sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Nova Aliança teve vinhos premiados em Avaliação Nacional




Os vinhos premiados da Nova Aliança

Vinhedos da cooperativa na Serra gaúcha

Vinhedos da Nova Alianças na Campanha, em Santana do Livramento
Fotos Divulgação
.....
A Cooperativa Vinícola Nova Aliança, do Rio Grande do Sul, teve cinco de seus produtos selecionados na 19ª edição da Avaliação Nacional de Vinhos/Safra 2011, promovida anualmente pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), e daqual participei, com muita satisfação e orgulho, dia 24 de setembro, em Bento Gonçalves. Os vinhos Santa Colina Estilo Chardonnay; Santa Colina Chardonnay Tradicional; Santa Colina Reserva Chardonnay; Santa Colina Cabernet Sauvignon Tradicional e Santa Colina Sauvignon Blanc Premium foram avaliados, juntamente com 378 amostras de outras 71 vinícolas, por 113 enólogos. Na ocasião, 820 apreciadores de vinho de 18 estados brasileiros e oito países puderam degustar a qualidade da safra deste ano.
Luiz Henrique Rivoiro, degustador comentarista e editor da Revista Playboy, avaliou o Santa Colina Estilo Chardonnay, na categoria Branco Fino Seco Não Aromático, como um vinho elegante e delicado. “No olfato predominam as notas de cítrico, abacaxi, banana, flores brancas, maracujá, melão, pêra madura, maçã e pêssego branco. No paladar tem uma acidez discreta, é equilibrado, com bom frescor de sabor. Tem um corpo médio, uma boa persistência e um bom final de boca”, descreveu. O Santa Colina Estilo Chardonnay, da Vinícola Nova Aliança, ficou entre os 16 selecionados na Amostra Representativa. Os outros quatro rótulos da Cooperativa inscritos ficaram entre as 30% melhores amostras da Avaliação Nacional.
Todos os vinhos concorrentes foram avaliados às cegas pelos degustadores. Para a composição da nota final foi considerado um total de dez variáveis, associadas ao Aspecto, Olfato e Paladar. (Aliás, empróxima edição do Blog vou dar as notas que os 16 vinhos receberam, bem como publicar a foto de todos os degustadores.)
A avaliação ocorreu noParque de Eventos de Bento Gonçalves. Esta foi a maior realização do evento, desde o seu início, em número de vinhos inscritos. Somente neste ano, foram recebidos mais rótulos do que na avaliação anterior, o que registra 48% de crescimento.
A Cooperativa Nova Aliança Ltda. constitui-se em uma organização cooperativa criada a partir da união de cinco tradicionais cooperativas vitivinícolas da Serra Gaúcha. Cooperativa Vinícola Linha Jacinto, de Farroupilha, Cooperativa Vinícola Santo Antônio e Cooperativa Vinícola São Pedro, de Flores da Cunha, Cooperativa Vinícola São Victor e Cooperativa Vitivinícola Aliança, de Caxias do Sul, uniram, a partir de 01 de janeiro de 2011, a experiência e a solidez de uma história de mais de 80 anos no setor vitivinícola com o firme propósito de ganhar competitividade e, até 2015, ser referência em seus segmentos de atuação, com reconhecimento pela excelência cooperativa e resultados alcançados.
O objetivo da cooperativa é, através da operação conjunta, agregar conhecimento, experiência e competitividade para responder às demandas sociais, econômicas, ambientais e de mercado, estabelecendo novas bases para o desenvolvimento da agricultura familiar e do cooperativismo. São cerca de 800 famílias associadas, distribuídas em três regiões produtoras com terroirs que representam o que o país oferece de melhor para o cultivo de videiras: a Serra Gaúcha, maior produtora nacional de vinhos e sucos naturais de uva; Encruzilhada do Sul, que faz parte da microrregião da Serra do Sudeste do RS, equilibrada quanto ao volume de chuvas, ideal para o cultivo de variedades sensíveis e com alto potencial enológico; e a Região da Campanha Gaúcha, considerada uma das melhores do mundo para a elaboração de vinhos finos e espumantes de qualidade superior.
A cooperativa conta com aproximadamente 1,35 mil hectares de vinhedos em produção, que resultam em 37 mil toneladas de uva, processadas em dez unidades industriais localizadas na Serra Gaúcha e em Santana do Livramento. Uma nova e moderna sede está sendo construída no município de Flores da Cunha, com previsão para iniciar as operações na safra de 2013. No portfólio de produtos da Nova Aliança estão vinhos finos, espumantes, vinhos de mesa, sucos de uva orgânicos, integrais e adoçados. Site: www.novaalianca.coop.br

Programa de rastreabilidade de ovinos será implantado em Alagoas

O zootecnista Paulo de Tarso manda, lá do Matro Grosso, mais uma colaboração: A parceria entre o governo de Alagoas, por meio da Agência de Fomento Desenvolve, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Sebrae Alagoas e a Cooperativa de Agricultores Familiares de Delmiro Gouveia(Coofadel), vai possibilitar a implantação do Programa de Rastreabilidade da cadeia produtiva de Ovinocaprinocultura.
Como informa o gestor do APL Ovinocaprinocultura Reginaldo Guedes, O Programa tem como um dos objetivos, fortalecer a cadeia de ovinos e caprinos da região do Alto Sertão, com um acompanhamento ativo dos animais que serão selecionados para serem rastreados, do nascimento ao abate.
Inicialmente, o programa vai atender aproximadamente 200 produtores sertanejos de forma direta com um plantel de 18 mil animais. “Esta é a meta do governo de Alagoas, por meio da Seplande e Agência Desenvolve, com parceria com o SebraeAL, para o primeiro momento, e se pretende ampliar ainda mais o programa para fortalecer a cadeia produtiva na região”, esclarece Reginaldo, gestor do APL.
Pelo Programa de Rastreabilidade, o governo pretende buscar sistematicamente a melhoria genética do rebanho e o manejo apropriado, visando o acréscimo na produção de leite e carne, e prevê também a contratação de mais técnicos para trabalhar no acompanhamento dos animais, em capacitações e dias de campo.
Durante a reunião, que ocorreu na sede do Sebrae/AL, foi discutido ainda um sistema (software) que vai rastrear os animais. O monitoramento se dará por meio da identificação dos brincos com código de barras que serão colocados em cada animal. Com isso, explica Reginaldo Guedes, produtores e técnicos, irão acompanhar a vida do animal verificando itens como peso, vacinas e corte dos animais para comercialização.
De acordo com o coordenador do Programa, Henrique Soares, do Sebrae/AL, o consumidor vai ter clareza do alimento que estará consumindo e terá conhecimento de todo processo da cadeia produtiva. “O trabalho de parceria entre o Sebrae/AL e o governo do Estado tem como objetivo de garantir o produto que vai para a comercialização, e ainda melhorar a remuneração do produtor do campo”, afirma Henrique.
De acordo com Katherine Teixeira, da Agência de Fomento Desenvolve, a participação da instituição no bojo da parceria é a aquisição de equipamentos, como o aparelho de ultrasson, o software, os brincos com código de barras e contratação de técnicos. “A equipe técnica da Agência Desenvolve estará fazendo o acompanhamento sistematicamente na execução do programa, até obter os resultados esperados”, disse Katherine.
Fonte:Alagoas 24 hs, adaptado pela equipe da ANCO

Tannat da Campos de Cima foi selecionado entre as melhores amostras da safra 2011







Os tannat da Campos de Cima














Hortência Ayub comemora a vitória do seu tannat
Arquivo JN

................
O vinho tinto fino seco tannat, elaborado pela butique de vinhos Campos de Cima, foi selecionado entre as melhores amostras da safra 2011 na 19ª Avaliação Nacional de Vinhos. Das 383 amostras inscritas (48% mais que a edição anterior), 118 vinhos foram classificados entre as 30% amostras de vinho mais representativas da safra 2011, entre eles o Tannat Campos de Cima. “O resultado confirma a nossa impressão e da Embrapa Uva e Vinho de que o vinho elaborado com a uva tannat nesta safra será de excepcional qualidade”, afirma a proprietária da Campos de Cima, Hortência Brandão Ayub. Esta foi a primeira vez que a Campos de Cima participou da Avaliação Nacional de Vinhos. “Como nossa produção é pequena, nunca tivemos 5 mil litros de um vinho para inscrever na Avaliação. Mas este ano tivemos este volume mínimo e estamos muito felizes com o resultado”, destaca Hortência Ayub.
A Campos de Cima já é reconhecida por elaborar, desde 2006, bons vinhos Tannat com uvas provenientes da Campa Gaúcha. “É preciso dizer que o vinho selecionado entre as melhores amostras da safra 2011 não havia passado por barricas quando foi recolhido pela ABE para ser degustado pelos avaliadores. Ou seja, agora, após passagem por carvalho, ele está ainda melhor”, explica Hortência Ayub.
Recentemente, os rótulos varietais da Campos de Cima desta variedade de uva foram incluídos na carta do restaurante Aprazível, do Rio de Janeiro, escolhido pela revista Prazeres da Mesa como a melhor seleção de vinhos brasileiros de todo o País.
O pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, Celito Guerra, comenta que este “é o melhor vinho Tannat já feito pela Campos de Cima”. Segundo ele, a uva atingiu uma maturação plena. Ao ser apresentado em primeira mão para jornalistas de todo o Brasil no Projeto Imagem Nacional do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), o vinho, que foi tirado das barricas para ser avaliado pelos críticos, ganhou fartos elogios. Celito Guerra diz que o vinho ainda ficará mais uns meses em barricas de carvalho francês para depois ser engarrafado. O lançamento está previsto para o final do ano que vem ou início de 2013. “Incrivelmente, é um vinho que está redondo, elegante, quase pronto para ser apreciado”, observa.

Mantra Resort recebe Punta Food & Wine Festival 2011




Vamos comer e beber bem à beira da piscina do Mantra Hotel em Punta
Foto Divulgação/JN
.........
Está chegando a hora de ir beber bons vinhos em Punta Del Este, no Uruguai. O mundo da gastronomia estará com os olhos voltados a Punta del Este, no Uruguai, nos dias 11 a 13 de novembro. A cidade, que já é considerada a mais badalada da America Latina, irá receber grandes nomes do setor de vinhos e comidas durante três dias. Um grupo seleto de profissionais e gourmets estará reunido para apresentar suas melhores criações culinárias e desfrutar de uma proposta única, além de inovadora para poucos.
Participa dessa segunda edição de forma diferenciada, o Mantra Resort Spa & Casino, que além de estar inserido na programação oficial, traz tarifas para aqueles que quiserem vivenciar o evento e ficar hospedados bem ao centro de toda a organização. Ponto alto do festival é o jantar Uruguay Welcomes Great American Restaurants, que acontece no sábado (12), no Ballroom do Mantra Resort. Ali, chefes internacionais como Cedric Vongerichten (Perry Street, NY), Douglas Rodrigues (D. Rodriguez Cuba) e Francois Payard (Payard Patisserie, NY) estarão no comando do menu.
A diária, em apartamento luxo para duas pessoas, está a partir de US$ 250. O valor inclui café da manhã, welcome drinque, além de internet banda larga no apartamento e nas áreas comuns do Resort. Outros diferenciais de destaque do Mantra são o Concierge 24 horas, acesso ao Spa, quadra de tênis, Kid's Club, piscina coberta e externa, além de um primoroso Casino em estilo europeu. O preço, por pessoa, para participar de todo o festival é de US$440, incluso todas as atrações, porém, também é possível comprar os eventos gastronômicos separadamente, de acordo com o interesse. Outro diferencial Mantra é o traslado ida e volta ao centro de Punta del Este, uma vez ao dia, de acordo com a programação do resort. Para mais informações e reservas pelo www.matraresort.com ou 0800 892.3084. Detalhes sobre o Punta Food & Wine pelo site: www.puntafoodandwine.com.
Serviço
Mantra Resort SPA & Casino / Punta del Este Food & Wine Festival 2011
Route 10, Parada 48, Jaureguiberry. Av and Ante Milat, La Parra, Punta Del Este, Uruguay
Reservas: 0800 892.3084
Período: 11 a 13 de novembro de 2011
Tarifa: a partir de USD250 para duas pessoas.
Incluí: Café da manhã, welcome drinque, internet banda larga no apartamento e nas áreas comuns do Resort, Concierge 24 horas, acesso ao Spa, quadra de tênis, Kid's Club, piscina coberta e externa, Casino em estilo europeu, entre outros. Site: www.mantraresort.com - www.puntafoodandwine.com
Programação Oficial do Evento - Punta Food And Wine 2011
11 de novembro - Sexta-feira
*Welcome to Punta - 21:30 - Local: Mantra Resort - US$60 por pessoa
12 chefs estrangeiros do Festival + seleção dos cinco melhores de Punta)
12 de novembro - Sábado
*Una Vuelta al Mundo en Seis Cocinas - 13:30 - Local: AGROLAND, GARZÓN - US$80 por pessoa
Chefs Mara Salles (SP) + Pablo Gonzalez Conejero (Murcia) + Alejandro Digilio (BsAs) + Douglas Rodriguez (Miami) + Soledad Nardelli (BsAs) + Lucia Sorita (Pueblo Garzon)
*Sunset Drinks & Finger Food - 18h - Local: PLAYA VIK - US$60 por pessoa
CHEFS: Marcelo Bentancourt (Estancia Vik) + chef convidado internacional
*Uruguay Welcomes Great American Restaurantes - 21h30 - Local: Mantra Resort - US$140 por pessoa
Chefs Cedric Vongerichten (Perry Street, NY), Douglas Rodríguez (D. Rodriguez, Cuba) e Francois Payard (Payard Patisserie, NY)
13 de novembro - domingo -
*Siete Fuegos by Francis Mallmann - 13h - Local: Pueblo Garzón - US$100 por pessoa
Chef: Francis Mallmann

Confraria do Champanhe prepara eventos de outubro

O mês de outubro movimenta a agenda das integrantes da Confraria do Champanhe da Serra Gaúcha (CCSG). Na quarta-feira, dia 5, aconteceu a oitava reunião do grupo, e no dia 8 elas participarão do sabrage promovido durante a Fenachamp, em Garibaldi.
O tradicional encontro do mês aconteceu na Boccati Distribuidora de Vinhos e o jantar foi elaborado pelo Chef Alex Szigethy, responsável pela cozinha do Boteco 13. Os pratos foram
harmonizados com vinhos uruguaios das vinícolas visitadas pelas confreiras no mês de agosto.
Já o segundo evento do mês, acontecerá em Garibaldi, durante a Fenachamp. As confreiras se integram ao grupo de pessoas que vão participar do sabrage, a técnica napoleônica, utilizada para abrir uma garrafa de champagne, cave, lambrusco ou espumante. Este ritual francês, conforme já expliquei acima, tem suas origens no século XVIII, quando Napoleão Bonaparte comemorava com seus oficiais as batalhas vencidas, degolando as garrafas de champagne com seus sabres. É um momento único e especial quando uma garrafa de champagne é sabrada e
ultimamente vem sendo bastante utilizada quando se quer comemorar alguma data, festejar algum evento ou selar um grande negócio.

Protegendo o Vale dos Vinhedos


Rogério Valduga (centro) conduziu o encontro que contou com a presença dos prefeitos Cirano Cisilotto (esq.) e Adenir Dallé (dir.)
Fotos Lucinara Masiero
.........

O jantar-encontro do dia 3 de outubro promovido pela Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale) com os prefeitos de Garibaldi, Cirano Cisilotto, e de Monte Belo do Sul, Adenir Dallé, esclareceu algumas dúvidas quanto a investimentos e melhorias no roteiro nas áreas localizadas em cada município. A grande e boa notícia foi o novo Plano Diretor de Garibaldi que impede a instalação de novos loteamentos na área do Vale dos Vinhedos que está localizada no município, responsável por mais de 30% de toda região demarcada.
“Hoje estamos muito mais atentos. Não temos como mudar o que ocorreu no passado. Quanto a isso estamos identificando as áreas. Porém, daqui pra frente asseguramos que não sai mais loteamento na área do Vale que está em nosso município”, frisou Cirano Cisilotto. Garibaldi está discutindo com as comunidades o Plano Diretor Rural e o Vale dos Vinhedos, que pela definição de ocupação de 2006 estava identificado como área urbana, passa a ser visto como uma área de interesse turístico. “O Vale dos Vinhedos está dentro de nossa estratégia de investimentos no turismo”, disse.
As propostas serão discutidas em uma oficina no dia 10 de outubro no Centro dos Idosos de Garibaldi, às 19h. Antes de ir para a Câmara de Vereadores, as ideias ainda serão discutidas em audiência pública no dia 25 de outubro. Já o prefeito de Monte Belo do Sul, Adenir Dallé, citou diversas ações implementadas para o incremento do turismo no município. Quanto ao Vale dos Vinhedos ele disse que Monte Belo do Sul é pequeno, mas pode contribuir. “Nossa dificuldade está na captação de empreendedores que queiram investir na gastronomia e hospedagem, porém estamos trabalhando nisso”, reforçou.
O presidente da Aprovale, Rogério Carlos Valduga, ressaltou que o Vale dos Vinhedos iniciou movido por um sonho de seis vinicultores e hoje é uma realidade que precisa evolui. “Não podemos deixar que este patrimônio seja destruído. Nossas forças estão se esgotando. Precisamos de mais apoio do Poder Público”, enfatizou.
O prefeito de Garibaldi foi questionado sobre o calçamento da Linha Marcílio Dias, que liga a área urbana do município ao Vale dos Vinhedos. De acordo com Cisilotto, já existe projeto de pavimentação. A obra depende de recursos e está prevista para 2012. Quanto à coleta de lixo deixar de ser mensal para se tornar semanal, o prefeito disse que esta mudança depende de estudo e da discussão com as famílias, uma vez que o serviço funciona na cidade com a cobrança de uma taxa. Por fim, ele foi questionado sobre a ausência de transporte ligando o centro ao interior. O tema, considerado difícil de resolver sob a visão do prefeito, depende da constituição de uma nova linha e da abertura de processo licitatório.
O encontro, que reuniu mais de 40 associados da Aprovale, foi realizado no Ristorante Del Filippi. A proposta iniciou com o prefeito de Bento Gonçalves, Roberto Lunelli. Agora foi a vez dos prefeitos de Garibaldi e Monte Belo do Sul aceitarem o convite da Aprovale. O envolvimento é pertinente, uma vez que a região demarcada do Vale abrange os três municípios.Sobre a federalização da RSC 470, tanto Cisilotto quanto Dallé reafirmaram apoio ao movimento, o que segundo eles melhoraria e muito o acesso ao Vale dos Vinhedos.

Venda de vinho com lanches

Os produtores de vinhos bem que poderiam procurar as grandes franquias de redes de lanches para tentar convencer uma dela a vender vinho, como estão fazendo, experimentalmente, nos Estados Unidos, a Burger King e a Starbucks, que passaram a vender vinho e cerveja para seus consumidores maiores de 21 anos. “A iniciativa se justifica, em parte, pelo fato de que o álcool é um dos produtos mais rentáveis no ramo de restaurantes, segundo informa a rede ABC. De acordo com o The News York Times, a inovação tem caráter experimental e, apesar de ser muito rentável, trará custos extras às franquias.”

Olha o vinho chinês aí, gente














O Cabernet Dry Red 2009 (Jia Bei Lan), da China, ganhou de vinhos franceses
Divulgação
..........



Muita gente não sabe nada sobre a produção chinesa de vinhos. Outros sonham em vender vinho a eles, dizendo que, se cada chinês bebesse um cálice de vinho por dia, não haveria vinho suficiente no mundo para atender a demanda.
Brincadeiras à parte, conversei longamente com o enólogo chileno Sérgio Hormazabal, que esteve na China, visitando vinhedos, e ele me informou que a produção chinesa já é muito grande e que existem produtos de qualidade. Por isso, não é surpresa, agora, que um vinho chinês tenha vencido um renomado concurso promovido pela revista britânica Decanter, batendo vinhos franceses na mesma categoria.
O Cabernet Dry Red 2009 (Jia Bei Lan) foi o primeiro vinho chinês da história a vencer o Decanter World Wine na categoria de vinhos na mais alta faixa de preços. Os profissionais do vinhedo He Lan Qing Xue, na província Ningxia, no norte da China, comemoraram o recebimento do premio, em uma cerimônia em Londres.
O consultor de vinho Demei Li, que tem passagens por vinhedos na França e ajudou a criar o vinho chinês, diz que a China não possui um clima “adequado para produzir vinho”. Mesmo assim, se faz vinho. Assim como a Europa, o país possui um clima continental, com verões de calor intenso e invernos muito frios. No entanto, as temperaturas são mais extremas. No inverno, as videiras precisam ser escondidas sob o solo para ficar protegidas do frio.
O Jia Bei Lan é uma mescla das uvas bordalesas cabernet sauvignon, merlot e cabernet gernicht – que especialistas acreditam ser uma parente da cabernet franc ou carmenère. Os jurados do concurso descreveram o vinho como “suculento, gracioso e com aromas de fruta madura, mas não carnudo” e elogiaram a sua “excelente persistência e seus taninos firmes”. Demei diz que o vinho, com sabores de fruta e carvalho, é equilibrado e apropriado ao gosto chinês. Com o triunfo, Demei espera oportunidades para venda em hotéis e restaurantes nos exterior. “O prêmio será muito útil para vender o vinho e desenvolver a marca”, diz. O próximo passo da vinícola será desenvolver vinho branco.
Atualmente, o vinho só é vendido na China, em produção limitada, a um preço equivalente a R$ 35,00. Apenas 20 mil garrafas da safra 2009 foram produzidas. Demei espera que o prêmio incentive outros produtores chineses a expandir sua atuação, inclusive por meio de parcerias com o vinhedo He Lan Qing Xue. Um estudo feito pela Vinexpo, organizadora de uma das principais feiras de vinho do mundo, na França, afirma que a China (incluindo Hong Kong) deve se tornar o oitavo maior consumidor de vinho do mundo em 2012. Taí o mercado que os produtores brasileiros sonham.
Atualmente, os maiores consumidores são França e Itália (cada um com cerca de 12,7% do mercado total, de US$ 100 bilhões). Depois deles, vêm EUA (11,1%), Alemanha (10,3%) e Grã-Bretanha (5.4%). Ao lado de Argentina, Espanha, Rússia e Romênia, a China consome 2,2% do mercado mundial. Para Demei, entretanto, o consumidor chinês ainda consome pouco vinho nacional. Na opinião dele, após o prêmio, “os consumidores de fora prestarão mais atenção aos vinhos chineses do que os próprios chineses”.
Tradicionalmente, o vinho não é uma bebida popular na China. Contudo, segundo Demei, “a cada ano consumimos mais vinho em detrimento de bebidas alcoólicas locais”, já que a nova geração tem mudado seus hábitos em relação ao consumo de bebidas.
As informações são do Boletim Expovinis citando a BBC Brasil.

Perini ensina consumidor a escolher espumantes









Pablo Perini, gerente da Perini, explicará as diferenças entre os espumantes
















Aquarela um moscatel processo Asti da Perini
Fotos: Daniela Villar/DOC Assessoria








A Vinícola Perini vai dar uma mãozinha para quem quiser aprimorar os conhecimentos sobre espumantes para as festas de final de ano. Será no dia 15 de outubro, sábado,a partir das 14h30min, quando promoverá mais uma edição do seu curso de degustação na sede da vinícola, em Farroupilha. As aulas contam com ensinamentos teóricos e práticos, fazendo com que os participantes não só ampliem o conhecimento técnico como degustem e sintam no paladar a diferença entre os espumantes. “Serão esclarecidas, por exemplo, as diferenças básicas entre os espumantes brut, moscatel, nature”, explica o gerente de Marketing da Perini, Pablo Perini.
Um dos diferenciais desta edição está na possibilidade de comparação entre o vinho base espumante ainda em tanque e o espumante pronto. Também haverá palestra sobre as variedades de uvas utilizadas na produção, as regiões produtoras, os tipos de vinhedos e os processos usados na elaboração da bebida. A programação ainda conta com um passeio guiado pela vinícola, possibilitando que o visitante confira “in loco” a elaboração dos espumantes. O encerramento ocorre à noite com um jantar harmonizado na Taverna Perini. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail cursos@vinicolaperini.com.br ou pelo telefone (54) 2109.7300. O custo é R$ 130,00 por pessoa incluindo o jantar. As vagas são limitadas.

Cordeiro e vinho no Vale do Jaguari

Lidiane Soldatti Schneider, Técnico Gestor de Projetos do Sebrase-RS - Regional Centro, convida para o 1º Seminário de Vitivinicultura do Vale do Jaguari, nos dias 27 e 28 deste mês de outubro, com Mostra de Vinhos e pratos com carne de cordeiro. Quem quiser mais detalhes pode usar o telefone 55 3223-2277 ou a Home Page: www.sebrae-rs.com.br.

Vinícola Ravanello divulga seus produtos

A Vinícola Ravanello, de Gramado, que eu não conheço ainda, embora seguidamente và à bela cidade serrana, está divulgando os vinhos de sua produção:
Espumante Natural Extra Brut 2010- Cor palha, aroma delicado de massa de pão, damasco, pera e mel. Bom volume de boca, untuoso, elegante, persistente e agradável.Valor: R$ 45,00
Cabernet Sauvignon 2010 - Cor púrpura violácea brilhante, aroma de pimenta preta e fungo seco, com toque de frutas vermelhas maduras, em fundo vegetal. Boa estrutura; Elegante; Adequada harmonia de aromas e sabores. Fim de boca intenso, com boa persistência. Passagem por barricas de carvalho francês tipo premium. Valor: R$ 38,00
Merlot 2010 - Cor púrpura intensa e brilhante, aroma frutado, predominando ameixa preta e mirtilo. Muito boa estrutura e untuosidade; Elegante; Aveludado. Taninos presentes e bem fundidos. Fim de boca persistente e agradável. Passagem por barricas de carvalho francês tipo premium. Valor: R$ 38,00
Cabernet Sauvignon / Merlot 2010 - Cor púrpura intensa e brilhante, aroma frutado, predominando ameixa preta e mirtilo, com fundo vegetal e de especiarias como pimenta preta e tâmaras. Encorpado; Untuoso; Elegante; Aveludado. Taninos harmônicos. Fim de boca intenso, persistente e agradável. Passagem por barricas de carvalho francês tipo premium. Valor: R$ 38,00
Tempranillo 2011 - Cor púrpura violácea, brilhante, aroma frutado, predominando cereja, ameixa e groselha, com fundo de especiarias .Boa estrutura; Delicado; Elegante e Aveludado. Taninos macios e harmônicos. Fim de boca intenso e agradável. Valor: R$ 36,00.

Comidas e vinhos uruguaios em Viamão com a chef Elizabeth Rodriguez


No restaurante El Camarón Alegre, em Punta del Este, os pratos saborosos











Elizabeth Rodriguez, chef uruguaia virá a Porto Alegre dia 15

Fotos Divulgação/JN
.........



A Vinum Enoteca sugeriu os vinhos Cepas Nobles Sauvignon Blanc e Cepas Nobles Tannat, da Bodega Juan Carrau, para acompanhar dois cardápios em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Os vinhos estarão à disposição do público para aquisição no La Macucha com preços especiais. Assino embaixo, pois já bebi os dois, em companhia dos próprios Carrau, em Rivera.
A chef uruguaia Elizabeth Rodriguez estará no Brasil no sábado, dia 15 de outubro, para duas aulas especiais, em Viamão, na Grande Porto Alegre, no Espaço La Macucha, onde arquitetura e paisagem estão em simbiose com a natureza. Líder do movimento slow food no Uruguai, Elizabeth mantém seu restaurante El Camarón Alegre, em Punta del Diablo, como um reduto da culinária rústica, bastante simples e repleta de sabores que mudam com as estações e com as ofertas da natureza.
As aulas desta mini-imersão incluem preparo e degustação dos pratos em dois períodos: das 11h às 14h e das 17h às 20h, com apenas 12 pessoas por turma. O investimento por pessoa é de R$ 180,00 incluindo aula e refeição, transporte ida e volta e degustação de vinhos uruguaios. Quem se inscrever para as duas aulas paga R$ 320,00. Quem quiser usar carro próprio terá um investimento de R$ 150,00 por aula. Sugerimos a ida na van para facilitar a integração do grupo e evitar atrasos ou contratempos na estrada de acesso ao La Macucha, que tem trechos sem pavimentação.
Mais informações e reservas pelo e-mail: zatbrasil@gmail.com ou pelo telefone (51) 3061 1323.
O curso faz parte do conceito ZAT (Zona Autônoma Temporária) que promove "fugas da rotina" por períodos de curta duração e muita intensidade. Coordenado pela Nexo Comunicação em conjunto com o Studio Defferrari, responsável pelas arquiteturas do condomínio La Amistad e do Espaço La Macucha, o ZAT prepara a quarta imersão enogourmet em Punta del Diablo, com partida de Porto Alegre na noite de 4 de novembro e retorno na noite do dia 6. Em breve enviaremos informações sobre custos e programação.
Curso 1
10h - Embarque no Estacionamento Autopark no IPA (Rua Cel. Joaquim Pedro Salgado, 80)
10h45 - Chegada no La Macucha
11h - Inicio do curso
14h - Encerramento e embarque para retorno
14h45 - Chegada a Porto Alegre
Cardápio
Musse de queijos artesanais com coulis de tannat
Tulipa de algas recheadas com surpresas do mar
Cordeiro dessossado com pimenta vermelha e gratin de repolho roxo e branco
Doce de leite caseiro
Curso 2
16h - Embarque no Estacionamento Autopark no IPA (Rua Cel. Joaquim Pedro Salgado, 80)
16h45 - Chegada no La Macucha
17h - Inicio do curso
20h - Encerramento e embarque para retorno
20h45 - Chegada a Porto Alegre
Cardápio
Bavaroise de siri com molho de mostarda
Crepes de algas marinhas com recheio de camarões
Cordeiro dessossado com pimenta vermelha e batatas assadas ao chimichurri
Torta de maracujá e butiá com praliné de chocolate

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Mensagens

Vindima da Canção

Boa tarde Ucha,
Parabéns pela cobertura que dás às atividades do setor vitivinícola em teu blog! É uma excelente fonte para saber o que acontece no mundo do vinho, especialmente no RS.
Concordo plenamente com a tua posição sobre a Vindima da Canção em Flores da Cunha. Foi um dos maiores eventos de incentivo à cultura e de promoção do turismo na Serra Gaúcha. Fico muito feliz e te agradeço muito a lembrança do nome de meu avô, Eloy Kunz, como um dos idealizadores de tal evento. Tenho muito orgulho de ser neto de um visionário que já na década de 1960 sabia do potencial enoturístico da Serra Gaúcha e que trabalhou muito para fazer disso uma realiade. A Vindima da Canção é um capítulo de nossa história e de nossa cultura que merece ser escrito.
Creio que ainda há muitos capítulos por serem escritos da história do vinho, do turismo e da cultura que envolve tudo isso. Muitos ficariam surpresos em saber quanto trabalho (e vinho) de qualidade foi feito muito antes da chegada de multinacionais na década de 1970 - especialmente a partir dos anos 1930.
Um grande abraço,
Júlio César Kunz
CEO - Dunamis Vinhos e Vinhedos
julio@dunamisvinhos.com.br
Resposta – Muito obrigado pela mensagem, Júlio. Gostei de recebê-la. Não sabia que era neto do Eloy, meu grande amigo, parceiro de muitas andanças por Flores da Cunha e muita discussão sobre o turismo na cidade. Acho que o Eloy fez muito pela cidade e precisava ser melhor reconhedo. Muito Sangalo bebmos juntos.
..................
Ótimos

Querido Ucha,
Que satisfação poder acessar sempre ótimos e referendados artigos em seu blog! Forte Abraço, att,
Emerson Haas - Grupo Gazeta - Santa Cruz do Sul
............
Debon

Bom dia Ucha!!! Recebi sim, obrigada. Achei linda aquela na Vallontano, linda mesmo...
Obrigada pela nota no blog, já estou recebendo e-mails do pessoal aqui da cidade que acompanha teu trabalho...Obrigada pelo carinho e pelo espaço...Acho que nem mereço tudo isso!!!
Se tiveres outra na Vallontano pode me enviar, vou trocar a foto do meu blog!!!
Um beijão!!!!
Andréia Debon – Flores da Cunha
Resposta – Lê a primeira mensagem e verás que não são apenas os meus olhos. O Ignácio Carrau, da Bodega Carrau, manda dizer, de Rivera, como ficou impressionado com a beleza das jovens envolvidas com o vinho no Brasil!
............


Parabéns

Caro Ucha,
parabéns pelo seu Blog, o mesmo está mais completo e melhor a cada edição . Adorei a cobertura da apresentação dos vinhos do Galvão Bueno, principalmente pela assistencia
das representantes femeninas do setor . Desse jeito nós e a familia Carrau estamos em desvantagem, como vamos concorrer com toda essa beleza da mulher gaúcha .
A maioría delas eu não conheço mas agora me sinto com muita mais vontade de continuar avançando na divulgação e introdução dos vinhos da familia no mercado brasileiro .
Imagino que no próximo ano já tenhamos algum vinho para dar início ao projeto da fronteira .
Um grande abraço e nos mantemos em contato .
Ignacio Carrau – Rivera
Resposta – Obrigado, Ignácio, as meninas do mundo do vinho brasileiro são lindas mesmo. Quando estive em Livramento, me deu vontade de ir ver a obra no Cerro da Trindade, mas não deu tempo. Voltarei lá.
.....................

Larentis vai lançar um pinotage até o final do ano


O grupo de jornalistas no Villagio Larentis

A boa mesa da Larentis deixou todo mundo alegre

Sandi Marina Corso, enóloga da Chandon

André Larentis tirando a prova do pinotage
Fotos DU/JN e Cáren Cristine Dal Más
..........

A vinícola Larentis, do Vale dos Vinhedos, que acaba de completar 10 anos, vai lançar, até o final do ano um vinho com uva pinotage, uma variedade surgida, na África do Sul, em 1925, do cruzamento da pinot noir e da cinsault (na África do Sul, a Cinsault é conhecida por "hermitage", d'ai a palavra "pinotage", combinação de pinot + hermitage. No domingo, dia 25 de setembro, estive na Larentis, em companhia de outros jornalistas, e fui muito bem recebido pela família, inclusive com um almoço de massa caseira acompanhada por galinha e porco no espeto, terminando com um sagu maravilhoso, elaborado com vinho merlot.
Na cantina, André Larentis explicou os processo de preparação de todos os vinhos da Larentis, degustamos váriosdeles, inclusive o Pinotage, que ainda está no aço inoxidável. Sendo da safra 2011, é um vinho bastante jovem, um pouco quadrado ainda, com taninosmuito acentuados. No final deste ano, já estará amais amansado e, certamente, vai ser um bom vinho noveaux. Estava junto a Sandi Marina Corso, enóloga da Chandon, namorada do André, que deu sua opinião abalizada – e, certamente, favorável – ao vinho do amado.
A Larentis passou por uma reconversão dos vinhedos e, hoje, cultiva 15 de 20 hectares da propriedade, tendo apostado na qualidade e não na quantidade, colocando 3.800 por hectare e delas tirando, em média, 8 toneladas de uvas. Larri, Celso e o patriarca Cilo Larentis são os responsáveis pelo cultivo, em companhia do enólogo Alderico Sassi, enquanto Oliver cuida da administração e o sobrinho André, também enólogo, cuida da área comercial. A matriarca Romilda Larentis se responsabiliza pela organização interna, mantém todos unidos,m e faz uma polenta brustolada de dar água na boca. Vera e Rejane recebem os visitantes e fazem visitas guiadas e degustações. Todos vivem no Villagio Larentis, área nobre do Vale dos Vinhedos, com 18 hectares cultivados com cabernet sauvignon, marselan, merlot, pinotage, ancellota e chradonnay. Com capacidade de 100millitros, a vinícola produz 80 mil litros/ano dos vinhos Reserva Especial (ancellota, merlot, cabernet sauvignon e marselan), Varietais Nobres (pinotage, merlot, cabernet sauvignon e chardonnay), espumantes (Brut e Moscatel), bag-in-box Vigna D´Oro (tinto e branco seco, tinto e branco suave). A família teve origem nos Alpes da Itália e emigrou para o Brasil em 1876. Archangelo Larentis foi o precursorno plantio da uva e elaboração de vinhos.

Casa Valduga de olho na Vinoeste

A Vinícola Casa Valduga, do Vale dos Vinhedos, uma das maiores dopaís, com investimentos, inclusive no exterior, está de olho na Cooperativa Vinícola de Uruguaiana – Vinoeste, que o prefeito da cidade, Sanchotene Felice colocou à venda porque a Prefeitura conseguiu recursos, colocou no projeto e ele não andou. Juarez Valduga e o advogado Eduardo Vieira Ferracini estiveram em Uruguaiana avaliando o negócio.
A Casa Valduga poderá assumir o contole dos equipamentos, instalações e vinhedos da Vinoeste, produtora de vinhos tintos, com cantina na localidade de São Marcos, naquele município da região da Campanha. Para possibilitar o negócio, o prefeito Felice enviou projeto à Câmara de Vereadores, quedeverá se pronunciar em breve.

Grupo Vinícola Famiglia Zanlorenzi aposta nos espumantes Baccio

O espumante é a categoria que mais cresce entre os vinhos produzidos no Brasil e a Famiglia Zanlorenzi Grupo Vinícola, que trabalha com vinhos de mesa e finos, resolveu apostar em dois espumantes elaborados com muito carinho: o Baccio Moscatel e o Baccio Brut. A Vinícola Campo Largo, cuida dos vinhos de mesa e sucos, e a Serra Gaúcha, em São Marcos, dos finos.
O Baccio Moscatel, produzido com uva moscatel, possui aroma de flores, maçã-verde, frutas tropicais e guaraná, harmoniza com sobremesas, mousses e frutas. Tem gradução alcoólica de 7,5%. O Baccio Brut, elaborado com uvas chardonnay, riseling itálico e pinot noir tem aroma de mãça-verde, o mais típico dos espumantes da serra gaúcha, cassis e damasco, harmoniza com entradas, canapés, frutos do mar e salgados frios. Graduação alcoólica de 11,5%. Ambos já ganharam vários prêmios nacionais e internacionais e reforçam o novo posicionamento da companhia de investir na produção de espumantes, segmento que registrou crescimento de 65% em cinco anos.

Dom Cândido Valduga completou 80 anos


Cândido Valduga autografa a garrafade marselan 4ª Geração para este blogueiro
Foto Daniel Arraspide
.........
Durante minha recente visita ao Vale dos Vinhedos visitei, com muito carinho, Cândido Valduga, um produtor de grandes vinhos, principalmente com a uva marselan, que, dia 4 de outubro, completará 80 anos. Além de abraçá-lo, brindamos com excelentes vinhos, destacando-se, é óbvio o Marselan 4ª Geração, cuja garrafa ele autografou para mim, e um Gran Reserva Dom Cândido, com sua coloração vermelho-rubi maravilhosa e boa espessa, produzido especialmente para homenageá-lo em vida. A vinícola organiza uma grande festa que reunirá filhos, netos e irmãos para comemorar em família a data e degustar um vinho exclusivo, com marca própria e uma produção de apenas 3 mil garrafas. Cândido Valduga é marca registrada na Dom Cândido e no próprio Vale dos Vinhedos.
De olhar marcante, passos firmes e um sorriso honesto que esbanja jovialidade, ele me recebeu com simpatia extrema, uma serenidade que deixa escapar toda experiência de uma vida dedicada a terra, ao vinho. Quem visita a Dom Cândido é recebido por ele, que continua um autêntico contador de histórias.
Desde pequeno sempre acompanhou o pai, Marcos Valduga, na lida com o vinhedo. Ele ajudava a lavar as pipas, que abrigavam o vinho artesanal feito pela família para consumo próprio. A uva, já processada em vinho, era vendida para a Vinícola Rio-grandense – cerca de 30 mil litros por ano. A família também cultivava trigo, milho, feijão, tudo para a subsistência. O trabalho se estendia até o sábado à noite. No domingo, levantava às 6h para ir à missa. A igreja ficava a 6 km e este trecho era feito a pé. Folga só no domingo à tarde. Mas à noite o momento era dedicado a reza, e de joelhos.
Cândido Valduga recorda que tudo era feito a mão. “Não havia máquinas como hoje. Era bem mais difícil, mas era bom. Tínhamos tudo o que precisávamos. Comprávamos apenas o açúcar e o café, que íamos buscar a cavalo no centro da cidade”, conta. Logo que casou com Lourdes Gema Teston Valduga, aos 25 anos de idade, começou a vender uva para a rememorável Dreher. Os filhos Roberto, Celso, Marcos e Carlos ajudaram o pai na cultura do vinho e, logo, a área cultivada foi crescendo. Durante 29 anos, Cândido Valduga forneceu uva para a Dreher e também para a Tecnovin.
Em 1986 foi construída uma cantina: a Cândido Valduga e Filhos. No início, a uva era dividida entre o fornecimento para outras empresas e a própria produção. Seu Cândido, como é conhecido, foi o primeiro produtor do Vale dos Vinhedos a cultivar uma variedade vinífera, a Cabernet Franc, até hoje mantida pela vinícola. A iniciativa surpreendeu e animou a própria Dreher, que aproveitou a situação para investir na uva. Era apenas um hectare, mas foi o suficiente para despertar a atenção do setor para as uvas viníferas. Até então, as uvas americanas predominavam isoladamente.
Apreciador do vinho tinto merlot – talvez eu tenha aprednido com ele a gostar do merlot - e de um bom branco, este especialmente gelado e na praia, Cândido Valduga não deixa de cumprir sua rotina diária na Dom Cândido. É ele quem recebe os turistas que chegam à vinícola. E histórias é o que não faltam. Ao final do dia sempre reserva um tempo para ir ao bar da localidade para jogar bisca, tri-sete e quatrilho com os amigos.
O controle do varejo é tarefa do Seu Cândido. Além de coordenar o trabalho no setor, ele também é responsável pela compra dos embutidos, acessórios para vinho, geléias e artesanato comercializados no local. “Enquanto converso com os turistas o tempo vai passando. Só tem uma coisa que me preocupa. Eu não lembro de todas as pessoas quando elas retornam, o que não me agrada”, lamenta.
Sem se imaginar fazendo outra coisa, o patriarca recomenda para quem deseja o sucesso, honestidade, trabalho e saúde. “Ser honesto é a melhor coisa do mundo e o trabalho nos dá dignidade, pois nada cai do céu e problemas existem e sempre vão existir”, afirma. Mesmo com uma vida regrada por escolha própria, não descarta o copo de vinho e a boa comida. Tudo sem exageros.
A comemoração desta trajetória será marcada pelo lançamento de um assemblage, que poderá ser degustado a partir do mês de outubro. Serão apenas 3 mil garrafas e a venda será exclusiva no varejo da vinícola. Aguardem!
A Dom Cândido Vinhos Finos é uma vinícola familiar instalada no Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha. Com uma produção controlada, a vinícola aposta na elaboração de grandes vinhos em pequenos lotes. Desde sua fundação, a empresa ampliou seus vinhedos, hoje responsáveis por 100% da produção de seus vinhos e espumantes, cerca de 300 mil litros por ano. São 12 hectares só no Vale dos Vinhedos, onde cultivam uvas viníferas das variedades Marselan, Cabernet Sauvignon, Merlot e a branca Chardonnay. Em Veranópolis, município vizinho, a aposta é nas variedades Marselan, Malbec, Tannat e Alicante. Lá, a empresa possui 50 hectares, 32 destinados a vitivinicultura. A Dom Cândido foi a primeira vinícola do Brasil a lançar um vinho Marselan. Com identidade própria, o produto é um dos diferenciais da vinícola.
Na unidade do Vale dos Vinhedos, estão o varejo, o setor administrativo e as áreas de envelhecimento e expedição. Na propriedade da Garibaldina, no município de Garibaldi, fica a produção e o engarrafamento. A história da Dom Cândido se confunde com a do Vale dos Vinhedos. O desenvolvimento do enoturismo ajudou a empresa a se posicionar no mercado. Hoje, a Dom Cândido recebe milhares de turistas anualmente. A visitação é diária, das 9h às 17h30min, sem fechar ao meio-dia.
A empresa se orgulha por ter conquistado dezenas de premiações em concursos internacionais. São Medalhas de Duplo Ouro, Medalhas de Ouro, Prata, Bronze, além de Diplomas de Honra, distinções que comprovam a qualidade dos produtos que trazem a marca Dom Cândido.
Uma explicação para facilitar o entendimento do leitor: a uva marselan é uma variedade de origem francesa, clone resultante do cruzamento das variedades grenache preto (a principal uva utilizada na elaboração dos bons Châteauneuf-du-Pape) e cabernet sauvignon (utilizada na elaboração dos melhores vinhos do mundo). Dom Cândido começou a plantá-la, em 2001, e foi um dos principais introdutores da variedade na região, pois dava mudas aos vizinhos interessados. A Dom Cândido foi a primeira vinícola a produzir, aqui, o vinho marselan. A primeira colheita foi em 2003 e a primeira safra em 2004.
Aprendi com Dom Cândido que este vinho escuro, com coloração intensa de tons vermelhos violáceos, cai extraordinariamente com carnes vermelhas, molhos fortes, coelho, pato, porco e javali. Aliás, certa vez, jantei na Casa Valduga, de parentes de Dom Cândido, um excelente javali, e o vinho foi Casa Valduga Identidade Marselan, com taninos maduros e persistência gustativa que confirmaram as notas aromáticas que agradam o paladar atribuidas a este vinho.

Gran Legado Brut Champenoise abriu os trabalhos





Aline Maria Carbonara, enóloga da Gran Legado
............

Na noite em que cheguei ao Vale dos Vinhedos, nesta mais recente estada, dia 23 de setembro, tive um bom começo. Fomos jantar, com o responsável pelo marketing da Grand Legado, Rodrigo Biasi, e com a enóloga Aline Maria Carbonera, no restaurante Di Paolo, um dos mais famosos do vale, e abrimos os trabalhos com o Gran Legado Brut Champenoise, espumante que a Vinícola Wine Park colocou no mercado em abril (novo lote, pois o anterior foi o Melhor Espumante Nacional no Top Tem da Expovinis Brasil e já esgotou) numa pequena partida de 12 mil garrafas. Resultado da combinação dos vinhos chardonnay e pinot noir das safras 2007, 2008 e 2009, é simplesmente delicioso, como comprovou a jornalista Andréia Debon, excelente parceira de vinhos. É um espumante diferenciado.
Já havia conversado sobre ele com o enólogo Christian Bernardi, que explicou que o produto iniciou seu processo de “champanhização” em maio de 2009, com degorge ocorrido em fevereiro deste ano. Ao todo, foram 21 meses de maturação , sob perfeitas condições de temperatura. “Este tratamento possibilitou um amplo desenvolvimento de aromas e enriquecimento das propriedades gustativas. O resultado é um espumante de alta qualidade”, destaca.
A jornalista Silvia Mascela Rosa, da revista Adega, que estava junto, não me deixa mentir sobre a qualidade do produto Grand Legado. Também os jornalistas Afonso Ritter, José Luiz Prévidi, Emerson Haas, Daniel Arraspide, Andrea Veronica Fontes Rodriguez, Samuel Ramos, Giuliano Mendes, Lisandro Larréa e o chef André Luiz concordaram sobre a qualidade do que bebíamos.
O produto se apresenta com coloração amarelo-palha com reflexos brilhantes, aroma intenso, notas muito complexas lembrando frutos frescos mesclando com as notas maduras das leveduras, amêndoas e frutos secos. No paladar, preserva a elegância e o frescor característicos do espumante com um volume de boca que o torna intenso e prolongado. No retrogosto relembra as notas aromáticas percebidas inicialmente.
Elaborado a partir das variedades chardonnay e pinot noir é resultado de processo clássico, com prensagem direta da uva. Após etapas de assemblage e estabilização, tomada de espuma em processo champenoise (refermentação na própria garrafa), maturação por meses, degorge e colocação da vedação definitiva.
As uvas foram cultivadas em vinhedos próprios da Vinícola Wine Park, no Vale dos Vinhedos, na antiga e bonita área que foi da Forestier, conduzidos em sistema espaldeira com produtividade máxima de 8 mil kg por hectare. Com uma área de plantio de 15 hectares, a Wine Park aposta na produção controlada e de excelência. Com uma produção controlada, a vinícola garante a qualidade da matéria-prima, favorecendo a elaboração de vinhos e espumantes diferenciados com atributos superiores, produzidos e engarrafados na sede da Vinícola (antiga Maison Forestier), no município de Garibaldi, na área demarcada de “Indicação Geográfica de Procedência do Vale dos Vinhedos”.
Para quem quer experimentar outros espumantes, a Gran Legado possui, também o Moscatel e o Brut Charmat. Depois, um Gran Legado Merlot 2005 caiu muito bem com os galetos deliciosos do Di Paolo.

Histórias e receitas da churrascaria Barranco


Nádia e Elson reuniram 100 melhores receitas


Nádia Furini estudou culinária em Nova Iorque
Fotos DU/JN
...........













Bons vinhos e excelente carne de cordeiro marcaram o primeiro lançamento do livro De pai para filha – As 100 melhores receitas, de Elson e Nádia Furini, na churrascaria Barranco, em Porto Alegre. O livro, inclusive, tem quatro receitas com carne de cordeiro muito interessantes: carré com manteiga composta; cordeiro ao molho madeira; pernil de ovelha assado e pernil de ovelha com linguicinha.
Elson Furini, churrasqueiro, empresário e fazendeiro tornou-se famoso, no Rio Grande do Sul, como dono da churrascaria Barranco (av. Protásio Alves, 1578). Agora, é, também, autor de livro porque, dia 29 de setembro, lançou De pai para filha – As 100 melhores receitas, em parceria com sua filha Nádia Furini, que mora nos Estados Unidos, onde trabalha no Wall Street Journal. O primeiro lançamento, para jornalistas, foi feito, na Barranco, com a presença, entre outros, de Fernando Albrecht, Marco Aurélio, Diego Casagrande, Wilson Müller, Ayres Cerutti, Pedro Maciel, Paula Sória, Eduardo Conill, Silvas, Jurandir Soares, Ana Luisa Fagundes, Bete Duarte, Luiz Carlos Reche. Também presentes o editor Paulo Flávio Ledur, Arthur Zanella, Geraldo Rodrigues da Fonseca, Francisco Fontoura e Vera, Ario Mazzei, André, Daniela e Beatriz Ramos, o Chiquinho, sócio do Barranco, e muita gente mais. Outro lançamento, será feito dia 4 de outubro, também na churrascaria, para os amigos e clientes.
O livro tem prefácio deste blogueiro. Em cerca de 30 páginas, conto a história de Elson Furini, sua saída de Tenente Portela, onde nasceu e começou seus estudos, as vicissitudes na capital, tanto para arranjar emprego quanto para seguir estudando, os primeiros trabalhos, a descoberta da aptidão para tratar com o público e, finalmente, o sucesso no setor de gastronomia. As histórias na Barranco dão um sabor extra ao texto, como a visita do ator norte-americano Sammis Davis Jr., levado pelo jornalista Maurício Sirotsky Sobrinho, e os casos de amor e desencontros entre marido e mulher, pegos em infidelidade.
As receitas são simples, a maior parte delas caseiras, trazidas da história da família Furini em Tenente Portela, outras desenvolvidas nos vários restaurantes onde Elson trabalhou e, algumas, coletadas pela Nádia Furini, que cultiva a paixão pela culinária, herdada do pai e continuada nos cursos de extensão no Institute of Culinary Education, em Nova Iorque. “Com este livro, disse Nádia, queremos manter vivas astradições e receitas familiares, essas que passam de geração para geração e fazem das nossas mesas o lugar da mais saborosa integração.”

Bento em Vindima será entre janeiro e março

O Comitê Gestor do Bento em Vindima reuniu-se para discutir a programação do evento, que ocorrerá de 13 de janeiro a 11 de março de 2012, em Bento Gonçalves. A programação, que ainda não tem datas definidas, irá incluir cursos de degustação de vinhos e espumantes, apresentações musicais e teatrais, filó, programação especial em hotéis, vinícolas e rotas turísticas, além do tradicional Jantar Sob as Estrelas.
O Bento em Vindima é promoção da Secretaria Municipal de Turismo (SEMTUR), em parceria com Bento Convention, Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (SHRBS), Sistema Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Ministério do Turismo (MTur), Secretaria de Turismo do RS (SETUR), Associação Brasileira de Enologia (ABE), Secretaria de Cultura, Fenavinho Brasil, Fundaparque, Associações de Turismo (Vale dos Vinhedos, Caminhos de Pedra, Vale das Antas, Vinhos de Pinto Bandeira, Cantinas Históricas), Instituto Federal (IFRS) e Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL).

Veuve Clicquot Fridge Rosé – versão pink chega ao Brasil




Veuve Clicquot Rosé é uma delícia
............

Quebrar o gelo sem que ele derreta, borbulhar e desfrutar o delicioso champagne Veuve Clicquot Rosé geladinho até o último gole... Delicioso deleite de até duas horas, oferecido por Veuve Clicquot Rosé e seu novo estojo que o mantém gelado.
Com design retrô inspirado nas icônicas geladeiras dos anos 50, o Fridge Rosé chegou ao Brasil. Divertido e descolado, o estojo que reinterpreta com linhas estilizadas à glamurosa década de 50, pode guardar sua garrafa de champagne com estilo, além de mantê-la na temperatura ideal para consumo por até duas horas. Fridge Rosé é feito em acrílico especial, com laminação brilhosa, material de alta tecnologia e fácil portabilidade – to be cool!
Uma experiência única começa com o suave estalido ao abrir o Fridge Rosé. Seus sentidos encontram uma recompensa encantadora nas vívidas borbulhas de Veuve Clicquot Rosé. Após esta viagem ao mundo das sensações, guarde seu Fridge Rosé como uma lembrança dos momentos efêmeros, como um acessório de design para sua casa, ou acrescente à sua coleção, ao lado do já lançado Fridge Yellow, sucesso absoluto no ano passado.
Através dos séculos, Veuve Clicquot tornou-se conhecida como a Maison das ideias inovadoras. Madame Clicquot criou o primeiríssimo Champagne Rosé em 1775. O estilo da Maison permanece único, no coração de cada Veuve Clicquot Rosé, vinhos Pinot Noir tintos aproveitam a força e complexidade da fruta e taninos, uma extraordinária assinatura da Maison. A assemblage de vinhos tintos complementando a assemblage de vinhos brancos dá a Veuve Clicquot Rosé uma poderosa e precisa cor, bem como aromas únicos da região de Champagne. Esta personificação do espírito ousado de Madame Clicquot continua viva. O elegante charme frutado de Veuve Clicquot Rosé o tornou escolha instintiva para toda e qualquer celebração distinta, assim como todas as ocasiões românticas.
Preço sugerido: R$ 290,00.
SAC: 11 3062-8388

Lacava leva arte do armazenamento de vinhos para Gramado












Adega de vidro Lacava no Mamma Pasta
........








As garrafas ficam bonitinhas, na posição e temperatura certas
A Lacava, especialista em adegas personalizadas, acaba de executar seu primeiro projeto em Gramado (RS). Quem buscou a novidade para os amantes de vinhos foi o Restaurante Mamma Pasta, da rede Mamma Mia. A adega personalizada foi feita em vidro e conta com a premiada tecnologia belga B’Block. Comporta 260 rótulos originários de diversos países. Os visitantes poderão admirar cada elemento do projeto na entrada do restaurante. A adega personalizada foi projetada com o sistema B’Block, inventado na Bélgica e um dos mais premiados sistemas de armazenamento de vinho do mundo. “Planejamos o projeto buscando a valorização da garrafa do vinho como uma obra de arte”, conclui o arquiteto Leandro Demenegui.

Viapiana começa implantação de nebbiolo e resgate do cabernet franc



Novos vinhedos sendo implantados na Viapiana
Foto Débora Viapiana

O projeto de expansão nas variedades de vinhos da Viapiana, de Flores da Cunha, passa por uma novidade e por uma uva que já foi tradicional na Serra Gaúcha, e que viu seu status diminuir nos últimos anos. Começaram nesta semana a implantação de novas áreas de vinhedos nas variedades nebbiolo e cabernet franc. Eu fui um amante do cabernet franc e, em deteminado momento, há alguns anos, escrevi que ele deveria ser a uva ícone do Brasil.
“A nebbiolo é uma variedade bastante difundida na Itália, de onde vieram as mudas. Lá, existem grandes vinhos com esta uva, mas no Brasil ela ainda é pouco trabalhada. Esperamos que a variedade se adapte bem em Flores da Cunha”, explica o enólogo da vinícola, Elton Viapiana. Sobre o cabernet franc, Viapiana explica que a uva possui lugar de destaque no desenvolvimento dos vinhos gaúchos e que sempre rendeu bons resultados na região.
O enólogo afirma que o objetivo é implantar, gradativamente, novos e diferentes vinhedos próprios. “Vamos buscar novos cultivares para diversificar o mix e ter opções para cortes e varietais novos”, comenta, destacando que os novos vinhedos devem levar, pelo menos, três anos para começar a produzir.
(+) Viapiana Vinhos e Vinhedos
Alfredo Chaves, Flores da Cunha
www.vinhosviapiana.com.br / 54 3297 5144

Novidades na Vinum Enoteca

A Vinum , em Porto Alegre,está com novidades. O chef francês Antoine Chepy e a pâtissière brasileira Bianca Muller estão reformulando o menu. Agora, os almoços semanais (12h às 15h) oferecem três opções de entradas, três opções de pratos principais e as sobremesas do cardápio. Para a Happy Hour (17h às 19h30min), aperitivos e "tapas" para acompanhar os momentos de descontração e as facilidades de espumante e vinhos em taças, num clima de autêntico Bar de Vinhos.
Finalmente, o cardápio principal vai conter todo o sabor e a "expertise" do chef: comida de bistrô com qualidade e simplicidade. Na segunda-feira, dia 3, fechou para a transição do cardápio. A partir de terça-feira, dia 4, começou a funcionar, na rua Marquês do Herval, 52.

Almaúnica classificou muito bem o seu Syrah na Avaliação Nacional de Vinhos







Márcio Brandelli explicando os conceitos da Almaúnica
Foto DU/JN
...............







Quando estávamos na degustação, às cegas, dos 16 vinhos mais representativos da safra 2011, o jornalista Afonso Ritter e eu comentamos com entusiasmo um vinho que deu vontade de beber, embora se visse que ainda estava na barrica, muito novo. Quando foram identificadas as amostras degustadas, comprovamos que era o Syrah da jovem vinícola Almaúnica, no Vale dos Vinhedos.
Isso foi sábado, dia 24. No domingo, dia 25, em companhia de outros jornalistas fomos até a Almaúnica, muito bem recebidos pelo enólogo Márcio Brandelli, dono da vinícola, em companhia da irmã gêmea Magda, e ele não só nos mostrou as instalações, todas novas e modernas, desenhadas para ser uma vinícola butique, como nos deu prova de alguns vinhos que ainda estão nas barricas de carvalho, aprontando para serem colocados no mercado em 2012.
Entre estas provas, a do Syrah que lá se mostrou até melhor do que na amostra da degustação. Será, sem dúvida, um grande vinho, como acentuaram os enólogos, Mauro Zanus, Magda Beatriz Gatto Salvador e Odinéli Louzada dos Santos Corrêa, com coloração rubi intenso, com reflexos violáceos, aroma destacado de framboesas, eucalipto,, café, pimenta-preta, cacau, passas, tabaco, , chá-preto e torrefação. O sabor é rico, com uma acidez equilibrada, taninos maduros (macios), marcantes e de boa qualidade. Temo notas de especiarias, com retrogosto persistente.
Também bebemos um vinho pronto, o Reserva Merlot D.O. 2009, produzido com uvas provenientes de um único vinhedo, cujos cachos foram selecionados para que obtivesse maior concentração, no mês de fevereiro. Os grãos também foram selecionas em mesa. Depois de fermentação por gravidade, maceração a frio durante dois dias e fermentação por leveduras selecionadas, duante 14 dias, em temperatura controlada de 25° a 26°, a maturação ocorreu em barricas de carvalho novas francesas por 14 meses. Depois de engarrafado, ainda ficou repousando nas caves subterrâneas da bela vinícola.
Resultado, um vinho com 13% de álcool e 1,5g/l de açúcar, de coloração rubi profundo, com notas violáceas, límpido ebrilhante, aromas de ameixas, chocolate, café e pimenta;sabores bem casados e agradáveis, retrogosto persistente, com frescor e delicioso equilíbrio. Sem dúvida, um bom vinho desenvolvido pelo Márcio Brandeli.

Vinhos do Alentejo voltam ao Brasil

Eventos no Rio e em São Paulo apresentarão as últimas safras desta fabulosa região de Portugal, que conheci há alguns anos, vindo da Espanha, e no almoço com um aristocrata produtor – também criador de touros para touradas e cavalos - me disse, no meio da refeição, que aqueles cálices que estávamos usando tinham mais de 200 anos. Foi o que bastou para me deixar cheio de dedos, ou de mãos, pois passei a segurar as taças com todo cuidado, com medo de quebrá-las. Confesso que perdi o gosto pela pomba com passas de uva e arroz branco servidos na mesa muito bem posta. Os vinhos, produzidos pelo dono da casa, eram muito bons.
Voltemos ao presente: o Brasil, um dos maiores importadores de vinhos do Alentejo do mundo, receberá nos próximos dias 04 (RJ) e 06 (SP), dois eventos exclusivos realizados pela Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CRVA), de Portugal. Abertos ao público, das 16h às 21h, serão apresentados cerca de 100 vinhos da última safra, de mais de 20 vinícolas alentejanas, desde os produzidos para o consumo cotidiano a rótulos topo de gama.
Estão previstas ainda provas temáticas especiais que contarão com a presença de Rui Falcão, um dos mais conceituados críticos portugueses de vinhos. Os vinhos do Alentejo têm o Brasil como seu principal mercado importador fora da União Europeia, registrando um crescimento de 48% apenas no último ano. Entre 2004 e 2010, o aumento chegou a quase 200%. No mercado português, os vinhos da região são líderes de venda - detendo cerca de 40% do volume total de vendas e quase 45% em valor total.
PROGRAMAÇÃO:
VINHOS DO ALENTEJO NO BRASIL
Evento gratuito
Inscrições pelo e-mail vinhosdoalentejo@cunhavaz.com
RIO DE JANEIRO
04 de outubro
Hotel Santa Teresa - Rua Almirante Alexandrino, 660 – Bairro Santa Teresa
16h às 21h – Aberto ao público em geral - sem limite de vagas.
Prova Especial - 18h30 – 19h30
ALENTEJO, ONDE O CLASSICISMO E MODERNIDADE ANDAM LADO A LADO
Os grandes vinhos do Alentejo conjugam como poucos perfis clássicos e de modernidade - Velho e Novo Mundos, lado a lado, numa só região.
Presença do Crítico Rui Falcão. Vagas Limitadas
SÃO PAULO
06 de outubro
Hotel Renaissance – Alameda Santos, 2233 – Jardins.
16h às 21h – Aberto ao público em geral - sem limite de vagas.
Prova Especial - 18h30 – 19h30
ALICANTE BOUSCHET, A ESTRELA DO ALENTEJO
É uma das castas mais mal amadas de muitos países, mas que encontrou no terroir do Alentejo um lugar especial, onde expressa uma identidade muito própria e reconhecida pela crítica e consumidores.
Presença do Crítico Rui Falcão. Vagas Limitadas

Don Giovanni está entre os 16 vinhos mais representativos da safra de 2011

A vinícola gaúcha Don Giovanni ficou, também, entre os 16 vinhos selecionados, mais representativos da safra 2011, durante a realização da 19ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2011, realizada, dia 24 de setembro, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves (RS). A entidade promotora do evento foi a Associação Brasileira de Enologia (ABE). Entre os 30% representativos da safra deste ano, um dos escolhidos foi o Chardonnay Don Giovanni.
A Avaliação Nacional de Vinhos reuniu 820 pessoas vindas de oito países. “Foram 16 vinhos brasileiros selecionados, entre os 30% representativos da safra 2011. Para toda nossa equipe é uma grande honra estar nesta seleta lista. Todos os produtores que participaram deste grande evento estão de parabéns e nós vamos comemorar muito mais esta conquista”, avaliou Daniel Panizzi, gerente de vendas da DG.
A empresa é um complexo que reúne vinhedos, vinícola, varejo de vinhos, pousada e restaurante. Está localizada em Pinto Bandeira, a 12 km do centro de Bento Gonçalves, pela rodovia VRS 805, em um dos pontos mais altos do município (720m). Seus espumantes são considerados entre os melhores do Brasil, junto às publicações e profissionais especializados da área. Com uma produção média de 100 mil garrafas/ano, a Don Giovanni visa agregar valor aos seus produtos, justamente pela pequena produção. Informações sobre a Don Giovanni podem ser visualizadas pelo site www.dongiovanni.com.br.

Carré de cordeiro do chef estrelado Benoît Sinthon no Trebbiano Ristorante

Chef que se preza não deixa de ter um prato com cordeiro em seu repertório (?). Ó que acontece com Benoît Sinthon que, dia 4 de outubro, estará no Trebbiano Ristorante, do L’Hotel Porto Bay São Paulo, apoiado pelo chef de pâtisserie Yves Michoux, ambos do Il Gallo D’Oro, restaurante com uma Estrela Michelin desde 2008, preparando um jantar especial. Qual será o destaque? O menu gourmet trará opções de uma cozinha aromática de inspiração mediterrânea e ibérica, com destaque para o premiado carré de cordeiro e para o robalo acompanhado de caviar Oscietra. Em seguida os chefs partirão para o Rio de Janeiro, onde participarão do evento de alta gastronomia Zahil Saber Viver, ao lado do renomado chef internacional Daniel Boulud, além de Roberta Sudbrack e Claude Troigos.
Jantar no Trebbiano Ristorante
Entrada
Sinfonia de aspargos e bombom crocante de lagostim ao aroma de pimenta Sansho.
Primeiro prato
Robalo selvagem guarnecido de royale de alho-poró, mexilhões e caviar Oscietra
Segundo prato
Carré de cordeiro em crosta de ervas com riviera de legumes e Gremolata
Sobremesa
Fine folhas de chocolate, creme ligeiro de baunilha, manga fresca e maracujá
Data: 04 de outubro de 2011 (terça-feira)
Horário: a partir das 19h30
Local: Trebbiano Ristorante
Endereço: Alameda Campinas, 266 – Jardim Paulista – São Paulo – Brasil
Preço: R$ 270,00 por pessoa, com vinho harmonizado e bebidas não alcoólicas inclusas
Estacionamento: cortesia
A paixão do chef francês pela cozinha mediterrânea começou com a sua avó italiana, que o levava ao Vieux Port, em Marselha, para ensiná-lo a escolher peixe. Iniciou a sua carreira na França, onde conquistou uma experiência eclética em diferentes restaurantes, como o “Rochegude” e o “Joigny”, ambos membros do Relais & Chateaux, com uma e três Estrelas Michelin, respectivamente. Em 2004, assumiu o cargo de chef executivo do “The Cliff Bay”, membro da Porto Bay Hotels & Resorts. Em 2009, Benoît Sinthon viu reconhecido o seu trabalho no restaurante “Il Gallo D’Oro”, quando recebeu uma Estrela Michelin, distinção posteriormente renovada nos Guias de 2010 e 2011.
A carreira do chef Yves Michoux como chef de pâtisserie teve início em Lyon (França) em 1972. O seu percurso traduz uma experiência consolidada na patisserie de muitos hotéis na França e em restaurantes com uma, duas e três estrelas Michelin, como o “Moulin at Mougins (1976)”, “Le Taillevent”, “Le Concorde” e “La Fayette”, todos em Paris. Passou ainda pelo “One & Only Royal Mirage”, em Dubai. Atualmente é o chef patissier do conceituado hotel “The Cliff Bay” na Madeira, da rede Porto Bay Hotels & Resorts.
O Trebbiano Ristorante fica no L’Hotel Porto Bay São Paulo, Alameda Campinas, 266 – Jardim Paulista – São Paulo – Brasil, telefone (11) 2183-0541 - www.portobay.com

Por que foram homenageados Villaverde e Vignatti


João Vignatti recebeu o Troféu Vitis Enológico das mãos de Firmino Splendor, seu ex-colega


Adão Villaverde recebeu o Troféu Vitis Amigo do Vinho

Fotos Gil Gomes
...........
Recebi algumas mensagens solicitando mais detalhes sobre a premiação com o Troféu Vitis ao deputado Adão Villaverde, presidente da Assembléia Legislativa, ao enólogo João Vignatti, durante a 19ª Avaliação Nacional de Vinhos Safra 2011, em Bento Gonçalves, dia 24 de setembro. A Sociedade Brasileira de Enologia, promotora do maior evento sobre avalisação de vinhos Brasil, vem outorgando este troféu aos melhores amigos do vinho.
A Avaliação Nacional de Vinhos é considerada o momento maior do vinho brasileiro. E é justamente por isso que a Associação Brasileira de Enologia (ABE) – entidade promotora -, aproveita o evento para homenagear grandes colaboradores do setor com o Troféu Vitis. A cada safra, são distinguidas duas personalidades. Este ano, o Troféu Vitis 2011 foi para o presidente da Assembleia Legislativa do RS, deputado estadual Adão Villaverde e para o enólogo João Vignatti nas categorias Amigo do Vinho Brasileiro e Enológico, respectivamente.
Engenheiro e professor, Adão Villaverde traçou sua trajetória na gestão pública. Entretanto, o vinho, uma de suas paixões, sempre fez parte de sua vida. Degustando ou lutando pelas causas do setor, o deputado estadual, em seu terceiro mandato, é figura assídua nos eventos vitivinícolas.
Membro da primeira turma de enólogos, formada em 1963, o enólogo João Vignatti, atuou por mais de 40 anos no setor. Sua trajetória iniciou em Flores da Cunha, na Companhia Riograndense, mas foi na Vinhos Mioranza que desempenhou suas funções por mais de 30 anos. Hoje com 75 anos continua visitando vinícolas por hobby.
Um público de 820 apreciadores de vinho participaram da 19ª edição do evento. A avaliação reuniu 383 amostras de 72 vinícolas de seis estados brasileiros. Na oportunidade, foram divulgados os vinhos classificados entre os 30% representativos, além dos 16 selecionados para a degustação.

Sanjo investe em vinícola


Sanjo investiu R$ 5,5 milhões em novos vinhedos e cantina em São Joaquim
Foto Divulgação
..........
O sucesso da produção de vinhos finos de altitude na Serra Catarinense estimulou a Sanjo a investir R$ 5,5 milhões em uma nova unidade vinícola com 2600 m2, que entra em operação neste mês de outubro de 2011, com capacidade de processar 150 toneladas de uvas a cada nova safra. A decisão está alicerçada no sucesso do mercado dos vinhos catarinenses e, em particular, no aumento de 50% nas vendas dos vinhos da Sanjo no primeiro semestre de 2010, em relação ao mesmo período em 2009 – número significativamente superior aos 28% de elevação nas vendas registrados pelos vinhos importados no país, segundo o Ibravin. Além de incrementar a produção em mais de sete vezes o volume atual – a meta é atingir 287 mil litros anuais até 2015 -, a nova estrutura representa a autosuficiência da empresa em todas as etapas de sua vinicultura - sem a necessidade de recorrer à terceirização da vinificação realizada pela maior parte das vinícolas da região.
Em sua nova sede em São Joaquim, a empresa oferecerá aos visitantes uma experiência única de conhecer e saborear alguns dos melhores vinhos do Brasil, fomentando o roteiro do enoturismo nesta região que registra as temperaturas mais baixas do país, com a presença de neve no inverno. A nova unidade conta com serviços de visitação guiada e degustação dos vinhos da empresa, onde é possível saborear rótulos premiados como o Maestrale, Núbio e Nobrese, que representam com propriedade o valorizado terroir da Serra Catarinense. Os visitantes podem conhecer ainda os detalhes do processo de elaboração dos vinhos por gravidade, que inclui um moderno sistema de ponte rolante para que a etapa de transferência de líquidos seja realizada sem a utilização de bombas. A cantina é ambientada com caves, construídas com painéis isotérmicos que permitem o controle da temperatura e da umidade do local, tornando ainda mais agradável a experiência.
A conclusão do projeto representa a consolidação da Sanjo como uma das grandes produtoras de vinho da Serra Catarinense e um sólido crescimento do setor – estima-se que a produção total das vinícolas da região, que hoje gira em torno de 600 mil garrafas anuais, alcance um volume de 1 milhão até 2013. “A tecnologia que foi empregada neste projeto proporcionará o aumento da nossa produtividade com benefícios efetivos para a elaboração de vinhos com personalidade e o terroir marcante da região”, afirma o enólogo Olavo Gavioli.
A Sanjo Cooperativa Agrícola de São Joaquim (SC) é uma das maiores produtoras de maçãs do Brasil. A partir de 2002, a empresa passou a investir também na produção de vinhos finos de altitude, utilizando-se dos mesmos processos de qualidade e tecnologia que integram os valores essenciais de sua fruticultura. www.sanjo.com.br

Vinhos importados pela Domno ganham prêmios

Dois vinhos chilenos da linha Yali, elaborados pela Viña Ventisquero (Chile) e importados pela Domno do Brasil, acabam de conquistar duas medalhas na Alemanha. O júri do concurso Der Grosse Internationale Weinpres concedeu medalha de Ouro ao Yali Reserva Carménère 2010 e medalha de Prata ao Yali Wetland Cabernet Sauvignon Carménère 2010.
Aliás, durante minha estada na Dal Pizzol, para jantar, dia 24 de setembro, sentei-me à frente do enólogo chileno Sérgio Homazabal e com ele recordei setembro do ano passado, quando fui ao Chile e visitei a Ventisquero, e provei, exatamente os Yali, uma linha que estava sendo desenvolida pelo enólogo-chefe Felipe Tosso. Uma das provas foi no alto de uma montanha, comendo um extraordinário ceviche – todos disseram que o ceviche chileno é muito melhor do que o peruano.

Bouza Tannat Parcela Única A7 7 Barricas 2009














Fiquei curioso em provar este tannat
Foto Bodegas del Uruguay





Andréia Debon provando um vinho uruguaio
Foto Daniel Arraspide
...........

Enquanto provava alguns vinhos uruguaios, na noite de 23 de setembro, no Hotel Farina Park, em Bento Gonçalves, levados pelo sommelier Daniel Arraspide, na bela companhia da jornalista Andréia Debon, ele me falou na excepcional qualidade de um tannat das Bodegas Bouza, o Bouza Tannat Parcela Única A7 7 Barricas 2009. Pois, agora, recebi a news letter 42 Vinícolas do Uruguai e encontrei um interessante texto sobre o vinho. Enquanto não o encontro para provar, vamos ao texto da Vinícolas do Uruguai:Facebook “O Bouza Tannat Parcela Única A7 7 Barricas 2009, como o próprio nome sugere, vem da seleção de apenas sete barris em que realizaram o amadurecimento os vinhos elaborados com uvas da casta Tannat da vinha A7 da safra 2009. Essa vinha pertence ao vinhedo localizado em Melilla, e tem como característica particular um solo de granito rosa com excelente drenagem e um sistema de condução que coloca a fruta perto do chão, tendo a luz refletida a partir da pedra.
Foram escolhidas para este vinho barricas novas de carvalho francês, das quais, pelas características sensoriais e qualidades únicas dos vinhos, o enologista escolheu sete que foram reservadas para enfatizar o tempo de amadurecimento até os desejados 17 meses. Este foi seguido por o engarrafado sem filtrar em novembro de 2010, e desde então envelhecido em garrafas por oito meses, esperando até este momento em que o vinho pode ser degustado e desfrutado.
O Bouza Tannat Parcela Única A7 já recebeu reconhecimento internacional, sendo premiado com a Medalha de Prata na 18ª edição da prestigiada concorrência Selections Mondial des Vins realizada em Quebec, Canadá entre 31 de maio e 06 de junho de 2011, com o aval da OIV, a VinoFed e a UIOE, que foi presidida por um júri composto por membros de mais de 25 países, o que for publicado por Bodegas del Uruguay.
As notas de degustação feitas no momento de seu lançamento pelos enólogos Eduardo Boido, o criador mesmo deste vinho, e Caterina Viña dizem que o Tannat Parcela Única A7 7 Barricas 2009 apresenta uma cor púrpura profunda. O nariz é dominado por aromas de pimenta de Jamaica e alcaçuz, com notas de marmelo e um final de tabaco. Na boca tem um começo doce e se apresenta equilibrado, volumoso e aveludado. O final lembra dos aromas iniciais de pimenta e tabaco. Por enquanto, este vinho pode ser comprado apenas na butique de vinhos da adega, como os outros vinhos de edições especiais da Bouza, e nas lojas Duty Free dos aeroportos no Uruguai.”
Em minha próxima ida a Rivera, vou ver se encontro este Bouzas, embora lá não seja muito fácil encontrar os vinhos uruguaios de qualidade. Parece que, temendo a concorrência dos vinhos estrangeiros, vendidos com menos imposto nas lojas free-shops, os produtores uruguaios não mandam seus melhores produtos para a fronteira. Os brasileiros, por exemplo, vão a Rivera comprar chilenos, argentinos, franceses e italianos.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Mensagens

Courmayeur

Em solo franco argiloso, as videiras crescem munidas de força e vigor. Suas raízes preparam-se para alimentar seus frutos, revelando a essência daterra e a complexidade de seu terroir.
Profunidade: 110 cm
Altitude: 644 m
Latitude: 29° 13’ 10’’ S
Longitude: 51° 34’ 03’’ W
Courmayer
Resposta – Obrigado.
.............

Las Brujas

Sr. Danilo
Esperamos haya disfrutado en la degustación con el Sommelier Daniel Arraspide, nuestro Sauvignon Blanc Las Brujas que importa Hannover .
Será un gusto recibirlo en nuestra bodega cuando Ud. crea conveniente.
Cordiales saludos,
Marta Méndez Parodi
GIMENEZ MENDEZ
Directora
Canelones - Uruguay
J.Batlle y Ordóñez 165
Tel: 433 20307 - 08
Cel: 598 99 69 37 97
Skype : marta.mendez.parodi
www.gimenezmendez.com
Resposta [- Marta, não só degustei, como gostei muito, conforme disse ao meu amigo Daniel Arraspide. É um sauvignon blanc ideal para o clima brasileiro.
...............
Carrau

Caro Ucha,
parabens pelo Blog, mais uma vez !!
Também obrigado por falar do Ignacio e eu no caso de Rivera(Cerro Chapeu) e Santana do Livramento(Cerro da Trindade)
Um grande abraço desde Montevideo,
Javier Carrau
Bodegas Carrau
Uruguay+Brasil

.......................