domingo, 1 de maio de 2011

Reencontro com colegas jornalistas


Andréia Gentilini Milan, do Ibravin, com as jornalista Ana Paula e Morgana
Foto DU/JN
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Outra vantagem de feiras como a ExpoVinis é o reencontro com amigos e, principalmente, com colegas jornalistas do mundo do vinho. Além dos que foram juntos desde Porto Alegre, como Ana Paula Silveira, de O Sul, Cristiano Mazoni e Irineu Guarnier, do Canal Rural, Felipe Machado, da RSCom, Morgana Braido e Andréia Debon, do Bom Vivant, encontrei por lá velhos parceiros como Didu Russo, Alexandre Lalas, Renato Frascino, Alessandra Battochio Casolato, Magaly Corgosinho e muitos outros.

Venda de vinho gaúcho aumentou 5% no trimestre

A ExpoVinis começou com uma boa notícia para o setor vitivinicola brasileiro. O presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), Júlio Fante, revelou, na abertura do salão do vinho, dia 26, os bons números do primeiro trimestre do ano.
A comercialização de vinhos elaborados no Rio Grande do Sul – responsável por aproximadamente 90% da produção nacional – alcançou um crescimento de 5% no primeiro trimestre de 2011 no Brasil, em comparação com igual período de 2010. O mesmo percentual foi verificado nos vinhos finos e de mesa. O destaque foi o desempenho dos vinhos finos tintos, que tiveram aumento de 15% nos primeiros três meses do ano, em relação ao mesmo período do ano passado. O volume de 1,88 milhão de litros de vinhos finos colocados em janeiro, fevereiro e março é o maior da história para o primeiro trimestre, superando o recorde anterior, de 1,80 milhão de litros, de 2007. Os vinhos rosados subiram 11% e os brancos caíram 19%. O volume total de vinhos finos e de mesa vendidos de janeiro a março deste ano somou 48 milhões de litros, ante 46 milhões no mesmo período do ano passado.
Espumantes
Os vinhos espumantes tiveram uma queda de 4% no primeiro trimestre do ano. O resultado negativo foi puxado pela diminuição de 24% dos espumantes moscatéis. “Muitas empresas terminaram 2010 sem estoques, devido à alta procura para as festas de final do ano. Por isso, a lenta reposição dos produtos não foi suficiente para atender a demanda”, explica Júlio Fante. Os espumantes do tipo brut e demi-sec tiveram leve aumento de 2% nos primeiros três meses do ano, sempre em comparação com o mesmo período do ano passado.
Suco de uva
O balanço do primeiro trimestre do ano ainda aponta acréscimo de 29% no suco 100% de uva natural pronto para beber. Foram colocados 9 milhões de litros de suco 100% de uva de janeiro a março deste ano, contra 7 milhões de litros de janeiro a março de 2010. “A percepção sobre a qualidade do suco com 100% de uva, natural e integral, que não contém adição de água nem açúcar, continua em alta entre os consumidores”, observa o presidente do Ibravin. A comercialização total de suco de uva (reunindo o natural, adoçado e reprocessado) teve alta de 27% de janeiro a março de 2011, atingindo 11 milhões de litros.
Embalagens
O levantamento do Ibravin começa a trazer uma novidade: a comercialização de vinhos por tipo de embalagem. Segundo o enólogo Leocir Bottega, diretor-técnico do Ibravin, o primeiro trimestre do ano confirma o crescimento constante no percentual de vinhos engarrafados em relação à venda a granel, principalmente nos vinhos de mesa.
O primeiro trimestre encerrou com aumento de 16% na venda de vinhos de mesa engarrafados, de 29% nos vinhos de mesa em bag-in-box e apenas 1% a granel. “Isto mostra que as vinícolas estão buscando maior valor agregado na sua produção vitivinícola”, explica. Nos vinhos finos, a tendência é a mesma, com 1% de acréscimo na venda a granel, 16% engarrafados e 7% em bag-in-box.
Saiba mais
Os números apurados pelo Ibravin referem-se ao Rio Grande do Sul – origem de cerca de 90% da produção brasileira de vinhos e derivados – conforme o Cadastro Vinícola, mantido em parceria com a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As informações não abrangem o restante do País em razão de outros estados brasileiros não implantarem o Cadastro Vinícola.

Vale dos Vinhedos liderou premiações nacionais no Top Ten

O Melhor Vinho Tinto Nacional e o Melhor Espumante Nacional segundo o Top Ten da Expovinis Brasil 2011 foram mais uma vez do Vale dos Vinhedos. Os prêmios foram conferidos para o Casa Valduga 130 Brut da Casa Valduga e o Pizzato DNA 99 safra 2005 da Pizzato Vinhas e Vinhos. De 10 categorias, estas são as únicas duas dirigidas ao produto nacional.
A conquista demonstra a alta qualidade dos produtos que são elaborados no Vale dos Vinhedos. Tanto é verdade que nas duas categorias o primeiro lugar ficou com o Vale, repetindo o resultado de 2010. “É uma posição que nos orgulha e ao mesmo tempo nos mostra que a qualidade e identidade dos vinhos do Vale destaca a evolução da produção nacional que hoje é reconhecida mundialmente”, comemora o presidente da Aprovale, Rogério Carlos Valduga.
Vinícolas, sendo elas: Don Laurindo, Dom Cândido, Cooperativa Aurora, Almaúnica, Miolo, Casa Valduga, Pizzato, Marco Luigi e Wine Park.
O resultado total do Top Tem é este:
Espumante Nacional
1 - Casa Valduga 130 Brut, Casa Valduga, Bento Gonçalves;
2 – Valmarino & Churchill Champenoise 2009
3 – Aurora Chardonnay Método Charmat
4 – Peterlongo Elegance Champenoise Brut
Espumante Importado
1 – Cuvée Charles Gardet, Champagne, France
2 – Le Marchesine Franciacorta Brut Docg
3 – Margot Extra Brut
4- Astoria Prosecco Cartizze
5- Zonin Prosecco Doc
Branco Sauvignon Blanc
1 – Casas Del Bosque Pequeñas Producciones Sauvignon Blanc 2009, Casablanca, Chile
2 – Casas Del Toqui Terroir Selection Gran Reserva 2010
3 – Villa Francioni Sauvignon Blanc 2009
4 – Sanjo Núbio Sauvignon Blanc 2010
Branco Chardonnay
1 – Giaconda Nantua Vineyard Chardonnay 2005, Victoria, Austrália
2 – Monte Agudo Terroir de Altitude Chardonnay 2008
3 – Philippe Collin Chevalier Montrachet Grand Cru 2007
4 – Salton Virtude CHhardonnay 2008
5 – Luiz Argenta Gran Reserva Chardonnay 2009
Branco outras castas
1 – Morgado de Sta. Catherina Bucelas Reserva Arinto 2008, Estremadura, Portugal
2 – Casa de Sarmento Maria Gomes 2008
3 – Sanjo Maestrale Integrus 2008
4 – Eral Bravo Urano Torrontés 2010
5 – Herdade dos Grous Reserva Branco Regional 2008
Rosado
1 – Château de Porcieux Côtes de Provence 2010, Provence, França
2 –Château de L´escarelle Coteaux Varois em Provence 2010
3 – Domaine de Vignaret Rosé
4- Château de L´escarelle lês Belles Bastilles 2010
5 – Château Ferrylacombe Cascaii Rosé 2010
Tinto Nacional
1 – Pizzato DNA 99 2005, da Pizzato, de Bento Gonçalves;
2 – Santo Emílio Lepoldo Cabernet Sauvignon Merlot 2007
3 – Viapana Via 1986 Marselan 2009
4 – Miolo Merlot Terroir 2008
Tinto Novo Mundo
1 - Jim Barry The Mcrae Wodd Shiraz 2005, de Clare Valley, Califórnia
2 – Undurraga Th Pinot Noir 2009
3 - Spice Route Mourvèdre 2008
4 – Gimenez Rilli Reserva Altamira 2007
5 – Perez Cruz Quelen Special Selection 2006
Tinto Velho Mundo
1 – Roquette & Cazes 2007, Douro, Portugal
2 – Burgos Porta Mas Sinén Coster 2006
3- Bodegas Portia Ebeia Roble 2009
4 – Bodegas Portia Prima 2007
5 – Mouchão Colheitas Antigas 2000
Doce Fortificado
1 – Justino´s 10 Years, Madeira Portugal
2 – Quinta Santa Maria Portento 2006
3 – Meerendal Chenin Blanc Natural Sweet 2009
4 – Dr. Loosen Ürziger Würzharten Riesling Auslese 2008
5 – Perico Ice Wine 2009

A volta da Dal Pizzol


Antoninho Dal Pizzol em seu estande na ExpoVinis
Foto DU/JN
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Uma das vinícolas gaúchas que voltou a participar da ExpoVinis foi a Dal Pizzol, de farias Lemos, em cuja estande estava um dos diretores, o Antoninho Dal Pizzol. Sempre cortes e simpático, recebendo clientes e jornalistas com seus bons vinhos e seu sorriso. Para marca o retorno, Antoninho fez uma surpresa aos jornalistas conhecidos e aos amigos, preparou uma garrafa especial de seu melhor vinho e colocou uma etiqueta onde cada homenageado com a garrafa colocava sua assinatura. Muito gentil e simpático.
Antonio Dal Pizzol também gostou da 15ª edição da ExpoVinis. Informou que não participou da anterior e, nesta, retomou velhos clientes paulistas, dos tempos em que lançou os vinhos Do Lugar. Inclusive, reencontrou sua primeira distribuidora, a que ajudou a colocar os Do Lugar no mercado paulistano.
Entre os vinhos de destaque da Dal Pizzol, estava o Dal Pizzol Espumante Brut Charmat, reconhecido com Medalha de Prata no Vinalies 2010 realizado em Paris, França, e servido em Hollywood para brindar a apresentação do filme brasileiro no Oscar deste ano. Disponível em garrafas de 375ml e 750ml, o espumante é elaborado a partir de um vinho base de Pinot Noir, Riesling Itálico e Chardonnay mais evoluídos com a adição de açúcar e leveduras. O processo de refermentação é realizado em autoclaves a uma temperatura de 13ºC a 15ºC. Após a segunda fermentação, este espumante permanece por um período de 90 dias em contato com as leveduras, a fim de atribuir características distintas ao produto. Límpido e brilhante, o espumante apresenta coloração amarelo com reflexos esverdeados.

Pizzato DNA99 2005

Plinio Pizzato na ExpoVinis 2011 comemorando a vitória do DNA99 2005
Foto DU/JN
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Comemorei junto com o Plinio Pizzato e sua filha Jane, na ExpoVinis, a vitória do Pizzato DNA99 2005, uma grande safra. Produzido pela Pizzato Vinhas e Vinhos no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, o vinho foi o vencedor na categoria Tinto Nacional, no concurso Top Ten da Expovinis 2011. O Didu Russo estava junto e até gravou uma entrevista nossa para seu famoso site.
O Merlot é um ícone da Pizzato, colecionando vários destaques em concursos oficiais e em painéis realizados pela imprensa especializada. A primeira safra do Pizzato Merlot, de 1999, passou a ser referência para o potencial da varietal Merlot no Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha. A partir do mesmo vinhedo que deu origem a este vinho, a Pizzato elaborou o DNA99, safra 2005, ano em que as condições de desenvolvimento das uvas foram muito próximas as da safra 1999.
Apresenta cor intensa, rubi violácea, os aromas lembram caldo de frutas vermelhas flambadas, geléia, especiarias, baunilha, moca e ameixas secas. Na boca é encorpado, de boa persistência e equilíbrio, com retro gosto prolongado com traços de especiarias, ameixas e moca. Temperatura de serviço: 17ºC a 19ºc. “Ao decantar, o vinho revela-se ainda mais rico”, sugere o enólogo Flavio Pizzato.
Do DNA99 2005, foram produzidas apenas 6.800 garrafas, todas numeradas, em lote único, com Indicação de Procedência Vale dos Vinhedos (com selo de certificação). Preço sugerido: R$ 110,00.

Espumante Brut 130 da Casa Valduga


João Valduga comemorou a vitória do 130 Anos Brut
Foto DU/JN
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O melhor espumante da ExpoVinis 2011 foi o Brut 130 da Casa Valduga, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. João Valduga, com quem viajei numa viagem de “6 horas Poa-SP”, pela Gol, ficou esfuziante com a vitória, embora esteja acostumado a ver os vinhos da Valduga serem premiados no Brasil e no exterior.
Acho, até, que este espumante tem parte da minha mão. Há alguns anos, o João Valduga mandou um helicóptero a Porto Alegre buscar-me e ao Guilherme Velloso porque queria fazer-nos uma surpresa. Quando chegamos na vinícola Casa Valduga, colocou oito vinhos base em cima de uma mesa e nos convidou a fazer misturas em busca de uma que resultasse num espumante de primeira linha. Acho que foi ai que nasceu a idéia do 130 Anos.
É um espumante de coloração dourada e fascinante perlage, bouquet elegante, frutado, lembrando amêndoas e frutas tropicais, acidez equilibrada, harmônico. É leve, frutado, primaveril. Ele fica, no mínimo, 36 meses nas caves subterrâneas da Casa Valduga.

Roquette & Cazes 2007

Produzido na vinícola Quinta do Crasto, na região do Douro, o Roquette & Cazes 2007 foi o vencedor na categoria Vinhos Tintos do Velho Mundo no concurso TopTen da Expovinis 2011. Nascido de uma parceria entre a família Roquete da Quinta do Crasto (Douro, Portugal) e a família Cazes do Chateau Lynch-Bages (Bordeaux, França), o Roquette & Cazes é um vinho de troca de experiências e conhecimentos. Nada melhor do que aproveitar a tecnologia de vinificação francesa no “terroir” do Douro.
Ficha técnica
Castas: 60% Touriga Nacional, 15% Touriga Franca e 25% Tinta Roriz.
Sistematização: Patamares
Idade da vinha: 28 anos
Solo: Xisto
Denominação de Origem: Douro
Ano: 2007
Graduação Alcoólica: 14%
Vinificação As uvas, provenientes de talhões previamente selecionados, foram transportadas em caixas de plástico alimentar de 25 kg e sujeitas a uma rigorosa triagem à entrada da adega, antes de serem esmagadas e transferidas para cubas inox, com controle de temperatura e onde se realizou uma maceração alcoólica prolongada.
Envelhecimento: Em barricas de carvalho francês (70% novas, 30% de um ano) durante 18 meses.
Enólogos: Daniel Llose e Manuel Lobo
Cor: Rubi intenso
Nariz: Excelente complexidade aromática, com notas de frutos vermelhos muito limpos, elegantes especiarias e suaves notas balsâmicas.
Boca: Inicio Elegante, que evolui para um volume e estrutura compacta de taninos macios e firmes. Agradável sensação de frutos do bosque em perfeita harmonia com suaves notas de especiaria fina. Final de grande solidez, frescura e persistência.
Preço sugerido: R$152,00
No Brasil, Roquette & Cazes é importado com exclusividade pela Qualimpor e pode ser encontrado em lojas especializadas, supermercados e restaurantes, em embalagem de 750 ml.
A QUALIMPOR - importação e exportação - fica na rua Antônio Chagas, 523 – Brooklin.
SAC: 0800-7024492 - www.qualimpor.com.br

Viapiana comemorou terceiro melhor tinto nacional

Outro vinho que provei na ExpoVinis e gostei – gostei mesmo, tanto que levei o Valter José Pötter, da Guatambu até o estande da Viapiana para prová-lo – foi o Marselan da Viapiana. O Valter achou um pouco amadeirado. Eu, que não gosto muito de madeira, aprovei.
Era lançamento da vinícola e já foi consagrado durante concurso Top Ten.
O VIA1986 Marselan foi classificado entre os cinco melhores tintos nacionais inscritos no concurso Top Ten da feira, a maior do setor na América Latina, e que reúne as mais importantes vinícolas do país e distribuidores de vinhos de todo o mundo.
Os vinhedos da variedade Marselan produziram apenas 1,5 quilos de uva por pé. Após cuidado intenso durante a elaboração, estágio em barricas de carvalho e engarrafamento, o resultado é um produto altamente gastronômico e de fácil harmonização. “É um vinho em constante evolução e que tem pelo menos 10 anos de guarda pela frente. Ou seja, é um vinho de ótima estrutura e que tem muito a evoluir nos próximos anos”, destaca o enólogo da vinícola, Elton Viapiana.
“O Marselan se adaptou muito bem ao clima, a altitude e as características de solo de Flores da Cunha. Por isso, acreditávamos muito no potencial deste vinho e estamos o apresentando durante a Feira. Levamos o vinho para um pré-lançamento, ainda sem rótulo, inclusive. A terceira posição, entre os cinco melhores nacionais, mostra que todo o trabalho com este produto foi válido”, afirma Viapiana. Segundo ele, a partir de agora a vinícola intensifica o processo de diversificação de seus produtos, com variedades como a Pinot Noir, que deve começar a produzir em 2012. “Também vamos apresentar até o final do ano nosso primeiro vinho verde e o espumante VIA1986 Champenoise Brut Chardonnay para festejar os 25 anos de vinícola”, explica Viapiana.
Vinhos: Viapiana Marselan 2009
Produtor: Vinícola Viapiana Ltda
Região: Altos Montes – Flores da Cunha – RS – Brasil
Composição de Castas: 100% Marselan
Variedades: Européias Vitis Viníferas
Graduação alcoólica: 12,8 % Vol.
Elaboração: desengace e esmagamento; uso de levedura selecionada; maceração a frio; fermentação alcoólica com temperatura controlada em 26ºC; 2 pisagens diárias; 4 delestagem; fermentação malolática natural.
Envelhecimento: estagio de 16 meses em barricas de carvalho americano, engarrafado e estocado em cave climatizada para concluir a maturação por 8 meses antes de ir para o mercado.
Estimativa de guarda: 10 anos.
Características organolépticas: Cor vermelho rubi violáceo intenso, aroma que lembra cereja, ervas finas, chocolate amargo e pimenta preta. Quanto ao paladar, é um vinho que apresenta entrada de boca picante, bom volume com persistência longa. Ótima acidez que torna o vinho bastante gastronômico.
Temperatura de serviço: Servir entre 16 e 18ºC. Este vinho pode apresentar alguma precipitação de cristais devido sua estabilização natural, e também para uma melhor apreciação é recomendável abri-lo 20 minutos antes de servir.

Gaúchos fizeram bons negócios


Darcy Miolo e Raul Randon, dois grandes da vitivinicultura brasileira
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Todos os produtores gaúchos de vinho participantes com os quais conversei gostaram dos resultados, pois não só assinaram contratos de venda de vinhos na hora, como, também, encaminharam negócios futuros e conquistaram representantes para São Paulo e os demais estados brasileiros. A maior empresa produtora de vinhos do País, o Miolo Wine Group, com seis grandes vinícolas – Miolo, Lovara, RAR, Fortaleza do Seival, e
Almaden, no Rio Grande do Sul, e Fazenda Ouro Verde, na Bahia – estava com todo seu alto comando presente e comemorou bons negócios, além de realizar novos lançamentos de vinhos. Raul Anselmo Randon, que também é dono do grupo metalmecânico Randon, lançou o RAR Collezzione Viognier, produzido nos vinhedos de Vacaria, e apresentou a nova safra do Pinot Noir, também da mesma região. Ambos vinhos de alta qualidade e categoria.
Em companhia do sócio nos negócios vitivinícolas, Darcy Miolo, destacou a linha popular da Almaden, também com novos lançamentos, como um Gewurztraminer e um espumante brut, para serem colocados no mercado a R$ 12,00. “É uma aposta séria no vinho brasileiro”, disse Randon.
O enólogo Adriano Miolo era outro entusiasmado com os resultados da safra 2011 e, principalmente, com o crescimento da aceitação dos vinhos do grupo, no Brasil e no exterior, principalmente na Inglaterra, hoje o maior mercado comprador de vinhos. Para sua satisfação, Raul Randon lembrou que está com muita expecativa sobre o Tannat Velha Vinhas que Adriano está peraparando nas caves da Almaden, em Livramento.

Grupo Miolo lança linha de espumantes Almadén


Almaden Brut, a Almaden voltou a produzir espumantes
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Após investir na melhoria da qualidade dos vinhos e frisantes da Almadén no ano passado, a Miolo Wine Group – hoje sob o comando de Darcy Miolo e Raul Randon - avança em sua estratégia de expandir o consumo dos produtos da marca com o lançamento da linha de espumantes. Os visitantes da Expovinis foram os primeiros a conhecer o Almadén Brut e o Almadén Meio Doce. Os espumantes são elaborados com as uvas chenin blanc, semillon e chardonnay na sede da empresa em Santana do Livramento (RS) pelo método charmat em autoclaves de inox, o mesmo usado nos espumantes Terranova. As uvas foram colhidas pelo sistema mecânico, uma inovação no Brasil em uma safra vitícola.
No balcão da Almaden, dentro do estande maior da Miolo, Afrânio Moraes, apresentava os espumantes e várias outras novidades da Almaden, inclusive o kit com quatro garrafinhas dose única. “Os espumantes são jovens e leves de frescor marcante, resultados do equilíbrio entre a acidez da chenin blanc, a estrutura e complexidade da chardonnay e os aromas cítricos e frutados da semillon”, afirmou o diretor da Almadén, Afrânio Moraes. O produto chegará aos pontos de venda nas primeiras semanas de maio. O preço médio será de R$ 12,00. “Elaboramos um produto destinado a consumidores que buscam um produto de qualidade com preço acessível, o que felizmente conseguimos atender em função da filosofia da Almadén”, afirma o diretor superintendente da Miolo Wine Group, Adriano Miolo. Raul Randon, que também comentou o preço, acha que ainda deveria ser menor. A expectativa é comercializar já no 1o ano 100 mil caixas de espumantes.
Visando expandir a linha de produção da bebida para atender a projeção de crescimento da venda dos espumantes, a empresa deverá investir entre 2011 e 2012, cerca de R$ 1 milhão na aquisição de 2 autoclaves para elaboração de espumantes e frisantes e em um túnel de climatização da linha de envase.
“O mercado de espumantes duplicou nos últimos cinco anos e é o que mais cresce no Brasil. É uma bebida que caiu no gosto do consumidor, aonde ele se identifica e reconhece o produto brasileiro como um dos melhores espumantes mundiais,” afirmou Adriano Miolo. A MWG vem fazendo investimentos importantes nesse segmento. Além da Almadén, o grupo elabora espumantes em outras duas regiões do Brasil: Vinícola Miolo (Vale dos Vinhedos - Bento Gonçalves, RS) e Vinícola Ouro Verde (Vale do São Francisco – Casa Nova, BA). Com isso, estaremos atendendo as três categorias de espumantes no País (Básico, Premium e Super Premium).

Almadén Gewürztraminer


O enólogo Adriano Miolo está renovando os vinhos Almaden
Arquivo JN
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Outro interessante lançamento da Miolo Wine Group foi o vinho branco Gewürztraminer, o 1o a ser elaborado pela MWG com essa variedade. A Gewürztraminer é uma uva de difícil manejo, que requer cuidados especiais e, sobretudo, um clima adequado. Tendo em vista o seu ciclo, necessita de muita luminosidade para completa maturação. “Assim podemos afirmar que a Gewürztraminer está muito bem adaptada à região da Campanha, onde consegue expor todo o seu potencial varietal”, informou Adriano Miolo.
O produto chega para complementar a linha de varietais da Almadén já composta pelos brancos Chardonnay, Riesling e Sauvignon Blanc, e os tintos Tannat, Cabernet Sauvignon e Merlot. Todo o processo de elaboração do vinho ocorre em tanques de aço inoxidável. Com graduação alcoólica de 12,5%, apresenta aromas intensos de frutas tropicais maduras e traços florais lembrando pétalas de rosas. É um vinho jovem ideal para acompanhar pratos a base de peixes e frutos do mar, saladas e queijos. Estará disponível no mercado a partir de maio 2011 ao preço sugerido de até R$ 12,00.
Com os lançamentos, a marca passou a contar com um portfólio de treze produtos – entre brancos, tintos, roses, espumantes e frisantes.
As vinícolas Miolo, Lovara e o empresário Raul Anselmo Randon adquiriram, em outubro de 2009, a Vinícola Almadén. Localizada em Santana do Livramento (RS), a Almadén é uma das mais tradicionais empresas de vinhos do Brasil. Com a aquisição, a Miolo Wine Group tornou-se líder no mercado nacional de vinhos finos entre as vinícolas brasileiras com produção total de 12 milhões de litros de vinhos e espumantes e 1.150 ha de vinhedos próprios plantados em espaldeira (sistema vertical). A Almadén é a única grande vinícola brasileira que produz 100% das uvas que emprega na elaboração dos seus vinhos e cultiva suas próprias mudas.
Tão logo assumiram a empresa, os novos sócios decidiram mudar os vinhos na safra que viria (2010). A 1ª diretriz foi eliminar a adição de açúcar nos produtos, acompanhando as tendências do Novo Mundo, e tornar os vinhos mais frutados. O processo de elaboração dos frisantes também foi modificado com a adoção da fermentação natural dos vinhos através do método charmat, o mesmo usado para espumantes.
Para acompanhar as mudanças nos vinhos, os novos sócios optaram pela renovação de toda a rotulagem dos produtos. Investiram em um design inspirado nos vinhos californianos, origem da marca, visando resgatar a tradição de uma das vinícolas mais antigas da Califórnia e seu conceito de marca ligado ao descomplicado.
Ao mesmo tempo em que promoveu uma mudança imediata nos vinhos, deu início a investimentos na viticultura e na cantina, visando tornar a Vinícola referência em qualidade e pioneira em novas práticas utilizadas no Brasil.
A Vinícola Almadén é triplamente certificada por meio do Sistema de Gestão Integrado de Qualidade Segurança e Meio Ambiente (ISO 9001:2004, ISO 14.001:2004 e OHSAS18.001:2007).
Sede: Santana do Livramento (RS)
Área: 1,2 mil hectares
Área cultivada: 600 hectares
Capacidade de produção: 06 milhões de litros de vinhos
Principais Variedades cultivadas: Tannat, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Syrah,Pinotage, Gamay Boujolais, Riesling, Chardonnay, Ugni Blanc, Gewurztraminer Sauvignon Blanc, Chanin Blanc e Semillon.

Miolo reforça presença em Hong Kong e China


Morgana Miolo vendeu vinhos da Miolo em Hong Kong e na China
ArquivoJN
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Aproveitei e conversei, muito rapidamente, com o Adriano Miolo, sobre a conquista de mercados externos pela Miolo Wine Group. Ele confirmou que, aos poucos, a Miolo Wine Group está conquistando o gosto dos apreciadores de vinhos de Hong Kong e China Depois de embarcar seu segundo contêiner de bebidas à região em abril, a empresa passou a fazer parte da carta de vinhos do tradicional restaurante Hugos, situado no Hotel Hyatt, junto ao centro financeiro da Ásia. Os frequentadores do local podem degustar o Miolo Lote 43, um dos vinhos mais reconhecidos do Grupo.
O negócio foi fechado pela gerente de marketing internacional da empresa, Morgana Miolo, que esteve na China entre os dias 5 e 13 de abril acompanhando a Missão Empresarial do Governo Federal ao país liderada pela presidente Dilma Roussef.
A primeira exportação de vinhos Miolo para Hong Kong e China ocorreu em dezembro de 2010, com o envio de seis rótulos. Entre abril e maio, a empresa embarcará 2500 caixas entre elas os rótulos Lote 43 e Millésime.
“Hong Kong tem mantido sua posição de destino para produtos de luxo e alto valor agregado, ‘e um mercado bastante competitivo. Em 2010 o volume de negócios em vinho em HK foi de USD 895 milhoes com crescimento de 73% em relação ao mesmo período de 2009. Existem mais de 50 cidades na China com mais de 1 milhao de habitantes e os consumidores nestes grandes centros estão dispostos a pagar mais por produtos premium, diz Morgana.
A MWG já está presente em 30 países e é a maior exportadora brasileira de vinhos. No ano passado, a empresa registrou aumento de 17% no valor total exportado, crescimento de 20% no preço médio, além da abertura de novos mercados.

Cordilheira de Santana


Gladistão Omizzolo e Rosana Wagner, da Cordilheira de Santana
Foto DU/JN
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No estande dos Vinhos da Campanha, entre vários projetos novos, visitei um mais antigo e já consolidado, o da Vinícola Cordilheira de Santana, de Rosana Wagner e Gladistão Omizzolo, meus velhos amigos, pois conheço-os desde que comecei a escrever sobre vinhos e lá se vão muitos anos. Rosana quer mais qualidade ainda para seus vinhos, Gladistão está preocupado com os custos de produção e os preços finais dos vinhos. Ele acha perigoso que estão fazendo algumas vinícolas, baixando os preços dos vinhos. “Não paga o custo de produção”, garante.
As variedades plantadas foram cuidadosamente escolhidas pelos dois. Estão entre as que têm melhor se adaptado ao solo e ao clima de Palomas, uma das melhores regiões brasileiras para a produção de viníferas. Eles produzem vinhos a partir, principalmente, de chardonnay, gewurztraminer, sauvignon Blanc, carbernet sauvignon, merlot e tannat. Provei,mais uma vez, o tannat da Rosana e o coloco-o entre os melhores que elaboramos no Brasil.

Don Laurindo e seu vinho único de 100 euros


Ademir e Laurindo Brandelli com o vinho de 100 euros
Arquivo JN
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Um vinho único. Para colecionador. Assim é o Don Laurindo Comemorativo, um vinho especialmente elaborado para comemorar os 80 anos do patriarca Laurindo Brandelli e os 20 anos da Vinícola Don Laurindo, situada no coração do Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha. A exclusividade marca este rótulo, lançado na Expovinis 2011. “Este rótulo comemorativo é um verdadeiro símbolo da dedicação de uma vida inteira da família de Laurindo Brandelli no cultivo das uvas e elaboração de vinhos de castas nobres”, destaca Ademir Brandelli, filho de Laurindo e com 33 anos de profissão.
Tudo começou pelo cuidado minucioso com a matéria-prima – a uva. O vinho foi elaborado a partir da assemblage de cinco variedades de uvas tradicionalmente cultivadas pela Don Laurindo: Tannat, Merlot, Malbec, Ancellotta e Cabernet Sauvignon. A porcentagem de cada uma é um mistério guardado por Ademir Brandelli. O enólogo conta que foi feita uma seleção manual dos cachos com maior índice de maturação em diferentes partes do vinhedo na safra 2008. “As melhores uvas produzidas por nós deram origem a este vinho comemorativo”, afirma.
Este vinho exclusivo elaborado pela Don Laurindo terá acesso restrito. A pré-venda foi exclusiva para clientes da vinícola até a Expovinis. Os pedidos podem ser feitos pelo site www.donlaurindo.com.br. A produção é limitada em 2.680 garrafas, sendo que, dessas, apenas 1.980 serão comercializadas. O preço também é diferenciado. Será vendido por 100 euros (cerca de R$ 320,00). “O preço vai variar conforme a cotação diária do euro”, explica Brandelli. “É um vinho único, que nunca mais será repetido. Por isso seu valor especial, condizente com a sua qualidade e o prazer que proporciona”.
Os pedidos podem ser feitos pelo site www.donlaurindo.com.br. Provei o Don Laurindo Comemorativo, gostei, e estou com uma garrafa em minha adega para abrir futuramente.

Dunamis Cor 2009

A Expovinis 2011 foi palco para o lançamento do vinho tinto Dunamis Cor, da safra 2009, elaborado com as uvas Merlot (60%) e Cabernet Franc (40%), cultivadas em Dom Pedrito, na Campanha Gaúcha. “O vinho segue o mesmo estilo do vinho anterior, da safra 2008, ou seja, é leve, com graduação alcoólica de 12%, cor jovial, frutado e fresco”, afirma o diretor-executivo da Dunamis, Júlio César Kunz.
A diferença é que o trabalho realizado na melhora da qualidade do vinhedo já apresenta resultados no vinho, que passa a ter uma maior capacidade de evolução por amadurecer 100% em barricas de carvalho. “Isso aumenta a sua complexidade aromática e dá mais estrutura em boca”, informa o enólogo Javier Gonzalez Michelena. O Dunamis Cor safra 2008 tinha apenas 30% do Merlot e do Cabernet Franc com passagem por barricas de carvalho. “Estamos apresentando este vinho agora para a sua chegada ao mercado na entrada do inverno”, explica Kunz. Foram elaboradas apenas 2 mil garrafas deste vinho, exatamente o mesmo volume do Dunamis Cor safra 2008, já esgotado. Ainda este ano, a Dunamis deve lançar um vinho rosé e um espumante com uvas Chardonnay cultivadas em Cotiporã, na Serra Gaúcha, na divisa com Veranópolis, terra da longevidade. O grupo também prepara a primeira exportação de seus vinhos.

Garrafa quadrada da Perini


Benildo Perini com o vinho ícone da vinícola, o Perini 4
Foto Gilmar Gomes
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Uma garrafa quadrada. Quatro variedades de uva. Edição limitada de 4 mil unidades. Este é o Perini 4, vinho ícone da Vinícola Perini, do Vale Trentino em Farroupilha, que só é elaborado em safras especiais, com a colheita de uvas de alta qualidade. A segunda edição da história do Perini 4 (a primeira foi em 2007, com uvas da safra 2005), foi lançada na Expovinis 2011. Produzido a partir de uvas cultivadas nos vinhedos próprios da vinícola, o Perini 4 é elaborado por meio da assemblage das uvas Cabernet Sauvignon, Merlot, Tannat e Ancellotta, todas da safra 2008. Tem 12% de teor alcoólico. E 100% do vinho permaneceu oito meses em barricas novas de carvalho francês, sendo engarrafado em outubro de 2010. “É um produto único, que mostra todo o potencial do Vale do Trentino em produzir vinhos elegantes, macios e suculentos”, afirma o diretor-presidente da cantina gaúcha, Benildo Perini. O vinho elaborado pela equipe de enólogos coordenada por Cléber Andrade teve ainda a consultoria de Mário Geisse e de Carlos Abarzua. “É um vinho imperdível, porque é muito bom e porque tem muito pouco”, brinca Mário Geisse. A comercialização do Perini 4 será feita somente em lojas especializadas em vinho e pelo site www.vinicolaperini.com.br. Na vinícola, é possível adquiri-lo somente em caixas com quatro unidades. Segundo o gerente comercial Franco Perini, apenas 1.000 caixas serão colocadas à venda. No mercado, o preço de uma garrafa do Perini 4 deve variar de R$ 70,00 (Rio Grande do Sul) a R$ 80,00 (São Paulo).

A volta do Granja União

A Vinícola Garibaldi lançou dois espumantes brut e moscatel Granja União, marca consagrada recém adquirida pela cooperativa, na Expovinis 2011. “A marca Granja União foi a responsável pela definição das variedades viníferas mais conhecidas na Serra Gaúcha há até pouco tempo e chegou a deter 25% da comercialização dos vinhos finos no Brasil”, lembrou o gerente comercial Vanderlei Pramio. “Nosso objetivo é manter esta tradição também na linha de espumantes da marca”, concluiu.
Os novos itens da linha ganharam a “roupagem” tradicional do Granja União e a versatilidade dos espumantes da vinícola, reconhecidos pelo seu alto padrão de qualidade no Brasil e no mundo. Conforme o presidente Oscar Ló, a produção da Garibaldi é executada de acordo com os três pilares estratégicos das práticas sustentáveis (econômico, social e ambiental). Isso torna a vinícola, que completou 80 anos em janeiro, ecologicamente correta nos processos produtivos, conforme as regras do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), socialmente justa em suas prática associativistas e economicamente viável em suas transações comerciais.
Eu concordo com Pramio. Bebi grandes vinhos Granja União, no início dos anos 60, quando comecei a vir a Porto Alegre, especialmente os tintos, e, posteriormente, quando comecei a trabalhar como jornalista e fazia cobertura dos almoços da Federasul, bebe o Riesling Granja União, sempre presente sobre as mesas do Palácio do Comércio. A Garibaldi promete manter a tradição do meu amigo Mandelli, dirigente da Companhia Vinícola Riograndense, criadora do Granja União.

Campos de Cima

A butique de vinhos Campos de Cima, de Itaqui, na Campanha Gaúcha, teve quatro destaques na Expovinis 2011: o espumante Brut Campos de Cima (70% Chardonnay e 30% Pinot Noir), o Campos de Cima Tannat, das safras 2006 e 2008, ícones da empresa, e, como novidade, lançou o Campos de Cima Cabernet Franc/Shiraz da safra 2009.
Além disso, o Campos de Cima Ruby Cabernet, da safra 2008, que recebeu inúmeras indicações de revistas especializadas, em especial da Adega, onde ganhou 86 pontos, foi bastante elogiado pelos visitantes da feira que conheceram este vinho que é o carro-chefe da butique. Conforme a proprietária Hortência Brandão Ayub, esta variedade de uva foi indicada pelo pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, Celito Guerra, que ajudou a desenvolver este novo vinho, raro no Brasil. O rótulo também recebeu, no ano passado, fartos elogios do jornalista e crítico de vinhos alemão Jürgen Mathäss. “Sem dúvida que é um vinho diferente, leve, frutado e bastante gastronômico”, comentou o alemão, em visita ao Brasil em 2010. A Campos de Cima vende 80% de seus produtos diretamente ao consumidor, pelo site www.camposdecima.com.br. Os principais compradores estão em São Paulo, Brasília e no Rio Grande do Sul.

Guatambu lançou seu primeiro espumante


Isadora e Nara Hermann Pötter receberam J.A. Dias Lopes
Foto DU/JN
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A Estância Guatambu, que plantou vinhedos em seus campos em Dom Pedrito e já está construindo uma bela vinícola em estilo espanhol, também fez lançamentos na ExpoVinis 2011, especialmente um espumante brut, vinificado na serra gaúcha. Estavam presentes no estande os principais membros da família Pötter-Hermann, donos do grupo Guatambu: Valter José Pötter, Nara Hermann Pötter, Gabriela e Isadora, duas das filhas do casal, a primeira responsável pela produção vinícola. Eles foram visitados, inclusive, pelo meu amigo jornalista J.A. Dias Lopes, que é natural de Dom Pedrito, mas há muitos anos está radicado em São Paulo, como editor de revistas especializadas em gastronomia e vinhos. Dias Lopes, que elogiou os vinhos, prometeu fazer uma visita à sua terra natal.

Primeira D.O. de vinhos do Brasil foi apresentada

Entre as atividades da ExpoVinis, destacou-se a apresentação que a Aprovale fez dos vinhos gaúchos que farão parte da primeira Denomonição de Origem de vinhos brasileiros. Com o processo em fase final para registro no INPI, a Aprovale fez a primeira apresentação pública e divulgou os rótulos que irão compor a Denominação de Origem Vale dos Vinhedos.
Foram apresentadas as regras e os rótulos que irão compor a primeira Denominação de Origem (D.O.) de vinhos brasileira. A ação visou informar ao público o que os aguarda quando a certificação for outorgada pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Além da apresentação, a Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale) realizou um brinde no Brazilian Sparkling Lounge com os vinhos aprovados através dos procedimentos previstos na regulamentação da D.O. e que aguardam para serem disponibilizados ao mercado.
O terroir dos vinhos do Vale já é reconhecido graças aos parâmetros de qualidade aplicados pelas vinícolas a partir da certificação da Indicação de Procedência. A D.O., por sua vez, representa a evolução deste padrão, levando a público o potencial e a maturidade produtiva das vinícolas do Vale dos Vinhedos. O presidente da Aprovale, Rogério Carlos Valduga, que acompanha as atividades, observa que, em função do público especializado que atrai, a participação na Expovinis terá grande importância na consolidação do Vale dos Vinhedos como produtor de vinhos de alta qualidade. “A D.O. fortalecerá ainda mais a identidade dos vinhos elaborados no Vale dos Vinhedos, já reconhecida em 2002 no Brasil com a conquista da Indicação de Procedência Vale dos Vinhedos”, destaca.
Aproveitando o evento, a Aprovale também lançou o Manual da Indicação Geográfica Vale dos Vinhedos. A iniciativa visa esclarecer e consolidar os conceitos de Indicação Geográfica (I.G.), Indicação de Procedência (I.P.) e Denominação de Origem (D.O.). Cabe destacar que esses conceitos na Europa já estão internalizados pelo mercado consumidor por serem utilizados há séculos, enquanto que no Brasil ainda são relativamente recentes, pois o reconhecimento da primeira I.G. ocorreu em 2002. Em uma linguagem simples e acessível, a publicação traz as regras da D.O. e os benefícios que o consumidor e também a comunidade do Vale dos Vinhedos ganham com a certificação.
Já na feira de expositores, o Vale dos Vinhedos esteve representado na Expovinis por sete vinícolas, sendo três com estandes próprios e quatro com estandes inseridos no espaço Vinhos do Brasil, coordenado pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin). Foram elas: Almaúnica, Casa Valduga, Dom Cândido, Don Laurindo, Marco Luigi, Miolo e Pizzato.
Vinhos que irão estrear a D.O. Vale dos Vinhedos
A cada safra as vinícolas deverão enviar à Aprovale uma solicitação para que o Conselho Regulador avalie os produtos que elas desejam que sejam identificados com a D.O. As amostras destes vinhos são recolhidas e eles passam por análises da documentação para verificar se os padrões de cultivo e de elaboração estão de acordo com as normas estabelecidas. Estas amostras também são analisadas em laboratórios especializados e, por fim, passam por uma degustação feita por um grupo de especialistas, composto de técnicos da Embrapa, da Aprovale e da Associação Brasileira de Enologia.
São de oito vinícolas os 11 primeiros vinhos que chegarão ao mercado com a D.O. Vale dos Vinhedos.
Vinícola Almaúnica
Amaúnica Reserva Merlot safra 2009
Vinícola Dom Cândido
Dom Cândido Documento Merlot safra 2009
Pizzato Vinhas e Vinhos
Espumante Pizzato Brut
Pizzato Chardonnay safra 2009
Peculiare Vinhos Finos
Peculiare Merlot safra 2009
Vinhos Don Laurindo
Don Laurindo Reserva Merlot safra 2009
Miolo WineGroup
Miolo Cuvée Giuseppe Merlot/Cabernet Sauvigon safra 2009
Miolo Cuvée Giuseppe Chardonnay safra 2009
Espumante Brut Miolo Millésime safra 2009
Terragnolo Vinhos Finos
Terragnolo Merlot safra 2009
Casa Valduga
Casa Valduga Chardonnay safra 2009

KMM é mais uma vez campeã no Top Ten

Importadora especializada em Novo Mundo, que já era a mais premiada na história do Top Ten, a KMM conquistou mais dois troféus, somando sete em seis anos de concurso.Venceu nas categorias Vinhos Brancos Chardonnay (com o Giaconda Nantua Vineyard Chardonnay 2005) e Vinhos Tintos do Novo Mundo (com o Jim Barry The Mcrae Wood Shiraz 2005), ambos australianos. Especializada em vinhos do Novo Mundo, com especial talento para vinhos diferenciados da Austrália, a KMM Vinhos é campeã absoluta na história do Top Ten, tendo já conquistado sete troféus até hoje, em seis anos de realização desse concurso, criado para eleger os melhores vinhos da feira em cada ano.
Em 2006, primeiro ano do Top Ten, a KMM venceu também em duas categorias, com os vinhos “Lodge Hill Jim Barry Riesling 2003” (categoria brancos de outras castas) e “St Hallett Old Block Shiraz 2001” (tintos estilo Bordeaux). Em 2007, foi campeã em “tintos do Novo Mundo” com o vinho “The Octavius Shiraz 2001”. Também em “brancos de outras castas”, conquistou o Top Ten em 2008 com o “Petaluma Riesling Clare Valley 2005”. Em 2010, na mesma categoria, o melhor vinho foi o seu “Mesh Riesling 2007”.
Este ano, a KMM, que tem entre seus dirigentes uma gaúcha de Quarai, recebeu em seu stand, nos três dias da feira, os sul-africanos Stephanus Augustyn e Alba Botha, respectivamente diretor da vinícola Namaqua (com vinhos que expressam os agudos contrastes climáticos da região de Olifants River) e representante da vinícola Mont du Toit (de Wellington), que elabora exclusivamente blends tintos Premium. Os vinhos da África do Sul, Namaqua e Mont du Toit, foram lançados pela KMM há pouco mais de um mês e são os primeiros exemplares daquele país no portfólio da importadora.
Além dessas novidades, a KMM apresentou novos rótulos da vinícola australiana Westend Estate, um Tempranillo e um Pinot Noir, além de novas safras de vários itens de vinícolas australianas consagradas, como Yalumba, Jim Barry, Tatachilla, Hope Estate, Sandalford, Brokenwood e St Hallett, entre outros.

Costazurra apresentou chilenos e argentinos

Um dos estandes bem movimentados da ExpoVinis 2011 foi o da Importadora Costazzurra, que participou pelo quarto ano consecutivo do ExpoVinis Brasil. Aproveitou a importância do evento para apresentar ao público as novidades em vinhos presentes no seu catálogo de bebidas, entre essas novidades, destacaram-se as linhas: Clos de Chacras (Argentina) e In Situ (Chile).
A importadora Costazzurra levou oito rótulos da linha argentina Clos de Chacras. São eles: Cavas de Crianza Reserva Blend Malbec / Cabernet / Merlot; Cavas de Crianza Reserva Cabernet Sauvignon; Cavas de Crianza Reserva Malbec; Cavas de Crianza Reserva Merlot; Gran Estirpe Blend Merlot / Cabernet / Malbec; Gran Estirpe Malbec; Reserva Cabernet Sauvignon e Reserva Malbec.
Já da linha chilena In Situ, produzida pela Vinícola San Esteban, nove rótulos estarão disponíveis no Brasil com exclusividade pela Costazzurra. São eles: Reserva Sauvignon Blanc; Reserva Cabernet Sauvignon; Reserva Carmenere; Reserva Merlot; Premium Laguna del Inca; Signature Big Red Blend; Hillside Blend; Gran Reserva Cabernet Sauvignon e Gran Reserva Carmenere.
Comprometimento, seriedade, prestígio e a realização de bons negócios são algumas das qualidades proporcionadas pela ExpoVinis Brasil e a Costazzurra acredita neste potencial. "Vamos aproveitar o evento para estreitar o relacionamento com os nossos clientes e prospectar novos, mostrar o potencial da empresa para o mercado, e dar maior visibilidade aos nossos lançamentos que estamos trazendo com exclusividade ao Brasil", destacou Afonso Almeida Junior, um dos diretores da Costazzurra.
Preços sugeridos:
Clos de Chacras Cavas de Crianza Reserva Blend Malbec/Cabernet/Merlot - R$ 35,00;
Clos de Chacras Cavas de Crianza Reserva Cabernet Sauvignon - R$ 35,00;
Clos de Chacras Cavas de Crianza Reserva Malbec - R$ 35,00;
Clos de Chacras Cavas de Crianza Reserva Merlot - R$ 35,00;
Clos de Chacras Gran Estirpe Blend Merlot / Cabernet / Malbec - R$ 150,00;
Clos de Chacras Gran Estirpe Malbec - R$ 150,00;
Clos de Chacras Reserva Cabernet Sauvignon - R$ 75,00;
Clos de Chacras Reserva Malbec - R$ 75,00;
In Situ Reserva Sauvignon Blanc - R$ 39,00;
In Situ Reserva Cabernet Sauvignon - R$ 39,00;
In Situ Reserva Carmenere - R$ 39,00;
In Situ Reserva Merlot - R$ 39,00;
In Situ Premium Laguna del Inca - R$ 99,00;
In Situ Signature Big Red Blend - R$ 59,00;
In Situ Hillside Blend - R$ 59,00;
In Situ Gran Reserva - Cabernet Sauvignon - R$ 49,00;
In Situ Gran Reserva Carmenere - R$ 49,00.

Vinícola Ravanello

Agora a Vinícola Ravanello, de Gramado, já pode ser seguida também no Twitter. Basta adicionar @VRAVANELLO em seu twitter. O ano de 2011 para a Vinícola Ravanello, de Gramado, está promissor. Devido a boa safra no Rio Grande do Sul e Santa Catarina e sempre com o objetivo de qualificar ao máximo sua produção, a Ravanello decidiu vinificar quase sua capacidade total, chegando a 45 mil garrafas. No ano anterior foram 16 mil garrafas produzidas. Para atender a demanda, no próximo sábado, por exemplo, chegam uvas cabernet sauvignon de Monte Carlos (SC) e de Vacaria (RS), completando a fabricação.
Vinícola Ravanello
(54) 9668-6400 /6495
Twitter: @VRAVANELLO
www.vinicolaravanello.com.br

Perini participa de eventos beneficentes

A Vinícola Perini costuma ser parceira de instituições e projetos com cunho solidário. Nesta primeira semana de maio, já são dois eventos beneficentes em que a Perini disponibilizará seus vinhos e espumantes, informa a representante da vinícola em Porto Alegre, Sabrina Ventura. O primeiro deles foi a 8ª Feijoada de Luca Rossi, domingo, dia 1º de Maio, na Marina da Conga, na Ilha das Flores, em Porto Alegre. A vinícola contou com um espaço de degustação e comercialização de varietais Jota Pe e vinhos e espumantes Casa Perini. “A Feijoada do Lucca será revertida em doações para o Banco de Alimentos de Guaíba, que beneficia 14 entidades”, conta Sabrina.
A Perini também participará da 10º Edição do Encontro de Chefs promovido pelo Instituto da Mama do Rio Grande do Sul (Imama) na próxima terça-feira, 3 de maio. O maior evento gastronômico de chefs do Estado será às 20h30 na sede do Grêmio Náutico União, no Alto Petrópolis, também em Porto Alegre. Além da oportunidade de degustar pratos e vinhos deliciosos, os participantes do jantar estarão ajudando pacientes com câncer.
Apoiadora do evento, a vinícola vai disponibilizar para a venda o Perini Solidário. O vinho foi lançado em parceria com o Imama e a cada rótulo vendido é destinado R$ 1,00 à entidade. A vinícola também aproveita a oportunidade para comercializar espumantes, principalmente o Nature, elaborado pelo método champenoise, e uma novidade, o vinho Perini 4, rótulo ícone da vinícola de Farroupilha (RS), que homenageia as 40 safras da família, composto por quatro tipos de uvas.

Justiça derruba liminar sobre o Selo Fiscal no vinho

Embora eu não acredite que o Selo Fiscal vá inibir a venda de vinho ilegal, os grandes produtores gaúchos aprovam a medida e, agora, comemoram que todos os vinhos, nacionais ou importados, associados ou não à ABBA, passam a ser obrigados a colocar o Selo de Controle Fiscal O Tribunal Regional Federal da Primeira Região de Brasília revogou a liminar que desobrigava os associados da Associação Brasileira de Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas (ABBA) de colocar o Selo de Controle Fiscal nos vinhos importados. Agora, todos os vinhos – nacionais ou importados –, associados ou não à ABBA, passam a seguir a norma vigente (IN-RBF 1026/2010 e IN-RBF 1065/2010), que obriga a colocação de selos da cor vermelha nos produtos importados e da cor verde nos nacionais desde o dia 1º de janeiro deste ano. Conforme a Receita Federal, já foram entregues cerca de 10 milhões de unidades selos para os vinhos importados no primeiro trimestre deste ano.
Os efeitos desta decisão devem se estender inclusive aos vinhos que entraram no Brasil a partir de 1º de janeiro de 2011 e continuam sem selo com base na liminar conquistada pela ABBA, a qual acaba de ser revogada pelo TRF1. “Não há que se falar em ilegalidade do selo. Se fosse mantida a liminar inicial, será grande a perda na arrecadação tributária, acarretando graves prejuízos à ordem econômica, além de afetar o mercado de vinhos”, afirmou em sua decisão o desembargador federal Olindo Menezes, do TRF1.
O desembargador ainda salienta que se o processo de selagem não poderá impedir totalmente o descaminho na importação de vinhos, é evidente que ele certamente auxiliará na coibição da conduta criminosa, posto que se trata de um instrumento auxiliar eficaz para dar suporte à atividade fiscalizatória. O desembargador diz que o processo de selagem promove uma concorrência leal no mercado de vinhos, obrigando todos a pagar devidamente os impostos, não havendo tratamento diferenciado entre vinhos nacionais e importados, pois todos deverão portar o selo de controle.
Saiba mais
A implantação do Selo de Controle Fiscal foi determinada pela Receita Federal, atendendo a um pedido da Câmara Setorial do Vinho e Derivados da Uva e do Vinho. Os selos a serem utilizados desde o dia 1º de janeiro deste ano nos vinhos importados serão da cor vermelha e nos nacionais da cor verde.
A partir do dia 1º de janeiro de 2012, os atacadistas e varejistas (lojas, supermercados, bares, entre outros) não poderão comercializar os vinhos sem o selo de controle, independente da data de aquisição. O objetivo do selo é aumentar o controle no comércio de vinhos brasileiros e importados, beneficiando quem trabalha dentro das obrigações legais e de mercado.
Resumo
Em ação que a ABBA move contra a União (Fazenda Nacional) foi inicialmente proferida uma liminar, que suspendia a obrigatoriedade de uso do selo para seus associados. A União recorreu desta decisão e, por meio de um agravo de instrumento, obteve sua reversão no TRF1.
Confira os prazos de implantação do Selo de Controle Fiscal nos vinhos
1) A partir do dia 1º de janeiro de 2011, os vinhos só podem sair das vinícolas e engarrafadoras com o Selo de Controle Fiscal. O mesmo vale para a internalização dos vinhos importados.
2) A partir do dia 1º de janeiro de 2012, os atacadistas e varejistas (lojas, supermercados, bares, entre outros) só poderão comercializar os vinhos com selo de controle.

Uma Fenavinho Brasil para ser degustada


Espetáculo no dia da abertura, 29 de abril

Tarso Genro, governador do estado, Roberto Lunelli, prefeito de Bento Gonçalves, e João Strapazzon, presidente da Fenavinho 2011, fazem a abertura oficial da festa
Fotos Gilmar Gomes
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A 15ª edição da Fenavinho iniciou sexta-feira, dia 29, em Bento Gonçalves reunindo 90 vinícolas de diversas regiões produtoras do Brasil. Prestigiada por políticos, lideranças do setor, autoridades e imprensa nacional, a solenidade de abertura contou com a presença do governador do Estado do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, que conduzido pelo prefeito Roberto Lunelli, brindou a Capital Brasileira do Vinho ao abrir um espumante nacional com o sabre (espada). O evento segue até o dia 8 de maio no Parque de Eventos de Bento Gonçalves.
O presidente da Assembleia Legislativa do Estado, Adão Villa Verde, e o deputado federal Pepe Vargas, que esteve representando a Câmara dos Deputados, reafirmaram apoio a pauta do setor vitivinícola. Ambos acompanham a luta da cadeia produtiva da uva e do vinho, sendo representantes do setor junto aos governos estadual e federal. O presidente da Fenavinho Brasil 2011, João Strapazzon, aproveitou a oportunidade e fez um apelo ao governador pedindo maior empenho na luta contra a alta carga tributária para os vinhos brasileiros.
Já o prefeito Roberto Lunelli destacou a inédita atenção que o Governo do Estado vem dando à região. Ao agradecer a Fenavinho Brasil e o setor, Tarso Genro disse que o mesmo serve de inspiração para o governo. “Estou aqui por todos vocês. Este esforço conjugado nos dá exemplo para ações em outras áreas”, enfatizou.
Ao término da cerimônia taças de vinho tinto foram servidas aos convidados que puderam em seguida se emocionar com o espetáculo cênico “Dorme, Sogna, Piccolo Amor Mio”, que acontece diariamente, às 20h, no Pavilhão E. Com novo roteiro e uma proposta totalmente diferenciada e inovadora, o espetáculo conta a saga da imigração italiana sob o olhar das crianças. Em 12 atos, o presente e o passado, o sonho e a realidade levam o espectador a um ambiente de magia e encantamento. Tudo isso a partir de uma grande dinâmica de cenários, coreografias, músicas e imagens antigas, que retratam de forma ingênua, porém cheia de significados, as dificuldades da longa trajetória de trabalho e progresso dos colonizadores da Serra Gaúcha.
O evento
A Fenavinho Brasil 2011 ocupa uma área superior a 35.000 m², incluindo os pavilhões A, C, D, E e F do Parque de Eventos. Na área vinícola (Pavilhão A) 90 cantinas de várias regiões produtoras do Brasil apresentam milhares de rótulos de vinhos e espumantes. Uma oportunidade ímpar para os visitantes degustarem e adquirirem produtos a preço de varejo. O Espaço Variedades, localizado no Pavilhão C, é uma opção de compras para quem procura diversidade. Ao lado, no Pavilhão D, o visitante encontra a Agroindústria Familiar, com produtos coloniais como o pão caseiro, o queijo, a copa e o salalem, e artesanato. Já no Pavilhão E acontece diariamente, às 20h, o Espetáculo Cênico “Dorme, Sogna, Piccolo Amor Mio”. No espaço também serão realizadas as rodadas de negócios do Projeto Comprador, o Workshop Vinho e Cultura e o Workshop Quality Wine.
A principal praça de alimentação está no Pavilhão F, no Villaggio dei Sapori. No local, o grande destaque é o Bistrô Mais que Sabor, onde serão realizados de segunda a sexta jantares harmonizados com chefs reconhecidos como Roberta Sudbrack, Junior Paz, o italiano Mauro Cingolani, o português Luís Américo Aguiar de Moura Rodrigues Teixeira e o sushimen Maguil Tadashi Korogui. A alegria está presente para harmonizar estas atrações. São mais de 600 atrações em três palcos e um coreto.
Atrações do vinho
Quem aprecia vinho encontra no evento uma infinidade de atrações para. Diariamente acontecem os Cursos de Degustação de Vinhos, que nesta edição inova com a inclusão de cursos temáticos oportunizando ao degustador conhecer produtos de diferentes procedências. O Vinho Encanado, no centro da cidade, é atração consagrada.
Ao entrar nos pavilhões, depois de ser recepcionado com atrações artístico-culturais, o visitante se depara com uma exposição interativa Os Sentidos e o Vinho. Visão, olfato, audição, tato e paladar são provocados convidando o visitante a fazer uma verdadeira viagem pela arte de degustar. O espaço é dividido com uma Enoteca. Rótulos de vinícolas expositoras retratarão a representatividade da produção nacional apresentando uma coleção de vinhos brasileiros.
Na Fenavinho o visitante ainda pode assistir artistas e crianças desenhando e pintando na Praça das Artes como num verdadeiro ateliê. As obras formarão um gigantesco painel. A Vila Típica é mais um espaço imperdível. Casas em estilo arquitetônico colonial ganham vida com os ofícios desempenhados pelos colonos ao vivo no local. Artesanato, gastronomia, música, arquitetura, danças típicas, vinho colonial, religiosidade, línguas e dialetos, usos e costumes são algumas das formas de expressão evidenciadas pelo projeto. Tudo em sintonia com as seis unidades que compõem a Vila Típica, sendo elas: Casa do Artesanato e Ofícios, Casa da Fotografia, Casa da Comunicação (língua e dialetos), Bodegão, Igreja e a Casa da Imperatriz, onde as soberanas estarão recebendo seus convidados e posando para fotos.
Atenção às crianças
Na Fenavinho Brasil 2011 o espaço dedicado às crianças é alternativo e altamente educativo. Uma pequena cidade – Piccola Città – remonta uma verdadeira vila típica, porém numa escala de criança, onde as casinhas são feitas em módulos de 1,80m x 1,80m. Paralelo a estrutura física, o resgate de brincadeiras típicas com algumas adaptações que não deixam a originalidade de lado prometem encantar crianças de 2 a 10 anos. As crianças de 2 a 4 anos são atendidas no berçário, por monitoras treinadas e capacitadas para este fim.
A expectativa da Fenavinho Brasil 2011 é de reunir um público superior a 100 mil visitantes.
SERVIÇO
. Data: 29 de abril a 8 de maio de 2011
. Horários de visitação:
Segunda a sexta, das 14h às 22h
Sábados, das 10h às 22h
Domingos, das 10h às 20h
. Local: Parque de Eventos de Bento Gonçalves
. Valor dos ingressos:
R$ 3,00 (de segunda a quinta)
R$ 5,00 (sextas, sábados e domingos)
Crianças até 10 anos não pagam ingresso para acesso aos pavilhões
Estudantes e idosos meio ingresso

Abertas as torneiras do vinho encanado


Princesas abriram as torneiras do vinho encanado na Praça de Bento Gonçalves
Fotos: Gilmar Gomes
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Com o início da Fenavinho 2011, em Bento Gonçalves, abriram-se as troneiras do vinho encanado e elas ficarão abertas atéo dia 8. Em seus mais de 40 anos a Fenavinho adotou diversos formatos, acompanhando a evolução do setor vitivinícola. Mas uma de suas atrações mais tradicionais acompanha a trajetória do evento e ganha força nesta edição. É o Vinho Encanado que projetou o município, atraindo a atenção de visitantes de todo o Brasil, inclusive do exterior. Homenageando todos que participaram dessa história, a Fenavinho Brasil 2011 resgata a atração, que estará aberta durante todos os dias do evento.
A abertura oficial aconteceu, na manhã de sexta-feira, na Via Del Vino, na presença do presidente João Strapazzon; do vice-presidente Vinícola, Antônio Czarnobay; da Imperatriz do Vinho, Kelly Scanagata, das princesas Carine Pedrotti e Gabriela Bottega e do Bouvier, personagem da 15ª edição. Também prestigiaram o momento a secretária de Turismo, Ivane Fávero e a presidente da CDL – parceira da Fenavinho -, Helenir Bedin. A Banda Marialves animou a programação.
Durante a cerimônia, João Strapazzon destacou que este é um dos elementos mais tradicionais do evento. Na primeira edição, em 1967, o Vinho Encanado foi a atração que colocou a Fenavinho no mapa brasileiro. “O Vinho Encanado foi resgatado na edição de 2005 e de lá para cá vem ganhando mais destaque. Um de nossos grandes compromissos é fortalecer a ação, já que ela foi tão importante nos primeiros anos da festa”, afirmou Strapazzon. Quem passar pela Via del Vino durante a Fenavinho encontrará vinhos brancos e tintos a R$ 1,00 a taça. O suco de uva sai por R$ 0,50. As torneiras servem a bebida entre as 10h e as 17h.

Safra de uva será recorde, conforme o Ibravin

Já comentei aqui no Blog, mas, agora, o Ibravin oficializa o tamanho da safra 2011. Até agora, as empresas do Rio Grande do Sul já informaram a colheita oficial de 550 milhões de quilos. Estimativa do Ibravin aponta uma safra acima de 650 milhões de quilos.
A safra de uva deste ano será a maior da história. A previsão de recorde feita pelo Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) em janeiro deste ano, no início da colheita, deve se confirmar, conforme nova projeção da safra atual, que, até o momento, registra 550 milhões de quilos de uva colhidos e informados oficialmente pelas empresas vinícolas do Rio Grande do Sul. A média de crescimento do volume declarado até o momento é de 25%. Assim, o Rio Grande do Sul, principal estado produtor de uva do País, deve ter uma colheita de 650 milhões de quilos, acima dos 640 milhões de quilos calculados pelo Ibravin no começo da safra.
Na safra anterior, de 2010, foram colhidos 527 milhões de quilos de uva nos parreirais gaúchos, responsáveis por cerca de 90% da produção brasileira de uva e derivados. Até agora, a maior safra da história é a de 2008, que teve a colheita de 634 milhões de quilos de uva. “Além da alta produção, que vai gerar um aumento considerável na elaboração de vinhos, espumantes e suco de uva, devemos comemorar a boa qualidade da uva colhida, especialmente a precoce e a tardia”, afirma o presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin, Júlio Fante.
Em termos qualitativos, a safra deste ano sofreu a ocorrência do fenômeno La Niña, que trouxe em clima mais seco, com menos incidência de chuvas. “A maior experiência e as novas tecnologias implantadas pelas empresas também contribuem para elaboração de produtos de qualidade superior”, argumenta.
O diretor-executivo do Ibravin, Carlos Raimundo Paviani, lembra que o aumento da safra de uva também está relacionado às novas regiões de cultivo implantadas nos últimos anos e que só agora entram definitivamente em produção. “Expandimos a área produtiva de uva na serra gaúcha e em outras regiões, como a campanha, a serra do sudeste e inclusive o norte do Estado”, enumera.

Programa de Ovinocultura de São Gabriel apresenta resultados

Bom índice de natalidade e de assinalação de cordeiros, bom preço obtido pela comercialização da lã, baixa perda de matrizes e reprodutores fornecidos são itens destacados como positivos, alcançados pelo Programa de Desenvolvimento da Ovinocultura, no município de São Gabriel, localizado na região centro sul do Rio Grande do Sul, no seu segundo ano de realização. Conforme declara o idealizador do projeto, José Galdino Garcia Dias, o segundo ano se completa com os resultados acima das expectativas fazendo com que os objetivos do Projeto fossem atingidos em bem menos tempo que o esperado. “Doamos animais para 116 pequenos produtores do Município onde muitos não tinham muita experiência com a criação de ovinos, mas se mostraram interessados desde que algumas orientações sobre a criação fossem fornecidas, e isto foi feito durante os dois anos do Projeto”, explica Galdino. Segundo ele muitos cursos foram ministrados neste período pelos Técnicos da Secretaria de Agricultura do Município, da EMATER-RS/ASCAR e da Cooperativa de Lã Tejupá fazendo com que estes produtores aprendessem bastante sobre a criação e o manejo dos ovinos.
Galdino afirma que os diversos aspectos da ovinocultura continuam a ser abordados e melhorados nas visitas técnicas e reuniões com os produtores, tais como o manejo sanitário, reprodutivo e nutricional, organização dos produtores para comercialização, incentivo ao uso da esquila tally-hi e melhoramento genético dos rebanhos. “Sempre há o incentivo na produção do Artesanato em Lã no município, não só de peças de vestuário, mas também de pelegos, xergões, tapetes, cobertores, etc. Este também tem destino certo em loja própria do grupo de artesãs fixada na própria Cooperativa, além da freqüente participação das mesmas, com o apoio da EMATER/ASCAR e SEMAM, nas principais exposições e eventos nacionais e internacionais no Estado e no País”, salienta o coordenador. Como conseqüência, os pecuaristas familiares já obtiveram um incremento na sua renda familiar. A maior parte dos produtores demonstra-se mais motivados a permanecerem na atividade e a melhorarem sua qualidade de vida.
Soma-se a isso, o incentivo que o Programa e as entidades envolvidas dão à organização dos produtores, em comunidades e, especialmente, em associações, de maneira a facilitar a aquisição dos recursos e insumos necessários ao aumento e melhoria da produção, proporcionando uma elevação dos níveis sócio-econômicos. Também é preciso citar a comercialização de borregos de pecuarista familiares para abatedouros com inspeção oficial, através da organização destes pelas Entidades envolvidas na Execução do Programa. Fonte: ARCO Jornal

Peru quer aproveitar potencial do setor ovino

Mesmo com 14 milhões de cabeças ovinas no Peru, a oferta de carne ovina em supermercados é bem pequena. Além disso, os 4 milhões de ovinocultores estão na faixa da pobreza e não conseguem dar o devido valor comercial aos seus animais. Apesar disso, essa situação começa a mudar.
Até o final do ano, a empresa Láctea Andina projeta relançar a carne de cordeiro com qualidade muito similar à que se oferece em outras partes do mundo. Segundo o gerente geral da empresa, Iván Mesía, atualmente se paga muito mal pelo produto local, porque não é de qualidade. "A carne de cordeiro é a mais cara do mundo, comê-la é um luxo. Aqui, somente se comercializa carne de carneiro ou ovelha já velha, por isso, é dura". O comum é que alguns restaurantes comprem carne importada de cordeiro, sobretudo proveniente do Chile e da Argentina. As importações de carne ovina têm sido significativas e o consumo per capita peruano está em torno de 0,8 a 1,2 quilos.
O objetivo da indústria peruana é reverter essa situação em benefícios da indústria gastronômica e, inclusive, começar a exportar essa carne ao mercado mundial, que tem hoje uma demanda insatisfeita de 300.000 toneladas. Com 6 milhões de ovinos - muito menor que o rebanho peruano -, o Chile exporta ao mundo 6.000 toneladas de carne, com muita eficiência. Nesse país, a produção de carne e de lã ovina alcançou em 2010, 33.870 e 10.239 toneladas, respectivamente, segundo o Ministério da Agricultura.
Para dentro de três anos, a Láctea Andina começará a exportar leite de ovelhas na forma de queijos gourmet, atividade que gerará um valor de US$ 15 milhões anuais. Hoje, esses queijos são vendidos nos supermercados mais importantes do país. A espera para começar a exportar está diretamente relacionada com a ausência de matéria-prima, ou seja, leite. Graças a um processo de reconversão genética das raças, a empresa, junto com o zootecnista peruano, William Vivanco, tem a meta de chegar a uma produção de 15.000 litros de leite ovino por dia. Com os avanços obtidos, já estão coletando cerca de mil litros de leite por dia com as primeiras ovelhas melhoradas. Isso resulta em um retorno novo aos produtores, que recebem o dobro do que receberiam pelo leite de vaca. Segundo Mesía, o leite ovino rende mais na elaboração dos queijos.
Fonte: ElComercio.pe, traduzida e adaptada pela Equipe FarmPoint.

Sugestões da Cereser para festejar o Dia das Mães

Vinhos Dom Bosco, Sidra Zero e Chuva de Prata com e sem álcool estão entre as opções para comemorar ou presentear
Datas especiais merecem um brinde. E o Dia das Mães não poderia ser diferente. Marca de bebidas presente nas comemorações dos brasileiros, a Cereser oferece opções, com e sem álcool, próprias para festas ou presentear:
Chuva de Prata - a bebida borbulhante com sabor suave e frutado pode ser consumida pura e gelada ou em coquetéis como ponche, para acompanhar o tradicional almoço com a mãe e toda a família. O produto pode ser encontrado nas versões branca e rose.
Vinhos Dom Bosco - nada como um bom vinho para presentear ou para servir em ocasiões especiais. A linha Dom Bosco é ideal para as mães que apreciam o prazer do vinho de sabor suave e frutado. Elaborado a partir da combinação de uvas Izabel e Bordeaux, o produto vem nas versões Tinto Seco, Tinto Suave e Branco Suave.
Brinde sem álcool
Já para quem não consome bebida alcoólica e nem por isso quer deixar de comemorar com a mãe, a Cereser conta com produtos da linha sem álcool:
Chuva de Prata sem álcool - a versão não-alcoólica traz o mesmo sabor frutado e produz o estouro da Chuva de Prata Branca.
Cereser Zero - sem álcool e sem adição de açúcar, o produto diet se destaca pelo sabor marcante de maçã. Uma garrafa de 660ml contém apenas 20 calorias.
Preço médio ao consumidor:
Chuva de Prata: R$ 6,00
Vinhos Dom Bosco: R$ 3,90
Chuva de Prata sem álcool: R$ 6,00
Cereser Zero: R$ 6,00
SAC - 0800-702-2517

Convite pra festa junina/julina/agostina da Santa Tais

Vinho não vai faltar, tenho certeza. Um dos anfitriões é o Olyr Corrêa, grande bebedor de vinhos, e, nas horas vagas, crítico de vinho do Jornal da Noite. Além do mais, ele andou recentemente por Rivera e deve ter feito bons estoques. Estou falando da tradicional festa junina da Ana, que, todos os anos, agita Jacarépaguá, no Rio. Abaixo está o convite:
“Pessoal, acho que consegui encontrar a data para a nossa FESTA JULINA este ano será dia 09.07.2010 a partir das 3hs até todo mundo querer, o esquema está contado no email abaixo que minha filha Ju montou para repassar aos novos e relembrar aos antigos, que ainda não vieram , abraços ana Correa.
Olha, aí!
Todo ano fica a dúvida...
Quando será a festa junina da Donana? Será que vai ter?
Então, finalmente o convite:
FESTA! FESTA! FESTA! FESTA!
ARRAIÁ DA DONA ANA em Jacarépagua!
Para todas as idades!
09 DE JULHO DE 2011
a partir de 15:00h,
sem hora marcada para acabar, DEPENDENDO DA ANIMAÇÃO GERAL .
Rua Santa Taís, 11. Condomínio Jardim do Sol, Freguesia Jacarepaguá, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, América do Sul, Continente Americano, Planeta Terra, Sistema Solar, Galáxia Via Láctea, e por aí vai.
Agora realmente cercada de prédios por todos os lados, mas com nosso quintal, nossa fogueira e nossa quadrilha criativa e sem gerente :-).
Para os que nunca participaram:
O esquema é informal e tem dado certo há alguns anos. Você, que vem com a família traz um prato típico de festa junina(doce ou salgado) e a bebida que vai consumir. Se você não vem acompanhado da família, somente colabora com a bebida ou traz a sua.
VAMOS COMEMORAR OS ENTA DE UM GRANDE AMIGO NOSSO! MARAVILHOSO PANDEIRISTA E DANÇARINO, QUE ÀS VEZES DÁ DE DENTISTAkkkkkkk!
Pedimos que você confirme mais ou menos sua presença antes do dia 25/06 (pode ser um telefonema ou e-mail) para podermos calcular as quantidades . Tem anos que fica lotada, em outros fica cheia :-).
Não queremos que falte angu, bebida, salsichão, churrasquinho, estalinho e bombinha! Não soltamos balões (mesmo os pequeninos) em respeito às poucas àrvores que ainda remanescem na área.
Atenção:
A música da festa é selecionada para mantermos o estilo, já que se deixar ao bel prazer da variada galera, pode tocar música que não tem nada a ver com festa junina! Mas se você tiver um CD ou fita com músicas caipira, junina, forró, não perca a oportunidade de dividir com a gente! A maioria dos que tocam são contribuições de amigos!
"...vem gente de todo lado, só num vem a viola minha porque não anda sozinha, nem o rei com a rainha porque num foram convidado..."
Estamos esperando você para mais uma festança!
Tel. para contato 33922316 / 93361236
Se quiser receber um mapa para chegar na festa sem problemas, mande um e-mail pedindo para anjucorrea@gmail.com

O negócio do vinho

Um curso muito interessante está sendo realizado pela Fundação Getulio Vargas, no Rio de Janeiro, o que mostra as intimidadesda indústria do vinho e ensina como operar com sucesso nela. O Wine Business é perfeito para você que deseja se aprofundar e ampliar seus conhecimentos. Você vai conhecer desde a sua história evolutiva, passando por diferentes tipos e estilos, até as mais novas técnicas de produção, distribuição, comercialização, entre muitos outros assuntos.
Programa (180h)
• Uma Síntese da História do Vinho;
• A Construção do Vinho e sua Interpretação;
• O Mundo do Vinho na Atualidade;
• Enogastronomia, Serviço do Vinho e Saúde;
• Gestão e Estratégia nos Negócios do Vinho;
• Distribuição, Vendas e Comunicação;
• Enoturismo
• Apresentação de projetos;
• Palestras
Início das Aulas: 28 de maio de 2011
FGV Botafogo, Rio: Quinzenalmente aos sábados, das 9h às 16h50.
Informações: fgv.br/fgvempresarial

Philippe Mével apresentou degustação Chandon em Olinda


Philippe Mével foi mostrar a Chandon em Olinda
Arquivo JN
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No dia 26 de abril, o diretor de enologia da Chandon, Philippe Mével, apresentou degustação com Chandon, espumante mais famoso do Brasil, no restaurante Oficina do Sabor, em Olinda. A ação fez parte da agenda do projeto Chandon Weeks, realizado pela primeira vez em solo pernambucano. Na ocasião, o chef César Santos, do restaurante Oficina do Sabor, abriu as portas de sua cozinha e criou menu harmonizado para o evento. Durante o almoço, Mével promoveu degustação e comentou sobre as diferentes variedades da linha Chandon e suas perfeitas harmonizações: Chandon Resérve Brut, Chandon Brut Rosé, Chandon Passion e Excellence par Chandon.
Eis o cardápio criado pelo chef Santos para o Chandon Weeks:
Entrada - Chandon Réserve Brut
Cascão de siri
Queijo de coalho com ervas nordestinas
1º prato - Chandon Brut Rosé
Jerimum recheado com camarão ao creme de manga
2º prato - Excellence par Chandon
File de peixe nas ervas
Sobremesa - Chandon Passion
Papelote de frutas tropicais
A Chandon Week é uma série de degustações, realizadas desde 2010, em diversas capitais do país. Já conheceram o projeto, capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador e Recife. O objetivo é ampliar para o mercado o conhecimento sobre este delicado processo de elaboração do espumante mais prestigiado do Brasil.
Philippe Mével iniciou sua carreira na Moët & Chandon, França, em 1987. Depois trabalhou nas Bodegas Chandon, Argentina, de 1988 a 1989. Radicado há 20 anos em Garibaldi, atua no comando técnico da Chandon do Brasil, elaborando espumantes de alta qualidade e classe mundial. Além de aprimorar os clássicos Chandon Brut e Chandon Riche Demi-Sec, é responsável pela criação da reserva especial Excellence Cuveé Prestige e de inovações como o Chandon Passion e o Chandon Brut Rosé.
A Chandon é a grife de referência dos espumantes naturais, pertence ao grupo de luxo francês LVMH - Moët Hennessy Louis Vuitton. Foi introduzida no Brasil em 1973 quando a maison Moët & Chandon, de Epernay, procurando os melhores "terroirs" para implementar seus vinhedos e adega, escolheu Garibaldi, na Serra Gaúcha, para hospedar uma das quatro unidades no mundo onde é elaborado o requintado produto. As outras unidades se encontram em Mendoza, na Argentina, em Napa Valley, na Califórnia (EUA), e em Melbourne, na Austrália.
Graças a sua filosofia de elaboração, baseada há mais de 260 anos em aprimorar a produção de uvas e estimular a dedicação, paixão e criatividade de seus enólogos, a Maison Moët & Chandon, com o Chandon de Garibaldi, colocou a Serra Gaúcha e o Brasil no mapa dos lugares do mundo onde se elabora um produto de qualidade superior.

“Brasil Gourmet” na Normandia


Caco Zanchi, do Bom Fim para a Normandia
Arquivo JN
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Os vinhos serão franceses, o cordeiro, certamente, um “pré-salé”. O Hotel des Isles será a bandeira do Brasil no festival "Brasil Gourmet", que acontecerá entre os dias 07 e 29 de maio, na França. Promovido por José e Flávia de Mello, proprietários do hotel, o festival tem o desejo de compartilhar a cultura brasileira e acima de tudo os sabores da nossa culinária. Tudo isso sob o comando de talentosos chefs de cozinha como: Carla Pernambuco, Caco Zanchi, Fernanda Azevedo e Gustavo Pinto. Para a ocasião serão importados produtos culinários do Brasil, a fim de garantir o completo deleite das papilas.
No primeiro dia oficial do evento, 07 de maio, Carla Pernambuco é quem comandará a cozinha. A célebre brasileira proprietária do restaurante Carlota trabalha com tradicionais frutas e uma profusão de hortaliças, ervas e especiarias da culinária brasileira. Assim a chef promete agradar os paladares com um menu especialmente elaborado para o evento.
O menu Carlota tem como entrada, uma pamonha cremosa de milho fresco com lascas de caranguejo fueguino e como pratos principais oferecem Lagosta pochê na água do mar em velouté de moqueca, além de picadinho de cordeiro no Malbec e espetinho de batatinha ao murro com chimichuri. Para finalizar o serviço será servido um duo de guloseimas latinas que consiste em pavê de doce-de-leite Las Chicas e goiabada quente com queijo cheddar.
Já entre 08 (domingo) e 13 de maio (sexta-feira) quem assume o comando é a banqueteira Fernanda Azevedo. A gaúcha, que é conhecida por seu bom gosto e requinte, prioriza em suas receitas o visual e a consistência dos ingredientes, considerando-os como essenciais. Suas criações sempre vêm acompanhadas de muita criatividade, modernidade e rigor.
Entre os dias 14 (sábado) e 20 de maio (sexta-feira) a cozinha ficará a cargo de Gustavo Corrêa Pinto que participa do mercado brasileiro como consultor para cardápios. O chef sempre foi interessado em pesquisa e desenvolvimento da culinária, rumo às origens da cozinha gaúcha. Além de comandar a cozinha nestes dias, Gustavo também será responsável por alguns itens do coquetel como: charque desfiado com pinhão e cebola caramelizada, além de queijo coalho com geleia de bergamota, servidos em pequenas colheres de porcelana.
Caco Zanchi é quem conduzirá o banquete de 23 (segunda-feira) a 29 de maio (domingo). Com sua criatividade culinária o chef brasileiro que vive na Bélgica tem grande atração para as especialidades afro-brasileiras. Em seu menu preparado para o evento será servido, como entrada, siri gratinado com passas negras grelhadas em óleo de pequi e Picanha Grelhada em óleo de coco e molho picante de Maracujá. Já os pratos principais serão: filet mignon recheado de camarões ao molho de açaí e morangos silvestres, além de moqueca de carne e vieiras, pirão baiano e arroz branco.
Para fechar com chave de ouro será servido como sobremesa um delicioso papo de anjo com sorvete de Baunilha e coulis de Cachaça envelhecida ao aniz estrelado. E ainda haverá outra opção: sorvete de queijo gorgonzola com coulis de Goiaba.
Com esses chefs e menus de dar água na boca, certamente o “Brasil Gourmet” será um misto de bom gosto e qualidade que ficará na lembrança de muitos paladares.
Para mais informações sobre o evento, contate o Hôtel des Isles através do telefone: +33 (0)2 33 04 90 76 ou site www.hoteldesisles.com

Dez anos do diVino Restaurante


Chef Fábio Pontes comanda a cozinha do diVino há 7 anos.
Foto: Paulo Cunha/Outra Visão
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Na quinta-feira, dia 28 de abril, o restaurante diVino comemorou uma década de funcionamento e promoveu jantar especial para celebrar a data , com excelentes vinhos italianos, alguns dos quais eu provei na ExpoVinis. Não fui a Minas Gerais, mas levantei um brinde pelo sucesso da casa.
O diVino Restaurante, em Nova Lima (MG), completou 10 anos de atividades e promoveu um jantar especial para comemorar uma década de sucesso da casa reunindo quatro talentoso chefs. Na ocasião, o chef Fábio Pontes, que comanda a cozinha da casa há sete anos, teve a companhia dos chefs Tatá Carvalho, Daniel Brum e Eduardo Maya na preparação dos pratos. No jantar da década foram oferecidos pratos exclusivos, com foco na cozinha italiana, com sugestões de harmonizações de vinhos, também italianos. O diVino Restaurante fica no Condomínio Vale do Sol - Quinta Avenida, 144 – Loja 6 – Vale do Sol - Nova Lima (MG), Tel:(31) 9958-9512 - www.divinorestaurante.net
Para celebrar com grande estilo uma década de funcionamento, o diVino irá promover ao longo do ano de 2011 uma série de ações para marcar seus 10 anos, como a reestruturação da Carta de Vinhos e eventos como jantares especiais, noites eno-gastronômicas, entre outras saborosas atividades.
O diVino Restaurante, que nasceu da união de uma família apaixonada pela boa gastronomia e pelo prazer de servir bem, é comandado pelos irmãos Tatá, Solange e Regina Carvalho. Há uma década eles abriram as portas do diVino para oferecer as delícias da alta gastronomia num ambiente charmoso e com clima familiar, onde eles próprios recebem os clientes na porta, apresentam e preparam com muita simpatia a deliciosa culinária da casa.
Com gastronomia contemporânea, influenciada pelas culinárias italiana, francesa, marroquina e brasileira, a cozinha do diVino é comandada pelo talentoso chef Fábio Pontes, que prepara com maestria, à vista dos clientes, o variado cardápio da casa composto por opções de risotos, peixes, massas e carnes. A cada estação do ano, o chef também elabora cardápios especiais, aproveitando as melhores iguarias e ingredientes de cada época do ano.
O restaurante possui uma generosa Carta de Vinhos, especialmente reformulada para a celebração dos 10 anos e harmonizada com as `divinas’ criações do chef. A Carta conta com novos rótulos e detalhes sobre cada vinho e informações sobre aroma, cor e uvas. Na sua adega, o diVino possui uma seleção de rótulos bastante variados, originários de países como Argentina, Chile, Espanha, França, Itália, Portugal, Austrália, Nova Zelândia, Brasil, entre outros.
No ambiente charmoso e aconchegante do diVino Restaurante, se destacam as elegantes mesas de madeira de demolição, sempre decoradas com arranjos de flores naturais, a cozinha aberta para o salão, onde os clientes podem acompanhar a preparação dos pratos, e a área da lareira, localizada no mezanino, que é acesa nas noites mais frias e muito procurada pelos clientes.
Com capacidade para 100 pessoas, estrutura ampla e confortável, possui opções de ambientes para realização de eventos fechados, banheiro adaptado para cadeirantes, estacionamento e segurança. Reservas pelo telefone (31) 3541-4272.
SERVIÇOS – diVino Restaurante – www.divinorestaurante.net
Dias e horários de funcionamento - quarta a sábado para jantares de 19h30 as 0h30. Aos sábados e domingos aberto para o almoço de 12h30 as 16h30 - Telefone: (31) 3541-4272 - Capacidade: 100 pessoas - Estacionamento: próprio e gratuito - Cartões de Crédito: Mastercard,Visa, Amex e Diners
Endereço: Condomínio Vale do Sol - Quinta Avenida, 144 – Loja 6 – Vale do Sol - Nova Lima (MG) – Reservas: (31) 9958-9512.
Como chegar: Seguir pela BR-040 (sentido BH-RJ) e entrar à direita após o posto da Polícia Rodoviária. Seguir indicação de placa para o Vale do Sol. Distância de aproximadamente 25 km do centro de Belo Horizonte.
Transporte: O diVino tem parcerias com empresas de transporte em vans para translado de grupos. Serviço cobrado à parte. É necessário fazer reserva.

Luiz Argenta promete "vinho inédito"

A Vinícola Luiz Argenta, de Flores da Cunha, anunciou a produção de um vinho “inédito no Brasil”, seria “o primeiro vinho brasileiro do tipo Amarone”. Não creio que este pioneirismo seja da Luiz Argenta. O Luiz Carlos Baricchello já produz, há muito tempo, em sua Vinícola Villa Bari, na Vila Nova, em Porto Alegre, vinhos com uvas super passadas e desidratadas, característica dos Amarone. Baricchelo se deu tão bem com seus vinhos que é difícil encontrá-los no Brasil, pois a maior parte da produção é exportada diretamente para Nova Iorque. Parte das uvas colhidas na Vila Bari é colocada em caixas vazadas e depositada em camara de secagem climatizada, com controle de temperatura e umidade, para o processo de passificação.
Em sua informação, a Luiz Argentina diz que os apreciadores de vinho terão que esperar até 2015 para experimentar o primeiro vinho do tipo Amarone produzido no Brasil. Tradicional da Itália, a bebida está sendo elaborada com exclusividade pela vinícola Luiz Argenta, especialista em vinhos finos e espumantes, com sede na cidade serrana de Flores da Cunha.
Foram colhidos 1,8 mil Kg de uvas (80% Merlot e 20% Cabernet Franc) que originarão apenas 600 litros da bebida, que deve ficar pronta em quatro anos. Isso porque, depois de vinificado, o vinho passará por dois anos em barricas de carvalho franceses e mais dois anos de maturação em garrafa.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Mensagens

Feijoada

Ola Danilo!
Pois olha, eu sei que sou largamente minoritario, e até bizarro...mas para mim, a feijoada é melhor acompanhada por vinho branco! eu sempre achei que a feijoada é muito forte, e que com vinho tinto, um mata o outro; logo, vai melhor com um branco encorpada, não-floral, nem aromatico, portanto, algo como um Semillon, um Trebiano, mas sem madeira... desce que é uma beleza!
Abraços enofilos
Jorge Ducati
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Rede Plaza

Plaza Hotéis deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Feijoada também requer um bom vinho":
Muito bacana o seu post.
Plaza Hotéis
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WILMA SENNE deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Cordeiro do chef Zula":

Fiquei p/ ser bem sincera emocionada ao ler o cardapio e gostaria muito de provar ou fazer algumas destas receitas savaguardando a minha totl inexperiencia na culinaria, apenas aprecio muito e me delicio só em ler as fabulosas combinaçoes q esta mente tão priveligiada elabora!
PARABEÉNS!
Wilma Senne
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Rumo à ExpoVinis 2011 em São Paulo

Estou me preparando para beber bons vinhos, participar de instrutivas palestras e encontros e saborear grandes pratos na ExpoVinis 2011, que começará, terça-feira, no Expo Norte, em São Paulo. Terça-feira, de manhã, estarei embarcando para a paulicéia. Além de curtir, vou acompanhar o trabalho e o desempenho dos produtores gaúchos e brasileiros de vinho, liderados pelo Ibravin, que, este ano, erão uma participação histórica neste que é o maior salão do vinho da América Latina.
Já escrevi bastante sobre a ExpoVinis, mas vamos recuperar alguma coisa, como a relação dos 21 vinhos selecionados para serem especialmente harmonizados com pratos especiais que serão preparados pelo chef Mauro Cingolani, de Flores da Cunha. Só a eleição para este cast já é uma glória: Espumantes brut: .Nero Brut (Domno), Don Giovanni Espumante Brut 12 meses e Pizzato Espumante Tradicional Brut Branco 2009. Espumantes moscatéis: .Nero Moscatel (Domno), Santa Augusta Vinho Moscatel Espumante 2010 e Casa Moscatel Espumante Moscatel 2010. Vinhos brancos: Reserva Boscato Chardonnay 2010, Casa Pisani Viognier 2010, Casa Valduga Gran Reserva Chardonnay 2010, Chardonnay Casa Venturini Reserva 2009, Dádivas Chardonnay 2010 e Viapiana Sauvignon Blanc 2010.Vinhos rosé: Do Lugar Rosé 2010 (Dal Pizzol), Miolo Seleção Rosé 2010 e Taipa Vinho Fino Rosé 2010.Vinhos tintos: Aracuri Collector Cabernet Sauvignon 2008, Rastros do Pampa Premium Cabernet Sauvignon 2009, Lídio Carraro Grande Vindima Merlot 2005, Pizzato DNA 99 Single Vineyard Merlot 2005, Antonio Dias Tannat 2008 e Reserva da Família 2005.

Lançamento do Vinho Tributo Zolin

Confesso que não conheço a Vinícola Zolin, mas estou recebendo o convite para o lançamento do Vinho Tributo, dia 30, às 20h, na Estrada Pinheiros, 5119, Evaristo, em Santo Antonio da Patrulha. Os interessados em participar devem fazer suas reservas até o dia 26. Haverá coquetel. Informações pele telefone 9999-4494 c/Iran Zolin. E-mail: vinicolazolin@gmail.com