uvas, Vinhos e Singanis (uma bebida regional), da Fundação Autapo, que desenvolve projetos de educação para o desenvolvimento, e ele demonstrou grande interesse por aumentar o intercâmbio entre Brasil e Bolívia. Quem quiser entrar em contato com o Antelo, pode usar o e-mail luis.antelo@fundacionautapo.org ou antelobruno@gmail.com
Os sites são WWW.fundacionautapo.or e WWW.cadenauvavinossingani.bo
Conversei bastante com Luis Antelo Bruno, responsável pelo Desenvolvimento de Mercados do Programa de Fortalecimento do Complexo de Uvas, Vinhos e Singanis (uma bebida regional), da Fundação Autapo, que desenvolve projetos de educação para o desenvolvimento, e ele demonstrou grande interesse por aumentar o intercâmbio entre Brasil e Bolívia. Quem quiser entrar em contato com o Antelo, pode usar o e-mail luis.antelo@fundacionautapo.org ou antelobruno@gmail.com
Os sites são WWW.fundacionautapo.or e WWW.cadenauvavinossingani.bo
Holandeses ficaram impressionados
Os quatro jornalistas holandeses que durante três dias (14, 15 e 16) visitaram seis vinícolas na serra gaúcha ficaram impressionados com a qualidade do vinho elaborado e com a infra-estrutura moderna instalada no Brasil. “Experimentamos uma qualidade muito grande de vinhos. Todos nos surpreendemos com o estágio avançado da vitivinicultura brasileira”, observou Ivens Signorini Filho, criador e editor do Brazil Insight, o website de turismo da Embaixada do Brasil em Haia (Holanda), com 40 mil acessos/mês (25% da Holanda). Ele ficou surpreso com a intensa participação das mulheres como gestoras das vinícolas brasileiras. “A liderança das mulheres aqui é invejável e pode ser sentida no sucesso das ações realizadas”, salientou.
As visitas técnicas foram organizadas pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), por meio do projeto Wines From Brazil, com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Embaixada do Brasil em Haia (Holanda), governo do Estado do RS e TAM Linhas Aéreas. O roteiro contemplou seis empresas exportadoras do projeto Wines From Brazil, como Aurora, Casa Valduga, Courmayeur, Lidio Carraro, Miolo e Salton. “Tivemos uma verdade seleção de vinhos de ótima qualidade em todas as nossas passagens pelas vinícolas”, ressaltou o jornalista brasileiro radicado na Holanda. “Foi show de bola do início ao fim, como dizem os brasileiros”, acrescentou Ivens.
Ivens também ressaltou o complexo de enoturismo da Casa Valduga, unindo pousada, restaurante, cantina, como um dos lugares que mais chamou a atenção da delegação holandesa. “A diversificação dos negócios e complementação das iniciativas é algo bastante produtivo economicamente”. “Temos que renovar estas ações a cada dois anos pelo menos. Os artigos na imprensa dão um grande suporte aos importadores junto aos consumidores”.
Hans Veltweijer, que escreve para o jornal Metro, editado em 19 países, com distribuição gratuita em estações de trens, rodoviárias, shopping centers, disse que os vinhos degustados nos dois dias apresentaram “alta qualidade”. “Foi muito agradável”, comentou.
A jornalista Thea Detiger, do Telegraaf, o jornal de maior tiragem da Holanda, reconheceu que teve uma “uma grande e agradável surpresa” com os vinhos brasileiros. Frans Glissenar, do jornal Het Parool, destacou a recepção dos viticultores. “Fomos muito bem recebidos, em uma região acolhedora, com estilo típico de famílias italianas”, disse.
O representante da TAM na Holanda, o gaúcho Carlos Van Rossum, destacou a parceria com o Ibravin, a Embaixada do Brasil na Holanda e a Apex-Brasil. “Geralmente, os estrangeiros conhecem e se interessam pelo Brasil acima de São Paulo. Trazer jornalistas para o Sul do País é oportunizar que eles conheçam um outro Brasil, muito diferente da imagem que eles possuem daqui e de tudo que eles já conhecem”, disse. Conforme Rossum, os holandeses ficam de “boca-aberta”. “Eles não imaginavam que o Brasil estivesse tão avançado na produção de vinhos”. O representante da TAM na Holanda ainda parabenizou as vinícolas pela qualificação das pessoas que receberam os jornalistas e pelo inglês fluente de todos. “A recepção foi um dos grandes diferenciais das visitas. Todos estão muito preparados para receber estrangeiros”. Para ele, agora o desafio é dar continuidade à promoção dos vinhos brasileiros na Holanda. “Eles bebem muito vinho e não produzem nada. Também adoram viajar e são interessados por novidade. Precisamos aproveitar este novo mercado”, completou.
A vinda dos jornalistas holandeses foi acertada na degustação de vinhos realizada dia 1º de abril deste ano, em Haia, na residência do embaixador brasileiro nos Países Baixos, José Artur Denot Medeiros. Oito vinícolas verde-amarelas participaram do evento: Aurora, Miolo, Salton, Casa Valduga, Lidio Carraro, Boscato, Garibaldi e Vinibrasil. Além das visitas nas vinícolas da serra gaúcha, eles também conheceram alguns atrativos turísticos do Estado, como a Maria Fumaça, os Caminhos de Pedra e a região das Hortências.
A Holanda é o 4º principal destino de vinhos e espumantes brasileiros – e o 3º para as vinícolas exportadoras pertencentes ao Projeto Setorial Wines From Brazil. Valduga, Miolo, Aurora, Salton e Vinibrasil já exportam para o país dos moinhos.
As visitas técnicas foram organizadas pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), por meio do projeto Wines From Brazil, com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Embaixada do Brasil em Haia (Holanda), governo do Estado do RS e TAM Linhas Aéreas. O roteiro contemplou seis empresas exportadoras do projeto Wines From Brazil, como Aurora, Casa Valduga, Courmayeur, Lidio Carraro, Miolo e Salton. “Tivemos uma verdade seleção de vinhos de ótima qualidade em todas as nossas passagens pelas vinícolas”, ressaltou o jornalista brasileiro radicado na Holanda. “Foi show de bola do início ao fim, como dizem os brasileiros”, acrescentou Ivens.
Ivens também ressaltou o complexo de enoturismo da Casa Valduga, unindo pousada, restaurante, cantina, como um dos lugares que mais chamou a atenção da delegação holandesa. “A diversificação dos negócios e complementação das iniciativas é algo bastante produtivo economicamente”. “Temos que renovar estas ações a cada dois anos pelo menos. Os artigos na imprensa dão um grande suporte aos importadores junto aos consumidores”.
Hans Veltweijer, que escreve para o jornal Metro, editado em 19 países, com distribuição gratuita em estações de trens, rodoviárias, shopping centers, disse que os vinhos degustados nos dois dias apresentaram “alta qualidade”. “Foi muito agradável”, comentou.
A jornalista Thea Detiger, do Telegraaf, o jornal de maior tiragem da Holanda, reconheceu que teve uma “uma grande e agradável surpresa” com os vinhos brasileiros. Frans Glissenar, do jornal Het Parool, destacou a recepção dos viticultores. “Fomos muito bem recebidos, em uma região acolhedora, com estilo típico de famílias italianas”, disse.
O representante da TAM na Holanda, o gaúcho Carlos Van Rossum, destacou a parceria com o Ibravin, a Embaixada do Brasil na Holanda e a Apex-Brasil. “Geralmente, os estrangeiros conhecem e se interessam pelo Brasil acima de São Paulo. Trazer jornalistas para o Sul do País é oportunizar que eles conheçam um outro Brasil, muito diferente da imagem que eles possuem daqui e de tudo que eles já conhecem”, disse. Conforme Rossum, os holandeses ficam de “boca-aberta”. “Eles não imaginavam que o Brasil estivesse tão avançado na produção de vinhos”. O representante da TAM na Holanda ainda parabenizou as vinícolas pela qualificação das pessoas que receberam os jornalistas e pelo inglês fluente de todos. “A recepção foi um dos grandes diferenciais das visitas. Todos estão muito preparados para receber estrangeiros”. Para ele, agora o desafio é dar continuidade à promoção dos vinhos brasileiros na Holanda. “Eles bebem muito vinho e não produzem nada. Também adoram viajar e são interessados por novidade. Precisamos aproveitar este novo mercado”, completou.
A vinda dos jornalistas holandeses foi acertada na degustação de vinhos realizada dia 1º de abril deste ano, em Haia, na residência do embaixador brasileiro nos Países Baixos, José Artur Denot Medeiros. Oito vinícolas verde-amarelas participaram do evento: Aurora, Miolo, Salton, Casa Valduga, Lidio Carraro, Boscato, Garibaldi e Vinibrasil. Além das visitas nas vinícolas da serra gaúcha, eles também conheceram alguns atrativos turísticos do Estado, como a Maria Fumaça, os Caminhos de Pedra e a região das Hortências.
A Holanda é o 4º principal destino de vinhos e espumantes brasileiros – e o 3º para as vinícolas exportadoras pertencentes ao Projeto Setorial Wines From Brazil. Valduga, Miolo, Aurora, Salton e Vinibrasil já exportam para o país dos moinhos.
Dois vinhos conquistaram holandeses
Os quatro jornalistas holandeses aprovaram os vinhos e espumantes elaborados pelas seis vinícolas visitadas na semana passada na serra gaúcha: Aurora, Casa Valduga, Courmayeur, Lidio Carraro, Miolo e Salton. Mas dois vinhos tintos conquistaram de forma unânime os visitantes trazidos pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), por meio do projeto Wines From Brazil, com apoio da Apex-Brasil, Embaixada do Brasil em Haia (Holanda), governo do Estado do RS e TAM Linhas Aéreas.
Segundo o jornalista Ivens Signorini Filho, o Aurora Millesime Cabernet Sauvignon 2005 e o Lidio Carraro Singular Nebbiolo 2006 ganharam a predileção geral dos holandeses. “O vinho da Aurora foi extremamente destacado pelo seu custo-benefício, é um vinho incrível com preço acessível”, comenta Ivens. “E o Nebbiolo é fabuloso, um vinho com a cara do seu lugar, bem brasileiro”.
Segundo o jornalista Ivens Signorini Filho, o Aurora Millesime Cabernet Sauvignon 2005 e o Lidio Carraro Singular Nebbiolo 2006 ganharam a predileção geral dos holandeses. “O vinho da Aurora foi extremamente destacado pelo seu custo-benefício, é um vinho incrível com preço acessível”, comenta Ivens. “E o Nebbiolo é fabuloso, um vinho com a cara do seu lugar, bem brasileiro”.
“Eu valorizo o vinho do Brasil”
Há mais de 20 anos comercializando insumos enológicos das melhores e maiores marcas internacionais, a Vêneto Mercantil desenvolveu um selo com a frase “Eu valorizo o vinho do Brasil”, cuja finalidade é demonstrar e apoiar a vitivincultura brasileira. O lançamento oficial foi no dia 26 de setembro, durante a 17° Avaliação Nacional de Vinhos, um dos principais eventos do setor.
Com essa iniciativa, a empresa apoia e promove a produção nacional, incluindo o selo, sob forma de adesivo, em seus materiais de expediente e campanhas publictárias, além de produtos que permitam a colagem. Desde sua criação, a Vêneto Mercantil acredita no desenvolvimento e aprimoramento do setor vitivinícola do Brasil, reconhecendo o potencial do produtor regional e buscando novos e melhores produtos para atender as demandas das vinícolas.
Leonor Francescatto reforça que "A Vêneto, desde o início da sua atividade, há mais de 20 anos, acreditou no sucesso do vinho nacional. Sempre investimos e apoiamos os eventos e as ações da indústria vinícola, dando incentivo à melhoria contínua dos vinhos, espumantes e sucos brasileiros. Este selo significa todo o nosso esforço em apoiar a indústria de vinhos do Brasil!”.
A Vêneto, empresa de Flores da Cunha é especialista em importação de produtos enológicos e atua há mais de 20 anos no segmento de vitivinicultura, comercializando as melhores e maiores marcas internacionais do setor como Perdomini, Laffort, Pall, Celite/Perfiltra, Scholle, Nobile, Tecpon, dentre outras.
Diferenciais tais como liderança, logística integrada, credibilidade, inovação e linha completa, fazem da Vêneto a preferência comercial de mais de 500 vinícolas brasileiras, além da equipe de vendas especializada em enologia e da forte atuação no aprimoramento do setor brasileiro através de pesquisa para a importação de novos produtos.
www.venetomercantil.com.br
Com essa iniciativa, a empresa apoia e promove a produção nacional, incluindo o selo, sob forma de adesivo, em seus materiais de expediente e campanhas publictárias, além de produtos que permitam a colagem. Desde sua criação, a Vêneto Mercantil acredita no desenvolvimento e aprimoramento do setor vitivinícola do Brasil, reconhecendo o potencial do produtor regional e buscando novos e melhores produtos para atender as demandas das vinícolas.
Leonor Francescatto reforça que "A Vêneto, desde o início da sua atividade, há mais de 20 anos, acreditou no sucesso do vinho nacional. Sempre investimos e apoiamos os eventos e as ações da indústria vinícola, dando incentivo à melhoria contínua dos vinhos, espumantes e sucos brasileiros. Este selo significa todo o nosso esforço em apoiar a indústria de vinhos do Brasil!”.
A Vêneto, empresa de Flores da Cunha é especialista em importação de produtos enológicos e atua há mais de 20 anos no segmento de vitivinicultura, comercializando as melhores e maiores marcas internacionais do setor como Perdomini, Laffort, Pall, Celite/Perfiltra, Scholle, Nobile, Tecpon, dentre outras.
Diferenciais tais como liderança, logística integrada, credibilidade, inovação e linha completa, fazem da Vêneto a preferência comercial de mais de 500 vinícolas brasileiras, além da equipe de vendas especializada em enologia e da forte atuação no aprimoramento do setor brasileiro através de pesquisa para a importação de novos produtos.
www.venetomercantil.com.br
domingo, 27 de setembro de 2009
A melhor Avaliação de todas
A 17ª Avaliação Nacional de Vinhos, realizada, sábado, em Bento Gonçalves, foi a melhor, a mais bem organizada e a maior de todos, dito, inclusive, por quem participou das 17, como o jornalista Affonso Ritter. Além do recorde de amostras inscritas, 308, e de vinícolas participantes, 70, houve avaliadores de vários países, e os vinhos se mostraram muito bons. Estão de parabéns os enólogos Carlos Abarzua e demais membros da Associação Brasileira de Enologia, organizadora do evento. Ficou bem claro que os vinhos da safra 2009 serão bons.
A Avaliação de Vinhos também é a oportunidade de bons encontros com enólogos, jornalistas especializados e produtores de vinho. Além da informação sobre vinhos, a confraternização é importante. Eu, por exemplo, conversei com Darci Miolo, presidente da Mio; Raul Randon, presidente do Grupo Randon e que produz vinhos com a Rasip (Lote 43); João Valduga, da Valduga; Juciane Casagrande, dos cosméticos à base de vinho; Antônio Dal Pizzol, da Dal Pizzol; jornalistas Beth Duarte, Lucinara Masiero,Jorge Carrara, Antônio Pinheiro Machado, William Barros e Affonson Ritter; Luiz Milani, da Milantino; Antônio Czarnobay; Adriano Miolo. Orestes de Andrade Jr.; Andréia Milan; Dirceu Vianna Junior; enólogos Dario Crespi e Mauro Zanus e muita gente mais.
A Avaliação de Vinhos também é a oportunidade de bons encontros com enólogos, jornalistas especializados e produtores de vinho. Além da informação sobre vinhos, a confraternização é importante. Eu, por exemplo, conversei com Darci Miolo, presidente da Mio; Raul Randon, presidente do Grupo Randon e que produz vinhos com a Rasip (Lote 43); João Valduga, da Valduga; Juciane Casagrande, dos cosméticos à base de vinho; Antônio Dal Pizzol, da Dal Pizzol; jornalistas Beth Duarte, Lucinara Masiero,Jorge Carrara, Antônio Pinheiro Machado, William Barros e Affonson Ritter; Luiz Milani, da Milantino; Antônio Czarnobay; Adriano Miolo. Orestes de Andrade Jr.; Andréia Milan; Dirceu Vianna Junior; enólogos Dario Crespi e Mauro Zanus e muita gente mais.
Os bons vinhos de 2009
Vamos, então, aos resultados. Mais de 750 degustadores provaram os 16 vinhos selecionados entre as 308 amostras. Vamos saber, primeiro, quais são os 16 vinhos classificados como os melhores da Safra 2009 pelo grupo de 81 enólogos que provou, inicialmente, as amostras.
O primeiro vinho base para espumante foi Chardonnay/Pinot Noir, da Miolo, cujas notas finais foram: Seleção: 88; Mesa: 86; Degustador (Maria Alejandra Lozano, Argentina): 87; Eu: 95.O segundo vinho base para espumante, foi Chardonnay/Pinot Noir ,da Cave de Amadeu, com notas: Seleção: 87; Mesa: 86; Degustador (Gilberto Schwartsmann, Brasil): 89; Eu: 85.
O primeiro vinho branco seco não-aromático foi o Riesling Itálio, da Pernod Ricard, com notas finais: Seleção: 86: Mesa 86,5; Degustador (Ilka Lindemann, Alemanha): 87; Eu: 90. O segundo foi o Riesling Renano, da Vinícola Camprestre, com Seleção: 86; Mesa: 88; Degustador (Pedro Antônio Arraes Pereira, Brasil): 88; Eu: 86. O terceiro, Chardonnay, da Góes & Venturini, com Seleção:88; Mesa: 87,5: Degustador (Carlos Arruda, Brasil): 91; Eu: 92. O quarto também foi um Chardonnay, da Cooperativa Aliança, com Seleção: 88; Mesa: 87,5; Degustador (Alain Bertrand, França): 88; Eu: 88.
Na categoria branco fino seco aromático, o primeiro degustado foi Sauvignon Blanc, da Salton, com Seleção: 85; Mesa: 87; Degustador ( José Antonio Pinheiro Machado, Brasil): 88; Eu: 88. O segundo, um Moscato R2, da Perini, com Seleção;86; Mesa:88; Degustador (sorteado no público, Brasil): 90; Eu: 78.
Na categoria rose seco,foi um Merlot/Cabernet Sauvignon, da Pericó, com Seleção: 87: Mesa: 87: Degustador (Tiago Locattelli, Brasil): 85; Eu: 85.
O único da categoria tinto fino seco jovem, foi um Pinot Noir, da Fortaleza do Seival, com Seleção: 86; Mesa: 86; Degustador (Stuart Donald George, Inglaterra):87: Eu: 88.
O primeiro da categoria tinto fino seco foi Merlot, da Lovara, com Seleção: 87: Mesa: 87; Degustador (Gerardo Aguirre Ulloa, Bolívia): 89; Eu:
89. O segundo também foi um Merlot, da Rasip (Raul Randon), com Seleção: 87: Mesa: 88; Degustador (Christian Burgos, Brasil):89; Eu: 89. O terceiro foi um Cabernet Sauvignon, da Vinícola Santo Emílio, com Seleção: 88; Mesa: 88; Degustador (Peter Hayes, Austrália): 88. Eu: 90. O quarto foi uma Tannat, da Aurora, com Seleção: 88; Mesa: 87; Degustador (Sérgio Correa, Chile): 88; Eu: 87. O quinto, foi um Ancellotta, da Don Guerino, com Seleção: 88; Mesa: 86; Degustador (Jorge Carrara, Brasil): 88; Eu: 88. Finalmente, o último tinto e o último vinho a ser degustado, foi outro Ancelklotta, da Catafesta, com Seleção: 87: Mesa: 88; Degustador (Dirceu Vianna Junior, Inglaterra): 89; Eu: 91.
Para facilitar o entendimento: as notas de Seleção e Mesa são a média dos participantes da seleção inicial e da mesa na hora final da Avaliação. A do degustador e a minha são as pessoais, que demos após provar os vinhos.
O primeiro vinho base para espumante foi Chardonnay/Pinot Noir, da Miolo, cujas notas finais foram: Seleção: 88; Mesa: 86; Degustador (Maria Alejandra Lozano, Argentina): 87; Eu: 95.O segundo vinho base para espumante, foi Chardonnay/Pinot Noir ,da Cave de Amadeu, com notas: Seleção: 87; Mesa: 86; Degustador (Gilberto Schwartsmann, Brasil): 89; Eu: 85.
O primeiro vinho branco seco não-aromático foi o Riesling Itálio, da Pernod Ricard, com notas finais: Seleção: 86: Mesa 86,5; Degustador (Ilka Lindemann, Alemanha): 87; Eu: 90. O segundo foi o Riesling Renano, da Vinícola Camprestre, com Seleção: 86; Mesa: 88; Degustador (Pedro Antônio Arraes Pereira, Brasil): 88; Eu: 86. O terceiro, Chardonnay, da Góes & Venturini, com Seleção:88; Mesa: 87,5: Degustador (Carlos Arruda, Brasil): 91; Eu: 92. O quarto também foi um Chardonnay, da Cooperativa Aliança, com Seleção: 88; Mesa: 87,5; Degustador (Alain Bertrand, França): 88; Eu: 88.
Na categoria branco fino seco aromático, o primeiro degustado foi Sauvignon Blanc, da Salton, com Seleção: 85; Mesa: 87; Degustador ( José Antonio Pinheiro Machado, Brasil): 88; Eu: 88. O segundo, um Moscato R2, da Perini, com Seleção;86; Mesa:88; Degustador (sorteado no público, Brasil): 90; Eu: 78.
Na categoria rose seco,foi um Merlot/Cabernet Sauvignon, da Pericó, com Seleção: 87: Mesa: 87: Degustador (Tiago Locattelli, Brasil): 85; Eu: 85.
O único da categoria tinto fino seco jovem, foi um Pinot Noir, da Fortaleza do Seival, com Seleção: 86; Mesa: 86; Degustador (Stuart Donald George, Inglaterra):87: Eu: 88.
O primeiro da categoria tinto fino seco foi Merlot, da Lovara, com Seleção: 87: Mesa: 87; Degustador (Gerardo Aguirre Ulloa, Bolívia): 89; Eu:
89. O segundo também foi um Merlot, da Rasip (Raul Randon), com Seleção: 87: Mesa: 88; Degustador (Christian Burgos, Brasil):89; Eu: 89. O terceiro foi um Cabernet Sauvignon, da Vinícola Santo Emílio, com Seleção: 88; Mesa: 88; Degustador (Peter Hayes, Austrália): 88. Eu: 90. O quarto foi uma Tannat, da Aurora, com Seleção: 88; Mesa: 87; Degustador (Sérgio Correa, Chile): 88; Eu: 87. O quinto, foi um Ancellotta, da Don Guerino, com Seleção: 88; Mesa: 86; Degustador (Jorge Carrara, Brasil): 88; Eu: 88. Finalmente, o último tinto e o último vinho a ser degustado, foi outro Ancelklotta, da Catafesta, com Seleção: 87: Mesa: 88; Degustador (Dirceu Vianna Junior, Inglaterra): 89; Eu: 91.
Para facilitar o entendimento: as notas de Seleção e Mesa são a média dos participantes da seleção inicial e da mesa na hora final da Avaliação. A do degustador e a minha são as pessoais, que demos após provar os vinhos.
Homenagens
Como faz sempre, a Associação Brasileira de Enologia homenageia pessoas de destaque no mundo do vinho. As homenagens deste ano foram para o jornalista Jorge Carrara, da Folha de S. Paulo, com o troféu Vitis, pelo apoio ao vinho nacional; e para o enólogo e professor Cláudio Garbin, pelo trabalho desenvolvido ao longo de toda a sua vida na formação de enólogos.
Autoridades e taça do espumante
Foi muito bem comentada a presença do ministro de Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, pelo apoio que vem dando ao setor no desenvolvimento e uso de novas tecnologias. Ao contrário, foi criticada a ausência de representantes do Governo Gaúcho. Nem o secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Arthur Lorenz, compareceu, embora estive presente o ministro.
Na oportunidade, foi destacada a assinatura de um convênio entre os vitivinbicultores, a Embrapa e o ministério para desenvolvimento de ações em favor da uva e do vinho. Um deles já mostrou seus resultados. Foi apresentada a Taça do Espumante Brasileiro, uma taça especial, muito bonita, desenvolvida através de um concurso com designers brasileiros.
Na oportunidade, foi destacada a assinatura de um convênio entre os vitivinbicultores, a Embrapa e o ministério para desenvolvimento de ações em favor da uva e do vinho. Um deles já mostrou seus resultados. Foi apresentada a Taça do Espumante Brasileiro, uma taça especial, muito bonita, desenvolvida através de um concurso com designers brasileiros.
Assinar:
Postagens (Atom)
