Belos cordeiros texel, com excelente gordura, contrariando a tese de que este ovino é muito magro, foram degustados com bons vinhos na Fazenda Santa Orfila, de Claudino Loro, nos dias 18, 19, 20 e 21 de abril, na região do Sarandi, em Livramento, mesmo local onde aconteceu o legendário duelo entre Bento Gonçalves da Silva, o herói farroupilha, e seu amigo Onofre Pires, durante a Revolução de 1835-1845, no Rio Grande do Sul. Aproveitei para conferir as 2.300 ovelhas que foram inseminadas para a próxima safra. Como são animais que não gostam muito de chuva e adoram pasto ralo, elas não estão enfrentando os mesmos problemas do gado em conseqüência da estiagem que atinge a fronteira-oeste.
Os fazendeiros das regiões de Livramento e Quarai, na fronteira-oeste do estado, já começaram a registrar prejuízos em conseqüência da estiagem. Açudes onde o gado bebia água secaram, a pastagem de verão se terminou e a de inverno não nasceu ainda, o azevém e outras forrageiras plantadas não germinaram ou foram torradas pelo sol e a falta de chuva. Em Quarai, produtores de arroz perderam toda a safra. O fazendeiro Claudino Loro, da região do Sarandi, em Livramento, informou que muitos criadores terão que vender gado para aliviar os campos. Somente as ovelhas, que não gostam de chuva e aproveitam o pasto ralo, estão bem, foram inseminadas e estão gordas para enfrentar o inverno e o parto.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Os 10 anos do Ibravin
O Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) irá comemorar seus 10 anos de fundação, domingo, 27, em sua sede localizada junto ao Parque de Eventos de Bento Gonçalves. O evento alusivo à data transcorrida em 10 de janeiro, contará com a presença da Governadora do Estado do Rio Grande do Sul, Yeda Roratto Crusius, autoridades municipais e estaduais e lideranças de entidades setoriais e empresariais.
Na ocasião, além de celebrar uma década de existência do instituto, o evento também irá destacar as conquistas alcançadas pelo setor vitivinícola nos últimos anos. Entre elas, a realização de projetos desenvolvidos pela cadeia produtiva da uva e do vinho no Estado. Na oportunidade será prestada homenagem à governadora, pela implementação da nova modalidade de cobrança direta de 25% dos recursos do Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura do Rio Grande do Sul (Fundovitis).
A programação do evento, com início marcado para às 11h30min, contará com descerramento de placa alusiva aos 10 anos do Ibravin, seguida de almoço no Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC/BG). Durante o almoço, além dos pronunciamentos das autoridades, será apresentado o Plano de Ações do Ibravin para 2008.
Na ocasião, além de celebrar uma década de existência do instituto, o evento também irá destacar as conquistas alcançadas pelo setor vitivinícola nos últimos anos. Entre elas, a realização de projetos desenvolvidos pela cadeia produtiva da uva e do vinho no Estado. Na oportunidade será prestada homenagem à governadora, pela implementação da nova modalidade de cobrança direta de 25% dos recursos do Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura do Rio Grande do Sul (Fundovitis).
A programação do evento, com início marcado para às 11h30min, contará com descerramento de placa alusiva aos 10 anos do Ibravin, seguida de almoço no Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC/BG). Durante o almoço, além dos pronunciamentos das autoridades, será apresentado o Plano de Ações do Ibravin para 2008.
Sucesso garantido na Feira de Ovinos
Com todos os bretes para animais a galpão e também para os rústicos preenchidos, a Feira Nacional Rotativa de Ovinos, Fenovinos, encerrou suas inscrições um pouco antes do prazo estabelecido, marcando desde já, o sucesso que vai ser a vigésima edição deste evento, entre os dias 1 e 3 de maio, em Cachoeira do Sul. Conforme o coordenador da Feira, Clayton Severo, ao todo serão 238 animais de galpão e 28 trios de rústicos. Para os remates ele diz que ainda podem ser inscritos animais e acredita que vão ter representantes de todas as raças e regiões do Estado. “Superou todas as nossas expectativas”, ressalta Severo. Como novidade ele diz que irão fazer exames de ultrasom nas fêmeas para confirmarem as prenhezes. O coordenador salienta ainda que está acertado a disponibilidade de financiamento bancário via Banco do Brasil e Banrisul.
Maiores Informações: Fenovinos - Clayton Severo - f. 51-9807.4240.
Maiores Informações: Fenovinos - Clayton Severo - f. 51-9807.4240.
Casa Valduga lança um grande Merlot
A Casa Valduga, de Bento Gonçalves, traz ao Expovinis Brasil 2008 o renomado sommelier e jornalista italiano Roberto Rabachino para apresentar Storia, o mais recente lançamento da vinícola. Eleito por duas vezes o melhor sommelier do mundo pela International Wine Federation, Rabachino esteve no Brasil no início do ano e provou o novo vinho, destacando-o como “um vinho de grande qualidade”.
Durante o evento, Rabachino vai conduzir palestras VIP sobre terroir e vinhos emblemáticos pelo mundo, com degustação do Storia. As palestras ocorrem nos dias 28 de abril, às 21 horas, e 29 de abril, às 19 horas.
Elaborado com Merlot da festejada safra 2005, considerada uma das melhores dos últimos tempos, Storia é um vinho de guarda de edição limitada, com pouco mais de seis mil garrafas, para figurar entre os ícones da vitivinicultura nacional.“Após um ano armazenado em barricas de carvalho, o vinho adquiriu delicadeza, complexidade e grande personalidade, atingindo 14,5% de álcool”, afirma Juarez Valduga, diretor da vinícola.
Storia possui coloração vermelho rubi intenso, aromas de café, chocolate e frutas vermelhas, bem como taninos maduros e envolventes. De corpo potente e pleno, este vinho apresenta alta estrutura e persistência gustativa. A vinícola também apresenta novidades para seu consagrado Espumante 130. Elaborado com vinhos de diferentes safras pelo método champenoise, o aclamado espumante chega ao Expovinis Brasil 2008 com rótulo reformulado, ainda mais elegante, e nova e sofisticada embalagem. Perfeito para presentear e para celebrar momentos especiais.
O Expovinis Brasil 2008 ocorre de 28 a 30 de abril, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. Casa Valduga Tel. (54) 2105.3122. www.casavalduga.com.br
Durante o evento, Rabachino vai conduzir palestras VIP sobre terroir e vinhos emblemáticos pelo mundo, com degustação do Storia. As palestras ocorrem nos dias 28 de abril, às 21 horas, e 29 de abril, às 19 horas.
Elaborado com Merlot da festejada safra 2005, considerada uma das melhores dos últimos tempos, Storia é um vinho de guarda de edição limitada, com pouco mais de seis mil garrafas, para figurar entre os ícones da vitivinicultura nacional.“Após um ano armazenado em barricas de carvalho, o vinho adquiriu delicadeza, complexidade e grande personalidade, atingindo 14,5% de álcool”, afirma Juarez Valduga, diretor da vinícola.
Storia possui coloração vermelho rubi intenso, aromas de café, chocolate e frutas vermelhas, bem como taninos maduros e envolventes. De corpo potente e pleno, este vinho apresenta alta estrutura e persistência gustativa. A vinícola também apresenta novidades para seu consagrado Espumante 130. Elaborado com vinhos de diferentes safras pelo método champenoise, o aclamado espumante chega ao Expovinis Brasil 2008 com rótulo reformulado, ainda mais elegante, e nova e sofisticada embalagem. Perfeito para presentear e para celebrar momentos especiais.
O Expovinis Brasil 2008 ocorre de 28 a 30 de abril, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. Casa Valduga Tel. (54) 2105.3122. www.casavalduga.com.br
O excedente é de 40 milhões de litros
De acordo com a Câmara Setorial da Uva e do Vinho e com a Conab, o excedente brasileiro é de 40 milhões de litros. Hermes Zanetti, presidente da Câmara, informou que será preparado edital para escoamento do produto através de destilação. Primeiro, serão 27 milhões de litros.
Sauvignon Blanc da Dal Pizzol
A Dal Pizzol Vinhos Finos acaba de lançar o seu mais novo vinho: o Dal Pizzol Sauvignon Blanc - Safra 2008. As 6 mil garrafas, apenas, são resultado do processamento de uvas de excelente qualidade cultivadas na fronteira gaúcha. A novidade, que já pode ser encontrada em casas especializadas, delicatessens, restaurantes e hotéis do Brasil, chega para seduzir o paladar dos brasileiros.
Lançado em abril, o Dal Pizzol Sauvignon Blanc – Safra 2008 é um vinho com 12% de graduação alcoólica, sendo aconselhado seu consumo com uma temperatura que varia entre 6º e 10ºC.
Como um vinho sedutor e com delicado aroma, o varietal apresenta coloração amarelo palha e reflexos esverdeados. Com aroma pronunciado que lembra frutas tropicais, como abacaxi, maracujá e goiaba, tem paladar leve e delicado, de boa acidez, refrescante, com retrogosto intenso e agradável. Acompanha perfeitamente peixes de sabor menos acentuado, camarões, lagostas, saladas, entradas suaves e queijos de cabra.
Este vinho passou por um período curto de 6 horas de maceração , a fim de concentrar e extrair mais aromas. Após foi resfriado, decantado e clarificado para seguir ao processo de fermentação alcoólica com adição de leveduras selecionadas específicas para a variedade. Depois da fermentação alcoólica e malolática, o vinho foi estabilizado, filtrado e engarrafado.
A variedade é naturalmente famosa na França pelos renomados vinhos que origina tais como: Sancerre e Pouilly-Fumé e outros tantos, especialmente na Nova Zelândia, Califórnia, Chile e África do Sul. Na França, é freqüentemente associado com vinhos Semillon ou de outras cepas, resultando em grandes vinhos tanto secos como doces, muito famosos e apreciados, principalmente em Bordeaux (sauternes), de onde a uva parece ser originária.
Existem ainda algumas citações de que a variedade pode ser originária da região do Tirol na Itália. Seus vinhos são exuberantes, de aroma penetrante que lembram, às vezes, relva, ervas, frutas verdes e outros complexos aromáticos, sem a necessidade do carvalho. Fora da França, certamente a Nova Zelândia conseguiu dar aos vinhos Sauvignon Blanc uma personalidade inconfundível que lhe conferiu estilo e tipicidade próprios: intensamente perfumado com aroma de frutas. Na Califórnia é conhecida como Fumé Blanc, por obra do vinicultor Robert Mondavi, que assim a denominou e a propagou.
Esta cepa produz vinhos muito apreciados até no estado americano do Texas. No Brasil, o clima e solo gaúcho, tanto da Serra Gaúcha como de outras regiões, onde a cepa se adaptou e está sendo cultivada, resultou em vinhos extremamente especiais, tanto no paladar como nos aromas, repetindo a performance da variedade de outros países.
Lançado em abril, o Dal Pizzol Sauvignon Blanc – Safra 2008 é um vinho com 12% de graduação alcoólica, sendo aconselhado seu consumo com uma temperatura que varia entre 6º e 10ºC.
Como um vinho sedutor e com delicado aroma, o varietal apresenta coloração amarelo palha e reflexos esverdeados. Com aroma pronunciado que lembra frutas tropicais, como abacaxi, maracujá e goiaba, tem paladar leve e delicado, de boa acidez, refrescante, com retrogosto intenso e agradável. Acompanha perfeitamente peixes de sabor menos acentuado, camarões, lagostas, saladas, entradas suaves e queijos de cabra.
Este vinho passou por um período curto de 6 horas de maceração , a fim de concentrar e extrair mais aromas. Após foi resfriado, decantado e clarificado para seguir ao processo de fermentação alcoólica com adição de leveduras selecionadas específicas para a variedade. Depois da fermentação alcoólica e malolática, o vinho foi estabilizado, filtrado e engarrafado.
A variedade é naturalmente famosa na França pelos renomados vinhos que origina tais como: Sancerre e Pouilly-Fumé e outros tantos, especialmente na Nova Zelândia, Califórnia, Chile e África do Sul. Na França, é freqüentemente associado com vinhos Semillon ou de outras cepas, resultando em grandes vinhos tanto secos como doces, muito famosos e apreciados, principalmente em Bordeaux (sauternes), de onde a uva parece ser originária.
Existem ainda algumas citações de que a variedade pode ser originária da região do Tirol na Itália. Seus vinhos são exuberantes, de aroma penetrante que lembram, às vezes, relva, ervas, frutas verdes e outros complexos aromáticos, sem a necessidade do carvalho. Fora da França, certamente a Nova Zelândia conseguiu dar aos vinhos Sauvignon Blanc uma personalidade inconfundível que lhe conferiu estilo e tipicidade próprios: intensamente perfumado com aroma de frutas. Na Califórnia é conhecida como Fumé Blanc, por obra do vinicultor Robert Mondavi, que assim a denominou e a propagou.
Esta cepa produz vinhos muito apreciados até no estado americano do Texas. No Brasil, o clima e solo gaúcho, tanto da Serra Gaúcha como de outras regiões, onde a cepa se adaptou e está sendo cultivada, resultou em vinhos extremamente especiais, tanto no paladar como nos aromas, repetindo a performance da variedade de outros países.
Concurso Internacional de Vinhos
Já estão em ritmo acelerado os preparativos para o IV Concurso Internacional de Vinhos do Brasil que acontecerá de 03 a 06 de novembro de 2008 em Bento Gonçalves (RS). O evento, promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), tem o propósito de divulgar e incentivar o conhecimento e a apreciação de excelentes vinhos. Depois do sucesso das três primeiras edições realizadas em 2002, 2004 e 2006, com a participação de vinícolas de 13 países, a ABE se prepara para realizar um concurso mais abrangente e representativo.
O Concurso Internacional de Vinhos do Brasil é uma excelente oportunidade para divulgação dos vinhos apresentados, além de promover o intercâmbio profissional e tecnológico. A troca de experiências é a principal motivação do evento, que também será credenciado pelo julgamento de grandes especialistas do mundo do vinho.
Os Vinhos do Brasil já têm o reconhecimento de enólogos e connaisseurs do mundo inteiro, fruto da evolução da vitivinicultura brasileira. As centenas de premiações conquistadas em concursos internacionais testemunham esta condição do Brasil de ser um país produtor de vinhos com qualidade internacional. Com um perfil de colocar no mercado vinhos jovens e com características que seguem tendências mundiais, o Brasil passa a figurar entre os principais produtores da bebida do Novo Mundo.
Este reconhecimento no exterior refletiu, diretamente, na valorização do produto no mercado interno, além do aumento das exportações da bebida para países da América do Norte e Europa. Com isso, o volume de produção de vinhos e espumantes no país vem crescendo, consideravelmente, nos últimos anos. A abertura do mercado, tanto para exportação como importação, vem atender o grande interesse pelo consumo de vinho no país.
A edição passada, realizada em 2006, reuniu 420 amostras de 13 países (África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Brasil, Chile, Espanha, França, Itália, México, Nova Zelândia, Portugal e Uruguai). Foram premiados 30% dos vinhos, ou seja, 125 amostras, conforme determinam as normas da Organização Internacional da Uva e do Vinho (O.I.V.). Um grupo formado por 42 especialistas de oito países participou das degustações, sendo que os números superaram o registrado em 2004, quando 11 países participaram com 401 amostras inscritas. Neste sentido, a ABE espera continuar avançando tanto no número de amostras como de países representados.
O concurso tem a chancela da Organização Internacional da Uva e do Vinho (O.I.V.) e da União Internacional de Enólogos (UIOE).
COMISSÃO ORGANIZADORA
Presidente – Carlos Abarzua
Vice-presidente – Christian Bernardi
1º Secretário – Luciano Vian
2ª Secretária – Tais Klein
1º Tesoureiro – Dario Crespi
2º Tesoureiro – Dirceu Scottá
Diretor Social – Delto Garibaldi
Diretores de Eventos – Vanessa Stefani e João Carlos Taffarel
Diretores de Degustação – Cláudia A. Stefenon e Mauro Zanus
Diretor Cultural – Marcos Vian
Diretores Técnicos em Viticultura – Júlio Meneguzzo e Daniel Dalla Valle
Diretores Técnicos em Enologia – Juliano Perin e Valter Marzarotto
Diretor Regional Centro-Sul – Marcel Salante
Diretor Regional Norte-Nordeste – Luciano Manfrói
Secretárias – Eliane Cerveira e Adriane Biasoli
O Concurso Internacional de Vinhos do Brasil é uma excelente oportunidade para divulgação dos vinhos apresentados, além de promover o intercâmbio profissional e tecnológico. A troca de experiências é a principal motivação do evento, que também será credenciado pelo julgamento de grandes especialistas do mundo do vinho.
Os Vinhos do Brasil já têm o reconhecimento de enólogos e connaisseurs do mundo inteiro, fruto da evolução da vitivinicultura brasileira. As centenas de premiações conquistadas em concursos internacionais testemunham esta condição do Brasil de ser um país produtor de vinhos com qualidade internacional. Com um perfil de colocar no mercado vinhos jovens e com características que seguem tendências mundiais, o Brasil passa a figurar entre os principais produtores da bebida do Novo Mundo.
Este reconhecimento no exterior refletiu, diretamente, na valorização do produto no mercado interno, além do aumento das exportações da bebida para países da América do Norte e Europa. Com isso, o volume de produção de vinhos e espumantes no país vem crescendo, consideravelmente, nos últimos anos. A abertura do mercado, tanto para exportação como importação, vem atender o grande interesse pelo consumo de vinho no país.
A edição passada, realizada em 2006, reuniu 420 amostras de 13 países (África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Brasil, Chile, Espanha, França, Itália, México, Nova Zelândia, Portugal e Uruguai). Foram premiados 30% dos vinhos, ou seja, 125 amostras, conforme determinam as normas da Organização Internacional da Uva e do Vinho (O.I.V.). Um grupo formado por 42 especialistas de oito países participou das degustações, sendo que os números superaram o registrado em 2004, quando 11 países participaram com 401 amostras inscritas. Neste sentido, a ABE espera continuar avançando tanto no número de amostras como de países representados.
O concurso tem a chancela da Organização Internacional da Uva e do Vinho (O.I.V.) e da União Internacional de Enólogos (UIOE).
COMISSÃO ORGANIZADORA
Presidente – Carlos Abarzua
Vice-presidente – Christian Bernardi
1º Secretário – Luciano Vian
2ª Secretária – Tais Klein
1º Tesoureiro – Dario Crespi
2º Tesoureiro – Dirceu Scottá
Diretor Social – Delto Garibaldi
Diretores de Eventos – Vanessa Stefani e João Carlos Taffarel
Diretores de Degustação – Cláudia A. Stefenon e Mauro Zanus
Diretor Cultural – Marcos Vian
Diretores Técnicos em Viticultura – Júlio Meneguzzo e Daniel Dalla Valle
Diretores Técnicos em Enologia – Juliano Perin e Valter Marzarotto
Diretor Regional Centro-Sul – Marcel Salante
Diretor Regional Norte-Nordeste – Luciano Manfrói
Secretárias – Eliane Cerveira e Adriane Biasoli
Reserva Cabernet da Boscato
A Vinícola Boscato, de Nova Pádua (RS), preparou um lançamento especial para a 12ª edição do maior Salão Internacional do Vinho da América Latina, a Expovinis 2008, de 28 a 30 de abril, no Transamércia Expo Center, em São Paulo. Trata-se do Reserva Boscato Cabernet Sauvignon 2004, produto que será comercializado pela vinícola neste ano.
Com 100% de uvas Cabernet Sauvignon, produzidas em vinhedos
próprios na Serra Gaúcha, é um vinho límpido, brilhante, de cor vermelho -
rubi intenso, aroma fino e persistente, que lembra frutas vermelhas e
especiarias. Apresenta o equilíbrio de um vinho encorpado, harmônico, com
taninos bem evoluídos e boa persistência na boca.
"É um vinho complexo, que acompanha muito bem as carnes vermelhas
com molhos fortes, massas al funghi, molho al pesto, tomate seco, carnes
brancas condimentadas, carnes de caça e queijos com boa cura interna e
externa", descreve o enólogo Clóvis Roberto Boscato, diretor da vinícola.
Ele informa que, além deste lançamento, todas as linhas de produtos da
empresa serão mostradas na feira, incluindo a Gran Reserva Boscato, que
têm vinhos de safras especiais, elaborados com as melhores uvas produzidas
em vinhedos próprios e excelentes condições de plantio, solo e insolação.
Em sua última edição, realizada em 2007, a Expovinis recebeu um público
recorde de 21 mil visitantes e reuniu mais de 250 expositores. "A
expectativa da Boscato é intensificar os negócios e abrir novos mercados",
afirma o diretor da vinícola.
Com 100% de uvas Cabernet Sauvignon, produzidas em vinhedos
próprios na Serra Gaúcha, é um vinho límpido, brilhante, de cor vermelho -
rubi intenso, aroma fino e persistente, que lembra frutas vermelhas e
especiarias. Apresenta o equilíbrio de um vinho encorpado, harmônico, com
taninos bem evoluídos e boa persistência na boca.
"É um vinho complexo, que acompanha muito bem as carnes vermelhas
com molhos fortes, massas al funghi, molho al pesto, tomate seco, carnes
brancas condimentadas, carnes de caça e queijos com boa cura interna e
externa", descreve o enólogo Clóvis Roberto Boscato, diretor da vinícola.
Ele informa que, além deste lançamento, todas as linhas de produtos da
empresa serão mostradas na feira, incluindo a Gran Reserva Boscato, que
têm vinhos de safras especiais, elaborados com as melhores uvas produzidas
em vinhedos próprios e excelentes condições de plantio, solo e insolação.
Em sua última edição, realizada em 2007, a Expovinis recebeu um público
recorde de 21 mil visitantes e reuniu mais de 250 expositores. "A
expectativa da Boscato é intensificar os negócios e abrir novos mercados",
afirma o diretor da vinícola.
Alicante Bouschet 2004 da Pizzato
A Vinícola Pizzato, do Rio Grande do Sul, estará apresentando na Expovinis, uma novidade: Alicante Bouschet 2004, novo vinho que será lançado até o final desse primeiro semestre e estará disponível para degustação no estande da vinícola. Também serão apresentados vinhos ainda não filtrados da safra 2008 do Chardonnay e do Fausto Rosé, e da safra 2006 do Fausto Merlot e Fausto Cabernet Sauvignon.
Cordeiro no Chez Philippe
O grande chef Philippe Remondeau reformulou o cardápio de seu restaurante Chez Philippe, em Porto Alegre. Não poderia deixar de incluir um prato com carne de cordeiro: Carré de cordeiro ao molho de vinho tinto e pimenta verde, com purê de mandioquinha e legumes.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Em busca do vinho de qualidade.
A Miolo está fazendo em Candiota. Marco Danielle está fazendo em Encruzilhada do Sul e na serra. Raul Randon está fazendo em Vacaria.
São as tentativas de produzir vinho de alta qualidade a partir da diminuição do número de videiras por hectare e da quantidade de cachos por planta. Sobre a Miolo, já esrevi dias atrás (é só procurar no índice do blog); Marco Danielle está falando sobre o assunto na postagem de hoje.
Quanto a Raul Randon, estive com ele, em Caxias do Sul, há duas semanas e ele me contou: está diminuindo a produção de 6 toneladas de uva por hectare para 4 toneladas e com apenas 2 cachos por planta para tentar obter um vinho RAR melhor do que os que já estão no mercado.
São as tentativas de produzir vinho de alta qualidade a partir da diminuição do número de videiras por hectare e da quantidade de cachos por planta. Sobre a Miolo, já esrevi dias atrás (é só procurar no índice do blog); Marco Danielle está falando sobre o assunto na postagem de hoje.
Quanto a Raul Randon, estive com ele, em Caxias do Sul, há duas semanas e ele me contou: está diminuindo a produção de 6 toneladas de uva por hectare para 4 toneladas e com apenas 2 cachos por planta para tentar obter um vinho RAR melhor do que os que já estão no mercado.
Didu com vinho na TV
Obrigado pelo envio do blog. Sempre muito legal e atual. Grazie. Queria lhe avisar que agora tenho um programa de TV todos os domingos às 21hs. Na CNT (em POA canais 24 e 46 UHF) ou no SKY 24. Assista.
Didu Russo
Didu Russo
Vinhos soberbos de Encruzilhada do Sul
“Infelizmente ainda não consegui o prodígio de 1 Kg por planta... Tenho brigado junto ao meu parceiro fornecedor, em Encruzilhada, para chegar a cerca de 3. Ainda assim o resultado tem sido soberbo: consegui com meus vinhos de Encruzilhada superar todas as notas do Mauricio Lorca, em recente painel Brasil x Argentina, em SP, concorrendo com os vinhos top do Lorca, todos frutos de um vinhedo controlado para 1 Kg por planta, em Mendoza.
Já no novo projeto em que sou sócio, a Vinha Solo, as expectativas são amplas: consegui, neste ano, assinar os primeiros 40.000 litros de vinho feito à mão, exatamente como os Tormentas, oriundos de um rendimento reduzido a pouco menos de 2 Kg por planta, sendo que quase 50% dos cachos foram derrubados no chão para chegar a isso.
Mas o que mais me irrita é o engodo que as grandes usinas engendram, confundindo a cabeça do consumidor mais incauto. Pior deles é a confusão em torno do desengace manual, que é muito diferente de triagem de grãos em esteira. No primeiro, que é o meu caso, os grãos são retirados a mão dos cachos. No segundo, uma máquina faz isso, e os despeja numa esteira para rápida triagem. Não tem nada de familiar em termos de resultados, mas empresas colocam imagens de mãos manuseando uvas em seu marketing, e muitos críticos passam adiante a falácia de que é possível desengaçar milhões de quilos de uva à mão...
Sucesso em seu blog, e espero que um dia possa conhecer meus vinhos, e tirar você mesmo a conclusão sobre a diferença entre triagem de grãos e desengace manual!
A safra 2008 foi supimpa, o plano de vinificação audacioso, e espero em breve levar notícias excelentes aos amigos.
Grande abraço.”
Marco Danielle
Já no novo projeto em que sou sócio, a Vinha Solo, as expectativas são amplas: consegui, neste ano, assinar os primeiros 40.000 litros de vinho feito à mão, exatamente como os Tormentas, oriundos de um rendimento reduzido a pouco menos de 2 Kg por planta, sendo que quase 50% dos cachos foram derrubados no chão para chegar a isso.
Mas o que mais me irrita é o engodo que as grandes usinas engendram, confundindo a cabeça do consumidor mais incauto. Pior deles é a confusão em torno do desengace manual, que é muito diferente de triagem de grãos em esteira. No primeiro, que é o meu caso, os grãos são retirados a mão dos cachos. No segundo, uma máquina faz isso, e os despeja numa esteira para rápida triagem. Não tem nada de familiar em termos de resultados, mas empresas colocam imagens de mãos manuseando uvas em seu marketing, e muitos críticos passam adiante a falácia de que é possível desengaçar milhões de quilos de uva à mão...
Sucesso em seu blog, e espero que um dia possa conhecer meus vinhos, e tirar você mesmo a conclusão sobre a diferença entre triagem de grãos e desengace manual!
A safra 2008 foi supimpa, o plano de vinificação audacioso, e espero em breve levar notícias excelentes aos amigos.
Grande abraço.”
Marco Danielle
Cordeiro à moda indiana
O Festival Indiano do Riverside´s Shikki Café (rua Padre Chagas, 44), dia 4 de outubro, vai ter carne de cordeiro no prato principal: Kebabs picantes de cordeiro com Kesari Pullao, curib de carne de cordeiro servida ao creme de castanhas de caju, com arroz aromatizado. A entrada será Murg Keema Katori, cestinha de massa crocante recheada com frango, ricota, ervilha e especiarias, ao chutney de hortelã, tamarindo e papaya. A sobremesa será Gulab Jamun, esferas de leite e cardamono quentes com calda de essência de rosas. A criação é do chefe de cozinha Pepe Laytano. O vinho chardonnay é da Miolo.
Vinho brasileiro premiado na Grécia
Vinhos e espumantes brasileiros foram destaque no Concurso 8º Thessaloniki International Wine Competition, realizado de 19 a 21 de março, em Thessaloniki, na Grécia. O evento, organizado pela Associação dos Produtores de Vinhos do Norte da Grécia, contou com a patronagem da Organização Internacional da Uva e do Vinho (O.I.V), seguindo sua normativa oficial. Desta vez, o Brasil recebeu duas Grande Medalhas de Ouro, uma Medalha de Ouro e uma Medalha de Prata.
Esta edição registrou um significativo aumento no número de amostras atingindo 791 vinhos, que foram avaliados por um júri formado por 42 experts internacionais.
O Diretor de Degustação da Associação Brasileira de Enologia (ABE), Mauro Zanus, esteve representando o Brasil no evento. Segundo ele, o grande destaque foi para os espumantes moscatéis. "A premiação obtida certamente contribuirá para projetar ainda mais a imagem da produção vinícola no exterior, principalmente dos espumantes", destaca.
PREMIAÇÕES
Grande Medalha de Ouro
Marson Espumante Moscatel 2007 - Cave Marson Vinhos e Espumantes
Baccio Espumante Moscatel 2007 - Vinícola Campo Largo
Medalha de Ouro
Aurora Espumante Moscatel - Cooperativa Vinícola Aurora
Medalha de Prata
Salton Volpi Cabernet Sauvignon - Vinícola Salton
Esta edição registrou um significativo aumento no número de amostras atingindo 791 vinhos, que foram avaliados por um júri formado por 42 experts internacionais.
O Diretor de Degustação da Associação Brasileira de Enologia (ABE), Mauro Zanus, esteve representando o Brasil no evento. Segundo ele, o grande destaque foi para os espumantes moscatéis. "A premiação obtida certamente contribuirá para projetar ainda mais a imagem da produção vinícola no exterior, principalmente dos espumantes", destaca.
PREMIAÇÕES
Grande Medalha de Ouro
Marson Espumante Moscatel 2007 - Cave Marson Vinhos e Espumantes
Baccio Espumante Moscatel 2007 - Vinícola Campo Largo
Medalha de Ouro
Aurora Espumante Moscatel - Cooperativa Vinícola Aurora
Medalha de Prata
Salton Volpi Cabernet Sauvignon - Vinícola Salton
Interessantes os preços do cordeiro
O preço médio no mercado gaúcho de cordeiro para abate tem oscilado. Nesta última semana o comportamento foi de queda, com o preço caindo de R$ 2,12 para R$ 2,11 o kg/vivo, o que representa uma redução de 0,47%. O momento é de manejo reprodutivo do rebanho. Os bons índices de cio registrados estão satisfazendo os criadores. O tempo seco favorece as condições sanitárias do rebanho geral. No Nordeste, por sua vez, os preços também seguem estáveis pagando R$ 3,00 o kg vivo e R$ 3,20 no Tendal (gancho), segundo informa Roberto Albuquerque, diretor do Frigorífico Caprino, de Mulungu, Paraíba.
No Mato Grosso, segundo o presidente da Ovinomat, Antonio Carlos Carvalho de Souza, o ovino de descarte está valendo R$ 2,00 o kg, R$ 2,50 para o borrego e R$ 3,00 o kg vivo do cordeiro. No Paraná, segundo a Ovinopar, os frigoríficos estão pagando entre R$ 3,00 e R$ 3,50 o kg vivo, dependendo da categoria do animal. Em Minas Gerais, conforme a Accomig, os valores estão com base de R$ 3,00 o kg vivo para cordeiros.
Já no mercado de pele ovina os curtumes especializados estão pagando R$ 5,00 a pele salgada, preço que vale no nordeste e também em Minas Gerais, com o agravante, que no Estado mineiro a comercialização deste produto está bem difícil. Nos estados que comercializam lã, como Rio Grande do Sul e Paraná, por exemplo, a safra já encerrou e os negócios que aconteceram foram balizados pelo mercado internacional para a fixação dos valores. Segundo o setor de compras da Cooperativa Tejupá, de São Gabriel, RS, os preços fora de R$ 3,50 para a lã tipo Corriedale, R$ 6,00 para a Ideal e R$ 8,00 para a Merino. No Paraná os valores ficaram bem abaixo destes sendo pago R$ 1,50 por lã das raças de carne.
No Mato Grosso, segundo o presidente da Ovinomat, Antonio Carlos Carvalho de Souza, o ovino de descarte está valendo R$ 2,00 o kg, R$ 2,50 para o borrego e R$ 3,00 o kg vivo do cordeiro. No Paraná, segundo a Ovinopar, os frigoríficos estão pagando entre R$ 3,00 e R$ 3,50 o kg vivo, dependendo da categoria do animal. Em Minas Gerais, conforme a Accomig, os valores estão com base de R$ 3,00 o kg vivo para cordeiros.
Já no mercado de pele ovina os curtumes especializados estão pagando R$ 5,00 a pele salgada, preço que vale no nordeste e também em Minas Gerais, com o agravante, que no Estado mineiro a comercialização deste produto está bem difícil. Nos estados que comercializam lã, como Rio Grande do Sul e Paraná, por exemplo, a safra já encerrou e os negócios que aconteceram foram balizados pelo mercado internacional para a fixação dos valores. Segundo o setor de compras da Cooperativa Tejupá, de São Gabriel, RS, os preços fora de R$ 3,50 para a lã tipo Corriedale, R$ 6,00 para a Ideal e R$ 8,00 para a Merino. No Paraná os valores ficaram bem abaixo destes sendo pago R$ 1,50 por lã das raças de carne.
Sobre meus livros
Boa Tarde Danilo,
Gostaria de pedir sua autorização para publicarmos uma nota sobre o seu livro "Confraria do Cordeiro" e “Cordeiro na Mesa” na Revista Eletrônica Ler e Comer. A Revista Eletrônica Ler e Comer é um portal que tem como objetivo fomentar e divulgar gratuitamente o setor gastronômico, promover os bares e restaurantes e os eventos organizados pelo setor. Além disso, visa manter o leitor informado a respeito de assuntos variados, notícias e outros eventos que ocorram na cidade. Enfim, tornar-se o principal veículo eletrônico da gastronomia curitibana e assuntos relacionados.
Amália Dornellas
www.lerecomer.com.br
contato@lerecomer.com.br
Centro de Notícias Comunicação
(41) 3018 8062 | 8412 4226
www.centrodenoticias.com.br
Tens minha autorização, Amália.
Ucha
Gostaria de pedir sua autorização para publicarmos uma nota sobre o seu livro "Confraria do Cordeiro" e “Cordeiro na Mesa” na Revista Eletrônica Ler e Comer. A Revista Eletrônica Ler e Comer é um portal que tem como objetivo fomentar e divulgar gratuitamente o setor gastronômico, promover os bares e restaurantes e os eventos organizados pelo setor. Além disso, visa manter o leitor informado a respeito de assuntos variados, notícias e outros eventos que ocorram na cidade. Enfim, tornar-se o principal veículo eletrônico da gastronomia curitibana e assuntos relacionados.
Amália Dornellas
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Contrabando de vinho preocupa produtores
Carta Aberta ao presidente Lula, que pede soluções imediatas para coibir o contrabando de 15 milhões de litros de vinho que chegam ao País, foi homologada pelo setor de vitivinicultura durante reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Viticultura, Vinhos e Derivados. A carta foi encaminhada pelo presidente da Câmara Setorial, Hermes Zaneti.
No documento, o setor reivindica também a revogação do acordo de complementação econômica entre Brasil e Chile, assinado em 1996, em que o Brasil reduz o imposto de importação de vinhos chilenos e em troca, o Chile reduz o imposto de importação de ônibus e equipamentos rodoviários brasileiros.
Até 2011, a proposta é zerar o imposto de importação de vinho chileno. Para os representantes do setor que participaram da reunião, o contrabando e as importações de vinhos chilenos prejudicam a vitininicultura brasileira, principalmente no RS que envolve 15 mil pequenos proprietários de agricultura familiar.
O diretor da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Silvio Porto comunicou aos participantes que o governo decidiu adotar instrumentos de apoio à comercialização através da destilação de vinhos e escoamento da produção de até 27 milhões de litros. O vinho destilado é usado como insumo para outras bebidas alcoólicas ou como fator de correção alcoólica nas safras futuras em substituição ao açúcar de cana.
O setor também pede a revisão da consulta pública que trata das práticas enológicas autorizadas para elaboração de vinhos e derivados. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), Valter Marzorotto, esta atualização vai harmonizar as práticas enológicas nos diferentes mercados produtores de vinhos dos países do Mercosul e da União Européia. Em seguida, vai para análise e homologação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). (Inez De Podestà)
No documento, o setor reivindica também a revogação do acordo de complementação econômica entre Brasil e Chile, assinado em 1996, em que o Brasil reduz o imposto de importação de vinhos chilenos e em troca, o Chile reduz o imposto de importação de ônibus e equipamentos rodoviários brasileiros.
Até 2011, a proposta é zerar o imposto de importação de vinho chileno. Para os representantes do setor que participaram da reunião, o contrabando e as importações de vinhos chilenos prejudicam a vitininicultura brasileira, principalmente no RS que envolve 15 mil pequenos proprietários de agricultura familiar.
O diretor da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Silvio Porto comunicou aos participantes que o governo decidiu adotar instrumentos de apoio à comercialização através da destilação de vinhos e escoamento da produção de até 27 milhões de litros. O vinho destilado é usado como insumo para outras bebidas alcoólicas ou como fator de correção alcoólica nas safras futuras em substituição ao açúcar de cana.
O setor também pede a revisão da consulta pública que trata das práticas enológicas autorizadas para elaboração de vinhos e derivados. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), Valter Marzorotto, esta atualização vai harmonizar as práticas enológicas nos diferentes mercados produtores de vinhos dos países do Mercosul e da União Européia. Em seguida, vai para análise e homologação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). (Inez De Podestà)
sábado, 12 de abril de 2008
Noite da Confraria do Cordeiro
A Confraria do Cordeiro realizará mais um jantar, segunda-feira, dia 14, no restaurante da Farsul, onde tradicionalmente se reúne. Ainda não sei quem será o cozinheiro.
Vinho brasileiro em Cingapura
As gaúchas Miolo, Mena Kaho e Lovara vão estrear no mercado de Cingapura, durante a feira Food and Hotel Asia, que acontece de 22 a 25 de abril. Será a primeira participação do Wines From Brasil, programa de promoção de exportações de vinhos finos desenvolvido pela Apex-Brasil e pelo Ibravin. As vinícolas apostam no reconhecimento da região do Vale dos Vinhedos como indicação geográfica pela União Européia para abrir espaço no mercado de Cingapura, muito exigente com relação à certificação internacional.
Jantares com cordeiro em Pelotas
O pessoal da organização Cordeiro Herval Premium, nascida na cidade de Herval, mas que atua em vários municípios da Zona Sul, melhorando a qualidade dos ovinos carne, certificando a produção e difundindo o uso da carne ovina, copiou o nome de nossa Confraria do Cordeiro – existente há oito anos em Porto Alegre – para denominar um novo projeto, uma série de jantares, em Pelotas, elaborados com cortes diferenciados de carne de cordeiro. Se o objetivo é bom, a cópia do nome não importa.
Segundo o jornal Diário da Manhã, de Pelotas, os encontros serão organizados pelo engenheiro agrônomo Clóvis Ávila e por Doroti Malhon, especialista na elaboração de pratos com carne ovina. O lançamento foi na noite de 11 de abril, no restaurante do Parque Ildefonso Simões Lopes, na Associação Rural de Pelotas. A entrada foi lascas de pernil e miúdos de cordeiro grelhados e o prato principal cordeiro na brasa ao molho de mel, acompanhado de arroz com castanhas e purê de abóbora ao molho de alcaparras, azeitonas pretas e manjericão. O evento deverá ocorrer mensalmente para 80 comensais. Custa R$ 15,00 por pessoa. Na nossa Confraria do Cordeiro, em Porto Alegre, é bem mais caro: R$ 50,00 por pessoa.
Segundo o jornal Diário da Manhã, de Pelotas, os encontros serão organizados pelo engenheiro agrônomo Clóvis Ávila e por Doroti Malhon, especialista na elaboração de pratos com carne ovina. O lançamento foi na noite de 11 de abril, no restaurante do Parque Ildefonso Simões Lopes, na Associação Rural de Pelotas. A entrada foi lascas de pernil e miúdos de cordeiro grelhados e o prato principal cordeiro na brasa ao molho de mel, acompanhado de arroz com castanhas e purê de abóbora ao molho de alcaparras, azeitonas pretas e manjericão. O evento deverá ocorrer mensalmente para 80 comensais. Custa R$ 15,00 por pessoa. Na nossa Confraria do Cordeiro, em Porto Alegre, é bem mais caro: R$ 50,00 por pessoa.
O espetáculo do sabrage
Durante a colheita da uva da safra 2008 fui várias vezes ao Vale dos Vinhedos e, em muitas ocasiões, participei da cerimônia do sabrage, a abertura da garrafa de espumante com um golpe certeiro de sabre. Antônio Czarnobay, enólogo-chefe da Cooperativa Vinícola Aurora, manda-me um texto sobre o sabrage.
“O impressionante espetáculo do sabrage, a arte de se abrir a garrafa de espumante com um golpe de sabre, tem origens incertas, que se perderam com o tempo. Muitas são as versões sobre a origem deste ritual, porém todas concordam que ele surgiu na França, nos tempos de Napoleão Bonaparte. Para uns, surge em algum retorno das vitoriosas campanhas de guerra do século XVIII, quando os soldados, em clima de euforia, abriam com seus sabres as garrafas de Champagne que lhes eram presenteadas, sem mesmo precisarem descer de seus cavalos. Defensores mais românticos afirmar que os cavaleiros, retornados das batalhas, tinham pressa em reencontrar as suas mulheres, e encontraram essa pitoresca – e muito prática – forma de abrir as garrafas.
A execução, ao mesmo tempo que encanta, assusta, parecendo bastante difícil. É, porém, bastante simples. Pega-se uma garrafa de espumante já gelada e retira-se a cápsula e a gaiola que protege a rolha. Com o pescoço limpo, necessita-se encontrar a costura da garrafa, a parte na qual as duas partes do vidro são unidas. Segura-se firmemente a garrafa com uma mão e, com a outra, desliza-se o sabre por essa junção. Um movimento contínuo, rápido e seco atinge a junção da garrafa com o gargalo, causando a quebra e a expulsão do gargalo e da rolha. A pressão interna da garrafa expulsa qualquer resíduo de vidro da bebida.
A garrafa não quebra pelo fato de ter sido golpeada em seu ponto mais frágil. O ponto de junção entre a costura e o gargalo tem cerca de metade da resistência do resto da garrafa. Quando quebrada neste ponto, a trinca se propaga rapidamente pelo gargalo, movimentada pelo golpe do sabre e também pela pressão interna da garrafa, que pode chegar a até 6 atmosferas. Tudo isso é suficiente para que o topo da garrafa voe a uma distância de até dez metros.
Hoje, a técnica é utilizada por sommeliers em comemorações sociais, restaurantes e vinícolas, mas mantém intocado o encanto do ritual dos cavaleiros franceses.”
“O impressionante espetáculo do sabrage, a arte de se abrir a garrafa de espumante com um golpe de sabre, tem origens incertas, que se perderam com o tempo. Muitas são as versões sobre a origem deste ritual, porém todas concordam que ele surgiu na França, nos tempos de Napoleão Bonaparte. Para uns, surge em algum retorno das vitoriosas campanhas de guerra do século XVIII, quando os soldados, em clima de euforia, abriam com seus sabres as garrafas de Champagne que lhes eram presenteadas, sem mesmo precisarem descer de seus cavalos. Defensores mais românticos afirmar que os cavaleiros, retornados das batalhas, tinham pressa em reencontrar as suas mulheres, e encontraram essa pitoresca – e muito prática – forma de abrir as garrafas.
A execução, ao mesmo tempo que encanta, assusta, parecendo bastante difícil. É, porém, bastante simples. Pega-se uma garrafa de espumante já gelada e retira-se a cápsula e a gaiola que protege a rolha. Com o pescoço limpo, necessita-se encontrar a costura da garrafa, a parte na qual as duas partes do vidro são unidas. Segura-se firmemente a garrafa com uma mão e, com a outra, desliza-se o sabre por essa junção. Um movimento contínuo, rápido e seco atinge a junção da garrafa com o gargalo, causando a quebra e a expulsão do gargalo e da rolha. A pressão interna da garrafa expulsa qualquer resíduo de vidro da bebida.
A garrafa não quebra pelo fato de ter sido golpeada em seu ponto mais frágil. O ponto de junção entre a costura e o gargalo tem cerca de metade da resistência do resto da garrafa. Quando quebrada neste ponto, a trinca se propaga rapidamente pelo gargalo, movimentada pelo golpe do sabre e também pela pressão interna da garrafa, que pode chegar a até 6 atmosferas. Tudo isso é suficiente para que o topo da garrafa voe a uma distância de até dez metros.
Hoje, a técnica é utilizada por sommeliers em comemorações sociais, restaurantes e vinícolas, mas mantém intocado o encanto do ritual dos cavaleiros franceses.”
Herval Premium
O Programa Cordeiro Herval Premium, que busca qualificar a produção de cordeiro e, assim, conseguir preços justos aos produtores, nasceu de uma idéia de produtores do município de Herval, e se consolidou com o apoio de pesquisadores da Universidade Federal de Pelotas. Hoje, beneficia produtores de várias cidades, organizando uma cadeia da carne ovina.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Uma das melhores safras do século
Miolo Wine Group encerrou sexta-feira (11/4) sua colheita de uvas no RS. Os resultados confirmam a expectativa da qualidade garantida pelas condições da safra 2008, comparável às de 2002, 2004 e 2005. As condições climáticas favoráveis registradas no ciclo da produção das uvas de todas as regiões produtivas do RS, iniciado em agosto de 2007 e com término no início de abril – associadas às práticas tecnológicas mais modernas de manejo dos vinhedos e vinificação - , confirmaram a expectativa da empresa de produzir na safra 2008 vinhos de excelente qualidade e elaborar o Lote 43, o Merlot Terroir e o Brut Millésime, produzidos apenas em safras excepcionais.
“Todos os meses de verão tiveram a predominância de noites frescas, alta insolação e baixa precipitação pluviométrica na Serra, nos Campos de Cima da Serra e na Campanha gaúcha, condições essenciais para a maturação completa das uvas. Já o inverno rigoroso de 2007, o mais intenso das últimas décadas, proporcionou condições ideais para brotação das frutas”, afirma o diretor-técnico, Adriano Miolo.
“Todos os meses de verão tiveram a predominância de noites frescas, alta insolação e baixa precipitação pluviométrica na Serra, nos Campos de Cima da Serra e na Campanha gaúcha, condições essenciais para a maturação completa das uvas. Já o inverno rigoroso de 2007, o mais intenso das últimas décadas, proporcionou condições ideais para brotação das frutas”, afirma o diretor-técnico, Adriano Miolo.
Vinho de 100 dólares
A vinícola Miolo estendeu o máximo possível a colheita das uvas tintas de seus vinhedos em Candiota, na região da Campanha, e só colheu as derradeiras uvas cabernet sauvignon no dia 31 de março – a maioria das outras vinícolas colheu no início do mês -, num ensaio para tentar obter, em 2010, um vinho de excepcional qualidade, que será vendido, no mínimo, por 100 dólares a garrafa (hoje, seriam R$ 172,00). O vinho tem vários diferenciais, que explicam o alto preço e a superior qualidade esperada: vem de uma colheita tardia e de risco (se chovesse tudo estaria perdido), de vinhedos que tinham apenas 800 plantas por hectare e produziram apenas 1kg de uva por planta, com 22 graus Babo, as uvas foram amassadas com os pés e, uma semana depois, sexta-feira, dia 4, colocadas em barricas de carvalho francês para a fermentação malolática. Feita esta, o líquido será levado a outras barricas de carvalho novo, onde permanecerá até 2009, quando será engarrafado e ficará “descansando” até ir para o mercado, em 2010. O enólogo português Miguel Almeida, responsável pelo ensaio, acredita que resultará num vinho excepcional dos varietais cabernet sauvignon, touriga nacional, merlot, tannat e pinotage.
Rolhas
As rolhas de cortiça para vinhos, em sua maioria oriundas de Portugal, estão caríssimas, como me diz, de Brasília, o Lagarto.. Boa oportunidade para a empresa bento-gonçalvense Ibrac, que vai apresentar durante a Vinotech, que começa amanhã, em Bento Gonçalves, a rolha sintética Nomacorc, considerada a melhor do gênero no mercado para o fechamento de garrafas de vinho, muito semelhante à de cortiça.
Garrafas
A Saint-Gobain Embalagens confirmou participação na Vinotech 2008. A empresa vai expor sua linha completa de garrafas para vinhos, espumantes e sidras, bem como algumas opções de garrafas para destilados e sucos
Adega Garibaldi em Gramado
A Vinícola Garibaldi fincou sua bandeira em um dos principais pólos turísticos do país. Dia 5 de abril, inaugurou, em Gramado, a Adega Garibaldi, no Parque Le Jardin, um dos lugares mais charmosos da cidade. A parceria entre o empreendimento turístico e a vinícola resultarão em um novo atrativo para os milhares de turistas que chegam à Serra Gaúcha. O espaço, inspirado na cultura italiana, terá lugar no andar inferior da casa de chás do Parque com toda sofisticação para uma programação especial que será oferecida aos visitantes, como palestras e cursos sobre vinhos, degustações e eventos.
O local foi projetado pela equipe da Vinícola para tornar o ambiente intimista e acolhedor. “Teremos os principais produtos de nossa linha à disposição dos clientes que visitarem o Parque”, destaca o Gerente Comercial, Vanderlei Pramio. Para ele, o local não poderia ser mais convidativo. “Os jardins, as plantas exóticas, a proposta gastronômica do Parque, aliados aos produtos da vinícola, promoverão uma experiência sensorial única aos mais exigentes consumidores de vinhos e apreciadores da boa gastronomia”, salienta.
A estratégia vai posicionar a vinícola num dos mercados de maior visibilidade do Estado. “Estaremos presentes em uma grande vitrine nacional, já que o Parque receberá turistas de todo Brasil”, destaca Vanderlei. Além disso, os produtos da empresa serão conhecidos em eventos e promoções realizadas no local. Para o Le Jardin, a parceria vai agregar uma nova atração para o local, que possibilitará unir as belezas naturais e a gastronomia ao charme de uma adega com produtos da linha top da vinícola Garibaldi. A adega contará com cerca de 800 garrafas dispostas em um ambiente intimista e aconchegante, propício para o armazenamento. A estratégia pretende consolidar a Vinícola como uma das principais do país e ajudará a atingir as metas de crescimento que devem ser de 15%.
O local foi projetado pela equipe da Vinícola para tornar o ambiente intimista e acolhedor. “Teremos os principais produtos de nossa linha à disposição dos clientes que visitarem o Parque”, destaca o Gerente Comercial, Vanderlei Pramio. Para ele, o local não poderia ser mais convidativo. “Os jardins, as plantas exóticas, a proposta gastronômica do Parque, aliados aos produtos da vinícola, promoverão uma experiência sensorial única aos mais exigentes consumidores de vinhos e apreciadores da boa gastronomia”, salienta.
A estratégia vai posicionar a vinícola num dos mercados de maior visibilidade do Estado. “Estaremos presentes em uma grande vitrine nacional, já que o Parque receberá turistas de todo Brasil”, destaca Vanderlei. Além disso, os produtos da empresa serão conhecidos em eventos e promoções realizadas no local. Para o Le Jardin, a parceria vai agregar uma nova atração para o local, que possibilitará unir as belezas naturais e a gastronomia ao charme de uma adega com produtos da linha top da vinícola Garibaldi. A adega contará com cerca de 800 garrafas dispostas em um ambiente intimista e aconchegante, propício para o armazenamento. A estratégia pretende consolidar a Vinícola como uma das principais do país e ajudará a atingir as metas de crescimento que devem ser de 15%.
Expovinis 2008
Reunindo mais de 260 expositores, entre produtores e importadores de vinhos, o Expovinis Brasil 2008 chega a sua 12ª edição como o grande encontro de winebusiness da América Latina. Referência para o mercado, o evento mobiliza profissionais do vinho e da enogastronomia da América do Sul e Europa, atraindo para a capital paulista, entre os dias 28 e 30 de abril, visitantes interessados em um único assunto: vinho.
A rede hoteleira da cidade, sobretudo na região do Transamerica Expo Center, aguarda lotação máxima durante os três dias da feira, acomodando como hóspedes sommeliers, chefs, enófilos, enólogos e produtores vindos dos quatro cantos do mundo.
Entre as presenças internacionais, destaque para Patricio Tapia, autor do Descorchados do Chile e Argentina e Fabrício Portelli, editor do Anuário Brascó da Argentina, ambos colaboradores também da revista americana Wine & Spirits Magazine, e Vittorio Fiore, conceituado enólogo italiano e consultor de importantes vinícolas na Itália, que vêm ao País para conduzir degustações de vinhos top (ultra premium) da Toscana, Chile, Argentina e Brasil.
Blocos de vinícolas da Espanha (região de Castilla La Mancha) e França (regiões de Bordeaux, Bourgogne e Champagne) participam pela primeira vez do evento no Brasil ao lado dos já tradicionais grupos Pro Mendoza (Argentina) e Vins de Provence (França), e de produtores vindos dos EUA, Itália e Portugal.
Do Brasil estarão mais de 30 vinícolas incluindo as três grandes estrelas do vinho nacional: Miolo, Salton e Casa Valduga, e importadoras consagradas como Ana Import, Barrinhas, Cantu, Casa Flora, Decanter, Interfood, KMM Vinhos, Reloco, Vinea Store e Zahil, entre outras.
A rede hoteleira da cidade, sobretudo na região do Transamerica Expo Center, aguarda lotação máxima durante os três dias da feira, acomodando como hóspedes sommeliers, chefs, enófilos, enólogos e produtores vindos dos quatro cantos do mundo.
Entre as presenças internacionais, destaque para Patricio Tapia, autor do Descorchados do Chile e Argentina e Fabrício Portelli, editor do Anuário Brascó da Argentina, ambos colaboradores também da revista americana Wine & Spirits Magazine, e Vittorio Fiore, conceituado enólogo italiano e consultor de importantes vinícolas na Itália, que vêm ao País para conduzir degustações de vinhos top (ultra premium) da Toscana, Chile, Argentina e Brasil.
Blocos de vinícolas da Espanha (região de Castilla La Mancha) e França (regiões de Bordeaux, Bourgogne e Champagne) participam pela primeira vez do evento no Brasil ao lado dos já tradicionais grupos Pro Mendoza (Argentina) e Vins de Provence (França), e de produtores vindos dos EUA, Itália e Portugal.
Do Brasil estarão mais de 30 vinícolas incluindo as três grandes estrelas do vinho nacional: Miolo, Salton e Casa Valduga, e importadoras consagradas como Ana Import, Barrinhas, Cantu, Casa Flora, Decanter, Interfood, KMM Vinhos, Reloco, Vinea Store e Zahil, entre outras.
Novo vinho em Flores da Cunha
Nasce na unidade de Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, uma nova linha de vinhos da Vinícola Góes & Venturini. A nobreza do nome já indica sua posição no mercado: Casa Venturini. Esse rótulo o consumidor só encontrará nas safras minuciosamente produzidas e de tiragem limitada. O primogênito é o Chardonnay Reserva, safra 2007, um vinho branco seco fino de excepcional qualidade, que nasce com duas importantes premiações: atingiu a maior pontuação e foi considerado o melhor Chardonnay nacional da safra de 2007, na XV Avaliação Nacional de Vinhos e foi coroado com medalha de prata no Concurso Internacional de Vinhos Bacchus 2008, em Madri, na Espanha. Segundo Cláudio Góes, diretor da empresa, essa linha é o grande investimento do ano. “Com o Casa Venturini vamos atender outro nicho e potencializar a marca de nossa vinícola”, aposta o empresário.
Boas notícias da Alemanha
Boas notícias vieram na bagagem de volta do gerente de exportações da Salton, Fabrício Ozelame de Almeida, que esteve em Düsseldorf (Alemanha) participando da Prowein, feira internacional de vinhos, de 16 a 18 de março. Além de abrir novos clientes na Alemanha, a vinícola de Bento Gonçalves manteve contatos para iniciar negociações com a Polônia e a Bélgica. Atualmente, a Salton exporta para a República Tcheca, Alemanha, Suriname, Uruguai e Estados Unidos.
Voltada para importadores da Europa, consumidores alemães e imprensa, a Prowein reuniu viticultores e comerciantes de vinho de todo o mundo e oportunizou uma excelente recepção aos produtos Salton, que foram muito elogiados. A vinícola levou ao evento rótulos premiados como os tintos Salton Desejo, Salton Talento, Salton Volpi Cabernet Sauvignon, Salton Classic Tannat, Salton Séries Shiraz e o branco aromático Salton Flowers.
Voltada para importadores da Europa, consumidores alemães e imprensa, a Prowein reuniu viticultores e comerciantes de vinho de todo o mundo e oportunizou uma excelente recepção aos produtos Salton, que foram muito elogiados. A vinícola levou ao evento rótulos premiados como os tintos Salton Desejo, Salton Talento, Salton Volpi Cabernet Sauvignon, Salton Classic Tannat, Salton Séries Shiraz e o branco aromático Salton Flowers.
segunda-feira, 31 de março de 2008
Novos prêmios para vinhos gaúchos
O vinho Desejo, da Vinícola Salton, ganhou Medalha de Ouro no concurso internacional Bacchus 2008, na Espanha, e o espumante Panizzon Moscatel 2007, da Panizzon, levou Medalha de Ouro no Vinalies Internationales, na França, dois dos grandes concursos internacionais dos primeiros meses do ano. Outros 13 vinhos nacionais foram premiados no Vinalies com Medalha de Prata: Amadeu Espumante Brut 2006 - Cave de Amadeu; Aurora Espumante Moscatel - da Aurora; Chandon Brut Excellence, Chandon Brut Reserve e Chandon Passion, os três da Moët Hennessy do Brasil; Courmayeur Espumante Moscatel 2007 - da Courmayeur; Miolo Cuvée Guiseppe 2004 - da Miolo; Salton Desejo Merlot 2005 - da Salton; Santa Collina Espumante Brut 2007, Santa Collina Chardonnay Premium 2007, Santa Collina Espumante Moscatel 2007, e Santa Collina Sauvignon Blanc Premium 2007, os quatro da Aliança, e Zanotto Merlot 2005 - da Campestre. Também na França, no concurso Chardonnay do Mundo, a Salton ganhou outra Medalha de Prata com o vinho Volpi Chardonnay 2006.
domingo, 30 de março de 2008
De volta os destaques da Salton
Quem estava contando os dias, já pode comemorar: dois grandes sucessos de vendas da Vinícola Salton voltam às prateleiras a partir desta semana. Com estoques zerados ainda no início de dezembro do ano passado, os espumantes brut rosé Salton Poética e Salton Moscatel, elaborado pelo processo asti, retornam aos supermercados, casas especializadas e aos cardápios dos restaurantes para apreciação dos consumidores.
Maior produtora de espumantes do Brasil e líder na sua comercialização há quatro anos consecutivos, a vinícola de Bento Gonçalves investiu no aumento dos estoques deste ano. Além do acompanhamento e orientação constantes aos produtores de uvas parceiros da Salton que, aliado ao clima ideal, resultou numa safra diferenciada tanto em qualidade como em quantidade, a empresa adquiriu quatro novas autoclaves, com capacidade individual de 65 mil litros de espumantes.
Lançado no ano passado, o Salton Poética superou todas as expectativas, com a comercialização de 63 mil garrafas. Para 2008, serão colocados no mercado 144 mil garrafas. O Salton Moscatel terá seu volume quase duplicado, passando das 378 mil garrafas em 2007 para 600 mil garrafas.
Maior produtora de espumantes do Brasil e líder na sua comercialização há quatro anos consecutivos, a vinícola de Bento Gonçalves investiu no aumento dos estoques deste ano. Além do acompanhamento e orientação constantes aos produtores de uvas parceiros da Salton que, aliado ao clima ideal, resultou numa safra diferenciada tanto em qualidade como em quantidade, a empresa adquiriu quatro novas autoclaves, com capacidade individual de 65 mil litros de espumantes.
Lançado no ano passado, o Salton Poética superou todas as expectativas, com a comercialização de 63 mil garrafas. Para 2008, serão colocados no mercado 144 mil garrafas. O Salton Moscatel terá seu volume quase duplicado, passando das 378 mil garrafas em 2007 para 600 mil garrafas.
Mais novidade da Salton
A Salton ampliou sua linha de produtos. Volpi Pinot Noir, varietal safra 2006, é o novo integrante da linha Volpi – que conta hoje com outros cinco rótulos, onde estão reproduzidas as telas de Alfredo Volpi, numa homenagem ao pintor brasileiro. Com sabor agradável e prolongado, destaca uma coloração rubi claro com aromas de frutos negros, como framboesa, amora, mirtilo e cereja, tostados, baunilha, fumaça e especiarias.
Elaborado com uvas colhidas dos vinhedos na Região da Campanha (Bagé), formados por videiras originárias da França, o Volpi Pinot Noir chega com produção limitada de 5,1 mil garrafas. Considerado um grande desafio, pela delicadeza da uva, o vinho Pinot Noir da Salton promete surpreender o consumidor, afirma o diretor técnico e enólogo da vinícola, Lucindo Copat. “Pode ser comparado aos melhores vinhos da Borgonha.”
A alta qualidade do produto está refletida desde a seleção das uvas, feita de forma manual. A maceração acontece à baixa temperatura em tanques de aço inoxidável e a fermentação em bordalesas de carvalho novo francês. Para finalizar o processo, o vinho foi conservado com suas leveduras por um ano na cave nas próprias bordalesas de carvalho. O resultado pode ser comprovado na elegância do bouquet e na harmonia do sabor, um acompanhamento perfeito para carnes magras, em especial frango, caça, peixes de rio, como truta e salmão, além de queijos brancos, pizzas e massas com molho suave.
Elaborado com uvas colhidas dos vinhedos na Região da Campanha (Bagé), formados por videiras originárias da França, o Volpi Pinot Noir chega com produção limitada de 5,1 mil garrafas. Considerado um grande desafio, pela delicadeza da uva, o vinho Pinot Noir da Salton promete surpreender o consumidor, afirma o diretor técnico e enólogo da vinícola, Lucindo Copat. “Pode ser comparado aos melhores vinhos da Borgonha.”
A alta qualidade do produto está refletida desde a seleção das uvas, feita de forma manual. A maceração acontece à baixa temperatura em tanques de aço inoxidável e a fermentação em bordalesas de carvalho novo francês. Para finalizar o processo, o vinho foi conservado com suas leveduras por um ano na cave nas próprias bordalesas de carvalho. O resultado pode ser comprovado na elegância do bouquet e na harmonia do sabor, um acompanhamento perfeito para carnes magras, em especial frango, caça, peixes de rio, como truta e salmão, além de queijos brancos, pizzas e massas com molho suave.
Rosas e vinhos
Bacana a atitude da Vinícola Don Giovanni incentivando a comunidade de Pinto Bandeira a plantar rosas ao longo da rodovia VRS-805, que liga a região com a cidade de Bento Gonçalves. As deslumbrantes paisagens da região ficarão ainda mais bonita. Parabéns, Ayrton e André Dherer Giovannini, diretores da vinícola. Cumprimentos, também, ao enólogo Luciano Vian, que ajudou a plantar. A idéia foi dada pelo padre Darcy Bortolini.
Suco de uva Granja União
A Vinícola Cordelier acaba de colocar no mercado o Suco de Uva Tinto Integral Granja União Safra 2008. O produto, que até a Safra 2007 somente era comercializado na loja de vinhos da empresa, agora passa a ser distribuído em redes de supermercados, delicatessens e casas especializadas de várias regiões do país.
Elaborado a partir de processos naturais, sem a adição de açúcar e conservantes, o suco de uva Granja União é um produto 100% natural. Em uma embalagem de 500 ml, o suco não contém glúten e tem validade de 24 meses.
Com uma coloração violácea, aroma intenso e de paladar denso e equilibrado, exalta as características benéficas naturalmente presentes na uva. Assim como o vinho tinto, o consumo de suco de uva também é comprovadamente benéfico para a saúde, prevenindo alguns males do coração e retardando o envelhecimento, além de ser fonte de fibras e outras vitaminas.
Cumprimento a Dom Lídio Ziero e ao enólogo Dario Crespi pela qualidade do suco de uva.
Elaborado a partir de processos naturais, sem a adição de açúcar e conservantes, o suco de uva Granja União é um produto 100% natural. Em uma embalagem de 500 ml, o suco não contém glúten e tem validade de 24 meses.
Com uma coloração violácea, aroma intenso e de paladar denso e equilibrado, exalta as características benéficas naturalmente presentes na uva. Assim como o vinho tinto, o consumo de suco de uva também é comprovadamente benéfico para a saúde, prevenindo alguns males do coração e retardando o envelhecimento, além de ser fonte de fibras e outras vitaminas.
Cumprimento a Dom Lídio Ziero e ao enólogo Dario Crespi pela qualidade do suco de uva.
Sommelier italiano na Valduga
O renomado sommelier italiano Roberto Rabachino, que veio ao Brasil para ministrar o Curso de Sommelier Internacional, selecionou a Casa Valduga para apresentar a seus alunos brasileiros o processo de elaboração dos vinhos. Antes do wine tour pela vinícola, Rabachino conversou sobre as novas tendências no consumo de vinho no mundo com representantes da Casa Valduga e provou o ainda inédito Storia, um merlot safra 2006 que destacou como “um vinho de grande qualidade”.
Os brancos, tintos e espumantes da linha Premium também foram aprovados pelo sommelier, que degustou ainda os rótulos Amante Rosé e Mundvs Malbec. Além de percorrer toda a vinícola, Rabachino aproveitou para experimentar os vinhos que estavam nas barricas e nos tanques de inox.
O sommelier, eleito o melhor do mundo duas vezes, fez questão de personalizar uma garrafa do vinho Casa Valduga Identidade Ancelotta com sua digital e assinatura, aprovando o rótulo inovador. Rabachino retornará ao Brasil em abril para o curso de juízes de vinho internacional e irá à Casa Valduga novamente acompanhar alguns vinhos em elaboração.
Com um complexo enoturístico que inclui restaurantes e pousadas, a Casa Valduga fica no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS), uma das melhores regiões vinícolas do país e produz vinhos há quatros gerações. Informações pelo telefone (54) 2105.3122 ou no site www.casavalduga.com.br
Os brancos, tintos e espumantes da linha Premium também foram aprovados pelo sommelier, que degustou ainda os rótulos Amante Rosé e Mundvs Malbec. Além de percorrer toda a vinícola, Rabachino aproveitou para experimentar os vinhos que estavam nas barricas e nos tanques de inox.
O sommelier, eleito o melhor do mundo duas vezes, fez questão de personalizar uma garrafa do vinho Casa Valduga Identidade Ancelotta com sua digital e assinatura, aprovando o rótulo inovador. Rabachino retornará ao Brasil em abril para o curso de juízes de vinho internacional e irá à Casa Valduga novamente acompanhar alguns vinhos em elaboração.
Com um complexo enoturístico que inclui restaurantes e pousadas, a Casa Valduga fica no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS), uma das melhores regiões vinícolas do país e produz vinhos há quatros gerações. Informações pelo telefone (54) 2105.3122 ou no site www.casavalduga.com.br
Mais Volpi na Salton
A Vinícola Salton ampliou sua linha de produtos. Volpi Pinot Noir, varietal safra 2006 é o novo integrante da linha Volpi – que conta hoje com outros cinco rótulos, onde estão reproduzidas as telas de Alfredo Volpi, numa homenagem ao pintor brasileiro. Com sabor agradável e prolongado, destaca uma coloração rubi claro com aromas de frutos negros, como framboesa, amora, mirtilo e cereja, tostados, baunilha, fumaça e especiarias.
Elaborado com uvas colhidas dos vinhedos na Região da Campanha (Bagé), formados por videiras originárias da França, o Volpi Pinot Noir chega com produção limitada de 5,1 mil garrafas. Considerado um grande desafio, pela delicadeza da uva, o vinho Pinot Noir da Salton promete surpreender o consumidor, afirma o diretor técnico e enólogo da vinícola, Lucindo Copat. “Pode ser comparado aos melhores vinhos da Borgonha.”
A alta qualidade do produto está refletida desde a seleção das uvas, feita de forma manual. A maceração acontece à baixa temperatura em tanques de aço inoxidável e a fermentação em bordalesas de carvalho novo francês. Para finalizar o processo, o vinho foi conservado com suas leveduras por um ano na cave nas próprias bordalesas de carvalho. O resultado pode ser comprovado na elegância do bouquet e na harmonia do sabor, um acompanhamento perfeito para carnes magras, em especial frango, caça, peixes de rio, como truta e salmão, além de queijos brancos, pizzas e massas com molho suave.
Elaborado com uvas colhidas dos vinhedos na Região da Campanha (Bagé), formados por videiras originárias da França, o Volpi Pinot Noir chega com produção limitada de 5,1 mil garrafas. Considerado um grande desafio, pela delicadeza da uva, o vinho Pinot Noir da Salton promete surpreender o consumidor, afirma o diretor técnico e enólogo da vinícola, Lucindo Copat. “Pode ser comparado aos melhores vinhos da Borgonha.”
A alta qualidade do produto está refletida desde a seleção das uvas, feita de forma manual. A maceração acontece à baixa temperatura em tanques de aço inoxidável e a fermentação em bordalesas de carvalho novo francês. Para finalizar o processo, o vinho foi conservado com suas leveduras por um ano na cave nas próprias bordalesas de carvalho. O resultado pode ser comprovado na elegância do bouquet e na harmonia do sabor, um acompanhamento perfeito para carnes magras, em especial frango, caça, peixes de rio, como truta e salmão, além de queijos brancos, pizzas e massas com molho suave.
quarta-feira, 26 de março de 2008
Mais um castelo com bom vinho e boa comida
Creio que já escrevi alguma coisa sobre as novidades no Castelo Benvenutti, em Garibaldi, mas agora vou aprofundar. A Serra Gaúcha acaba de ganhar uma nova opção enogastronômica. Trata-se do Vin Caffé Espaço Bar que entra em atividade no Castello Benvenutti, localizado no acesso ao Vale dos Vinhedos, entre Bento Gonçalves e Garibaldi. Com uma proposta diferenciada, a casa combina harmonicamente dois nobres produtos brasileiros: o café e o vinho.
Em um ambiente moderno e acolhedor, o Vin Caffé é um bistrô que oferece café da manhã, lanches e sanduíches, pratos leves para o almoço, além de pastas, pães e porções para um saboroso happy hour. O cardápio da casa, assinado pela chef Idana Maria Machado Spassini, traz delicados folhados, salgados, quiches e rabanadas, bem como, sopas, risotos, saladas e omeletes. Já a carta de bebidas conta com diversificados cafés, vinhos e espumantes nacionais, cervejas importadas e de microcervejarias e sucos naturais.
Aberto diariamente, das 7h às 19 horas, o Vin Caffé tem capacidade para 60 pessoas. Além do espaço interno, o local também conta com uma praça de convivência, proporcionando maior conforto e comodidade aos clientes. Outro diferencial da casa é a cozinha que foi construída sem portas, justamente, para facilitar o acesso dos clientes. “Queremos estar literalmente de portas abertas para podermos interagir com nosso público”, garantem os proprietários Leandro e Eduardo Giordani.
Com estrutura física diferenciada e atendimento qualificado feito por uma equipe de oito profissionais, o Vin Caffé também é o local ideal para a realização de festas e eventos especiais. Após às 19 horas a casa está aberta para locação, comportando eventos com capacidade para até 150 pessoas.
No Vin Caffé, o cardápio é uma atração à parte. A chef idealizou opções diferenciadas para agradar os diferentes paladares e que certamente atenderão os gostos mais exigentes. Um roteiro gastronômico pode começar ainda no café da manhã com bolos, tortas, quiches, mini-croissants, mini-pastéis assados e pães, além de frutas, frios e queijos. Destaque para a rabanada com geléia ao gosto do cliente que pode ser acompanhada por três diferentes opções de omeletes.
Para quem prefere uma refeição mais leve, o Vin Caffé também oferece um café da manhã com frutas, iogurte natural com mel e granola, sem contar a grande variedade de sucos naturais e deliciosos cafés.
Para o almoço, a casa oferece risotos diferenciados como o de vinho tinto com gorgonzola e figos turcos, além das próprias omeletes, com destaque para a de funghi. O cardápio ainda conta com sopas, saladas e quiches com sabores inusitados, como o de gorgonzola com cebola caramelizada ou a de queijo de cabra com tomate seco, servidos com salada verde.
As sobremesas também têm lugar de destaque no bistrô. Um exemplo é o “Pot au chocolat”, com consistência parecida com a de uma mousse, mas assada, servido numa charmosa xícara de chá e o crumble de frutas (frutas da estação ao forno com farofa crocante), perfeito para o inverno.
Durante todo o dia são oferecidos sanduíches elaborados com pães especiais quentes ou frios. Vale a pena conferir o de camarão gratinado com alho poró ou o de vodca com bacon e ainda o de cordeiro com páprica e hortelã. No happy hour, saborosas tábuas de frios e queijos e de queijos e frutas secas, além de pães e patês. Todos os pratos são elaborados com produtos de excelente qualidade e com muito capricho no preparo e apresentação.
Formada há 10 anos em gastronomia, a chef Idana Maria Machado Spassini tem experiência em cozinha internacional e já trabalhou com renomados chefs. Ela também já prestou consultoria para diversos restaurantes e hotéis da região e foi professora de gastronomia.
Em um ambiente moderno e acolhedor, o Vin Caffé é um bistrô que oferece café da manhã, lanches e sanduíches, pratos leves para o almoço, além de pastas, pães e porções para um saboroso happy hour. O cardápio da casa, assinado pela chef Idana Maria Machado Spassini, traz delicados folhados, salgados, quiches e rabanadas, bem como, sopas, risotos, saladas e omeletes. Já a carta de bebidas conta com diversificados cafés, vinhos e espumantes nacionais, cervejas importadas e de microcervejarias e sucos naturais.
Aberto diariamente, das 7h às 19 horas, o Vin Caffé tem capacidade para 60 pessoas. Além do espaço interno, o local também conta com uma praça de convivência, proporcionando maior conforto e comodidade aos clientes. Outro diferencial da casa é a cozinha que foi construída sem portas, justamente, para facilitar o acesso dos clientes. “Queremos estar literalmente de portas abertas para podermos interagir com nosso público”, garantem os proprietários Leandro e Eduardo Giordani.
Com estrutura física diferenciada e atendimento qualificado feito por uma equipe de oito profissionais, o Vin Caffé também é o local ideal para a realização de festas e eventos especiais. Após às 19 horas a casa está aberta para locação, comportando eventos com capacidade para até 150 pessoas.
No Vin Caffé, o cardápio é uma atração à parte. A chef idealizou opções diferenciadas para agradar os diferentes paladares e que certamente atenderão os gostos mais exigentes. Um roteiro gastronômico pode começar ainda no café da manhã com bolos, tortas, quiches, mini-croissants, mini-pastéis assados e pães, além de frutas, frios e queijos. Destaque para a rabanada com geléia ao gosto do cliente que pode ser acompanhada por três diferentes opções de omeletes.
Para quem prefere uma refeição mais leve, o Vin Caffé também oferece um café da manhã com frutas, iogurte natural com mel e granola, sem contar a grande variedade de sucos naturais e deliciosos cafés.
Para o almoço, a casa oferece risotos diferenciados como o de vinho tinto com gorgonzola e figos turcos, além das próprias omeletes, com destaque para a de funghi. O cardápio ainda conta com sopas, saladas e quiches com sabores inusitados, como o de gorgonzola com cebola caramelizada ou a de queijo de cabra com tomate seco, servidos com salada verde.
As sobremesas também têm lugar de destaque no bistrô. Um exemplo é o “Pot au chocolat”, com consistência parecida com a de uma mousse, mas assada, servido numa charmosa xícara de chá e o crumble de frutas (frutas da estação ao forno com farofa crocante), perfeito para o inverno.
Durante todo o dia são oferecidos sanduíches elaborados com pães especiais quentes ou frios. Vale a pena conferir o de camarão gratinado com alho poró ou o de vodca com bacon e ainda o de cordeiro com páprica e hortelã. No happy hour, saborosas tábuas de frios e queijos e de queijos e frutas secas, além de pães e patês. Todos os pratos são elaborados com produtos de excelente qualidade e com muito capricho no preparo e apresentação.
Formada há 10 anos em gastronomia, a chef Idana Maria Machado Spassini tem experiência em cozinha internacional e já trabalhou com renomados chefs. Ela também já prestou consultoria para diversos restaurantes e hotéis da região e foi professora de gastronomia.
Vinho e boa música
Quem gosta de beber um bom vinho curtindo música, deve dar uma passada no Vinícolas do Brasil (rua Mostardeiro, 189), em Porto Alegre Hoje, dia 27, no secular casarão da Mostardeiro, mais uma edição do Encontros no Porão, noite para degustar vinhos TOP das Vinícolas Cave de Amadeu, Miolo, Don Laurindo, Boscato, Adolfo Lona e Viapiana, acompanhados de deliciosas opções gastronômicas criadas pelo Chef Oilton Jr da Estação 189, ao som do saxofone de Mario Marmontel e do piano de Alexandre Fritzen da Rocha, interpretando os clássicos da música brasileira em ritmo de jazz.A receptividade fica por conta de sua proprietária, Marlúcia Medeiros Nickel, com experiência na arte de bem receber. Mas, atenção, é preciso reservar seu ingresso com antecedência, pois o espaço tem capacidade limitada para apenas 50 pessoas. R$ 15,00 Couvert - Vinho e Gastronomia não incluso, é opcional. Reservas: (51) 3019 4585 ou 9965 1972.
Vinhos potentes e com sabores intensos
Confirmaram-se as expectativas que o enólogo Lucindo Copat, da Salton, manifestou para mim, Políbio Braga e Adroaldo Streck, no final de fevereiro, na porta do Castelo Salton, em Tuiuty, quando disse que ia arriscar e deixar as uvas cabernet sauvignon nos vinhedos até o final de março porque as previsões de seus instrumentos era de que não choveria até o dia 30. Ele arriscou – se chovesse a safra perderia a qualidade que já tinha – e ganhou.
A Salton encerra no final desta semana a safra 2008 e confirma a alta qualidade das uvas tintas, assim como aconteceu com as variedades brancas. A safra mais estendida, resultante do clima perfeito para as videiras, proporcionou um ano de boas notícias para o setor, como antecipou o diretor técnico da vinícola, o enólogo Lucindo Copat, ainda no início do ano. “Tintos potentes, com graduação alcoólica elevada, boa coloração, aromas e sabores intensos é o que podemos esperar dos vinhos elaborados neste ano”, comemora.
A estiagem aliada aos dias quentes e noites frias registrados no verão foi o fator determinante para o sucesso da safra e refletiu em todas as variedades, como observa Copat. “A Tannat, oriunda dos vinhedos de Bagé, chegou na vinícola com grande graduação alcoólica que ultrapassa os 14º, o que demonstra que a fruta atingiu alta madurez sem perder o frescor.” Vinda dos parreirais da Serra Gaúcha e também da Região da Campanha, a variedade Teroldego, que integra a linha de vinhos tintos finos Salton Séries – sem estágio em barricas de carvalho –, além da potência alcoólica, traz fortes aromas de violetas. A Merlot, que origina o premiado Salton Desejo, além de outros produtos, destaca excelente coloração e intensidade de frutas vermelhas, mesmo caso da Cabernet Sauvignon, principal varietal do top Salton Talento.
O volume recebido pela vinícola é outro motivo de comemoração. Foram 3,6 milhões de viníferas tintas de qualidade superior, que irão resultar em produtos para paladares exigentes. Sabores que poderão ser apreciadores apenas a partir de 2009. “Os vinhos mais jovens devem chegar ao mercado no primeiro semestre do próximo ano”, afirma Copat.
A vinícola de Bento Gonçalves prevê a elaboração de vinhos potentes, com graduação alcoólica elevada, boa coloração, aromas e sabores intensos
A Salton encerra no final desta semana a safra 2008 e confirma a alta qualidade das uvas tintas, assim como aconteceu com as variedades brancas. A safra mais estendida, resultante do clima perfeito para as videiras, proporcionou um ano de boas notícias para o setor, como antecipou o diretor técnico da vinícola, o enólogo Lucindo Copat, ainda no início do ano. “Tintos potentes, com graduação alcoólica elevada, boa coloração, aromas e sabores intensos é o que podemos esperar dos vinhos elaborados neste ano”, comemora.
A estiagem aliada aos dias quentes e noites frias registrados no verão foi o fator determinante para o sucesso da safra e refletiu em todas as variedades, como observa Copat. “A Tannat, oriunda dos vinhedos de Bagé, chegou na vinícola com grande graduação alcoólica que ultrapassa os 14º, o que demonstra que a fruta atingiu alta madurez sem perder o frescor.” Vinda dos parreirais da Serra Gaúcha e também da Região da Campanha, a variedade Teroldego, que integra a linha de vinhos tintos finos Salton Séries – sem estágio em barricas de carvalho –, além da potência alcoólica, traz fortes aromas de violetas. A Merlot, que origina o premiado Salton Desejo, além de outros produtos, destaca excelente coloração e intensidade de frutas vermelhas, mesmo caso da Cabernet Sauvignon, principal varietal do top Salton Talento.
O volume recebido pela vinícola é outro motivo de comemoração. Foram 3,6 milhões de viníferas tintas de qualidade superior, que irão resultar em produtos para paladares exigentes. Sabores que poderão ser apreciadores apenas a partir de 2009. “Os vinhos mais jovens devem chegar ao mercado no primeiro semestre do próximo ano”, afirma Copat.
A vinícola de Bento Gonçalves prevê a elaboração de vinhos potentes, com graduação alcoólica elevada, boa coloração, aromas e sabores intensos
Brasil Alimenta
Durante quatro dias expositores das cadeias produtivas agrícola, vitivinícola e da indústria de bebidas estarão lançando produtos e apresentando novas tecnologias, equipamentos, insumos e matérias-primas para os segmentos envolvidos nos salões Vinotech, Mercosul Bebidas Tecnologia e Multi Agro, feiras integrantes da Semana Internacional Brasil Alimenta que acontecerá de 8 a 11 de abril no Parque de Eventos de Bento Gonçalves. Com uma intensa programação o evento contará, além das feiras, com uma série de atividades paralelas, fóruns e debates, constituindo-se num dos principais encontros destes segmentos na América Latina.
terça-feira, 25 de março de 2008
Confirmação de um cabernet sauvignon
Confirmei, ontem, dia 25/03, algo que o Renato Mendonça, gerente-geral do Sheraton Hotel de Porto Alegre, havia me dito: o Cabernet Sauvignon Cavalleri 2005 está muito bom. Bebi-o por conta do Jorge Polydoro, da revista Amanhã, que estava entregando os prêmios a nove grandes empresas gaúchas que foram consideradas as de Maior Reputação do Rio Grande do Sul, durante almoço exatamente no Sheraton. Lembro-me de haver estado, uma vez, na Vinícola Cavalleri, bem no finzinho do Vale dos Vinhedos, quando a família estava começando a empresa. Sem dúvida, sem deram bem com a cabernet sauvignon...
Aurora del Sur
A Cooperativa Vinícola Aurora foi ao Uruguay elaborar o o Aurora Del Sur. O vinho é elaborado com 100% de uvas Sauvignon Blanc da região de Canelones, tradicional região vitivinícola do país vizinho.
Antonio Czarnobay, enólogo-chefe da Aurora, descreve o Del Sur como um vinho de coloração amarelo-palha, aromas de frutas tropicais, com destaque para o abacaxi, e também um leve toque mineral. “Na boca, tem bom volume, acidez equilibrada e retrogosto muito agradável.” Antonio recomenda servir entre 8 e 10ºC.
Antonio Czarnobay, enólogo-chefe da Aurora, descreve o Del Sur como um vinho de coloração amarelo-palha, aromas de frutas tropicais, com destaque para o abacaxi, e também um leve toque mineral. “Na boca, tem bom volume, acidez equilibrada e retrogosto muito agradável.” Antonio recomenda servir entre 8 e 10ºC.
O ano do rosé
Está todo o mundo dizendo que 2008 será o ano do vinho rose no Brasil, como foi, em 2007, na Europa.
Quem ainda não degustou o Dal Pizzol Espumante Brut Rose, já pode experimentar o segundo lote saído em fevereiro de 2008. As 2 mil caixas da bebida, lançadas em setembro de 2007, esgotaram ligeirinho. O espumante caiu no gosto dos brasileiros como a grande sensação da estação. Diante da grande procura e aceitação, a empresa lançou mais mil caixas em fevereiro. Este lote também foi elaborado pelo método charmat, a partir de um vinho base de Pinot Noir e Chardonnay, resultado de uvas colhidas na Safra de 2007 na Serra Gaúcha. O sucesso do rosé é incontestável. Tanto que, além do espumante, as 500 caixas do vinho Do Lugar Rosé – Safra 2007 também já se esgotaram
Quem ainda não degustou o Dal Pizzol Espumante Brut Rose, já pode experimentar o segundo lote saído em fevereiro de 2008. As 2 mil caixas da bebida, lançadas em setembro de 2007, esgotaram ligeirinho. O espumante caiu no gosto dos brasileiros como a grande sensação da estação. Diante da grande procura e aceitação, a empresa lançou mais mil caixas em fevereiro. Este lote também foi elaborado pelo método charmat, a partir de um vinho base de Pinot Noir e Chardonnay, resultado de uvas colhidas na Safra de 2007 na Serra Gaúcha. O sucesso do rosé é incontestável. Tanto que, além do espumante, as 500 caixas do vinho Do Lugar Rosé – Safra 2007 também já se esgotaram
Cabernet sauvignon 2005
Confirmei o que Juarez Valduga me disse, sob os parreirais da Casa Valduga, comendo um costelão de vaca assado ali mesmo: o Casa Valduga Cabernet Sauvignon Premium 2005 está soberdo.
“O clima seco daquele ano, com muito sol durante o dia e temperatura fria à noite. garantiu uma das melhores safras para o Brasil. Por este motivo, o Cabernet Sauvignon Premium 2005 é um vinho tão esperado”, acrescentou João Valduga, enólogo da vinícola. Complexo e vigoroso, o Casa Valduga Cabernet Sauvignon Premium 2005 exalta aromas de frutas vermelhas como ameixa preta e cerejas equilibradas com notas de baunilha, café e chocolate cedido pelo período de contato com as barricas de carvalho francês. Harmoniza com caças, pato, carne de gado, javali – aliás, outro dia, comi, com João Valduga, um excelente prato elaborado com javali num dos restaurantes da Casa Valduga, acompanhado por queijos maduros e massas. O vinho estava na temperatura ideal para consumo: 16º a 18ºC.
Com um complexo enoturístico que inclui restaurantes e pousadas, a Casa Valduga fica no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS), uma das melhores regiões vinícolas do país e produz vinhos há quatros gerações. Informações pelo telefone (54) 2105.3122 ou no site www.casavalduga.com.br. Estamos esperando o brandy de 20 anos que Juciane Casagrande, a diretora Comercial da Valduga, promete para o final do mês de abril.
“O clima seco daquele ano, com muito sol durante o dia e temperatura fria à noite. garantiu uma das melhores safras para o Brasil. Por este motivo, o Cabernet Sauvignon Premium 2005 é um vinho tão esperado”, acrescentou João Valduga, enólogo da vinícola. Complexo e vigoroso, o Casa Valduga Cabernet Sauvignon Premium 2005 exalta aromas de frutas vermelhas como ameixa preta e cerejas equilibradas com notas de baunilha, café e chocolate cedido pelo período de contato com as barricas de carvalho francês. Harmoniza com caças, pato, carne de gado, javali – aliás, outro dia, comi, com João Valduga, um excelente prato elaborado com javali num dos restaurantes da Casa Valduga, acompanhado por queijos maduros e massas. O vinho estava na temperatura ideal para consumo: 16º a 18ºC.
Com um complexo enoturístico que inclui restaurantes e pousadas, a Casa Valduga fica no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS), uma das melhores regiões vinícolas do país e produz vinhos há quatros gerações. Informações pelo telefone (54) 2105.3122 ou no site www.casavalduga.com.br. Estamos esperando o brandy de 20 anos que Juciane Casagrande, a diretora Comercial da Valduga, promete para o final do mês de abril.
Criatividade
O crítico de vinhos do Jornal da Noite, Olyr Corrêa, chama a atenção para uma nota publicada por Agostinho Piovesan no Correio do Povo de Porto Alegre: a utilização de antigas galerias de minas de pedras preciossas no Médio Uruguai para armazenar vinhos.
“Um sistema inédito de envelhecimento de vinho no interior de galerias subterrâneas horizontais, em garimpos de pedras preciosas desativados, - escreveu Agostinho Piovesan - começou a ser desenvolvido no município de Ametista do Sul, região do Médio Uruguai. A cidade, conhecida como a capital mundial da pedra ametista, possui 100 garimpos desativados, de onde foram extraídas ametistas e, em menor quantidade, calcitas e citrinos. Segundo o enólogo, Nilvaldo Potrich, com o início, nos últimos anos, da produção de uva e vinho no município, surgiu a idéia de implantação de um projeto inédito e promissor, que é o envelhecimento de vinho da variedade cabernet sauvignon nas galerias subterrâneas. Em novembro foram armazenadas as primeiras 3 mil garrafas de vinho numa galeria junto ao empreendimento Ametista Parque.
O enólogo explica que a bebida ficará ali por um período de três anos. Segundo ele, o local é ideal para envelhecer o vinho, pois a temperatura permanece constante, entre 18 e 20 graus. As garrafas são colocadas de forma horizontal junto à parede de basalto. 'O ambiente é escuro, apresenta umidade moderada e existe um fator muito importante que é a mística da energia envolvendo as pedras preciosas. Poderão ser utilizados dezenas de garimpos nestas condições já desativados', justificou Potrich.
A iniciativa de realizar o envelhecimento do vinho nesta modalidade, ao invés do sistema de cantinas, envolve a Cooperativa de Produtores de Uva e Vinho de Ametista do Sul (CooperAmetista), prefeitura, Cooperativa de Garimpeiros do Médio Uruguai (Coogamai) e o empreendimento Ametista Parque. Em Ametista do Sul, 80 produtores cultivam 200 hectares de uvas. Outros sete municípios da região possuem garimpos desativados e já existem projetos para utilização das galerias com a finalidade de envelhecer o vinho.”
“Um sistema inédito de envelhecimento de vinho no interior de galerias subterrâneas horizontais, em garimpos de pedras preciosas desativados, - escreveu Agostinho Piovesan - começou a ser desenvolvido no município de Ametista do Sul, região do Médio Uruguai. A cidade, conhecida como a capital mundial da pedra ametista, possui 100 garimpos desativados, de onde foram extraídas ametistas e, em menor quantidade, calcitas e citrinos. Segundo o enólogo, Nilvaldo Potrich, com o início, nos últimos anos, da produção de uva e vinho no município, surgiu a idéia de implantação de um projeto inédito e promissor, que é o envelhecimento de vinho da variedade cabernet sauvignon nas galerias subterrâneas. Em novembro foram armazenadas as primeiras 3 mil garrafas de vinho numa galeria junto ao empreendimento Ametista Parque.
O enólogo explica que a bebida ficará ali por um período de três anos. Segundo ele, o local é ideal para envelhecer o vinho, pois a temperatura permanece constante, entre 18 e 20 graus. As garrafas são colocadas de forma horizontal junto à parede de basalto. 'O ambiente é escuro, apresenta umidade moderada e existe um fator muito importante que é a mística da energia envolvendo as pedras preciosas. Poderão ser utilizados dezenas de garimpos nestas condições já desativados', justificou Potrich.
A iniciativa de realizar o envelhecimento do vinho nesta modalidade, ao invés do sistema de cantinas, envolve a Cooperativa de Produtores de Uva e Vinho de Ametista do Sul (CooperAmetista), prefeitura, Cooperativa de Garimpeiros do Médio Uruguai (Coogamai) e o empreendimento Ametista Parque. Em Ametista do Sul, 80 produtores cultivam 200 hectares de uvas. Outros sete municípios da região possuem garimpos desativados e já existem projetos para utilização das galerias com a finalidade de envelhecer o vinho.”
As tampas de rosca
Alguns puristas ainda não aceitam as tampas de rosca – screwcap – para os vinhos de qualidade. Mas algumas marcas famosas, como Casillero del Diablo, estão aderindo. Em Caxias do Sul, há já até uma fábrica destas tempas.
A Pernod Ricard, multinacional líder de mercado (fora dos EUA) no segmento de bebidas destiladas e vinhos, trouxe para o mercado brasileiro o vinho Casillero del Diablo Sauvignon Blanc com Screwcrap- tampa de rosca.
A nova tecnologia segue a tendência mundial do uso de tampa de rosca em vinhos brancos. Com a novidade, a qualidade permanecerá inalterada, além de permitir o consumo prolongado sem que o vinho seja oxidado. Apenas uvas como a Sauvignon Blanc, Riesling e Gewürztraminer aceitam esse tipo de vedagem.
O diferencial está no fato da tampa de cortiça ser porosa, o que exerce uma pressão, fazendo com que aconteça uma microxigenação. Para vinhos tintos a microxigenação favorece sua evolução. No entanto, para os brancos a grande quantidade de ar pode afetar as principais características do vinho. Com a tampa de rosca, como é o caso do Casillero del Diablo Sauvignon Blanc, o vinho ganha potencialidade e intensidade de aromas fresco e frutado.
Segundo o enológo da Casillero del Diablo, Marcelo Papa “os vinhos aromáticos e frescos consumidos jovens, como o caso do Sauvignon Blanc, são mantidos fechados da forma mais hermética possível, para que sua qualidade aromática se intensifique e evite oxidação ao entrar em contato com o ar.”
Felipe Assis, gerente da área de vinhos da Pernod Ricard, explica que “O lançamento faz parte da estratégia global da Concha y Toro de desenvolvimento da marca. A nova tecnologia segue uma tendência mundial do uso de tampa de rosca em vinhos brancos e rosés”, declara.
Originário do Valle Central chileno, o Casillero del Diablo Sauvignon Blanc apresenta aroma fresco e cítrico, com notas de pêssego. Na boca é elegante, redondo e rico, com acidez refrescante. O rótulo harmoniza-se com mariscos e peixes com molhos suaves. Em açúcar, é seco; a temperatura de serviço de ser 10-12ºC e o teor alcoólico: 13,5%. Mais informações no SAC: 0800 014 20 11 ou pelo site www.pernod-ricard.com.br
A Pernod Ricard, multinacional líder de mercado (fora dos EUA) no segmento de bebidas destiladas e vinhos, trouxe para o mercado brasileiro o vinho Casillero del Diablo Sauvignon Blanc com Screwcrap- tampa de rosca.
A nova tecnologia segue a tendência mundial do uso de tampa de rosca em vinhos brancos. Com a novidade, a qualidade permanecerá inalterada, além de permitir o consumo prolongado sem que o vinho seja oxidado. Apenas uvas como a Sauvignon Blanc, Riesling e Gewürztraminer aceitam esse tipo de vedagem.
O diferencial está no fato da tampa de cortiça ser porosa, o que exerce uma pressão, fazendo com que aconteça uma microxigenação. Para vinhos tintos a microxigenação favorece sua evolução. No entanto, para os brancos a grande quantidade de ar pode afetar as principais características do vinho. Com a tampa de rosca, como é o caso do Casillero del Diablo Sauvignon Blanc, o vinho ganha potencialidade e intensidade de aromas fresco e frutado.
Segundo o enológo da Casillero del Diablo, Marcelo Papa “os vinhos aromáticos e frescos consumidos jovens, como o caso do Sauvignon Blanc, são mantidos fechados da forma mais hermética possível, para que sua qualidade aromática se intensifique e evite oxidação ao entrar em contato com o ar.”
Felipe Assis, gerente da área de vinhos da Pernod Ricard, explica que “O lançamento faz parte da estratégia global da Concha y Toro de desenvolvimento da marca. A nova tecnologia segue uma tendência mundial do uso de tampa de rosca em vinhos brancos e rosés”, declara.
Originário do Valle Central chileno, o Casillero del Diablo Sauvignon Blanc apresenta aroma fresco e cítrico, com notas de pêssego. Na boca é elegante, redondo e rico, com acidez refrescante. O rótulo harmoniza-se com mariscos e peixes com molhos suaves. Em açúcar, é seco; a temperatura de serviço de ser 10-12ºC e o teor alcoólico: 13,5%. Mais informações no SAC: 0800 014 20 11 ou pelo site www.pernod-ricard.com.br
Jante no castelo com bons vinhos
Assim como as demais vinícolas da Serra Gaúcha, o Chateau Lacave, em Caxias do Sul, ainda está recebendo turistas para acompanhar a safra de uva, que termina no final deste mês. O Château Lacave é um dos pontos favoritos para estes visitantes e sua atração turística mais popular. É o único "Castelo" de verdade que é sede de uma vinícola de todas as Américas, fato comum na França, cujas sedes de grandes produtores estão localizadas em edificações majestosas. No castelo funciona a vinificação e descanso dos diversos vinhos produzidos pela empresa, e até a destilação de sua vodka e grappa.
O Castelo do Château Lacave está localizado em uma área de 70 mil m2 em meio a um fabuloso bosque com lago, araucárias e plantas. Sua construção iniciou-se em 1968, resultado de um sonho do empreendedor espanhol, Juan Carrau, que seguiu uma planta original de um Castelo Medieval espanhol do século XI. Seu objetivo era mesmo de montar ali uma vinícola, como é até hoje. Ao conhecer o Château Lacave o visitante faz uma viagem no tempo, sendo transportado para a Europa medieval desde o momento em que sobe o primeiro degrau de suas escadas de pedra. A construção demorou 10 anos e ocupa 5mil m2 de área construída. Nela foram utilizadas pedras de basalto da região encaixadas, sem a utilização de cimento, com exceção das aberturas e das quatro torres, como era feito na época. A primeira safra de vinho produzida no Château Lacave foi a de 1973 e na época possuíam o que havia de melhor em tecnologia de vinificação e envelhecimento de vinho. A empresa passou as mãos de novos donos em 2001 e, depois de seis anos fechado, foi reaberto a visitação em fevereiro de 2004. Desde então já recebeu quase 300 mil visitantes para o tour vinícola ou para refeições no seu restaurante temático. Os novos proprietários tiveram extremo cuidado ao decorar e ambientar o interior do castelo com móveis e estilo da época. As guias que conduzem os visitantes pelos salões se apresentam com trajes medievais. No castelo pode-se admirar tapeçarias, móveis, objetos, armaduras e pinturas semelhantes as da época. Para mais realismo o Castelo ganhou um brasão e as cores próprias para sua bandeira, escolhidas com cuidado para não repetir de nenhum reino verdadeiro.
Os visitantes são recepcionados na Sala dos Tronos, com ambientação pré-renascentista, passando para a Sala das Cruzadas, Salão das Bandeiras, Sala dos Barris de Carvalho, as Caves de armazenamento de vinhos, o local de recepção de uva, a taberna e varejo. Além da visita histórica, os visitantes aprendem os processos de produção de vinhos para apreciar ainda mais esta bebida milenar.
Os turistas podem provar alguns dos vinhos ali produzidos onde podem adquirir os de sua preferência. O Château brasileiro, desde que foi reaberto, já vendeu mais de 500 mil garrafas de vinho só nas instalações do castelo (até 2007). A expectativa para 2008 é de um aumento de 20 % no número de visitantes, dado esse que sobe consideravelmente todos os anos.
Para quem deseja almoçar ou jantar no Castelo, o grande restaurante temático recebe os visitantes para eventos ou simplesmente para saborear a culinária local, transportando-os para um ambiente característico da época. No almoço, servem o cardápio típico da região com saladas, pães coloniais, 4 tipos de carnes, 4 tipos de massas e sobremesas variadas por R$ 25,00. No jantar oferecem serviço à la carte, assim como o menu eno-gastronômico que inclui couvert, entrada, dois pratos e sobremesas acompanhadas de vinhos diferentes a R$65,00 (veja menu abaixo).
Em Novembro de 2006, o restaurante da Vinícola Château Lacave foi reformulado. Quem comanda a cozinha agora é o Fernando David Tonolli, de 43 anos, que já atuou tanto como gerente de Alimentos e Bebidas quanto chef, em locais como Kur Hotel Clínica - Gramado, Hotel Laje de Pedra - Canela e Hotel Blue Tree - Caxias do Sul.
O restaurante do Château Lacave, por seu vasto espaço, qualidade da comida e decoração temática, é muito requisitado para os eventos como casamentos, aniversários, formaturas e encontros empresariais. Para atender a esse público, a cozinha do restaurante criou diversas opções de cardápio.
O restaurante (54) 4009-4800
Almoço: terça a domingo das 11h30 às 15h. Jantar: terça a sábado das 19h30 às 22h. Para agendar visitas em grupo: tel (54) 4009-4822. Horário de visitação: Segunda: 9h:30 às 18h:00; Terça a Sábado: 9h:30 às 20h:30 ; domingo: 10h:00 às 17h:00. Duração da Visita: 40 minutos. Se o grupo desejar visitar a colheita, deve agendar antes da visita com a equipe do castelo, para que seja programado o passeio.
Jantar enogastronômico
Entrada: Salada de Galantine com Rúcula, Tomate Seco e Tapenage - Espumante Brut
Primeiro prato: Congro com Molho de Atum e Creme Agridoce - Reserva Chardonnay com Sauvignon Blanc 2005
Segundo prato: Nhoque ao Pesto com Shitake - Reserva Ancelota com Cabernet Sauvignon
Terceiro prato: Filé Grelhado com Queneles de Ricota Aromatizadas com Hortelã e Molho de Queijo - Anticuário 2004
Sobremesa: Sorvete de Nata com Recheio de Bombom e Couli de Morango -
Espumante Asti Moscatel
Valor por pessoa: R$ 65,00. Valor por pessoa (sem bebidas): R$ 45,00
Château Lacave Vinhos Finos - Caxias do Sul, RS - site: www.lacave.com.br
e-mail para reservas de grupos: eventos@lacave.com.br . Informações para a imprensa: Denise Cavalcante - (11) 4612-4341 ou 9904-0437 - assessoria@denisecavalcante.com.br
O Castelo do Château Lacave está localizado em uma área de 70 mil m2 em meio a um fabuloso bosque com lago, araucárias e plantas. Sua construção iniciou-se em 1968, resultado de um sonho do empreendedor espanhol, Juan Carrau, que seguiu uma planta original de um Castelo Medieval espanhol do século XI. Seu objetivo era mesmo de montar ali uma vinícola, como é até hoje. Ao conhecer o Château Lacave o visitante faz uma viagem no tempo, sendo transportado para a Europa medieval desde o momento em que sobe o primeiro degrau de suas escadas de pedra. A construção demorou 10 anos e ocupa 5mil m2 de área construída. Nela foram utilizadas pedras de basalto da região encaixadas, sem a utilização de cimento, com exceção das aberturas e das quatro torres, como era feito na época. A primeira safra de vinho produzida no Château Lacave foi a de 1973 e na época possuíam o que havia de melhor em tecnologia de vinificação e envelhecimento de vinho. A empresa passou as mãos de novos donos em 2001 e, depois de seis anos fechado, foi reaberto a visitação em fevereiro de 2004. Desde então já recebeu quase 300 mil visitantes para o tour vinícola ou para refeições no seu restaurante temático. Os novos proprietários tiveram extremo cuidado ao decorar e ambientar o interior do castelo com móveis e estilo da época. As guias que conduzem os visitantes pelos salões se apresentam com trajes medievais. No castelo pode-se admirar tapeçarias, móveis, objetos, armaduras e pinturas semelhantes as da época. Para mais realismo o Castelo ganhou um brasão e as cores próprias para sua bandeira, escolhidas com cuidado para não repetir de nenhum reino verdadeiro.
Os visitantes são recepcionados na Sala dos Tronos, com ambientação pré-renascentista, passando para a Sala das Cruzadas, Salão das Bandeiras, Sala dos Barris de Carvalho, as Caves de armazenamento de vinhos, o local de recepção de uva, a taberna e varejo. Além da visita histórica, os visitantes aprendem os processos de produção de vinhos para apreciar ainda mais esta bebida milenar.
Os turistas podem provar alguns dos vinhos ali produzidos onde podem adquirir os de sua preferência. O Château brasileiro, desde que foi reaberto, já vendeu mais de 500 mil garrafas de vinho só nas instalações do castelo (até 2007). A expectativa para 2008 é de um aumento de 20 % no número de visitantes, dado esse que sobe consideravelmente todos os anos.
Para quem deseja almoçar ou jantar no Castelo, o grande restaurante temático recebe os visitantes para eventos ou simplesmente para saborear a culinária local, transportando-os para um ambiente característico da época. No almoço, servem o cardápio típico da região com saladas, pães coloniais, 4 tipos de carnes, 4 tipos de massas e sobremesas variadas por R$ 25,00. No jantar oferecem serviço à la carte, assim como o menu eno-gastronômico que inclui couvert, entrada, dois pratos e sobremesas acompanhadas de vinhos diferentes a R$65,00 (veja menu abaixo).
Em Novembro de 2006, o restaurante da Vinícola Château Lacave foi reformulado. Quem comanda a cozinha agora é o Fernando David Tonolli, de 43 anos, que já atuou tanto como gerente de Alimentos e Bebidas quanto chef, em locais como Kur Hotel Clínica - Gramado, Hotel Laje de Pedra - Canela e Hotel Blue Tree - Caxias do Sul.
O restaurante do Château Lacave, por seu vasto espaço, qualidade da comida e decoração temática, é muito requisitado para os eventos como casamentos, aniversários, formaturas e encontros empresariais. Para atender a esse público, a cozinha do restaurante criou diversas opções de cardápio.
O restaurante (54) 4009-4800
Almoço: terça a domingo das 11h30 às 15h. Jantar: terça a sábado das 19h30 às 22h. Para agendar visitas em grupo: tel (54) 4009-4822. Horário de visitação: Segunda: 9h:30 às 18h:00; Terça a Sábado: 9h:30 às 20h:30 ; domingo: 10h:00 às 17h:00. Duração da Visita: 40 minutos. Se o grupo desejar visitar a colheita, deve agendar antes da visita com a equipe do castelo, para que seja programado o passeio.
Jantar enogastronômico
Entrada: Salada de Galantine com Rúcula, Tomate Seco e Tapenage - Espumante Brut
Primeiro prato: Congro com Molho de Atum e Creme Agridoce - Reserva Chardonnay com Sauvignon Blanc 2005
Segundo prato: Nhoque ao Pesto com Shitake - Reserva Ancelota com Cabernet Sauvignon
Terceiro prato: Filé Grelhado com Queneles de Ricota Aromatizadas com Hortelã e Molho de Queijo - Anticuário 2004
Sobremesa: Sorvete de Nata com Recheio de Bombom e Couli de Morango -
Espumante Asti Moscatel
Valor por pessoa: R$ 65,00. Valor por pessoa (sem bebidas): R$ 45,00
Château Lacave Vinhos Finos - Caxias do Sul, RS - site: www.lacave.com.br
e-mail para reservas de grupos: eventos@lacave.com.br . Informações para a imprensa: Denise Cavalcante - (11) 4612-4341 ou 9904-0437 - assessoria@denisecavalcante.com.br
Safra 2008
As 31 vinícolas associadas à Aprovale, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, deverão fechar março com o processamento de mais de 10,5 milhões de quilos de uvas viníferas, o que resultará na elaboração de aproximadamente 7,5 milhões de litros de vinhos finos e espumantes, ou seja, cerca de 10 milhões de garrafas.
Curso de degustação na Perini
Com vagas limitadas, acontecerá no dia 12 de abril, o Curso de Degustação Confraria do Vinho, na Vinícola Perini em Farroupilha. O evento ocorre a partir das 14h e conta com atividades diversificadas, como visitação aos vinhedos, serviços do vinho e um típico jantar italiano, a partir das 20h, na Taverna Perini. Serão abordados tópicos diversificados como variedade das uvas, processos de vinificação, visitação à Vinícola, harmonizações enogastronômicas, serviços do vinho e jantar. Além disso, os participantes degustam alguns dos últimos lançamentos da vinícola e aperfeiçoam os conhecimentos sobre vinhos, passando a compreender melhor o seu processo de elaboração. Inscrições pelo telefone (54) 2109-7300.
Em 1970, Benildo Perini, atual diretor, iniciou o pequeno empreendimento familiar em sua empresa, que engarrafa seu vinho com a marca Jota Pe. Em 1996, a empresa lançou a marca Casa Perini, uma linha de vinhos e espumantes de alta qualidade elaborados exclusivamente com uvas viníferas de produção própria. Atualmente, a Vinícola Perini elabora seus vinhos com as marcas Jota Pe e Casa Perini, esta com diferencial de uvas de videiras européias certificadas conduzidas em espaldeiras Y, além da “Pretinha” um licor à base de grappa com um composto de frutas da região.
Em 1970, Benildo Perini, atual diretor, iniciou o pequeno empreendimento familiar em sua empresa, que engarrafa seu vinho com a marca Jota Pe. Em 1996, a empresa lançou a marca Casa Perini, uma linha de vinhos e espumantes de alta qualidade elaborados exclusivamente com uvas viníferas de produção própria. Atualmente, a Vinícola Perini elabora seus vinhos com as marcas Jota Pe e Casa Perini, esta com diferencial de uvas de videiras européias certificadas conduzidas em espaldeiras Y, além da “Pretinha” um licor à base de grappa com um composto de frutas da região.
Mais concorrência
Não bastasse a concorrência de argentinos e chilenos, a aior exportadora mundial de vinhos espumantes e 9ª maior empresa vinícola do mundo, a Freixenet volta seu foco para o mercado brasileiro. Este interesse é fruto da parceria com a importadora Preebor do Brasil e tem objetivo bem definido: a empresa espanhola quer a liderança do segmento de espumantes no prazo de cinco anos. Ângelo Salton, que luta para manter a liderança da Salton no Brasil, que se cuide.
Presente em 150 países, com 15 centros produtores nas principais regiões vinícolas do mundo, a Freixenet vendeu 60 milhões de garrafas no ano passado e obteve um faturamento de 500 milhões de euros. Desse total, 350 milhões de euros (70% da receita) vieram das exportações.
No Brasil, o foco principal será a venda dos emblemáticos cavas Cordón Negro e Carta Nevada, e dos cavas e vinhos premium da Bodega Segura Viudas. Produzido em regiões com Denominación de Origen Cava, como Saint Sadurni D’Anoia, Catalunha, o cava clássico é elaborado com as uvas Macabeo, Parellada e Xarello, pelo mesmo método utilizado na elaboração do champagne.
As primeiras 10 mil caixas dos produtos Freixenet já chegaram ao país e o objetivo da importadora Preebor Company é alcançar a importação de 200 mil caixas/ano. O preço dos produtos ficará entre 50 e R$ 120, números bem abaixo aos dos similares franceses.
Para tornar a empresa e seus produtos mais conhecidos do consumidor brasileiro, a Preebor Company e a Freixenet investirão US$ 4,5 milhões nos próximos 3 anos.
Em fase de desenvolvimento, o mercado nacional de espumantes está na faixa de 20 milhões de litros/ano, número que poderá ser 30% maior no espaço de uma década. O país, acredita a Freixenet, tem potencial para ser o seu maior mercado na América Latina.
Hoje, a Alemanha é o grande mercado consumidor de espumantes da empresa, contabilizando três garrafas por habitante, seguida por França e Espanha. O Japão, onde a Freixenet chegou na década de 1990, com 10 mil caixas, consome hoje 600 mil caixas/ano.
Para o Brasil, a Freixenet trará também outras linhas de espumantes de sua subsidiária argentina, com preços que oscilarão entre R$ 30 e R$ 50. No entanto, são os produtos do segmento premium que deverão se tornar o maior negócio da Preebor do Brasil, empresa gaúcha criada há seis anos por Leonardo Albuquerque e a uruguaia Longitud69, que atua na produção de azeites virgens e vinhos tranqüilos.
A palavra cava significa adega subterrânea ou bodega, uma referência aos barris em que o espumante é produzido e cuja aceitação aumenta em vários países do mundo. Prazeroso ao paladar, tem preço acessível e processo de produção extremamente cuidadoso. Desde o século XIX é o mais importante produto manufaturado da Catalunha.
Para elaborar um cava (espumante), os cachos de uva são escolhidos um a um, protegidos do calor e colocados em cestos de vime ou caixas de madeira de pouca altura, para evitar o esmagamento.
A produção começa a partir do vinho base composto por três variedades de uva – Macabeo, Parellada e Xarello – e a decisão da proporção a ser utilizada de cada uma delas. Com leveduras especiais, o vinho é fechado com uma rolha e fica em cavas especiais, com temperatura adequada e constante.
No tempo devido para que ocorra a segunda fermentação, as garrafas são armazenadas horizontalmente por no mínimo nove meses até quatro anos, e durante os seus últimos 21 dias são movidas diariamente e gradualmente inclinadas de modo que o sedimento de levedura se concentre junto à rolha. Eliminado o resíduo da garrafa é acrescentado mais vinho base e há o fechamento com a rolha definitiva. Recebe então o bocal de aramado e repousa nas cavas por mais alguns meses.
Presente em 150 países, com 15 centros produtores nas principais regiões vinícolas do mundo, a Freixenet vendeu 60 milhões de garrafas no ano passado e obteve um faturamento de 500 milhões de euros. Desse total, 350 milhões de euros (70% da receita) vieram das exportações.
No Brasil, o foco principal será a venda dos emblemáticos cavas Cordón Negro e Carta Nevada, e dos cavas e vinhos premium da Bodega Segura Viudas. Produzido em regiões com Denominación de Origen Cava, como Saint Sadurni D’Anoia, Catalunha, o cava clássico é elaborado com as uvas Macabeo, Parellada e Xarello, pelo mesmo método utilizado na elaboração do champagne.
As primeiras 10 mil caixas dos produtos Freixenet já chegaram ao país e o objetivo da importadora Preebor Company é alcançar a importação de 200 mil caixas/ano. O preço dos produtos ficará entre 50 e R$ 120, números bem abaixo aos dos similares franceses.
Para tornar a empresa e seus produtos mais conhecidos do consumidor brasileiro, a Preebor Company e a Freixenet investirão US$ 4,5 milhões nos próximos 3 anos.
Em fase de desenvolvimento, o mercado nacional de espumantes está na faixa de 20 milhões de litros/ano, número que poderá ser 30% maior no espaço de uma década. O país, acredita a Freixenet, tem potencial para ser o seu maior mercado na América Latina.
Hoje, a Alemanha é o grande mercado consumidor de espumantes da empresa, contabilizando três garrafas por habitante, seguida por França e Espanha. O Japão, onde a Freixenet chegou na década de 1990, com 10 mil caixas, consome hoje 600 mil caixas/ano.
Para o Brasil, a Freixenet trará também outras linhas de espumantes de sua subsidiária argentina, com preços que oscilarão entre R$ 30 e R$ 50. No entanto, são os produtos do segmento premium que deverão se tornar o maior negócio da Preebor do Brasil, empresa gaúcha criada há seis anos por Leonardo Albuquerque e a uruguaia Longitud69, que atua na produção de azeites virgens e vinhos tranqüilos.
A palavra cava significa adega subterrânea ou bodega, uma referência aos barris em que o espumante é produzido e cuja aceitação aumenta em vários países do mundo. Prazeroso ao paladar, tem preço acessível e processo de produção extremamente cuidadoso. Desde o século XIX é o mais importante produto manufaturado da Catalunha.
Para elaborar um cava (espumante), os cachos de uva são escolhidos um a um, protegidos do calor e colocados em cestos de vime ou caixas de madeira de pouca altura, para evitar o esmagamento.
A produção começa a partir do vinho base composto por três variedades de uva – Macabeo, Parellada e Xarello – e a decisão da proporção a ser utilizada de cada uma delas. Com leveduras especiais, o vinho é fechado com uma rolha e fica em cavas especiais, com temperatura adequada e constante.
No tempo devido para que ocorra a segunda fermentação, as garrafas são armazenadas horizontalmente por no mínimo nove meses até quatro anos, e durante os seus últimos 21 dias são movidas diariamente e gradualmente inclinadas de modo que o sedimento de levedura se concentre junto à rolha. Eliminado o resíduo da garrafa é acrescentado mais vinho base e há o fechamento com a rolha definitiva. Recebe então o bocal de aramado e repousa nas cavas por mais alguns meses.
Vinhos brasileiros começaram bem 2008
O Brasil repete sua performance na França. Desta vez, 14 produtos brasileiros foram premiados no Concurso Vinalies Internationales, considerado um dos mais importantes concursos realizados no mundo. Este ano, foram degustadas 3.022 amostras de 36 países entre os dias 29 de fevereiro e 04 de março, em Paris, na França. O júri contou com a presença de 126 degustadores entre enólogos, produtores e pesquisadores do mundo inteiro.
De acordo com o Diretor de Eventos da Associação Brasileira de Enologia (ABE), enólogo João Carlos Taffarel, que esteve representando o Brasil no evento, o concurso se destaca por ser dinâmico e informatizado. “A agilidade na compilação dos resultados e o espaço para comentários sobre cada vinho na mesa de avaliação garantem a dinâmica do concurso”, destaca.
Taffarel comenta que o concurso exigiu dos degustadores, além da pontuação, uma avaliação descritiva dos vinhos, servindo como ferramenta objetiva para descrição dos aspectos qualitativos dos vinhos contemplados com Medalha de Prata e Medalha de Ouro. Mais uma vez, explica o enólogo, o concurso se destacou pelo alto nível da equipe de degustação, rigidez e pela dinâmica da compilação dos resultados.
Também esteve representando o Brasil como degustador o enólogo Philippe Mével.
PREMIAÇÕES
Medalha de Ouro
Panizzon Espumante Moscatel 2007 - Sociedade de Bebidas Panizzon
Medalha de Prata
Amadeu Espumante Brut 2006 - Vinícola Cave de Amadeu
Aurora Espumante Moscatel - Cooperativa Vinícola Aurora
Chandon Brut Excellence - Moët Hennessy do Brasil
Chandon Brut Reserve - Moët Hennessy do Brasil
Chandon Passion - Moët Hennessy do Brasil
Courmayeur Espumante Moscatel 2007 - Vinícola Courmayeur
Miolo Cuvée Guiseppe 2004 - Vinícola Miolo
Salton Desejo Merlot 2005 - Vinícola Salton
Santa Collina Espumante Brut 2007 - Cooperativa Viti-vinícola Aliança
Santa Collina Chardonnay Premium 2007 - Cooperativa Viti-vinícola Aliança
Santa Collina Espumante Moscatel 2007 - Cooperativa Viti-vinícola Aliança
Santa Collina Sauvignon Blanc Premium 2007 - Cooperativa Viti-vinícola Aliança
Zanotto Merlot 2005 - Vinícola Campestre
Mais quatro medalhas
Os vinhos e espumantes brasileiros mais uma vez foram destaque na França, país do champagne. Desta vez foi no Concurso Chardonnay du Monde, realizado de 12 a 15 de março em Saint Lager.
O grande diferencial do evento é que somente participam vinhos e espumantes elaborados a partir de uvas 100% Chardonnay. O concurso reuniu 953 amostras provenientes de 39 países.
PREMIAÇÕES
Medalhas de Prata
Aurora Espumante Brut - Cooperativa Vinícola Aurora
Aurora Reserva Chardonnay 2007 - Cooperativa Vinícola Aurora
Miolo Reserva Chardonnay 2007 – Vinícola Miolo
Salton Volpi Chardonnay 2006 - Vinícola Salton
De acordo com o Diretor de Eventos da Associação Brasileira de Enologia (ABE), enólogo João Carlos Taffarel, que esteve representando o Brasil no evento, o concurso se destaca por ser dinâmico e informatizado. “A agilidade na compilação dos resultados e o espaço para comentários sobre cada vinho na mesa de avaliação garantem a dinâmica do concurso”, destaca.
Taffarel comenta que o concurso exigiu dos degustadores, além da pontuação, uma avaliação descritiva dos vinhos, servindo como ferramenta objetiva para descrição dos aspectos qualitativos dos vinhos contemplados com Medalha de Prata e Medalha de Ouro. Mais uma vez, explica o enólogo, o concurso se destacou pelo alto nível da equipe de degustação, rigidez e pela dinâmica da compilação dos resultados.
Também esteve representando o Brasil como degustador o enólogo Philippe Mével.
PREMIAÇÕES
Medalha de Ouro
Panizzon Espumante Moscatel 2007 - Sociedade de Bebidas Panizzon
Medalha de Prata
Amadeu Espumante Brut 2006 - Vinícola Cave de Amadeu
Aurora Espumante Moscatel - Cooperativa Vinícola Aurora
Chandon Brut Excellence - Moët Hennessy do Brasil
Chandon Brut Reserve - Moët Hennessy do Brasil
Chandon Passion - Moët Hennessy do Brasil
Courmayeur Espumante Moscatel 2007 - Vinícola Courmayeur
Miolo Cuvée Guiseppe 2004 - Vinícola Miolo
Salton Desejo Merlot 2005 - Vinícola Salton
Santa Collina Espumante Brut 2007 - Cooperativa Viti-vinícola Aliança
Santa Collina Chardonnay Premium 2007 - Cooperativa Viti-vinícola Aliança
Santa Collina Espumante Moscatel 2007 - Cooperativa Viti-vinícola Aliança
Santa Collina Sauvignon Blanc Premium 2007 - Cooperativa Viti-vinícola Aliança
Zanotto Merlot 2005 - Vinícola Campestre
Mais quatro medalhas
Os vinhos e espumantes brasileiros mais uma vez foram destaque na França, país do champagne. Desta vez foi no Concurso Chardonnay du Monde, realizado de 12 a 15 de março em Saint Lager.
O grande diferencial do evento é que somente participam vinhos e espumantes elaborados a partir de uvas 100% Chardonnay. O concurso reuniu 953 amostras provenientes de 39 países.
PREMIAÇÕES
Medalhas de Prata
Aurora Espumante Brut - Cooperativa Vinícola Aurora
Aurora Reserva Chardonnay 2007 - Cooperativa Vinícola Aurora
Miolo Reserva Chardonnay 2007 – Vinícola Miolo
Salton Volpi Chardonnay 2006 - Vinícola Salton
Ouro para a Salton
Integrante da linha top da Vinícola Salton, o vinho Salton Desejo foi destaque em Madrid, na Espanha, onde foi realizado o concurso Bacchus 2008. O merlot da vinícola de Bento Gonçalves conquistou nada menos que a Medalha de Ouro.
Nova delimitação de área geográfica
No próximo dia 28/03, será lançado o projeto da delimitação da área geográfica com a apresentação dos avanços dos trabalhos da Indicação Geográfica de vinhos e espumantes Monte Belo, na serra gaúcha, para convidados e imprensa. O projeto de Indicação Geográfica Monte Belo é uma realização da Embrapa Uva e Vinho, Aprobelo, Embrapa Clima Temperado, UCS (Universidade de Caxias do Sul), UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos). A Cerimônia ocorrerá a partir das 10 horas, no Auditório da Prefeitura de Monte Belo do Sul.
sábado, 22 de março de 2008
Uvas colhidas à noite
A Vinícola Castillo Viejo, de Canelones, no Uruguai, fez uma experiência diferente nesta safra de 2008: colheu as uvas sauvignon blanc à noite, o que, segundo Gaston Pescetto, diretor Comercial da empresa, aumenta a qualidade da uva, com reflexo no vinho.
Gaston é quem manda a informação:
“Aprovecho este mensaje para informarte que en la presente cosecha 2008, hemos realizado una excelente experiencia y creo que bastante innovadora. La cosecha de Sauvignon Blanc se ha hecho en la noche, aprovechando las bajas temperaturas que tenemos en el Sur de Uruguay (adjunto fotos de la misma).
La cosecha de uvas en la noche, contribuye a la calidad del vino, en la medida que permite que la uva no comience la fermentación alcohólica antes de ser molida. En nuestro caso, nos permitió recibir la uva a 8º C menos que cosechándola de día. Esto es una diferencia importantísima. En el vino, se puede apreciar en la frescura y en la concentración, dado que la uva no pierde ni aromas ni sabores por el efecto del calor.
También es una gran mejoría en las condiciones de trabajo del personal de cosecha. Durante el día las temperaturas pueden llegar hasta 38 grados, mientras que en la noche la temperatura no fue nunca superior a 20 grados. Según nuestras investigaciones solo se ha aplicado en algunos lugares de Sudáfrica, en Nueva Zelanda y en el sur de Australia.
El Sauvignon Blanc Catamayor esta se puede encontrar en Zaffari y Sonae. Nuestro importador es La Pastina.
Saludos cordiales,
Gaston Pescetto
Commercial Manager
Bodegas Castillo Viejo
PROWEIN: STAND 6J51 & LONDON WINE: STAND S20
Ph. +598 2 3689606
Fax: +598 2 3691836
Mob. + 598 99543604
Skype: gastonpescetto
Website: www.castilloviejo.com
Ruta 68 Km 24Las Piedras, Canelones
90200, Uruguay
Obrigado, Gastón. Vou esperar pelo Sauvignon Blanc Catamayor 2008 – que certamente chegará aqui por junho/julho – e conferir a diferença. O do ano passado já tenho na minha adega.
Gaston é quem manda a informação:
“Aprovecho este mensaje para informarte que en la presente cosecha 2008, hemos realizado una excelente experiencia y creo que bastante innovadora. La cosecha de Sauvignon Blanc se ha hecho en la noche, aprovechando las bajas temperaturas que tenemos en el Sur de Uruguay (adjunto fotos de la misma).
La cosecha de uvas en la noche, contribuye a la calidad del vino, en la medida que permite que la uva no comience la fermentación alcohólica antes de ser molida. En nuestro caso, nos permitió recibir la uva a 8º C menos que cosechándola de día. Esto es una diferencia importantísima. En el vino, se puede apreciar en la frescura y en la concentración, dado que la uva no pierde ni aromas ni sabores por el efecto del calor.
También es una gran mejoría en las condiciones de trabajo del personal de cosecha. Durante el día las temperaturas pueden llegar hasta 38 grados, mientras que en la noche la temperatura no fue nunca superior a 20 grados. Según nuestras investigaciones solo se ha aplicado en algunos lugares de Sudáfrica, en Nueva Zelanda y en el sur de Australia.
El Sauvignon Blanc Catamayor esta se puede encontrar en Zaffari y Sonae. Nuestro importador es La Pastina.
Saludos cordiales,
Gaston Pescetto
Commercial Manager
Bodegas Castillo Viejo
PROWEIN: STAND 6J51 & LONDON WINE: STAND S20
Ph. +598 2 3689606
Fax: +598 2 3691836
Mob. + 598 99543604
Skype: gastonpescetto
Website: www.castilloviejo.com
Ruta 68 Km 24Las Piedras, Canelones
90200, Uruguay
Obrigado, Gastón. Vou esperar pelo Sauvignon Blanc Catamayor 2008 – que certamente chegará aqui por junho/julho – e conferir a diferença. O do ano passado já tenho na minha adega.
Chegou o Gamay da Miolo
A Miolo Wine Group colocou no mercado o 1º vinho da safra 2008 a ser comercializado em todo o mundo. Trata-se do Gamay, um tinto jovem com características semelhantes às dos “beaujolais nouveau” franceses, que marcam na França e em mais de 200 países a chegada da nova safra. O lançamento mundial dos “beaujolais nouveau” franceses acontece tradicionalmente na terceira 5º feira de novembro de cada ano. Como o Brasil e o Uruguai são primeiros países a colherem a safra no mundo, e o Uruguai não produz o gamay, a Miolo é a única vinícola a produzir a variedade com lançamento no período da Páscoa.
Além de ser a primeira oportunidade de provar vinhos da safra de uvas deste ano, considerada excepcional por especialistas, a grande novidade do Gamay 2008 será o rótulo do produto, desenhado pelo artista plástico pernambucano Romero Britto. A obra de uso exclusivo para o vinho segue a característica marcante do trabalho do artista. O rótulo traz imagens coloridas alegres e vibrantes, representando alegria e festa. A embalagem individual do produto trará a mesma imagem.
“São exatamente estes os conceitos que desejamos passar com o Gamay, que entrou no mercado no período da Páscoa. Por ser um vinho de estrutura leve, ideal para ser consumido no mesmo ano da safra, harmoniza perfeitamente com frutos do mar, principal cardápio do fim de semana da Páscoa”, afirma a gerente de marketing da Miolo, Raquel Knies. A ligação do vinho com a obra de Romero torna o produto uma opção ainda melhor de presente para a data para quem deseja uma opção ao chocolate.
O vinho com o rótulo exclusivo teve edição especial. São cerca de 120 mil garrafas vendidas em lojas de varejos, lojas especializadas, restaurantes e pelo site www.miolo.com.br
Além de ser a primeira oportunidade de provar vinhos da safra de uvas deste ano, considerada excepcional por especialistas, a grande novidade do Gamay 2008 será o rótulo do produto, desenhado pelo artista plástico pernambucano Romero Britto. A obra de uso exclusivo para o vinho segue a característica marcante do trabalho do artista. O rótulo traz imagens coloridas alegres e vibrantes, representando alegria e festa. A embalagem individual do produto trará a mesma imagem.
“São exatamente estes os conceitos que desejamos passar com o Gamay, que entrou no mercado no período da Páscoa. Por ser um vinho de estrutura leve, ideal para ser consumido no mesmo ano da safra, harmoniza perfeitamente com frutos do mar, principal cardápio do fim de semana da Páscoa”, afirma a gerente de marketing da Miolo, Raquel Knies. A ligação do vinho com a obra de Romero torna o produto uma opção ainda melhor de presente para a data para quem deseja uma opção ao chocolate.
O vinho com o rótulo exclusivo teve edição especial. São cerca de 120 mil garrafas vendidas em lojas de varejos, lojas especializadas, restaurantes e pelo site www.miolo.com.br
Produtos orgânicos
A Vinícola Garibaldi, da serra gaúcha, possui uma linha completa de produtos orgânicos, denominados Da Casa. São sucos, vinhos e espumantes que não utilizam agrotóxicos no processo do cultivo da uva. “Quando lançamos o vinho tinto, em 2001, estávamos preocupados em propagar um estilo de vida mais saudável”, explica o presidente da empresa, Oscar Ló. Naquela e´poca, foram elaboradas 2.850 garrafas do produto. O sucesso foi tão grande que, hoje, toda a linha orgânica da Garibaldi soma mais de 200 mil garrafas com venda garantida. Em 2006, a vinícola foi a primeira do País a lançar o espumante orgânico.
sexta-feira, 21 de março de 2008
Guilherme Velloso
Mensagem do jornalista Guilherme Velloso, editor-associado da excelente revista Wine Style, ao ler a abertura do Blog depois de um período de quatro meses parado:
“Se foram férias mesmo, você precisa ensinar a receita.”
Abrs. Guilherme
“Se foram férias mesmo, você precisa ensinar a receita.”
Abrs. Guilherme
Casa Valduga na Noruega e Alemanha
Ola Danilo. Que bom que gostou. Realmente o restaurante da Casa de Madeira fecha nos finais de semana pois abrimos na Valduga que durante a semana esta fechado. Estou em viagem e por isto não vi o jornal...apresentamos nossos vinhos com muitos sucesso na Noruega e amanhã, 16/03/08 (domingo) iniciamos a participação na feira Prowein em Dusseldorf (Alemanha). Um grande abraço. Juciane Casagrande
Enviado do meu BlackBerry®
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Risoto de cordeiro
Dia 27, um público selecionado terá encontro com o chef Pepe Laytano para degustar uma série de pratos que prometem ser gostosos, entre eles um “Risotto di agnelo alle rockefort”. Será na apresentação do Riserva Schiavon, já apontado como o mais sofisticado prédio a ser erguido pela Goldsztein-Cyrela em Porto Alegre. Haverá música com a cantora italiana Mafalda Minnozzi.
Estratégias do WFB
Com a meta de aumentar o volume médio de exportações do Wines from Brazil de US$ 2,3 milhões em 2007 para US$ 3 milhões em 2008 e US$ 5 milhões em 2009, o projeto também atua para ampliar o número de países de destino dos vinhos do Brasil passando de 20 para 30 nos próximos dois anos. Segundo a Gerente de Promoção Comercial do WFB, Andreia Gentilini Milan, a Alemanha, a Inglaterra e os Estados Unidos estão entre os mercados alvo. “Hoje, 14 vinícolas do WFB exportam, sendo que o projeto busca atingir 20 até dezembro de 2009”, salientou. O Wines from Brazil conta com o apoio da APEX-Brasil e tem como entidade gestora o Instituto Brasileiro do Vinho.
As vinícolas que integram o projeto são: Boscato Indústria Vinícola, Casa Valduga, Cave Marson, Champagne Georges Aubert, Cooperativa Vinícola Aurora, Cooperativa Vinícola Aliança, Cooperativa Vinícola Garibaldi, Fante Indústria de Bebidas, Irmãos Molon, Lovara Vinhos Finos, Miolo Wine Group, Panizzon, Pizzato Vinhas & Vinhos, Sociedade de Bebidas Mioranza, Sulvin Indústria e Comércio de Vinhos, União de Vinhos do Rio Grande, Velha Cantina, Vinhos Don Laurindo, Vinhos Salton, Vinícola Boutique Lídio Carraro, Vinícola Cordelier, Vitivinícola Cordilheira de Sant’ana, Vinícola Courmayer, Vinícola Dal Pizzol, Vinícola Panceri, Vinícola Perini, Vinhos Monte Reale, Vinícola Mena-Kaho e Vinícola Dom Cândido.
As vinícolas que integram o projeto são: Boscato Indústria Vinícola, Casa Valduga, Cave Marson, Champagne Georges Aubert, Cooperativa Vinícola Aurora, Cooperativa Vinícola Aliança, Cooperativa Vinícola Garibaldi, Fante Indústria de Bebidas, Irmãos Molon, Lovara Vinhos Finos, Miolo Wine Group, Panizzon, Pizzato Vinhas & Vinhos, Sociedade de Bebidas Mioranza, Sulvin Indústria e Comércio de Vinhos, União de Vinhos do Rio Grande, Velha Cantina, Vinhos Don Laurindo, Vinhos Salton, Vinícola Boutique Lídio Carraro, Vinícola Cordelier, Vitivinícola Cordilheira de Sant’ana, Vinícola Courmayer, Vinícola Dal Pizzol, Vinícola Panceri, Vinícola Perini, Vinhos Monte Reale, Vinícola Mena-Kaho e Vinícola Dom Cândido.
Cordeiro no Sheraton
Participei da degustação do novo cardápio do Bistrô Porto Alegre, no Sheraton Hotel, ao lado do gerente-geral Renato Mendonça, sua esposa Ana e as jornalistas Neiva Mello e Karim Miskulin. Sugiro que vocês peça Carré de Cordeiro ao Molho de Menta servido com Duo de Arroz à Piemontêse. Custa R$ 42,00.
Prêmio para a Aurora
A Vinícola Aurora acaba de conquistar mais duas medalhas internacionais. Desta vez foram duas de prata no renomado concurso Chardonnay du Monde, realizado na França, na cidade de Saint Lager, região da Borgonha. Ali, onde são gerados alguns dos maiores vinhos do mundo, o espumante Aurora Brut método Charmat (elaborado 100% com uvas Chardonnay) foi o único espumante brasileiro premiado. A outra medalha de prata da Aurora foi concedida ao vinho Aurora Reserva Chardonnay. Com mais esse resultado positivo em concursos de vinhos oficiais do circuito mundial, a Vinícola Aurora permanece na posição de líder no ranking das vinícolas brasileiras mais premiadas internacionalmente.
Esta edição do Chardonnay du Monde (concurso que avalia vinhos tranqüilos e espumantes das várias partes do mundo elaborados com a uva Chardonnay) avaliou 953 vinhos de 39 países. Os espumantes Aurora e os vinhos Aurora Reserva podem ser encontrados em todo o Brasil, no comércio especializado, nas melhores lojas do varejo, em restaurantes e no site www.vinicolaaurora.com.br.
Esta edição do Chardonnay du Monde (concurso que avalia vinhos tranqüilos e espumantes das várias partes do mundo elaborados com a uva Chardonnay) avaliou 953 vinhos de 39 países. Os espumantes Aurora e os vinhos Aurora Reserva podem ser encontrados em todo o Brasil, no comércio especializado, nas melhores lojas do varejo, em restaurantes e no site www.vinicolaaurora.com.br.
Comemorativo aos 200 anos
O Brasil festeja os 200 anos da chegada da Família Real. A Dal Pizzol Vinhos Finos decidiu associar-se às homenagens e comemorações dos 200 Anos da chegada ao Brasil do Imperador D. João VI e sua corte, apresentando um vinho especial da casta Touriga Nacional, para também brindar este acontecimento importante e marcante para ambas as nações co-irmãs: Brasil e Portugal.
Touriga Nacional é uma variedade antiga e muito admirada em Portugal na Região dos Vinhos do Porto e também na região do DÃO onde origina vinhos encorpados e muito apreciados. Além disso, a excelência desta cepa portuguesa, era muito apreciada pela família Imperial à sua época em Portugal, que degustava os vinhos elaborados a partir desta variedade.
Esta uva muito contribuiu para a melhoria dos vinhos finos de Portugal, no recente movimento que resultou na transformação e modernização daquela vitivinicultura. Este fato repercutiu no mundo vitivinícola e motivou sua introdução no Rio Grande do Sul onde repetiu sua performance do país de origem. O vinho Touriga Nacional brasileiro é um vinho de cor vermelho rubi com reflexos violáceos, aroma fino de frutas vermelhas como amoras e mirtilos, além de flores silvestres. De paladar persistente e harmônico, apresenta bom volume de boca, com taninos evoluídos e elegantes.
Este vinho, que está sendo lançado durante o mês de março nas principais capitais brasileiras, tem uma produção limitada de apenas 10 mil litros com uma graduação alcoólica de 13%. É recomendável servir o vinho com uma temperatura de 15 a 20 °C. O Dal Pizzol Touriga Nacional acompanha pratos condimentados, carnes vermelhas, caças, bacalhau, massas, embutidos, defumados, queijos e patês.
Origem da Cepa
Touriga Nacional é uma variedade antiga e muito admirada em Portugal, na Região dos Vinhos do Porto e também na região do DÃO, onde origina vinhos encorpados e muito apreciados. A Touriga Nacional contribuiu muito na melhoria dos vinhos finos de Portugal, no recente movimento que resultou na transformação e modernização daquela vitivinicultura. Este fato repercutiu no mundo vitivinícola e motivou sua introdução no Rio Grande do Sul, onde repetiu sua performance do país de origem.
Ao atingirem o ponto ideal de maturação, as uvas são colhidas, desengarçadas e esmagadas. A partir destas, obtém-se o mosto que é fermentado em contato com as cascas por um período de 04 a 06 dias, a uma temperatura controlada em torno de 23 a 25°C. Desta maneira consegue-se uma coloração intensa, maior extração de taninos, o que resultará numa melhor estrutura no vinho. Este vinho amadureceu por um período de 10 meses em tanques de inox, é estabilizado, filtrado e engarrafado e permanece em média 3 meses descansando, antes de ser liberado para comercialização.
Touriga Nacional é uma variedade antiga e muito admirada em Portugal na Região dos Vinhos do Porto e também na região do DÃO onde origina vinhos encorpados e muito apreciados. Além disso, a excelência desta cepa portuguesa, era muito apreciada pela família Imperial à sua época em Portugal, que degustava os vinhos elaborados a partir desta variedade.
Esta uva muito contribuiu para a melhoria dos vinhos finos de Portugal, no recente movimento que resultou na transformação e modernização daquela vitivinicultura. Este fato repercutiu no mundo vitivinícola e motivou sua introdução no Rio Grande do Sul onde repetiu sua performance do país de origem. O vinho Touriga Nacional brasileiro é um vinho de cor vermelho rubi com reflexos violáceos, aroma fino de frutas vermelhas como amoras e mirtilos, além de flores silvestres. De paladar persistente e harmônico, apresenta bom volume de boca, com taninos evoluídos e elegantes.
Este vinho, que está sendo lançado durante o mês de março nas principais capitais brasileiras, tem uma produção limitada de apenas 10 mil litros com uma graduação alcoólica de 13%. É recomendável servir o vinho com uma temperatura de 15 a 20 °C. O Dal Pizzol Touriga Nacional acompanha pratos condimentados, carnes vermelhas, caças, bacalhau, massas, embutidos, defumados, queijos e patês.
Origem da Cepa
Touriga Nacional é uma variedade antiga e muito admirada em Portugal, na Região dos Vinhos do Porto e também na região do DÃO, onde origina vinhos encorpados e muito apreciados. A Touriga Nacional contribuiu muito na melhoria dos vinhos finos de Portugal, no recente movimento que resultou na transformação e modernização daquela vitivinicultura. Este fato repercutiu no mundo vitivinícola e motivou sua introdução no Rio Grande do Sul, onde repetiu sua performance do país de origem.
Ao atingirem o ponto ideal de maturação, as uvas são colhidas, desengarçadas e esmagadas. A partir destas, obtém-se o mosto que é fermentado em contato com as cascas por um período de 04 a 06 dias, a uma temperatura controlada em torno de 23 a 25°C. Desta maneira consegue-se uma coloração intensa, maior extração de taninos, o que resultará numa melhor estrutura no vinho. Este vinho amadureceu por um período de 10 meses em tanques de inox, é estabilizado, filtrado e engarrafado e permanece em média 3 meses descansando, antes de ser liberado para comercialização.
Homenagem em Minas Gerais
O executivo José Adonai representou a Vinícola Garibaldi na noite de 17 de março, durante a entrega do prêmio MG Turismo, um das mais importantes do turismo mineiro. A solenidade aconteceu no Centro de Convenções do Hotel Othon Minas, em Belo Horizonte. Foram homenageados diversos representantes de setores e atividades, que contribuíram de forma positiva com o desenvolvimento do país. O evento também é uma oportunidade de mostrar a qualidade dos produtos da empresa, já que a vinícola é patrocinadora da iniciativa. Os convidados degustaram espumantes como o Moscatel, Chardonnay e Prosecco da Vinícola Garibaldi. O evento é uma promoção do jornal MG Turismo.
Miolo no Japão
A Vinícola Miolo, de Bento Gonçalves, esteve entre as empresas brasileiras que participaram da feira Foodex Japan 2008, até o dia 14 de março. Para o diretor de Relações Internacionais da Miolo Wine Group, Carlos Eduardo Nogueira, "o resultado foi acima do esperado". A empresa expôs pela primeira vez na Foodex e conseguiu contato com quatro importadores interessados em suas bebidas, além de receber visita de proprietários de restaurantes e lojas. Com produção de 6 milhões de litros por ano, o que corresponde a 7 milhões de garrafas, a Miolo já exporta para 26 países. No Japão, mostrou vinhos produzidos em cada uma das cinco regiões onde está presente no Brasil.
sábado, 15 de março de 2008
Kátia Dessessards
A jornalista Kátia Dessessards telefonou para comentar o retorno das atividades do Blog Cordeiro e Vinho. Kátia, que trabalhou no Jornal do Comércio e foi colunista da revista Voto, agora está dedicada ao trabalho de consultoria.
Com as publicações de hoje acho que coloco em dia as informações sobre eventos de cordeiro e vinho dos quais participei nos últimos quatro meses.
Boa leitura.
Com as publicações de hoje acho que coloco em dia as informações sobre eventos de cordeiro e vinho dos quais participei nos últimos quatro meses.
Boa leitura.
Os preços na serra gaúcha
Para escrever as várias notas sobre a safra gaúcha de uvas 2008 colocadas nas duas recentes edições deste Blog do Cordeiro e do Vinho fui mais de cinco vezes à região serrana gaúcha, nos meses de fevereiro e março. Além de boa comida e bons vinhos, tive a oportunidade de ver o crescimento do enoturismo e, também, de conversar com os turistas.
De uma maneira geral, todos adoraram conhecer as vinícolas, beber o vinho e comer as comidas típicas da colonização italiana, além de ouvir as músicas tradicionais. Mas todos, infelizmente, todos, acharam muito caros os preços cobrados pelos restaurantes. Quem está viajando em “pacotes”, com tudo já cobrado pelas operadoras turísticas, não sente muito, mas quem viaja de automóvel ou excursão e precisa pagar as refeições na hora, acho caro, pois na maioria dos restaurantes mas famosos, não se come por menos de R$ 35,00 a R$ 45,00 por pessoa. Somada a uma garrafa de vinho, em torno de R$ 42,00, uma refeição não sai por menos de R$ 72,00, mais os 10% que todos os restaurantes cobram. Como, geralmente, as pessoas viajam em casal, uma refeição custa R$ 158,40.
De uma maneira geral, todos adoraram conhecer as vinícolas, beber o vinho e comer as comidas típicas da colonização italiana, além de ouvir as músicas tradicionais. Mas todos, infelizmente, todos, acharam muito caros os preços cobrados pelos restaurantes. Quem está viajando em “pacotes”, com tudo já cobrado pelas operadoras turísticas, não sente muito, mas quem viaja de automóvel ou excursão e precisa pagar as refeições na hora, acho caro, pois na maioria dos restaurantes mas famosos, não se come por menos de R$ 35,00 a R$ 45,00 por pessoa. Somada a uma garrafa de vinho, em torno de R$ 42,00, uma refeição não sai por menos de R$ 72,00, mais os 10% que todos os restaurantes cobram. Como, geralmente, as pessoas viajam em casal, uma refeição custa R$ 158,40.
Será boa mesmo?
O jornalista Aldo Renato Souza, gaúcho há muitos anos radicado junto ao poder, em Brasília, mandou mensagem manifestando sua dúvida sobre a qualidade da safra gaúcha de vinho. Diz que toda a vez que ouve que a safra será boa, depois vai provar os vinhos e não vê grande diferença. Comentei com ele que, ao menos as uvas deste ano, são de altos graus de açúcar. A qualidade dos vinhos dependerá dos enólogos.
E, sobre a informação que o Blog estava voltando depois de quatro meses de férias, comentou: “Lá em Ijuí o pessoal diria: esse pessoal da fronteira não tem jeito.......”
Para informar o Aldo Renato: Mais uma indicação de que os espumantes da safra 2008 serão maravilhosos, frescos, perfumados e aromáticos: a vinícola Salton encerrou a safra de uvas chardonnay com 1,4 milhão de quilos, crescimento de 220% em relação a 2007, e o enólogo Lucindo Copat diz que os dias quentes e as noites frias, com pouca chuva, garantiram uma uva sadia e perfumada. Maior produtora de espumantes do país e líder na comercialização do produto há quatro anos consecutivos, a empresa prevê um acréscimo de 800 mil garrafas de espumantes finos em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 4,4 milhões de garrafas neste ano.
E, sobre a informação que o Blog estava voltando depois de quatro meses de férias, comentou: “Lá em Ijuí o pessoal diria: esse pessoal da fronteira não tem jeito.......”
Para informar o Aldo Renato: Mais uma indicação de que os espumantes da safra 2008 serão maravilhosos, frescos, perfumados e aromáticos: a vinícola Salton encerrou a safra de uvas chardonnay com 1,4 milhão de quilos, crescimento de 220% em relação a 2007, e o enólogo Lucindo Copat diz que os dias quentes e as noites frias, com pouca chuva, garantiram uma uva sadia e perfumada. Maior produtora de espumantes do país e líder na comercialização do produto há quatro anos consecutivos, a empresa prevê um acréscimo de 800 mil garrafas de espumantes finos em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 4,4 milhões de garrafas neste ano.
Promessa de vinhos muito bons
Apesar das dúvidas de Aldo Renato, os produtores de vinhos da serra gaúcha reafirmam que a safra de 2008 será das melhores, tão boa ou melhor do que a de 2005, a última que se destacou. Os mais audaciosos dizem que será melhor do que a de 2004, que foi ótima.
A safra de uva colhida até agora - as brancas e poucas tintas, como a merlot - está tão boa em quantidade e qualidade e as perspectivas de continuar tempo firme, sem chuvas, na serra gaúcha, até o final de março, levaram os produtores a uma decisão arriscada. Para colher uma uva cabernet sauvignon superior à da excelente safra de 2005, eles resolveram retardar a colheita, que deveria iniciar nos primeiros dias de março para o final de semana 15 de março. Se estas uvas pegarem mais sol, sem chuva, o grau de açúcar natural será maior e possibilitará a elaboração de um vinho, no mínimo, fantástico em qualidade. Se chover, a qualidade cairá...
Foi o que me garantiu o enólogo chefe da Vinícola Salton, Lucindo Copat, durante um encontro que contou com as presenças, também, de Antonio Salton e Daniel Salton, diretores da vinícola, dia 25 de fevereiro. Entusiasmado com a quantidade e a qualidade da uva branca chardonnay, já vinificada, e da merlot, em vinificação, Copat examinou a previsão da estação meteorológica que possui no meio dos parreirais, que indica tempo seco até 30 de março, e sugeriu aos diretores esperar mais para colher as tintas. É quase certo, então, que a colheita de cabernet sauvignon, tannat, malbec e cabernet franc vá até a metade de abril, como nos melhores anos.
A super safra de chardonnay (1,4 milhão de quilos, crescimento de 220% em relação ao volume recebido em 2007) vai permitir que a Salton, que já é a maior produtora de espumantes do País e líder na comercialização há quatro anos, tenha um acréscimo de 800 mil garrafas de espumantes finos em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a uma produção de 4,4 milhões de garrafas, segundo Daniel Salton. "O momento no Brasil é do espumante, pena que aqui tenhamos que pagar 47% de imposto, quando concorrentes, como na Argentina, pagam apenas 17%", disse Antoninho Salton. A expectativa com as tintas é de que safra da Salton seja 57,6% maior do que em 2007, atingindo 4,730 milhões de quilos.
A safra de uva colhida até agora - as brancas e poucas tintas, como a merlot - está tão boa em quantidade e qualidade e as perspectivas de continuar tempo firme, sem chuvas, na serra gaúcha, até o final de março, levaram os produtores a uma decisão arriscada. Para colher uma uva cabernet sauvignon superior à da excelente safra de 2005, eles resolveram retardar a colheita, que deveria iniciar nos primeiros dias de março para o final de semana 15 de março. Se estas uvas pegarem mais sol, sem chuva, o grau de açúcar natural será maior e possibilitará a elaboração de um vinho, no mínimo, fantástico em qualidade. Se chover, a qualidade cairá...
Foi o que me garantiu o enólogo chefe da Vinícola Salton, Lucindo Copat, durante um encontro que contou com as presenças, também, de Antonio Salton e Daniel Salton, diretores da vinícola, dia 25 de fevereiro. Entusiasmado com a quantidade e a qualidade da uva branca chardonnay, já vinificada, e da merlot, em vinificação, Copat examinou a previsão da estação meteorológica que possui no meio dos parreirais, que indica tempo seco até 30 de março, e sugeriu aos diretores esperar mais para colher as tintas. É quase certo, então, que a colheita de cabernet sauvignon, tannat, malbec e cabernet franc vá até a metade de abril, como nos melhores anos.
A super safra de chardonnay (1,4 milhão de quilos, crescimento de 220% em relação ao volume recebido em 2007) vai permitir que a Salton, que já é a maior produtora de espumantes do País e líder na comercialização há quatro anos, tenha um acréscimo de 800 mil garrafas de espumantes finos em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a uma produção de 4,4 milhões de garrafas, segundo Daniel Salton. "O momento no Brasil é do espumante, pena que aqui tenhamos que pagar 47% de imposto, quando concorrentes, como na Argentina, pagam apenas 17%", disse Antoninho Salton. A expectativa com as tintas é de que safra da Salton seja 57,6% maior do que em 2007, atingindo 4,730 milhões de quilos.
Crescem exportações de vinho gaúcho
Se há uma parceria público privada que deu certo no Rio Grande do Sul é o convênio Wine from Brazil, iniciado em 2002, entre a Apex-Brasil e as vinícolas gaúchas, através do Instituto Brasileiro do Vinho, e que, neste período de cinco anos, aumentou em mais de 20 vezes as exportações gaúchas de vinho. O crescimento foi de 1.200%. Em 2002, as empresas participantes exportavam o equivalente a US$ 165 mil, em 2007 chegou a US$ 2,3 milhões, e a expectativa é de US$ 3 milhões, em 2008, e US$ 4 milhões em 2009. A informação é do presidente da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira, ao renovar o convênio, dia 29 de fevereiro, durante reunião na Vinícola Valduga, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. Denis Debiasi, presidente do Ibravin, Carlos Paviani, executivo do instituto, Alessandro Teixeira, e Andréia Gentilini Milan, também da Apex-Brasil, mostraram os resultados do projeto e as perspectivas para 2008 e 2009. Também presente a jornalista Letícia Palma, assessora de imprensa da Apex-Brasil.
É uma união exitosa entre o setor público e o privado, disse Alessandro, observando que, no novo convênio, a Apex-Brasil aplicará RS$ 1,7 milhão e as vinícolas R$ 2 milhões, totalizando R$ 3,8 milhões na promoção e apoio à exportação do vinho. Daqui dois anos, o governo e os vinicultores esperam chegar a uma exportação correspondente a US$ 6 milhões, quando deverão abrir uma garrafa de seis litros de vinho Lote 43, cujo rótulo foi assinado por todos os presentes à cerimônia.
Também cresceu o número de participantes no projeto. Começou com seis vinícolas, em 2002, este ano já são 29, inclusive representantes de Santa Catarina, Pernambuco e Bahia. O presidente do Ibravin, Denis Debiasi, está entusiasmado com os resultados da promoção internacional do vinho brasileiro. As empresas exportadoras, que eram apenas duas, chegaram a 14 em 2007. Uma das etapas do projeto é trazer jornalistas estrangeiros especializados para conhecer as vinícolas.
É uma união exitosa entre o setor público e o privado, disse Alessandro, observando que, no novo convênio, a Apex-Brasil aplicará RS$ 1,7 milhão e as vinícolas R$ 2 milhões, totalizando R$ 3,8 milhões na promoção e apoio à exportação do vinho. Daqui dois anos, o governo e os vinicultores esperam chegar a uma exportação correspondente a US$ 6 milhões, quando deverão abrir uma garrafa de seis litros de vinho Lote 43, cujo rótulo foi assinado por todos os presentes à cerimônia.
Também cresceu o número de participantes no projeto. Começou com seis vinícolas, em 2002, este ano já são 29, inclusive representantes de Santa Catarina, Pernambuco e Bahia. O presidente do Ibravin, Denis Debiasi, está entusiasmado com os resultados da promoção internacional do vinho brasileiro. As empresas exportadoras, que eram apenas duas, chegaram a 14 em 2007. Uma das etapas do projeto é trazer jornalistas estrangeiros especializados para conhecer as vinícolas.
Jornalista canadense gostou dos vinhos Dal Pizzol
“Aqui encontramos um vinho de família, com identidade”. A afirmação é da jornalista canadense Nicole Barrete Ryan, ao degustar alguns vinhos Dal Pizzol em visita à vinícola na sexta-feira, dia 07, no encerramento da programação do Projeto Imagem, promovido pelo Wines from Brazil (WFB), que reuniu 12 jornalistas internacionais. Nicole é editora chefe da Revista Vins & Vignobles e membro da Academia do Vinho de Montreal.
Ela comentou que seu trabalho, assim como dos demais jornalistas do grupo, é experimentar vinhos de todos os lugares. “Tenho viajado muito pelo mundo em razão disso, e confesso ter ficado impressionada com o que degustei aqui na Dal Pizzol. De todos os vinhos que provei na região, aqui encontrei vinhos de caráter e identidade, vinhos de família”, destacou.
Depois de conhecer o Parque Temático Dal Pizzol, em especial a Enoteca que guarda uma coleção de garrafas de safras antigas desde a fundação da empresa, hoje consideradas peças de museu, o grupo de jornalistas foi recepcionado pela direção e colaboradores da empresa com um jantar no Ristorante Enoteca Dal Pizzol. Na oportunidade, eles puderam degustar um Cabernet Sauvignon Safra 1995 e um Merlot Safra 1991, ambos selecionados na Enoteca.
Para Antony Rose, da Inglaterra, correspondente na área de vinhos para o Jornal The Independent, o que chamou a atenção no Brasil foi o vinho Merlot, além dos assemblages e espumantes. “Encontramos vinhos de diferentes níveis, mas o que mais nos surpreendeu foi a atenção e o empenho dos empresários brasileiros em elaborar produtos com qualidade”, afirmou. Antony também escreve colunas para as Revistas Decanter, Wine & Spirits, Off License News and The world of Fine Wine.
Depois de acompanhar o grupo durante toda a semana, a Gerente de Promoção Comercial do WFB, Andreia Gentilini Milan, salientou que eles estão retornando aos seus países de origem surpreendidos. “O Brasil deixou uma excelente impressão. Eles não tinham nenhuma expectativa em relação à produção de vinhos no Brasil”, comentou.
O grupo esteve formado pelos jornalistas: Nicole Barrete Ryan (Canadá), Libor Sevcík (República Tcheca), Jörg Winkler (Alemanha), Leena Ng (Singapura), Antony Rose (Inglaterra), Charmaine Grieger (Inglaterra), Felicio Rodriguez (França), Sheri de Borchgrave (Estados Unidos), Manos Angelakis (Estados Unidos), April Cullom (Estados Unidos), Christian Segers (Alemanha) e Karl Heinz Nuber (Suíça).
Para os diretores da vinícola, Antônio Dal Pizzol e Rinaldo Dal Pizzol, a estréia no Wines from Brazil não poderia ter sido melhor. A empresa, que faz parte do projeto há apenas dois meses, já se prepara para participar do Circuito de Degustação de Vinhos Brasileiros que acontecerá nos Estados Unidos e Canadá ainda este ano, mercados-alvo para a Dal Pizzol. “Receber estes jornalistas na nossa própria casa, podendo mostrar o que mais sabemos fazer para que eles possam contar para o mundo que aqui são elaborados vinhos de qualidade é uma satisfação”, ressalta Rinaldo.
De acordo com o enólogo Dirceu Scottá, o objetivo da empresa é direcionar esforços, inicialmente, para os Estados Unidos e Canadá, mercados considerados mais abertos e que já apresentam um histórico de comportamento positivo junto ao WFB. Além disso, a empresa já mantém contatos com estes mercados. “Não temos a intenção de exportar grandes volumes, havendo a possibilidade de, inclusive, lançarmos lotes especiais para mercados seletos”, finalizou.
A Dal Pizzol Vinhos Finos ingressa no Wines from Brazil trabalhando com 10 produtos, sendo eles: Dal Pizzol Brut Charmat, Dal Pizzol Brut Champenoise, Dal Pizzol Brut Rosé, Dal Pizzol Assemblage, Dal Pizzol Ancellotta, Dal Pizzol Merlot, Dal Pizzol Chardonnay, Do Lugar Moscatel, Do Lugar Merlot-Cabernet e Do Lugar Cabernet Franc.
Ela comentou que seu trabalho, assim como dos demais jornalistas do grupo, é experimentar vinhos de todos os lugares. “Tenho viajado muito pelo mundo em razão disso, e confesso ter ficado impressionada com o que degustei aqui na Dal Pizzol. De todos os vinhos que provei na região, aqui encontrei vinhos de caráter e identidade, vinhos de família”, destacou.
Depois de conhecer o Parque Temático Dal Pizzol, em especial a Enoteca que guarda uma coleção de garrafas de safras antigas desde a fundação da empresa, hoje consideradas peças de museu, o grupo de jornalistas foi recepcionado pela direção e colaboradores da empresa com um jantar no Ristorante Enoteca Dal Pizzol. Na oportunidade, eles puderam degustar um Cabernet Sauvignon Safra 1995 e um Merlot Safra 1991, ambos selecionados na Enoteca.
Para Antony Rose, da Inglaterra, correspondente na área de vinhos para o Jornal The Independent, o que chamou a atenção no Brasil foi o vinho Merlot, além dos assemblages e espumantes. “Encontramos vinhos de diferentes níveis, mas o que mais nos surpreendeu foi a atenção e o empenho dos empresários brasileiros em elaborar produtos com qualidade”, afirmou. Antony também escreve colunas para as Revistas Decanter, Wine & Spirits, Off License News and The world of Fine Wine.
Depois de acompanhar o grupo durante toda a semana, a Gerente de Promoção Comercial do WFB, Andreia Gentilini Milan, salientou que eles estão retornando aos seus países de origem surpreendidos. “O Brasil deixou uma excelente impressão. Eles não tinham nenhuma expectativa em relação à produção de vinhos no Brasil”, comentou.
O grupo esteve formado pelos jornalistas: Nicole Barrete Ryan (Canadá), Libor Sevcík (República Tcheca), Jörg Winkler (Alemanha), Leena Ng (Singapura), Antony Rose (Inglaterra), Charmaine Grieger (Inglaterra), Felicio Rodriguez (França), Sheri de Borchgrave (Estados Unidos), Manos Angelakis (Estados Unidos), April Cullom (Estados Unidos), Christian Segers (Alemanha) e Karl Heinz Nuber (Suíça).
Para os diretores da vinícola, Antônio Dal Pizzol e Rinaldo Dal Pizzol, a estréia no Wines from Brazil não poderia ter sido melhor. A empresa, que faz parte do projeto há apenas dois meses, já se prepara para participar do Circuito de Degustação de Vinhos Brasileiros que acontecerá nos Estados Unidos e Canadá ainda este ano, mercados-alvo para a Dal Pizzol. “Receber estes jornalistas na nossa própria casa, podendo mostrar o que mais sabemos fazer para que eles possam contar para o mundo que aqui são elaborados vinhos de qualidade é uma satisfação”, ressalta Rinaldo.
De acordo com o enólogo Dirceu Scottá, o objetivo da empresa é direcionar esforços, inicialmente, para os Estados Unidos e Canadá, mercados considerados mais abertos e que já apresentam um histórico de comportamento positivo junto ao WFB. Além disso, a empresa já mantém contatos com estes mercados. “Não temos a intenção de exportar grandes volumes, havendo a possibilidade de, inclusive, lançarmos lotes especiais para mercados seletos”, finalizou.
A Dal Pizzol Vinhos Finos ingressa no Wines from Brazil trabalhando com 10 produtos, sendo eles: Dal Pizzol Brut Charmat, Dal Pizzol Brut Champenoise, Dal Pizzol Brut Rosé, Dal Pizzol Assemblage, Dal Pizzol Ancellotta, Dal Pizzol Merlot, Dal Pizzol Chardonnay, Do Lugar Moscatel, Do Lugar Merlot-Cabernet e Do Lugar Cabernet Franc.
Vinícola Marson cresce
O pequeno município de Cotiporã, na serra gaúcha, com cerca de 4 mil habitantes, vai receber investimento de R$ 14 milhões para construção de uma fábrica de suco de uvas, bebida cuja demanda vem aumentando consideravelmente nos últimos anos. A produção será de 5 milhões de litros. Além de aproveitar a produção de uvas comuns, abundante na região, a iniciativa vai oferecer empregos, atualmente em falta. A informação é de Paulo Marson, um dos sócios da Vinícola Marson, instalada na Linha Frei Caneca, no interior do município, mesma área onde será construída a fábrica de suco, uma iniciativa cooperativada. Os recursos virão de investimento externo.
Consolidada por sete irmãos, um deles já falecido, mas que deixou os filhos no negócio, a Marson está entre as vinícolas gaúchas de porte médio e começa a crescer, graças à qualidade dos seus vinhos. Já exporta para os Estados Unidos, está fechando um negócio de US$ 100 mil para o Líbano e começa a prospectar os mercados da Alemanha, Inglaterra e Japão, segundo Márcio Marson, diretor comercial e de marketing. Com uvas provenientes de 50 hectares no Vale da Ferradura, 70% de áreas próprias, a Marson produz 450 mil garrafas-ano de vinhos finos, Reserva, Gran Reserva e Famiglia, e linhas populares. Quando terminar o atual período de safra, a empresa também começará a montar um sistema para produzir espumantes em sua própria cantina, pois hoje o serviço é terceirizado.
Consolidada por sete irmãos, um deles já falecido, mas que deixou os filhos no negócio, a Marson está entre as vinícolas gaúchas de porte médio e começa a crescer, graças à qualidade dos seus vinhos. Já exporta para os Estados Unidos, está fechando um negócio de US$ 100 mil para o Líbano e começa a prospectar os mercados da Alemanha, Inglaterra e Japão, segundo Márcio Marson, diretor comercial e de marketing. Com uvas provenientes de 50 hectares no Vale da Ferradura, 70% de áreas próprias, a Marson produz 450 mil garrafas-ano de vinhos finos, Reserva, Gran Reserva e Famiglia, e linhas populares. Quando terminar o atual período de safra, a empresa também começará a montar um sistema para produzir espumantes em sua própria cantina, pois hoje o serviço é terceirizado.
Brasileiro não conhece vinhos do País
O primeiro passo para o Brasil aumentar suas exportações de vinhos finos – a meta é chegar a US$ 6 milhões em 2009 - é convencer os próprios brasileiros que aqui se faz bom vinho. As pessoas são as naturais embaixadoras dos produtos dos seus países.
Quem me disse isso foi a crítica e consultora norte-americana de importações de vinhos de Nova Iorque April Cullom, uma das integrantes da comitiva de 12 jornalistas estrangeiros que esteve na região vinícola gaúcha, este mês, para conhecer o vinho nacional, trazidas pela Apex-Brasil e pelo Ibravin. Ela disse que conversou com muitos brasileiros – aqui e nos Estados Unidos - e constatou que eles não têm conhecimento da qualidade do vinho produzido no País e, por isso, preferem os estrangeiros. “Os vinhos brasileiros são interessantes e equilibrados, alguns com demasiada madeira, mas é algo que pode ser corrigido”, disse April.
Para colaborar com a divulgação do vinho brasileiro, a Câmara de Comércio Italiana-RS vai lançar, dia 3 de abril, durante a 43ª Vitaly, em Verona, na Itália, a primeira edição do Anuário Internacional de Vinhos e Destilados Brasileiros. O objetivo é proporcionar visibilidade aos produtos brasileiros. Aproveitando o crescimento do interesse mundial pelo vinho brasileiro, a Marpa Marcas e patentes está esclarecendo o etor sobre a importância de registrar as marcas. “Estima-se que apenas 5% das empresas gaúchas tenham registro, diz o presidente da Marpa, Valdomiro Soares.
Quem me disse isso foi a crítica e consultora norte-americana de importações de vinhos de Nova Iorque April Cullom, uma das integrantes da comitiva de 12 jornalistas estrangeiros que esteve na região vinícola gaúcha, este mês, para conhecer o vinho nacional, trazidas pela Apex-Brasil e pelo Ibravin. Ela disse que conversou com muitos brasileiros – aqui e nos Estados Unidos - e constatou que eles não têm conhecimento da qualidade do vinho produzido no País e, por isso, preferem os estrangeiros. “Os vinhos brasileiros são interessantes e equilibrados, alguns com demasiada madeira, mas é algo que pode ser corrigido”, disse April.
Para colaborar com a divulgação do vinho brasileiro, a Câmara de Comércio Italiana-RS vai lançar, dia 3 de abril, durante a 43ª Vitaly, em Verona, na Itália, a primeira edição do Anuário Internacional de Vinhos e Destilados Brasileiros. O objetivo é proporcionar visibilidade aos produtos brasileiros. Aproveitando o crescimento do interesse mundial pelo vinho brasileiro, a Marpa Marcas e patentes está esclarecendo o etor sobre a importância de registrar as marcas. “Estima-se que apenas 5% das empresas gaúchas tenham registro, diz o presidente da Marpa, Valdomiro Soares.
Belo trabalho da Apex-Brasil-Ibravin
Os 12 jornalistas estrangeiros especializados em vinho trazidos ao Brasil pela Apex e pelo Ibravin para conhecer as vinícolas nacionais do projeto Wine from Brasil e provar seu vinho, visando a divulgação no exterior, visitaram cantinas, depois de terem degustado os 10 melhores vinhos brasileiros, no Vale dos Vinhedos. Almoçaram com Paulo e Márcio Marson, no restaurante Mirante da Serra, em Veranópolis. O espumante brut da Marson foi um dos mais pontuados pelos jornalistas do Canadá, Estados Unidos, Inglaterra, França, Alemanha, República Checa e Singapura na degustação. Também estiveram na Cooperativa Garibaldi, na Lídio Carraro, Miolo, Pizzato, Don Laurindo, Casa Valduga, Salton, Dal Pizzol, Boscato, Monte Reale, Panizzon, Perini e também a Embrapa Uva e Vinho.
Apesar de haver excedentes de vinhos no mundo – 4 bilhões de litros -, o mercado, segundo os especialistas, é comprador para “produtos novos e diferenciados”. Só os Estados Unidos, importam 948 milhões de litros de vinhos por ano, três vezes o volume da safra brasileira de finos.
Apesar de haver excedentes de vinhos no mundo – 4 bilhões de litros -, o mercado, segundo os especialistas, é comprador para “produtos novos e diferenciados”. Só os Estados Unidos, importam 948 milhões de litros de vinhos por ano, três vezes o volume da safra brasileira de finos.
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